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Disciplina de Português – Luís de Camões - Épico
“Os Lusíadas” – Reflexões do Poeta
Temas de Reflexão / Desabafos / Críticas / Lamentações
- Os limites e a fragilidade da condição humana – efemeridade e circunstâncias da vida (canto
I – est.105-106).
- O poder do amor, que a todos toca e transforma
(canto III – est.142-143).
- A procura insensata da fama e a ambição
desmedida, que trazem consequências dolorosas
para a Humanidade (canto V – est.95-104).
- O desprezo dos portugueses pelas artes em geral
e pelas letras em particular, e a importância do
registo escrito de grandes façanhas como
glorificação do povo português e incentivo a novos
heróis (canto V – est.92-100).
- O verdadeiro valor da fama e da glória e os
modos de a conquistar: esforço, trabalho,
sofrimento, perseverança e humildade (canto VI – est.95-99).
- O elogio do espírito de cruzada dos portugueses e a crítica às nações europeias que não
seguem o exemplo português de expansão da fé cristã (canto VII – est.2-15).
- Lamento do poeta pelos múltiplos infortúnios que sofreu e pelo não reconhecimento do seu
mérito, facto inviabilizador do incentivo a futuros escritores (canto VII – est.78-87).
- O vil poder corruptor do ouro, que tudo compra, fonte de corrupção e de perjúrio – falso
testemunho/juramento (canto VIII – est.96-99).
- Os verdadeiros caminhos para atingir a fama e o heroísmo são os seguintes: i) Domínio do
ócio; ii) Refreio da cobiça e da ambição; iii) Aplicação de leis igualitárias e justas; iv) Luta contra
os sarracenos (mouros/árabes) (canto IX – est.89-95).
- Retoma dos lamentos pelo desprezo votado às artes; desencanto do poeta e nova
exortação ao rei D. Sebastião. Lamentações do poeta pela falta de reconhecimento pátrio e
a crítica amarga ao estado de decadência moral do país; o incentivo ao rei D. Sebastião
para que seja um monarca digno da grandeza do nome de Portugal; manifestação da
disponibilidade para servir o país pelas armas e pela pena (escrita) (canto X – est.145-156).
Imaginário épico: matéria épica (feitos históricos e viagem à Índia); sublimidade do
canto (celebração de feitos/acontecimentos grandiosos); mitificação do herói (divinização dos
navegadores, alcançada pela união com as Ninfas, atingindo assim a imortalidade.
Estrutura externa: 10 cantos; 1102 estâncias; oitavas; versos decassílabos; rima cruzada e
emparelhada.

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Camões épico-hp

  • 1. Disciplina de Português – Luís de Camões - Épico “Os Lusíadas” – Reflexões do Poeta Temas de Reflexão / Desabafos / Críticas / Lamentações - Os limites e a fragilidade da condição humana – efemeridade e circunstâncias da vida (canto I – est.105-106). - O poder do amor, que a todos toca e transforma (canto III – est.142-143). - A procura insensata da fama e a ambição desmedida, que trazem consequências dolorosas para a Humanidade (canto V – est.95-104). - O desprezo dos portugueses pelas artes em geral e pelas letras em particular, e a importância do registo escrito de grandes façanhas como glorificação do povo português e incentivo a novos heróis (canto V – est.92-100). - O verdadeiro valor da fama e da glória e os modos de a conquistar: esforço, trabalho, sofrimento, perseverança e humildade (canto VI – est.95-99). - O elogio do espírito de cruzada dos portugueses e a crítica às nações europeias que não seguem o exemplo português de expansão da fé cristã (canto VII – est.2-15). - Lamento do poeta pelos múltiplos infortúnios que sofreu e pelo não reconhecimento do seu mérito, facto inviabilizador do incentivo a futuros escritores (canto VII – est.78-87). - O vil poder corruptor do ouro, que tudo compra, fonte de corrupção e de perjúrio – falso testemunho/juramento (canto VIII – est.96-99). - Os verdadeiros caminhos para atingir a fama e o heroísmo são os seguintes: i) Domínio do ócio; ii) Refreio da cobiça e da ambição; iii) Aplicação de leis igualitárias e justas; iv) Luta contra os sarracenos (mouros/árabes) (canto IX – est.89-95). - Retoma dos lamentos pelo desprezo votado às artes; desencanto do poeta e nova exortação ao rei D. Sebastião. Lamentações do poeta pela falta de reconhecimento pátrio e a crítica amarga ao estado de decadência moral do país; o incentivo ao rei D. Sebastião para que seja um monarca digno da grandeza do nome de Portugal; manifestação da disponibilidade para servir o país pelas armas e pela pena (escrita) (canto X – est.145-156). Imaginário épico: matéria épica (feitos históricos e viagem à Índia); sublimidade do canto (celebração de feitos/acontecimentos grandiosos); mitificação do herói (divinização dos navegadores, alcançada pela união com as Ninfas, atingindo assim a imortalidade. Estrutura externa: 10 cantos; 1102 estâncias; oitavas; versos decassílabos; rima cruzada e emparelhada.