O documento discute a evolução histórica da ideologia do trabalho ao longo dos tempos. Inicialmente, o trabalho era visto como atividade inferior reservada aos escravos na Grécia Antiga e no Império Romano. Posteriormente, com o capitalismo, o trabalho passou a ser glorificado como forma de aumentar a produtividade e a riqueza dos países. A ideologia do trabalho foi secularizada pela ciência e teorias como o taylorismo-fordismo, que objetivavam a máxima eficiência. Finalmente, o documento aborda o surgimento do Estado