SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 57
Traz sempre o manual, por favor, mesmo
para as aulas pequenas.
Passa a trazer também a folha com as
grelhas dos resultados da Liga dos
Campeões (que distribuirei hoje).
Em Gaveta de Nuvens, irei pondo
paráfrases das estâncias do programa
(por cantos).
Visita ao convento de Mafra
na perspetiva de Memorial:
[turmas 4.ª & 6.ª]
5 de maio (2.ª feira): saída — cerca das 14h15;
chegada à escola — cerca das 18 horas.
[turmas 1.ª & 3.ª]
8 de maio (5.ª feira): saída — cerca das 14h15;
chegada à escola — cerca das 18 horas.
19-20 — [Os marinheiros portugueses] já
navegavam no Oceano largo [Índico],
apartando as ondas inquietas; os ventos
respiravam brandamente, inchando as
velas côncavas das naus; os mares
mostravam-se cobertos da escuma
branca [no sítio] onde as proas vão
cortando as águas marítimas
consagradas, que são cortadas do gado
de Próteo [pelos peixes],
quando, no luminoso Olimpo, onde está o
governo da gente humana, os Deuses se
ajuntam em glorioso consílio sobre as
cousas futuras do Oriente. Convocados
pelo neto gentil do velho Atlante [por
Mercúrio], da parte de Tonante [Júpiter],
vêm juntamente pela Via Láctea, pisando o
céu cristalino [e] fermoso.
19-20 — [Os marinheiros portugueses] já no
Oceano largo [Índico] navegavam, apartando as
ondas irrequietas; os ventos respiravam
brandamente, inchando as velas côncavas das
naus; os mares mostravam-se cobertos da
escuma branca [no sítio] onde as proas vão
cortando as águas marítimas consagradas, que
são cortadas pelo gado de Próteo [pelos peixes],
quando, no luminoso Olimpo, onde está o
governo da gente humana, os Deuses se
ajuntam em glorioso consílio sobre as cousas
futuras do Oriente. Convocados pelo neto gentil
do velho Atlante [por Mercúrio], da parte de
Tonante [Júpiter], vêm juntamente pela Via
Láctea, pisando o céu cristalino [e] fermoso.
[21-41 = Consílio]
42 — Enquanto se passava isto na
fermosa casa etérea do omnipotente
Olimpo, a gente belicosa [os portugueses]
cortava(m) o mar já lá da banda do Austro
e do Oriente [do sudeste africano], entre a
costa etiópica [de África] e a famosa ilha
de São Lourenço; e, então, o Sol ardente
queimava os Deuses que Tifeu c’o temor
grande converteu em peixes [transpunha
o signo de Pisces].
3.1. O narrador é heterodiegético, quanto
à presença na ação, correspondendo ao
próprio poeta. (A focalização é
omnisciente.)
4 = c; d.
A viagem dos portugueses já ia adiantada
quando ocorreu o Consílio dos Deuses.
A viagem dos portugueses prosseguia em
simultâneo com o Consílio dos Deuses.
d. 1 // Júpiter convoca os deuses que,
vindos dos sete Céus, se reúnem para
decidir o futuro dos portugueses.
g. 2 // É ainda Júpiter, que preside à
assembleia, que dá início à reunião; no
seu dis­curso, enfatiza a ação dos
portugueses, valorizando o seu esforço,
defendendo que os nautas lusos já
merecem ser protegidos na costa
africana, devendo ser "agasalhados", de
modo que se sintam revigorados para
prosseguirem o seu caminho em direção
à terra desejada.
a. 3 // Baco, porém, discorda de Júpiter
em relação à sua vontade de favorecer
os portugueses, por recear que estes
anulem a fama que conquistara no
Oriente, manifestando­se contra a
possibilidade de os nautas chegarem à
Índia.
e. 4 // Vénus intercede pelo povo luso,
afirmando que este é muito parecido com
o povo romano que tanto ama ­ revela
igual coragem e valentia (no Norte de
África: "terra Tingitana") e fala uma língua
que se aproxima do latim. [...]
b. 5 // A deusa do amor é coadjuvada por
Marte, o deus da guerra, que nutria por
Vénus "amor antigo", reconhecendo, por
outro lado, o valor dos nautas
portugueses que, aliás, já tinha sido
mencionado pelo próprio Júpiter. Marte
sustenta, pois, que o pai dos deuses, um
"juiz direito", deveria manter a sua
posição favorável em relação aos
portugueses e não deveria deixar­se
influenciar pelos argumentos de Baco,
que se revelam "suspeito[s]".
f. 6 // Finalmente, Marte incita Júpiter a
não desistir da sua posição inicial, pois
isso seria interpretado como um sinal de
fraqueza.
c. 7 // Após ter ouvido a argumentação
dos vários intervenientes no consílio,
Júpiter aceita as razões de Marte, decide
que os portu­gueses serão ajudados e
encerra a reunião.
a = 3;
b = 5;
c = 7;
d = 1;
e = 4;
f = 6;
g = 2.
Resolve o ponto 1 da p. 163 (resumo de «O
significado da mitologia n’Os Lusíadas»
em 80­100 palavras).
Na intriga mitológica, Vénus pretende que os
Portugueses concluam a viagem, ao contrário de
Baco, que mobiliza contra eles indígenas e
divindades marítimas. Vénus consegue auxílio de
Júpiter, convoca as ninfas do mar e prepara uma
ilha que premiará os Portugueses.
Ajuda os «novos romanos», como já protege­
ra Eneias. Baco quer evitar que cheguem ao Orien­
te, que considera seu. Os portugueses, porém,
suplantam os deuses adversos e ganham o estatu­
to de heróis, como se reconhece no episódio da
ilha dos Amores.
É típica da Renascença esta glorificação de
quem foi capaz de se ultrapassar.
[94 palavras]
A «narração» (parte do poema épico)
e a ordem da narrativa
As estâncias que hoje vimos correspondem ao
início da narração (I, 19). Sucedem à proposição
(I, 1-3) — em que o poeta enuncia o que se
propõe «cantar» (os navegadores que dilataram
o império; os reis que contribuíram para a
expansão da fé; todos os homens que por feitos
grandiosos se imortalizaram), à invocação (I, 4-5)
— em que pede inspiração às Tágides (não por
acaso, entidades míticas portuguesas) — e à
dedicatória (I, 6-18) — a D. Sebastião, a quem o
poeta louva (pelo que representa para a
independência de Portugal e para o aumento da
mundo cristão; pela ilustre ascendência; pelo
império de que é senhor), a quem apela para que
o leia (vinca que a obra não versará heróis e
factos fantasiosos, como as epopeias anteriores,
mas matéria histórica) e a quem incita a continuar
os feitos gloriosos dos portugueses
(nomeadamente, combatendo os mouros). Já
dissemos que se trata de um começo in media
res, com a ação já a meio da viagem, no Índico.
O filme que estamos a ver não teve,
naturalmente, o equivalente das primeiras
dezoito estâncias dos Lusíadas (proposição;
invocação; dedicatória). Entrámos logo na
narração, sendo-nos igualmente dada a ação in
media res — o protagonista é um quarentão que
vive em Roma que sabe ter morrido um amigo da
sua infância. Pode parecer que se trata de um
momento da ação mais final do que «médio».
Porém, isso até tem algum paralelismo com Os
Lusíadas, se considerarmos que o que vai ser
recuperado no poema épico não é apenas a
primeira metade da viagem mas toda a história
de Portugal.
Exemplos da influência das
epopeias clássicas
A intervenção dos deuses no destino dos
homens está amplamente documentada nas
epopeias da Antiguidade, o que também sucede
nos Lusíadas. A narração começa com o plano
central, o da viagem, mas só durante uma
estrofe (I, 19), passando-se logo ao plano
mitológico, com o Consílio no Olimpo (I, 20-41).
Júpiter pretende dar conhecimento da sua
determinação de ajudar os navegantes
portugueses e elogia as proezas históricas do
povo português e a sua coragem. Esta decisão
gera controvérsia: Baco teme que seja destruído
o prestígio que tem no Oriente; no entanto,
Vénus e Marte defendem os portugueses.
No passo do filme que vimos hoje há talvez duas
alusões a motivos de uma das epopeias da
Antiguidade, a Odisseia. Quando o Totó jovem
regressa a Giancaldo, fica sozinho na praça e só
um cão o reconhece (no poema narrativo de
Homero também o cão, Argus, se apercebe da
chegada de Ulisses a Ítaca, mesmo estando este
disfarçado de mendigo). A mãe de Salvatore como
Penélope para o marido, Ulisses. Sabia que o filho
regressaria e esperou-o longamente, tal como
Penélope esperou o esposo, apesar de assediada
por outros. A mãe de Totó tricotava uma peça que
se desfiaria à chegada do filho, enquanto Penélope
tecia o que todas as noites desfazia, para evitar
firmar compromisso com os seus pretendentes.
O fecho da narrativa segunda e a retoma da
narrativa primeira
Em Os Lusíadas, o momento que equivale
ao fecho do encaixe que serve para dar
conta do que ficou para trás e em que se
retoma a narrativa primeira chega no final
do canto V e no começo do canto VI, que
correspondem ao fim do discurso do
Gama ao rei de Melinde (uma longa
analepse —cantos III a V — que serviu
para contar a história de Portugal e
metade do eixo da viagem) e à partida de
Melinde, para se fazer o que falta da
viagem (de Melinde à Índia e, depois, o
regresso a Portugal).
O momento do filme a que chegámos no
final desta aula corresponde ao fecho da
analepse que recordou toda a infância,
adolescência e juventude de Salvatore, até
à saída de Giancaldo. O truque fílmico —
uma espécie de quiasmo — da
justaposição de comboio a sair de
Giancaldo e avião a chegar ao aeroporto
na Sicília funciona como uma elipse,
cortando uns vinte e cinco anos da vida
do protagonista, e delimita o ponto em que
retomámos a ação «contemporânea» da
narração.
 
TPC — Nas pp. 56-57 do Caderno
Atividades («Textos de reflexão») —
reproduzi-las-ei no blogue — são dados
nove temas para dissertação. Escolhe um
deles (exceto talvez B, C e D) e elabora um
guião para tratamento desse tema, segundo
o formato que usámos para ‘Viagem’. Nota
bem: só quero o «guião», não é preciso
chegares a fazer a dissertação.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Lurdes Augusto
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144luisprista
 
Contextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadasContextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadasVanda Marques
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131luisprista
 
Os lusiadas - camões
Os lusiadas - camõesOs lusiadas - camões
Os lusiadas - camõesjulykathy
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142luisprista
 
Ficha 5 lusiadas
Ficha 5  lusiadasFicha 5  lusiadas
Ficha 5 lusiadas1950casal
 
2 dedicatória narração_reflexão _canto_i
2 dedicatória narração_reflexão _canto_i2 dedicatória narração_reflexão _canto_i
2 dedicatória narração_reflexão _canto_iFilipa Costa
 

Mais procurados (20)

Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 123
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 116-117
 
Proposição
ProposiçãoProposição
Proposição
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 126-127
 
Os Lusíadas
Os LusíadasOs Lusíadas
Os Lusíadas
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 143-144
 
Contextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadasContextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadas
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 118
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 131
 
Os lusiadas - camões
Os lusiadas - camõesOs lusiadas - camões
Os lusiadas - camões
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 142
 
Os Lusíadas
Os Lusíadas Os Lusíadas
Os Lusíadas
 
OS Lusíadas
OS LusíadasOS Lusíadas
OS Lusíadas
 
Os Lusíadas
Os LusíadasOs Lusíadas
Os Lusíadas
 
Ficha 5 lusiadas
Ficha 5  lusiadasFicha 5  lusiadas
Ficha 5 lusiadas
 
Proposição
ProposiçãoProposição
Proposição
 
Lusiadas
LusiadasLusiadas
Lusiadas
 
2 dedicatória narração_reflexão _canto_i
2 dedicatória narração_reflexão _canto_i2 dedicatória narração_reflexão _canto_i
2 dedicatória narração_reflexão _canto_i
 
Narrativa Épica
Narrativa ÉpicaNarrativa Épica
Narrativa Épica
 

Destaque

Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149luisprista
 
最適なビックデータ・システムの構築のために
最適なビックデータ・システムの構築のために最適なビックデータ・システムの構築のために
最適なビックデータ・システムの構築のためにIBM Systems @ IBM Japan, Ltd.
 
Memorial do convento, cap. 13 14
Memorial do convento,  cap. 13 14Memorial do convento,  cap. 13 14
Memorial do convento, cap. 13 14Ana Teresa
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107luisprista
 

Destaque (18)

Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 119-120
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 124-125
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 123
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 129-130
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 115
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 158-159
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 138-139
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 133
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 162-163
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 160-161
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 148-149
 
最適なビックデータ・システムの構築のために
最適なビックデータ・システムの構築のために最適なビックデータ・システムの構築のために
最適なビックデータ・システムの構築のために
 
Memorial do convento, cap. 13 14
Memorial do convento,  cap. 13 14Memorial do convento,  cap. 13 14
Memorial do convento, cap. 13 14
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 105-106
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 103-104
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 110
 
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107
Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 107
 

Semelhante a Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 116-117

Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdfOs Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdfPaula Vieira
 
Aula 04 camões épico - os lusíadas
Aula 04   camões épico - os lusíadasAula 04   camões épico - os lusíadas
Aula 04 camões épico - os lusíadasJonatas Carlos
 
Os Lusíadas de Luís de Camões
Os Lusíadas de Luís de CamõesOs Lusíadas de Luís de Camões
Os Lusíadas de Luís de CamõesGijasilvelitz 2
 
lusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docxlusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docxFamIndisciplinadAA
 
ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17
ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17
ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17luisprista
 
Apresentação para décimo segundo ano, aula 51
Apresentação para décimo segundo ano, aula 51Apresentação para décimo segundo ano, aula 51
Apresentação para décimo segundo ano, aula 51luisprista
 
Contextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadasContextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadasVanda Marques
 

Semelhante a Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 116-117 (20)

Lusiadas resumo2
Lusiadas resumo2Lusiadas resumo2
Lusiadas resumo2
 
Os lusiadas resumo
Os lusiadas resumoOs lusiadas resumo
Os lusiadas resumo
 
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdfOs Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
Os Lusíadas - Estrutura e resumo.pdf
 
Os Lusíadas.ppt
Os Lusíadas.pptOs Lusíadas.ppt
Os Lusíadas.ppt
 
Os lusiadas
Os lusiadasOs lusiadas
Os lusiadas
 
Aula 04 camões épico - os lusíadas
Aula 04   camões épico - os lusíadasAula 04   camões épico - os lusíadas
Aula 04 camões épico - os lusíadas
 
Os Lusíadas de Luís de Camões
Os Lusíadas de Luís de CamõesOs Lusíadas de Luís de Camões
Os Lusíadas de Luís de Camões
 
Os Lusíadas
Os LusíadasOs Lusíadas
Os Lusíadas
 
Reflexos de Camões em Pessoa
Reflexos de Camões em PessoaReflexos de Camões em Pessoa
Reflexos de Camões em Pessoa
 
lusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docxlusiadas_lexicoenarradores.docx
lusiadas_lexicoenarradores.docx
 
ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17
ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17
ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 17
 
Os-lusiadas - resumo
 Os-lusiadas - resumo Os-lusiadas - resumo
Os-lusiadas - resumo
 
Camões 2.0
Camões 2.0Camões 2.0
Camões 2.0
 
Os lusiadas
Os lusiadasOs lusiadas
Os lusiadas
 
Fernão mendes pinto
Fernão mendes pintoFernão mendes pinto
Fernão mendes pinto
 
Europa ulisses
Europa ulissesEuropa ulisses
Europa ulisses
 
Apresentação para décimo segundo ano, aula 51
Apresentação para décimo segundo ano, aula 51Apresentação para décimo segundo ano, aula 51
Apresentação para décimo segundo ano, aula 51
 
O mar na literatura port.
O mar na literatura port.O mar na literatura port.
O mar na literatura port.
 
Luís vaz de camões (1524 – 1580
Luís vaz de camões (1524 – 1580Luís vaz de camões (1524 – 1580
Luís vaz de camões (1524 – 1580
 
Contextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadasContextualizando os lusiadas
Contextualizando os lusiadas
 

Mais de luisprista

Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40luisprista
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36luisprista
 

Mais de luisprista (20)

Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 73-74
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 71-72
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 69-70
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 67-68
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 65-66
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 61-62
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 57-58
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 59-60
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 55-56
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 53-54
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 49-50
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 51-52
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 47-48
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 45-46
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 41-42
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 43-44
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 37-38
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 39-40
 
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36
Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 35-36
 

Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 116-117

  • 1.
  • 2.
  • 3. Traz sempre o manual, por favor, mesmo para as aulas pequenas. Passa a trazer também a folha com as grelhas dos resultados da Liga dos Campeões (que distribuirei hoje). Em Gaveta de Nuvens, irei pondo paráfrases das estâncias do programa (por cantos).
  • 4. Visita ao convento de Mafra na perspetiva de Memorial: [turmas 4.ª & 6.ª] 5 de maio (2.ª feira): saída — cerca das 14h15; chegada à escola — cerca das 18 horas. [turmas 1.ª & 3.ª] 8 de maio (5.ª feira): saída — cerca das 14h15; chegada à escola — cerca das 18 horas.
  • 5.
  • 6.
  • 7. 19-20 — [Os marinheiros portugueses] já navegavam no Oceano largo [Índico], apartando as ondas inquietas; os ventos respiravam brandamente, inchando as velas côncavas das naus; os mares mostravam-se cobertos da escuma branca [no sítio] onde as proas vão cortando as águas marítimas consagradas, que são cortadas do gado de Próteo [pelos peixes],
  • 8. quando, no luminoso Olimpo, onde está o governo da gente humana, os Deuses se ajuntam em glorioso consílio sobre as cousas futuras do Oriente. Convocados pelo neto gentil do velho Atlante [por Mercúrio], da parte de Tonante [Júpiter], vêm juntamente pela Via Láctea, pisando o céu cristalino [e] fermoso.
  • 9. 19-20 — [Os marinheiros portugueses] já no Oceano largo [Índico] navegavam, apartando as ondas irrequietas; os ventos respiravam brandamente, inchando as velas côncavas das naus; os mares mostravam-se cobertos da escuma branca [no sítio] onde as proas vão cortando as águas marítimas consagradas, que são cortadas pelo gado de Próteo [pelos peixes], quando, no luminoso Olimpo, onde está o governo da gente humana, os Deuses se ajuntam em glorioso consílio sobre as cousas futuras do Oriente. Convocados pelo neto gentil do velho Atlante [por Mercúrio], da parte de Tonante [Júpiter], vêm juntamente pela Via Láctea, pisando o céu cristalino [e] fermoso.
  • 10. [21-41 = Consílio] 42 — Enquanto se passava isto na fermosa casa etérea do omnipotente Olimpo, a gente belicosa [os portugueses] cortava(m) o mar já lá da banda do Austro e do Oriente [do sudeste africano], entre a costa etiópica [de África] e a famosa ilha de São Lourenço; e, então, o Sol ardente queimava os Deuses que Tifeu c’o temor grande converteu em peixes [transpunha o signo de Pisces].
  • 11.
  • 12. 3.1. O narrador é heterodiegético, quanto à presença na ação, correspondendo ao próprio poeta. (A focalização é omnisciente.)
  • 13. 4 = c; d. A viagem dos portugueses já ia adiantada quando ocorreu o Consílio dos Deuses. A viagem dos portugueses prosseguia em simultâneo com o Consílio dos Deuses.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34. d. 1 // Júpiter convoca os deuses que, vindos dos sete Céus, se reúnem para decidir o futuro dos portugueses.
  • 35. g. 2 // É ainda Júpiter, que preside à assembleia, que dá início à reunião; no seu dis­curso, enfatiza a ação dos portugueses, valorizando o seu esforço, defendendo que os nautas lusos já merecem ser protegidos na costa africana, devendo ser "agasalhados", de modo que se sintam revigorados para prosseguirem o seu caminho em direção à terra desejada.
  • 36. a. 3 // Baco, porém, discorda de Júpiter em relação à sua vontade de favorecer os portugueses, por recear que estes anulem a fama que conquistara no Oriente, manifestando­se contra a possibilidade de os nautas chegarem à Índia.
  • 37. e. 4 // Vénus intercede pelo povo luso, afirmando que este é muito parecido com o povo romano que tanto ama ­ revela igual coragem e valentia (no Norte de África: "terra Tingitana") e fala uma língua que se aproxima do latim. [...]
  • 38. b. 5 // A deusa do amor é coadjuvada por Marte, o deus da guerra, que nutria por Vénus "amor antigo", reconhecendo, por outro lado, o valor dos nautas portugueses que, aliás, já tinha sido mencionado pelo próprio Júpiter. Marte sustenta, pois, que o pai dos deuses, um "juiz direito", deveria manter a sua posição favorável em relação aos portugueses e não deveria deixar­se influenciar pelos argumentos de Baco, que se revelam "suspeito[s]".
  • 39. f. 6 // Finalmente, Marte incita Júpiter a não desistir da sua posição inicial, pois isso seria interpretado como um sinal de fraqueza.
  • 40. c. 7 // Após ter ouvido a argumentação dos vários intervenientes no consílio, Júpiter aceita as razões de Marte, decide que os portu­gueses serão ajudados e encerra a reunião.
  • 41. a = 3; b = 5; c = 7; d = 1; e = 4; f = 6; g = 2.
  • 42.
  • 43. Resolve o ponto 1 da p. 163 (resumo de «O significado da mitologia n’Os Lusíadas» em 80­100 palavras).
  • 44.
  • 45. Na intriga mitológica, Vénus pretende que os Portugueses concluam a viagem, ao contrário de Baco, que mobiliza contra eles indígenas e divindades marítimas. Vénus consegue auxílio de Júpiter, convoca as ninfas do mar e prepara uma ilha que premiará os Portugueses. Ajuda os «novos romanos», como já protege­ ra Eneias. Baco quer evitar que cheguem ao Orien­ te, que considera seu. Os portugueses, porém, suplantam os deuses adversos e ganham o estatu­ to de heróis, como se reconhece no episódio da ilha dos Amores. É típica da Renascença esta glorificação de quem foi capaz de se ultrapassar. [94 palavras]
  • 46.
  • 47. A «narração» (parte do poema épico) e a ordem da narrativa
  • 48. As estâncias que hoje vimos correspondem ao início da narração (I, 19). Sucedem à proposição (I, 1-3) — em que o poeta enuncia o que se propõe «cantar» (os navegadores que dilataram o império; os reis que contribuíram para a expansão da fé; todos os homens que por feitos grandiosos se imortalizaram), à invocação (I, 4-5) — em que pede inspiração às Tágides (não por acaso, entidades míticas portuguesas) — e à dedicatória (I, 6-18) — a D. Sebastião, a quem o poeta louva (pelo que representa para a independência de Portugal e para o aumento da mundo cristão; pela ilustre ascendência; pelo império de que é senhor), a quem apela para que
  • 49. o leia (vinca que a obra não versará heróis e factos fantasiosos, como as epopeias anteriores, mas matéria histórica) e a quem incita a continuar os feitos gloriosos dos portugueses (nomeadamente, combatendo os mouros). Já dissemos que se trata de um começo in media res, com a ação já a meio da viagem, no Índico.
  • 50. O filme que estamos a ver não teve, naturalmente, o equivalente das primeiras dezoito estâncias dos Lusíadas (proposição; invocação; dedicatória). Entrámos logo na narração, sendo-nos igualmente dada a ação in media res — o protagonista é um quarentão que vive em Roma que sabe ter morrido um amigo da sua infância. Pode parecer que se trata de um momento da ação mais final do que «médio». Porém, isso até tem algum paralelismo com Os Lusíadas, se considerarmos que o que vai ser recuperado no poema épico não é apenas a primeira metade da viagem mas toda a história de Portugal.
  • 51. Exemplos da influência das epopeias clássicas
  • 52. A intervenção dos deuses no destino dos homens está amplamente documentada nas epopeias da Antiguidade, o que também sucede nos Lusíadas. A narração começa com o plano central, o da viagem, mas só durante uma estrofe (I, 19), passando-se logo ao plano mitológico, com o Consílio no Olimpo (I, 20-41). Júpiter pretende dar conhecimento da sua determinação de ajudar os navegantes portugueses e elogia as proezas históricas do povo português e a sua coragem. Esta decisão gera controvérsia: Baco teme que seja destruído o prestígio que tem no Oriente; no entanto, Vénus e Marte defendem os portugueses.
  • 53. No passo do filme que vimos hoje há talvez duas alusões a motivos de uma das epopeias da Antiguidade, a Odisseia. Quando o Totó jovem regressa a Giancaldo, fica sozinho na praça e só um cão o reconhece (no poema narrativo de Homero também o cão, Argus, se apercebe da chegada de Ulisses a Ítaca, mesmo estando este disfarçado de mendigo). A mãe de Salvatore como Penélope para o marido, Ulisses. Sabia que o filho regressaria e esperou-o longamente, tal como Penélope esperou o esposo, apesar de assediada por outros. A mãe de Totó tricotava uma peça que se desfiaria à chegada do filho, enquanto Penélope tecia o que todas as noites desfazia, para evitar firmar compromisso com os seus pretendentes.
  • 54. O fecho da narrativa segunda e a retoma da narrativa primeira
  • 55. Em Os Lusíadas, o momento que equivale ao fecho do encaixe que serve para dar conta do que ficou para trás e em que se retoma a narrativa primeira chega no final do canto V e no começo do canto VI, que correspondem ao fim do discurso do Gama ao rei de Melinde (uma longa analepse —cantos III a V — que serviu para contar a história de Portugal e metade do eixo da viagem) e à partida de Melinde, para se fazer o que falta da viagem (de Melinde à Índia e, depois, o regresso a Portugal).
  • 56. O momento do filme a que chegámos no final desta aula corresponde ao fecho da analepse que recordou toda a infância, adolescência e juventude de Salvatore, até à saída de Giancaldo. O truque fílmico — uma espécie de quiasmo — da justaposição de comboio a sair de Giancaldo e avião a chegar ao aeroporto na Sicília funciona como uma elipse, cortando uns vinte e cinco anos da vida do protagonista, e delimita o ponto em que retomámos a ação «contemporânea» da narração.  
  • 57. TPC — Nas pp. 56-57 do Caderno Atividades («Textos de reflexão») — reproduzi-las-ei no blogue — são dados nove temas para dissertação. Escolhe um deles (exceto talvez B, C e D) e elabora um guião para tratamento desse tema, segundo o formato que usámos para ‘Viagem’. Nota bem: só quero o «guião», não é preciso chegares a fazer a dissertação.