O CÓDIGO FLORESTAL DE 2012
15.05.2019
BRASÍLIA
JOANA CHIAVARI | joana.chiavari@cpirio.org
SEMINÁRIO INTERNACIONAL OPORTUNIDADES
DE NEGÓCIOS PARA UMA ECONOMIA RURAL SUSTENTÁVEL
CÓDIGO
FLORESTAL
DE 2012
3
PRINCIPAIS POLÍTICAS DE USO
DA TERRA
Fonte: Climate Policy Initiative (2018)
O CÓDIGO FLORESTAL COMO INSTRUMENTO DE MUDANÇA
4
CÓDIGO FLORESTAL DE 2012
• APP – Áreas de Preservação Permanente;
• RL – Reserva Legal; e
• ASV – Autorização para supressão de vegetação nativa e reposição florestal obrigatória.
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PROTEÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA
• Áreas consolidadas em APP
• Áreas consolidadas em Reserva Legal
REGIME JURÍDICO DAS ÁREAS CONSOLIDADAS
INSTRUMENTOS DO CÓDIGO FLORESTAL
• Cadastro Ambiental Rural (CAR)
✓ Informações georreferenciadas de APP, Reserva Legal, excedente de vegetação nativa e
áreas consolidadas.
• Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (SINAFLOR)
✓ Informações georreferencidas das Autorizações de Supressão de Vegetação (ASV); e
✓ Informações sobre as áreas de reposição florestal.
• Programa de Regularização Ambiental (PRA)
✓ Restauração de áreas de APP e Reserva Legal.
• Instrumentos fiscais e econômicos
✓PSA; CRA; Crédito Rural; e outros.
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CÓDIGO FLORESTAL DE 2012
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ÁREAS CONSOLIDADAS EM APP
tipo 1 = Imóvel rural até 1 MF
tipo 2 = Imóvel rural entre 1 e 2 MF
tipo 3 = Imóvel rural entre 2 e 4 MF
Fonte: Chiavari e Lopes (2015)
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tipo 1 = Imóvel rural até 1 MF
tipo 2 = Imóvel rural entre 1 e 2 MF
tipo 3 = Imóvel rural entre 2 e 4 MF
ÁREAS CONSOLIDADAS EM APP
Fonte: Chiavari e Lopes (2015)
CÓDIGO FLORESTAL DE 2012
CÓDIGO FLORESTAL DE 2012
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ÁREAS CONSOLIDADAS EM RESERVA LEGAL
Fonte: Chiavari e Lopes (2015)
DESAFIOS DE
IMPLEMENTAÇÃO
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CÓDIGO FLORESTAL DE 2012
PROGRAMA DE
REGULARIZAÇÃO
AMBIENTAL
(PRA)
Fonte: Chiavari e Lopes (2015)
DESAFIOS DE IMPLEMENTAÇÃO
• Legislação estadual
• Implementação de programas de incentivo para a preservação e regularização ambiental
• Direitos de Propriedade: CAR e pluralidade de cadastros rurais
• Aplicação do Código Florestal em propriedades e posses coletivas
AMEAÇAS E
RISCOS
MEDIDA PROVISÓRIA 867/2018
• Paralização dos PRAs em curso.
• Revisão pelos Estados de suas respectivas legislações sobre PRA.
• Judicialização das novas regras, tanto por produtores rurais, Estados e Ministério Público.
• Insegurança jurídica.
• Postergação da implementação do novo Código Florestal.
• Incentivo ao aumento do desmatamento ilegal por sinalizar que a lei pode sempre ser alterada para conceder novos
benefícios aos produtores rurais que descumprirem as regras de proteção.
• Não cumprimento dos compromissos climáticos brasileiros, estabelecidos nas Contribuições Nacionalmente
Determinadas (NDCs), no setor de uso da terra.
• Barreiras para o acesso a mercados internacionais.
PRINCIPAIS AMEAÇAS E RISCOS
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OBRIGADA
joana.chiavari@cpirio.org

"O Código Florestal de 2012: marcos institucional e jurídico"

  • 1.
    O CÓDIGO FLORESTALDE 2012 15.05.2019 BRASÍLIA JOANA CHIAVARI | joana.chiavari@cpirio.org SEMINÁRIO INTERNACIONAL OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS PARA UMA ECONOMIA RURAL SUSTENTÁVEL
  • 2.
  • 3.
    3 PRINCIPAIS POLÍTICAS DEUSO DA TERRA Fonte: Climate Policy Initiative (2018)
  • 4.
    O CÓDIGO FLORESTALCOMO INSTRUMENTO DE MUDANÇA 4
  • 5.
    CÓDIGO FLORESTAL DE2012 • APP – Áreas de Preservação Permanente; • RL – Reserva Legal; e • ASV – Autorização para supressão de vegetação nativa e reposição florestal obrigatória. 5 PROTEÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA • Áreas consolidadas em APP • Áreas consolidadas em Reserva Legal REGIME JURÍDICO DAS ÁREAS CONSOLIDADAS
  • 6.
    INSTRUMENTOS DO CÓDIGOFLORESTAL • Cadastro Ambiental Rural (CAR) ✓ Informações georreferenciadas de APP, Reserva Legal, excedente de vegetação nativa e áreas consolidadas. • Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (SINAFLOR) ✓ Informações georreferencidas das Autorizações de Supressão de Vegetação (ASV); e ✓ Informações sobre as áreas de reposição florestal. • Programa de Regularização Ambiental (PRA) ✓ Restauração de áreas de APP e Reserva Legal. • Instrumentos fiscais e econômicos ✓PSA; CRA; Crédito Rural; e outros. 6
  • 7.
    CÓDIGO FLORESTAL DE2012 7 ÁREAS CONSOLIDADAS EM APP tipo 1 = Imóvel rural até 1 MF tipo 2 = Imóvel rural entre 1 e 2 MF tipo 3 = Imóvel rural entre 2 e 4 MF Fonte: Chiavari e Lopes (2015)
  • 8.
    8 tipo 1 =Imóvel rural até 1 MF tipo 2 = Imóvel rural entre 1 e 2 MF tipo 3 = Imóvel rural entre 2 e 4 MF ÁREAS CONSOLIDADAS EM APP Fonte: Chiavari e Lopes (2015) CÓDIGO FLORESTAL DE 2012
  • 9.
    CÓDIGO FLORESTAL DE2012 9 ÁREAS CONSOLIDADAS EM RESERVA LEGAL Fonte: Chiavari e Lopes (2015)
  • 10.
  • 11.
    11 CÓDIGO FLORESTAL DE2012 PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL (PRA) Fonte: Chiavari e Lopes (2015)
  • 12.
    DESAFIOS DE IMPLEMENTAÇÃO •Legislação estadual • Implementação de programas de incentivo para a preservação e regularização ambiental • Direitos de Propriedade: CAR e pluralidade de cadastros rurais • Aplicação do Código Florestal em propriedades e posses coletivas
  • 13.
  • 14.
    MEDIDA PROVISÓRIA 867/2018 •Paralização dos PRAs em curso. • Revisão pelos Estados de suas respectivas legislações sobre PRA. • Judicialização das novas regras, tanto por produtores rurais, Estados e Ministério Público. • Insegurança jurídica. • Postergação da implementação do novo Código Florestal. • Incentivo ao aumento do desmatamento ilegal por sinalizar que a lei pode sempre ser alterada para conceder novos benefícios aos produtores rurais que descumprirem as regras de proteção. • Não cumprimento dos compromissos climáticos brasileiros, estabelecidos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), no setor de uso da terra. • Barreiras para o acesso a mercados internacionais. PRINCIPAIS AMEAÇAS E RISCOS 14
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