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FILMES RADIOGRÁFICOS
!
! Após os raios-X interagirem com o grupo dentário e/ou tecido ósseo de
suporte a ser radiografado, parte da radiação é absorvida por estes tecidos e
parte os atravessa e atinge uma superfície de registro (receptor de imagem), que
necessita ser processada para formar uma imagem final à ser interpretada.
Mesmo com toda a evolução da “radiologia digital”, os filmes radiográficos ainda
são os receptores de imagem mais utilizados para radiografias dentárias.

 EMBALAGEM

 Os filmes radiográficos intra-orais ou intrabucais são acondicionados em
uma embalagem ou invólucro externo de plástico ou plástico e papel a prova de
luz e umidade, umidade que provem especialmente da saliva do paciente. Dentro
do invólucro externo, estes filmes são envoltos por um papel preto opaco que o
protege ainda mais da entrada de luz. Ainda dentro da embalagem, na face
contrária de exposição, há uma delgada lâmina de chumbo que possui algumas
finalidades específicas:
♦ proteger o filme contra a radiação secundária produzida pelos tecidos moles
do paciente, diminuindo a formação de véu na imagem;
♦ indicar quando o filme foi exposto do lado contrário (função atribuída à um
decalque na forma de espinha de peixe que é impresso nessa lâmina);
♦ aumentar a resistência da película durante a exposição.
Também na face contrária de exposição da embalagem há uma “lingueta”
em forma de “V”, por onde se deve abrir o filme, e nesta mesma face encontram-
se as especificações do filme, ou seja, o tipo de filme quanto a marca, tamanho,
sensibilidade, quantidade, etc.
Há ainda no filme uma saliência denominada PICOTE. Este picote auxilia no
posicionamento do filme durante a exposição, no posicionamento do grampo no
processamento e na posterior montagem e identificação dos filmes, pois ajuda
diferenciar radiografias realizadas dos lados direito e esquerdo do paciente. O
picote tem formato côncavo na face contrária de exposição e convexo ou saliente
na face de exposição.
Atualmente, fazendo parte da embalagem dos filmes, pode haver também
uma proteção plástica para controle de infecção. Todavia, filmes com esta
proteção plástica podem custar mais caro. Assim, para controle de infecção, pode
ser usado filme plástico (PVC) para embalar os filmes ou sacos plásticos.
1
CONSTITUIÇÃO
Basicamente, os filmes são constituídos por 2 partes: Base e Emulsão
Entre estes dois componentes é colocado um material adesivo que os
mantém num contato íntimo e uniforme, e sobre a emulsão é colocada uma capa
protetora de que irá protegê-la da arranhões, pressão e contaminação durante o
processamento e armazenagem do filme.
Base: É o suporte para a emulsão do filme radiográfico, assim, sua principal
função é promover uma estrutura rígida onde a emulsão possa ser colocada. Esta
base é flexível para permitir facilidade de adaptação durante a exposição, mas
suficientemente rígida para permitir manipulação. Ela deve ser fina, plana,
transparente e de coloração azulada ou esverdeada.
A primeira base para filmes foi uma PLACA DE VIDRO, que foi substituída
por uma base de nitarto de celulose em 1913 quando a Kodak lançou o primeiro
filme radiográfico. Entretanto, esse material não oferecia segurança à
manipulação e principalmente armazenagem, por se tratar de um material
inflamável. Assim, em meados da década de 20, esta base de nitrato de celulose
foi substituída por outra de TRIACETATO DE CELULOSE, que tinha as mesmas
características da antecessora com a vantagem de não ser inflamável. Na década
de 60, lançou-se a base de POLIESTER, que é a mesma usada nos filmes atuais.
Essa base de poliester possui algumas vantagens sobre a base de triacetato de
celulose, como ser mais resistente (permitindo transporte em processadora
automática) e também mais delgada (tem 175μm).
Emulsão: A emulsão é a parte mais importante do filme, uma vez que é o
material com o qual os raios X interagem produzindo informações. Ela consiste na
mistura homogênea de gelatina e cristais de halogenetos de prata.
1. Gelatina: É um material de alta qualidade, clara para transmitir luz e
suficientemente porosa para que os químicos de processamento possam entrar e
chegar aos cristais de halogenetos de prata. Sua principal função é servir de
suporte para os cristais.
2. Cristais de Halogenetos de Prata: São o ingrediente ativo da emulsão
radiográfica (ou seja, é exatamente com eles que interagem a radiação X e os
líquidos de processamento). Na emulsão, 95% dos cristais são BROMETO DE
2
PRATA, e o restante são IODETO DE PRATA. As diferenças na velocidade, contraste
e resolução dos vários filmes radiográficos são determinadas por como os cristais
de prata são fabricados e misturados à gelatina (concentração, tamanho, forma e
distribuição do cristal na emulsão).
Os filmes são fabricados com DUPLA EMULSÃO, ou seja, é colocada emulsão
em ambos os lados da base. Esta dupla emulsão torna o filme mais sensível,
necessitando assim de uma quantidade menor de radiação para expor os filmes,
diminuindo a dose de radiação ao paciente. Além disso, a dupla emulsão aumente
a resolução do filme, oferecendo uma imagem diagnostica mais precisa.
CLASSIFICAÇÃO
Os filmes radiográficos podem ser classificados de acordo com a utilização,
o tamanho, a quantidade de filmes na embalagem e a sensibilidade dos filmes.
1. Quanto à utilização
Quanto a utilização os filmes podem ser fabricados para uso dentro da
cavidade oral (intra-orais ou intrabucais), fora da cavidade oral (extra-orais ou
extrabucais) e para medir a exposição a que se submetem os operadores de
raios-X (dosimétricos).
Os filmes intra-orais podem ser de 3 tipos: periapicais, interproximais
(bitewings) e oclusais. Os periapicais são usados para visualização de coroas,
raízes e osso alveolar subjacente. Os interproximais também chamados
bitewings, servem para visualizar as coroas dos dentes superiores e inferiores em
um único filme, evidenciando as faces proximais dos mesmos. Possuem este
nome, bitewing, por causa de sua “asa de mordida”, colocada na face de
exposição, que serve para a estabilização do filme durante a realização da
radiografia. Os filmes oclusais são maiores que os periapicais e interproximais,
servindo para mostrar grandes áreas de maxila e mandíbula. Podem ser
adaptados para uso extra oral na técnica lateral de mandíbula quando do uso
odontopediátrico, ou para técnica de ossos próprios do nariz (OPN) em adultos e
crianças.
3
Os filmes extra-orais ou extrabucais, como o nome diz, são usados para
realizar radiografias fora da cavidade oral, e faremos uma maior explicação sobre
os mesmos quando trabalharmos com as técnicas radiográficas extrabucais.
Já os filmes dosimétricos são filmes especiais, que não servem para realizar
radiografias, mas sim para medir a exposição dos operadores de raios-X e do
ambiente de exposição à radiação. Eles são usados por um certo período no bolso
deste operador, depois são processados e sua densidade é mensurada em um
aparelho especial, para medir a quantidade de radiação que o operador recebeu,
em seu ambiente de trabalho.
2. Quanto ao tamanho
Filmes Intrabucais
N˚ (Tamanho / Tipo) Dimensões (cm)
PERIAPICAIS
1.0 2,2 x 3,4
1.1 2,3 x 3,9
1.2 3,1 x 4,0
INTERPROXIMAIS
2.0 2,2 x 3,4
2.1 2,3 x 3,9
2.2 3,1 x 4,0
2.3 2,6 x 5,3
OCLUSAIS
3.4 5,7 x 7,6
3. Quanto à quantidade
Os filmes intrabucais podem ser simples, quando há apenas 1 película na
embalagem ou duplos, quando acondicionam 2 películas na mesma embalagem.
A grande vantagem dos filmes duplos é possibilitar ao profissional ter 2
radiografias idênticas do mesmo caso, mantendo uma cópia de arquivo para
4
comparação futura na preservação ou seguimento de um caso. Ainda, esse filme
duplo possibilita a obtenção de 2 radiografias com densidades diferentes pela
variação do tempo de revelação, durante o processamento.
4. Quanto à sensibilidade
A sensibilidade corresponde à eficácia com que o filme radiográfico
responde à exposição. Esta é comumente chamada de velocidade, que se refere à
capacidade do filme em produzir imagens com maior ou menor quantidade de
radiação. A sensibilidade é medida em röntgen-recíproco (R∗) que é 1/R, e para
classificar os filmes dentro de uma certa sensibilidade específica, foram
estabelecidas faixas de sensibilidades denominadas por uma letra do alfabeto: D
(14,0 - 28,0 R*), E (28,0 - 56,0 R*) e F (56,0 - 112,0 R*).
Hoje, os filmes usados para radiografias intrabucais são os dos grupos D, E
e F, os filmes dos grupos A, B e C não são mais utilizados porque necessitam de
uma dose muito grande de radiação, que com o uso dos filmes dito “rápidos”,
torna-se desnecessária. Os filmes E e F são mais sensíveis que os D. Isto deve-se
a forma e a disposição dos cristais de halogenetos prata na emulsão. Os cristais
dos filmes E e F são achatados e tabulares, com um diâmetro médio de 1,6μm e
os cristais dos filmes D são globulares e com 1μm de diâmetro. Além disso, os
cristais dos filmes E e F são orientados paralelos com a face do filme que oferece
uma grande área de secção para o feixe de radiação. A diferença na sensibilidade
dos filmes E e F deve-se ao número de cristais, que é maior no filme F. Segundo o
fabricante dos filmes, a dose de radiação necessária para o filme E pode ser
diminuída em 50% em relação ao filme D. Já a dose de radiação para o filme F
pode ser diminuída em até 20% em relação ao filme E, e até 60% em relação ao
filme D.
5
Grãos Tabulares (Filmes E e F) Grãos Globulares (Filmes D)
CARACTERÍSTICAS DOS FILMES RADIOGRÁFICOS
Quando um filme é exposto à um feixe de radiação e depois processado, os
cristais de halogenetos de prata de emulsão que foram atingidos pelos raios-X
são transformados em grãos de prata metálica. Estes grãos de prata bloqueiam a
transmissão de luz e dão ao filme uma aparência escura. O grau de escurecimento
obtido por um filme após seu processamento é o que entende-se por DENSIDADE
ÓPTICA OU DENSIDADE RADIOGRÁFICA. A densidade, ou o grau de escurecimento
do filme depende da intensidade do feixe de radiação, da composição do objeto
radiografado, do filme radiográfico e de como ele foi processado.
Um filme tem grande valor diagnóstico quando as estruturas de interesse
tem uma extensão de densidade entre 0,25 e 2,0. À partir da densidade podem
ser estabelecidas as propriedades sensitométricas dos filmes radiográficos:
CONTRASTE, SENSIBILIDADE e LATITUDE
1. Contraste
É o termo que descreve as diferenças de densidade nas várias regiões de
um filme. Ele é definido como as diferenças de densidades entre regiões claras e
escuras da radiografia. Quando uma radiografia mostra grandes diferenças entre
as áreas claras e escuras (entre branco e preto), diz-se que ela tem ALTO
CONTRASTE. Isto também é definido como uma ESCALA CURTA DE CONTRASTE,
porque poucos tons de cinza estão presentes entre as imagens brancas e pretas
6
do filme. Uma imagem radiográfica composta de grandes variações de cinzas
claros e escuros é de BAIXO CONTRASTE, também referida como tendo uma
ESCALA LONGA DE CONTRASTE.
Alto Contraste / Escala Curta de Contraste
Baixo Contraste / Escala Longa de Contraste
2. Sensibilidade
A sensibilidade (ou velocidade) refere-se à capacidade do filme de produzir
imagens radiográficas com maior ou menor quantidade de radiação. E está
relacionada com o tamanho, tipo, forma e distribuição dos grãos de prata da
emulsão.
3. Latitude
A latitude de um filme é a medida da extensão de exposição que pode ser
gravado com densidades distinguíveis em um filme, isto é, é a capacidade de um
filme de ser tanto superexposto como subexposto e produzir imagens aceitáveis
para diagnóstico.
Ex: Existem 3 filmes, um com sensibilidade D, um com sensibilidade E e um
terceiro com sensibilidade F. Ao realizar radiografias com o filme de sensibilidade
D, foram feitas imagens com qualidades para diagnóstico na faixa de exposição
de 0,4 à 1,0s. Com o filme E, na faixa de 0,3 à 0,8s e com o filme F, com 0,2 à
0,6s. Assim, o filme com maior latitude foi o filme D, que permitiu uma faixa
maior de exposição sem ser sub ou superexposto.
Ressalta-se que a latitude é inversamente proporcional à sensibilidade, ou
seja, quanto maior a sensibilidade do filme, menor será sua latitude.
DETALHE E/OU DEFINIÇÃO
A capacidade de um filme de registrar detalhes muitos finos chama-se
definição, que é um efeito composto da granulação do filme, poder de resolução,
e tipo de solução de processamento.
7
Os fatores que influenciam no detalhe são, pela ordem: granulação do filme
radiográfico (quanto menor os cristais de prata, maior o detalhe da imagem),
soluções de processamento, quilovoltagem dos aparelhos e placas
intensificadoras (acessório utilizado em radiografias extrabucais).
ARMAZENAMENTO DOS FILMES
Os filmes radiográficos, dentro das caixas, estão envolvidos em um
laminado à prova de vapor e umidade. Os periapicais são ainda mantidos por uma
cinta plástica que estabiliza a carga (nos movimentos de transporte) e facilita a
colocação no dispensador.
Externamente nas tampas das caixas, geralmente encontra-se a data de
vencimento dos filmes, podendo esta data ser prorrogada armazenando-se os
filmes em refrigerador, mas evitando o seu contato com a umidade. As caixas
ainda fechadas devem ser armazenadas à temperatura entre 10 e 21ºC
(temperatura encontrada em refrigerador comum da parte média para baixo) e de
40 a 60% de umidade relativa do ar.
Para armazenar os filmes em consultório, deve-se coloca-los em um local
onde não haja temperatura e umidade excessivas, radiações perdidas, etc., pois
estes materiais são muito sensíveis à luz, aos raios x, e à gases vapores, e não
deve-se colocar outros objetos sobre estas caixas de filmes, pois esta pressão
pode ocasionar defeitos nos mesmos.
8

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  • 1. FILMES RADIOGRÁFICOS ! ! Após os raios-X interagirem com o grupo dentário e/ou tecido ósseo de suporte a ser radiografado, parte da radiação é absorvida por estes tecidos e parte os atravessa e atinge uma superfície de registro (receptor de imagem), que necessita ser processada para formar uma imagem final à ser interpretada. Mesmo com toda a evolução da “radiologia digital”, os filmes radiográficos ainda são os receptores de imagem mais utilizados para radiografias dentárias. EMBALAGEM Os filmes radiográficos intra-orais ou intrabucais são acondicionados em uma embalagem ou invólucro externo de plástico ou plástico e papel a prova de luz e umidade, umidade que provem especialmente da saliva do paciente. Dentro do invólucro externo, estes filmes são envoltos por um papel preto opaco que o protege ainda mais da entrada de luz. Ainda dentro da embalagem, na face contrária de exposição, há uma delgada lâmina de chumbo que possui algumas finalidades específicas: ♦ proteger o filme contra a radiação secundária produzida pelos tecidos moles do paciente, diminuindo a formação de véu na imagem; ♦ indicar quando o filme foi exposto do lado contrário (função atribuída à um decalque na forma de espinha de peixe que é impresso nessa lâmina); ♦ aumentar a resistência da película durante a exposição. Também na face contrária de exposição da embalagem há uma “lingueta” em forma de “V”, por onde se deve abrir o filme, e nesta mesma face encontram- se as especificações do filme, ou seja, o tipo de filme quanto a marca, tamanho, sensibilidade, quantidade, etc. Há ainda no filme uma saliência denominada PICOTE. Este picote auxilia no posicionamento do filme durante a exposição, no posicionamento do grampo no processamento e na posterior montagem e identificação dos filmes, pois ajuda diferenciar radiografias realizadas dos lados direito e esquerdo do paciente. O picote tem formato côncavo na face contrária de exposição e convexo ou saliente na face de exposição. Atualmente, fazendo parte da embalagem dos filmes, pode haver também uma proteção plástica para controle de infecção. Todavia, filmes com esta proteção plástica podem custar mais caro. Assim, para controle de infecção, pode ser usado filme plástico (PVC) para embalar os filmes ou sacos plásticos. 1
  • 2. CONSTITUIÇÃO Basicamente, os filmes são constituídos por 2 partes: Base e Emulsão Entre estes dois componentes é colocado um material adesivo que os mantém num contato íntimo e uniforme, e sobre a emulsão é colocada uma capa protetora de que irá protegê-la da arranhões, pressão e contaminação durante o processamento e armazenagem do filme. Base: É o suporte para a emulsão do filme radiográfico, assim, sua principal função é promover uma estrutura rígida onde a emulsão possa ser colocada. Esta base é flexível para permitir facilidade de adaptação durante a exposição, mas suficientemente rígida para permitir manipulação. Ela deve ser fina, plana, transparente e de coloração azulada ou esverdeada. A primeira base para filmes foi uma PLACA DE VIDRO, que foi substituída por uma base de nitarto de celulose em 1913 quando a Kodak lançou o primeiro filme radiográfico. Entretanto, esse material não oferecia segurança à manipulação e principalmente armazenagem, por se tratar de um material inflamável. Assim, em meados da década de 20, esta base de nitrato de celulose foi substituída por outra de TRIACETATO DE CELULOSE, que tinha as mesmas características da antecessora com a vantagem de não ser inflamável. Na década de 60, lançou-se a base de POLIESTER, que é a mesma usada nos filmes atuais. Essa base de poliester possui algumas vantagens sobre a base de triacetato de celulose, como ser mais resistente (permitindo transporte em processadora automática) e também mais delgada (tem 175μm). Emulsão: A emulsão é a parte mais importante do filme, uma vez que é o material com o qual os raios X interagem produzindo informações. Ela consiste na mistura homogênea de gelatina e cristais de halogenetos de prata. 1. Gelatina: É um material de alta qualidade, clara para transmitir luz e suficientemente porosa para que os químicos de processamento possam entrar e chegar aos cristais de halogenetos de prata. Sua principal função é servir de suporte para os cristais. 2. Cristais de Halogenetos de Prata: São o ingrediente ativo da emulsão radiográfica (ou seja, é exatamente com eles que interagem a radiação X e os líquidos de processamento). Na emulsão, 95% dos cristais são BROMETO DE 2
  • 3. PRATA, e o restante são IODETO DE PRATA. As diferenças na velocidade, contraste e resolução dos vários filmes radiográficos são determinadas por como os cristais de prata são fabricados e misturados à gelatina (concentração, tamanho, forma e distribuição do cristal na emulsão). Os filmes são fabricados com DUPLA EMULSÃO, ou seja, é colocada emulsão em ambos os lados da base. Esta dupla emulsão torna o filme mais sensível, necessitando assim de uma quantidade menor de radiação para expor os filmes, diminuindo a dose de radiação ao paciente. Além disso, a dupla emulsão aumente a resolução do filme, oferecendo uma imagem diagnostica mais precisa. CLASSIFICAÇÃO Os filmes radiográficos podem ser classificados de acordo com a utilização, o tamanho, a quantidade de filmes na embalagem e a sensibilidade dos filmes. 1. Quanto à utilização Quanto a utilização os filmes podem ser fabricados para uso dentro da cavidade oral (intra-orais ou intrabucais), fora da cavidade oral (extra-orais ou extrabucais) e para medir a exposição a que se submetem os operadores de raios-X (dosimétricos). Os filmes intra-orais podem ser de 3 tipos: periapicais, interproximais (bitewings) e oclusais. Os periapicais são usados para visualização de coroas, raízes e osso alveolar subjacente. Os interproximais também chamados bitewings, servem para visualizar as coroas dos dentes superiores e inferiores em um único filme, evidenciando as faces proximais dos mesmos. Possuem este nome, bitewing, por causa de sua “asa de mordida”, colocada na face de exposição, que serve para a estabilização do filme durante a realização da radiografia. Os filmes oclusais são maiores que os periapicais e interproximais, servindo para mostrar grandes áreas de maxila e mandíbula. Podem ser adaptados para uso extra oral na técnica lateral de mandíbula quando do uso odontopediátrico, ou para técnica de ossos próprios do nariz (OPN) em adultos e crianças. 3
  • 4. Os filmes extra-orais ou extrabucais, como o nome diz, são usados para realizar radiografias fora da cavidade oral, e faremos uma maior explicação sobre os mesmos quando trabalharmos com as técnicas radiográficas extrabucais. Já os filmes dosimétricos são filmes especiais, que não servem para realizar radiografias, mas sim para medir a exposição dos operadores de raios-X e do ambiente de exposição à radiação. Eles são usados por um certo período no bolso deste operador, depois são processados e sua densidade é mensurada em um aparelho especial, para medir a quantidade de radiação que o operador recebeu, em seu ambiente de trabalho. 2. Quanto ao tamanho Filmes Intrabucais N˚ (Tamanho / Tipo) Dimensões (cm) PERIAPICAIS 1.0 2,2 x 3,4 1.1 2,3 x 3,9 1.2 3,1 x 4,0 INTERPROXIMAIS 2.0 2,2 x 3,4 2.1 2,3 x 3,9 2.2 3,1 x 4,0 2.3 2,6 x 5,3 OCLUSAIS 3.4 5,7 x 7,6 3. Quanto à quantidade Os filmes intrabucais podem ser simples, quando há apenas 1 película na embalagem ou duplos, quando acondicionam 2 películas na mesma embalagem. A grande vantagem dos filmes duplos é possibilitar ao profissional ter 2 radiografias idênticas do mesmo caso, mantendo uma cópia de arquivo para 4
  • 5. comparação futura na preservação ou seguimento de um caso. Ainda, esse filme duplo possibilita a obtenção de 2 radiografias com densidades diferentes pela variação do tempo de revelação, durante o processamento. 4. Quanto à sensibilidade A sensibilidade corresponde à eficácia com que o filme radiográfico responde à exposição. Esta é comumente chamada de velocidade, que se refere à capacidade do filme em produzir imagens com maior ou menor quantidade de radiação. A sensibilidade é medida em röntgen-recíproco (R∗) que é 1/R, e para classificar os filmes dentro de uma certa sensibilidade específica, foram estabelecidas faixas de sensibilidades denominadas por uma letra do alfabeto: D (14,0 - 28,0 R*), E (28,0 - 56,0 R*) e F (56,0 - 112,0 R*). Hoje, os filmes usados para radiografias intrabucais são os dos grupos D, E e F, os filmes dos grupos A, B e C não são mais utilizados porque necessitam de uma dose muito grande de radiação, que com o uso dos filmes dito “rápidos”, torna-se desnecessária. Os filmes E e F são mais sensíveis que os D. Isto deve-se a forma e a disposição dos cristais de halogenetos prata na emulsão. Os cristais dos filmes E e F são achatados e tabulares, com um diâmetro médio de 1,6μm e os cristais dos filmes D são globulares e com 1μm de diâmetro. Além disso, os cristais dos filmes E e F são orientados paralelos com a face do filme que oferece uma grande área de secção para o feixe de radiação. A diferença na sensibilidade dos filmes E e F deve-se ao número de cristais, que é maior no filme F. Segundo o fabricante dos filmes, a dose de radiação necessária para o filme E pode ser diminuída em 50% em relação ao filme D. Já a dose de radiação para o filme F pode ser diminuída em até 20% em relação ao filme E, e até 60% em relação ao filme D. 5
  • 6. Grãos Tabulares (Filmes E e F) Grãos Globulares (Filmes D) CARACTERÍSTICAS DOS FILMES RADIOGRÁFICOS Quando um filme é exposto à um feixe de radiação e depois processado, os cristais de halogenetos de prata de emulsão que foram atingidos pelos raios-X são transformados em grãos de prata metálica. Estes grãos de prata bloqueiam a transmissão de luz e dão ao filme uma aparência escura. O grau de escurecimento obtido por um filme após seu processamento é o que entende-se por DENSIDADE ÓPTICA OU DENSIDADE RADIOGRÁFICA. A densidade, ou o grau de escurecimento do filme depende da intensidade do feixe de radiação, da composição do objeto radiografado, do filme radiográfico e de como ele foi processado. Um filme tem grande valor diagnóstico quando as estruturas de interesse tem uma extensão de densidade entre 0,25 e 2,0. À partir da densidade podem ser estabelecidas as propriedades sensitométricas dos filmes radiográficos: CONTRASTE, SENSIBILIDADE e LATITUDE 1. Contraste É o termo que descreve as diferenças de densidade nas várias regiões de um filme. Ele é definido como as diferenças de densidades entre regiões claras e escuras da radiografia. Quando uma radiografia mostra grandes diferenças entre as áreas claras e escuras (entre branco e preto), diz-se que ela tem ALTO CONTRASTE. Isto também é definido como uma ESCALA CURTA DE CONTRASTE, porque poucos tons de cinza estão presentes entre as imagens brancas e pretas 6
  • 7. do filme. Uma imagem radiográfica composta de grandes variações de cinzas claros e escuros é de BAIXO CONTRASTE, também referida como tendo uma ESCALA LONGA DE CONTRASTE. Alto Contraste / Escala Curta de Contraste Baixo Contraste / Escala Longa de Contraste 2. Sensibilidade A sensibilidade (ou velocidade) refere-se à capacidade do filme de produzir imagens radiográficas com maior ou menor quantidade de radiação. E está relacionada com o tamanho, tipo, forma e distribuição dos grãos de prata da emulsão. 3. Latitude A latitude de um filme é a medida da extensão de exposição que pode ser gravado com densidades distinguíveis em um filme, isto é, é a capacidade de um filme de ser tanto superexposto como subexposto e produzir imagens aceitáveis para diagnóstico. Ex: Existem 3 filmes, um com sensibilidade D, um com sensibilidade E e um terceiro com sensibilidade F. Ao realizar radiografias com o filme de sensibilidade D, foram feitas imagens com qualidades para diagnóstico na faixa de exposição de 0,4 à 1,0s. Com o filme E, na faixa de 0,3 à 0,8s e com o filme F, com 0,2 à 0,6s. Assim, o filme com maior latitude foi o filme D, que permitiu uma faixa maior de exposição sem ser sub ou superexposto. Ressalta-se que a latitude é inversamente proporcional à sensibilidade, ou seja, quanto maior a sensibilidade do filme, menor será sua latitude. DETALHE E/OU DEFINIÇÃO A capacidade de um filme de registrar detalhes muitos finos chama-se definição, que é um efeito composto da granulação do filme, poder de resolução, e tipo de solução de processamento. 7
  • 8. Os fatores que influenciam no detalhe são, pela ordem: granulação do filme radiográfico (quanto menor os cristais de prata, maior o detalhe da imagem), soluções de processamento, quilovoltagem dos aparelhos e placas intensificadoras (acessório utilizado em radiografias extrabucais). ARMAZENAMENTO DOS FILMES Os filmes radiográficos, dentro das caixas, estão envolvidos em um laminado à prova de vapor e umidade. Os periapicais são ainda mantidos por uma cinta plástica que estabiliza a carga (nos movimentos de transporte) e facilita a colocação no dispensador. Externamente nas tampas das caixas, geralmente encontra-se a data de vencimento dos filmes, podendo esta data ser prorrogada armazenando-se os filmes em refrigerador, mas evitando o seu contato com a umidade. As caixas ainda fechadas devem ser armazenadas à temperatura entre 10 e 21ºC (temperatura encontrada em refrigerador comum da parte média para baixo) e de 40 a 60% de umidade relativa do ar. Para armazenar os filmes em consultório, deve-se coloca-los em um local onde não haja temperatura e umidade excessivas, radiações perdidas, etc., pois estes materiais são muito sensíveis à luz, aos raios x, e à gases vapores, e não deve-se colocar outros objetos sobre estas caixas de filmes, pois esta pressão pode ocasionar defeitos nos mesmos. 8