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o
RAYSSA MENDONÇA – 10º SEMESTRE
o Objetivos:
- Compreender os fundamentos da fotografia
- Ter uma base segura para execução de procedimentos de captura e
edição de imagens
- Selecionar o equipamento necessário de acordo com sua necessidade e
com seu objetivo
- Realizar corretamente a tomada de imagens intra e/ou extraorais
- Realizar edição e tratamento de imagens, sem a utilização de photoshop
- Planejar e realizar o planejamento digital do sorriso
o Fotografia:
- Foto = Luz
- Grafia = Escrita
- Significados:
 Arte ou processo de reproduzir imagens sobre uma superfície
fotossensível pela ação de energia radiante.
 Reprodução ou cópia fiel de algo.
o Para que fotografar? Qual sua importância na Odontologia?
- Registrar um momento
- Enxergar detalhes que a olho vivo não se enxergaria
- Provocar reações
- Por motivos legais, ter a prova daquilo que se foi feito
 Está sendo cada vez mais utilizado no dia-a-dia dos profissionais.
 Na odontologia, utiliza-se o formato RAW, que serve como negativo
digital da foto e ele é inalterado. Diferentemente do JPEG, que pode
ser alterado ou modificado.
 Não pode ter aplicada a compressão com perda de informação,
como ocorre com o popular JPEG.
- Diagnóstico e planejamento, em que melhora a visualização de como se
encontra a situação na boca, diferentemente do uso de apenas um modelo
de gesso.
- Autocrítica, pois analisamos o que pode ou não melhorar no seu trabalho
diário.
- Comunicação com laboratório, pois muitas vezes o único material utilizado
é o modelo em gesso, porém o laboratório deve trabalhar com esse
mesmo tipo de sistema.
- Marketing, pois o paciente consegue enxergar o resultado final do seu
tratamento com auxílio de programas digitais, através de um planejamento
digital, servindo como planejamento reverso, estimulando o paciente a
aceitar aquilo que foi proposto. Exemplo:
o Qual melhor equipamento?
- Equipamento sozinho não faz foto! Não adianta ter o melhor equipamento
e não saber usar e nem entendê-lo.
- Equipamento ideal é:
 Câmera DSLR em que a lente é intercambiável.
 Lentes:
 105mm Nikon
 100mm Canon
 Flash:
 Circular: Ele é excelente porque fica no nível do local em que
se quer tirar foto, pois a foto luminosa é no bocal da lente.
Indicado para posteriores.
 Twins: São duas lentes, porém sua limitação é que é indicado
apenas para anteriores.
- Acessórios essenciais que utilizamos são:
 Afastador em “C”
 Expandex
 Espelho de contraste, muito bom para foto de anteriores.
 Tecido preto fosco
 Espelho metálico, para fazer fotografias de dentes posteriores.
o História:
- Johann Henrich Schulze (1727) – Bromureto de prata
- Carl Sheele (1777) – Banho de amoníaco tornava insolúveis os sais de
prata afetados pela luz.
- Jean Senebier (1782) – Velocidade com que as cores do espectro de luz
atuavam sobre o cloreto de prata (Surgiram as primeiras diferenças de
tonalidades nas fotos).
- Wedgwood e Davy (1802) – Fixação temporária de desenhos brancos
sobre o fundo escuro (Azoto de prata).
- Joseph Nicéphose (1816) – Começar a misturar cloreto de prata com
ácido nítrico para fixar algumas imagens.
- Joseph Nicéphose (1822) – Começar a misturar cobre, crista e verniz de
asfalto para fixar as fotografias, porém ainda não tinham muita qualidade.
- Louis-Jacques (1820) – Utilizou câmara escura para obter quadros.
- Louis-Jacques (1827) – Começou a trocar informações com Niépce e
tornaram-se sócios.
- Louis-Jacques (1839) – Daguerreótipo: Foi o primeiro
processo fotográfico a ser anunciado e comercializado; Que era uma placa
de cobre banhada com sais de prata e vapores de iodo, revelada com
mercúrio aquecido, e inalterada quando submersa em uma solução
aquecida de sal de cozinha; Tempo de exposição de 15 a 30 minutos;
Obtem-se um positivo.
- Josef Petzval (1830) – Lente dupla (Acromática), que diminuiu
drasticamente o tempo de exposição.
- Fox Talbot (1835) – Primeiras fotografias em negativos e com menos de
1m de exposição.
- Frederick Scott (1851) – Colódio úmido (Chapa úmida) – Produzia
negativos ricos em detalhes e em textura.
- (1869) – Conseguiram produzir a primeira foto colorida.
o Tipos de sensores:
- CCD
- CMOS
- Super CCD
- Foveon X3
o BIT:
- Sistema binário, base 2, em que a informação é escrita, composto apenas
por o 0 e 1.
- Bit – Binary Digit
- Branco absoluto 0 ← Cada cor possui seu código em Bits próprio → Preto
absoluto 255
o BYTE:
- 1 Byte = 8 Bits
- Refere-se à qualidade da imagem:
 Quão próximo às linhas podem ficar umas das outras e ainda serem
visíveis;
 Quanto mais linhas separadas se conseguem identificar numa
imagem, melhor é a qualidade da lente;
 Olho humano – 0,1mm de distância
 Quanto mais próximo se está da imagem, maior deve ser a
densidade de pixels
o PIXELS:
- Refere-se ao tamanho da imagem.
- Pixel = Picture elements
- 1 megapixel (MP) = 1 milhão de pixels
- Quanto mais pixels, maior o tamanho da fotografia.
- É o menor elemento num dispositivo de exibição (como por exemplo
um monitor), ao qual é possível atribuir-se uma cor. De uma forma mais
simples, um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo
que o conjunto de milhares de pixels formam a imagem inteira.
o Classificação das câmeras fotográficas:
- Compactas básicas:
 Exemplo: Smartphones
 Point-n-shoot – “Mire e aperte”
 Tem zoom e distância focal pequena
 Tamanho de câmera reduzido
 Pode ou não filmar em HD (Recursos avançados)
 Pode ou não filmar em câmera lenta (Recursos avançados)
 Pouca luz
 Vantagens:
 Portabilidade: Fáceis de transportar e manusear; Ideal para
momentos casuais.
 Simplicidade: Fácil de utilizar
 Segurança: Discretas e fáceis de guardar
 Preços acessíveis
 Limitações:
 Lentes: Não é possível trocá-las.
 Imagens escuras: Baixo desempenho
 Modelos avançados: Preços elevados
 Modo manual limitado
- Compactas avançadas:
 Exemplo: Semi-profissionais (Não mudam as lentes)
 Lentes fixas
 Mais opções de ajustes e recursos em comparação com as básicas
 Boa resolução e zoom potentes
 Possibilita adaptadores e soluções “improvisadas” – Uso de filtros
 Vantagens:
 Zoom: Zoom digital mais potente
 Controles manuais: Ajustes de ISSO, abertura e foco
 Preços competitivos
 Limitações:
 Lentes: Não podem trocar
 Viewfinder eletrônico consome bateria
 Portabilidade: Chama mais atenção e não é muito compacta
- Reflex (DSLR):
 Exemplo: Profissionais (Mudam as lentes)
 Nas câmeras compactas, elas não reproduzem a mesma imagem
que vemos durante a hora em que estamos fotografando, já as DSLR
sim, elas reproduzem.
 As compactas não têm espelho, já as DSLR têm.
 Vantagens:
 Viewfinder óptico: Permite ver exatamente o que a câmera
está enxergando.
 Baixo uso da bateria.
 Lentes: Intercambiáveis
 Modelos básicos: Preços competitivos com as mais
avançadas.
 Controles manuais: Botões distribuídos no corpo da câmera.
 Limitações:
 Portabilidade: Chama muito atenção.
 Acessórios: Às vezes custam mais caro do que a própria
câmera em si.
 Complexidade: Deve conhecer o que a câmera pode oferecer
para extrair o que ela pode dar.
 Suporte/Garantia.
CB CA DSLR
Transporte ↑ ↑ ↓
Dificuldade ↑ ↑ ↓
Qualidade ↓ / média ↓ /média ↑ variável
Custo ↓ ↓ / médio ↑ ou muito ↑
Experiência ↓ ↓ / média ↑
o Objetivas e distância focal:
- Objetivas:
 Objetivas são o “olho” da câmera.
 É a entrada da luz.
 A lente é composta por várias lentes, é o que diferencia as câmeras.
 As lentes são feitas de cristal.
 Quanto maior a pureza do cristal, mais nítida a imagem.
 A função básica da lente é controlar o foco e entrada de luz do objeto
principal.
 O diafragma que faz com que controle o foco; Que se abrem e
fecham, controlando a luz.
- Distância focal:
 É a distância em mm da ponta da lente até o sensor ou filme.
 Quanto menor a distância, maior a aproximação do objeto e maior a
distorção
 Tipos:
 Objetiva olho-de-peixe
 Objetiva ultragrande-angular
 Objetiva grande angular – 10 até 50mm; Grande ângulo de
visão; Causam distorção dos planos; Sensação de
prolongamento.
 Objetiva padrão – 50 até 70mm; A imagem projetada tem
distorção muito próxima ao do olho humano.
 Teleobjetiva – a partir de 70mm; Imagens mais ampliadas.
 Ultra teleobjetiva
 Objetivas zoom – Mais versáteis por agregar diversas distâncias.
 Objetivas macro – Permite fotografar a poucos cm de distância;
Ampliação real 1:1
o Como se escolher uma câmara fotográfica?
- Quais suas ambições?
- Qual seu objetivo com essa câmera?
- Para odontologia é indicado uma DSLR, como também indica-se uma
compacta avançada, apesar de suas limitações, depende primeiramente
do objetivo da pessoa em usá-la.
o Luz – Isaac Newton (1643 – 1727)
- Em 1672 – Nova teoria sobre luz e cores
- Hipótese da luz
- Discurso sobre as observações
o A lente funciona exatamente como a nossa pupila. Na presença de luz ela contrai,
no escuro ela dilata. A lente da câmera funciona como uma pupila mecânica, que
abre e fecha, e quem faz essa função da pupila é o diafragma.
o O diafragma é composto com lâminas metálicas que abrem e fecham de acordo
com o tipo de lente, para permitir uma maior ou menor passagem de luz.
o Essa abertura do diafragma é importante para as fotografias, pois o fato de abrir e
fechar regula a quantidade de luz. A abertura do diafragma é medida por um valor
“f/x”, onde x é o número correspondente à abertura. Atenção: Quanto maior esse
número, mais fechado o diafragma está. Quanto menor esse número, mais aberto
o diafragma está.
o A luminosidade de uma objetiva depende:
- Da abertura do diafragma, pois quanto maior a abertura, menor o “f”.
Quanto mais fechado, menos luz Quanto mais aberto, mais luz
Abrir um ponto
Fechar um ponto
- Da qualidade e quantidade dos cristais internos, pois uma lente é
composta por várias outras lentes.
o Profundidade de campo – Zona de focagem nítida aceitável à frente e à trás do
ponto de focagem real.
- Campo é a parte da fotografia na qual os objetos aparecem definidos com
nitidez, ou seja, são os objetos que estão focados.
- Profundidade é a extensão desse campo.
- Profundidade de campo X Abertura do diafragma:
 A abertura do diafragma inversamente proporcional à profundidade
de campo, ou seja, quanto maior a abertura, menor a profundidade
de campo.
 Ela é diretamente proporcional a distância do objeto, pois quanto
mais distante maior a profundidade de campo.
 Para a odontologia isso é muito importante, pois deve ter uma
abertura pequena (Maior o “f”) para poder pegar maior número de
dentes possíveis.
o Obturador:
- Controla o tempo em que o sensor digital fica exposto à luz.
- Ele serve como uma cortina atrás da lente, ela funciona de acordo com o
que você comanda, para ficar aberta ou fechada na velocidade que você
programar.
- Velocidade do obturador é em segundos ou em fração de segundos.
- Essa velocidade é importante para diversas tomadas fotográficas, por
exemplo: Um beija-flor bate as asas muito mais rápido, ou seja, o beija-flor
vai requerer uma velocidade maior.
- Da mesma forma, principalmente em fotos noturnas, você vai precisar
deixar a câmera exposta por mais tempo para conseguir um resultado
legal, e isso deve ser feito sempre com a ajuda de um tripé ou um apoio
para evitar “tremidos” na foto.
Obturador muito tempo aberto e velocidade baixa
Obturador pouco tempo aberto e velocidade alta
o Distância focal X Velocidade:
- 50mm X 1/50
- Abaixo de 1/30 – Tripé
o ISO – Disciplina a sensibilidade do sensor em relação à quantidade de luz, ao
ruído do sensor, e à aparência da imagem resultante como parâmetros
interdependentes.
o Granulação ou ruído – Efeito poroso obtido pela concentração de grão de “haleto”,
que formam a imagem.
o Balanço de branco – Equilibrar a cor da imagem em relação à temperatura da cor
da fonte luminosa.
FOTOGRAFIA INTRABUCAL
REFLEX COMPACTAS
Câmera modo manual Câmera modo p
Objetiva modo manual Função macro ativa
WB: Flash, sol, luz do dia WB: Flash
Abertura: f/22, f/25, f/27 Flash ativado
Tempo de exposição: 1/125, 1/160 Potência flash: -1
ISO 100 ou 200 ISO 100
Modo de medição: Central ou spot Modo de medição: Central ou spot
Objetiva 90, 100 ou 105mm 30 – 40cm do objeto
Flash TTL (+1/3 ou +2/3) Zoom 2x ou 3x
FOTOGRAFIA DE FACE
REFLEX COMPACTAS
Câmera modo manual Câmera modo p
Objetiva modo manual Função macro desativada
WB: Flash, sol, luz do dia WB: Flash
Abertura: f/8 ou f/11 Flash ativado
Tempo de exposição: 1/60, 1/100 Potência flash normal
ISO 200 ou 400 ISO 100
Modo de medição: Central ou spot Modo de medição: Central ou spot
Objetiva 90, 100 ou 105mm 100 – 110cm do objeto
Flash TTL (+1)
o A fotografia na odontologia é um ramo da área que é chamado de macrofotografia,
em que as objetivas fazem fotos a curta distancia com objetos muito pequenos e
com grande riqueza de detalhes, em que através dela consiga se comunicar com o
laboratório, realizar uma autocrítica ou até mesmo como documento legal.
o Cavidade oral e suas dificuldades de trabalho:
- Tem como dificuldade a iluminação (Que deve está sempre presente) e o
acesso.
- Abertura de boca e elasticidade da bochecha também podem ser como
grande dificuldade
- Salivação pode embaçar espelho, devido sua respiração mais quente e
úmida em relação ao meio exterior.
o Para que fotografar? Qual sua importância na Odontologia?
- Registrar um momento
- Enxergar detalhes que a olho vivo não se enxergaria
- Provocar reações
- Por motivos legais, ter a prova daquilo que se foi feito:
 Está sendo cada vez mais utilizado no dia-a-dia dos profissionais.
 Na odontologia, utiliza-se o formato RAW, que serve como negativo
digital da foto e ele é inalterado. Diferentemente do JPEG, que pode
ser alterado ou modificado.
 Não pode ter aplicada a compressão com perda de informação,
como ocorre com o popular JPEG.
- Diagnóstico e planejamento, em que melhora a visualização de como se
encontra a situação na boca, diferentemente do uso de apenas um modelo
de gesso.
- Autocrítica, pois analisamos o que pode ou não melhorar no seu trabalho
diário.
- Comunicação com laboratório, pois muitas vezes o único material utilizado
é o modelo em gesso, porém o laboratório deve trabalhar com esse
mesmo tipo de sistema.
- Marketing, pois o paciente consegue enxergar o resultado final do seu
tratamento com auxílio de programas digitais, através de um planejamento
digital, servindo como planejamento reverso, estimulando o paciente a
aceitar aquilo que foi proposto. Recobrimento vestibular, realizada c om
materiais diretos (Resinas) e indiretos (Porcelanas / Cerômeros).
o Luz e suas propriedades ópticas:
- Como uma imagem se forma – Através de uma fonte de luz, que ela
transmite energia, então ela bate no objeto e ela capta a reflexão dessa
luz.
- Isaac Newton decompôs a luz, descobriu que o comprimento de onda
visível é variável, e isso diferencia cada tipo de cor.
- A. H. Munssel (1905) definiu:
 Matiz – É a tonalidade da cor (Comprimento de onda)
 Ela que define se é branco, azul, preto, etc.
 Croma – É a saturação (Intensidade, pureza)
 Azul claro, escuro, azul piscina etc.
 Valor – Nível de claridade (Preto, branco, escuro-claro)
 Mais escuro ou mais claro.
- A matiz e o croma podem ser definidos como propriedade do objeto, ou
seja, é intrínseco ao objeto.
- Valor depende da incidência de luz, do polimento da superfície do objeto e
do fundo, ou seja, é extrínseco ao objeto.
 Tendo em vista a importância da regularização das câmeras,
padronizando as configurações, “batendo o branco” antes de tirar a
foto.
- Tecido ou tinta:
 Cor dos dentes humanos – 2%
 Escala vita serve de referência padrão entre o profissional e o
laboratório.
 Utilizar a escala de cor recomendada pelo fabricante do material que
vai ser utilizado.
- Metamerismo: Ocorre quando dois objetos com propriedades de reflexão
de luz diferentes (gráficos do espectro) apresentam uma aparência de cor
idêntica em condições de iluminação e observação específicas, e parecem
diferentes quando as condições de iluminação ou observação são
alteradas.
 Todo material que utilizamos em estética, deve se camuflar no dente.
 Ex: Restauração do dente com resina.
- Fluorescência: Capacidade do material absorver luz de um comprimento
de onda próximo à faixa ultravioleta (300 – 400nm), e depois a liberam
com um comprimento de onda maior (400 – 450nm).
- Translucidez: Propriedade do material de permitir a passagem de luz por
ele, absorver uma parte, dispersar e refletir seu restante na sua superfície
ou interface interna.
 Presente no esmalte.
- Opacidade: Propriedade do material de absorver, refletir e/ou dispersar a
luz na superfície.
o Textura da superfície e diferenças que são proporcionadas no resultado do
trabalho:
- Mais liso – Reflexão – Mais brilho
- Mais rugoso – Dispersão – Mais opaco
o Fonte de luz auxiliar que pode controlar a qualidade e a intensidade luminosa,
podendo emitir grande quantidade de luz com baixa energia consumida, de forma
muito rápida, podendo congelar pequenos movimentos. Possui semelhança com a
luz natural em termos de cor, promovendo consistência na tonalidade de cor e
facilitando o balanço de branco.
o Tipos de flash:
- Circular:
 Mais prático e mais resistente
 Posteriores bem iluminados
 Melhor para utilização coletiva
- Twin com fio:
 Maior riqueza de detalhes e textura
 Requer mais habilidade no manuseio diário
 Indicado para um único usuário
 Usa pilhas comuns
- Twin Wireless:
 Melhor para fotos criativas
 Aceita flashes adicionais
 Requer mais cuidado no manuseio diário
 Usa pilhas de maior custo
o Os flashes ficam próximos da objetiva permitindo uma iluminação adequada, sem
sombras para a maioria das fotos odontológicas.
Vantagens Desvantagens
Circular
Mais versátil e prático; Maior distância do objeto;
Ilumina mais uniformemente o
corredor bucal;
Fotos sem volume e muitas
vezes sem textura;
Fotos com espelho ou de
situações em cirurgia;
Brilho excessivo nos IC
superiores.
Menor custo.
Twin
Maior textura, volume e
esteticamente mais bela;
Falha de praticidade;
Maior visualização de detalhes; Sombra em pré e molares;
Funciona como flash rebatido. Grandes sombras em cirurgia;
Custo elevado.
o Protocolo fotográfico para seleção de cor:
- Ajustar a câmera
- Umedecer sempre
- Seleção do branco em uma folha de papel ofício branca
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AV1 - APOSTILA DE FOTOGRAFIA NA ODONTOLOGIA

  • 1. o RAYSSA MENDONÇA – 10º SEMESTRE
  • 2. o Objetivos: - Compreender os fundamentos da fotografia - Ter uma base segura para execução de procedimentos de captura e edição de imagens - Selecionar o equipamento necessário de acordo com sua necessidade e com seu objetivo - Realizar corretamente a tomada de imagens intra e/ou extraorais - Realizar edição e tratamento de imagens, sem a utilização de photoshop - Planejar e realizar o planejamento digital do sorriso o Fotografia: - Foto = Luz - Grafia = Escrita - Significados:  Arte ou processo de reproduzir imagens sobre uma superfície fotossensível pela ação de energia radiante.  Reprodução ou cópia fiel de algo. o Para que fotografar? Qual sua importância na Odontologia? - Registrar um momento - Enxergar detalhes que a olho vivo não se enxergaria - Provocar reações - Por motivos legais, ter a prova daquilo que se foi feito  Está sendo cada vez mais utilizado no dia-a-dia dos profissionais.  Na odontologia, utiliza-se o formato RAW, que serve como negativo digital da foto e ele é inalterado. Diferentemente do JPEG, que pode ser alterado ou modificado.  Não pode ter aplicada a compressão com perda de informação, como ocorre com o popular JPEG. - Diagnóstico e planejamento, em que melhora a visualização de como se encontra a situação na boca, diferentemente do uso de apenas um modelo de gesso. - Autocrítica, pois analisamos o que pode ou não melhorar no seu trabalho diário. - Comunicação com laboratório, pois muitas vezes o único material utilizado é o modelo em gesso, porém o laboratório deve trabalhar com esse mesmo tipo de sistema. - Marketing, pois o paciente consegue enxergar o resultado final do seu tratamento com auxílio de programas digitais, através de um planejamento digital, servindo como planejamento reverso, estimulando o paciente a aceitar aquilo que foi proposto. Exemplo: o Qual melhor equipamento? - Equipamento sozinho não faz foto! Não adianta ter o melhor equipamento e não saber usar e nem entendê-lo.
  • 3. - Equipamento ideal é:  Câmera DSLR em que a lente é intercambiável.  Lentes:  105mm Nikon  100mm Canon  Flash:  Circular: Ele é excelente porque fica no nível do local em que se quer tirar foto, pois a foto luminosa é no bocal da lente. Indicado para posteriores.  Twins: São duas lentes, porém sua limitação é que é indicado apenas para anteriores. - Acessórios essenciais que utilizamos são:  Afastador em “C”  Expandex  Espelho de contraste, muito bom para foto de anteriores.  Tecido preto fosco  Espelho metálico, para fazer fotografias de dentes posteriores.
  • 4. o História: - Johann Henrich Schulze (1727) – Bromureto de prata - Carl Sheele (1777) – Banho de amoníaco tornava insolúveis os sais de prata afetados pela luz. - Jean Senebier (1782) – Velocidade com que as cores do espectro de luz atuavam sobre o cloreto de prata (Surgiram as primeiras diferenças de tonalidades nas fotos). - Wedgwood e Davy (1802) – Fixação temporária de desenhos brancos sobre o fundo escuro (Azoto de prata). - Joseph Nicéphose (1816) – Começar a misturar cloreto de prata com ácido nítrico para fixar algumas imagens. - Joseph Nicéphose (1822) – Começar a misturar cobre, crista e verniz de asfalto para fixar as fotografias, porém ainda não tinham muita qualidade. - Louis-Jacques (1820) – Utilizou câmara escura para obter quadros. - Louis-Jacques (1827) – Começou a trocar informações com Niépce e tornaram-se sócios. - Louis-Jacques (1839) – Daguerreótipo: Foi o primeiro processo fotográfico a ser anunciado e comercializado; Que era uma placa de cobre banhada com sais de prata e vapores de iodo, revelada com mercúrio aquecido, e inalterada quando submersa em uma solução aquecida de sal de cozinha; Tempo de exposição de 15 a 30 minutos; Obtem-se um positivo. - Josef Petzval (1830) – Lente dupla (Acromática), que diminuiu drasticamente o tempo de exposição. - Fox Talbot (1835) – Primeiras fotografias em negativos e com menos de 1m de exposição. - Frederick Scott (1851) – Colódio úmido (Chapa úmida) – Produzia negativos ricos em detalhes e em textura. - (1869) – Conseguiram produzir a primeira foto colorida. o Tipos de sensores: - CCD - CMOS - Super CCD - Foveon X3 o BIT: - Sistema binário, base 2, em que a informação é escrita, composto apenas por o 0 e 1. - Bit – Binary Digit - Branco absoluto 0 ← Cada cor possui seu código em Bits próprio → Preto absoluto 255 o BYTE: - 1 Byte = 8 Bits - Refere-se à qualidade da imagem:  Quão próximo às linhas podem ficar umas das outras e ainda serem visíveis;  Quanto mais linhas separadas se conseguem identificar numa imagem, melhor é a qualidade da lente;  Olho humano – 0,1mm de distância
  • 5.  Quanto mais próximo se está da imagem, maior deve ser a densidade de pixels o PIXELS: - Refere-se ao tamanho da imagem. - Pixel = Picture elements - 1 megapixel (MP) = 1 milhão de pixels - Quanto mais pixels, maior o tamanho da fotografia. - É o menor elemento num dispositivo de exibição (como por exemplo um monitor), ao qual é possível atribuir-se uma cor. De uma forma mais simples, um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de milhares de pixels formam a imagem inteira.
  • 6. o Classificação das câmeras fotográficas: - Compactas básicas:  Exemplo: Smartphones  Point-n-shoot – “Mire e aperte”  Tem zoom e distância focal pequena  Tamanho de câmera reduzido  Pode ou não filmar em HD (Recursos avançados)  Pode ou não filmar em câmera lenta (Recursos avançados)  Pouca luz  Vantagens:  Portabilidade: Fáceis de transportar e manusear; Ideal para momentos casuais.  Simplicidade: Fácil de utilizar  Segurança: Discretas e fáceis de guardar  Preços acessíveis  Limitações:  Lentes: Não é possível trocá-las.  Imagens escuras: Baixo desempenho  Modelos avançados: Preços elevados  Modo manual limitado - Compactas avançadas:  Exemplo: Semi-profissionais (Não mudam as lentes)  Lentes fixas  Mais opções de ajustes e recursos em comparação com as básicas  Boa resolução e zoom potentes  Possibilita adaptadores e soluções “improvisadas” – Uso de filtros  Vantagens:  Zoom: Zoom digital mais potente  Controles manuais: Ajustes de ISSO, abertura e foco  Preços competitivos  Limitações:  Lentes: Não podem trocar  Viewfinder eletrônico consome bateria  Portabilidade: Chama mais atenção e não é muito compacta - Reflex (DSLR):  Exemplo: Profissionais (Mudam as lentes)  Nas câmeras compactas, elas não reproduzem a mesma imagem que vemos durante a hora em que estamos fotografando, já as DSLR sim, elas reproduzem.  As compactas não têm espelho, já as DSLR têm.  Vantagens:  Viewfinder óptico: Permite ver exatamente o que a câmera está enxergando.  Baixo uso da bateria.  Lentes: Intercambiáveis  Modelos básicos: Preços competitivos com as mais avançadas.  Controles manuais: Botões distribuídos no corpo da câmera.
  • 7.  Limitações:  Portabilidade: Chama muito atenção.  Acessórios: Às vezes custam mais caro do que a própria câmera em si.  Complexidade: Deve conhecer o que a câmera pode oferecer para extrair o que ela pode dar.  Suporte/Garantia. CB CA DSLR Transporte ↑ ↑ ↓ Dificuldade ↑ ↑ ↓ Qualidade ↓ / média ↓ /média ↑ variável Custo ↓ ↓ / médio ↑ ou muito ↑ Experiência ↓ ↓ / média ↑ o Objetivas e distância focal: - Objetivas:  Objetivas são o “olho” da câmera.  É a entrada da luz.  A lente é composta por várias lentes, é o que diferencia as câmeras.  As lentes são feitas de cristal.  Quanto maior a pureza do cristal, mais nítida a imagem.  A função básica da lente é controlar o foco e entrada de luz do objeto principal.  O diafragma que faz com que controle o foco; Que se abrem e fecham, controlando a luz. - Distância focal:  É a distância em mm da ponta da lente até o sensor ou filme.  Quanto menor a distância, maior a aproximação do objeto e maior a distorção  Tipos:  Objetiva olho-de-peixe  Objetiva ultragrande-angular  Objetiva grande angular – 10 até 50mm; Grande ângulo de visão; Causam distorção dos planos; Sensação de prolongamento.  Objetiva padrão – 50 até 70mm; A imagem projetada tem distorção muito próxima ao do olho humano.  Teleobjetiva – a partir de 70mm; Imagens mais ampliadas.  Ultra teleobjetiva  Objetivas zoom – Mais versáteis por agregar diversas distâncias.  Objetivas macro – Permite fotografar a poucos cm de distância; Ampliação real 1:1 o Como se escolher uma câmara fotográfica? - Quais suas ambições? - Qual seu objetivo com essa câmera? - Para odontologia é indicado uma DSLR, como também indica-se uma compacta avançada, apesar de suas limitações, depende primeiramente do objetivo da pessoa em usá-la.
  • 8. o Luz – Isaac Newton (1643 – 1727) - Em 1672 – Nova teoria sobre luz e cores - Hipótese da luz - Discurso sobre as observações o A lente funciona exatamente como a nossa pupila. Na presença de luz ela contrai, no escuro ela dilata. A lente da câmera funciona como uma pupila mecânica, que abre e fecha, e quem faz essa função da pupila é o diafragma. o O diafragma é composto com lâminas metálicas que abrem e fecham de acordo com o tipo de lente, para permitir uma maior ou menor passagem de luz. o Essa abertura do diafragma é importante para as fotografias, pois o fato de abrir e fechar regula a quantidade de luz. A abertura do diafragma é medida por um valor “f/x”, onde x é o número correspondente à abertura. Atenção: Quanto maior esse número, mais fechado o diafragma está. Quanto menor esse número, mais aberto o diafragma está. o A luminosidade de uma objetiva depende: - Da abertura do diafragma, pois quanto maior a abertura, menor o “f”. Quanto mais fechado, menos luz Quanto mais aberto, mais luz Abrir um ponto Fechar um ponto
  • 9. - Da qualidade e quantidade dos cristais internos, pois uma lente é composta por várias outras lentes. o Profundidade de campo – Zona de focagem nítida aceitável à frente e à trás do ponto de focagem real. - Campo é a parte da fotografia na qual os objetos aparecem definidos com nitidez, ou seja, são os objetos que estão focados. - Profundidade é a extensão desse campo. - Profundidade de campo X Abertura do diafragma:  A abertura do diafragma inversamente proporcional à profundidade de campo, ou seja, quanto maior a abertura, menor a profundidade de campo.  Ela é diretamente proporcional a distância do objeto, pois quanto mais distante maior a profundidade de campo.  Para a odontologia isso é muito importante, pois deve ter uma abertura pequena (Maior o “f”) para poder pegar maior número de dentes possíveis. o Obturador: - Controla o tempo em que o sensor digital fica exposto à luz. - Ele serve como uma cortina atrás da lente, ela funciona de acordo com o que você comanda, para ficar aberta ou fechada na velocidade que você programar. - Velocidade do obturador é em segundos ou em fração de segundos. - Essa velocidade é importante para diversas tomadas fotográficas, por exemplo: Um beija-flor bate as asas muito mais rápido, ou seja, o beija-flor vai requerer uma velocidade maior. - Da mesma forma, principalmente em fotos noturnas, você vai precisar deixar a câmera exposta por mais tempo para conseguir um resultado legal, e isso deve ser feito sempre com a ajuda de um tripé ou um apoio para evitar “tremidos” na foto. Obturador muito tempo aberto e velocidade baixa Obturador pouco tempo aberto e velocidade alta
  • 10. o Distância focal X Velocidade: - 50mm X 1/50 - Abaixo de 1/30 – Tripé o ISO – Disciplina a sensibilidade do sensor em relação à quantidade de luz, ao ruído do sensor, e à aparência da imagem resultante como parâmetros interdependentes. o Granulação ou ruído – Efeito poroso obtido pela concentração de grão de “haleto”, que formam a imagem. o Balanço de branco – Equilibrar a cor da imagem em relação à temperatura da cor da fonte luminosa. FOTOGRAFIA INTRABUCAL REFLEX COMPACTAS Câmera modo manual Câmera modo p Objetiva modo manual Função macro ativa WB: Flash, sol, luz do dia WB: Flash Abertura: f/22, f/25, f/27 Flash ativado Tempo de exposição: 1/125, 1/160 Potência flash: -1 ISO 100 ou 200 ISO 100 Modo de medição: Central ou spot Modo de medição: Central ou spot Objetiva 90, 100 ou 105mm 30 – 40cm do objeto Flash TTL (+1/3 ou +2/3) Zoom 2x ou 3x FOTOGRAFIA DE FACE REFLEX COMPACTAS Câmera modo manual Câmera modo p Objetiva modo manual Função macro desativada WB: Flash, sol, luz do dia WB: Flash Abertura: f/8 ou f/11 Flash ativado Tempo de exposição: 1/60, 1/100 Potência flash normal ISO 200 ou 400 ISO 100 Modo de medição: Central ou spot Modo de medição: Central ou spot Objetiva 90, 100 ou 105mm 100 – 110cm do objeto Flash TTL (+1)
  • 11. o A fotografia na odontologia é um ramo da área que é chamado de macrofotografia, em que as objetivas fazem fotos a curta distancia com objetos muito pequenos e com grande riqueza de detalhes, em que através dela consiga se comunicar com o laboratório, realizar uma autocrítica ou até mesmo como documento legal. o Cavidade oral e suas dificuldades de trabalho: - Tem como dificuldade a iluminação (Que deve está sempre presente) e o acesso. - Abertura de boca e elasticidade da bochecha também podem ser como grande dificuldade - Salivação pode embaçar espelho, devido sua respiração mais quente e úmida em relação ao meio exterior. o Para que fotografar? Qual sua importância na Odontologia? - Registrar um momento - Enxergar detalhes que a olho vivo não se enxergaria - Provocar reações - Por motivos legais, ter a prova daquilo que se foi feito:  Está sendo cada vez mais utilizado no dia-a-dia dos profissionais.  Na odontologia, utiliza-se o formato RAW, que serve como negativo digital da foto e ele é inalterado. Diferentemente do JPEG, que pode ser alterado ou modificado.  Não pode ter aplicada a compressão com perda de informação, como ocorre com o popular JPEG. - Diagnóstico e planejamento, em que melhora a visualização de como se encontra a situação na boca, diferentemente do uso de apenas um modelo de gesso. - Autocrítica, pois analisamos o que pode ou não melhorar no seu trabalho diário. - Comunicação com laboratório, pois muitas vezes o único material utilizado é o modelo em gesso, porém o laboratório deve trabalhar com esse mesmo tipo de sistema. - Marketing, pois o paciente consegue enxergar o resultado final do seu tratamento com auxílio de programas digitais, através de um planejamento digital, servindo como planejamento reverso, estimulando o paciente a aceitar aquilo que foi proposto. Recobrimento vestibular, realizada c om materiais diretos (Resinas) e indiretos (Porcelanas / Cerômeros). o Luz e suas propriedades ópticas: - Como uma imagem se forma – Através de uma fonte de luz, que ela transmite energia, então ela bate no objeto e ela capta a reflexão dessa luz. - Isaac Newton decompôs a luz, descobriu que o comprimento de onda visível é variável, e isso diferencia cada tipo de cor. - A. H. Munssel (1905) definiu:  Matiz – É a tonalidade da cor (Comprimento de onda)  Ela que define se é branco, azul, preto, etc.  Croma – É a saturação (Intensidade, pureza)  Azul claro, escuro, azul piscina etc.  Valor – Nível de claridade (Preto, branco, escuro-claro)  Mais escuro ou mais claro.
  • 12. - A matiz e o croma podem ser definidos como propriedade do objeto, ou seja, é intrínseco ao objeto. - Valor depende da incidência de luz, do polimento da superfície do objeto e do fundo, ou seja, é extrínseco ao objeto.  Tendo em vista a importância da regularização das câmeras, padronizando as configurações, “batendo o branco” antes de tirar a foto. - Tecido ou tinta:  Cor dos dentes humanos – 2%  Escala vita serve de referência padrão entre o profissional e o laboratório.  Utilizar a escala de cor recomendada pelo fabricante do material que vai ser utilizado. - Metamerismo: Ocorre quando dois objetos com propriedades de reflexão de luz diferentes (gráficos do espectro) apresentam uma aparência de cor idêntica em condições de iluminação e observação específicas, e parecem diferentes quando as condições de iluminação ou observação são alteradas.  Todo material que utilizamos em estética, deve se camuflar no dente.  Ex: Restauração do dente com resina. - Fluorescência: Capacidade do material absorver luz de um comprimento de onda próximo à faixa ultravioleta (300 – 400nm), e depois a liberam com um comprimento de onda maior (400 – 450nm). - Translucidez: Propriedade do material de permitir a passagem de luz por ele, absorver uma parte, dispersar e refletir seu restante na sua superfície ou interface interna.  Presente no esmalte. - Opacidade: Propriedade do material de absorver, refletir e/ou dispersar a luz na superfície. o Textura da superfície e diferenças que são proporcionadas no resultado do trabalho: - Mais liso – Reflexão – Mais brilho - Mais rugoso – Dispersão – Mais opaco o Fonte de luz auxiliar que pode controlar a qualidade e a intensidade luminosa, podendo emitir grande quantidade de luz com baixa energia consumida, de forma muito rápida, podendo congelar pequenos movimentos. Possui semelhança com a luz natural em termos de cor, promovendo consistência na tonalidade de cor e facilitando o balanço de branco. o Tipos de flash: - Circular:  Mais prático e mais resistente  Posteriores bem iluminados  Melhor para utilização coletiva - Twin com fio:  Maior riqueza de detalhes e textura  Requer mais habilidade no manuseio diário  Indicado para um único usuário  Usa pilhas comuns - Twin Wireless:  Melhor para fotos criativas
  • 13.  Aceita flashes adicionais  Requer mais cuidado no manuseio diário  Usa pilhas de maior custo o Os flashes ficam próximos da objetiva permitindo uma iluminação adequada, sem sombras para a maioria das fotos odontológicas. Vantagens Desvantagens Circular Mais versátil e prático; Maior distância do objeto; Ilumina mais uniformemente o corredor bucal; Fotos sem volume e muitas vezes sem textura; Fotos com espelho ou de situações em cirurgia; Brilho excessivo nos IC superiores. Menor custo. Twin Maior textura, volume e esteticamente mais bela; Falha de praticidade; Maior visualização de detalhes; Sombra em pré e molares; Funciona como flash rebatido. Grandes sombras em cirurgia; Custo elevado. o Protocolo fotográfico para seleção de cor: - Ajustar a câmera - Umedecer sempre - Seleção do branco em uma folha de papel ofício branca - Testar potência do flash - Método da comparação (Matiz) - Preto e branco (Valor e caracterização)