CORREDORES VERDES,  MOBILIDADE, ACESSIBILIDADE Aruane Garzedin Salvador, 08/10/2008
introdução .    Valorização da dimensão ecológica da cidade Valorização da  dimensão social e cultural, simbólica da  cidade   Problemática do espaço público na cidade brasileira   contemporânea
SALVADOR  -  PADRÕES  DE  RUA Século XIX Inicio da separação de tráfego Vegetação  Padrões anteriores Pouca separação de tráfego
SALVADOR  -  PADRÕES  DE  RUA Início do Século XX pessoas e automóveis Encontros, sociabilidade Décadas de 60 e 70 do Século XX Pós Década de 70
Décadas de 60 e 70 do Século XX Modernismo Predomínio do automóvel Visão funcional da rua Calçadas sub-dimensionadas Pós Década de 70 Ausência de calçadas Modelo americano de cidade Espaço público residual Falta de acessibilidade SALVADOR - PADRÕES DE RUA
Acessibilidade Isolamento espaço privado, ausência, precariedade e falta de conservação dos pavimentos
Ausência de alinhamento, da vegetação,  de sombreamento Ausência de arborização  Acessibilidade e vegetação
Acessibilidade Problemas de construção inadequada como rampas, degraus e inclinações  irregulares, ausência de um modelo de rua
Vegetação x acessibilidade
Perspectivas  Novas estratégias de mobilidade urbana   Promoção da acessibilidade   Visão ambiental que redimensione os valores que condicionam a presença da vegetação na cidade .
Um novo padrão de mobilidade urbana Mobilidade -   É um atributo das cidades e se refere à facilidade de deslocamentos de pessoas e bens no espaço urbano. A sustentabilidade na mobilidade urbana , “ capacidade de fazer as viagens necessárias para a realização de seus direitos básicos de cidadão, com o menor gasto de energia possível e menor impacto no meio ambiente, tornando-a ecologicamente sustentável ”. (BOARETO, 2003)
Algumas soluções Redução da necessidade de deslocamentos motorizados Uso de energia limpa Otimização do automóvel particular Transporte Urbanos Inteligentes ITS Transporte coletivo mais eficientes e acessíveis Prioridade para o deslocamento a pé e em bicicleta
Redução da velocidade   Zonas 30 Criação de rotatórias nas esquinas Redução do número de veículos motorizados em determinadas áreas urbanas Limitação da entrada  Limitação de horários
Diversificação de meios de transporte, compartilhamento e inter-modalidade Redução de espaço para o tráfego motorizado
Mudança de pavimentos Reurbanização do centro histórico – Girona - Espanha Elevações nos cruzamentos
Fonte: revista Paisea,mar/2008 Hierarquização e criação de vias de pedestres Reurbanização do bairro de Montserratina, Viladecans - Espanha
Reurbanização do bairro de Montserratina, Viladecans - Espanha Fonte: revista Paisea,mar/2008
Prioridade aos deslocamento a pé  e em bicicleta Programa de bicicletas públicas de Lyon
Acessibilidade Acessibilidade:   Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos .  (NBR 9050:2004) Tem a ver com   a facilidade, em distância, tempo e custo, de se alcançar, com autonomia, os destinos desejados na cidade (ANTE-PROJETO DE LEI, DE 6 JULHO DE 2006, Art. 4º, Inciso X)  Constituição Federal Estatuto da Cidade Decreto-Lei n. 5296/04
Fonte: revista paisea,mar/2008 Rampas Móveis – Centro histórico Vitoria-gasteiz, Espanha Roberto Ercilla /Miguel Angel Campo Acessibilidade envolve todas as necessidades dos usuários em relação a espaços e fases do deslocamento Revisão do dimensionamento das calçadas
Vegetação x espaço urbano 1)Diminuição da poluição atmosférica e melhoria da qualidade do ar  Filtragem e Oxigenação do ar com a absorção do dióxido de carbono Transformação em oxigênio durante o dia Termoregulação da temperatura Aumento do teor de umidade do  ar
2) Diminuição da poluição sonora
3) Microclima e conforto térmico Controle da ventilação Controle da umidade relativa do ar Controle da radiação solar Redução da temperatura
4 ) Proteção do solo   Fixação de taludes, proteção contra erosão  Permeabilidade, fertilidade e umidade do solo 5) Manutenção da diversidade biológica  Alimentos para pessoas e pássaros Reprodução, higiene, habitat Quantidade e a qualidade de água infiltrada  no subsolo
6) Função social, psicológica, cultural e simbólica 7) Qualidade estética e visual  da paisagem
Vegetação urbana – condições e características Plantas cultivadas   Seleção e desenvolvimento está condicionada historicamente por valores estéticos dominantes no paisagismo .  Plantas nativas Plantas naturalizadas   .
Uso da Vegetação – situação atual Péssimas condições de vida das plantas na cidade  Perda de áreas verdes Predominância do valor estético dominante sobre o ambiental  Pouco aproveitamento do potencial da vegetação Homogeneização da paisagem e diminuição da diversidade biológica. Soluções pouco sustentáveis Isolamento das espécies nativas
 
Corredores verdes no contexto atual Estratégia de ordenamento do território e de desenho da paisagem Idéia de sistema verde contínuo Noção de percurso   Valor cultural e social da vegetação  Exploração de todo o potencial da estrutura verde   todas as suas funções e da estrutura da rede de deslocamentos
Corredores verdes Greenway (Green + Way),  Green - espaço “verde” (agrícola, florestal, de recreio, de enquadramento),  Way - rotas para pessoas, animais, sementes, e frequentemente para a água e o ar. Espaços abertos lineares, de usos múltiplos, que ligam cidades aos arredores, espaços naturais entre si, ou elementos pontuais do patrimônio histórico. (APCV) Qualquer curso natural ou paisagístico para pedestres e ciclovias, Conexão aberta entre parques, reservas naturais, elementos culturais, ou locais históricos entre si ou com áreas habitadas, Localmente, certas faixas ou parques lineares designados como avenidas – parque (parkways) ou cinturões verdes greenbelts)   Charles Little (HERZOG, apud AHERN, 2003)
Ao longo de linhas naturais : Frentes costeiras  Cursos de água  Vales Linhas de cumeada  Encostas Ao longo de Linhas/rotas preexistentes Estradas de ferro desativadas Caminhos de peregrinação Podem ser rurais ou urbanos
Funções do corredor verde Ecológica Cultural, recreativa Econômica Ambiental Mobilidade Valorização da paisagem
Antecedentes Século XIX – Boulevard – Haussman ( 1853 e 1870)  Fonte : Les Annales de la Recherche Urbaine- n57-58 Fonte: El paisaje del hombre via pública como uma questão técnica -símbolo de modernidade - difusão de um modelo
.  Sistemas de Parques interligados Back Bay Fens, Boston Fonte: www.pressleync.com/services/historic.html
 
Século Cidade jardim – Ebenezer Howard - 1902 30.000 hab, seis setores circundados por bulevares arborizados/parkway/cinturão verde  Integração cidade campo
Alguns exemplos Europa Fora da área urbana Turismo Mobilidade alternativa Preservação e valorização do patrimônio paisagístico e histórico
Corredores verdes – Algarves Portugal Ecovia do Litoral, Ecovia do Guadiana, Ecovia da Costa Vicentina e Ecovia do Interior. A Ecovia do Litoral percorre todo o litoral do Algarve numa extensão de 214Km, desde o Cabo de S. Vicente (Vila do Bispo) – km zero – até Vila Real de S. António, atravessando 12 concelhos. O desenvolvimento do projeto resulta de uma parceria entre a Grande Área Metropolitana do Algarve (AMAL), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade – Parque Natural da Ria Formosa.   Ecovias de Algarves
Imagens site-http://www.ecoviasalgarve.org/andebicicleta.php Bicicletários(Tavira)   Parte da Ecovia junto ao passeio ribeirinho (Portimão)   Parte do percurso da Ecovia   Pontes pela Ria Formosa
Farol de São Vicente (Sagres) início da Ecovia do Litoral Ponte Romana em Tavira
Corredores verdes – Espanha   Rota do ferro e do carvão de Ripoll a Sant Joan de les Abadesses –Ogassa, Pavimentação - asfaltado e vegetado  Declividade – 1%  Cruzamentos – com sinalização e mudança de pavimento Extensão - 12 km Serviços: Sanitários,  Estações, Zonas de Picnic Atrativos: vales, cabeceiras dos Rios Ter e Freser, Ripoll - monastério românico séc XII; Sant Joan de les Abadesses, monastério românico  do sec XIII, etc.
Via verde Ferrocarril Vasco-Navarro Antigas Estações e pousadas (Vía Verde de la Sierra) Interseção, sinalização com dormentes (Vía Verde de La Camocha - Asturias ) Passarela (Vía Verde del Ferrocarril (Vitoria/Gasteiz ) Fonte das imagens:http:// www.viasverdes.com/programa.htm
 
Alguns exemplos  Fonte das imagens: http://www.viasverdesdesdegirona.org Foto: Rebeca   Dios Foto; Mike Newton
Voies Vertes -França Bergès Voie de l'Isle – de Trelissac a Marsac sur l’Isle   Inauguração - 2004 Comprimento – 15 km Largura – 3 metros Iluminação, bancos, pontos de mirantes. Atrativos: Trelissac, zonas verdes, rios, proximidade do centro histórico de Periguex,etc.  Recebeu o segundo lugar premio em 2007 de vias verdes na categoria mobilidade.
Via verde de Berges Voie de I’Isle -França Imagens:  http://240plan.ovh.net/~afv/FicheVoie . php ? voie =129
Via verde de Berges Voie de I’Isle -França Imagens:  http://240plan.ovh.net/~afv/FicheVoie . php ? voie =129
Via verde de Berges Voie de I’Isle -França Imagens:  http://240plan.ovh.net/~afv/FicheVoie . php ? voie =129
Alguns exemplos Europa Área Urbana Naturalização de rios Diminuição de impactos do tráfego na cidade Ligação cidade campo Reconquista da cidade para o pedestre Recuperação  das múltiplas funções do espaço público
Manzanares M30 - Madrid
 
Reordenação da Ronda del Mig - Barcelona
 
Riera de Sant Climent -Viladecans Sistema de parques na cidade – conexão  montanha/mar e controle de crescimento de novos bairros
 
Corredores verdes -Salvador
 
Memória dos valores técnicos – EPUCS Memória dos rios na paisagem  Fragmentação na visão da cidade
Planejamento  Definição dos objetivos principais e secundários :  rota turística, viagens cotidianas, patrimônio histórico, melhoria ambiental  e preservação ecológica Identificação  e caracterização da paisagem : Espaços verdes urbanos públicos ou privados Zonas protegidas, ou de restrição ambiental para ocupação – lagoas, áreas inundáveis, rios  Linhas de força da paisagem:de vale, cumeada, rios, orla marítima e zonas de declividade Potencial estético, visual, e ambiental da paisagem Potencial histórico e cultural Potencial recreativos e de  lazer Aspectos físicos, sociais, econômicos  e ambientais das áreas urbanas Caracterização das zonas de declividade
Projeto corredor verde Algumas considerações Definição dos trechos,características e cruzamentos :  largura,  declividade, pontos de parada, riscos, pontos de atração, cruzamentos em nível , mudanças nas características do tráfego, intervenções físicas,etc . Equipamentos:   Reforma,  revitalização de edificações históricas existentes Projeto de novos equipamentos -  parques, mirantes, áreas de pic-nic, etc Infra-estrutura e apoio   – pontos de descanso, bicicletários, água, sanitários, etc Mobiliário Urbano  Bancos, lixeiras, gradis, luminárias, mesas,etc. Iluminação Visando a segurança e estética  Sinalização Placas de transito, informações de serviços, informações turísticas, equipamentos,  etc.
Vegetação: Resistentes, funções ecológicas e de sombreamento, variedade
Mobilidade e tráfego Evitar cruzamentos em nível Evitar grande número de cruzamentos Sinalização adequada Conexão com equipamentos e estações
Considerações finais Necessidade de maior conceituação sobre o tema Corredor verde e discussão das aplicações em nosso país. Necessidade da incorporação da visão ambiental da paisagem nos planos urbanísticos para uma melhor aproveitamento das possibilidades do corredor verde. Necessidade de repensar o modelo de rua no desenho urbano de forma a considerar todas as dimensões do espaço público Salvador, na contramão da história?
Referencias bibliográficas SALVADOR PALOMO, P.J.  La planificación verde en las ciudades . Barcelona: Editorial G. Gilli S.A , 2003. EMPRESA BRASILEIRA DE PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE –GEIPOT. Planejamento Cicloviário; Uma política Para as Bicicletas. Brasília, 1976. 110p.il SPIRN, Anne W.  O jardim de granito : a natureza no desenho da cidade.  São Paulo: EDUSP, 1995. HOUGH, Michael.  Naturaleza y ciudad.  Planificación urbana y processos ecológicos.  BCN: GG,1998. TEXTO 06 – PELLEGRINO, Paulo R.M.  Pode-se Planejar a Paisagem?  In. Paisagem e Ambiente: Ensaios/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. São Paulo: FAU,1997  http://  www.viasverdes.com/programa.htm .  Acesso dia 07/09/2008   http://www.viasverdesdesdegirona.org . Acesso dia 07/09/2008 21:05 HERZOG. Cecilia P. Corredors verdes:expansão urbana sustentável .Coleção Paisagens culturais / org. Carlos Gonçalves Monteiro Terra. Rio de Janeiro: UFRJ, EBA,2008, p.124131 Paisea.Revista de paisagismo. La Calle. Editorial G. Gilli.  Marzo,2008. Spain.004, p.09

Corredores curso ima compact

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    CORREDORES VERDES, MOBILIDADE, ACESSIBILIDADE Aruane Garzedin Salvador, 08/10/2008
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    introdução . Valorização da dimensão ecológica da cidade Valorização da dimensão social e cultural, simbólica da cidade Problemática do espaço público na cidade brasileira contemporânea
  • 3.
    SALVADOR - PADRÕES DE RUA Século XIX Inicio da separação de tráfego Vegetação Padrões anteriores Pouca separação de tráfego
  • 4.
    SALVADOR - PADRÕES DE RUA Início do Século XX pessoas e automóveis Encontros, sociabilidade Décadas de 60 e 70 do Século XX Pós Década de 70
  • 5.
    Décadas de 60e 70 do Século XX Modernismo Predomínio do automóvel Visão funcional da rua Calçadas sub-dimensionadas Pós Década de 70 Ausência de calçadas Modelo americano de cidade Espaço público residual Falta de acessibilidade SALVADOR - PADRÕES DE RUA
  • 6.
    Acessibilidade Isolamento espaçoprivado, ausência, precariedade e falta de conservação dos pavimentos
  • 7.
    Ausência de alinhamento,da vegetação, de sombreamento Ausência de arborização Acessibilidade e vegetação
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    Acessibilidade Problemas deconstrução inadequada como rampas, degraus e inclinações irregulares, ausência de um modelo de rua
  • 9.
  • 10.
    Perspectivas Novasestratégias de mobilidade urbana Promoção da acessibilidade Visão ambiental que redimensione os valores que condicionam a presença da vegetação na cidade .
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    Um novo padrãode mobilidade urbana Mobilidade - É um atributo das cidades e se refere à facilidade de deslocamentos de pessoas e bens no espaço urbano. A sustentabilidade na mobilidade urbana , “ capacidade de fazer as viagens necessárias para a realização de seus direitos básicos de cidadão, com o menor gasto de energia possível e menor impacto no meio ambiente, tornando-a ecologicamente sustentável ”. (BOARETO, 2003)
  • 12.
    Algumas soluções Reduçãoda necessidade de deslocamentos motorizados Uso de energia limpa Otimização do automóvel particular Transporte Urbanos Inteligentes ITS Transporte coletivo mais eficientes e acessíveis Prioridade para o deslocamento a pé e em bicicleta
  • 13.
    Redução da velocidade Zonas 30 Criação de rotatórias nas esquinas Redução do número de veículos motorizados em determinadas áreas urbanas Limitação da entrada Limitação de horários
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    Diversificação de meiosde transporte, compartilhamento e inter-modalidade Redução de espaço para o tráfego motorizado
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    Mudança de pavimentosReurbanização do centro histórico – Girona - Espanha Elevações nos cruzamentos
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    Fonte: revista Paisea,mar/2008Hierarquização e criação de vias de pedestres Reurbanização do bairro de Montserratina, Viladecans - Espanha
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    Reurbanização do bairrode Montserratina, Viladecans - Espanha Fonte: revista Paisea,mar/2008
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    Prioridade aos deslocamentoa pé e em bicicleta Programa de bicicletas públicas de Lyon
  • 19.
    Acessibilidade Acessibilidade: Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos . (NBR 9050:2004) Tem a ver com a facilidade, em distância, tempo e custo, de se alcançar, com autonomia, os destinos desejados na cidade (ANTE-PROJETO DE LEI, DE 6 JULHO DE 2006, Art. 4º, Inciso X) Constituição Federal Estatuto da Cidade Decreto-Lei n. 5296/04
  • 20.
    Fonte: revista paisea,mar/2008Rampas Móveis – Centro histórico Vitoria-gasteiz, Espanha Roberto Ercilla /Miguel Angel Campo Acessibilidade envolve todas as necessidades dos usuários em relação a espaços e fases do deslocamento Revisão do dimensionamento das calçadas
  • 21.
    Vegetação x espaçourbano 1)Diminuição da poluição atmosférica e melhoria da qualidade do ar Filtragem e Oxigenação do ar com a absorção do dióxido de carbono Transformação em oxigênio durante o dia Termoregulação da temperatura Aumento do teor de umidade do ar
  • 22.
    2) Diminuição dapoluição sonora
  • 23.
    3) Microclima econforto térmico Controle da ventilação Controle da umidade relativa do ar Controle da radiação solar Redução da temperatura
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    4 ) Proteçãodo solo Fixação de taludes, proteção contra erosão Permeabilidade, fertilidade e umidade do solo 5) Manutenção da diversidade biológica Alimentos para pessoas e pássaros Reprodução, higiene, habitat Quantidade e a qualidade de água infiltrada no subsolo
  • 25.
    6) Função social,psicológica, cultural e simbólica 7) Qualidade estética e visual da paisagem
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    Vegetação urbana –condições e características Plantas cultivadas Seleção e desenvolvimento está condicionada historicamente por valores estéticos dominantes no paisagismo . Plantas nativas Plantas naturalizadas .
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    Uso da Vegetação– situação atual Péssimas condições de vida das plantas na cidade Perda de áreas verdes Predominância do valor estético dominante sobre o ambiental Pouco aproveitamento do potencial da vegetação Homogeneização da paisagem e diminuição da diversidade biológica. Soluções pouco sustentáveis Isolamento das espécies nativas
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    Corredores verdes nocontexto atual Estratégia de ordenamento do território e de desenho da paisagem Idéia de sistema verde contínuo Noção de percurso Valor cultural e social da vegetação Exploração de todo o potencial da estrutura verde todas as suas funções e da estrutura da rede de deslocamentos
  • 30.
    Corredores verdes Greenway(Green + Way), Green - espaço “verde” (agrícola, florestal, de recreio, de enquadramento), Way - rotas para pessoas, animais, sementes, e frequentemente para a água e o ar. Espaços abertos lineares, de usos múltiplos, que ligam cidades aos arredores, espaços naturais entre si, ou elementos pontuais do patrimônio histórico. (APCV) Qualquer curso natural ou paisagístico para pedestres e ciclovias, Conexão aberta entre parques, reservas naturais, elementos culturais, ou locais históricos entre si ou com áreas habitadas, Localmente, certas faixas ou parques lineares designados como avenidas – parque (parkways) ou cinturões verdes greenbelts) Charles Little (HERZOG, apud AHERN, 2003)
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    Ao longo delinhas naturais : Frentes costeiras Cursos de água Vales Linhas de cumeada Encostas Ao longo de Linhas/rotas preexistentes Estradas de ferro desativadas Caminhos de peregrinação Podem ser rurais ou urbanos
  • 32.
    Funções do corredorverde Ecológica Cultural, recreativa Econômica Ambiental Mobilidade Valorização da paisagem
  • 33.
    Antecedentes Século XIX– Boulevard – Haussman ( 1853 e 1870) Fonte : Les Annales de la Recherche Urbaine- n57-58 Fonte: El paisaje del hombre via pública como uma questão técnica -símbolo de modernidade - difusão de um modelo
  • 34.
    . Sistemasde Parques interligados Back Bay Fens, Boston Fonte: www.pressleync.com/services/historic.html
  • 35.
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    Século Cidade jardim– Ebenezer Howard - 1902 30.000 hab, seis setores circundados por bulevares arborizados/parkway/cinturão verde Integração cidade campo
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    Alguns exemplos EuropaFora da área urbana Turismo Mobilidade alternativa Preservação e valorização do patrimônio paisagístico e histórico
  • 38.
    Corredores verdes –Algarves Portugal Ecovia do Litoral, Ecovia do Guadiana, Ecovia da Costa Vicentina e Ecovia do Interior. A Ecovia do Litoral percorre todo o litoral do Algarve numa extensão de 214Km, desde o Cabo de S. Vicente (Vila do Bispo) – km zero – até Vila Real de S. António, atravessando 12 concelhos. O desenvolvimento do projeto resulta de uma parceria entre a Grande Área Metropolitana do Algarve (AMAL), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade – Parque Natural da Ria Formosa. Ecovias de Algarves
  • 39.
    Imagens site-http://www.ecoviasalgarve.org/andebicicleta.php Bicicletários(Tavira) Parte da Ecovia junto ao passeio ribeirinho (Portimão) Parte do percurso da Ecovia Pontes pela Ria Formosa
  • 40.
    Farol de SãoVicente (Sagres) início da Ecovia do Litoral Ponte Romana em Tavira
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    Corredores verdes –Espanha Rota do ferro e do carvão de Ripoll a Sant Joan de les Abadesses –Ogassa, Pavimentação - asfaltado e vegetado Declividade – 1% Cruzamentos – com sinalização e mudança de pavimento Extensão - 12 km Serviços: Sanitários, Estações, Zonas de Picnic Atrativos: vales, cabeceiras dos Rios Ter e Freser, Ripoll - monastério românico séc XII; Sant Joan de les Abadesses, monastério românico do sec XIII, etc.
  • 42.
    Via verde FerrocarrilVasco-Navarro Antigas Estações e pousadas (Vía Verde de la Sierra) Interseção, sinalização com dormentes (Vía Verde de La Camocha - Asturias ) Passarela (Vía Verde del Ferrocarril (Vitoria/Gasteiz ) Fonte das imagens:http:// www.viasverdes.com/programa.htm
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    Alguns exemplos Fonte das imagens: http://www.viasverdesdesdegirona.org Foto: Rebeca Dios Foto; Mike Newton
  • 45.
    Voies Vertes -FrançaBergès Voie de l'Isle – de Trelissac a Marsac sur l’Isle Inauguração - 2004 Comprimento – 15 km Largura – 3 metros Iluminação, bancos, pontos de mirantes. Atrativos: Trelissac, zonas verdes, rios, proximidade do centro histórico de Periguex,etc. Recebeu o segundo lugar premio em 2007 de vias verdes na categoria mobilidade.
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    Via verde deBerges Voie de I’Isle -França Imagens: http://240plan.ovh.net/~afv/FicheVoie . php ? voie =129
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    Via verde deBerges Voie de I’Isle -França Imagens: http://240plan.ovh.net/~afv/FicheVoie . php ? voie =129
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    Via verde deBerges Voie de I’Isle -França Imagens: http://240plan.ovh.net/~afv/FicheVoie . php ? voie =129
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    Alguns exemplos EuropaÁrea Urbana Naturalização de rios Diminuição de impactos do tráfego na cidade Ligação cidade campo Reconquista da cidade para o pedestre Recuperação das múltiplas funções do espaço público
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    Reordenação da Rondadel Mig - Barcelona
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    Riera de SantCliment -Viladecans Sistema de parques na cidade – conexão montanha/mar e controle de crescimento de novos bairros
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    Memória dos valorestécnicos – EPUCS Memória dos rios na paisagem Fragmentação na visão da cidade
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    Planejamento Definiçãodos objetivos principais e secundários : rota turística, viagens cotidianas, patrimônio histórico, melhoria ambiental e preservação ecológica Identificação e caracterização da paisagem : Espaços verdes urbanos públicos ou privados Zonas protegidas, ou de restrição ambiental para ocupação – lagoas, áreas inundáveis, rios Linhas de força da paisagem:de vale, cumeada, rios, orla marítima e zonas de declividade Potencial estético, visual, e ambiental da paisagem Potencial histórico e cultural Potencial recreativos e de lazer Aspectos físicos, sociais, econômicos e ambientais das áreas urbanas Caracterização das zonas de declividade
  • 60.
    Projeto corredor verdeAlgumas considerações Definição dos trechos,características e cruzamentos : largura, declividade, pontos de parada, riscos, pontos de atração, cruzamentos em nível , mudanças nas características do tráfego, intervenções físicas,etc . Equipamentos: Reforma, revitalização de edificações históricas existentes Projeto de novos equipamentos - parques, mirantes, áreas de pic-nic, etc Infra-estrutura e apoio – pontos de descanso, bicicletários, água, sanitários, etc Mobiliário Urbano Bancos, lixeiras, gradis, luminárias, mesas,etc. Iluminação Visando a segurança e estética Sinalização Placas de transito, informações de serviços, informações turísticas, equipamentos, etc.
  • 61.
    Vegetação: Resistentes, funçõesecológicas e de sombreamento, variedade
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    Mobilidade e tráfegoEvitar cruzamentos em nível Evitar grande número de cruzamentos Sinalização adequada Conexão com equipamentos e estações
  • 63.
    Considerações finais Necessidadede maior conceituação sobre o tema Corredor verde e discussão das aplicações em nosso país. Necessidade da incorporação da visão ambiental da paisagem nos planos urbanísticos para uma melhor aproveitamento das possibilidades do corredor verde. Necessidade de repensar o modelo de rua no desenho urbano de forma a considerar todas as dimensões do espaço público Salvador, na contramão da história?
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    Referencias bibliográficas SALVADORPALOMO, P.J. La planificación verde en las ciudades . Barcelona: Editorial G. Gilli S.A , 2003. EMPRESA BRASILEIRA DE PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE –GEIPOT. Planejamento Cicloviário; Uma política Para as Bicicletas. Brasília, 1976. 110p.il SPIRN, Anne W. O jardim de granito : a natureza no desenho da cidade. São Paulo: EDUSP, 1995. HOUGH, Michael. Naturaleza y ciudad. Planificación urbana y processos ecológicos. BCN: GG,1998. TEXTO 06 – PELLEGRINO, Paulo R.M. Pode-se Planejar a Paisagem? In. Paisagem e Ambiente: Ensaios/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. São Paulo: FAU,1997 http:// www.viasverdes.com/programa.htm . Acesso dia 07/09/2008 http://www.viasverdesdesdegirona.org . Acesso dia 07/09/2008 21:05 HERZOG. Cecilia P. Corredors verdes:expansão urbana sustentável .Coleção Paisagens culturais / org. Carlos Gonçalves Monteiro Terra. Rio de Janeiro: UFRJ, EBA,2008, p.124131 Paisea.Revista de paisagismo. La Calle. Editorial G. Gilli. Marzo,2008. Spain.004, p.09

Notas do Editor

  • #4 Período anterior
  • #35 O sistema de parques conectados por bulevares ou parkways conhecido como Emerald Lacklace é considerado um marco no planejamento de parques. Previa um sistema de parques interligados, que tinha objetivos ambientais ( embora poucos saibam disso) e também recreativos e culturais. O projetista Frederic Law Olmsted criou o Fens e o Riverway para combater problemas de enchentes
  • #40 http://www.ecoviasalgarve.org/andebicicleta.php
  • #43 consulta:
  • #53 Reordenação da Ronda del Mig – Barcelona Conversão de uma autovia urbana em uma serie de passeios centrais , construída ao final dos anos 70, com calçadas pouca largas e o trafego intenso. Contmainação acustica e ambiental. O svizinbhos solicitaram a cobertura do rtecho da Calle Brasil, uns 400 metros, diminuindo o isolamento entreo os dois lados do bairro e um novo espaço público com u passeio para pedestres, de 27 m de largura, que incorporou canteiros de grama e árvores sobre vasos e cnateiros
  • #62 A arvore na calçada sofre grandes agressoes: temperatura alta, vandalismo, falta de alimento, excesso oui faltade águasolos contaminados, poeira, etc. Vida média 10 anos de vida. Espécie em extinção. Olmsted já alertava para esse desconforto.