Joana Mostafa
Diretora do Cadastro Único
Secretaria Nacional de Renda de Cidadania
Ministério do Desenvolvimento Social
O Cadastro Único para Programas
Sociais:
identificando e reduzindo a
pobreza no Brasil
Posição fev/14.
1)O que é o cadastro único
2)Números do cadastro único
3)Inovações na articulação
com os cadastros e
estatísticas do IBGE
4)Inovações na articulação
com os registros
administrativos
Posição fev/14.
O que é o Cadastro Único?
 A partir de 2003, tornou-se o principal
instrumento do estado brasileiro para a
seleção de famílias de baixa renda em
programas sociais.
 24 milhões de famílias e 74 milhões de
pessoas.
 É uma rede de 30 mil entrevistadores,
assistentes sociais e gestores que
possibilitam a atualização e inclusão mensal
de 1,5 milhão de famílias em todo o Brasil.
Políticas
Contributivas
Políticas não-
contributivas e
seletivas
O que é o Cadastro Único?O que é o Cadastro Único?
Saúde
Educação
Previdência
Social
Políticas
Universais
Cadastro
Único
Rede do Cadastro ÚnicoRede do Cadastro Único
 Todos os 5.570 municípios e as 27 Ufs;
 99,4% com CadÚnico dentro da
Secretaria de Assistência Social;
 60% com cadastramento em CRAS;
 54% com cadastramento na sede;
 Apenas 6% com visita domiciliar.
Fluxo de dados do Cadastro ÚnicoFluxo de dados do Cadastro Único
Nível local: 5.570 municípios
Nível Local: 5.570 governos municipais
Coleta de
informações em
formulário
padronizado
Entrada de
dados online e
transmissão
Processamento
noturno das
informações:
unicidade
Extração mensal
automática da
base de dados
Monitoramento da qualidade:
cruzamentos (rendas,
benefícios, endereços, mortes);
desatualização e erros de
exclusão.
Nível Central: CAIXA
Nível Central: Ministério do Desenvolvimento Social
Formulário do Cadastro ÚnicoFormulário do Cadastro Único
http://www.mds.gov.br/falemds/perguntas-frequentes/bolsa-
familia/cadastro-unico/gestor/cadunico-formularios
O que é o Cadastro Único hoje?O que é o Cadastro Único hoje?
Porta de entrada para mais de 20 programas e serviços
sociais em nível federal.
Incentivos de cada programa moldam o Cadastro: trabalho
contínuo de padronização dos conceitos e forma de captura via
capacitação e criação de instrumentos de checagens e de
consulta aos dados.
Conceitos e Sistemática de CapturaConceitos e Sistemática de Captura
de Dados no Cadastro Únicode Dados no Cadastro Único
 Padronização dos conceitos por trás dos quesitos (80):
na maioria, iguais ao do IBGE - família, raça/cor,
escolaridade, trabalho.
 Economicidade do formulário: não é pesquisa, é para
fins de políticas públicas de pessoas em situação muito
vulnerável e com entrevistadores pouco qualificados.
Deve conter apenas as informações necessárias e
suficientes para a execução de um número finito de
políticas. Hoje toma 45 minutos, em média.
 Toda customização deve ser feita na leitura do dado ou
nos sistemas de gestão dos programas usuários:
Cadastro Único não dá conta de toda a necessidade de
dados de um programa.
Conceitos e Sistemática de Captura deConceitos e Sistemática de Captura de
Dados no Cadastro ÚnicoDados no Cadastro Único
 Autodeclaração: a responsabilidade pela veracidade das
informações é do responsável familiar (maior de 16 anos).
Intenta quebrar relação de tutela; construir relação de
confiança com o Estado; inibir desvios dos agentes
municipais; responsabiliza o cidadão que pode responder
criminalmente e com devolução de benefícios; reduz os
custos de verificação e reduz barreiras à entrada.
 Registro somente com entrevista: garante que a
temporalidade do registro esteja circunscrita ao momento da
entrevista. Assim, dados de outros registros administrativos
são apenas indícios para novas entrevistas.
 Atualização necessária frente a qualquer alteração das
informações prestadas ou confirmação a cada 2 anos.
Cadastro
Único
Cadastro
Único
V7
Sistemas de Gestão dos Programas UsuáriosSistemas de Gestão dos Programas Usuários
Sistema de Gestão IntegradaSistema de Gestão Integrada
O que oO que o
Cadastro ÚnicoCadastro Único
não é...não é...
Posição fev/14.
Números do Cadastro Único
Número de Famílias de Baixa Renda Cadastradas
(até 1/2 s.m. per capita) - 2006 a 2014 (milhões)
Cadastro Único em Números
Número de Famílias Pertencentes a Grupos Populacionais
Tradicionais ou Específicos- 2010 a 2014 (milhões)
Cadastro Único em Números
Distribuição Regional das Famílias Cadastradas de
Baixa Renda (1/2 s.m. per capita)
Cadastro Único em NúmerosCadastro Único em Números
Posição: junho/14.
Distribuição das Famílias Cadastradas por Faixa de
Renda Mensal Familiar Per Capita
Cadastro Único em NúmerosCadastro Único em Números
Até R$70 per capita
Entre R$70 e R$140 per capita
Entre R$140 e ½ s.m. per capita
Entre ½ s.m. per capita a 3 s.m.renda
familiar Posição fev/14
Taxa de atualização cadastral por UF
Posição: maio/14.
Cadastro Único em NúmerosCadastro Único em Números
Média Nacional = 68%
Mediana de Meses em
Desatualização = 14
(PBF = 11, Não PBF = 25)
Posição fev/14.
Inovações na articulação com os
cadastros e estatísticas do IBGE
 Necessidade de padronização e fidedignidade dos endereços
da V6 levaram à adoção do padrão IBGE na V7
 Vantagens:
 Informações por setor censitário: nível de adensamento
conhecido
 comparabilidade com os dados do IBGE em nível
submunicipal
 maior padronização de componentes do endereço do que
o padrão Correios
 V7 implantada com os conceitos CNEFE, mas sem a
padronização na entrada do dado para atribuição
automática do setor censitário.
Cadastro Único e CNEFE
Cadastro Único e CNEFE
 Batimento fonético que utiliza diversas combinações das
partes do endereço como chave do pareamento.
 Em 2013 o IBGE fez o primeiro cruzamento fonético de todos
os endereços incluídos ou atualizados na V7 com a base do
CNEFE
Extração do CadÚnico de 08/2012 com 12 milhões de
registros na V7 processados em 2 meses: 70,5% de
localizados (71,2% dos PBF)
Extração do CadÚnico de 05/2014 com 22 milhões de
registros na V7 processados em 5 dias: 68,4% de localizados
(69,0% dos PBF)
 Ainda há espaço para aprimoramento dos batimentos:
 Endereços do Distrito Federal não foram incluídos
 Endereços de setores censitários em municípios vizinhos
não foram buscados no pareamento.
Brasil 68,4%
DF 0,0%
Goiás 55,8%
Rondônia 59,3%
Maranhão 59,6%
Mato Grosso 60,8%
Tocantins 60,9%
Sergipe 61,2%
Piauí 61,4%
Acre 61,6%
Pará 63,2%
Alagoas 63,5%
Bahia 66,3%
Amazonas 66,4%
Roraima 67,0%
Amapá 68,4%
Pernambuco 68,6%
Mato Grosso do Sul 68,7%
Santa Catarina 68,9%
Rio Grande do Sul 69,3%
Paraíba 69,5%
Espirito Santo 71,2%
Ceará 71,9%
Rio Grande do Norte 72,8%
Rio de Janeiro 72,9%
Paraná 73,2%
São Paulo 76,7%
Minas Gerais 77,2%
 IBGE estima que 19% dos
domicílios brasileiros não tem
endereço regular: não são
captados pelo CNEFE.
 Assim, melhorias no algoritmo
só poderão alcançar um máximo
de 81% de localização.
 UFs com maior fronteira agrícola
e menor desenvolvimento
urbano têm menor proporção de
domicílios localizados no
CNEFE.
Cadastro Único e CNEFE
Cadastro Único
até ½ s.m. ou 3
s.m: renda familiar
média segundo o
município
Cadastro Único
até ½ s.m. ou 3
s.m: Renda familiar
média segundo o
setor
Cadastro Único
RMSP: Renda
familiar média
segundo o
município
Cadastro Único
RMSP: Renda
familiar média
segundo o
setor
Cadastro Único
SP: Renda
familiar média
segundo o
setor
Zona
Leste
Zona
Sul
Cadastro Único RMSP: proporção de famílias com acesso
simultâneo aos serviços de abastecimento de água, coleta
de lixo, escoamento sanitário e energia elétrica segundo
município
Cadastro Único
Brasil = 45,0%
Sudeste = 70,6%
Cadastro Único RMSP: proporção de famílias com acesso
simultâneo aos serviços de abastecimento de água, coleta
de lixo, escoamento sanitário e energia elétrica segundo
setor
Método de cálculo do déficit habitacional
 Metodologia criada pela Fundação João Pinheiro em parceria
com o Ministério das Cidades para planejamento do PMCMV;
 Componentes do indicador de déficit habitacional (0 ou 1):
1. Domicílios improvisados ou;
2. Domicílios cujas paredes são feitas com material não
permanente (taipa não revestida, madeira aproveitada ou
palha) ou;
3. Há mais de uma família morando no mesmo domicílio ou;
4. Famílias de baixa renda que gastem mais de 30% de sua
renda com despesas de aluguel ou;
5. Número de moradores por dormitório superior a três.
Cadastro Único RMSP: proporção de famílias com
déficit habitacional (índice fundação João Pinheiro para
diagnóstico de oferta do PMCMV) segundo município
Cadastro Único
Brasil = 27,5%
Sudeste = 27,3%
Entre famílias PBF a
situação é mais
grave e desigual no
território
PMCMV Faixa 1 RMSP: número de unidades
habitacionais entregues às famílias do Cadastro Único
(dez/13)
PMCMV Faixa 1 RMRJ: número de unidades
habitacionais entregues às famílias do Cadastro Único
(dez/13)
Déficit Habitacional
Rio de Janeiro
Apesar de maior
atuação que SP,
persistem micro-
areas com alto déficit
e não beneficiadas.
PMCMV Faixa 1
Rio de Janeiro
Cadastro Único e Dados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE:
preditor de rendapreditor de renda
 Quesitos do Cadastro Único com padrão IBGE permite
compatibilização de variáveis;
 Cluster para retirar renda zero não pobre;
 Estima parâmetros de modelo de duas partes no
Censo ou pesquisas amostrais por estado;
 Aplica parâmetros sobre os dados do Cadastro Único.
1. Número de cômodos;
2. Número de cômodos que servem como dormitório;
3. Material predominante nas paredes externas do domicílio;
4. Forma do abastecimento de água;
5. Forma de escoamento sanitário;
6. Tipo de iluminação;
7. Destino do lixo;
8. Número de homens por faixa etária;
9. Número de mulheres por faixa etária;
10.Se o Responsável Familiar tem cônjuge;
11.Proporção de pessoas na família por local de nascimento (migração);
12.Proporção de pessoas por grau de instrução e faixa etária;
13.Proporção de pessoas alfabetizadas por faixa etária;
14.Proporção de pessoas de até 17 anos por rede de ensino e faixa etária;
15.Número de pessoas ocupadas por sexo e faixa etária.
Cadastro Único e Dados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE:
preditor de rendapreditor de renda
Proporção de Famílias com RFPC <= R$339
Segundo a Probabilidade da RFPC ser > R$339
Cadastro Único e Dados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE:
preditor de rendapreditor de renda
93% das famílias com
probabilidade de até
50% de terem renda
acima de ½ s.m.
Cadastro Único e Dados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE:
desafios...desafios...
 Dados para monitoramento longitudinal; e
 Melhor identificação de transferências sociais
para erro de exclusão/inclusão e acurácia na
medição de pobreza e miséria.
Resposta: PNAD Contínua.
Posição fev/14.
Inovações na articulação com os
registros administrativos
Cadastro Único e RegistrosCadastro Único e Registros
AdministrativosAdministrativos
Presente
Identidade: CPF e Cadastro NIS (PIS, FGTS, Carteira de
Trabalho)
Rendas: batimentos anuais não sistêmicos com RAIS, SIAPE,
SISOBI e SUB.
Repercussão: insta famílias à atualização após concessão de
benefícios.
Futuro
Batimentos automáticos com o CNIS/MPS já integrado ao
Cadastro NIS: contempla GFIP, RAIS, SISOBI, SUB, CI e CNPJ;
Batimentos automáticos com o Presença/MEC;
Repercussão: atualização pré-concessão….até critíca na entrada
do dado.
Risco deRisco de
instrumentalizarinstrumentalizar
as barreiras àas barreiras à
entrada e volta àentrada e volta à
relação de tutela.relação de tutela.
Cadastro Único e RegistrosCadastro Único e Registros
Administrativos: riscosAdministrativos: riscos
Cadastro Único, outros registrosCadastro Único, outros registros
administrativos e estatísticasadministrativos e estatísticas
oficias: direçãooficias: direção
Direção
Promover a qualidade da informação do Cadastro
Único no sentido de retratar a realidade de renda e
vulnerabilidade das famílias pobres.
Justaposição-complementariedade-delimitação do
não contributivo, do informal em relação ao mundo
formal, fiscal, contributivo.
Tentando dar FORMA ao INFORMAL no Brasil.
Desafios
Falta de cultura de fortalecimento institucional do Estado
e ciclos políticos: TI, recursos humanos, etc.
Inércia, história (path dependance) das agências
governamentais de dados: CAIXA, DATAPREV, SERPRO,
BB.
Cultura anti-estado dual:
 Histórico aprisionamento do Estado aos interesses
particulares da classe dominante: dificuldade da
formalização da propriedade e altas renda.
 Trauma do totalitarismo do governo militar: ressalvas
do campo de direitos humanos.
Cadastro Único, outros registrosCadastro Único, outros registros
administrativos e estatísticasadministrativos e estatísticas
oficias: desafiosoficias: desafios
Obrigado
Senarc:
0800-707-2003
info.decau@mds.gov.br
cadastrounico@mds.gov.br

Cadunico ibge joana_mostafa

  • 1.
    Joana Mostafa Diretora doCadastro Único Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Ministério do Desenvolvimento Social O Cadastro Único para Programas Sociais: identificando e reduzindo a pobreza no Brasil
  • 2.
    Posição fev/14. 1)O queé o cadastro único 2)Números do cadastro único 3)Inovações na articulação com os cadastros e estatísticas do IBGE 4)Inovações na articulação com os registros administrativos
  • 3.
    Posição fev/14. O queé o Cadastro Único?
  • 4.
     A partirde 2003, tornou-se o principal instrumento do estado brasileiro para a seleção de famílias de baixa renda em programas sociais.  24 milhões de famílias e 74 milhões de pessoas.  É uma rede de 30 mil entrevistadores, assistentes sociais e gestores que possibilitam a atualização e inclusão mensal de 1,5 milhão de famílias em todo o Brasil.
  • 5.
    Políticas Contributivas Políticas não- contributivas e seletivas Oque é o Cadastro Único?O que é o Cadastro Único? Saúde Educação Previdência Social Políticas Universais Cadastro Único
  • 6.
    Rede do CadastroÚnicoRede do Cadastro Único  Todos os 5.570 municípios e as 27 Ufs;  99,4% com CadÚnico dentro da Secretaria de Assistência Social;  60% com cadastramento em CRAS;  54% com cadastramento na sede;  Apenas 6% com visita domiciliar.
  • 7.
    Fluxo de dadosdo Cadastro ÚnicoFluxo de dados do Cadastro Único Nível local: 5.570 municípios Nível Local: 5.570 governos municipais Coleta de informações em formulário padronizado Entrada de dados online e transmissão Processamento noturno das informações: unicidade Extração mensal automática da base de dados Monitoramento da qualidade: cruzamentos (rendas, benefícios, endereços, mortes); desatualização e erros de exclusão. Nível Central: CAIXA Nível Central: Ministério do Desenvolvimento Social
  • 8.
    Formulário do CadastroÚnicoFormulário do Cadastro Único http://www.mds.gov.br/falemds/perguntas-frequentes/bolsa- familia/cadastro-unico/gestor/cadunico-formularios
  • 9.
    O que éo Cadastro Único hoje?O que é o Cadastro Único hoje? Porta de entrada para mais de 20 programas e serviços sociais em nível federal. Incentivos de cada programa moldam o Cadastro: trabalho contínuo de padronização dos conceitos e forma de captura via capacitação e criação de instrumentos de checagens e de consulta aos dados.
  • 10.
    Conceitos e Sistemáticade CapturaConceitos e Sistemática de Captura de Dados no Cadastro Únicode Dados no Cadastro Único  Padronização dos conceitos por trás dos quesitos (80): na maioria, iguais ao do IBGE - família, raça/cor, escolaridade, trabalho.  Economicidade do formulário: não é pesquisa, é para fins de políticas públicas de pessoas em situação muito vulnerável e com entrevistadores pouco qualificados. Deve conter apenas as informações necessárias e suficientes para a execução de um número finito de políticas. Hoje toma 45 minutos, em média.  Toda customização deve ser feita na leitura do dado ou nos sistemas de gestão dos programas usuários: Cadastro Único não dá conta de toda a necessidade de dados de um programa.
  • 11.
    Conceitos e Sistemáticade Captura deConceitos e Sistemática de Captura de Dados no Cadastro ÚnicoDados no Cadastro Único  Autodeclaração: a responsabilidade pela veracidade das informações é do responsável familiar (maior de 16 anos). Intenta quebrar relação de tutela; construir relação de confiança com o Estado; inibir desvios dos agentes municipais; responsabiliza o cidadão que pode responder criminalmente e com devolução de benefícios; reduz os custos de verificação e reduz barreiras à entrada.  Registro somente com entrevista: garante que a temporalidade do registro esteja circunscrita ao momento da entrevista. Assim, dados de outros registros administrativos são apenas indícios para novas entrevistas.  Atualização necessária frente a qualquer alteração das informações prestadas ou confirmação a cada 2 anos.
  • 12.
    Cadastro Único Cadastro Único V7 Sistemas de Gestãodos Programas UsuáriosSistemas de Gestão dos Programas Usuários Sistema de Gestão IntegradaSistema de Gestão Integrada O que oO que o Cadastro ÚnicoCadastro Único não é...não é...
  • 13.
  • 14.
    Número de Famíliasde Baixa Renda Cadastradas (até 1/2 s.m. per capita) - 2006 a 2014 (milhões) Cadastro Único em Números
  • 15.
    Número de FamíliasPertencentes a Grupos Populacionais Tradicionais ou Específicos- 2010 a 2014 (milhões) Cadastro Único em Números
  • 16.
    Distribuição Regional dasFamílias Cadastradas de Baixa Renda (1/2 s.m. per capita) Cadastro Único em NúmerosCadastro Único em Números Posição: junho/14.
  • 17.
    Distribuição das FamíliasCadastradas por Faixa de Renda Mensal Familiar Per Capita Cadastro Único em NúmerosCadastro Único em Números Até R$70 per capita Entre R$70 e R$140 per capita Entre R$140 e ½ s.m. per capita Entre ½ s.m. per capita a 3 s.m.renda familiar Posição fev/14
  • 18.
    Taxa de atualizaçãocadastral por UF Posição: maio/14. Cadastro Único em NúmerosCadastro Único em Números Média Nacional = 68% Mediana de Meses em Desatualização = 14 (PBF = 11, Não PBF = 25)
  • 19.
    Posição fev/14. Inovações naarticulação com os cadastros e estatísticas do IBGE
  • 20.
     Necessidade depadronização e fidedignidade dos endereços da V6 levaram à adoção do padrão IBGE na V7  Vantagens:  Informações por setor censitário: nível de adensamento conhecido  comparabilidade com os dados do IBGE em nível submunicipal  maior padronização de componentes do endereço do que o padrão Correios  V7 implantada com os conceitos CNEFE, mas sem a padronização na entrada do dado para atribuição automática do setor censitário. Cadastro Único e CNEFE
  • 21.
    Cadastro Único eCNEFE  Batimento fonético que utiliza diversas combinações das partes do endereço como chave do pareamento.  Em 2013 o IBGE fez o primeiro cruzamento fonético de todos os endereços incluídos ou atualizados na V7 com a base do CNEFE Extração do CadÚnico de 08/2012 com 12 milhões de registros na V7 processados em 2 meses: 70,5% de localizados (71,2% dos PBF) Extração do CadÚnico de 05/2014 com 22 milhões de registros na V7 processados em 5 dias: 68,4% de localizados (69,0% dos PBF)  Ainda há espaço para aprimoramento dos batimentos:  Endereços do Distrito Federal não foram incluídos  Endereços de setores censitários em municípios vizinhos não foram buscados no pareamento.
  • 22.
    Brasil 68,4% DF 0,0% Goiás55,8% Rondônia 59,3% Maranhão 59,6% Mato Grosso 60,8% Tocantins 60,9% Sergipe 61,2% Piauí 61,4% Acre 61,6% Pará 63,2% Alagoas 63,5% Bahia 66,3% Amazonas 66,4% Roraima 67,0% Amapá 68,4% Pernambuco 68,6% Mato Grosso do Sul 68,7% Santa Catarina 68,9% Rio Grande do Sul 69,3% Paraíba 69,5% Espirito Santo 71,2% Ceará 71,9% Rio Grande do Norte 72,8% Rio de Janeiro 72,9% Paraná 73,2% São Paulo 76,7% Minas Gerais 77,2%  IBGE estima que 19% dos domicílios brasileiros não tem endereço regular: não são captados pelo CNEFE.  Assim, melhorias no algoritmo só poderão alcançar um máximo de 81% de localização.  UFs com maior fronteira agrícola e menor desenvolvimento urbano têm menor proporção de domicílios localizados no CNEFE. Cadastro Único e CNEFE
  • 23.
    Cadastro Único até ½s.m. ou 3 s.m: renda familiar média segundo o município
  • 24.
    Cadastro Único até ½s.m. ou 3 s.m: Renda familiar média segundo o setor
  • 25.
    Cadastro Único RMSP: Renda familiarmédia segundo o município
  • 26.
  • 27.
    Cadastro Único SP: Renda familiarmédia segundo o setor Zona Leste Zona Sul
  • 28.
    Cadastro Único RMSP:proporção de famílias com acesso simultâneo aos serviços de abastecimento de água, coleta de lixo, escoamento sanitário e energia elétrica segundo município Cadastro Único Brasil = 45,0% Sudeste = 70,6%
  • 29.
    Cadastro Único RMSP:proporção de famílias com acesso simultâneo aos serviços de abastecimento de água, coleta de lixo, escoamento sanitário e energia elétrica segundo setor
  • 30.
    Método de cálculodo déficit habitacional  Metodologia criada pela Fundação João Pinheiro em parceria com o Ministério das Cidades para planejamento do PMCMV;  Componentes do indicador de déficit habitacional (0 ou 1): 1. Domicílios improvisados ou; 2. Domicílios cujas paredes são feitas com material não permanente (taipa não revestida, madeira aproveitada ou palha) ou; 3. Há mais de uma família morando no mesmo domicílio ou; 4. Famílias de baixa renda que gastem mais de 30% de sua renda com despesas de aluguel ou; 5. Número de moradores por dormitório superior a três.
  • 31.
    Cadastro Único RMSP:proporção de famílias com déficit habitacional (índice fundação João Pinheiro para diagnóstico de oferta do PMCMV) segundo município Cadastro Único Brasil = 27,5% Sudeste = 27,3% Entre famílias PBF a situação é mais grave e desigual no território
  • 32.
    PMCMV Faixa 1RMSP: número de unidades habitacionais entregues às famílias do Cadastro Único (dez/13)
  • 33.
    PMCMV Faixa 1RMRJ: número de unidades habitacionais entregues às famílias do Cadastro Único (dez/13)
  • 34.
    Déficit Habitacional Rio deJaneiro Apesar de maior atuação que SP, persistem micro- areas com alto déficit e não beneficiadas. PMCMV Faixa 1 Rio de Janeiro
  • 35.
    Cadastro Único eDados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE: preditor de rendapreditor de renda  Quesitos do Cadastro Único com padrão IBGE permite compatibilização de variáveis;  Cluster para retirar renda zero não pobre;  Estima parâmetros de modelo de duas partes no Censo ou pesquisas amostrais por estado;  Aplica parâmetros sobre os dados do Cadastro Único.
  • 36.
    1. Número decômodos; 2. Número de cômodos que servem como dormitório; 3. Material predominante nas paredes externas do domicílio; 4. Forma do abastecimento de água; 5. Forma de escoamento sanitário; 6. Tipo de iluminação; 7. Destino do lixo; 8. Número de homens por faixa etária; 9. Número de mulheres por faixa etária; 10.Se o Responsável Familiar tem cônjuge; 11.Proporção de pessoas na família por local de nascimento (migração); 12.Proporção de pessoas por grau de instrução e faixa etária; 13.Proporção de pessoas alfabetizadas por faixa etária; 14.Proporção de pessoas de até 17 anos por rede de ensino e faixa etária; 15.Número de pessoas ocupadas por sexo e faixa etária. Cadastro Único e Dados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE: preditor de rendapreditor de renda
  • 37.
    Proporção de Famíliascom RFPC <= R$339 Segundo a Probabilidade da RFPC ser > R$339 Cadastro Único e Dados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE: preditor de rendapreditor de renda 93% das famílias com probabilidade de até 50% de terem renda acima de ½ s.m.
  • 38.
    Cadastro Único eDados IBGE:Cadastro Único e Dados IBGE: desafios...desafios...  Dados para monitoramento longitudinal; e  Melhor identificação de transferências sociais para erro de exclusão/inclusão e acurácia na medição de pobreza e miséria. Resposta: PNAD Contínua.
  • 39.
    Posição fev/14. Inovações naarticulação com os registros administrativos
  • 40.
    Cadastro Único eRegistrosCadastro Único e Registros AdministrativosAdministrativos Presente Identidade: CPF e Cadastro NIS (PIS, FGTS, Carteira de Trabalho) Rendas: batimentos anuais não sistêmicos com RAIS, SIAPE, SISOBI e SUB. Repercussão: insta famílias à atualização após concessão de benefícios. Futuro Batimentos automáticos com o CNIS/MPS já integrado ao Cadastro NIS: contempla GFIP, RAIS, SISOBI, SUB, CI e CNPJ; Batimentos automáticos com o Presença/MEC; Repercussão: atualização pré-concessão….até critíca na entrada do dado.
  • 41.
    Risco deRisco de instrumentalizarinstrumentalizar asbarreiras àas barreiras à entrada e volta àentrada e volta à relação de tutela.relação de tutela. Cadastro Único e RegistrosCadastro Único e Registros Administrativos: riscosAdministrativos: riscos
  • 42.
    Cadastro Único, outrosregistrosCadastro Único, outros registros administrativos e estatísticasadministrativos e estatísticas oficias: direçãooficias: direção Direção Promover a qualidade da informação do Cadastro Único no sentido de retratar a realidade de renda e vulnerabilidade das famílias pobres. Justaposição-complementariedade-delimitação do não contributivo, do informal em relação ao mundo formal, fiscal, contributivo. Tentando dar FORMA ao INFORMAL no Brasil.
  • 43.
    Desafios Falta de culturade fortalecimento institucional do Estado e ciclos políticos: TI, recursos humanos, etc. Inércia, história (path dependance) das agências governamentais de dados: CAIXA, DATAPREV, SERPRO, BB. Cultura anti-estado dual:  Histórico aprisionamento do Estado aos interesses particulares da classe dominante: dificuldade da formalização da propriedade e altas renda.  Trauma do totalitarismo do governo militar: ressalvas do campo de direitos humanos. Cadastro Único, outros registrosCadastro Único, outros registros administrativos e estatísticasadministrativos e estatísticas oficias: desafiosoficias: desafios
  • 44.

Notas do Editor

  • #6 Main challenge is to maintain such an enormous database updated (66%) and targeted at low income populations.