Carboxiterapia
Prof. Espc. Andrielly Fernanda
Curso: Estética e Cosmética
Disciplina: Eletroterapia
4º Período
Prezados acadêmicos:
Essa nova ferramenta de estudo, importante na atual
circunstância que o Mundo vive diante da Pandemia Viral, será
utilizada para aperfeiçoarmos nossos conhecimentos sobre o
funcionamento do Sistema Nervoso em Humanos. Por isso
vamos aproveitarmos o máximo possível essa tecnologia e
ampliarmos nossos conhecimentos científicos, pois o Sucesso é
fruto de nossas Competências e Habilidades.
Bons estudos!
Definição
• Segundo alguns autores, a
Carboxiterapia constitui-se de uma
técnica onde se utiliza o gás carbônico
medicinal (Dióxido de
Carbono ou CO2) injetado
no
tecid
o subcutâneo, estimulando
assim efeitos
fisiológicos como melhora
da circulação e
oxigenação tecidual.
História
• 1648 – Descoberta do Dioxito de Carbono
• 1932 – Estância termal do Spa de Royat
– Arteriopatias periféricas
• 1953 – Jean Baptiste Romuef – Aplicações de CO2
subcutâneo
• 1956 – Arteriopatia crônica
• 2002 – Isquemia Crítica, com redução de 83 % dos casos de
amputação.
EfeitosFisiológicos
Existem alguns mecanismos pelos quais a
injeção de CO2 exerce seus efeitos:
•Vasodilatação
•Neoangiogênese
•Aumento da velocidade microcirculatória
•Lipólise
•Neocolagenase
(worthington, A Lopez)
Estímulo circulatórioSanguíneo
•O CO2 atua, sobretudo na microcirculação
vascular do tecido conjuntivo, promovendo uma
vasodilatação e um aumento da drenagem veno-
linfática.
Estímulo circulatórioSanguíneo
• A carboxiterapia, através da infusão de
CO2, permite uma vasodilatação
persistente identificada por
videolaparoscopia e um aumento
significativo da concentração de
oxigênio (O2) local. Estudos
demonstraram a ação da carboxiterapia
na melhora do
dopplerfluxometri
a,
fluxo sanguíneo, verificado através
da
(verifica a velocidade
de fluxo sanguíneo nos
vasos).
Estímulo circulatórioSanguíneo
• Toryama et al relataram que o efeito da
carboxiterapia sobre a vasodilatação arterial
pôde ser observado em dados experimentais,
onde pacientes com arteriopatia periférica com
isquemia crítica foram submetidos à terapia
com gás carbônico em que foi possível evitar a
amputação em 83% dos casos.
Açãono TecidoConjuntivo
• Há aumento e melhora da distribuição do colágeno, nota-se uma
reestruturação do tecido conjuntivo. (Durães et al.,2013)
Trauma pela
agulha e o gás
Processo inflamatório
Processo de
cicatrização
Proliferação de fibroblastos com síntese de colágeno, elastina e vasos
sanguíneos
Vantagensdo Método
Vantagensdo Método
• Metabólico normal do nosso organismo
• O volume total de gás injetado durante o tratamento estão
abaixo do volume produzido no corpo (carvalho et al, 2015)
• Não eleva a pressão arterial
• Não causa embolias na quantidade da Carboxiterapia (Zwaan et al,
1996; Lang et al, 1999).
• Não causa efeito colateral sistêmicos
• Não há restrição quanto à idade do paciente
• Pode ser utilizado em qualquer área do corpo
• Procedimento de fácil aplicação, com bons resultados
• Possuir equipamento seguro e confiável
Vantagensdo Método
TécnicadeAplicação
• Paciente em posição confortável, com a área a ser tratada
exposta
• Realizar a limpeza do
local
- Álcool a 70%
- Clorexidina a 5%
TécnicadeAplicação
• É comum ocorrer perda do corte da agulha, trocar a agulha
quantas vezes for necessário (maior conforto).
TécnicadeAplicação
• As áreas a serem tratadas poderão ser demarcadas com lápis ou
caneta demográfica com o paciente de pé.
TécnicadeAplicação
Volumemáximo utilizado nasessão
• 600 a 1000 ml (Vilos et al, 2003; Bacci et al, 2000)
• Pode atingir 3000 ml em casos de grandes depósitos de
gordura (Bartoletti, 1998; Bacci et al, 2000)
• Volume máximo 2000 ml, quantidade usual
(Concelho Ibero Americano de Carboxiterapia).
TécnicadeAplicação
• Pela prática clínica:
- Um fluxo de 80 a 100ml por minuto, atende a maioria das
situações e os pacientes suportam bem.
- O volume total máximo em cada sessão está em torno de
2000ml sem complicações sistêmicas.
TécnicadeAplicação
• Realizar o esvaziamento de todo o ar existente dentro
do equipo para tirar o O2 atmosférico – esvaziar
130ml a 180 ml.
TécnicadeAplicação
TécnicadeAplicação
Não
Esquecer
PlanosdeAplicação
• Meso-epidérmico (superficial; ou Mesocarboxi)
• Dérmico (dérmico profundo; médio; ou plano de
descolamento)
• Hipodérmico
- Hipodérmico superficial ou celucarboxi
- Hipodérmico profundo ou plano da gordura
• Plano Meso-epidérmico:
Só introduzido na
pele.
o bizel
é
• Objetivo: produção e remodelação
do colágeno
- O bizel da agulha é voltado para cima
- Agulha angulada em
menos de 45
graus (agulha pode estar
paralela a pele)
- Há um eritema
intenso, ocorre
PlanosdeAplicação
• Plano Meso-epidérmico
• Aplicações:
- Estrias
- Revitalização Facial
- Alopécia
- Telangectasia
- Sequela de Queimado
PlanosdeAplicação
• Plano Dérmico: a agulha é introduzida mais profunda
(angulação de 20 a 25 graus)
• Objetivo:formação de novo colágeno e retração da
pele.
- A agulha atinge a derme de forma
mais precisa
- A resposta do eritema não é tão acentuado
- Neste planoocorre um enfisema subcutâneo
(descolamento da pele).
PlanosdeAplicação
• Plano Dérmico
• Aplicações:
- Estrias
- Revitalização
Facial
- Flacidez
PlanosdeAplicação
• PlanoHipodérmico:
introdução da agulha
na camada hipodérmica.
• Objetivo: lipólise e lise
da membrana
adipocitária.
graus, introduzindo-a
diretamente
- Podemos inclinar a agulha de 30 a
90
na
camada adiposa
- Podemos observar um abaulamento
ao redor da agulha quando o gás é
aplicado, porem a hiperemia é menos
visível e menos expressiva.
PlanosdeAplicação
• Plano Hipodérmico Superficial
ou Celucarboxi:
• Introdução da agulha na camada
superficial (no tecido celulítico).
• Inclinamos a
agulha em
30 graus,
introduzindo-a completamente.
PlanosdeAplicação
• Plano Hipodérmico Profundo ou
Plano da Gordura:
• Introdução da agulha na
camada subcutânea profunda (na
gordura).
• Inclinamos a agulha em
45 ou 90 graus,
introduzindo-a completamente.
• Objetivo:Atingir grandes
depósitos de gordura (Lise e
PlanosdeAplicação
PlanosdeAplicação
Atividades aula 01
1.Qual a definição de carboxiterapia?
2.Quais os efeitos fisiológicos?
3.Quais as vantagens do método?
4.Como é a técnica de aplicação?
5.Qual o volume máximo permitido na aplicação?
6.Quais são os planos de aplicação? E explique
cada um.
Aula 02
Protocolo
FEG
ProtocoloFEG
• Ação: Vasodilatação e
aumento
do
flux
o
sanguíneo, hiperoxigenação, e lipólise.
•Plano de aplicação: Hipodérmico
superficial
•Fluxo: 100 a 180mlmin
50 a 100mlmin (Lee 2010)
•Volume: abaulamento da pele e tolerância
do paciente
•Frequência: 2 a 3 x por semana
ProtocoloFEG
ProtocoloFEG
ProtocoloFEG
• Manobras:
- Pinçamento antes de colocar a agulha
pode diminuir a dor
- Garrotamento da área para
concentrar o gás e aumentar o
efeito.
-
FEG
Eletroterapi
a
Cosmético
s
Nutricosmético
s
DL
M
Combinaçõespara reduzirFEG
Protocolo Gordura
Localizada
Carboxiterapia GorduraLocalizada
• Carbolipólise
- Com a infusão do gás carbônico vai ocorrer a lise da membrana
dos adipócitos (Brandi et al, 2001)
- Além disso, vai haver aumento do metabolismo celular,
intensificando a lipólise dos triglicerídeos
- o microdescolamento estimula reações bioquímicas que
atuam nos receptores beta adrernegicos que estimulam a
LIPÒLISE (Legrand et al, 1999).
C
O2
Ativação
enzimátic
a
Lipóli
se
Efeito
mecânico
Lise
Celul
ar
Carboxiterapia GorduraLocalizada
Protocolo GorduraLocalizada
• Plano de aplicação: Hipodérmico profundo, agulha a 45 ou
90 graus
• Fluxo: 180 a 200mlmin
150 a 200mlmin
• Volume: abaulamento da pele e tolerância do
paciente
• Frequência: 2 a 3 x por semana
Protocolo GorduraLocalizada
Protocolo GorduraLocalizada
Protocolo GorduraLocalizada
• O soro fisiológico pode potencializar o efeito lipolítico da
carboxiterapia, por proporcionar um meio mais ácido pela
formação de íons de hidrogênio (H+).
• Segundo Carvalho após a demarcação da área a ser tratada, e
com o auxílio de uma seringa, injeta-se em torno de 1 ml de soro
fisiológico por ponto, distribuídos por toda a área aleatoriamente
e em seguida aplica-se o gás carbônico.
Obs. Somente profissionais habilitados
Protocolo GorduraLocalizada
Ultracavitaçã
o
Radiofrequênci
a
Carboxiterapi
a
Combinações para
reduzir Gordura
Localizada
Protocolo
Flacidez
Cutânea
Protocolo FlacidezCutânea
• Há estimulação da neocolagenase,
neoelastogenese e neoangiogênese
(worthington e Lopes, 2006; Kaffer, 2009; Carvalho, 2005)
• Estudo
s
(brandi et al, 2001; Ferreira et al, 2008; Durães et al, 2013)
mostraram um aumento da espessura
da derme, evidenciando um aumento e
rearranjo das fibras colágenas.
• Plano de aplicação:
meso-epidérmico e dérmico, agulha
inclinada a 25 graus
• Fluxo: 60 a 150mlmin
• Volume: Até a
visualização
microdescolamento
de
u
m
• Frequência: 15 em 15 ou 21 em 21
dias (Kaffer;
Scorza e Jahara)
Protocolo FlacidezCutânea
Protocolo Rugas
e Hipercromia
Periorbital
AçãoFisiológica
• As rugas são sinais evidentes caracterizado por sulcos
ou pregas na pele. A causa do enrugamento, da atrofia,
do aparecimento de sulcos, ptose e frouxidão são as
alterações progressivas nas fibras de colágeno e
elastina.
• Com a infusão de CO2 no plano subcutâneo ocorre
aumento do fluxo de oxigênio e de fatores de
crescimento endotelial vascular (VEGF), o que leva ao
aumento de neoangiogênese.
Combinações para
reduzir
Flacidez Cutânea e
Rugas
Aumento
de
colágeno
e
elastina
Radiofrequênci
a
Carboxiterapi
a
Microagulhament
o
Protocolo
Estrias
ProtocolosEstrias
• Brandi et al,
verificou
através de
estudos
histológico
s
aumento
com a Carboxiterapia
um da
espessura da
derme,
evidenciando estímulo a neocolagenase,
bem
colágena
s.
com um evidente rearranjo das
fibras Portanto, a
carboxiterapia ao
estimular a formação de colágeno, se
torna um recurso valioso para o
tratamento de estrias e da flacidez
cutânea.
• Plano de aplicação: meso-
epidérmico, agulha inclinada a 25 graus
• Fluxo: 60 a 150mlmin
• Volume: Até a
visualização
microdescolamento
de
u
m
• Frequência: 1x por
semana
ProtocoloEstrias
Microagulhament
o
Carboxiterapi
a
Peelin
g
Químic
o
Endermologi
a
Radiofrequênci
a
Combinações para
amenizar aparência
das Estrias
Carboxiterapia
Pós-cirurgia
Plástica
Carboxiterapia Pós-cirurgia
Plástica
• No ramo da cirurgia-plástica, a
Carboxiterapia
tem
sid
o
• empregada para correção de irregularidades pós lipoaspiração.
- Fibroses
- Marcas de Cânulas
- Nódulos Gordurosos
• Segundo Carvalho et al, o descolamento da pele provocado pelo gás, leva a perda da
integridade tecidual e a exposição do colágeno, com consequente ativação do processo
de cicatrização.
• Plano de aplicação:
meso-epidérmico e dérmico, agulha
inclinada a 25 graus
• Fluxo: 60 a 150mlmin
• Volume: Até a
visualização
microdescolamento
de
u
m
• Frequência: 1 x por
semana
Carboxiterapia Pós-
cirurgia Plástica
Carboxiterapia Pós-
cirurgia Plástica
DL
M
Ultrasso
m
Carboxiterapi
a
Radiofrequênci
a
Endermoterapi
a
ContraIndicações
• Cardiopadias: Infarto agudo
do miocárdio, angina
instável, insuficiência cardíaca
• Histórico de trombose
• Gravidez
• Neoplasia local
• Uso de anticoagulante
• Acometimento
imunológic
o: pruridos e urticárias
• Queloide
alergia
s,
Efeitos Adversos
e/ou Secundários
• Com base na literatura, a Carboxiterapia pode ser
considerada um tratamento seguro, sem efeitos adversos
ou complicações importantes, tanto locais, como
sistêmicas.
• o gás carbônico é um metabólico presente na circulação
sanguínea, e a quantidade de gás injetado durante o
tratamento está abaixo do volume produzido pelo
organismo. Além disso, pacientes submetidos a injeções
subcutâneas de CO2 não mostraram nenhum dano em
seu tecido conectivo, vascular e estrutura nervosa.
• Portanto, pode-se dizer que os efeitos secundários
apresentados pela Carboxiterapia se limitam em dor no local da
aplicação, pequenos hematomas ou equimoses devido às
várias punturas e sensação de crepitação devido à formação de
um enfisema local que desaparece em no máximo 30 minutos.
• É extremamente importante o esclarecimento da técnica e seus
efeitos pós aplicação.
• Termo de consentimento esclarecido
Efeitos Adversos
e/ou Secundários
MateriaisCarboxiterapia
Agulha 0,30 x
13mm
Atividades aula 02
Faça um resumo de cada protocolo
utilizado na carboxiterapia que esta
nesse material (slide).
carboxiterapia 4p estetica.ppt

carboxiterapia 4p estetica.ppt

  • 1.
    Carboxiterapia Prof. Espc. AndriellyFernanda Curso: Estética e Cosmética Disciplina: Eletroterapia 4º Período
  • 2.
    Prezados acadêmicos: Essa novaferramenta de estudo, importante na atual circunstância que o Mundo vive diante da Pandemia Viral, será utilizada para aperfeiçoarmos nossos conhecimentos sobre o funcionamento do Sistema Nervoso em Humanos. Por isso vamos aproveitarmos o máximo possível essa tecnologia e ampliarmos nossos conhecimentos científicos, pois o Sucesso é fruto de nossas Competências e Habilidades. Bons estudos!
  • 3.
    Definição • Segundo algunsautores, a Carboxiterapia constitui-se de uma técnica onde se utiliza o gás carbônico medicinal (Dióxido de Carbono ou CO2) injetado no tecid o subcutâneo, estimulando assim efeitos fisiológicos como melhora da circulação e oxigenação tecidual.
  • 4.
    História • 1648 –Descoberta do Dioxito de Carbono • 1932 – Estância termal do Spa de Royat – Arteriopatias periféricas • 1953 – Jean Baptiste Romuef – Aplicações de CO2 subcutâneo • 1956 – Arteriopatia crônica • 2002 – Isquemia Crítica, com redução de 83 % dos casos de amputação.
  • 5.
    EfeitosFisiológicos Existem alguns mecanismospelos quais a injeção de CO2 exerce seus efeitos: •Vasodilatação •Neoangiogênese •Aumento da velocidade microcirculatória •Lipólise •Neocolagenase (worthington, A Lopez)
  • 6.
    Estímulo circulatórioSanguíneo •O CO2atua, sobretudo na microcirculação vascular do tecido conjuntivo, promovendo uma vasodilatação e um aumento da drenagem veno- linfática.
  • 10.
    Estímulo circulatórioSanguíneo • Acarboxiterapia, através da infusão de CO2, permite uma vasodilatação persistente identificada por videolaparoscopia e um aumento significativo da concentração de oxigênio (O2) local. Estudos demonstraram a ação da carboxiterapia na melhora do dopplerfluxometri a, fluxo sanguíneo, verificado através da (verifica a velocidade de fluxo sanguíneo nos vasos).
  • 11.
    Estímulo circulatórioSanguíneo • Toryamaet al relataram que o efeito da carboxiterapia sobre a vasodilatação arterial pôde ser observado em dados experimentais, onde pacientes com arteriopatia periférica com isquemia crítica foram submetidos à terapia com gás carbônico em que foi possível evitar a amputação em 83% dos casos.
  • 12.
    Açãono TecidoConjuntivo • Háaumento e melhora da distribuição do colágeno, nota-se uma reestruturação do tecido conjuntivo. (Durães et al.,2013) Trauma pela agulha e o gás Processo inflamatório Processo de cicatrização Proliferação de fibroblastos com síntese de colágeno, elastina e vasos sanguíneos
  • 13.
  • 14.
    Vantagensdo Método • Metabóliconormal do nosso organismo • O volume total de gás injetado durante o tratamento estão abaixo do volume produzido no corpo (carvalho et al, 2015) • Não eleva a pressão arterial • Não causa embolias na quantidade da Carboxiterapia (Zwaan et al, 1996; Lang et al, 1999).
  • 15.
    • Não causaefeito colateral sistêmicos • Não há restrição quanto à idade do paciente • Pode ser utilizado em qualquer área do corpo • Procedimento de fácil aplicação, com bons resultados • Possuir equipamento seguro e confiável Vantagensdo Método
  • 16.
    TécnicadeAplicação • Paciente emposição confortável, com a área a ser tratada exposta
  • 17.
    • Realizar alimpeza do local - Álcool a 70% - Clorexidina a 5% TécnicadeAplicação
  • 18.
    • É comumocorrer perda do corte da agulha, trocar a agulha quantas vezes for necessário (maior conforto). TécnicadeAplicação
  • 19.
    • As áreasa serem tratadas poderão ser demarcadas com lápis ou caneta demográfica com o paciente de pé. TécnicadeAplicação
  • 20.
    Volumemáximo utilizado nasessão •600 a 1000 ml (Vilos et al, 2003; Bacci et al, 2000) • Pode atingir 3000 ml em casos de grandes depósitos de gordura (Bartoletti, 1998; Bacci et al, 2000) • Volume máximo 2000 ml, quantidade usual (Concelho Ibero Americano de Carboxiterapia). TécnicadeAplicação
  • 21.
    • Pela práticaclínica: - Um fluxo de 80 a 100ml por minuto, atende a maioria das situações e os pacientes suportam bem. - O volume total máximo em cada sessão está em torno de 2000ml sem complicações sistêmicas. TécnicadeAplicação
  • 22.
    • Realizar oesvaziamento de todo o ar existente dentro do equipo para tirar o O2 atmosférico – esvaziar 130ml a 180 ml. TécnicadeAplicação
  • 23.
  • 24.
    PlanosdeAplicação • Meso-epidérmico (superficial;ou Mesocarboxi) • Dérmico (dérmico profundo; médio; ou plano de descolamento) • Hipodérmico - Hipodérmico superficial ou celucarboxi - Hipodérmico profundo ou plano da gordura
  • 25.
    • Plano Meso-epidérmico: Sóintroduzido na pele. o bizel é • Objetivo: produção e remodelação do colágeno - O bizel da agulha é voltado para cima - Agulha angulada em menos de 45 graus (agulha pode estar paralela a pele) - Há um eritema intenso, ocorre PlanosdeAplicação
  • 27.
    • Plano Meso-epidérmico •Aplicações: - Estrias - Revitalização Facial - Alopécia - Telangectasia - Sequela de Queimado PlanosdeAplicação
  • 28.
    • Plano Dérmico:a agulha é introduzida mais profunda (angulação de 20 a 25 graus) • Objetivo:formação de novo colágeno e retração da pele. - A agulha atinge a derme de forma mais precisa - A resposta do eritema não é tão acentuado - Neste planoocorre um enfisema subcutâneo (descolamento da pele). PlanosdeAplicação
  • 29.
    • Plano Dérmico •Aplicações: - Estrias - Revitalização Facial - Flacidez PlanosdeAplicação
  • 30.
    • PlanoHipodérmico: introdução daagulha na camada hipodérmica. • Objetivo: lipólise e lise da membrana adipocitária. graus, introduzindo-a diretamente - Podemos inclinar a agulha de 30 a 90 na camada adiposa - Podemos observar um abaulamento ao redor da agulha quando o gás é aplicado, porem a hiperemia é menos visível e menos expressiva. PlanosdeAplicação
  • 31.
    • Plano HipodérmicoSuperficial ou Celucarboxi: • Introdução da agulha na camada superficial (no tecido celulítico). • Inclinamos a agulha em 30 graus, introduzindo-a completamente. PlanosdeAplicação
  • 32.
    • Plano HipodérmicoProfundo ou Plano da Gordura: • Introdução da agulha na camada subcutânea profunda (na gordura). • Inclinamos a agulha em 45 ou 90 graus, introduzindo-a completamente. • Objetivo:Atingir grandes depósitos de gordura (Lise e PlanosdeAplicação
  • 34.
  • 35.
    Atividades aula 01 1.Quala definição de carboxiterapia? 2.Quais os efeitos fisiológicos? 3.Quais as vantagens do método? 4.Como é a técnica de aplicação? 5.Qual o volume máximo permitido na aplicação? 6.Quais são os planos de aplicação? E explique cada um.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    ProtocoloFEG • Ação: Vasodilataçãoe aumento do flux o sanguíneo, hiperoxigenação, e lipólise. •Plano de aplicação: Hipodérmico superficial •Fluxo: 100 a 180mlmin 50 a 100mlmin (Lee 2010) •Volume: abaulamento da pele e tolerância do paciente •Frequência: 2 a 3 x por semana
  • 39.
  • 40.
  • 41.
    ProtocoloFEG • Manobras: - Pinçamentoantes de colocar a agulha pode diminuir a dor - Garrotamento da área para concentrar o gás e aumentar o efeito.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    Carboxiterapia GorduraLocalizada • Carbolipólise -Com a infusão do gás carbônico vai ocorrer a lise da membrana dos adipócitos (Brandi et al, 2001) - Além disso, vai haver aumento do metabolismo celular, intensificando a lipólise dos triglicerídeos - o microdescolamento estimula reações bioquímicas que atuam nos receptores beta adrernegicos que estimulam a LIPÒLISE (Legrand et al, 1999).
  • 45.
  • 46.
    Protocolo GorduraLocalizada • Planode aplicação: Hipodérmico profundo, agulha a 45 ou 90 graus • Fluxo: 180 a 200mlmin 150 a 200mlmin • Volume: abaulamento da pele e tolerância do paciente • Frequência: 2 a 3 x por semana
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
    • O sorofisiológico pode potencializar o efeito lipolítico da carboxiterapia, por proporcionar um meio mais ácido pela formação de íons de hidrogênio (H+). • Segundo Carvalho após a demarcação da área a ser tratada, e com o auxílio de uma seringa, injeta-se em torno de 1 ml de soro fisiológico por ponto, distribuídos por toda a área aleatoriamente e em seguida aplica-se o gás carbônico. Obs. Somente profissionais habilitados Protocolo GorduraLocalizada
  • 51.
  • 52.
  • 53.
    Protocolo FlacidezCutânea • Háestimulação da neocolagenase, neoelastogenese e neoangiogênese (worthington e Lopes, 2006; Kaffer, 2009; Carvalho, 2005) • Estudo s (brandi et al, 2001; Ferreira et al, 2008; Durães et al, 2013) mostraram um aumento da espessura da derme, evidenciando um aumento e rearranjo das fibras colágenas.
  • 54.
    • Plano deaplicação: meso-epidérmico e dérmico, agulha inclinada a 25 graus • Fluxo: 60 a 150mlmin • Volume: Até a visualização microdescolamento de u m • Frequência: 15 em 15 ou 21 em 21 dias (Kaffer; Scorza e Jahara) Protocolo FlacidezCutânea
  • 55.
  • 56.
    AçãoFisiológica • As rugassão sinais evidentes caracterizado por sulcos ou pregas na pele. A causa do enrugamento, da atrofia, do aparecimento de sulcos, ptose e frouxidão são as alterações progressivas nas fibras de colágeno e elastina. • Com a infusão de CO2 no plano subcutâneo ocorre aumento do fluxo de oxigênio e de fatores de crescimento endotelial vascular (VEGF), o que leva ao aumento de neoangiogênese.
  • 58.
    Combinações para reduzir Flacidez Cutâneae Rugas Aumento de colágeno e elastina Radiofrequênci a Carboxiterapi a Microagulhament o
  • 59.
  • 60.
    ProtocolosEstrias • Brandi etal, verificou através de estudos histológico s aumento com a Carboxiterapia um da espessura da derme, evidenciando estímulo a neocolagenase, bem colágena s. com um evidente rearranjo das fibras Portanto, a carboxiterapia ao estimular a formação de colágeno, se torna um recurso valioso para o tratamento de estrias e da flacidez cutânea.
  • 61.
    • Plano deaplicação: meso- epidérmico, agulha inclinada a 25 graus • Fluxo: 60 a 150mlmin • Volume: Até a visualização microdescolamento de u m • Frequência: 1x por semana ProtocoloEstrias
  • 64.
  • 65.
  • 66.
    Carboxiterapia Pós-cirurgia Plástica • Noramo da cirurgia-plástica, a Carboxiterapia tem sid o • empregada para correção de irregularidades pós lipoaspiração. - Fibroses - Marcas de Cânulas - Nódulos Gordurosos • Segundo Carvalho et al, o descolamento da pele provocado pelo gás, leva a perda da integridade tecidual e a exposição do colágeno, com consequente ativação do processo de cicatrização.
  • 67.
    • Plano deaplicação: meso-epidérmico e dérmico, agulha inclinada a 25 graus • Fluxo: 60 a 150mlmin • Volume: Até a visualização microdescolamento de u m • Frequência: 1 x por semana Carboxiterapia Pós- cirurgia Plástica
  • 68.
  • 69.
    ContraIndicações • Cardiopadias: Infartoagudo do miocárdio, angina instável, insuficiência cardíaca • Histórico de trombose • Gravidez • Neoplasia local • Uso de anticoagulante • Acometimento imunológic o: pruridos e urticárias • Queloide alergia s,
  • 70.
    Efeitos Adversos e/ou Secundários •Com base na literatura, a Carboxiterapia pode ser considerada um tratamento seguro, sem efeitos adversos ou complicações importantes, tanto locais, como sistêmicas. • o gás carbônico é um metabólico presente na circulação sanguínea, e a quantidade de gás injetado durante o tratamento está abaixo do volume produzido pelo organismo. Além disso, pacientes submetidos a injeções subcutâneas de CO2 não mostraram nenhum dano em seu tecido conectivo, vascular e estrutura nervosa.
  • 71.
    • Portanto, pode-sedizer que os efeitos secundários apresentados pela Carboxiterapia se limitam em dor no local da aplicação, pequenos hematomas ou equimoses devido às várias punturas e sensação de crepitação devido à formação de um enfisema local que desaparece em no máximo 30 minutos. • É extremamente importante o esclarecimento da técnica e seus efeitos pós aplicação. • Termo de consentimento esclarecido Efeitos Adversos e/ou Secundários
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    Atividades aula 02 Façaum resumo de cada protocolo utilizado na carboxiterapia que esta nesse material (slide).