O documento discute a história do trabalho ao longo dos tempos, desde a Antiguidade até a Idade Contemporânea. Na Antiguidade, trabalhos manuais eram considerados desprezíveis. Na Idade Média, o trabalho era visto como sofrimento ou penitência. Já na Idade Moderna, o trabalho passou a ser valorizado e usado para controle social. Autores como Marx, Durkheim e Weber analisaram o trabalho sob diferentes perspectivas. Modelos como o Taylorismo, Fordismo e Toyotismo também são abordados.