O documento discute a evolução histórica da ideologia do trabalho e sua instrumentalização no capitalismo. Apresenta como o trabalho foi glorificado para justificar a exploração na Revolução Industrial, através do Protestantismo e do Iluminismo. Posteriormente, com o Taylorismo, Fordismo e gerencialismo, o trabalho tornou-se mais alienante e mecanizado visando aumento da produtividade e lucro.