Trabalho - Envolve a atividade executada em si, é entendido como um
processo entre a natureza e o homem, havendo a separação de
tarefas. Antes não havia a separação entre o trabalho manual e
trabalho intelectual, eles trabalhavam juntos. Já no trabalho industrial,
o trabalho é separado, ou seja, ha divergência entre o trabalhador e
as forças intelectuais do processo material de produção, que são
apropriadas pelo capital.
Emprego - refere-se ao cargo ou ocupação de um indivíduo numa
empresa ou órgão público.
Teve início no século XVIII,
na Inglaterra, com a
mecanização dos sistemas
de produção. Na Idade
Média o artesanato era a
forma de produzir mais
utilizada. A Revolução tornou
os métodos de produção
mais eficientes. Os produtos
passaram a ser produzidos
mais rapidamente,
barateando o preço e
estimulando o consumo. Por
outro lado, aumentou
também o número de
desempregados. As
máquinas foram
substituindo, aos poucos, a
mão-de-obra humana.
Surgindo os meios de
produção a seguir..
Taylorismo (Frederick
Taylor -1856)
Fordismo (Henry Ford-
1914)
Toyotismo (Taiichi
Ohmo -1914)
▪Dinamizar o trabalho na
indústria.
▪Desenvolve uma única
atividade.
▪Métodos
patronizados para
produzir custos.
▪Aumentar a
produtividade(Gratificação
).
▪Produção em massa.
▪Produção alta, eficiente,
preços baixos.
▪Trabalhador com tarefas
simples.
▪Revolução na indústria
automobilística.
▪Produzir somente o
necessário.
▪Reduzir os estoques.
▪Diversificação e
qualidade.
▪Automobilização da
indústria (Máquinas)
▪Just in time: “na hora
Certa”
▪Mão-de-obra
multifuncional.
No filme “12anos de Escravidão” é apresentada a escravidão firmada na
sociedade antiga. Todos os escravos deveriam colher uma determinada
cota ou seja acima de X quilos de algodão, o escravo que colhesse menos
recebia punições como Chibatadas.
Na sociedade atual isso não mudou muito, deixamos o termo sucateado
“escravos” para dar origem ao termo “assalariados”. A “liberdade formal”
beneficia os trabalhadores assalariados, porém, oculta uma escravidão
econômica escondida pela “ficção legal” do contrato de trabalho e, em
muitos aspectos, semelhante as do escravo. A aparência que esconde a
coincidência do trabalho escravo e do trabalho assalariado é duplo: por
um lado, o ex-escravo não parece ser remunerado pelo trabalho que
faz, e por outro, parece que o trabalho moderno é devidamente pago
por cada hora de trabalho entregue.
Ao analisarmos o trabalho na sociedade capitalista, é importante
deixarmos claro que não existe uma única sociedade capitalista.
Entretanto, o que elas têm em comum é a forma como a produção
material se desenvolve. Desse modo, o que as define como
sociedades capitalistas é a propriedade privada, o trabalho
assalariado, o sistema de troca e uma determinada divisão social do
trabalho. Podemos afirmar que o trabalho se transforma em força de
trabalho quando se torna uma mercadoria que pode ser comprada e
vendida. E, para que ele se transforme em mercadoria, é necessário
que o trabalho seja desvinculado de seus meios de produção, ficando
apenas com a sua força de trabalho para vender. O trabalho
assalariado existiu desde a Antiguidade, Mas não de forma extensiva
como no capitalismo.
A cooperação simples é o processo na qual os trabalhadores mantêm a
hierarquia da produção artesanal, ou seja, entre o mestre e o aprendiz.
Nesse sistema, o artesão ainda desenvolve, ele próprio, todo o
processo produtivo.
A manufatura ou cooperação avançada é a segunda forma de organizar
a força de trabalho. Na manufatura há a dissolução inicial desses
processos de trabalho baseado nos ofícios, o artesão se torna um
trabalhador que não possui mais o entendimento da totalidade do
processo de trabalho e perde também o seu controle. Agora, ele
trabalha para alguém que coordena as suas atividades desconhecendo
o produto final.
A mudança na concepção de trabalho: o trabalho manual foi sempre
visto como uma tortura, conforme o próprio significado da palavra latina
que lhe dá origem (tripallium, “instrumento de tortura”). Entretanto, as
mudanças ocorridas nas relações sociais fizeram com que o trabalho
passasse a ser visto como o criador de toda a riqueza. O trabalho passa
a ser encarado como uma virtude, e, ao se trabalhar arduamente, pode-
se chegar a ter êxito na vida material, o que é expressão das bênçãos
divinas sobre os homens.
A mecanização revoluciona o modo de
produzir mercadorias, não só pelo fato de
incorporar as habilidades dos
trabalhadores, mas também porque os
subordina a máquina. . Eles devem apenas
ligar a máquina, manuseá-la e regulá-la.
Este, agora, serve a máquina, ela o
domina, dá-lhe o ritmo de trabalho. O
trabalhador não necessita ter um
conhecimento específico sobre algum
ofício. Ele não precisa ter uma qualificação
determinada. Sendo um operador de
máquina eficiente, será um bom e produtivo
trabalhador. É nesse contexto que se pode
analisar com mais atenção a questão do
conflito e da contradição entre trabalho e
capital pois é aí que aparece claramente o
processo de exploração do trabalhador.
O que ocorre, na realidade, é quem o trabalhador, em cinco ou seis
horas de trabalho diárias, produz um valor que corresponde ao seu
salário total, sendo o valor produzido nas horas restantes apropriados
pelo capitalista; quer dizer, diariamente, o trabalhador trabalha duas
horas de graça para o dono da empresa. O que se produz nessas duas
horas a mais chama-se mais valia. São as horas trabalhadas e não
pagas, acumuladas e reaplicadas no processo produtivo, vão fazer
com que o capitalista enriqueça rapidamente.
Uma parcela significativa do valor-trabalho produzido pelos
trabalhadores é apropriada pelos capitalistas. Esse processo
denomina-se apropriação de capital.
Desde os primórdios da Teoria
Administrativa os principais autores -
Taylor, Fayol, Weber dentre outros -
colocam como uns dos elementos
imprescindíveis à gestão de empresas
a Divisão do Trabalho e a
Especialização. Especialização no
sentido operacional, tanto em termos
fabris como organizacionais. A divisão
do trabalho é a definição das tarefas
que cada indivíduos deve fazer para
cumprir as atribuições de seu cargo.
Ela corresponde à soma dos atributos
de cada um na organização.
A consequência da Divisão do Trabalho é a especialização do
operário, onde cada um deve fazer as suas tarefas de maneira mais
eficiente e eficaz possível. A divisão corresponde ao que fazer
enquanto a especialização determina como fazer, partindo-se do
pressuposto de fazer cada vez melhor, independente de ser no sentido
qualitativo quanto qualitativo. A questão é que a divisão do trabalho e a
consequente especialização do operário acarreta efeitos colaterais
sérios às organizações. Não que seja algo negativo nas organizações
mas ela não pode ocasionar uma acomodação dos ocupantes dos
cargos.
Bibliografia
http://www.infoescola.com/administracao_/taylorismo/
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0002-05912014000200257
https://pt.wikipedia.org/wiki/Taylorismo
http://www.infoescola.com/economia/fordismo/
http://www.infoescola.com/industria/toyotismo/
http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/divisao-do-trabalho-e-
especializacao/12675/
http://sociologiapv.blogspot.com.br/2011/09/o-trabalho-na-sociedade-capitalista-3.html
http://www.sociologia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=4978
https://www.youtube.com/watch?v=Mof9lCrn0hE vídeo CHARLES CHAPLIN
http://www.suapesquisa.com/industrial/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial
http://sociologia-trabalho.tumblr.com/

Capitalismo e escravidão

  • 2.
    Trabalho - Envolvea atividade executada em si, é entendido como um processo entre a natureza e o homem, havendo a separação de tarefas. Antes não havia a separação entre o trabalho manual e trabalho intelectual, eles trabalhavam juntos. Já no trabalho industrial, o trabalho é separado, ou seja, ha divergência entre o trabalhador e as forças intelectuais do processo material de produção, que são apropriadas pelo capital. Emprego - refere-se ao cargo ou ocupação de um indivíduo numa empresa ou órgão público.
  • 3.
    Teve início noséculo XVIII, na Inglaterra, com a mecanização dos sistemas de produção. Na Idade Média o artesanato era a forma de produzir mais utilizada. A Revolução tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, barateando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. Surgindo os meios de produção a seguir..
  • 4.
    Taylorismo (Frederick Taylor -1856) Fordismo(Henry Ford- 1914) Toyotismo (Taiichi Ohmo -1914) ▪Dinamizar o trabalho na indústria. ▪Desenvolve uma única atividade. ▪Métodos patronizados para produzir custos. ▪Aumentar a produtividade(Gratificação ). ▪Produção em massa. ▪Produção alta, eficiente, preços baixos. ▪Trabalhador com tarefas simples. ▪Revolução na indústria automobilística. ▪Produzir somente o necessário. ▪Reduzir os estoques. ▪Diversificação e qualidade. ▪Automobilização da indústria (Máquinas) ▪Just in time: “na hora Certa” ▪Mão-de-obra multifuncional.
  • 5.
    No filme “12anosde Escravidão” é apresentada a escravidão firmada na sociedade antiga. Todos os escravos deveriam colher uma determinada cota ou seja acima de X quilos de algodão, o escravo que colhesse menos recebia punições como Chibatadas.
  • 6.
    Na sociedade atualisso não mudou muito, deixamos o termo sucateado “escravos” para dar origem ao termo “assalariados”. A “liberdade formal” beneficia os trabalhadores assalariados, porém, oculta uma escravidão econômica escondida pela “ficção legal” do contrato de trabalho e, em muitos aspectos, semelhante as do escravo. A aparência que esconde a coincidência do trabalho escravo e do trabalho assalariado é duplo: por um lado, o ex-escravo não parece ser remunerado pelo trabalho que faz, e por outro, parece que o trabalho moderno é devidamente pago por cada hora de trabalho entregue.
  • 7.
    Ao analisarmos otrabalho na sociedade capitalista, é importante deixarmos claro que não existe uma única sociedade capitalista. Entretanto, o que elas têm em comum é a forma como a produção material se desenvolve. Desse modo, o que as define como sociedades capitalistas é a propriedade privada, o trabalho assalariado, o sistema de troca e uma determinada divisão social do trabalho. Podemos afirmar que o trabalho se transforma em força de trabalho quando se torna uma mercadoria que pode ser comprada e vendida. E, para que ele se transforme em mercadoria, é necessário que o trabalho seja desvinculado de seus meios de produção, ficando apenas com a sua força de trabalho para vender. O trabalho assalariado existiu desde a Antiguidade, Mas não de forma extensiva como no capitalismo.
  • 8.
    A cooperação simplesé o processo na qual os trabalhadores mantêm a hierarquia da produção artesanal, ou seja, entre o mestre e o aprendiz. Nesse sistema, o artesão ainda desenvolve, ele próprio, todo o processo produtivo. A manufatura ou cooperação avançada é a segunda forma de organizar a força de trabalho. Na manufatura há a dissolução inicial desses processos de trabalho baseado nos ofícios, o artesão se torna um trabalhador que não possui mais o entendimento da totalidade do processo de trabalho e perde também o seu controle. Agora, ele trabalha para alguém que coordena as suas atividades desconhecendo o produto final. A mudança na concepção de trabalho: o trabalho manual foi sempre visto como uma tortura, conforme o próprio significado da palavra latina que lhe dá origem (tripallium, “instrumento de tortura”). Entretanto, as mudanças ocorridas nas relações sociais fizeram com que o trabalho passasse a ser visto como o criador de toda a riqueza. O trabalho passa a ser encarado como uma virtude, e, ao se trabalhar arduamente, pode- se chegar a ter êxito na vida material, o que é expressão das bênçãos divinas sobre os homens.
  • 9.
    A mecanização revolucionao modo de produzir mercadorias, não só pelo fato de incorporar as habilidades dos trabalhadores, mas também porque os subordina a máquina. . Eles devem apenas ligar a máquina, manuseá-la e regulá-la. Este, agora, serve a máquina, ela o domina, dá-lhe o ritmo de trabalho. O trabalhador não necessita ter um conhecimento específico sobre algum ofício. Ele não precisa ter uma qualificação determinada. Sendo um operador de máquina eficiente, será um bom e produtivo trabalhador. É nesse contexto que se pode analisar com mais atenção a questão do conflito e da contradição entre trabalho e capital pois é aí que aparece claramente o processo de exploração do trabalhador.
  • 10.
    O que ocorre,na realidade, é quem o trabalhador, em cinco ou seis horas de trabalho diárias, produz um valor que corresponde ao seu salário total, sendo o valor produzido nas horas restantes apropriados pelo capitalista; quer dizer, diariamente, o trabalhador trabalha duas horas de graça para o dono da empresa. O que se produz nessas duas horas a mais chama-se mais valia. São as horas trabalhadas e não pagas, acumuladas e reaplicadas no processo produtivo, vão fazer com que o capitalista enriqueça rapidamente. Uma parcela significativa do valor-trabalho produzido pelos trabalhadores é apropriada pelos capitalistas. Esse processo denomina-se apropriação de capital.
  • 11.
    Desde os primórdiosda Teoria Administrativa os principais autores - Taylor, Fayol, Weber dentre outros - colocam como uns dos elementos imprescindíveis à gestão de empresas a Divisão do Trabalho e a Especialização. Especialização no sentido operacional, tanto em termos fabris como organizacionais. A divisão do trabalho é a definição das tarefas que cada indivíduos deve fazer para cumprir as atribuições de seu cargo. Ela corresponde à soma dos atributos de cada um na organização.
  • 12.
    A consequência daDivisão do Trabalho é a especialização do operário, onde cada um deve fazer as suas tarefas de maneira mais eficiente e eficaz possível. A divisão corresponde ao que fazer enquanto a especialização determina como fazer, partindo-se do pressuposto de fazer cada vez melhor, independente de ser no sentido qualitativo quanto qualitativo. A questão é que a divisão do trabalho e a consequente especialização do operário acarreta efeitos colaterais sérios às organizações. Não que seja algo negativo nas organizações mas ela não pode ocasionar uma acomodação dos ocupantes dos cargos.
  • 13.