SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 102
Baixar para ler offline
Universidade do Estado do Amazonas - UEA
Apostila
De
Dentistica
Helinaldo Corrêa da Conceição
Acadêmico do Curso de Odontologia - UEA
e Aluno do curso de aperfeiçoamento em cirurgia pela ABO do Rio Grande do Sul
helinaldouea@gmail.com
2012
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DAS CAVIDADES
Helinaldo Corrêa da Conceição--------0822030055
Restauração direta: Amálgama, Resina Composta, Ionômero de Vidro. É
feito diretamente na cavidade bucal do paciente.
Restauração indireta: Molde Alginato, Gesso Modelo. É feito fora da
cavidade bucal do paciente.
Classificação das cavidades de um preparo de acordo com a localização,
Extensão, Etiologia e Finalidade.
Localização: MOD, OD, OM, OP, O, D, M, V, P.
Extensão: números de faces (simples, compostas, complexas),
(intracoronária, extracoronária (parcial e total), esses são os tipos de
cavidades).
Etiologia: Classe (I, II, III, IV, V).
Finalidade: Terapêutica e Protética.
OBSERVE: São formas de preparo: Intracoronário (inlay), Extracoronário
(onlay), Extracoronárias totais (overlay), porém os preparos cavitários de
acordo com o número de faces podem ser denominados de:
Simples: uma só face. (Exemplos: Classe I (oclusal), Classe V
(vestibular)).
Composta: duas faces. (Exemplos: Classe II (MO)).
Complexa: três ou mais faces. (Exemplos: Classe II (MOD)).
Classificação dos preparos cavitários de acordo com as cavidades:
1. Podem ser classificadas de acordo com a finalidade em:
 Terapêutica.
 Protéticas.
a) Terapêutica: São realizadas nos casos em que a lesão cariosa,
abrasão, erosão, abfração, fratura ou outras lesões dos tecidos duros
dos dentes tenham comprometimento a estruturas coronárias parcial
ou totalmente, cujo preparo é condicionado a uma restauração
individual do dente, visando à reconstrução morfológica funcional e
estética.
b) Protética: São as cavidades preparadas para servir como retentores
ou apoio para prótese fixa (PPF) e removível (PPR), podendo ser
realizadas tanto em dentes afetados quanto em dentes hígidos.
2. DE ACORDO COM A PROFUNDIDADE.
1. Superficial. (esmalte)
2. Rasa
3. Média
4. Profunda
5. Bastante profunda.
OBS: Devemos observar a polpa e a junção Amelodentinária e também
se o paciente é idoso ou jovem.
Classifique a cavidade
quanto a:
a) Localização
b) Extensão
c) Etiologia
d) Finalidade
Resposta:
a) Localização: Vestibular (V)
b) Extensão: Simples.
c) Etiologia: Classe V.
d) Finalidade: Terapêutica.
INDICAÇÃO DO PREPARO DA RESTAURAÇÃO TIPO TÚNEL:
Em cáries incipientes localizadas nas superfícies proximais de pré –
molares e molares e que apresentam cristas marginais livres de lesão.
A estrutura nobre a ser preservada na restauração tipo túnel
Crista marginal.
SÃO VANTAGENS DA RESTAURAÇÃO TIPO TÚNEL
Mínima remoção da estrutura dental sadia.
Menor índice de infiltração marginal, uma vez que os cimentos
ionoméricos aderem quimicamente a dentina, liberam flúor e, quando
condicionados, possibilitam forte união com as resinas compostas.
É desnecessária a execução de retentores mecânicos adicionais.
Preservação do esmalte sem suporte (cristas marginais e de parede de
esmalte proximal) devido à adesividade do cimento ionoméricos.
São características de cáries proximais:
a) Geralmente iniciam abaixo ou ao redor do ponto de contato.
b) Levam aproximadamente de 3 a 4 anos para invadir a dentina.
c) Inicialmente se manifestam clinicamente como mancha marrom ou
castanha - escuro.
d) Geralmente a área de penetração da cárie na superfície do esmalte é
pequena, mas quando atingem a dentina, propaga-se rapidamente.
Características da cavidade Slot Vertical
 Parede vestibular e lingual convergente para oclusal.
 Parede vestibular e lingual formando um ângulo de 90º com a
superfície externa do dente.
 Parede axial plana vestíbulo lingualmente e ligeiramente
expulsiva no sentido gengivo-oclusal.
 Parede gengival plana e perpendicular ao eixo longitudinal do
dente e formando em dentina ângulos agudos com as paredes
vestibular e lingual.
 Ângulo cavo-superficial definido e sem bisel.
 Retenções adicionais em forma de canaleta estendendo-se até
perto do ângulo cavo-superficial oclusal.
Segundo os planos de corte que podemos dividir o dente em:
 Plano Horizontal: oclusal, médio, gengival (cervical)
 Plano Vestíbulo Lingual: M-D (divide o dente em duas porções
Mesial e Distal).
 Plano Mésio-Distal: V-L (divide o dente em duas partes uma
Vestibular e outra Lingual).

Ângulos Contidos em uma classe I simples (Oclusal=O):
 São 9
 PP
 PL
 LP
 VP
 PD
 MP
 MV
 DV
 Ângulo cavo superficial.
OBS: Exceção a regra Classe III. As junções das paredes que
formam os ângulos diedros e triedros incisais Não recebem
denominação das paredes que o formam.
Ângulos Diedros do ( 1º, 2º, 3º grupos) e Ângulos triedros da
cavidade abaixo:
Diedro: 1º
Grupo (C+C)
Diedro: 2º
Grupo (C+F)
Diedro: 3º
Grupo (F+F)
Ângulos
Triedros
M-V
M-L
D-V
D-L
= 4
V-P
M-P
L-P
D-P
=4
Não Existe =0 M-P-L
M-P-V
D-P-L
D-P-V
=4
Ângulos Diedros do (1º, 2º, 3º grupos) e Ângulos triedros da
cavidade abaixo:
Diedro: 1º
Grupo (C+C)
Diedro: 2º
Grupo (C+F)
Diedro: 3º
Grupo (F+F)
Ângulos
Triedros
G-L
G-V
G-L
G-V
= 4
G-A
V-A
L-A
V-P
L-P
V-A
L-A
G-A
=8
A-P
A-P
=2
V-G-A
L-G-A
V-G-A
L-G-A
V-P-A
L-P-A
V-P-A
L-P-A
=8
A= Axial P=Pulpar G=Gengival V=Vestibular L= Lingual / Palatina
OBS: Axial é sinônimo de vertical
Ângulos que podemos encontrar em uma cavidade MDO:
 Ângulo Diedro do 1º grupo:
G-L, G-V, G-L, G-V.
 Ângulo Diedro do 2º grupo:
G-A, V-A, L-A, V-P, L-P,V-A ,L-A, G-A.
 Ângulo Diedro do 3º grupo:
A-P, A-P
 Ângulo Triedro:
V-G-A, L-G-A, V-G-A, L-G-A, V-P-A, L-P-A, V-P-A, L-P-A
 Ângulo cavo-superficial
Observação importante sobre o preparo cavitário:
De acordo com o número de faces uma cavidade complexa apresenta
apenas três faces envolvidas.
Um preparo cavitário mésio – oclusal em um molar envolve duas faces.
Uma cavidade extracoronária há envolvimento de cúspide no preparo.
Uma cavidade classe I envolve apenas uma face.
Em uma cavidade classe V apresenta uma face envolvida.
DENTISTICA 1
NOMECLATURA E CLASSIFICACAO DOS PREPAROS
CAVITARIOS
Existem dois planos de corte que são:
Plano de corte horizontal que se divide em:
 Plano oclusal: passa paralelo á oclusal dos dentes.
 Plano médio: é um plano paralelo ao plano oclusal, porem passa na
parte media do dente.
 Plano cervical ou gengival. Também passa paralelo aos dois
anteriores, porem na região cervical ou gengival.
Plano de corte vertical ou axial que se divide em:
 Plano mesio distal palatino lingual: passa mais voltado para a parte
palatina lingual.
 Plano médio: passa no sulco principal;
 Plano mesio distal vestibular: esta mais voltado para a vestibular
da estrutura anatômica.
 Plano vestíbulo palatino ou vestíbulo lingual: começa na
vestibular e corta o dente ate a palatina ou lingual.
NOMECLATURA DAS PARTES DO PREPARO CAVITARIO
Essas são as partes constituintes no preparo cavitario:
 Paredes:
são formadas por paredes circundantes e paredes de fundo
(esta se divide em parede pulpar e axial).
OBS: Para descobrir se a parede é de fundo temos que saber
que sempre atrás de uma parede de fundo existe a polpa.
OBS: o nome da parede vai ser o nome do plano que passa
naquela região.
 Ângulos: são dividos em Diedros, Triedros e cavo
superficial.
Diedros, estes são dividos em 03 grupos:
 1 grupo: é formado pela parede circundante+parede
circundante;
 2 grupo: é formado por parede circundante + parede de
fundo.
 3 grupo: é formado por parede de fundo + parede de
fundo.
TRIEDROS:
É formado por 02 paredes circundante e uma parede de fundo, aqui
forma-se um ponto.
OBS: uma excessao a regra de nomeclatura dos ângulos diedros
e triedros encontra-se nas cavidades de classe 3 , nas quais as
junções das paredes constituintes forma os ângulos diedros e triedros
incisais, não recebendo , portanto a denominação das paredes que o
formam.
CAVO SUPERFICIAL:
Seria a fronteira, o limite.
É o ângulo formado pela junção das paredes das cavidades com a
superfície externa do dente (superfície do esmalte).
A importância dele é que ele delimita aonde termina o dente e começa
a restauração.
OBS: normalmente toda infiltração de restauração, toda reincidiva de
carie ela é dada pelo ângulo cavo superficial , por isso ele deve ser bem
feito.
CLASSIFICACAO DOS PREPAROS CAVITARIOS
São classificados de 4 formas:
 Localização;
 Extensão;
 Etiologia;
 Finalidade.
Classificação através da localização:
Apenas os nomes das faces envolvidas. Ex: cavidade oclusal,
cavidade mesioclusal,cavidade mesioclusodistal.
Classificacao através da extensão:
Tem 02 tipos de classificação de acordo com a extensão do preparo;
Pode ser de acordo com o numero de faces envolvidas:
 Simples: apenas uma face envolvida;
 Composta: duas faces envolvidas;
 Complexo: três faces envolvidas ou mais
Ou de acordo com a extensão e forma do preparo.
 IN LAY: É também conhecida como intracoronaria , aqui esta
dentro da coroa e não tem envolvimento de nenhuma cúspide.
 On LAY: é quando uma cúspide foi perdida ou pela carie ou
fratura dentaria (aqui ha reconstrução de sulco, forma, função
e etc...).
 EXTRACORONARIO TOTAL: Aqui todas as cúspides
foram perdidas (é também conhecida como coroa total), aqui
utilizamos coroas de metal, cerâmica, ouro, resina e etc...para
reparar a função,mastigação,estética e etc...
CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM A ETIOLOGIA
 Classe I
 Classe II;
 Classe III;
 Classe IV;
 Classe V.
CLASSE I
 Acomete a região de cicatrículas e fissuras normalmente
dos dentes posteriores;
 Pode também acometer a face palatina dos dentes
anteriores. (cíngulo de incisivos e caninos).
CLASSE II
 Acomete as proximais dos dentes posteriores.
CLASSE III
 Acomete as proximais de dentes anteriores , sem
acometer o ângulo incisal.
CLASSE IV
 Ocorre quando há a perda do ângulo inciso proximal.
(não importa se esse ângulo é mesial ou distal).
CLASSE V
 Acomete a regiao cervical de todo e qualquer dente
(apenas na região vestibular e lingual).
MODIFICACOES DA CLASSIFICACAO DE BLACK SÃO
DUAS:
 Classe VI de Howard e Simom: são cavidades
preparadas na ponta de cúspides de dente posterior ou
bem na incisal dos incisivos.
 Classe I de Sockwell: Cavidades preparadas em
cicatrículas e fissuras incipientes (de ponto) na face
vestibular dos dentes anteriores.
OBS: um outro tipo de cavidade que iremos encontrar é o :
 Slot vertical de Markley: faz se o movimento com a broca
que acessa somente a carie que esta na proximal, mantendo a
integridade da oclusal.
 Slot horizontal: entra com a broca horizontalmente ;
 É muito mais conservador;
 Não precisa retirar a crista marginal;
 retira a carie fazendo a limpeza no ponto de contato.
 Aqui para fazer o acesso você precisa de duas situações para
acessar a horizontal: 1. O paciente precisa ter um diastema e 2.
O paciente precisa ter uma ausência de um elemento dentário
próximo ao dente que será trabalhado.
 Cavidade tipo túneo: faz- se um acesso por baixo da carie ,
mantendo a crista marginal.
 OBS: A crista marginal é uma estrutura de reforço do dente e
devemos tentar mante-la quando for possível.
CLASSIFICACAO QUANTO A FINALIDADE
 TERAPEUTICA: O paciente tem carie e você vai
precisar remover a carie e fazer uma restauração, ou
seja fazer um tratamento no paciente.
 Protética: nesse caso o paciente não tem carie , porem
você deve fazer um preparo para ajustar a prótese.
OBS: alem de terapêutica ela pode ser patológica , ou
seja é aquela cavidade formada pelo processo carioso , e
em seguida, após retirar o tecido cariado e faz –se o
preparo com a cavidade para receber o material
restaurador , ela passa a se chamar terapêutica.
As cavidades podem ser classificadas de acordo com a sua
profundidade em:
 Superficial;
 Rasa;
 Media;
 Profunda;
 bastante profunda.
OBS: existem duas estruturas do dente que usamos como referencia
para classificar quanto a profundidade que são: a junção amelo
dentinaria , onde , quanto mais próximo a cavidade estiver da JAD,
mais rasa e superficial ela é. E também temos como referencia a
polpa, quanto mais perto da polpa, mais profunda ela é.
Exercício
1) Classifique a cavidade
quanto a:
a) Etiologia Classe I
b) Extensão Composta
c) Localização OP
d) Finalidade Terapêutica
Existe classe I (simples, composta
e complexa)
a) Etiologia Classe II
b) Extensão Composta
c) Localização OM
d) Finalidade Terapêutica
2) Diga quantos ângulos há em uma cavidade classe II.
a) Diedro do 1º grupo
4
b) Diedro do 2º grupo
6
c) Diedro do 3º grupo
1
d) Triedro
6
3) Em que dente usamos os seguintes grampos:
a) W8A – 14A - Molares parcialmente erupcionados.
b) 210 - 211- Dentes anteriores (Incisivos e Caninos)
c) 207- Pré-molares
d) 200- 205 - Molares
e) 14A – Molares parcialmente erupcionados
f) 206 – 209 – Pré-molares
g) 26 e 28- Molares com pouca retenção
h) 212 – Retração gengival em Classe V
I) 212 L e 212 R – Permite a restauração simultânea de cavidade
classe V em dentes adjacentes
J) W8A e 26 – Ambos recomendados para o isolamento de dentes
posteriores, especialmente quando os mesmos apresentam coroas
curtas e/ou expulsivas – situações nas quais o uso dos grampos
convencionais é bastante difícil.
4) O que deve ser incluído em um preparo para amálgama?
R= Forma de contorno
5) O que é Smear Layer?
Saliva, sangue, colágeno, óleo etc. Camada de partículas agregadas
resultantes do preparo cavitário, formadas por restos adamantinos e
dentinário.
6) Não podemos usar para limpar cavidade de Resina Composta.
Água Oxigenada 10 volume = Libera oxigênio livre no dente e na
hora de por o sistema adesivo, ele não polimeriza corretamente na
presença de oxigênio e assim acontece o desprendimento da
restauração.
Flúor em gel = Inibe a polimerização do sistema adesivo pela sua
composição química e assim acontece uma falta de adesão da
restauração com o dente.
OBS: Devemos usar
Água de cal = solução a base de hidróxido de cálcio.
Gluconato de Clorexidine 2%
Hibridização Dentinária Adesiva
Ácido fosfórico 37% (15s)
OBS: Devemos usar no Amálgama
Água Oxigenada 10 volume = S. mutans – cocos – Gram positivo e
anaeróbico (privado do contato de oxigênio) – flúor provoca lise.
Flúor em gel = elemento mais eletronegativo da tabela periódica se
une a carga positivas e provoca lise bacteriana.
Água de cal = substância alcalina (Ph acima de 7) quando a bactéria
respira ela produz ATP e elimina ácido ( ciclo de Krebs). A
substância alcalina neutraliza o ambiente ácido e a bactéria morre.
Gluconato de Clorexidine 2% (bactericida e antimicrobiano)
Hibridização Dentinária Adesiva
Ácido fosfórico 37% (15s) quando se faz isso, eleva o ph para
menos 0,35%.
OBS: O ataque ácido em:
Esmalte 30s
Dentina 15s
Larvagem 30s
7) O que deve ter em uma cavidade Classe II?
Caixa Oclusal
 Abertura vestibulolingual na região do istmo com ¼ de distância
entre os vértices das cúspides correspondentes;
 Parede pulpar plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente;
 Paredes vestibular, lingual, mesial e distal convergente para oclusal;
 Ângulos diedros do segundo grupo ligeiramente arredondados;
 Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel
Caixa proximal
 Paredes vestibular e lingual convergente para oclusal, acompanhando
a inclinação das faces correspondentes;
 Curva reversa de Hollenback nas paredes vestibular e lingual,
formando um ângulo de 90º com a superfície proximal do dente;
 Parede axial plana vestibulolingualmente e ligeiramente expulsiva no
sentido gengivo-oclusal;
 Parede gengival plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente,
formando ângulos definidos com as paredes vestibular e lingual;
 Ângulo axiopulpar arredondados;
 Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel.
8) Qual é o ângulo formado por duas paredes de fundo?
Ângulo Diedro do 3º grupo (F+F)
9) Quais são as características de uma cavidade classe I para
Amálgama?
Segundo Baratieri
 Ângulos internos arredondados, obtidos graças ao uso das brocas 329
e 330.
 Parede pulpar relativamente paralela ao plano oclusal
 Espaço suficiente para, pelo menos, 1,5 mm de amálgama no corpo
da restauração, seja às expensas da profundidade do preparo ou da
execução de uma escultura rasa;
 Ausência de esmalte sem suporte dentinário;
 Paredes circundantes mesial e distal paralelas ou levemente
divergentes para oclusal;
 Paredes circundantes vestibular e palatina/lingual com leve
convergência para oclusal;
 Ângulo com cerca de 70º entre a superfície da restauração e as
paredes vestibular e lingual/ palatal, de modo a conferir espessura
adequada ao amálgama na região das margens, sem comprometer a
resistência do remanescente.
Segundo Mondelli
Quando se utiliza a broca nº 245 e nº 556
 Abertura vestibulolingual na região do istmo com ¼ de distância
entre os vértices das cúspides correspondentes;
 Parede pulpar plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente;
 Paredes vestibular, lingual, mesial e distal convergente para oclusal;
 Ângulos diedros do segundo grupo ligeiramente arredondados;
 Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel
Com relação ao preparo cavitário classe II de ROGGENKAMP com
acesso vestibular “Slot horizontal”, este tipo de preparo está indicado
em casos selecionados, onde a lesão cariosa encontra-se em estágio
inicial e com acesso favorável por vestibular ou lingual, não
envolvendo a superfície oclusal. Segundo Bueno & Busato é uma
cavidade indicada preferencialmente, para dentes com coroa clínica
alongada considerando-se que é realizada abaixo do ponto de contato
ou próximo a junção amelo-cementária. Inicialmente o dente deve
ser examinado para calcular a quantidade de estrutura sadia e
observar a saúde gengival já que isso é imprescindível nesse tipo de
preparo, pois, com a gengiva interpapilar hiperplasiada, não há como
obter acesso. É importante que as radiografias interproximais sejam
analisadas para determinar o local da abertura da cavidade que deve
ser efetuada segundo o autor com fresa nº329 em alta rotação, com
acesso por vestibular ou lingual próximo à lesão de cárie. Uma tira
de matriz metálica deve ser colocada no dente adjacente protegendo-
o, evitando que sua estrutura seja atingida inadvertidamente pela
fresa. Com a mesma fresa em baixa rotação, deve se dar a forma
interna ao preparo. É importante ressaltar que para detectar qualquer
remanescente de cárie ou hipocalcificação pode-se curar a cavidade
ou utilizar luz transiluminadora. Nessa fase deve-se analisar a
adequação de estruturas marginais e tomar a decisão de continuar o
preparo conservador ou levar o preparo a uma forma mais
convencional.
O contorno para acesso do preparo deve ser tão longo no sentido
ocluso-cervical quanto à extensão de cárie.
Após a remoção de cárie, deverão ser feitas canaletas retentivas com
uma fresa esférica ¼ nas paredes cervical e oclusal e o ângulo
cavossuperficial deverá ficar próximo a um ângulo de 90º.
Características da cavidade slot horizontal e exemplo desse tipo de
cavidade.
 Paredes circundantes formando ângulos retos com a
superfície externa do dente;
 Parede axial paralela á superfície mesial;
 Ângulos internos arredondados;
 Retenções adicionais nas paredes gengival e oclusal;
 Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel.
 Ex: Cavidade tipo túnel
OBs: A Slot Horizontal é indicado quando tem diastemas e
também tem dente isolado na arcada, ex: o 22 estando
sozinho
Com relação aos ângulos existentes em uma cavidade, citaremos a
exemplos de ângulos diedros, triedros e cavossuperficial.
Ângulos Diedros:
1º grupo (C+C): Formado pela junção das paredes circundantes. Ex:
gengivo-lingual; vestíbulo-gengival.
2º grupo (C+F): Formado pela junção de uma parede circundante com
uma parede de fundo. Ex: línguo-pulpar; gengivo-axial.
3º grupo (F+F): Formado pela junção das paredes de fundo da cavidade.
Ex: axiopulpar e pulpo-axial.
Triedros – Formado pela junção de três paredes e é denominado de acordo
com suas respectivas combinações. Ex: vestíbulo-pulpo-axial; línguo-
gengivo-axial.
Cavossuperficial – Formado pela junção das paredes da cavidade com
uma superfície externa do dente. Ex: face oclusal unida com uma parede de
fundo; face oclusal unida com uma parede de fundo e ambos biselados.
Exceção: A Classe III. As junções das paredes que formam os ângulos
diedros e triedros incisais NÃO recebem denominações das paredes que o
formam.
Com relação à Classificação ARTIFICIAL das cavidades, como elas foram
classificadas por Black, elas podem ser:
Classe I: Cavidades preparadas em regiões de má coalescência de esmalte,
cicatrículas e fissuras, na face oclusal de pré-molares e molares; 2/3
oclusais da face vestibular dos molares e na face lingual dos incisivos
superiores; ocasionalmente, na face palatina dos molares superiores.
Classe II: Cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares e
molares.
Classe III: faces proximais dos incisivos e caninos, sem remoção do
ângulo incisal.
Classe IV: faces proximais dos incisivos e caninos, com remoção do
ângulo incisal.
Classe V: terço gengival das faces vestibular e lingual de todos os dentes.
Modificação
Classe I de Sock Well
Classe II de Howard e Simon
“Slot” vertical de Markley
Tipo Túnel
Princípios gerais do preparo cavitário
1- Forma de contorno
2 – Forma de resistência
3 – Forma de retenção
4 – Forma de conveniência
5 – Remoção do tecido cariado
É feito com broca de aço Carbide esférica laminada ¼, ½, 1, 2, 4, 6, 8, 10,
12.
6 – Acabamento das paredes de esmalte
7 – Limpeza cavitária
Falando sobre cada uma
1- Forma de contorno
Define a área a de superfície a ser incluída no preparo cavitário
Filosofia = Máxima preservação do tecido dental
Ex: sulcos e fissuras.
2 – Forma de resistência
Características dada a cavidade para que as estruturas remanescentes e a
restauração sejam capazes de resistir as forças mastigatórias.
Ex: Arredondamento dos ângulos internos da cavidade.
Ângulos diedros 1º, 2º, 3º grupos e triedros.
Espessura, largura de modo que não sofram fraturas.
Os ângulos livres servem de concentração de tensão dos esforços
mastigatórios, essas tensões concentradas podem levar a propagação de
uma clínica no remanescente dental e ocasionar uma fratura, isso pode
acontecer logo que começa a mastigar sobre o dente e um dia essa clínica
se dissipa e acaba fraturando o remanescente dental.
3 – Forma de retenção
Forma dada a cavidade para 21orna-la capaz de reter a restauração,
evitando seu deslocamento.
Isolamento do Campo Operatório
1) Isolamento Absoluto
2) Isolamento Relativo
 Intervenções de curta duração como, por exemplo, exame clínico;
 Aplicação tópica de flúor e selante;
 Alguns tipos de moldagens;
 Restaurações provisórias;
 Colagem de braquetes ortodônticos;
 Cimentação de prótese fixa;
 Erupção parcial de dentes (coroa curta e expulsiva);
 Mal posicionamento dental;
 Pacientes Alérgicos a borracha e derivados;
 Paciente com dificuldade respiratória.
CONSIDERAÇÕES FINAIS DO ISOLAMENTO RELATIVO
 É um procedimento utilizado em intervenções de curta duração e
quando for impossível a colocação do isolamento absoluto.
 Requer atendimento a quatro mãos.
 Deve-se ter estoque de rolos de algodão de diferentes comprimentos
e diâmetros, para rápida substituição.
 Uso sistemático e ininterrupto de sugador de saliva.
 A região, objeto antes da intervenção, deve antes da colocação do
isolamento relativo estar limpa e seca.
Vantagens do Isolamento
1. Retração e proteção dos tecidos moles.
2. Melhor acesso e visibilidade
3. Condições adequadas para inserção dos materiais.
4. Auxilia no controle da infecção
5. Redução do tempo de trabalho
6. Trabalho em condições assépticas
7. Proteção para o paciente e o profissional
Instrumentos que sempre usamos
 Espelho
 Pinça Clínica
 Sonda exploradora
 Tesoura
Grampos
 200-205 => molares
 206 a 209 => pré – molares
 210 e 211 => dentes anteriores
 W8A e 14A => Molares parcialmente erupcionados
 26 e 28 => Molares com pouca retenção
 212 => Retração gengival em classe V
 212 R e 212 L => usados quando queremos fazer duas restaurações
simultânea em dentes próximos. Exemplo: 13 e 14.
O fio dental previne o corte da borracha de isolamento do dente
Dentes posteriores => último molar da arcada até o canino do lado oposto.
Dentes Anteriores => de pré-molar a pré-molar
Técnica
 Profilaxia
 Teste de contatos proximais
 Remoção de arestas cortantes
 Lubrificação dos lábios
HÁ 3 TÉCNICAS DE USO DO GRAMPO
1) Grampo (com asas) + Arco + Lençol de borracha.
2) Grampo (sem Asas), Borracha + Arco
3) Ingraham: Grampo (Sem Asas) + Borracha e em seguida o porta – dique
.
PREPARO DE CAVIDADE CLASSE I PARA (AMÁLGAMA)
Alta rotação: Acima de 280 000 rpm
Baixa rotação (micromotor e contra ângulo): Entre 25 000 a 35 000 rpm
Brocas laminadas
Brocas esféricas usadas para remoção de cárie # 2,4,6,8, 10, 12, ½,1/4, 1.
O amálgama dentário é formado pela mistura de mercúrio líquido com
partículas sólidas de uma carga contendo prata, estanho e cobre, além de
outros elementos, entre os quais se destaca o zinco.
A prata contribui para o aumento da resistência da restauração, além de
diminuir o escoamento do amálgama sob ação de cargas mecânicas. Esse
metal tem a desvantagem de aumentar a expansão de presa.
O estanho tem a finalidade de facilitar a amalgamação (mistura da liga
com o mercúrio) à temperatura ambiente, e auxilia na redução da expansão
da prata.
O cobre substitui parcialmente a prata e contribui para o aumento da
dureza e resistência mecânica do amálgama, diminuindo o escoamento e a
corrosão.
O zinco é um auxiliar no processo de fabricação e serve como agente
desoxidante durante a fusão da liga. Tem afinidade com o oxigênio e
impurezas, além de diminuir a possibilidade de formação de outros óxidos.
Resina composta
Bisel deve ter de ½ a 2 mm, feito com a broca #2200, o adesivo é
constituído por solvente: etanol, água, acetona. A lavagem do dente deve
ser feita por 30 segundos a 1 minuto. A secagem é feita com papel
absorvente e a proximidade de polimerização é feita o mais próximo
possível. A resina de dentina deve ficar abaixo do bisel ½ mm. Na resina
composta usa-se matriz de poliéster. Há dois tipos de método restaurador:
Estratificado e Anatômico, devemos usar espátula limpa e pote Doppen de
plástico também limpo. Bizu: Quando na resina vier à letra D, ela é de
Dentina, se a letra E, então é de Esmalte, se não tem nada, então é Esmalte.
LESÕES NÃO CARIOSAS
Abfração: Apresenta superfície em forma de cunha (parece um V), tem
bordas definidas pode ser localizada e generalizada. Ex: É resultante de
força de oclusão e evolui. Tratamento é eliminar o fator causal.
Abrasão: Apresenta superfície rasa, polida e de contorno regular. Ex:
Mascar tabaco, palito e escovação.
Erosão: Apresenta superfície rasa, borda irregular, ou seja, sem borda
definida. Esta ligada a um evento químico. Ex: Coca-Cola, anorexia,
bulimia e refluxo.
Ao analisar clinicamente as faces incisais e as bordas oclusais dos dentes
permanentes, o Cirurgião - Dentista poderá encontrar desgastes das
estruturas dentais, e nesta situação há necessidade de constatar e detectar a
presença do Trauma Oclusal ou Hábitos Parafuncionais.
Portanto, a atualização e o aprimoramento técnico e científico visa a
interação dos procedimentos e a realização do Diagnóstico Diferencial. Ao
realizar o Exame Clínico o Cirurgião - Dentista poderá encontrar indícios
das Alterações Regressivas do Dente: Atrição.
A Atrição Dental consiste no desgaste mecânico das estruturas dentais
causado pelo contato entre dentes antagonistas durante a Oclusão e o ato da
Mastigação, tem sido relatado, em menor eficiência, o desgaste de dentes
contíguos (Faces.Proximais)
O local e ocorrência Atrição Dental é, preferencialmente, nas faces
oclusais, incisais, linguais dos Dentes Anteriores Superiores e vestibulares
dos dentes anteriores inferiores. A aparência clínica quanto a primeira
manifestação da Atrição Dental poderá ser um pequeno desgaste localizado
na “ponta” ou no “bordo” da cúspide dental ou, então, um ligeiro
aplainamento (achatamento) da bordo incisal dos dentes.
A Atrição no seu estado mais crítico de progressão poder ser denominado
Atrição Dental Avançada onde existe a perda total da Estrutura do Esmalte
em uma ou mais áreas, podendo apresentar-se clinicamente como facetas
dentais grandes, planas, lisas, brilhantes deixando a estrutura da Dentina
exposta ao meio bucal tendo o aspecto de cor amarelada ou castanha.
Em decorrência da exposição dos canalículos dentinários (Desgaste -
Dentina exposta ao meio bucal – Saliva, Alimentos e Líquidos) inicia-se a
Irritação (mecânica e química) dos processos odontoblásticos estimulando
a formação da Dentina Secundária objetivando a proteção da polpa dental,
e nestas condições poderá produzir aspectos radiográficos. A constatação
da Dentina Secundária, mediante o Exame Radiográfico, é a presença da
imagem mais radiopaca (mais clara em comparação com a Dentina) e,
conseqüentemente, redução do tamanho e formato da Câmara Pulpar.
Em relação ao Tratamento da Atrição Dental é preconizada a remoção do
fator causal (Fator Etiológico) e, posteriormente, e em função de cada caso
clínico a Restauração Dental. Dependo da Avaliação Clínica e as
condições etiológica pode ser indicado a Placa Mio-Relaxante (Placa de
Mordida Oclusal - PMO) para diminuir a o hábito da Atrição Dental
Noturna (Bruxismo).
A sensibilidade dental pode ser reduzida mediante procedimento de
Dentística Restauradora empregando o material Forrador de Cavidade
(Proteção Pulpar).
Como complemento podem ser indicados Enxaguatórios (colutório) que
são “anti-sépticos” (Anti-Sépticos Bucais) para bochechos e Dentifrícios
(Pasta Dental) contendo em sua composição: Cloreto de Estrôncio,
Fluoreto Estanhoso ou Monofluorofosfato.
A montagem em Articulador contribui para detectar as alterações da
Oclusão Dental e instituir o Tratamento Odontológico e correção da
oclusão para impedir o contato “topo a topo” dos dentes.
A estrutura dental perdida pode ser restaurada com os materiais
compatíveis com cada caso clínico, sendo que, atualmente tem sido
recomendado Resinas Compostas, Restaurações Metálicas e Coroas Totais,
portanto, os procedimentos estarão na dependência da evolução técnica e
científicas dos materiais restauradores.
A montagem em Articulador contribui para detec-tar as alterações da
Oclusão Dental e instituir o Tratamento Odontológico e correção da
oclusão para impedir o contato "topo a topo" dos dentes.
A estrutura dental perdida devido as Ateração Regressiva Dentall, pode ser
restaurada com os materiais compatíveis com cada caso clínico, tais
como Resinas Compostas, Coroas Veneers, Restaurações Metálicas e
Coroas Totais.
1° Aula Dentística I
Nomeclatura e classificação dos preparos cavitários
Faces dos dentes - Face vestibular
- Face palatina ou lingual
- Face mesial
- Face distal
- Face incisal Plano oclusal
- Face oclusal Plano médio
Plano de corte - Horizontal Plano cervical ou gengival
- Vertical ou axial
Mesio-distais Plano palatino ou lingual
Plano médio
Plano vestibular
Vestíbulo-palatino ou vestíbulo-ligual Plano distal
Plano médio
Plano mesial
Cavidades e preparos cavitários
Cavidade – definir lesão ou condição do dente, causado pela destruição.
Preparos cavitários
Dividido em partes 1
parede
2
ângulo
1
Paredes parede de fundo “chão ou assoalho da cavidade”
parede circundante “parede lateral que circunda a parede de fundo”
Parede de fundo horizontal – parede pulpar
vertical – parede axial
2
Ângulos Ângulo diedras – união de 2 paredes
Ângulo triedros – união de 3 paredes
Ângulo cavossuperficial – paredes circundantes + superfície externa do dente
Ângulos diedras Primeiro grupo – união 2 paredes circundantes
Segundo grupo – união 1 parede circundante + 1 parede de fundo
Terceiro grupo – união 2 paredes de fundo
Exceção à regra: Classe III
As junções das paredes formam os ângulos diedros e triedros incisais, não recebendo a
denominação das paredes que os formam.
Classificação dos preparos 1
Localização
2
Extensão
3
Etiologia
4
Finalidade
1
Localização – nome das faces envolvidas
2
Extensão n˚ de faces simples – 1 face
Composta – 2 faces
Complexa – 3 ou + faces
Extensão e forma dos preparos Intracoronária (Inlay) “não envolve cúspide”
Extracoronárias (Onlay) “perda de cúspide”
3
Etiologia – Classificação artificial de Black
 Classe I – cicatrículas e fissuras (oclusal de pré-molares e molares; palatina de incisivo e
canino superior )
 Classe II – faces proximais dos pré-molares e molares (dentes posteriores)
 Classe III – faces proximais de incisivos e caninos (dentes anteriores)
 Classe IV – compromete ângulo incisal
 Classe V – região cervical vestibular ou lingual
“Slot” vertical de Markley – pré-molares – quando apenas a face cariada é incluída na
preparação, sem nenhum envolvimento da superfície oclusal.
Tipo túnel – pré-molares e molares – quando apenas a face proximal é envolvida, preservando
a crista marginal.
4
Finalidade Terapêutica – classificação artificial de Black
Patológica
Protética – preparados para servir como retentores ou apoio para prótese parcial
fixa e prótese parcial removível, podendo ser realizado tanto em dentes afetados
quanto em dentes hígidos.
Classificação das cavidades Superficial
Rasa
Média
Profunda
Bastante profunda
Modificação à classificação artificial de Black
 Classe I (Sockwell) – cicatrículas e fissuras da face vestibular.
 Classe VI (Howard e Simon) – bordas incisais e as pontas de cúspide.
2° Aula Dentística I
Princípios gerais do preparo cavitário
Preparo cavitário – tratamento biomecânico da cárie e de outras lesões do tecido duro dos
dentes, a fim de que as estruturas remanescentes possam receber uma restauração que as
protejam, seja resistente e previna a reincidência da doença na superfície tratada.
Princípios gerais:
1
Forma de contorno – forma de propagação da cárie (define área de superfície do dente a ser
incluída no preparo cavitário).
2
Forma de resistência – característica dada à cavidade para que as estruturas remanescentes e
a restauração sejam capazes de resistir às forças mastigatórias.
3
Forma de retenção – forma dada a cavidade para torná-la capaz de reter a restauração,
evitando seu deslocamento.
Tipos de forma de retenção: Ficcional = atrito
Química = condicionamento ácido + adesivo
Mecânico = retenção adicional
4
Forma de conveniência – etapa que visa possibilitar instrumentação adequada do preparo
cavitário e inserção do material restaurador.
5
Remoção da dentina cariada remanescente – procedimento realizado para remover dentina
cariada que permanece após as fases prévias do preparo.
Utilizamos brocas esféricas em Baixa rotação número # 1, ½ , ¼, 2, 4, 6,8,10,12 cai na prova.
6
Acabamento das paredes de esmalte – remoção dos prismas de esmalte sem suporte, pelo
alisamento das paredes de esmalte da cavidade, ou no preparo adequado do ângulo
cavossuperficial.
7
Limpeza da cavidade – remoção das partículas remanescentes do preparo cavitário,
possibilitando a colocação do material restaurador em uma cavidade completamente limpa.
Lembrete:
Abertura de istimo – é a distância entre as vértices das cúspides vestibular e lingual do dente.
Para restauração com amálgama essa abertura tem que ter pelo menos ¼ dessa distância.
Tentar sempre conservar o máximo possível da estrutura dental sadia.
3° Aula Dentística I
Isolamento do campo
Compreende o conjunto de procedimentos realizados na cavidade bucal com finalidade de
eliminar a umidade.
Tipos: Isolamento relativo
Isolamento absoluto
Isolamento relativo – é realizado com rolos de algodão ou compressas de gaze, está indicado
somente durante os procedimentos de preparo da coroa.
Isolamento absoluto – É o único meio de se conseguir um campo operatório totalmente livre
de umidade.
Vantagens do isolamento absoluto:
 Retração e proteção dos tecidos moles
 Melhor acesso e visibilidade
 Condições adequadas para inserção dos materiais
 Auxilia no controle de infecção
 Redução do tempo de trabalho
 Trabalho em condições assépticas
 Proteção para o paciente e profissional
Seleção de grampos
O grampo é selecionado de acordo com as dimensões do colo do dente. Para testar sua
adaptação e sua fixação, ele deve ser colocado em posição e ficar preso sem pressão
exagerada. Se ele não ficar adequadamente posicionado, é necessário escolher outro.
Numeração dos grampos com asas:
 200 a 205 – molares
 206 a 209 – pré-molares
 210 a 211 – dentes anteriores
Grampos especiais (exemplos):
 W8A e 14A – molares parcialmente erupcionados
 26 e 28 – molares com pouca retenção
 212 – retração gengival em classe V
Modificação do grampo 212
 Encurvamento da garra vestibular para apical.
 Encurvamento da garra lingual para incisal.
 Permite a restauração simultânea de cavidades.
Guardanapo para dique de borracha
Indicação:
 Uso prolongado do isolamento
 Proteção da face do paciente
 Prevenção de reações alérgicas
Posição dos orifícios no lençol de borracha
O espaço entre os orifícios devem ser iguais a distância entre os eixos longitudinais dos dentes.
Métodos de marcação
Réguas para perfuração da borracha
Quanto maior o número de dentes incluídos no isolamento, melhor será o acesso e a
visibilidade.
- dentes posteriores: no mínimo um dente para distal até o canino do lado oposto.
- dentes anteriores: de pré-molar a pré-molar
AULA DE DENTÍSTICA
PRINCÍPIOS GERAIS DO PREPARO CAVITARIO
Basicamente trabalhamos com 3 tipos de materiais restauradores de uso
direto ou seja que é feito na hora pra ser colocada na cavidade do dente: AMALGAMA,
RESINA COMPOSTA E IONOMERO DE VIDRO. Esses 03 materiais são
independentes entre eles ou seja cada um necessita de preparos específicos para que a
restauração permaneça na cavidade e não se desloque durante a mastigação, impacto ou
ate com o decorrer do tempo.
Preparo cavitário: é o tratamento biomecânico nos tecidos duros do dente “esmalte,
dentina e cemento” (ou seja é o modo que iremos fazer para remover o tecido cariado,
ou em outras situações no caso onde não tem carie, por exemplo um dente com
hipoplasia do esmalte ou uma mancha com fluorose ou qualquer coisa que se indique
para fazer a restauração, de modo que essas estruturas possam receber a restauração,
recuperando a função do dente, protegendo o remanescente, e uma vez esses conjunto
ao ser reabilitado seja resistente aos esforços mastigatório.
Existem 07 itens que devemos respeitar para que nossa restauração tenha uma
longevidade maior na boca, são estes:
 Forma de contorno;
 Forma de resistência;
 Forma de retenção;
 Forma de conveniência;
 Forma da dentina cariada remanescente;
 Acabamento das paredes de esmalte;
 Limpeza da cavidade.
OBS: um dente que esta giro vertido, mal posicionado, incluso, ou que não tenha
oclusão com seu antagonista (geralmente 3 molares), caso esteja cariado e necessite
fazer uma restauracao, o acesso é mais difícil , dessa forma muitas vezes indicamos a
exodontia em vêz de restauração, devido esse acesso ser dificultoso e o manuseio
correto do material restaurador no preparo cavitario se torna inoportuno.
FORMA DE CONTORNO
Vai se limitar a forma em que a carie se propagou naquela região, sempre
restringindo aquela área em que a carie está ativa. Dependendo do material de
restauração essa forma de contorno será modificada.
Ex: durante a remoção do tecido cariado temos que observar as paredes de
fundo e as paredes circundantes se elas estão planas ou paralelas entre si , o amalgama
por exemplo não pode ser colocado nessa cavidade, ele vai precisar que haja uma forma
de retenção e resistência para que a restauração não frature, que diferente da resina a
amalgama é um material duro e que não absorve tanto as forcas que incidem sobre eles.
FORMA DE RESISTENCIA
A característica que vai ser dada a cavidade para que as estruturas
remanescentes do dente ou seja as paredes circundantes, as cúspides, as cristas
marginais, as pontes de esmalte que não foram envolvidas no preparo cavitario possam
resistir aos esforços mastigatório sem sofrer fratura.
Ex: se eu fizer um preparo cavitario e deixar a cúspide muito fininha na hora que
começar a haver a mastigacao naquela área ali como ela esta sem resistência ela pode
sofrer uma fratura, ou mesma coisa para o material restaurador, se eu realizar um
preparo aonde eu deixo uma margem no ângulo cavosuperficial muito fina também eu
posso ter fratura durante a forca mastigatória , se o material ficar muito fino na margem
durante a mastigação esse material fino pode sofrer uma fratura criando uma fenda e se
inicia um processo de infiltração bacteriana e por ali se desenvolve um novo processo
carioso. Durante o preparo cavitario devemos atentar para as características do preparo.
Ex: Como devem ser as angulações da parede no preparo cavitário para restauração de
amalgama?
Devem ser paralelas entre si ou ligeiramente convergentes para a
oclusal. Sempre que possível conservar o maximo de estrutura dental sadia.
Todo tecido de esmalte deve ser sustentado por dentina durante o preparo
cavitario e caso tenha uma área de esmalte sem esse suporte durante o processo
mastigatório poderá sofrer fratura , pois o esmalte é como uma cerâmica, ele é friável .
Outro ponto importante é que os ângulos axio pulpar da cavidade classe 2 compostas
devem ser arredondado.
FORMA DE RETENÇÃO
Para que a restauração permaneça no dente durante a execução de sua
função, tem que ter retenção no dente , e essa retenção pode ser: micromecanica,
química, friccional (dependendo do material que estamos utilizando).
Em termos de retenção mecânica: quanto mais profunda for a cavidade,
mais retentiva ela vai ser e quanto mais larga for a cavidade menos retentiva ela vai ser,
dessa forma devemos respeitar essa profundidade e largura , dessa forma a profundidade
é maior que a largura, uma cavidade que a largura é maior do que a profundidade ela se
torna uma cavidade menos retentiva . Uma cavidade onde a largura e a profundidade
são iguais, se ela for maior que 1mm ela pode ser considerada como alto retentiva .
Muitas vezes vamos trabalhar em cavidades em que a largura vai ser maior
que a profundidade.
Ex: paciente jovem 7 a 8 anos onde o molar ainda esta acabando de erupcionar ou
erupcionou a pouco tempo, esse dente onde a coroa não esta totalmente erupcionada,
nos iremos ter uma altura de coroa clinica mais curta e muitas vezes uma câmara pulpar
mais extensa e com o passar do tempo a câmara pulpar tende a diminuir de tamanho
devido a formação e deposição de dentina, dessa forma em paciente muito jovem não
vamos poder fazer uma cavidade muito profunda, se não pode ocorrer a exposição
pulpar, então por causa disso nos vamos prejudicar a retenção , então vamos lançar Mao
de retenções adicionais que nada mais é que a confecção de reentrâncias dos ângulos
diedros do segundo grupo (ou seja entre a união da parede de fundo e da parede
circundante )normalmente esses ângulos são confeccionados na parede vestibular ou na
parede lingual da cavidade .
Por que que não confeccionamos na parede mesial e distal na classe 1? Por que
caso façamos isso nos estaremos enfraquecendo o remanescente dessas duas paredes,
nos podemos esta tirando dentina da crista marginal e esta crista pode sofrer uma
fratura mais tarde .
TIPOS DE FORMA DE RETENÇÃO:
friccional que é o simples fato de colocar o material em contato com a superfície cria
uma retenção friccional .
química: uso de material restaurador como resinas, onde usamos o condicionamento
acido e a aplicação do adesivo, fazendo uma retenção química, ou o próprio ionômero
de vidro .
mecânica: com a confecção de retenções adicionais .
existem outras formas de retenções como a retenção em caixa, de canaletas.
FORMAS DE CONVENIENCIA
É todo passo que eu lançar para facilitar a execução do preparo .
por exemplo: o isolamento absoluto (impede o contato com a bochecha,
língua e outros, protegendo os tecidos moles contra uma eventual escorregada que eu
possa dar com a broca e possa causar um acidente , ) e eu posso trabalhar melhor.
Muitas vezes a minha cavidade tem a abertura muito pequena em relação a cavidade
dentro do dente e é tão pequena aquela abertura que eu não consigo colocar o
instrumento para inserir o material restaurador , então eu vou ter que abrir o tamanho da
cavidade para poder fazer a limpeza do tecido cariado pra poder colocar o material
restaurador e assim terminar o tratamento, isso também é uma forma de conveniência.
Outra forma de conveniência seria por exemplo é o ato de você decidir usar
o material que peça mais desgaste do tecido dental ou um que pede menos desgaste do
tecido dental.
Por exemplo se em uma mesma cavidade eu tenho o amalgama e a resina
composta e os dois de acordo com os conceitos e os meios estão indicados para aquela
restauração é conveniente que eu escolha um material que conserve mais o tecido dental
.
Caso eu tenha uma classe V eu posso fazer com resina ou amalgama ou
ionômero de vidro , porem devo optar por aquele que requer menos desgaste do tecido
dental . A resina seria a melhor, ou seja, ela se limita a remoção de tecido careado. Bem
como também damos valor a estética em dente anterior. Prova 2012
Outra forma de conveniência: no caso de uma classe II composta cavidade
Ocluso Distal, quando for colocar a broca pra fazer a caixa proximal existe o risco de
encostar a broca no dente vizinho que esta hígido é muito fácil acontecer isso, então é
conveniente nos colocarmos uma matriz metálica entre os dentes e caso a broca toque
no dente vizinho acaba tocando na matriz metálica .
REMOCAO DO TECIDO CARIADO
É preciso remover todo o tecido cariado para poder inserir o material
restaurador , para isso iremos utilizar materiais ou instrumentos cortantes (escavadores
que chamamos de colher de dentina e os instrumentos rotatórios no caso as brocas
esféricas Kbytes que são brocas laminadas que removem o tecido cariado ou dar
acabamento nas restaurações e as pontas diamantadas nos iremos utilizar para a
remoção do tecido hígido .
ACABAMENTO DAS PAREDES DE ESMALTE
Após a remoção do tecido cariado e a confecção do preparo cavitario,
confecção das paredes, dos angulos , nos iremos dar atenção a margem do preparo
cavitario e observar se temos esmalte desapoiado e caso tenha, nos ou iremos clivar esse
esmalte com instrumento manual ou nos vamos biselar esse esmalte com ponta
diamantadas.
Exemplo: se eu for usar amalgama eu não posso fazer o biselamento do
esmalte, porque essa área biselada vai ser ocupada por amalgama e ai eu vou ter uma
espessura do material muito fina que não faz com que ele resista aos esforços da
mastigação nesse caso devemos clivar o esmalte desapoiado .
Agora para restaurações de resina eu posso realizar esse bisel, porque em
área de preparo classe III ou IV por exemplo em áreas esteticas e dentes anteriores
quando eu faço o bisel eu melhoro a passagem de luz entre o material restaurador e o
dente eu aumento a área de retenção, o condicionamento acido ou seja melhoro de uma
maneira geral a minha restauração fazendo o bisel.
Aonde é feito esse biselamento? Em áreas de esmalte apoiado na região do ângulo
cavosuperficial (é o ângulo que se encontra o fim da cavidade com o inicio da superfície
externa do dente.
LIMPEZA DA CAVIDADE
Uma vez que você removeu a dentina cariada não significa que a
cavidade esteja descontaminada e se você não descontamina a cavidade, em tese
pressupõe que alguma bactéria ou alguma colônia esta ficando ali dentro e se ela tiver
em atividade a partir dela pode desenvolver novamente um processo carioso, alem disso
a remoção dos detritos do preparo cavitario, a própria remoção do biofilme bacteriano,
tudo isso vai facilitar na adesão entre o material restaurador e o dente principalmente na
resina composta e no ionômero de vidro .
Por exemplo o ionômero de vidro cria uma adesão química com o dente , a
reação de presa do ionômero de vidro vai fazer uma quelacao com o cálcio que esta
presente na estrutura dental tanto no esmalte como na dentina na hidroxiapatita e essa
reação de quelacao com o cálcio que forma o hidroxiapatita permite que haja uma união
química, dessa forma ele é o único material que se une quimicamente ao dente , isso é
muito bom porque entre esses dois materiais ou seja o ionômero e o dente uma vez que
estão unidos não cria fenda porque não tem passagem de nada, essa é a situação ideal
para que não haja infiltração bacteriana, alem disso ele libera flúor e outras coisas ,
então tendo uma cavidade limpa permite tudo isso que foi dito e caso contrario não
acontece a quelacao ou se acontecer a quelacao fica diminuída .
Na resina composta acontece algo um pouco parecido, se eu não removo
esses tecidos, também não consigo a penetração do adesivo dentro do dente
descalcificado e logo não vou ter retenção da resina . Existem várias substancias que
promovem essa limpeza: o jato de água (removem os macro contaminates), profilaxia
com pedrapomes, (também removem os macro contaminantes) e a parte de biofilme
contaminante será removida com clorexidina , flúor e etc.....entao o objetivo dessa etapa
é remover a lama dentinaria, chamada de smier layer. A lama que é composta por resto
do esmalte, resto de dentina, saliva, sangue, colágeno, se tiver removido restauração vai
ter também resto de restauração, bactérias, então essa manta de sujidade fica cobrindo
os tubos dentinarios e impede o contato do material restaurador com o dente.
Qual é a sequencia de limpeza cavitaria para a restauração de amalgama?
 Profilaxia da cavidade (pedras pomes, pasta profilática, água oxigenada 10%, ou flúor
em gel(de preferencia no amalgama), ou água de cal, clorexidina a 2%.
 Aplica o fluor por um minuto e não lava a cavidade, devendo somente remover o
excesso com bolinha de algodão seco ate a cavidade ficar totalmente livre daquela
solução de flúor e depois inicia o processo da restauração em si.
E para restauração em resina composta?
Nos não podemos utilizar a água oxigenada 10vol e nem o flúor em gel, porque
essas duas substancias vão interferir na polimerização do sistema adesivo (é utilizado
antes da colocação da resina composta):, e nesse caso utilizamos a água de cal ou
gluconato de clorexidina a 2%, e então faz o ataque acido e aplica o sistema adesivo.
Então na sequencia se faz:
 o preparo cavitario ,
 dente isolado,
 condicionamento acido por 15 segundos e remove o acido em seguida ,
 seca a cavidade com rolo de algodão ,
 depois aplica o sistema adesivo ,
 evapora o solvente do sistema adesivo com um jato de ar ,
 polimeriza o sistema adesivo com a luz do foto ativador;
 e começa a inserir o material na cavidade ate a restauração esta concluída.
Se na classe I estiver também acontecendo uma carie na proximal, ela passa a ser classe
2 composta (ocluso distal ), e se tiver tambem na mesial (será complexa,
mesioclusodistal).
Quais são as cavidades que ocorrem na superfície lisa?
 R: II,III,V. A IV não é porque pega a borda incisal dos dentes anteriores.
 E a I é na oclusal (cicatrículas e sulcos de dentes posteriores e na face palatina dos
dentes anteriores).
3° Aula Dentística I
Isolamento do campo
Compreende o conjunto de procedimentos realizados na cavidade bucal
com finalidade de eliminar a umidade.
Tipos: Isolamento relativo
Isolamento absoluto
Isolamento relativo – é realizado com rolos de algodão ou compressas de
gaze, está indicado somente durante os procedimentos de preparo da coroa.
Isolamento absoluto – É o único meio de se conseguir um campo
operatório totalmente livre de umidade.
Vantagens do isolamento absoluto:
 Retração e proteção dos tecidos moles
 Melhor acesso e visibilidade
 Condições adequadas para inserção dos materiais
 Auxilia no controle de infecção
 Redução do tempo de trabalho
 Trabalho em condições assépticas
 Proteção para o paciente e profissional
Seleção de grampos
O grampo é selecionado de acordo com as dimensões do colo do dente.
Para testar sua adaptação e sua fixação, ele deve ser colocado em posição e
ficar preso sem pressão exagerada. Se ele não ficar adequadamente
posicionado, é necessário escolher outro.
Numeração dos grampos com asas:
 200 a 205 – molares
 206 a 209 – pré-molares
 210 a 211 – dentes anteriores
Grampos especiais (exemplos):
 W8A e 14A – molares parcialmente erupcionados
 26 e 28 – molares com pouca retenção
 W8A e 26 – Ambos são recomendados para o isolamento de dentes
posteriores, especialmente quando os mesmos apresentam coroas
curtas e/ou expulsivas.
 212 – retração gengival em classe V
Modificação do grampo 212
 Encurvamento da garra vestibular para apical.
 Encurvamento da garra lingual para incisal.
 Permite a restauração simultânea de cavidades.
Guardanapo para dique de borracha
Indicação:
 Uso prolongado do isolamento
 Proteção da face do paciente
 Prevenção de reações alérgicas
Posição dos orifícios no lençol de borracha
O espaço entre os orifícios devem ser iguais a distância entre os eixos
longitudinais dos dentes.
Métodos de marcação
Réguas para perfuração da borracha
Quanto maior o número de dentes incluídos no isolamento, melhor será o
acesso e a visibilidade.
- dentes posteriores: no mínimo um dente para distal até o canino do lado
oposto.
- dentes anteriores: de pré-molar a pré-molar
Isolamento do campo operatório
Definição: conjunto de procedimentos realizados na cavidade
bucal, com a finalidade de eliminar a umidade proveniente da saliva,
propiciar condições assépticas para o tratamento e restaurações dos
dentes conforme a indicação dos materiais dentários a ser empregados.
A umidade compromete qualquer material restaurador, assim como
processo de presa normal, cristalização do amálgama, da adesão da
resina ao adesivo, durante a execução do procedimento restaurador. Ela é
prejudicial, e a única forma da gente conseguir fazer o procedimento
restaurador de qualidade é utilizando o isolamento do campo operatório .
O isolamento é dividido em dois tipos: o isolamento absoluto e o
isolamento relativo.
Através do isolamento absoluto consegue remover a umidade,
não só saliva, mas fluído gengival, sangue, isso pode comprometer uma
restauração. Na restauração de resina se estiver sangramento, esse sangue
vai se misturar com a resina e ficar rosa, essa é a importância do isolamento
absoluto.
Vantagens do isolamento absoluto:
 Promove a retração e proteção dos tecidos moles: gengiva, mucosa,
afastamento da língua, ele tanto retrai como protege de eventuais
substâncias químicas.
Ex: acondicionamento ácido pode cair na mucosa
 Melhor acesso e visibilidade: quando vc tem o campo todo isolado
fica mais fácil da luz do foco penetrar na cavidade oral, vc tem mais
acesso pra trabalhar com o isolamento todo em posição.
 Condições adequadas para inserção dos materiais: se vc não tem
saliva não tem sangue, fluido gengival dentro da cavidade ou
circundando o dente, vc ta dando condições adequadas para que as
propriedades físicas e mecânicas dos materiais restauradores para
que eles possam permanecer depois dessa restauração ao longo da
vida útil desse material.
 Auxilia no controle de infecção: o paciente que tem muita
quantidade de microrganismo, bactérias circulando na boca , vc isola
porque tem menos risco de contaminação, assim vc controla a
infecção.
 Redução do tempo de trabalho: demora-se muito mais tempo pra
fazer o isolamento com isso diminui o tempo de trabalho.
 Trabalho e condições assépticas: as vezes uma alta exposição da
polpa acidental se houver contaminação com saliva, com certeza
esse procedimento não vai dar certo, então o isolamento absoluto ele
ajuda a controlar as condições assépticas e naturalmente controlar a
infecção.
 Proteção para o paciente e para o profissional: porque durante um
procedimento o paciente pode engolir restos de amálgama , as vezes
a broca escorrega e vai rasgar o isolamento absoluto e não a mucosa
do paciente , assim vc ta se resguardando com qualquer acidente que
possa acontecer durante um procedimento e resguardando o paciente
para que nenhum imprevisto possa acontecer .
Materiais para o isolamento absoluto:
 Lençol de borracha
 Porta dique de borracha
 Perfurador de dique de borracha
 Grampos
 Pinça porta grampos
 guardanapo
 Sugadores de saliva
 Godiva em bastão
 Lamparina à álcool
 Instrumental auxiliar: (sonda, pinça e espelho)
 Caneta que marca cd
Lençol de borracha ou Dique de borracha - A apresentação dele é de 12
por 12 ou 15 por 15, dependendo do fabricante. A espessura já vem
padronizada pelo fabricante, é uma espessura aceitável para que ela não
machuque tanto o paciente ou não rasgue com muita facilidade.
Porta dique de borracha - é o arco que tem forma de U, ele serve para
posicionar a borracha, para ficar esticada.
O perfurador do lençol de borracha - ele vai perfurar a borracha em cima
da plataforma giratória tem diversas espessuras com tamanhos diferentes de
acordo com o tamanho dos dentes que vc vai perfurar no lençol de
borracha. O maior furo é onde vai receber o grampo, o segundo furo serve
para furar molares superiores e inferiores, o terceiro furo serve para
perfurar pré-molares e caninos, o 4º furo para incisivos superiores e o
último furo para incisivos inferiores.
Se vc pegar o maior furo e furar o incisivo central superior vai entrar saliva
como se estivesse frouxo, o furo é maior que o tamanho do dente, vc não
conseguir abraçar o dente la na cervical.
Os grampos são dispositivos que podem ser de plástico ou de metal , é
melhor o de metal que é mais resistente, ele ajusta na região cervical dos
dentes e ajuda a manter o lençol de borracha na posição. Sem o grampo
com a movimentação da língua pode tirar o dente do furinho e vc não
consegue executar o procedimento, mas se tem o grampo na cervical do
dente é garantido que não vai sair de posição e não vai atrapalhar no
procedimento.
Há dois tipos de grampos: os com asas e outro sem asa. Existem
diferentes tipos de técnica de acordo com o grampo com asa e o sem asa.
Tem grampos para dentes posteriores e tem outros para dentes anteriores.
O arco tem que esta sempre voltado pra distal dos dentes posteriores, e
dos dentes anteriores ficam voltados para mesial e distal. Tem os
orifícios que é pra vc levar a pinça porta grampos, que vai encachar nesse
orifício e vai levar na boca do paciente. Existem as asa outros não tem asas,
e existem as garras que justamente vão prender na cervical dos dentes
para segurar o lençol de borracha lá em baixo. E alguns grampos têm essas
projeções laterais que ajudam a afastar mais a borracha.
Cada grampo tem uma numeração diferente e uma aplicação diferente
também.
Nº 200, 201, 202, 203, 204 e 205 são grampos exclusivos para serem
utilizados em molares superiores e inferiores. Tem que experimentar e
ver qual melhor se adapta na cervical do dente.
206, 207, 208 e 209 são grampos exclusivos para serem utilizados em pré-
molares e somente algumas situações que serão utilizados em caninos.
210 e 211 são grampos utilizados apenas para dentes anteriores (inclusive
o canino)
Existem também os grampos de série especial, esses outros
grampos nem sempre conseguem resolver todos os casos, existem algumas
situações clínicas muito específica que acontece na boca do paciente que
por mais que vc se esforce vc não consegue adaptar devido o desenho do
grampo ou pela posição do dente, que são w8a e 14a que são utilizados em
molares que estão parcialmente erupicionados, eles tem uma projeção
maior para apical, machuca mais o paciente que tem que anestesiar a
gengiva, mas que resolve o problema dos dentes parcialmente
erupicionados,.
O 26 ou 28 são grampos para molares que tem a coroa clínica curta.
O grampo 212 é utilizado para restaurações de classe V, ele facilita no
isolamento da região cervical, ele facilita porque sua garra é mais
projetada para região apical.
Existe o 212 M (modificado), hoje já vem assim modificado antes
tinhamos que modifica-los. Em uma lesão de classe V o grampo entrava
na lesão e precisava retrair a gengiva em baixo, então tínhamos que
dobrar o grampo para apical na vestibular e dobrava mais para coronal
na região lingual. Agora o 212M o fabricante já traz o grampo nessa
curvatura. Se por acaso vc não tiver o 212M a gente modifica o 212
normal.
O 212 R e 212L, vc tem duas restaurações classe V, vc isola usando os
dois grampos um para esquerda e o outro para direita, vc faz as duas
restaurações ao mesmo tempo, se fosse o 212 normal o arco bateria em
cima da cavidade e não conseguiria restaurar vc teria que tirar o
grampo para poder passar pro outro dente, dá mais trabalho, machuca
o paciente, sangra a gengiva de um lado e contamina a cavidade que vc
iria trabalhar, e vc teria que suspender e restaurar no outro dia.
É usado também para:
 fechamento de diastema,
 restaurações múltiplas de dentes anteriores.
A pinça porta grampos é responsável de levar o grampo para dentro da
boca do paciente levando a garra na região cervical. Existem dois tipos, a
de Palmer e a de Brille, é recomendável a de Palmer porque ela tem esse
intermediário reto que facilita em algumas situações como o 3º molares
mesialisados, a de Bill em algumas situações vc tem dificuldades de usá-la.
O guardanapo é indicado só em situações que vc vai demorar muito,
porque a chance do paciente salivar é muito grande, é também uma
proteção da face do paciente além da borracha e em pacientes que tem
alergia a látex põe o guardanapo em baixo para não ter contato com a pele.
Sugadores de saliva, ele vai tirar o resto de ácido, pó de amálgama que vc
tirou de uma restauração, ele serve para vc lavar a cavidade pulpar, serve
para sugar sangue, saliva, água, materiais que foi utilizado e é fundamental
porque o paciente não pode cuspir.
O fio dental é importante antes e durante a execução do procedimento de
isolamento absoluto, antes de começar o isolamento precisa passar fio
dental nas proximais de todos os dentes na região que você vai trabalhar, se
passar o fio dental e ele se rasgar ou desfiar significa que você precisa
passar uma lixa antes de fazer o isolamento, porque se você colocar a
borracha vai rasgar. Então essa verificação das bordas cortantes dos pontos
de contato é para que não se tenha problemas durante a execução do
isolamento absoluto. E no momento da execução do isolamento a gente
ajuda a vencer o ponto de contato com o fio dental, ele vai passar a
borrachinha entre os dentes levando na posição correta, depois vc invagina
a borracha para dentro do sulco para que não haja vazamento de saliva na
região em que esta trabalhando, vc abraça o fio dental no dente depois
cruzar esse fio dental e fazer movimento para apical do dente, fazendo isso
leva a borracha para o sulco gengival, que se chama invaginação da
borracha.
Também pode fazer a amarrilha é só da um nozinho para ficar no final do
procedimento depois você tira. Ele serve também para amarrar o grampo
por segurança profissional, em casos de alguém deglutir o grampo vc pega
o fio e puxa ele de volta.
O lubrificante é para facilitar o invaginamento da borracha nos orifícios.
A godiva em bastão – os grampos para dentes anteriores eles são estáveis,
balançam, e as vezes podem pular, vc passa a godiva nos arcos e prende
nos dentes, que quando ela endurecer fixa o grampo que não tem mais
problema do grampo pular, nem machucar, nem engolir. Ela serve para
estabilizar o grampo.
Como se faz os orifícios no lençol?
O orifício é de acordo com o eixo longitudinal do dente, coloca-se o lençol
na oclusal e incisal de toda arcada e vai marcar, essa é a regra, mas
existe algumas exceções como por exemplo, pacientes com dentes
pequenos e outro grandes, diferença de altura de papila, a posição do
dente na arcada no caso de diastema, apinhamento, ausência de dentes,
a localização da cavidade nos dentes, isso pode mudar um pouquinho
da regra,
Os tipos de marcação:
a gente vai usar o quadrante e a marcação da boca ao mesmo tempo,
 com a caneta faça uma cruz no lençol de borracha, com isso dividi
em 4 quadrantes da arcada do paciente, isso é para garantir que o
lençol fique bem centralizado na boca do paciente,
 faz a marcação da boca,
 estica o lençol, identificar o sulco principal do dente e marca bem no
sulco principal,
 depois vem com a pinça perfuradora e perfura a marcação que vc fez.
Outra possibilidade vc pede para o paciente morder uma lamina de cera
7, depois coloca em cima do lençol de borracha e depois perfura com a
pinça perfuradora aonde foi marcado, as desvantagens é que ao usar a cera
ela começa a grudar na pinça, pra tirar é difícil tem que aquecer a cera, é
desnecessário usá-la, mas é uma técnica que pode ser usada.
A outra situação é o carimbo, vc pega o dique de borracha e carimba ele
de acordo com a marcação do canino. A desvantagem dessa técnica é que
em casos de diastema, apinhamento essa técnica não será tão efetiva,
A outra situação é o gabarito, que tem o mesmo problema do carimbo,o
gabarito é padronizado, vc prende ele no gabarito e perfuram mas não tem
como usar pra todos os pacientes,
Regra para perfuração da borracha:
Quanto maior o número de dentes incluído no isolamento, melhor o acesso
e visibilidade, não economize na perfuração, quanto mais dente a gente
incluir melhor pra vc e melhor pro paciente,
 Para dente posterior, tem que isolar o último molar da arcada
até o canino do lado oposto,
 dente anterior, vc vai isolar de 1ºpre-molar a 1º pré-molar,
Se vc for trabalhar só com os incisivos centrais vc pode fazer de canino a
cannino.
Se for incisivo lateral é melhor que vc isole do 1º pré a 1º pré.
Técnicas
1ª: a gente leva o arco, o lençol e o grampo ao mesmo tempo na boca do
paciente (técnica do grampo com asa).
Procedimentos prévios, são prévios a qualquer técnica a qualquer tipo de
isolamento ,
 primeiro profilaxia, vc não vai fazer isolamento absoluto com
paciente cheio de placa , tem que tirar a placa, se não vc não
consegue nem visualizar, nem colocar o grampo, então antes de
começar, qualquer profilaxia.
 Testes dos contatos proximais, vc vai passar o fio dental em todas
as proximais dos dentes da arcada em que vc vai isolar pra ver se não
vai rasgar o lençol, se não vai desgastar o fio dental, se
eventualmente isso acontecer vc vai passar uma lixinha para tirar
essas arestas cortantes pra vc poder fazer o isolamento com
eficiência.
 Você pode lubrificar os lábios do paciente, porque a borracha
incomoda, para não ficar ressecado e machucar o paciente.
 E depois começar a isolar.
 Seleciona o lençol de borracha e o grampo
 Ex: procedimento no dente 36, vc vai isolar desde do dente 38 até o
43,passa um lubrificante para facilitar esse lençol escorrer nos
pontos de contato, essa técnica é utilizada com grampos com asa, vc
vai pegar o grampo com asa e colocar no lençol de borracha no
orifício do 38, e com a pinça porta grampo leva os três ao mesmo
tempo a boca, depois pega o lençol e joga para cervical do dente
para não sair do orifício, e começa a envaginar com fio dental
dente por dente até terminar o isolamento absoluto. Se por acaso
o paciente não tiver nem o 38 e nem o 37 vc vai trabalhar no 36
mesmo. Dependendo do tipo de grampo é necessário anestesiar
somente a papila, somente infiltrativa em volta da gengiva,
 Pra tirar o lençol de borracha, vc tira o grampo e puxa o lençol pra
frente para a vestibular e vem com a tesoura cortando as regiões
interproximais,
A SEGUNDA TÉCNICA
é utilizada com grampo sem asa, é a mais fácil de todas, que são o
26, 28, w8a, 14ª são grampos sem asas,
 Coloca primeiro o grampo no dente do paciente, e depois coloca o
lençol junto com o arco e vai envaginar, o último orifício coloca no
grampo, e vai até o canino do lado oposto.
TERCEIRA TÉCNICA (grampo sem asa)
 Descobriram que o livro esta errado a respeito dessa técnica, como
não tem a asa para prender no suspensório, o profissional pega o
grampo e coloca metade pra dentro e metade pra fora, nessa técnica
vou levar grampo e borracha ao mesmo tempo, e em seguida que
levo o arco. Coloca o grampo e a borracha com a pinça, depois estica
a borracha e assim coloca o arco que vai ficar distendida, e levo ate o
canino do lado oposto e o resto é igual as outras técnicas,
 O professor mondelli ta errado, ele diz ao contrario, que a técnica de
------ é outra técnica, então não va pelo livro porque esta errado.
MATERIAIS UTILIZADOS PARA ESTABILIZACAO
Stop de borracha – serve para estabilização do lençol de borracha, no
canto do lençol de borracha, vc tira um triangulo com a tesoura, enrola e
estica ele e passa na distal do canino em caso de dentes posteriores,
A amarrilha que também serve para fazer a estabilização do dique de
borracha, é o fio ental entrelaçado até o final do sulco gengival.
Anéis eláticos – são os anéis que os ortodontistas usam para prender o arco
dos brequitis, pode-se usar na cervical de todos os dentes que estabiliza
bem a borracha, especialmente em casos de pacientes que tem diastema,
dentes conoides, os anéis eláticos são muito bons p/ essas situações.
Os wedgets, é o que é comprado
Tipos de isolamento especial
Isolamento de endodontia, vamos trabalhar somente com um dente só,
porque vai trabalhar só um conduto e não há necessidade de isolar vários
dentes .
Na dentistica restauradora precisa isolar vários dentes porque precisa ver
posição de dente, ver tamanho, escultura, anatomia (sulco, fossulas, fissura
e cicatrículas) se vc estiver com a borracha em cima disso vc não consegue
reproduzir uma restauração de amálgama e resina com a anatomia que
aquele dente precisa,
Esse isolamento é misturado isolamento absoluto com relativo, ele ta
rasgado e tem algodão na vestibular e lingual, é usado p/ cimentação de
coroas de Ley e Onley aonde não consegue ou tem dificuldade ou uma
impossibilidade de isolar tudo, é um tipo de isolamento alternativo, esse é
um outro tipo de isolamento que tem um dispositivo de resina acrílica (e:
vai cimentar uma fasseta de porcelana se vc colocar um grampo 212 aqui
vai detonar a gengiva, vai feri-la, pode ter uma recessão gengival e aí perde
estética e tem outros problemas que podem acarretar ) então são
isolamentos diferentes, que são isolamento alternativo.
Como vc vai colocar um grampo p/ a cimentar uma coroa total? Vc faz o
isolamento rasgável, vc invagina p/ dentro do fundo de vestíbulo e o resto
é como o isolamento normal, e fica livre de saliva.
ISOLAMENTO RELATIVO –usa apenas rolete de algodão e sugador de
saliva. Porque o algodão vai ser responsável pela absorção de fluidos,
principalmente saliva, sangue, fluido gegival,
As indicações são um pouco mais restrita que com isolamento absoluto. O
absoluto vc pode fazer tudo a qualquer hora e qualquer momento, o
relativo são intervenções de curta duração, a procedimentos rápidos
que não comprometem a adesão, as propriedades físicas e mecânicas
do material em que vc esta trabalhando, a aplicação tópica de flúor,
fazer algum tipo de moldagem, restaurações provisórias, cimentação,
colagem de braquetes ortodônticos, cimentação de peças proteticas de
coroa, quando tem o dente parcialmente erupicionado vc tem
dificuldade de isolar o paciente e não consegue fazer o absoluto, aí vc
faz o relativo, são pouquíssimas situações que se faz restaurações sem
isolamento absoluto. Os pacientes alérgicos a borracha ou derivados,
seria uma contraindicação o absoluto e vc teria que fazer o relativo, e
as vezes pacientes com dificuldade respiratória.
O QUE PRECISA P/ O ISOLAMENTO RELATIVO?
Rolete de algodão, gazes se vc não tiver algodão, sonda, pinça e
espelho, sugador de saliva e as vezes alguns mantenedores de roletes
de algodão, na região posterior e superior é na região de fundo de
vestíbulo que se coloca o algodão, porque essa região sai muito mais
saliva que o normal devido a glândula parotida. Na região anterior faz
um v com a tesoura no rolete de algodão, ou um rolete p/ cada lado sem ter
interferência do freio labial. Na arcada inferior dente posterior vc coloca
na vestibular e na lingual também porque nessa região passa a glândula
sublingual,
Pode-se colocar um dispositivo para manter o algodão na posição, porque
se o paciente começar a mexer a língua o algodão fica saindo toda hora e
atrapalha no procedimento. O algodão na lingual encharca muito rápido, na
hora de trocar o rolete é mais trabalho com a presença desses dispositivos,
vc pode usar sem ou pode usar com, ele atrapalha mais do que ajuda,
O fio retrator é utilizado para moldagem de prótese fixa, é utilizado p/
fazer o afastamento da gengiva p/ fazer uma classe 4 ou uma 5, ele serve
também como controle de umidade principalmente na região de sulco.
Existem umas resinas bloqueadoras fluidas que vê em umas seringas que
utilizamos como isolamento relativo , como: seca a gengiva, aplica na
gengiva, fotoativa co foto polimerizador, é mais utilizada para foto
clareamento e ela endurece e depois que vc puxa ela sai toda dura com o
formato da gengiva.
Existem algumas drogas que diminuem o fluxo salivar do paciente (ele
manda le no livro mas não acha necessário seu uso na clinica, porque existe
riscos muito grandes, pacientes gravidas, cardiopatas, com síndrome vc
pode ter problemas muito sério ao administrar esses medicamentos).
O isolamento relativo deve ser utilizado na impraticabilidade do isolamento
absoluto, requer atendimento a quatros mãos,
RESINAS COMPOSTA
As Resinas normalmente : são indicadas em:
 cavidades conservadoras, um exemplo: no selamento de cicatrículas e fissuras
para odontopediatria
 restaurações de lesões oclusais ou proximais de tamanho pequeno e médio
porque tamanho muito grande ja foge da indicação talvez a indicação possa ser o
zuley e não mais um restauração direta,podemos ter uma lesão de carie só na
proximal de dente anterior,so na oclusal de dente posterior ou quando as duas ao
mesmo tempo na coroa desse dente podendo ser na mesial,distal , proximal,oclusal
envolvendo diversas faces.
 Substituições de restaurações oclusais ou proximais de tamanho pequeno ou
médio também é indicada a resina, tamanhos muito grande com
comprometimento de cúspide já começa ficar contra indicado a utilização tanto de
amalgama como de resina composta,
 restauração de dentes posteriores fraturados(não por carie) devemos com a resina
composta restabelecer a parte fraturada,
 restabelecimento de contato proximal é lógico que dentes posteriores não se fecha
diastema como em dentes anteriores e também
 necessidade de restaurações estéticas, quando falamos da mesma falamos mais de
dentes anteriores, mas se você imaginar o primeiro pré superior quando a restauração
de amalgama envolve mesial é considerada uma região estética, comprometendo
muitas vezes a estética com mancha no amalgama, por isso podemos utilizar resina
composta.
Em região de cicatrículas e fissuras é indicada a resina composta
principalmente resina fluida, para que não ocorra mais acumulo de bactéria, em caso
que já envolva dentina, quando verificamos uma profundidade dentro da cavitação
aquele aspecto mais escuro mais castanho mais amarelado significa que tem tecido
mole dentro da cavidade ja envolvendo dentina. Outra situação também é de
 troca de restauração pequenas, medias restauração de pré-molar quando vamos
trocar por questão estética. A Estética não é o principal ponto, o mais importante é
devolver função e saúde
CONTRA INDICAÇÕES:
 Dentes antagonistas com restauração de cerâmica: esse tipo de restauração é bem
mais dura que a de resina composta só o fato do paciente falar, mastigar essa
restauração de cerâmica acaba desgastando a de resina composta, hoje em dia
podemos fazer esse procedimento mais temos que avaliar se ambas foram bem
polidas, verificar se contem alguma irregularidade.
 Extensão da área a ser restaurada: se você tiver uma maior que a metade da
distancia intercúspidea como no amalgama já começa a ficar contra indicado a
restauração de resina composta,
 envolvimento de uma ou mais cúspide no preparo: qualquer cúspide que for
quebrada pela mastigação ou pela carie já não é mais indicação de resina composta ae
vamos ter que fazer uma indireta vamos ter que usar outro artificio que não seja
resina composta.
 Pacientes que tem bruxismo, normalmente essa restauração vai se desgastar muito
mais rapido,não significa que nao vamos fazer restauração de resina em pacientes que
tem bruxismo mas quando falamos em Excesso oclusal excessivo, as vezes e um
contato pre maturo,dente giro-vertido alguma situação que possa comprometer a
restauração de resina composta ao ponto de fraturar a situação pode está contra
indicada,
 impossibilidade de usar isolamento absoluto a resina composta está proibida nesse
caso. Pois a saliva o sangue fluidos gengivais tudo isso contamina superfície do dente
comprometendo ao sucesso e a longevidade da restauração.
 paciente que tem alto risco de desenvolver carie, paciente que tem dieta
cariogenica muito grande esses pacientes está contra indicado restauração com resina
composta,pois ela infiltra com muito mais facilidade.
 situações clinicas que você vai restaurar o dente na forma de classe 2
naturalmente, ausência de esmalte na parede gengival ou cervical, a adesão da resina
no esmalte é muito mais efetivo que na dentina, então se você tem uma situação de
falta de esmalte passa a ser contra indicado na parede Gengival ou cervical, existem
técnicas restauradoras como a técnica sanduíche(o ionômero de vidro fica entre o
dente e a resina) que você coloca ele ao longo e divide la em baixo na gengival e
depois você restaura a oclusal e proximal com resina composta na tentativa de
suprimir a falta de adesão não necessariamente é contra indicado mas existe uma
limitação onde a ausência de esmalte.
 Paciente com estresse excessivo: ex;o paciente não tenha o dente ao lado o contato
inter oclusal com antagonista a possibilidade de fraturar é muito maior.
AS VANTAGENS DA RESINA COMPOSTA :
 O preparo cavitario muito conservador.( diferença de um preparo de amalgama
para um preparo de resina composta) o preparo de amalgama você tem que ter uma
preocupação maior em relação as paredes , aos ângulos verificando a
convergência da parade a rigidez. Ja na resina composta se você quiser melhorar
a usa forma de contorno, conveniência, de resistência existe uma facilidade muito
maior em realizar preparo de resina composta pois agente remove a carie .
 A resina composta o fato dela ter adesão a estrutura dentária,diferente do amalgama
isso permite em um preparo expulsivo que quase não tenha retenção e ao mesmo
tempo que ela adere ao esmalte e a dentina ela reforça o remanescentes dentário, já
amalgama não tem essa capacidade ele ta apenas condensado na cavidade, já a
resina não, ela pode reforçar aquela estrutura dentária.
 O custo da resina composta é inferior ao da restauração de PORCELANA a
resina é muito mais barata, porém o amalgama é muito mais barato ainda que a
resina composta então dependendo da comparação que você faz a resina é cara
se comparada ao amalgama já é barata se comparada as restaurações de
PORCELANA.
 Questão estética;
Obs: lembrando que o paciente não vem buscar estética e sim saúde.
 As resinas tem vários tipos de cores, diferentemente do amalgama .
DESVANTAGENS DA RESINA COMPOSTA:
 tem contração de polimerização(pode gerar fendas ou gaps) qualquer resina
para qualquer finalidade ela contrai consequentemente diminuindo seu
volume, então isso passa a ser um ponto negativo, consequentemente podendo
causar fendas na estrutura dentaria ,onde as bactérias aproveitam para entrar e
desenvolver a carie;
 Baixa resistência ao desgaste (se desgasta muito mais rápido que o
amalgama).
CLASSIFICAÇÕES DE RESINAS COMPOSTAS:
As primeiras eram as micropartículas (partículas grandes) que tinham um
polimento ruim, na época que surgiram as resinas era o que existia de melhor, com
passar dos anos houver uma evolução natural que ajudou com a melhoria desses
materiais , em relação a estética ao polimento ao desgaste a adesão.
Hoje nos usamos na clinica basicamente resinas hibridas, micro- hibridas
ou nano- particuladas, hoje a febre são as resinas nano partículas, são partículas
muito pequenas promovem certa resistência aos materiais, melhor qualidade de
polimento hoje em dia é mais fácil encontrar nano partículas, não significa que você
não possa usar outros tipos de resina.
A COMO EXECUTAR A RESINA COMPOSTA:
 ANESTESIA,
 REMOVE CÁRIE,
 PROFILAXIA para remover placa,
 verificar o contato oclusal para saber onde esse contato ta pegando
antes de começar a restauração
 seleção de cor ( muito mais preocupante em dente anterior)
 isolamento absoluto ;
 realização do preparo cavitario,
 condicionamento acido 30 segundos no esmalte e 15 na dentina;
 Lavagem, secagem mais não remover toda umidade,
 aplicação do sistema adesivo.
Parte Romilton, de 22 a 45 minutos.........
APLICAÇÃO DO SISTEMA ADESIVO
Utiliza-se um microbrush (aplicador de adesivo), encharca com a substância adesivo
e passa dentro e fora da cavidade (onde tem que fazer o selamento). Após a aplicação
do adesivo dar-se um leve jato de ar, à uns 20 cm de distancia, pra evaporar o
solvente e dar um tempo para o adesivo permear nas fibras colágenos, nos túbulos
dentinários pra que essa adesão seja efetiva. Após evaporação do solvente faz-se a
polimerização do adesivo por no mínimo 30-40 segundos, podendo ser até um
minuto, quanto mais tempo de polimerização do adesivo, melhor. Só não pode ser
menos que 30 segundos porque aí já estará comprometendo a adesão do adesivo.
Após a polimerização do sistema adesivo faz-se a inserção das resinas compostas em
pequenos incrementos, sendo que a cada incremento que se coloca faz-se a
polimerização até terminar a restauração. Na restauração com resinas compostas, é
importante que a anatomia do dente seja dada no momento da aplicação dos
incrementos, ou seja, esses incrementos vão sendo depositados conforme a anatomia
do dente de forma que quando terminar a restauração o dente já esteja com sua
anatomia ideal. No amálgama a anatomia não dar pra ficar tão parecida, mas na resina
fica praticamente igual. E depois da restauração acabada faz-se o polimento. Exemplo
de uma lesão cariosa, primeiro deve-se verificar os contatos oclusais pra saber se a
resina está além ou aquém, o ideal é que quando se termine a restauração os pontos
de contato fiquem dentro da restauração, pq se ela ficar na interface da restauração,
ela já pode comprometer a restauração. Por isso que se faz a verificação dos pontos
de contato antes e depois da restauração, pra ter certeza que a situação de antes ficou
igual no final da restauração. Alguem pergunta se tem problema depois da
restauração ficar um contato no meio do dente. Ele responde que não, que na verdade
não pode ficar contato na interface do dente.
E Profilaxia pra tirar placa ou qualquer agente que contamine e atrapalhe na hora da
adesão. A profilaxia facilita até a hora de seleção de cor porque facilita a visualização
da cor real do dente, não dar pra tirar a cor do dente com placa ou cálculo em cima.
Até aqui tudo que foi feito foi sem isolamento absoluto.
Quanto a seleção de cor têm-se duas possibilidades: 1) Escala de cor e 2) “Bolinhas”
de resina (coloca na frente de dente A2, A3 e A3/1/2, fotopolimeriza os três e vê qual a
cor está mais próxima do dente que vc ta trabalhando). Então, depois de selecionar a
cor faz-se o isolamento absoluto pra iniciar a remoção de cárie.
REMOÇÃO DE CÁRIE
Remove-se cárie com brocas carbite esféricas multilaminadas em baixa rotação.
Porém, tem algumas situações clínicas em que a broca multilaminada não consegue
entrar, cárie de dentina por exemplo, aí entra-se com uma broca diamantada em alta
rotação, não para remover cárie, mas somente para abrir um acesso nesse tecido duro
que é o esmalte para a carbite poder entrar e fazer a remoção desta carie. Portanto só
se remove carie com carbites multilaminadas, usa-se esféricas diamantadas em alta
rotação para abrir um acesso onde a carbite não consegue entrar (esmalte). Remove-
se cárie com brocas multilaminadas em baixa rotação pq corta pouco e não ter perigo
de fazer uma exposição pulpar.
Existem brocas multilaminadas em diversos tamanhos, logo vc deve adequar a broca
ao tamanho da lesão cariosa (carie pequena, broca pequena; carie grande, broca
grande). Ele mostra uma figura de uma cavidade já limpa que chegou em dentina
saudável e está pronto pra receber os procedimentos de adesão. Ele mostra o
condicionamento ácido, esmalte bem acabado e o ângulo cavo superficial nítido e
definido. Ele também diz que no livro do Mondelli diz que se faz bizel em face
palatina de dentes posteriores, porém, na UEA não se adota esse padrão de bizel, mas
somente fazer bizel em vestibular de dentes anteriores (Padrão UEA).
Ele diz pra tomar cuidado com o que se pode encontrar nos livros e o que se vai
escrever na prova sobre o bizel, o padrão é o preconizado pela UEA (apenas na face
vestibular de dentes anteriores) por ser mais conservador. Depois de remover a cárie,
faz-se o condicionamento ácido, sendo 30 segundos no esmalte e 15 segundos na
dentina, depois lava-se tudo pelo mesmo tempo de condicionamento ácido (30 seg.),
no mínimo, depois remove-se o excesso de água, depois aplica o sistema adesivo e
joga um leve jato de ar pra evaporar o solvente e fotopolimeriza. A resina enquanto
não polimerizada, no seu interior existe unidades de monômeros que, ao ser
fotopolimerizado esses monômeros se aproximam formando uma cadeia de
polímeros, diminuindo seu volume (contração de polimerização). Por isso é que a
deposição de resina na cavidade deve ser pela técnica incremental em virtude da
contração de polimerização, para não ficar fendas na interface da restauração.
FATOR C
É o fator de configuração cavitário. Dependendo do preparo que aparece, esse
preparo tem uma configuração cavitária que cresce por número, e pra descobrir esses
números de configuração do fator Cavitário tem uma fórmula matemática que dá pra
descobrir de qualquer cavidade: divide-se a área aderida (união entre a resina e a
cavidade) pela área de resina livre (que não tem nenhum contato com a parede de
dente). Exemplo: uma cavidade classe I que tem 5 paredes aderidas por 1 parede
livre, logo o fator C é 5 (5:1=5); outro exemplo: cavidade classe 5 (em forma de
colher) tem 1 parede ederida e 1 parede livre, logo o fator C é 1 (1:1=1). O fator de
configuração cavitário (fatorC) vai de 1 a 5, logo quanto maior for o fator C, maior
será o stress de polimerização. Se precisar calcular qualquer preparo cavitário é só
usar a fórmula parede aderida dividido por parede livre.
Quando se usa a técnica incremental diminui a possibilidade de contração excessiva
que formaria as microfendas, além de ter um relaxamento de contração de
polimerização equilibrada, ou seja, não vai ter stress. Portanto, a técnica incremental
serve tanto para facilitar na escultura deixando muito mais bonito o resultado final de
uma restauração.
44:00 até o fim
A parede de fundo é a pulpar, e essa diferença, essa inclinação aqui do triângulo que
é toda essa parede que vocês estão vendo aqui e essa área é muito maior do que esses
dois ângulos do triângulo, esses dois lados do triângulo. Então agente vai ter um
relaxamento de contração de polimerização como equilibrada, então agente não vai
ter estresse aqui nessa região. Então a técnica de incremental, ela serve tanto para
facilitar a anatomia e escultura, fica muito mais bonito o resultado final de uma
restauração. Feita com técnica incremental, além de você reduzir uma situação
extrema de configuração cavitária numa situação simples, sem o menor problema
para a adesão, para o sistema adesivo, e assim por diante, coloca um incremento aqui,
outro incremento aqui, e vai colocando até finalizar a restauração, e toda a anatomia e
escultura foi dada. (não entendi ao certo) Então você pegou lá um incremento de
resina composta, e ó, já colocou embaixo dessa cúspide aqui ó. Vamos pegar outras
bolinhas ó , e o que agente vai fazendo? Nós temos a ponta das cúspides, nós temos
que imaginar onde passa o sulco principal e esse incremento não pode passar pro lado
de lá, né, pra agente obedecer a anatomia e escultura. E ó coloca o incremento da
ponta da cúspide até o meio do dente, e assim por diante, sem ultrapassar aquela linha
imaginária que vai ser o sulco principal (se não você vai desviar o sulco principal, ou
para a vestibular ou para a lingual, aí você vai deixar as cúspides maiores do que elas
realmente são). Vocês vão ver resina composta sendo a de pouquinho em pouquinho
e a restauração finalizada, e a cada momento que vai colocando, vai polimerizando.
“pô professor o, mas demora muito fazer isso” Demora sim, mas se você for esperto
você não precisa colocar um incremento de cada vez, você coloca um incremento de
um lado e um incremento do outro, aí você polimeriza dois de uma vez. O importante
é que esses dois incrementos não estejam unidos no momento da polimerização.
Depois que o incremento polimerizou, você pode encostar nele, mas antes de você
polimerizar , eles tem que estar separados entre si se quiser polimerizar mais de um
incremento de uma vez. Depois que a restauração terminou, óh, o ponto de contato
continua no mesmo lugar, podia estar no meio da restauração, não tem problema, só
não pode estar na interface que pode quebrar, desgastar ou haver uma recidiva de
cárie ou uma falha de adesão a essa região.
Sequencia operatória Classe II
Próximo a oclusal (não entendi), chegando ao ponto de contato, escolha de cor,
profilaxia e já isolado. Gente, vamos falar um pouquinho de slot horizontal e slot
vertical. Vamos imaginar que isso aqui está hígido, que agente só tem essa lesão de
cárie aqui. Como agente tem esse dente aqui, para eu acessar essa cárie aqui, eu tenho
que vir com o slot vertical, vem de cima né, e abro o acesso de esmalte, rompo um
pouquinho da crista marginal, limpo a cárie e restauro. Se eu não tivesse esse dente
aqui(ao lado), eu podia fazer o slot horizontal, eu vinha com a broca diretinho aqui e
nem desgasto isso aqui oh, a crista marginal vai ficar toda integra aqui, aí eu vou ser
mais conservadora. Essa situação não, eu tenho a cárie na oclusal e a cárie na
proximal, e a espessura aqui é tão fina que ela vai se fraturar então agente vai fazer
um preparo clássico disto oclusal. Removendo o tecido cariado com broca
multilaminada em baixa rotação esférica. Pra remover cárie gente, colocar uma
matriz metálica do lado porque se esbarrar, não desgasta a proximal do dente vizinho.
Aqui gente, é uma tentativa de fazer o preparo tipo túnel, que vai com a broca
inclinada, limpa lá em baixo e mantém a crista marginal, só que aqui agente vai
romper isso e fazer um MOD clássico, a cárie já foi limpa lá atrás e foi ser
remanescente de crista marginal. Então, o doutor ta perguntando ali: O esmalte não
fica desapoiado? Fica no momento do preparo, mas na hora que você faz a
restauração de resina, a resina apoia esse remanescente. Se você imaginar um pedaço
de vidro e coloca em cima desse granito e eu faço pressão sobre esse vidro, ele não
quebra, porque ele está apioado, mas se eu tiver qualquer imperfeição no granito se
eu fizer qualquer forcinha em cima do vidro, ele quebra, porque ele está desapoiado.
A mesma coisa do esmalte e a mesma coisa da porcelana, eles são friáveis. Vamos
continuar aqui com um preparo clássico, parecido com a do amalgama, MOD, a crista
marginal não se manteve. Colocar matriz metálica e cunha. Porque metálica? Porque
a matris de poliéster agente usa para dente anterior, porque se agente tenta colocar na
proximal de um dente posterior, ela amarrota, daí quando agente for fazer a rezina, a
sua proximal vai ficar amarrotada igual a sua matriz de poliéster. Por isso que agente
usa a matriz metálica para restauração de dente posterior. Aqui no caso, usa-se a
matriz de poliéster para o condicionamento ácido, para proteger o ácido da proximal
dos outros dentes para não unir. Aqui ó, mostrando uma brunidura, para agente pré-
curvar uma matriz, se você pegar o brinidor 29 e passar no meio da matriz com força,
ela fica meio curvada, e aí você consegue adaptá-la melhor para a proximal do seu
dente. Essa é a matriz que vocês tem, agente cortou com tesoura e passou o brunidor
pra ela ficar curvada. Agente chama essa matriz de sweeney. Existe uma matriz que
já é pré-fabricada, que só é adaptar na proximal que você vai trabalhar, não precisa
colocar o porta-matriz e não precisa abraçar o dente inteiro. Uma da coisas mais
difíceis da resina composta, é o contorno e a realização do ponto de contato, não
adianta o ponto de contato ficar frouxo, no amalgama é difícil o ponto de contato
ficar frouxo, agora na resina é muito fácil. Como que é a técnica incremental na
classe II? Você pode usar dessa forma: Coloca um triangulozinho aqui na proximal
(vestibular), aí coloca outro triangulozinho aqui pela lingual, fechei toda a proximal,
por último, faz a crista marginal. Você transforma o seu preparo classe 2 em preparo
classe 1, e não é muito mais fácil restaurar uma classe 1 do que uma classe 2? Então
você começa a sua restauração pela proximal, transforma aquela classe 2 em classe 1
e aí, é muito mais fácil. Vocês estão vendo aqui oh: Colocou um pouquinho de resina
aqui(na proximal) e depois polimerizou depois coloca mais um pouquinho e
polimeriza e depois engorda (acho que é isso) a crista marginal, fez a distal, a distal ta
pronta, daí tira a matriz daqui tira tudo e vou fazer a mesial agora. Coloquei a matriz
na mesial, coloquei o incremento aqui, coloquei o outro incremento ali, vou
polimerizando, engordou, e a crista marginal já está pronta. Então você tem duas
cristas marginais prontas. Olha, metade do dente já está pronta a anatomia já aparece,
e aí é muito mais fácil você restaurar a oclusal depois de ter as cristas marginais já
realizadas. E aqui a oclusão que vocês já viram no dente anterior, da ponta da cúspide
até o centro do tente, sem passar pro outro lado o sulco principal e vai aumentando,
incremento por incremento e fechando o dente até chegar no final. As resinas de
dente posterior existem resinas para esmalte e resinas para dentina. Depende do
fabricante depende de uma série de fatores. Lá na dentística 2, normalmente o que
agente faz, agente usa uma cor mais escura para a dentina e uma cor mais clara para o
esmalte. E ai vai fotoativando (alguma coisa que não entendi) checando a oclusão
depois do final, tira o lençol, tira tudo e a oclusão ó, não pega na crista marginal. Se
tiver marcando o carbono na crista marginal, vai ter que ajustar a oclusal, passar uma
broquinha ali ó até tirar esse contato pré-maturo, se não pode fraturar essa resina pode
quebrar a restauração, pode criar fenda, ou seja, a oclusão tem que sair perfeita para
não criar problema maior para a restauração depois.
Então gente problemas relacionados a restaurações
Todo mundo acha que resina é mil maravilhas, e hoje quase não se usa amalgama e o
amalgama caiu, ninguém quer saber mais de amalgama, é lógico que é uma questão
de estética e é claro o apelo da resina é muito grande, e o apelo dos fabricantes é
muito grande, para vender resina. Mas resina, ela é, no meu ponto de vista, muito
mais difícil fazer do que fazer amalgama, é muito mais complicado, você precisa de
mais atenção e mais cuidado, a resina é muito mais delicada, se você der bobeira na
resina, o prejuízo é muito maior. O amalgama, por mais safado que o amalgama fique
aquele amalgama vai durar uns 15 a 20 anos. A resina não, as vezes uma resina bem
feita, dura cin... não dura o que um amalgama dura. Então agente precisa saber das
coisas ruins da resina compostas.
Então a resina ela tem muito contato pré-maturo, no contato pré-maturo ela se
desgasta com muita facilidade. OH não tem nada de sulco principal aqui, não tem
nada de crista marginal aí, isso aí não é restauração né, tem gente que termina a
restauração assim, então você tem que fazer a anatomia e escultura. Mas com o
tempo, a resina pode chegar nisso aqui.
Obtenção do contato proximal: é difícil você reestabelecer o ponto de contato
proximal, é preciso você usar muito a cunha, a cunha tem que empurrar bastante.
Professor, quando que eu sei que o paciente está bem cunhado? Quando ele disser
“Ai!”, quando incomodou a cunha, é porque você cunhou bem o dente do paciente.
Controle da micro infiltração: Se tiver um pobre condicionamento ácido, um sistema
adesivo mal aplicado, não adianta você colocar e condensar a resina bem, que vai ter
infiltração do mesmo jeito. Então a resina infiltra muito mais do que uma restauração
de amalgama ao longo dos anos.
A escultura eu também acho mais difícil fazer a escultura na resina composta que na
restauração de amalgama e a sensibilidade pós-operatória, muito paciente chega “Oh,
eu fiz essa restauração semana passada, mas toda vez que eu mastigo alguma coisa eu
sinto uma dorzinha lá no fundo” não é uma dor de dente, mas é uma sensibilidade
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística
Dentística

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA
INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIAINSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA
INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIAGabrielaSoares07
 
Coroas Provisórias
Coroas ProvisóriasCoroas Provisórias
Coroas ProvisóriasLeidy Any
 
Nomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunos
Nomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunosNomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunos
Nomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunosLucas Almeida Sá
 
Cárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à DentísticaCárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à Dentísticaprofguilhermeterra
 
Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...
Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...
Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...André Milioli Martins
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Guilherme Terra
 
Delineamento em prótese parcial removível
Delineamento em prótese parcial removívelDelineamento em prótese parcial removível
Delineamento em prótese parcial removívelLorem Morais
 
Preparo e restauração classes II e V em amálgama
Preparo e restauração classes II e V em amálgamaPreparo e restauração classes II e V em amálgama
Preparo e restauração classes II e V em amálgamaprofguilhermeterra
 
Principios de oclusão
Principios de oclusãoPrincipios de oclusão
Principios de oclusãoItalo Gabriel
 
Anestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologiaAnestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologiaLucas Almeida Sá
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Guilherme Terra
 
Anestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbulaAnestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbulapolitocasi
 
Aula anatomia bucal e dental Curso Asb
Aula anatomia bucal e dental Curso AsbAula anatomia bucal e dental Curso Asb
Aula anatomia bucal e dental Curso AsbSara Ribeiro
 
Classificacão da protese parcial removível
Classificacão da protese parcial removívelClassificacão da protese parcial removível
Classificacão da protese parcial removívelRhuan
 

Mais procurados (20)

Cirurgia Odontológica - apostila
Cirurgia Odontológica - apostilaCirurgia Odontológica - apostila
Cirurgia Odontológica - apostila
 
Cariologia
CariologiaCariologia
Cariologia
 
INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA
INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIAINSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA
INSTRUMENTAÇÃO EM PERIODONTIA
 
Coroas Provisórias
Coroas ProvisóriasCoroas Provisórias
Coroas Provisórias
 
Nomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunos
Nomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunosNomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunos
Nomenclatura e classificação das cavidades 2010 2 alunos
 
Cárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à DentísticaCárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à Dentística
 
Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...
Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...
Resumo de Periodontia - Retalho de Widman, Widman Modificado, Kirkland e Neum...
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013
 
Preparo biomecânico
Preparo biomecânico  Preparo biomecânico
Preparo biomecânico
 
Endodontia (Revisão e resumo)
Endodontia (Revisão e resumo)Endodontia (Revisão e resumo)
Endodontia (Revisão e resumo)
 
Cimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidroCimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidro
 
Delineamento em prótese parcial removível
Delineamento em prótese parcial removívelDelineamento em prótese parcial removível
Delineamento em prótese parcial removível
 
Preparo e restauração classes II e V em amálgama
Preparo e restauração classes II e V em amálgamaPreparo e restauração classes II e V em amálgama
Preparo e restauração classes II e V em amálgama
 
Principios de oclusão
Principios de oclusãoPrincipios de oclusão
Principios de oclusão
 
Anestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologiaAnestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologia
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
 
Anestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbulaAnestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbula
 
Aula anatomia bucal e dental Curso Asb
Aula anatomia bucal e dental Curso AsbAula anatomia bucal e dental Curso Asb
Aula anatomia bucal e dental Curso Asb
 
Classificacão da protese parcial removível
Classificacão da protese parcial removívelClassificacão da protese parcial removível
Classificacão da protese parcial removível
 
Pino fibra
Pino fibraPino fibra
Pino fibra
 

Semelhante a Dentística

Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01
Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01
Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01Alysson Lima
 
nomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptx
nomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptxnomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptx
nomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptxssuser438f161
 
Nomenclatura e classificação de cavidades
Nomenclatura e classificação de cavidadesNomenclatura e classificação de cavidades
Nomenclatura e classificação de cavidadesLouise Luciane
 
Dentistica conceitos básicos
Dentistica conceitos básicosDentistica conceitos básicos
Dentistica conceitos básicosIsadoraThomazi
 
Princípios gerais de preparos cavitários
Princípios gerais de preparos cavitáriosPrincípios gerais de preparos cavitários
Princípios gerais de preparos cavitáriosAlexandre Paim
 
RESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICA
RESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICARESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICA
RESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICAodontologiainforma
 
Princípios gerais dos preparos 2011-2-portal
Princípios gerais dos preparos 2011-2-portalPrincípios gerais dos preparos 2011-2-portal
Princípios gerais dos preparos 2011-2-portalLucas Almeida Sá
 
Cirurgia de acesso
Cirurgia de acessoCirurgia de acesso
Cirurgia de acessoGrazi Reis
 
Apostila de endodontia - unesa - karoline sias
Apostila de endodontia  - unesa - karoline siasApostila de endodontia  - unesa - karoline sias
Apostila de endodontia - unesa - karoline siasKarol Sias
 
Preparo classe ii amálgama 2011-2
Preparo classe ii amálgama   2011-2Preparo classe ii amálgama   2011-2
Preparo classe ii amálgama 2011-2Lucas Almeida Sá
 
Radiologia odontologica
Radiologia odontologicaRadiologia odontologica
Radiologia odontologicaRones Carvalho
 
Apostila de protese parcial fixa
Apostila de protese parcial fixaApostila de protese parcial fixa
Apostila de protese parcial fixaVivianecv
 
Anatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdf
Anatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdfAnatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdf
Anatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdflarahestudo
 
Anatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdf
Anatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdfAnatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdf
Anatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdfLuanLuancarneiro
 
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01Suellen Cristinne
 
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01JORGEFILHO43
 
Classificação das más oclusões
Classificação das más oclusõesClassificação das más oclusões
Classificação das más oclusõesedmarchristovam
 
Classificação das más oclusões
Classificação das más oclusõesClassificação das más oclusões
Classificação das más oclusõesedmarchristovam
 

Semelhante a Dentística (20)

Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01
Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01
Nomenclaturaeclassificaodascavidades2011 2-111115154744-phpapp01
 
nomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptx
nomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptxnomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptx
nomenclaturaeclassificaodascavidades2011-2-111115154744-phpapp01.pptx
 
Nomenclatura e classificação de cavidades
Nomenclatura e classificação de cavidadesNomenclatura e classificação de cavidades
Nomenclatura e classificação de cavidades
 
Dentistica conceitos básicos
Dentistica conceitos básicosDentistica conceitos básicos
Dentistica conceitos básicos
 
Princípios gerais de preparos cavitários
Princípios gerais de preparos cavitáriosPrincípios gerais de preparos cavitários
Princípios gerais de preparos cavitários
 
RESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICA
RESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICARESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICA
RESUMO DENTISTICA- PRINCÍPIOS GERAIS DE DENTÍSTICA
 
Princípios gerais dos preparos 2011-2-portal
Princípios gerais dos preparos 2011-2-portalPrincípios gerais dos preparos 2011-2-portal
Princípios gerais dos preparos 2011-2-portal
 
Cirurgia de acesso
Cirurgia de acessoCirurgia de acesso
Cirurgia de acesso
 
Apostila de endodontia - unesa - karoline sias
Apostila de endodontia  - unesa - karoline siasApostila de endodontia  - unesa - karoline sias
Apostila de endodontia - unesa - karoline sias
 
Revisão anatômica dental
Revisão anatômica dentalRevisão anatômica dental
Revisão anatômica dental
 
Preparo classe ii amálgama 2011-2
Preparo classe ii amálgama   2011-2Preparo classe ii amálgama   2011-2
Preparo classe ii amálgama 2011-2
 
Radiologia odontologica
Radiologia odontologicaRadiologia odontologica
Radiologia odontologica
 
Apostila de protese parcial fixa
Apostila de protese parcial fixaApostila de protese parcial fixa
Apostila de protese parcial fixa
 
Anatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdf
Anatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdfAnatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdf
Anatomia do Dente Miguel C. Madeira5ED.pdf
 
Anatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdf
Anatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdfAnatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdf
Anatomia do Dente - Carlos Madeira - 5ED.pdf
 
Aula anatomia dental
Aula anatomia dentalAula anatomia dental
Aula anatomia dental
 
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
 
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
Livroanatomiadodente carlosmadeira-5ed-120807181705-phpapp01
 
Classificação das más oclusões
Classificação das más oclusõesClassificação das más oclusões
Classificação das más oclusões
 
Classificação das más oclusões
Classificação das más oclusõesClassificação das más oclusões
Classificação das más oclusões
 

Mais de Dr.João Calais.:

Roteiro identificação e montagem de radiografias intrabucais
Roteiro identificação e montagem de radiografias intrabucaisRoteiro identificação e montagem de radiografias intrabucais
Roteiro identificação e montagem de radiografias intrabucaisDr.João Calais.:
 
Sistema arterial da cabeça e do pescoço
Sistema arterial da cabeça e do pescoçoSistema arterial da cabeça e do pescoço
Sistema arterial da cabeça e do pescoçoDr.João Calais.:
 
Livro dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)
Livro   dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)Livro   dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)
Livro dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)Dr.João Calais.:
 
Músculos do pescoço e da cabeça
Músculos do pescoço e da cabeçaMúsculos do pescoço e da cabeça
Músculos do pescoço e da cabeçaDr.João Calais.:
 
Junqueira & carneiro biologia celular e molecular
Junqueira & carneiro   biologia celular e molecularJunqueira & carneiro   biologia celular e molecular
Junqueira & carneiro biologia celular e molecularDr.João Calais.:
 
Infecções pulpares e periapicais 2014
Infecções pulpares e periapicais  2014Infecções pulpares e periapicais  2014
Infecções pulpares e periapicais 2014Dr.João Calais.:
 
Farmacologia resumo completo
Farmacologia resumo completoFarmacologia resumo completo
Farmacologia resumo completoDr.João Calais.:
 
Diagnóstico em endodontia le
Diagnóstico em endodontia leDiagnóstico em endodontia le
Diagnóstico em endodontia leDr.João Calais.:
 
Resinas compostas posteriores
Resinas compostas   posterioresResinas compostas   posteriores
Resinas compostas posterioresDr.João Calais.:
 
Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...
Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...
Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...Dr.João Calais.:
 

Mais de Dr.João Calais.: (20)

Roteiro identificação e montagem de radiografias intrabucais
Roteiro identificação e montagem de radiografias intrabucaisRoteiro identificação e montagem de radiografias intrabucais
Roteiro identificação e montagem de radiografias intrabucais
 
Sistema arterial da cabeça e do pescoço
Sistema arterial da cabeça e do pescoçoSistema arterial da cabeça e do pescoço
Sistema arterial da cabeça e do pescoço
 
Sistemas adesivos
Sistemas adesivosSistemas adesivos
Sistemas adesivos
 
Mutação
MutaçãoMutação
Mutação
 
Filmes radiográficos udei
Filmes radiográficos  udeiFilmes radiográficos  udei
Filmes radiográficos udei
 
Livro dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)
Livro   dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)Livro   dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)
Livro dentistica - saude e estetica 2 ed (completo)
 
Ortodontia1
Ortodontia1Ortodontia1
Ortodontia1
 
Motricidade
MotricidadeMotricidade
Motricidade
 
Músculos do pescoço e da cabeça
Músculos do pescoço e da cabeçaMúsculos do pescoço e da cabeça
Músculos do pescoço e da cabeça
 
Microbiota humana
Microbiota humanaMicrobiota humana
Microbiota humana
 
Microbiota bucal 2014
Microbiota bucal 2014Microbiota bucal 2014
Microbiota bucal 2014
 
Miologia cabeça e pescoço
Miologia cabeça e pescoçoMiologia cabeça e pescoço
Miologia cabeça e pescoço
 
Flúor
FlúorFlúor
Flúor
 
Junqueira & carneiro biologia celular e molecular
Junqueira & carneiro   biologia celular e molecularJunqueira & carneiro   biologia celular e molecular
Junqueira & carneiro biologia celular e molecular
 
Infecções pulpares e periapicais 2014
Infecções pulpares e periapicais  2014Infecções pulpares e periapicais  2014
Infecções pulpares e periapicais 2014
 
Farmacologia!0
Farmacologia!0Farmacologia!0
Farmacologia!0
 
Farmacologia resumo completo
Farmacologia resumo completoFarmacologia resumo completo
Farmacologia resumo completo
 
Diagnóstico em endodontia le
Diagnóstico em endodontia leDiagnóstico em endodontia le
Diagnóstico em endodontia le
 
Resinas compostas posteriores
Resinas compostas   posterioresResinas compostas   posteriores
Resinas compostas posteriores
 
Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...
Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...
Analise ex-vivo-de-cortes-apicais-de-dentes-humanos-em-3 d-empregando-microto...
 

Último

Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basicoPRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basicoSilvaDias3
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfdio7ff
 
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfPPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfAnaGonalves804156
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfErasmo Portavoz
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?MrciaRocha48
 
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfMapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfangelicass1
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESpatriciasofiacunha18
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 

Último (20)

Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basicoPRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
PRIMEIRO---RCP - DEA - BLS estudos - basico
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
 
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfPPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
 
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfMapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 

Dentística

  • 1. Universidade do Estado do Amazonas - UEA Apostila De Dentistica Helinaldo Corrêa da Conceição Acadêmico do Curso de Odontologia - UEA e Aluno do curso de aperfeiçoamento em cirurgia pela ABO do Rio Grande do Sul helinaldouea@gmail.com 2012
  • 2. NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DAS CAVIDADES Helinaldo Corrêa da Conceição--------0822030055 Restauração direta: Amálgama, Resina Composta, Ionômero de Vidro. É feito diretamente na cavidade bucal do paciente. Restauração indireta: Molde Alginato, Gesso Modelo. É feito fora da cavidade bucal do paciente. Classificação das cavidades de um preparo de acordo com a localização, Extensão, Etiologia e Finalidade. Localização: MOD, OD, OM, OP, O, D, M, V, P. Extensão: números de faces (simples, compostas, complexas), (intracoronária, extracoronária (parcial e total), esses são os tipos de cavidades). Etiologia: Classe (I, II, III, IV, V). Finalidade: Terapêutica e Protética. OBSERVE: São formas de preparo: Intracoronário (inlay), Extracoronário (onlay), Extracoronárias totais (overlay), porém os preparos cavitários de acordo com o número de faces podem ser denominados de: Simples: uma só face. (Exemplos: Classe I (oclusal), Classe V (vestibular)). Composta: duas faces. (Exemplos: Classe II (MO)). Complexa: três ou mais faces. (Exemplos: Classe II (MOD)). Classificação dos preparos cavitários de acordo com as cavidades:
  • 3. 1. Podem ser classificadas de acordo com a finalidade em:  Terapêutica.  Protéticas. a) Terapêutica: São realizadas nos casos em que a lesão cariosa, abrasão, erosão, abfração, fratura ou outras lesões dos tecidos duros dos dentes tenham comprometimento a estruturas coronárias parcial ou totalmente, cujo preparo é condicionado a uma restauração individual do dente, visando à reconstrução morfológica funcional e estética. b) Protética: São as cavidades preparadas para servir como retentores ou apoio para prótese fixa (PPF) e removível (PPR), podendo ser realizadas tanto em dentes afetados quanto em dentes hígidos. 2. DE ACORDO COM A PROFUNDIDADE. 1. Superficial. (esmalte) 2. Rasa 3. Média 4. Profunda 5. Bastante profunda. OBS: Devemos observar a polpa e a junção Amelodentinária e também se o paciente é idoso ou jovem.
  • 4. Classifique a cavidade quanto a: a) Localização b) Extensão c) Etiologia d) Finalidade Resposta: a) Localização: Vestibular (V) b) Extensão: Simples. c) Etiologia: Classe V. d) Finalidade: Terapêutica. INDICAÇÃO DO PREPARO DA RESTAURAÇÃO TIPO TÚNEL: Em cáries incipientes localizadas nas superfícies proximais de pré – molares e molares e que apresentam cristas marginais livres de lesão. A estrutura nobre a ser preservada na restauração tipo túnel Crista marginal. SÃO VANTAGENS DA RESTAURAÇÃO TIPO TÚNEL
  • 5. Mínima remoção da estrutura dental sadia. Menor índice de infiltração marginal, uma vez que os cimentos ionoméricos aderem quimicamente a dentina, liberam flúor e, quando condicionados, possibilitam forte união com as resinas compostas. É desnecessária a execução de retentores mecânicos adicionais. Preservação do esmalte sem suporte (cristas marginais e de parede de esmalte proximal) devido à adesividade do cimento ionoméricos. São características de cáries proximais: a) Geralmente iniciam abaixo ou ao redor do ponto de contato. b) Levam aproximadamente de 3 a 4 anos para invadir a dentina. c) Inicialmente se manifestam clinicamente como mancha marrom ou castanha - escuro. d) Geralmente a área de penetração da cárie na superfície do esmalte é pequena, mas quando atingem a dentina, propaga-se rapidamente. Características da cavidade Slot Vertical  Parede vestibular e lingual convergente para oclusal.  Parede vestibular e lingual formando um ângulo de 90º com a superfície externa do dente.  Parede axial plana vestíbulo lingualmente e ligeiramente expulsiva no sentido gengivo-oclusal.  Parede gengival plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente e formando em dentina ângulos agudos com as paredes vestibular e lingual.
  • 6.  Ângulo cavo-superficial definido e sem bisel.  Retenções adicionais em forma de canaleta estendendo-se até perto do ângulo cavo-superficial oclusal. Segundo os planos de corte que podemos dividir o dente em:  Plano Horizontal: oclusal, médio, gengival (cervical)  Plano Vestíbulo Lingual: M-D (divide o dente em duas porções Mesial e Distal).  Plano Mésio-Distal: V-L (divide o dente em duas partes uma Vestibular e outra Lingual).  Ângulos Contidos em uma classe I simples (Oclusal=O):  São 9  PP  PL  LP  VP
  • 7.  PD  MP  MV  DV  Ângulo cavo superficial. OBS: Exceção a regra Classe III. As junções das paredes que formam os ângulos diedros e triedros incisais Não recebem denominação das paredes que o formam. Ângulos Diedros do ( 1º, 2º, 3º grupos) e Ângulos triedros da cavidade abaixo: Diedro: 1º Grupo (C+C) Diedro: 2º Grupo (C+F) Diedro: 3º Grupo (F+F) Ângulos Triedros M-V M-L D-V D-L = 4 V-P M-P L-P D-P =4 Não Existe =0 M-P-L M-P-V D-P-L D-P-V =4
  • 8. Ângulos Diedros do (1º, 2º, 3º grupos) e Ângulos triedros da cavidade abaixo: Diedro: 1º Grupo (C+C) Diedro: 2º Grupo (C+F) Diedro: 3º Grupo (F+F) Ângulos Triedros G-L G-V G-L G-V = 4 G-A V-A L-A V-P L-P V-A L-A G-A =8 A-P A-P =2 V-G-A L-G-A V-G-A L-G-A V-P-A L-P-A V-P-A L-P-A =8 A= Axial P=Pulpar G=Gengival V=Vestibular L= Lingual / Palatina OBS: Axial é sinônimo de vertical Ângulos que podemos encontrar em uma cavidade MDO:  Ângulo Diedro do 1º grupo: G-L, G-V, G-L, G-V.  Ângulo Diedro do 2º grupo: G-A, V-A, L-A, V-P, L-P,V-A ,L-A, G-A.  Ângulo Diedro do 3º grupo: A-P, A-P
  • 9.  Ângulo Triedro: V-G-A, L-G-A, V-G-A, L-G-A, V-P-A, L-P-A, V-P-A, L-P-A  Ângulo cavo-superficial Observação importante sobre o preparo cavitário: De acordo com o número de faces uma cavidade complexa apresenta apenas três faces envolvidas. Um preparo cavitário mésio – oclusal em um molar envolve duas faces. Uma cavidade extracoronária há envolvimento de cúspide no preparo. Uma cavidade classe I envolve apenas uma face. Em uma cavidade classe V apresenta uma face envolvida. DENTISTICA 1 NOMECLATURA E CLASSIFICACAO DOS PREPAROS CAVITARIOS Existem dois planos de corte que são: Plano de corte horizontal que se divide em:  Plano oclusal: passa paralelo á oclusal dos dentes.  Plano médio: é um plano paralelo ao plano oclusal, porem passa na parte media do dente.  Plano cervical ou gengival. Também passa paralelo aos dois anteriores, porem na região cervical ou gengival. Plano de corte vertical ou axial que se divide em:  Plano mesio distal palatino lingual: passa mais voltado para a parte palatina lingual.  Plano médio: passa no sulco principal;  Plano mesio distal vestibular: esta mais voltado para a vestibular da estrutura anatômica.  Plano vestíbulo palatino ou vestíbulo lingual: começa na vestibular e corta o dente ate a palatina ou lingual.
  • 10. NOMECLATURA DAS PARTES DO PREPARO CAVITARIO Essas são as partes constituintes no preparo cavitario:  Paredes: são formadas por paredes circundantes e paredes de fundo (esta se divide em parede pulpar e axial). OBS: Para descobrir se a parede é de fundo temos que saber que sempre atrás de uma parede de fundo existe a polpa. OBS: o nome da parede vai ser o nome do plano que passa naquela região.  Ângulos: são dividos em Diedros, Triedros e cavo superficial. Diedros, estes são dividos em 03 grupos:  1 grupo: é formado pela parede circundante+parede circundante;  2 grupo: é formado por parede circundante + parede de fundo.  3 grupo: é formado por parede de fundo + parede de fundo. TRIEDROS: É formado por 02 paredes circundante e uma parede de fundo, aqui forma-se um ponto. OBS: uma excessao a regra de nomeclatura dos ângulos diedros e triedros encontra-se nas cavidades de classe 3 , nas quais as junções das paredes constituintes forma os ângulos diedros e triedros incisais, não recebendo , portanto a denominação das paredes que o formam. CAVO SUPERFICIAL: Seria a fronteira, o limite. É o ângulo formado pela junção das paredes das cavidades com a superfície externa do dente (superfície do esmalte).
  • 11. A importância dele é que ele delimita aonde termina o dente e começa a restauração. OBS: normalmente toda infiltração de restauração, toda reincidiva de carie ela é dada pelo ângulo cavo superficial , por isso ele deve ser bem feito. CLASSIFICACAO DOS PREPAROS CAVITARIOS São classificados de 4 formas:  Localização;  Extensão;  Etiologia;  Finalidade. Classificação através da localização: Apenas os nomes das faces envolvidas. Ex: cavidade oclusal, cavidade mesioclusal,cavidade mesioclusodistal. Classificacao através da extensão: Tem 02 tipos de classificação de acordo com a extensão do preparo; Pode ser de acordo com o numero de faces envolvidas:  Simples: apenas uma face envolvida;  Composta: duas faces envolvidas;  Complexo: três faces envolvidas ou mais Ou de acordo com a extensão e forma do preparo.  IN LAY: É também conhecida como intracoronaria , aqui esta dentro da coroa e não tem envolvimento de nenhuma cúspide.  On LAY: é quando uma cúspide foi perdida ou pela carie ou fratura dentaria (aqui ha reconstrução de sulco, forma, função e etc...).  EXTRACORONARIO TOTAL: Aqui todas as cúspides foram perdidas (é também conhecida como coroa total), aqui utilizamos coroas de metal, cerâmica, ouro, resina e etc...para reparar a função,mastigação,estética e etc... CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM A ETIOLOGIA
  • 12.  Classe I  Classe II;  Classe III;  Classe IV;  Classe V. CLASSE I  Acomete a região de cicatrículas e fissuras normalmente dos dentes posteriores;  Pode também acometer a face palatina dos dentes anteriores. (cíngulo de incisivos e caninos). CLASSE II  Acomete as proximais dos dentes posteriores. CLASSE III  Acomete as proximais de dentes anteriores , sem acometer o ângulo incisal. CLASSE IV  Ocorre quando há a perda do ângulo inciso proximal. (não importa se esse ângulo é mesial ou distal). CLASSE V  Acomete a regiao cervical de todo e qualquer dente (apenas na região vestibular e lingual). MODIFICACOES DA CLASSIFICACAO DE BLACK SÃO DUAS:  Classe VI de Howard e Simom: são cavidades preparadas na ponta de cúspides de dente posterior ou bem na incisal dos incisivos.  Classe I de Sockwell: Cavidades preparadas em cicatrículas e fissuras incipientes (de ponto) na face vestibular dos dentes anteriores. OBS: um outro tipo de cavidade que iremos encontrar é o :
  • 13.  Slot vertical de Markley: faz se o movimento com a broca que acessa somente a carie que esta na proximal, mantendo a integridade da oclusal.  Slot horizontal: entra com a broca horizontalmente ;  É muito mais conservador;  Não precisa retirar a crista marginal;  retira a carie fazendo a limpeza no ponto de contato.  Aqui para fazer o acesso você precisa de duas situações para acessar a horizontal: 1. O paciente precisa ter um diastema e 2. O paciente precisa ter uma ausência de um elemento dentário próximo ao dente que será trabalhado.  Cavidade tipo túneo: faz- se um acesso por baixo da carie , mantendo a crista marginal.  OBS: A crista marginal é uma estrutura de reforço do dente e devemos tentar mante-la quando for possível. CLASSIFICACAO QUANTO A FINALIDADE  TERAPEUTICA: O paciente tem carie e você vai precisar remover a carie e fazer uma restauração, ou seja fazer um tratamento no paciente.  Protética: nesse caso o paciente não tem carie , porem você deve fazer um preparo para ajustar a prótese. OBS: alem de terapêutica ela pode ser patológica , ou seja é aquela cavidade formada pelo processo carioso , e em seguida, após retirar o tecido cariado e faz –se o preparo com a cavidade para receber o material restaurador , ela passa a se chamar terapêutica. As cavidades podem ser classificadas de acordo com a sua profundidade em:  Superficial;  Rasa;  Media;  Profunda;  bastante profunda. OBS: existem duas estruturas do dente que usamos como referencia para classificar quanto a profundidade que são: a junção amelo
  • 14. dentinaria , onde , quanto mais próximo a cavidade estiver da JAD, mais rasa e superficial ela é. E também temos como referencia a polpa, quanto mais perto da polpa, mais profunda ela é. Exercício 1) Classifique a cavidade quanto a: a) Etiologia Classe I b) Extensão Composta c) Localização OP d) Finalidade Terapêutica Existe classe I (simples, composta e complexa) a) Etiologia Classe II b) Extensão Composta c) Localização OM d) Finalidade Terapêutica 2) Diga quantos ângulos há em uma cavidade classe II. a) Diedro do 1º grupo 4 b) Diedro do 2º grupo 6 c) Diedro do 3º grupo 1 d) Triedro 6 3) Em que dente usamos os seguintes grampos:
  • 15. a) W8A – 14A - Molares parcialmente erupcionados. b) 210 - 211- Dentes anteriores (Incisivos e Caninos) c) 207- Pré-molares d) 200- 205 - Molares e) 14A – Molares parcialmente erupcionados f) 206 – 209 – Pré-molares g) 26 e 28- Molares com pouca retenção h) 212 – Retração gengival em Classe V I) 212 L e 212 R – Permite a restauração simultânea de cavidade classe V em dentes adjacentes J) W8A e 26 – Ambos recomendados para o isolamento de dentes posteriores, especialmente quando os mesmos apresentam coroas curtas e/ou expulsivas – situações nas quais o uso dos grampos convencionais é bastante difícil. 4) O que deve ser incluído em um preparo para amálgama? R= Forma de contorno 5) O que é Smear Layer? Saliva, sangue, colágeno, óleo etc. Camada de partículas agregadas resultantes do preparo cavitário, formadas por restos adamantinos e dentinário. 6) Não podemos usar para limpar cavidade de Resina Composta. Água Oxigenada 10 volume = Libera oxigênio livre no dente e na hora de por o sistema adesivo, ele não polimeriza corretamente na presença de oxigênio e assim acontece o desprendimento da restauração. Flúor em gel = Inibe a polimerização do sistema adesivo pela sua composição química e assim acontece uma falta de adesão da restauração com o dente. OBS: Devemos usar Água de cal = solução a base de hidróxido de cálcio. Gluconato de Clorexidine 2% Hibridização Dentinária Adesiva Ácido fosfórico 37% (15s) OBS: Devemos usar no Amálgama Água Oxigenada 10 volume = S. mutans – cocos – Gram positivo e anaeróbico (privado do contato de oxigênio) – flúor provoca lise.
  • 16. Flúor em gel = elemento mais eletronegativo da tabela periódica se une a carga positivas e provoca lise bacteriana. Água de cal = substância alcalina (Ph acima de 7) quando a bactéria respira ela produz ATP e elimina ácido ( ciclo de Krebs). A substância alcalina neutraliza o ambiente ácido e a bactéria morre. Gluconato de Clorexidine 2% (bactericida e antimicrobiano) Hibridização Dentinária Adesiva Ácido fosfórico 37% (15s) quando se faz isso, eleva o ph para menos 0,35%. OBS: O ataque ácido em: Esmalte 30s Dentina 15s Larvagem 30s 7) O que deve ter em uma cavidade Classe II? Caixa Oclusal  Abertura vestibulolingual na região do istmo com ¼ de distância entre os vértices das cúspides correspondentes;  Parede pulpar plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente;  Paredes vestibular, lingual, mesial e distal convergente para oclusal;  Ângulos diedros do segundo grupo ligeiramente arredondados;  Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel Caixa proximal  Paredes vestibular e lingual convergente para oclusal, acompanhando a inclinação das faces correspondentes;  Curva reversa de Hollenback nas paredes vestibular e lingual, formando um ângulo de 90º com a superfície proximal do dente;  Parede axial plana vestibulolingualmente e ligeiramente expulsiva no sentido gengivo-oclusal;  Parede gengival plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente, formando ângulos definidos com as paredes vestibular e lingual;  Ângulo axiopulpar arredondados;  Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel. 8) Qual é o ângulo formado por duas paredes de fundo? Ângulo Diedro do 3º grupo (F+F)
  • 17. 9) Quais são as características de uma cavidade classe I para Amálgama? Segundo Baratieri  Ângulos internos arredondados, obtidos graças ao uso das brocas 329 e 330.  Parede pulpar relativamente paralela ao plano oclusal  Espaço suficiente para, pelo menos, 1,5 mm de amálgama no corpo da restauração, seja às expensas da profundidade do preparo ou da execução de uma escultura rasa;  Ausência de esmalte sem suporte dentinário;  Paredes circundantes mesial e distal paralelas ou levemente divergentes para oclusal;  Paredes circundantes vestibular e palatina/lingual com leve convergência para oclusal;  Ângulo com cerca de 70º entre a superfície da restauração e as paredes vestibular e lingual/ palatal, de modo a conferir espessura adequada ao amálgama na região das margens, sem comprometer a resistência do remanescente. Segundo Mondelli Quando se utiliza a broca nº 245 e nº 556  Abertura vestibulolingual na região do istmo com ¼ de distância entre os vértices das cúspides correspondentes;  Parede pulpar plana e perpendicular ao eixo longitudinal do dente;  Paredes vestibular, lingual, mesial e distal convergente para oclusal;  Ângulos diedros do segundo grupo ligeiramente arredondados;  Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel Com relação ao preparo cavitário classe II de ROGGENKAMP com acesso vestibular “Slot horizontal”, este tipo de preparo está indicado em casos selecionados, onde a lesão cariosa encontra-se em estágio inicial e com acesso favorável por vestibular ou lingual, não envolvendo a superfície oclusal. Segundo Bueno & Busato é uma cavidade indicada preferencialmente, para dentes com coroa clínica alongada considerando-se que é realizada abaixo do ponto de contato
  • 18. ou próximo a junção amelo-cementária. Inicialmente o dente deve ser examinado para calcular a quantidade de estrutura sadia e observar a saúde gengival já que isso é imprescindível nesse tipo de preparo, pois, com a gengiva interpapilar hiperplasiada, não há como obter acesso. É importante que as radiografias interproximais sejam analisadas para determinar o local da abertura da cavidade que deve ser efetuada segundo o autor com fresa nº329 em alta rotação, com acesso por vestibular ou lingual próximo à lesão de cárie. Uma tira de matriz metálica deve ser colocada no dente adjacente protegendo- o, evitando que sua estrutura seja atingida inadvertidamente pela fresa. Com a mesma fresa em baixa rotação, deve se dar a forma interna ao preparo. É importante ressaltar que para detectar qualquer remanescente de cárie ou hipocalcificação pode-se curar a cavidade ou utilizar luz transiluminadora. Nessa fase deve-se analisar a adequação de estruturas marginais e tomar a decisão de continuar o preparo conservador ou levar o preparo a uma forma mais convencional. O contorno para acesso do preparo deve ser tão longo no sentido ocluso-cervical quanto à extensão de cárie. Após a remoção de cárie, deverão ser feitas canaletas retentivas com uma fresa esférica ¼ nas paredes cervical e oclusal e o ângulo cavossuperficial deverá ficar próximo a um ângulo de 90º. Características da cavidade slot horizontal e exemplo desse tipo de cavidade.  Paredes circundantes formando ângulos retos com a superfície externa do dente;  Parede axial paralela á superfície mesial;  Ângulos internos arredondados;  Retenções adicionais nas paredes gengival e oclusal;  Ângulo cavossuperficial nítido e sem bisel.  Ex: Cavidade tipo túnel OBs: A Slot Horizontal é indicado quando tem diastemas e também tem dente isolado na arcada, ex: o 22 estando sozinho Com relação aos ângulos existentes em uma cavidade, citaremos a exemplos de ângulos diedros, triedros e cavossuperficial.
  • 19. Ângulos Diedros: 1º grupo (C+C): Formado pela junção das paredes circundantes. Ex: gengivo-lingual; vestíbulo-gengival. 2º grupo (C+F): Formado pela junção de uma parede circundante com uma parede de fundo. Ex: línguo-pulpar; gengivo-axial. 3º grupo (F+F): Formado pela junção das paredes de fundo da cavidade. Ex: axiopulpar e pulpo-axial. Triedros – Formado pela junção de três paredes e é denominado de acordo com suas respectivas combinações. Ex: vestíbulo-pulpo-axial; línguo- gengivo-axial. Cavossuperficial – Formado pela junção das paredes da cavidade com uma superfície externa do dente. Ex: face oclusal unida com uma parede de fundo; face oclusal unida com uma parede de fundo e ambos biselados. Exceção: A Classe III. As junções das paredes que formam os ângulos diedros e triedros incisais NÃO recebem denominações das paredes que o formam. Com relação à Classificação ARTIFICIAL das cavidades, como elas foram classificadas por Black, elas podem ser: Classe I: Cavidades preparadas em regiões de má coalescência de esmalte, cicatrículas e fissuras, na face oclusal de pré-molares e molares; 2/3 oclusais da face vestibular dos molares e na face lingual dos incisivos superiores; ocasionalmente, na face palatina dos molares superiores. Classe II: Cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares e molares. Classe III: faces proximais dos incisivos e caninos, sem remoção do ângulo incisal. Classe IV: faces proximais dos incisivos e caninos, com remoção do ângulo incisal. Classe V: terço gengival das faces vestibular e lingual de todos os dentes. Modificação
  • 20. Classe I de Sock Well Classe II de Howard e Simon “Slot” vertical de Markley Tipo Túnel Princípios gerais do preparo cavitário 1- Forma de contorno 2 – Forma de resistência 3 – Forma de retenção 4 – Forma de conveniência 5 – Remoção do tecido cariado É feito com broca de aço Carbide esférica laminada ¼, ½, 1, 2, 4, 6, 8, 10, 12. 6 – Acabamento das paredes de esmalte 7 – Limpeza cavitária Falando sobre cada uma 1- Forma de contorno Define a área a de superfície a ser incluída no preparo cavitário Filosofia = Máxima preservação do tecido dental Ex: sulcos e fissuras. 2 – Forma de resistência Características dada a cavidade para que as estruturas remanescentes e a restauração sejam capazes de resistir as forças mastigatórias. Ex: Arredondamento dos ângulos internos da cavidade.
  • 21. Ângulos diedros 1º, 2º, 3º grupos e triedros. Espessura, largura de modo que não sofram fraturas. Os ângulos livres servem de concentração de tensão dos esforços mastigatórios, essas tensões concentradas podem levar a propagação de uma clínica no remanescente dental e ocasionar uma fratura, isso pode acontecer logo que começa a mastigar sobre o dente e um dia essa clínica se dissipa e acaba fraturando o remanescente dental. 3 – Forma de retenção Forma dada a cavidade para 21orna-la capaz de reter a restauração, evitando seu deslocamento. Isolamento do Campo Operatório 1) Isolamento Absoluto 2) Isolamento Relativo  Intervenções de curta duração como, por exemplo, exame clínico;  Aplicação tópica de flúor e selante;  Alguns tipos de moldagens;  Restaurações provisórias;  Colagem de braquetes ortodônticos;  Cimentação de prótese fixa;  Erupção parcial de dentes (coroa curta e expulsiva);  Mal posicionamento dental;  Pacientes Alérgicos a borracha e derivados;  Paciente com dificuldade respiratória. CONSIDERAÇÕES FINAIS DO ISOLAMENTO RELATIVO  É um procedimento utilizado em intervenções de curta duração e quando for impossível a colocação do isolamento absoluto.  Requer atendimento a quatro mãos.
  • 22.  Deve-se ter estoque de rolos de algodão de diferentes comprimentos e diâmetros, para rápida substituição.  Uso sistemático e ininterrupto de sugador de saliva.  A região, objeto antes da intervenção, deve antes da colocação do isolamento relativo estar limpa e seca. Vantagens do Isolamento 1. Retração e proteção dos tecidos moles. 2. Melhor acesso e visibilidade 3. Condições adequadas para inserção dos materiais. 4. Auxilia no controle da infecção 5. Redução do tempo de trabalho 6. Trabalho em condições assépticas 7. Proteção para o paciente e o profissional Instrumentos que sempre usamos  Espelho  Pinça Clínica  Sonda exploradora  Tesoura
  • 23. Grampos  200-205 => molares  206 a 209 => pré – molares  210 e 211 => dentes anteriores  W8A e 14A => Molares parcialmente erupcionados  26 e 28 => Molares com pouca retenção  212 => Retração gengival em classe V  212 R e 212 L => usados quando queremos fazer duas restaurações simultânea em dentes próximos. Exemplo: 13 e 14. O fio dental previne o corte da borracha de isolamento do dente Dentes posteriores => último molar da arcada até o canino do lado oposto. Dentes Anteriores => de pré-molar a pré-molar
  • 24. Técnica  Profilaxia  Teste de contatos proximais  Remoção de arestas cortantes  Lubrificação dos lábios HÁ 3 TÉCNICAS DE USO DO GRAMPO 1) Grampo (com asas) + Arco + Lençol de borracha. 2) Grampo (sem Asas), Borracha + Arco 3) Ingraham: Grampo (Sem Asas) + Borracha e em seguida o porta – dique . PREPARO DE CAVIDADE CLASSE I PARA (AMÁLGAMA) Alta rotação: Acima de 280 000 rpm Baixa rotação (micromotor e contra ângulo): Entre 25 000 a 35 000 rpm Brocas laminadas Brocas esféricas usadas para remoção de cárie # 2,4,6,8, 10, 12, ½,1/4, 1. O amálgama dentário é formado pela mistura de mercúrio líquido com partículas sólidas de uma carga contendo prata, estanho e cobre, além de outros elementos, entre os quais se destaca o zinco. A prata contribui para o aumento da resistência da restauração, além de diminuir o escoamento do amálgama sob ação de cargas mecânicas. Esse metal tem a desvantagem de aumentar a expansão de presa.
  • 25. O estanho tem a finalidade de facilitar a amalgamação (mistura da liga com o mercúrio) à temperatura ambiente, e auxilia na redução da expansão da prata. O cobre substitui parcialmente a prata e contribui para o aumento da dureza e resistência mecânica do amálgama, diminuindo o escoamento e a corrosão. O zinco é um auxiliar no processo de fabricação e serve como agente desoxidante durante a fusão da liga. Tem afinidade com o oxigênio e impurezas, além de diminuir a possibilidade de formação de outros óxidos. Resina composta Bisel deve ter de ½ a 2 mm, feito com a broca #2200, o adesivo é constituído por solvente: etanol, água, acetona. A lavagem do dente deve ser feita por 30 segundos a 1 minuto. A secagem é feita com papel absorvente e a proximidade de polimerização é feita o mais próximo possível. A resina de dentina deve ficar abaixo do bisel ½ mm. Na resina composta usa-se matriz de poliéster. Há dois tipos de método restaurador: Estratificado e Anatômico, devemos usar espátula limpa e pote Doppen de plástico também limpo. Bizu: Quando na resina vier à letra D, ela é de Dentina, se a letra E, então é de Esmalte, se não tem nada, então é Esmalte. LESÕES NÃO CARIOSAS Abfração: Apresenta superfície em forma de cunha (parece um V), tem bordas definidas pode ser localizada e generalizada. Ex: É resultante de força de oclusão e evolui. Tratamento é eliminar o fator causal. Abrasão: Apresenta superfície rasa, polida e de contorno regular. Ex: Mascar tabaco, palito e escovação. Erosão: Apresenta superfície rasa, borda irregular, ou seja, sem borda definida. Esta ligada a um evento químico. Ex: Coca-Cola, anorexia, bulimia e refluxo. Ao analisar clinicamente as faces incisais e as bordas oclusais dos dentes permanentes, o Cirurgião - Dentista poderá encontrar desgastes das
  • 26. estruturas dentais, e nesta situação há necessidade de constatar e detectar a presença do Trauma Oclusal ou Hábitos Parafuncionais. Portanto, a atualização e o aprimoramento técnico e científico visa a interação dos procedimentos e a realização do Diagnóstico Diferencial. Ao realizar o Exame Clínico o Cirurgião - Dentista poderá encontrar indícios das Alterações Regressivas do Dente: Atrição. A Atrição Dental consiste no desgaste mecânico das estruturas dentais causado pelo contato entre dentes antagonistas durante a Oclusão e o ato da Mastigação, tem sido relatado, em menor eficiência, o desgaste de dentes contíguos (Faces.Proximais) O local e ocorrência Atrição Dental é, preferencialmente, nas faces oclusais, incisais, linguais dos Dentes Anteriores Superiores e vestibulares dos dentes anteriores inferiores. A aparência clínica quanto a primeira manifestação da Atrição Dental poderá ser um pequeno desgaste localizado na “ponta” ou no “bordo” da cúspide dental ou, então, um ligeiro aplainamento (achatamento) da bordo incisal dos dentes. A Atrição no seu estado mais crítico de progressão poder ser denominado Atrição Dental Avançada onde existe a perda total da Estrutura do Esmalte em uma ou mais áreas, podendo apresentar-se clinicamente como facetas dentais grandes, planas, lisas, brilhantes deixando a estrutura da Dentina exposta ao meio bucal tendo o aspecto de cor amarelada ou castanha. Em decorrência da exposição dos canalículos dentinários (Desgaste - Dentina exposta ao meio bucal – Saliva, Alimentos e Líquidos) inicia-se a Irritação (mecânica e química) dos processos odontoblásticos estimulando a formação da Dentina Secundária objetivando a proteção da polpa dental, e nestas condições poderá produzir aspectos radiográficos. A constatação da Dentina Secundária, mediante o Exame Radiográfico, é a presença da imagem mais radiopaca (mais clara em comparação com a Dentina) e, conseqüentemente, redução do tamanho e formato da Câmara Pulpar. Em relação ao Tratamento da Atrição Dental é preconizada a remoção do fator causal (Fator Etiológico) e, posteriormente, e em função de cada caso clínico a Restauração Dental. Dependo da Avaliação Clínica e as condições etiológica pode ser indicado a Placa Mio-Relaxante (Placa de Mordida Oclusal - PMO) para diminuir a o hábito da Atrição Dental Noturna (Bruxismo). A sensibilidade dental pode ser reduzida mediante procedimento de Dentística Restauradora empregando o material Forrador de Cavidade
  • 27. (Proteção Pulpar). Como complemento podem ser indicados Enxaguatórios (colutório) que são “anti-sépticos” (Anti-Sépticos Bucais) para bochechos e Dentifrícios (Pasta Dental) contendo em sua composição: Cloreto de Estrôncio, Fluoreto Estanhoso ou Monofluorofosfato. A montagem em Articulador contribui para detectar as alterações da Oclusão Dental e instituir o Tratamento Odontológico e correção da oclusão para impedir o contato “topo a topo” dos dentes. A estrutura dental perdida pode ser restaurada com os materiais compatíveis com cada caso clínico, sendo que, atualmente tem sido recomendado Resinas Compostas, Restaurações Metálicas e Coroas Totais, portanto, os procedimentos estarão na dependência da evolução técnica e científicas dos materiais restauradores. A montagem em Articulador contribui para detec-tar as alterações da Oclusão Dental e instituir o Tratamento Odontológico e correção da oclusão para impedir o contato "topo a topo" dos dentes. A estrutura dental perdida devido as Ateração Regressiva Dentall, pode ser restaurada com os materiais compatíveis com cada caso clínico, tais como Resinas Compostas, Coroas Veneers, Restaurações Metálicas e Coroas Totais.
  • 28. 1° Aula Dentística I Nomeclatura e classificação dos preparos cavitários Faces dos dentes - Face vestibular - Face palatina ou lingual - Face mesial - Face distal - Face incisal Plano oclusal - Face oclusal Plano médio Plano de corte - Horizontal Plano cervical ou gengival - Vertical ou axial Mesio-distais Plano palatino ou lingual Plano médio Plano vestibular Vestíbulo-palatino ou vestíbulo-ligual Plano distal Plano médio Plano mesial Cavidades e preparos cavitários Cavidade – definir lesão ou condição do dente, causado pela destruição. Preparos cavitários Dividido em partes 1 parede 2 ângulo 1 Paredes parede de fundo “chão ou assoalho da cavidade” parede circundante “parede lateral que circunda a parede de fundo” Parede de fundo horizontal – parede pulpar vertical – parede axial 2 Ângulos Ângulo diedras – união de 2 paredes Ângulo triedros – união de 3 paredes Ângulo cavossuperficial – paredes circundantes + superfície externa do dente Ângulos diedras Primeiro grupo – união 2 paredes circundantes Segundo grupo – união 1 parede circundante + 1 parede de fundo Terceiro grupo – união 2 paredes de fundo Exceção à regra: Classe III As junções das paredes formam os ângulos diedros e triedros incisais, não recebendo a denominação das paredes que os formam.
  • 29. Classificação dos preparos 1 Localização 2 Extensão 3 Etiologia 4 Finalidade 1 Localização – nome das faces envolvidas 2 Extensão n˚ de faces simples – 1 face Composta – 2 faces Complexa – 3 ou + faces Extensão e forma dos preparos Intracoronária (Inlay) “não envolve cúspide” Extracoronárias (Onlay) “perda de cúspide” 3 Etiologia – Classificação artificial de Black  Classe I – cicatrículas e fissuras (oclusal de pré-molares e molares; palatina de incisivo e canino superior )  Classe II – faces proximais dos pré-molares e molares (dentes posteriores)  Classe III – faces proximais de incisivos e caninos (dentes anteriores)  Classe IV – compromete ângulo incisal  Classe V – região cervical vestibular ou lingual “Slot” vertical de Markley – pré-molares – quando apenas a face cariada é incluída na preparação, sem nenhum envolvimento da superfície oclusal. Tipo túnel – pré-molares e molares – quando apenas a face proximal é envolvida, preservando a crista marginal. 4 Finalidade Terapêutica – classificação artificial de Black Patológica Protética – preparados para servir como retentores ou apoio para prótese parcial fixa e prótese parcial removível, podendo ser realizado tanto em dentes afetados quanto em dentes hígidos. Classificação das cavidades Superficial Rasa Média Profunda Bastante profunda Modificação à classificação artificial de Black  Classe I (Sockwell) – cicatrículas e fissuras da face vestibular.  Classe VI (Howard e Simon) – bordas incisais e as pontas de cúspide.
  • 30. 2° Aula Dentística I Princípios gerais do preparo cavitário Preparo cavitário – tratamento biomecânico da cárie e de outras lesões do tecido duro dos dentes, a fim de que as estruturas remanescentes possam receber uma restauração que as protejam, seja resistente e previna a reincidência da doença na superfície tratada. Princípios gerais: 1 Forma de contorno – forma de propagação da cárie (define área de superfície do dente a ser incluída no preparo cavitário). 2 Forma de resistência – característica dada à cavidade para que as estruturas remanescentes e a restauração sejam capazes de resistir às forças mastigatórias. 3 Forma de retenção – forma dada a cavidade para torná-la capaz de reter a restauração, evitando seu deslocamento. Tipos de forma de retenção: Ficcional = atrito Química = condicionamento ácido + adesivo Mecânico = retenção adicional 4 Forma de conveniência – etapa que visa possibilitar instrumentação adequada do preparo cavitário e inserção do material restaurador. 5 Remoção da dentina cariada remanescente – procedimento realizado para remover dentina cariada que permanece após as fases prévias do preparo. Utilizamos brocas esféricas em Baixa rotação número # 1, ½ , ¼, 2, 4, 6,8,10,12 cai na prova. 6 Acabamento das paredes de esmalte – remoção dos prismas de esmalte sem suporte, pelo alisamento das paredes de esmalte da cavidade, ou no preparo adequado do ângulo cavossuperficial. 7 Limpeza da cavidade – remoção das partículas remanescentes do preparo cavitário, possibilitando a colocação do material restaurador em uma cavidade completamente limpa. Lembrete: Abertura de istimo – é a distância entre as vértices das cúspides vestibular e lingual do dente. Para restauração com amálgama essa abertura tem que ter pelo menos ¼ dessa distância. Tentar sempre conservar o máximo possível da estrutura dental sadia.
  • 31. 3° Aula Dentística I Isolamento do campo Compreende o conjunto de procedimentos realizados na cavidade bucal com finalidade de eliminar a umidade. Tipos: Isolamento relativo Isolamento absoluto Isolamento relativo – é realizado com rolos de algodão ou compressas de gaze, está indicado somente durante os procedimentos de preparo da coroa. Isolamento absoluto – É o único meio de se conseguir um campo operatório totalmente livre de umidade. Vantagens do isolamento absoluto:  Retração e proteção dos tecidos moles  Melhor acesso e visibilidade  Condições adequadas para inserção dos materiais  Auxilia no controle de infecção  Redução do tempo de trabalho  Trabalho em condições assépticas  Proteção para o paciente e profissional Seleção de grampos O grampo é selecionado de acordo com as dimensões do colo do dente. Para testar sua adaptação e sua fixação, ele deve ser colocado em posição e ficar preso sem pressão exagerada. Se ele não ficar adequadamente posicionado, é necessário escolher outro. Numeração dos grampos com asas:  200 a 205 – molares  206 a 209 – pré-molares  210 a 211 – dentes anteriores Grampos especiais (exemplos):  W8A e 14A – molares parcialmente erupcionados  26 e 28 – molares com pouca retenção  212 – retração gengival em classe V Modificação do grampo 212  Encurvamento da garra vestibular para apical.  Encurvamento da garra lingual para incisal.  Permite a restauração simultânea de cavidades. Guardanapo para dique de borracha
  • 32. Indicação:  Uso prolongado do isolamento  Proteção da face do paciente  Prevenção de reações alérgicas Posição dos orifícios no lençol de borracha O espaço entre os orifícios devem ser iguais a distância entre os eixos longitudinais dos dentes. Métodos de marcação Réguas para perfuração da borracha Quanto maior o número de dentes incluídos no isolamento, melhor será o acesso e a visibilidade. - dentes posteriores: no mínimo um dente para distal até o canino do lado oposto. - dentes anteriores: de pré-molar a pré-molar AULA DE DENTÍSTICA PRINCÍPIOS GERAIS DO PREPARO CAVITARIO Basicamente trabalhamos com 3 tipos de materiais restauradores de uso direto ou seja que é feito na hora pra ser colocada na cavidade do dente: AMALGAMA, RESINA COMPOSTA E IONOMERO DE VIDRO. Esses 03 materiais são independentes entre eles ou seja cada um necessita de preparos específicos para que a restauração permaneça na cavidade e não se desloque durante a mastigação, impacto ou ate com o decorrer do tempo. Preparo cavitário: é o tratamento biomecânico nos tecidos duros do dente “esmalte, dentina e cemento” (ou seja é o modo que iremos fazer para remover o tecido cariado, ou em outras situações no caso onde não tem carie, por exemplo um dente com hipoplasia do esmalte ou uma mancha com fluorose ou qualquer coisa que se indique para fazer a restauração, de modo que essas estruturas possam receber a restauração, recuperando a função do dente, protegendo o remanescente, e uma vez esses conjunto ao ser reabilitado seja resistente aos esforços mastigatório. Existem 07 itens que devemos respeitar para que nossa restauração tenha uma longevidade maior na boca, são estes:  Forma de contorno;  Forma de resistência;
  • 33.  Forma de retenção;  Forma de conveniência;  Forma da dentina cariada remanescente;  Acabamento das paredes de esmalte;  Limpeza da cavidade. OBS: um dente que esta giro vertido, mal posicionado, incluso, ou que não tenha oclusão com seu antagonista (geralmente 3 molares), caso esteja cariado e necessite fazer uma restauracao, o acesso é mais difícil , dessa forma muitas vezes indicamos a exodontia em vêz de restauração, devido esse acesso ser dificultoso e o manuseio correto do material restaurador no preparo cavitario se torna inoportuno. FORMA DE CONTORNO Vai se limitar a forma em que a carie se propagou naquela região, sempre restringindo aquela área em que a carie está ativa. Dependendo do material de restauração essa forma de contorno será modificada. Ex: durante a remoção do tecido cariado temos que observar as paredes de fundo e as paredes circundantes se elas estão planas ou paralelas entre si , o amalgama por exemplo não pode ser colocado nessa cavidade, ele vai precisar que haja uma forma de retenção e resistência para que a restauração não frature, que diferente da resina a amalgama é um material duro e que não absorve tanto as forcas que incidem sobre eles. FORMA DE RESISTENCIA A característica que vai ser dada a cavidade para que as estruturas remanescentes do dente ou seja as paredes circundantes, as cúspides, as cristas marginais, as pontes de esmalte que não foram envolvidas no preparo cavitario possam resistir aos esforços mastigatório sem sofrer fratura. Ex: se eu fizer um preparo cavitario e deixar a cúspide muito fininha na hora que começar a haver a mastigacao naquela área ali como ela esta sem resistência ela pode sofrer uma fratura, ou mesma coisa para o material restaurador, se eu realizar um preparo aonde eu deixo uma margem no ângulo cavosuperficial muito fina também eu posso ter fratura durante a forca mastigatória , se o material ficar muito fino na margem durante a mastigação esse material fino pode sofrer uma fratura criando uma fenda e se inicia um processo de infiltração bacteriana e por ali se desenvolve um novo processo carioso. Durante o preparo cavitario devemos atentar para as características do preparo. Ex: Como devem ser as angulações da parede no preparo cavitário para restauração de amalgama?
  • 34. Devem ser paralelas entre si ou ligeiramente convergentes para a oclusal. Sempre que possível conservar o maximo de estrutura dental sadia. Todo tecido de esmalte deve ser sustentado por dentina durante o preparo cavitario e caso tenha uma área de esmalte sem esse suporte durante o processo mastigatório poderá sofrer fratura , pois o esmalte é como uma cerâmica, ele é friável . Outro ponto importante é que os ângulos axio pulpar da cavidade classe 2 compostas devem ser arredondado. FORMA DE RETENÇÃO Para que a restauração permaneça no dente durante a execução de sua função, tem que ter retenção no dente , e essa retenção pode ser: micromecanica, química, friccional (dependendo do material que estamos utilizando). Em termos de retenção mecânica: quanto mais profunda for a cavidade, mais retentiva ela vai ser e quanto mais larga for a cavidade menos retentiva ela vai ser, dessa forma devemos respeitar essa profundidade e largura , dessa forma a profundidade é maior que a largura, uma cavidade que a largura é maior do que a profundidade ela se torna uma cavidade menos retentiva . Uma cavidade onde a largura e a profundidade são iguais, se ela for maior que 1mm ela pode ser considerada como alto retentiva . Muitas vezes vamos trabalhar em cavidades em que a largura vai ser maior que a profundidade. Ex: paciente jovem 7 a 8 anos onde o molar ainda esta acabando de erupcionar ou erupcionou a pouco tempo, esse dente onde a coroa não esta totalmente erupcionada, nos iremos ter uma altura de coroa clinica mais curta e muitas vezes uma câmara pulpar mais extensa e com o passar do tempo a câmara pulpar tende a diminuir de tamanho devido a formação e deposição de dentina, dessa forma em paciente muito jovem não vamos poder fazer uma cavidade muito profunda, se não pode ocorrer a exposição pulpar, então por causa disso nos vamos prejudicar a retenção , então vamos lançar Mao de retenções adicionais que nada mais é que a confecção de reentrâncias dos ângulos diedros do segundo grupo (ou seja entre a união da parede de fundo e da parede circundante )normalmente esses ângulos são confeccionados na parede vestibular ou na parede lingual da cavidade . Por que que não confeccionamos na parede mesial e distal na classe 1? Por que caso façamos isso nos estaremos enfraquecendo o remanescente dessas duas paredes, nos podemos esta tirando dentina da crista marginal e esta crista pode sofrer uma fratura mais tarde . TIPOS DE FORMA DE RETENÇÃO: friccional que é o simples fato de colocar o material em contato com a superfície cria uma retenção friccional .
  • 35. química: uso de material restaurador como resinas, onde usamos o condicionamento acido e a aplicação do adesivo, fazendo uma retenção química, ou o próprio ionômero de vidro . mecânica: com a confecção de retenções adicionais . existem outras formas de retenções como a retenção em caixa, de canaletas. FORMAS DE CONVENIENCIA É todo passo que eu lançar para facilitar a execução do preparo . por exemplo: o isolamento absoluto (impede o contato com a bochecha, língua e outros, protegendo os tecidos moles contra uma eventual escorregada que eu possa dar com a broca e possa causar um acidente , ) e eu posso trabalhar melhor. Muitas vezes a minha cavidade tem a abertura muito pequena em relação a cavidade dentro do dente e é tão pequena aquela abertura que eu não consigo colocar o instrumento para inserir o material restaurador , então eu vou ter que abrir o tamanho da cavidade para poder fazer a limpeza do tecido cariado pra poder colocar o material restaurador e assim terminar o tratamento, isso também é uma forma de conveniência. Outra forma de conveniência seria por exemplo é o ato de você decidir usar o material que peça mais desgaste do tecido dental ou um que pede menos desgaste do tecido dental. Por exemplo se em uma mesma cavidade eu tenho o amalgama e a resina composta e os dois de acordo com os conceitos e os meios estão indicados para aquela restauração é conveniente que eu escolha um material que conserve mais o tecido dental . Caso eu tenha uma classe V eu posso fazer com resina ou amalgama ou ionômero de vidro , porem devo optar por aquele que requer menos desgaste do tecido dental . A resina seria a melhor, ou seja, ela se limita a remoção de tecido careado. Bem como também damos valor a estética em dente anterior. Prova 2012 Outra forma de conveniência: no caso de uma classe II composta cavidade Ocluso Distal, quando for colocar a broca pra fazer a caixa proximal existe o risco de encostar a broca no dente vizinho que esta hígido é muito fácil acontecer isso, então é conveniente nos colocarmos uma matriz metálica entre os dentes e caso a broca toque no dente vizinho acaba tocando na matriz metálica . REMOCAO DO TECIDO CARIADO É preciso remover todo o tecido cariado para poder inserir o material restaurador , para isso iremos utilizar materiais ou instrumentos cortantes (escavadores que chamamos de colher de dentina e os instrumentos rotatórios no caso as brocas esféricas Kbytes que são brocas laminadas que removem o tecido cariado ou dar
  • 36. acabamento nas restaurações e as pontas diamantadas nos iremos utilizar para a remoção do tecido hígido . ACABAMENTO DAS PAREDES DE ESMALTE Após a remoção do tecido cariado e a confecção do preparo cavitario, confecção das paredes, dos angulos , nos iremos dar atenção a margem do preparo cavitario e observar se temos esmalte desapoiado e caso tenha, nos ou iremos clivar esse esmalte com instrumento manual ou nos vamos biselar esse esmalte com ponta diamantadas. Exemplo: se eu for usar amalgama eu não posso fazer o biselamento do esmalte, porque essa área biselada vai ser ocupada por amalgama e ai eu vou ter uma espessura do material muito fina que não faz com que ele resista aos esforços da mastigação nesse caso devemos clivar o esmalte desapoiado . Agora para restaurações de resina eu posso realizar esse bisel, porque em área de preparo classe III ou IV por exemplo em áreas esteticas e dentes anteriores quando eu faço o bisel eu melhoro a passagem de luz entre o material restaurador e o dente eu aumento a área de retenção, o condicionamento acido ou seja melhoro de uma maneira geral a minha restauração fazendo o bisel. Aonde é feito esse biselamento? Em áreas de esmalte apoiado na região do ângulo cavosuperficial (é o ângulo que se encontra o fim da cavidade com o inicio da superfície externa do dente. LIMPEZA DA CAVIDADE Uma vez que você removeu a dentina cariada não significa que a cavidade esteja descontaminada e se você não descontamina a cavidade, em tese pressupõe que alguma bactéria ou alguma colônia esta ficando ali dentro e se ela tiver em atividade a partir dela pode desenvolver novamente um processo carioso, alem disso a remoção dos detritos do preparo cavitario, a própria remoção do biofilme bacteriano, tudo isso vai facilitar na adesão entre o material restaurador e o dente principalmente na resina composta e no ionômero de vidro . Por exemplo o ionômero de vidro cria uma adesão química com o dente , a reação de presa do ionômero de vidro vai fazer uma quelacao com o cálcio que esta presente na estrutura dental tanto no esmalte como na dentina na hidroxiapatita e essa reação de quelacao com o cálcio que forma o hidroxiapatita permite que haja uma união química, dessa forma ele é o único material que se une quimicamente ao dente , isso é muito bom porque entre esses dois materiais ou seja o ionômero e o dente uma vez que estão unidos não cria fenda porque não tem passagem de nada, essa é a situação ideal para que não haja infiltração bacteriana, alem disso ele libera flúor e outras coisas , então tendo uma cavidade limpa permite tudo isso que foi dito e caso contrario não acontece a quelacao ou se acontecer a quelacao fica diminuída .
  • 37. Na resina composta acontece algo um pouco parecido, se eu não removo esses tecidos, também não consigo a penetração do adesivo dentro do dente descalcificado e logo não vou ter retenção da resina . Existem várias substancias que promovem essa limpeza: o jato de água (removem os macro contaminates), profilaxia com pedrapomes, (também removem os macro contaminantes) e a parte de biofilme contaminante será removida com clorexidina , flúor e etc.....entao o objetivo dessa etapa é remover a lama dentinaria, chamada de smier layer. A lama que é composta por resto do esmalte, resto de dentina, saliva, sangue, colágeno, se tiver removido restauração vai ter também resto de restauração, bactérias, então essa manta de sujidade fica cobrindo os tubos dentinarios e impede o contato do material restaurador com o dente. Qual é a sequencia de limpeza cavitaria para a restauração de amalgama?  Profilaxia da cavidade (pedras pomes, pasta profilática, água oxigenada 10%, ou flúor em gel(de preferencia no amalgama), ou água de cal, clorexidina a 2%.  Aplica o fluor por um minuto e não lava a cavidade, devendo somente remover o excesso com bolinha de algodão seco ate a cavidade ficar totalmente livre daquela solução de flúor e depois inicia o processo da restauração em si. E para restauração em resina composta? Nos não podemos utilizar a água oxigenada 10vol e nem o flúor em gel, porque essas duas substancias vão interferir na polimerização do sistema adesivo (é utilizado antes da colocação da resina composta):, e nesse caso utilizamos a água de cal ou gluconato de clorexidina a 2%, e então faz o ataque acido e aplica o sistema adesivo. Então na sequencia se faz:  o preparo cavitario ,  dente isolado,  condicionamento acido por 15 segundos e remove o acido em seguida ,  seca a cavidade com rolo de algodão ,  depois aplica o sistema adesivo ,  evapora o solvente do sistema adesivo com um jato de ar ,  polimeriza o sistema adesivo com a luz do foto ativador;  e começa a inserir o material na cavidade ate a restauração esta concluída. Se na classe I estiver também acontecendo uma carie na proximal, ela passa a ser classe 2 composta (ocluso distal ), e se tiver tambem na mesial (será complexa, mesioclusodistal).
  • 38. Quais são as cavidades que ocorrem na superfície lisa?  R: II,III,V. A IV não é porque pega a borda incisal dos dentes anteriores.  E a I é na oclusal (cicatrículas e sulcos de dentes posteriores e na face palatina dos dentes anteriores). 3° Aula Dentística I Isolamento do campo Compreende o conjunto de procedimentos realizados na cavidade bucal com finalidade de eliminar a umidade. Tipos: Isolamento relativo Isolamento absoluto Isolamento relativo – é realizado com rolos de algodão ou compressas de gaze, está indicado somente durante os procedimentos de preparo da coroa. Isolamento absoluto – É o único meio de se conseguir um campo operatório totalmente livre de umidade. Vantagens do isolamento absoluto:  Retração e proteção dos tecidos moles  Melhor acesso e visibilidade  Condições adequadas para inserção dos materiais  Auxilia no controle de infecção  Redução do tempo de trabalho  Trabalho em condições assépticas  Proteção para o paciente e profissional Seleção de grampos
  • 39. O grampo é selecionado de acordo com as dimensões do colo do dente. Para testar sua adaptação e sua fixação, ele deve ser colocado em posição e ficar preso sem pressão exagerada. Se ele não ficar adequadamente posicionado, é necessário escolher outro. Numeração dos grampos com asas:  200 a 205 – molares  206 a 209 – pré-molares  210 a 211 – dentes anteriores Grampos especiais (exemplos):  W8A e 14A – molares parcialmente erupcionados  26 e 28 – molares com pouca retenção  W8A e 26 – Ambos são recomendados para o isolamento de dentes posteriores, especialmente quando os mesmos apresentam coroas curtas e/ou expulsivas.  212 – retração gengival em classe V Modificação do grampo 212  Encurvamento da garra vestibular para apical.  Encurvamento da garra lingual para incisal.  Permite a restauração simultânea de cavidades. Guardanapo para dique de borracha Indicação:  Uso prolongado do isolamento  Proteção da face do paciente  Prevenção de reações alérgicas Posição dos orifícios no lençol de borracha O espaço entre os orifícios devem ser iguais a distância entre os eixos longitudinais dos dentes. Métodos de marcação Réguas para perfuração da borracha Quanto maior o número de dentes incluídos no isolamento, melhor será o acesso e a visibilidade. - dentes posteriores: no mínimo um dente para distal até o canino do lado oposto.
  • 40. - dentes anteriores: de pré-molar a pré-molar Isolamento do campo operatório Definição: conjunto de procedimentos realizados na cavidade bucal, com a finalidade de eliminar a umidade proveniente da saliva, propiciar condições assépticas para o tratamento e restaurações dos dentes conforme a indicação dos materiais dentários a ser empregados. A umidade compromete qualquer material restaurador, assim como processo de presa normal, cristalização do amálgama, da adesão da resina ao adesivo, durante a execução do procedimento restaurador. Ela é prejudicial, e a única forma da gente conseguir fazer o procedimento restaurador de qualidade é utilizando o isolamento do campo operatório . O isolamento é dividido em dois tipos: o isolamento absoluto e o isolamento relativo. Através do isolamento absoluto consegue remover a umidade, não só saliva, mas fluído gengival, sangue, isso pode comprometer uma restauração. Na restauração de resina se estiver sangramento, esse sangue vai se misturar com a resina e ficar rosa, essa é a importância do isolamento absoluto. Vantagens do isolamento absoluto:  Promove a retração e proteção dos tecidos moles: gengiva, mucosa, afastamento da língua, ele tanto retrai como protege de eventuais substâncias químicas. Ex: acondicionamento ácido pode cair na mucosa  Melhor acesso e visibilidade: quando vc tem o campo todo isolado fica mais fácil da luz do foco penetrar na cavidade oral, vc tem mais acesso pra trabalhar com o isolamento todo em posição.  Condições adequadas para inserção dos materiais: se vc não tem saliva não tem sangue, fluido gengival dentro da cavidade ou circundando o dente, vc ta dando condições adequadas para que as propriedades físicas e mecânicas dos materiais restauradores para que eles possam permanecer depois dessa restauração ao longo da vida útil desse material.  Auxilia no controle de infecção: o paciente que tem muita quantidade de microrganismo, bactérias circulando na boca , vc isola
  • 41. porque tem menos risco de contaminação, assim vc controla a infecção.  Redução do tempo de trabalho: demora-se muito mais tempo pra fazer o isolamento com isso diminui o tempo de trabalho.  Trabalho e condições assépticas: as vezes uma alta exposição da polpa acidental se houver contaminação com saliva, com certeza esse procedimento não vai dar certo, então o isolamento absoluto ele ajuda a controlar as condições assépticas e naturalmente controlar a infecção.  Proteção para o paciente e para o profissional: porque durante um procedimento o paciente pode engolir restos de amálgama , as vezes a broca escorrega e vai rasgar o isolamento absoluto e não a mucosa do paciente , assim vc ta se resguardando com qualquer acidente que possa acontecer durante um procedimento e resguardando o paciente para que nenhum imprevisto possa acontecer . Materiais para o isolamento absoluto:  Lençol de borracha  Porta dique de borracha  Perfurador de dique de borracha  Grampos  Pinça porta grampos  guardanapo  Sugadores de saliva  Godiva em bastão  Lamparina à álcool  Instrumental auxiliar: (sonda, pinça e espelho)  Caneta que marca cd Lençol de borracha ou Dique de borracha - A apresentação dele é de 12 por 12 ou 15 por 15, dependendo do fabricante. A espessura já vem padronizada pelo fabricante, é uma espessura aceitável para que ela não machuque tanto o paciente ou não rasgue com muita facilidade. Porta dique de borracha - é o arco que tem forma de U, ele serve para posicionar a borracha, para ficar esticada.
  • 42. O perfurador do lençol de borracha - ele vai perfurar a borracha em cima da plataforma giratória tem diversas espessuras com tamanhos diferentes de acordo com o tamanho dos dentes que vc vai perfurar no lençol de borracha. O maior furo é onde vai receber o grampo, o segundo furo serve para furar molares superiores e inferiores, o terceiro furo serve para perfurar pré-molares e caninos, o 4º furo para incisivos superiores e o último furo para incisivos inferiores. Se vc pegar o maior furo e furar o incisivo central superior vai entrar saliva como se estivesse frouxo, o furo é maior que o tamanho do dente, vc não conseguir abraçar o dente la na cervical. Os grampos são dispositivos que podem ser de plástico ou de metal , é melhor o de metal que é mais resistente, ele ajusta na região cervical dos dentes e ajuda a manter o lençol de borracha na posição. Sem o grampo com a movimentação da língua pode tirar o dente do furinho e vc não consegue executar o procedimento, mas se tem o grampo na cervical do dente é garantido que não vai sair de posição e não vai atrapalhar no procedimento. Há dois tipos de grampos: os com asas e outro sem asa. Existem diferentes tipos de técnica de acordo com o grampo com asa e o sem asa. Tem grampos para dentes posteriores e tem outros para dentes anteriores. O arco tem que esta sempre voltado pra distal dos dentes posteriores, e dos dentes anteriores ficam voltados para mesial e distal. Tem os orifícios que é pra vc levar a pinça porta grampos, que vai encachar nesse orifício e vai levar na boca do paciente. Existem as asa outros não tem asas, e existem as garras que justamente vão prender na cervical dos dentes para segurar o lençol de borracha lá em baixo. E alguns grampos têm essas projeções laterais que ajudam a afastar mais a borracha. Cada grampo tem uma numeração diferente e uma aplicação diferente também. Nº 200, 201, 202, 203, 204 e 205 são grampos exclusivos para serem utilizados em molares superiores e inferiores. Tem que experimentar e ver qual melhor se adapta na cervical do dente. 206, 207, 208 e 209 são grampos exclusivos para serem utilizados em pré- molares e somente algumas situações que serão utilizados em caninos.
  • 43. 210 e 211 são grampos utilizados apenas para dentes anteriores (inclusive o canino) Existem também os grampos de série especial, esses outros grampos nem sempre conseguem resolver todos os casos, existem algumas situações clínicas muito específica que acontece na boca do paciente que por mais que vc se esforce vc não consegue adaptar devido o desenho do grampo ou pela posição do dente, que são w8a e 14a que são utilizados em molares que estão parcialmente erupicionados, eles tem uma projeção maior para apical, machuca mais o paciente que tem que anestesiar a gengiva, mas que resolve o problema dos dentes parcialmente erupicionados,. O 26 ou 28 são grampos para molares que tem a coroa clínica curta. O grampo 212 é utilizado para restaurações de classe V, ele facilita no isolamento da região cervical, ele facilita porque sua garra é mais projetada para região apical. Existe o 212 M (modificado), hoje já vem assim modificado antes tinhamos que modifica-los. Em uma lesão de classe V o grampo entrava na lesão e precisava retrair a gengiva em baixo, então tínhamos que dobrar o grampo para apical na vestibular e dobrava mais para coronal na região lingual. Agora o 212M o fabricante já traz o grampo nessa curvatura. Se por acaso vc não tiver o 212M a gente modifica o 212 normal. O 212 R e 212L, vc tem duas restaurações classe V, vc isola usando os dois grampos um para esquerda e o outro para direita, vc faz as duas restaurações ao mesmo tempo, se fosse o 212 normal o arco bateria em cima da cavidade e não conseguiria restaurar vc teria que tirar o grampo para poder passar pro outro dente, dá mais trabalho, machuca o paciente, sangra a gengiva de um lado e contamina a cavidade que vc iria trabalhar, e vc teria que suspender e restaurar no outro dia. É usado também para:  fechamento de diastema,  restaurações múltiplas de dentes anteriores.
  • 44. A pinça porta grampos é responsável de levar o grampo para dentro da boca do paciente levando a garra na região cervical. Existem dois tipos, a de Palmer e a de Brille, é recomendável a de Palmer porque ela tem esse intermediário reto que facilita em algumas situações como o 3º molares mesialisados, a de Bill em algumas situações vc tem dificuldades de usá-la. O guardanapo é indicado só em situações que vc vai demorar muito, porque a chance do paciente salivar é muito grande, é também uma proteção da face do paciente além da borracha e em pacientes que tem alergia a látex põe o guardanapo em baixo para não ter contato com a pele. Sugadores de saliva, ele vai tirar o resto de ácido, pó de amálgama que vc tirou de uma restauração, ele serve para vc lavar a cavidade pulpar, serve para sugar sangue, saliva, água, materiais que foi utilizado e é fundamental porque o paciente não pode cuspir. O fio dental é importante antes e durante a execução do procedimento de isolamento absoluto, antes de começar o isolamento precisa passar fio dental nas proximais de todos os dentes na região que você vai trabalhar, se passar o fio dental e ele se rasgar ou desfiar significa que você precisa passar uma lixa antes de fazer o isolamento, porque se você colocar a borracha vai rasgar. Então essa verificação das bordas cortantes dos pontos de contato é para que não se tenha problemas durante a execução do isolamento absoluto. E no momento da execução do isolamento a gente ajuda a vencer o ponto de contato com o fio dental, ele vai passar a borrachinha entre os dentes levando na posição correta, depois vc invagina a borracha para dentro do sulco para que não haja vazamento de saliva na região em que esta trabalhando, vc abraça o fio dental no dente depois cruzar esse fio dental e fazer movimento para apical do dente, fazendo isso leva a borracha para o sulco gengival, que se chama invaginação da borracha. Também pode fazer a amarrilha é só da um nozinho para ficar no final do procedimento depois você tira. Ele serve também para amarrar o grampo por segurança profissional, em casos de alguém deglutir o grampo vc pega o fio e puxa ele de volta. O lubrificante é para facilitar o invaginamento da borracha nos orifícios.
  • 45. A godiva em bastão – os grampos para dentes anteriores eles são estáveis, balançam, e as vezes podem pular, vc passa a godiva nos arcos e prende nos dentes, que quando ela endurecer fixa o grampo que não tem mais problema do grampo pular, nem machucar, nem engolir. Ela serve para estabilizar o grampo. Como se faz os orifícios no lençol? O orifício é de acordo com o eixo longitudinal do dente, coloca-se o lençol na oclusal e incisal de toda arcada e vai marcar, essa é a regra, mas existe algumas exceções como por exemplo, pacientes com dentes pequenos e outro grandes, diferença de altura de papila, a posição do dente na arcada no caso de diastema, apinhamento, ausência de dentes, a localização da cavidade nos dentes, isso pode mudar um pouquinho da regra, Os tipos de marcação: a gente vai usar o quadrante e a marcação da boca ao mesmo tempo,  com a caneta faça uma cruz no lençol de borracha, com isso dividi em 4 quadrantes da arcada do paciente, isso é para garantir que o lençol fique bem centralizado na boca do paciente,  faz a marcação da boca,  estica o lençol, identificar o sulco principal do dente e marca bem no sulco principal,  depois vem com a pinça perfuradora e perfura a marcação que vc fez. Outra possibilidade vc pede para o paciente morder uma lamina de cera 7, depois coloca em cima do lençol de borracha e depois perfura com a pinça perfuradora aonde foi marcado, as desvantagens é que ao usar a cera ela começa a grudar na pinça, pra tirar é difícil tem que aquecer a cera, é desnecessário usá-la, mas é uma técnica que pode ser usada. A outra situação é o carimbo, vc pega o dique de borracha e carimba ele de acordo com a marcação do canino. A desvantagem dessa técnica é que em casos de diastema, apinhamento essa técnica não será tão efetiva,
  • 46. A outra situação é o gabarito, que tem o mesmo problema do carimbo,o gabarito é padronizado, vc prende ele no gabarito e perfuram mas não tem como usar pra todos os pacientes, Regra para perfuração da borracha: Quanto maior o número de dentes incluído no isolamento, melhor o acesso e visibilidade, não economize na perfuração, quanto mais dente a gente incluir melhor pra vc e melhor pro paciente,  Para dente posterior, tem que isolar o último molar da arcada até o canino do lado oposto,  dente anterior, vc vai isolar de 1ºpre-molar a 1º pré-molar, Se vc for trabalhar só com os incisivos centrais vc pode fazer de canino a cannino. Se for incisivo lateral é melhor que vc isole do 1º pré a 1º pré. Técnicas 1ª: a gente leva o arco, o lençol e o grampo ao mesmo tempo na boca do paciente (técnica do grampo com asa). Procedimentos prévios, são prévios a qualquer técnica a qualquer tipo de isolamento ,  primeiro profilaxia, vc não vai fazer isolamento absoluto com paciente cheio de placa , tem que tirar a placa, se não vc não consegue nem visualizar, nem colocar o grampo, então antes de começar, qualquer profilaxia.  Testes dos contatos proximais, vc vai passar o fio dental em todas as proximais dos dentes da arcada em que vc vai isolar pra ver se não vai rasgar o lençol, se não vai desgastar o fio dental, se eventualmente isso acontecer vc vai passar uma lixinha para tirar essas arestas cortantes pra vc poder fazer o isolamento com eficiência.  Você pode lubrificar os lábios do paciente, porque a borracha incomoda, para não ficar ressecado e machucar o paciente.  E depois começar a isolar.  Seleciona o lençol de borracha e o grampo
  • 47.  Ex: procedimento no dente 36, vc vai isolar desde do dente 38 até o 43,passa um lubrificante para facilitar esse lençol escorrer nos pontos de contato, essa técnica é utilizada com grampos com asa, vc vai pegar o grampo com asa e colocar no lençol de borracha no orifício do 38, e com a pinça porta grampo leva os três ao mesmo tempo a boca, depois pega o lençol e joga para cervical do dente para não sair do orifício, e começa a envaginar com fio dental dente por dente até terminar o isolamento absoluto. Se por acaso o paciente não tiver nem o 38 e nem o 37 vc vai trabalhar no 36 mesmo. Dependendo do tipo de grampo é necessário anestesiar somente a papila, somente infiltrativa em volta da gengiva,  Pra tirar o lençol de borracha, vc tira o grampo e puxa o lençol pra frente para a vestibular e vem com a tesoura cortando as regiões interproximais, A SEGUNDA TÉCNICA é utilizada com grampo sem asa, é a mais fácil de todas, que são o 26, 28, w8a, 14ª são grampos sem asas,  Coloca primeiro o grampo no dente do paciente, e depois coloca o lençol junto com o arco e vai envaginar, o último orifício coloca no grampo, e vai até o canino do lado oposto. TERCEIRA TÉCNICA (grampo sem asa)  Descobriram que o livro esta errado a respeito dessa técnica, como não tem a asa para prender no suspensório, o profissional pega o grampo e coloca metade pra dentro e metade pra fora, nessa técnica vou levar grampo e borracha ao mesmo tempo, e em seguida que levo o arco. Coloca o grampo e a borracha com a pinça, depois estica a borracha e assim coloca o arco que vai ficar distendida, e levo ate o canino do lado oposto e o resto é igual as outras técnicas,  O professor mondelli ta errado, ele diz ao contrario, que a técnica de ------ é outra técnica, então não va pelo livro porque esta errado. MATERIAIS UTILIZADOS PARA ESTABILIZACAO
  • 48. Stop de borracha – serve para estabilização do lençol de borracha, no canto do lençol de borracha, vc tira um triangulo com a tesoura, enrola e estica ele e passa na distal do canino em caso de dentes posteriores, A amarrilha que também serve para fazer a estabilização do dique de borracha, é o fio ental entrelaçado até o final do sulco gengival. Anéis eláticos – são os anéis que os ortodontistas usam para prender o arco dos brequitis, pode-se usar na cervical de todos os dentes que estabiliza bem a borracha, especialmente em casos de pacientes que tem diastema, dentes conoides, os anéis eláticos são muito bons p/ essas situações. Os wedgets, é o que é comprado Tipos de isolamento especial Isolamento de endodontia, vamos trabalhar somente com um dente só, porque vai trabalhar só um conduto e não há necessidade de isolar vários dentes . Na dentistica restauradora precisa isolar vários dentes porque precisa ver posição de dente, ver tamanho, escultura, anatomia (sulco, fossulas, fissura e cicatrículas) se vc estiver com a borracha em cima disso vc não consegue reproduzir uma restauração de amálgama e resina com a anatomia que aquele dente precisa, Esse isolamento é misturado isolamento absoluto com relativo, ele ta rasgado e tem algodão na vestibular e lingual, é usado p/ cimentação de coroas de Ley e Onley aonde não consegue ou tem dificuldade ou uma impossibilidade de isolar tudo, é um tipo de isolamento alternativo, esse é um outro tipo de isolamento que tem um dispositivo de resina acrílica (e: vai cimentar uma fasseta de porcelana se vc colocar um grampo 212 aqui vai detonar a gengiva, vai feri-la, pode ter uma recessão gengival e aí perde estética e tem outros problemas que podem acarretar ) então são isolamentos diferentes, que são isolamento alternativo. Como vc vai colocar um grampo p/ a cimentar uma coroa total? Vc faz o isolamento rasgável, vc invagina p/ dentro do fundo de vestíbulo e o resto é como o isolamento normal, e fica livre de saliva.
  • 49. ISOLAMENTO RELATIVO –usa apenas rolete de algodão e sugador de saliva. Porque o algodão vai ser responsável pela absorção de fluidos, principalmente saliva, sangue, fluido gegival, As indicações são um pouco mais restrita que com isolamento absoluto. O absoluto vc pode fazer tudo a qualquer hora e qualquer momento, o relativo são intervenções de curta duração, a procedimentos rápidos que não comprometem a adesão, as propriedades físicas e mecânicas do material em que vc esta trabalhando, a aplicação tópica de flúor, fazer algum tipo de moldagem, restaurações provisórias, cimentação, colagem de braquetes ortodônticos, cimentação de peças proteticas de coroa, quando tem o dente parcialmente erupicionado vc tem dificuldade de isolar o paciente e não consegue fazer o absoluto, aí vc faz o relativo, são pouquíssimas situações que se faz restaurações sem isolamento absoluto. Os pacientes alérgicos a borracha ou derivados, seria uma contraindicação o absoluto e vc teria que fazer o relativo, e as vezes pacientes com dificuldade respiratória. O QUE PRECISA P/ O ISOLAMENTO RELATIVO? Rolete de algodão, gazes se vc não tiver algodão, sonda, pinça e espelho, sugador de saliva e as vezes alguns mantenedores de roletes de algodão, na região posterior e superior é na região de fundo de vestíbulo que se coloca o algodão, porque essa região sai muito mais saliva que o normal devido a glândula parotida. Na região anterior faz um v com a tesoura no rolete de algodão, ou um rolete p/ cada lado sem ter interferência do freio labial. Na arcada inferior dente posterior vc coloca na vestibular e na lingual também porque nessa região passa a glândula sublingual, Pode-se colocar um dispositivo para manter o algodão na posição, porque se o paciente começar a mexer a língua o algodão fica saindo toda hora e atrapalha no procedimento. O algodão na lingual encharca muito rápido, na hora de trocar o rolete é mais trabalho com a presença desses dispositivos, vc pode usar sem ou pode usar com, ele atrapalha mais do que ajuda, O fio retrator é utilizado para moldagem de prótese fixa, é utilizado p/ fazer o afastamento da gengiva p/ fazer uma classe 4 ou uma 5, ele serve também como controle de umidade principalmente na região de sulco.
  • 50. Existem umas resinas bloqueadoras fluidas que vê em umas seringas que utilizamos como isolamento relativo , como: seca a gengiva, aplica na gengiva, fotoativa co foto polimerizador, é mais utilizada para foto clareamento e ela endurece e depois que vc puxa ela sai toda dura com o formato da gengiva. Existem algumas drogas que diminuem o fluxo salivar do paciente (ele manda le no livro mas não acha necessário seu uso na clinica, porque existe riscos muito grandes, pacientes gravidas, cardiopatas, com síndrome vc pode ter problemas muito sério ao administrar esses medicamentos). O isolamento relativo deve ser utilizado na impraticabilidade do isolamento absoluto, requer atendimento a quatros mãos, RESINAS COMPOSTA As Resinas normalmente : são indicadas em:  cavidades conservadoras, um exemplo: no selamento de cicatrículas e fissuras para odontopediatria  restaurações de lesões oclusais ou proximais de tamanho pequeno e médio porque tamanho muito grande ja foge da indicação talvez a indicação possa ser o zuley e não mais um restauração direta,podemos ter uma lesão de carie só na proximal de dente anterior,so na oclusal de dente posterior ou quando as duas ao mesmo tempo na coroa desse dente podendo ser na mesial,distal , proximal,oclusal envolvendo diversas faces.  Substituições de restaurações oclusais ou proximais de tamanho pequeno ou médio também é indicada a resina, tamanhos muito grande com comprometimento de cúspide já começa ficar contra indicado a utilização tanto de amalgama como de resina composta,  restauração de dentes posteriores fraturados(não por carie) devemos com a resina composta restabelecer a parte fraturada,  restabelecimento de contato proximal é lógico que dentes posteriores não se fecha diastema como em dentes anteriores e também  necessidade de restaurações estéticas, quando falamos da mesma falamos mais de dentes anteriores, mas se você imaginar o primeiro pré superior quando a restauração
  • 51. de amalgama envolve mesial é considerada uma região estética, comprometendo muitas vezes a estética com mancha no amalgama, por isso podemos utilizar resina composta. Em região de cicatrículas e fissuras é indicada a resina composta principalmente resina fluida, para que não ocorra mais acumulo de bactéria, em caso que já envolva dentina, quando verificamos uma profundidade dentro da cavitação aquele aspecto mais escuro mais castanho mais amarelado significa que tem tecido mole dentro da cavidade ja envolvendo dentina. Outra situação também é de  troca de restauração pequenas, medias restauração de pré-molar quando vamos trocar por questão estética. A Estética não é o principal ponto, o mais importante é devolver função e saúde CONTRA INDICAÇÕES:  Dentes antagonistas com restauração de cerâmica: esse tipo de restauração é bem mais dura que a de resina composta só o fato do paciente falar, mastigar essa restauração de cerâmica acaba desgastando a de resina composta, hoje em dia podemos fazer esse procedimento mais temos que avaliar se ambas foram bem polidas, verificar se contem alguma irregularidade.  Extensão da área a ser restaurada: se você tiver uma maior que a metade da distancia intercúspidea como no amalgama já começa a ficar contra indicado a restauração de resina composta,  envolvimento de uma ou mais cúspide no preparo: qualquer cúspide que for quebrada pela mastigação ou pela carie já não é mais indicação de resina composta ae vamos ter que fazer uma indireta vamos ter que usar outro artificio que não seja resina composta.  Pacientes que tem bruxismo, normalmente essa restauração vai se desgastar muito mais rapido,não significa que nao vamos fazer restauração de resina em pacientes que tem bruxismo mas quando falamos em Excesso oclusal excessivo, as vezes e um contato pre maturo,dente giro-vertido alguma situação que possa comprometer a restauração de resina composta ao ponto de fraturar a situação pode está contra indicada,  impossibilidade de usar isolamento absoluto a resina composta está proibida nesse caso. Pois a saliva o sangue fluidos gengivais tudo isso contamina superfície do dente comprometendo ao sucesso e a longevidade da restauração.
  • 52.  paciente que tem alto risco de desenvolver carie, paciente que tem dieta cariogenica muito grande esses pacientes está contra indicado restauração com resina composta,pois ela infiltra com muito mais facilidade.  situações clinicas que você vai restaurar o dente na forma de classe 2 naturalmente, ausência de esmalte na parede gengival ou cervical, a adesão da resina no esmalte é muito mais efetivo que na dentina, então se você tem uma situação de falta de esmalte passa a ser contra indicado na parede Gengival ou cervical, existem técnicas restauradoras como a técnica sanduíche(o ionômero de vidro fica entre o dente e a resina) que você coloca ele ao longo e divide la em baixo na gengival e depois você restaura a oclusal e proximal com resina composta na tentativa de suprimir a falta de adesão não necessariamente é contra indicado mas existe uma limitação onde a ausência de esmalte.  Paciente com estresse excessivo: ex;o paciente não tenha o dente ao lado o contato inter oclusal com antagonista a possibilidade de fraturar é muito maior. AS VANTAGENS DA RESINA COMPOSTA :  O preparo cavitario muito conservador.( diferença de um preparo de amalgama para um preparo de resina composta) o preparo de amalgama você tem que ter uma preocupação maior em relação as paredes , aos ângulos verificando a convergência da parade a rigidez. Ja na resina composta se você quiser melhorar a usa forma de contorno, conveniência, de resistência existe uma facilidade muito maior em realizar preparo de resina composta pois agente remove a carie .  A resina composta o fato dela ter adesão a estrutura dentária,diferente do amalgama isso permite em um preparo expulsivo que quase não tenha retenção e ao mesmo tempo que ela adere ao esmalte e a dentina ela reforça o remanescentes dentário, já amalgama não tem essa capacidade ele ta apenas condensado na cavidade, já a resina não, ela pode reforçar aquela estrutura dentária.  O custo da resina composta é inferior ao da restauração de PORCELANA a resina é muito mais barata, porém o amalgama é muito mais barato ainda que a resina composta então dependendo da comparação que você faz a resina é cara se comparada ao amalgama já é barata se comparada as restaurações de PORCELANA.
  • 53.  Questão estética; Obs: lembrando que o paciente não vem buscar estética e sim saúde.  As resinas tem vários tipos de cores, diferentemente do amalgama . DESVANTAGENS DA RESINA COMPOSTA:  tem contração de polimerização(pode gerar fendas ou gaps) qualquer resina para qualquer finalidade ela contrai consequentemente diminuindo seu volume, então isso passa a ser um ponto negativo, consequentemente podendo causar fendas na estrutura dentaria ,onde as bactérias aproveitam para entrar e desenvolver a carie;  Baixa resistência ao desgaste (se desgasta muito mais rápido que o amalgama). CLASSIFICAÇÕES DE RESINAS COMPOSTAS: As primeiras eram as micropartículas (partículas grandes) que tinham um polimento ruim, na época que surgiram as resinas era o que existia de melhor, com passar dos anos houver uma evolução natural que ajudou com a melhoria desses materiais , em relação a estética ao polimento ao desgaste a adesão. Hoje nos usamos na clinica basicamente resinas hibridas, micro- hibridas ou nano- particuladas, hoje a febre são as resinas nano partículas, são partículas muito pequenas promovem certa resistência aos materiais, melhor qualidade de polimento hoje em dia é mais fácil encontrar nano partículas, não significa que você não possa usar outros tipos de resina. A COMO EXECUTAR A RESINA COMPOSTA:  ANESTESIA,  REMOVE CÁRIE,  PROFILAXIA para remover placa,  verificar o contato oclusal para saber onde esse contato ta pegando antes de começar a restauração  seleção de cor ( muito mais preocupante em dente anterior)  isolamento absoluto ;  realização do preparo cavitario,  condicionamento acido 30 segundos no esmalte e 15 na dentina;  Lavagem, secagem mais não remover toda umidade,
  • 54.  aplicação do sistema adesivo. Parte Romilton, de 22 a 45 minutos......... APLICAÇÃO DO SISTEMA ADESIVO Utiliza-se um microbrush (aplicador de adesivo), encharca com a substância adesivo e passa dentro e fora da cavidade (onde tem que fazer o selamento). Após a aplicação do adesivo dar-se um leve jato de ar, à uns 20 cm de distancia, pra evaporar o solvente e dar um tempo para o adesivo permear nas fibras colágenos, nos túbulos dentinários pra que essa adesão seja efetiva. Após evaporação do solvente faz-se a polimerização do adesivo por no mínimo 30-40 segundos, podendo ser até um minuto, quanto mais tempo de polimerização do adesivo, melhor. Só não pode ser menos que 30 segundos porque aí já estará comprometendo a adesão do adesivo. Após a polimerização do sistema adesivo faz-se a inserção das resinas compostas em pequenos incrementos, sendo que a cada incremento que se coloca faz-se a polimerização até terminar a restauração. Na restauração com resinas compostas, é importante que a anatomia do dente seja dada no momento da aplicação dos incrementos, ou seja, esses incrementos vão sendo depositados conforme a anatomia do dente de forma que quando terminar a restauração o dente já esteja com sua anatomia ideal. No amálgama a anatomia não dar pra ficar tão parecida, mas na resina fica praticamente igual. E depois da restauração acabada faz-se o polimento. Exemplo de uma lesão cariosa, primeiro deve-se verificar os contatos oclusais pra saber se a resina está além ou aquém, o ideal é que quando se termine a restauração os pontos de contato fiquem dentro da restauração, pq se ela ficar na interface da restauração, ela já pode comprometer a restauração. Por isso que se faz a verificação dos pontos de contato antes e depois da restauração, pra ter certeza que a situação de antes ficou igual no final da restauração. Alguem pergunta se tem problema depois da restauração ficar um contato no meio do dente. Ele responde que não, que na verdade não pode ficar contato na interface do dente. E Profilaxia pra tirar placa ou qualquer agente que contamine e atrapalhe na hora da adesão. A profilaxia facilita até a hora de seleção de cor porque facilita a visualização da cor real do dente, não dar pra tirar a cor do dente com placa ou cálculo em cima. Até aqui tudo que foi feito foi sem isolamento absoluto. Quanto a seleção de cor têm-se duas possibilidades: 1) Escala de cor e 2) “Bolinhas” de resina (coloca na frente de dente A2, A3 e A3/1/2, fotopolimeriza os três e vê qual a
  • 55. cor está mais próxima do dente que vc ta trabalhando). Então, depois de selecionar a cor faz-se o isolamento absoluto pra iniciar a remoção de cárie. REMOÇÃO DE CÁRIE Remove-se cárie com brocas carbite esféricas multilaminadas em baixa rotação. Porém, tem algumas situações clínicas em que a broca multilaminada não consegue entrar, cárie de dentina por exemplo, aí entra-se com uma broca diamantada em alta rotação, não para remover cárie, mas somente para abrir um acesso nesse tecido duro que é o esmalte para a carbite poder entrar e fazer a remoção desta carie. Portanto só se remove carie com carbites multilaminadas, usa-se esféricas diamantadas em alta rotação para abrir um acesso onde a carbite não consegue entrar (esmalte). Remove- se cárie com brocas multilaminadas em baixa rotação pq corta pouco e não ter perigo de fazer uma exposição pulpar. Existem brocas multilaminadas em diversos tamanhos, logo vc deve adequar a broca ao tamanho da lesão cariosa (carie pequena, broca pequena; carie grande, broca grande). Ele mostra uma figura de uma cavidade já limpa que chegou em dentina saudável e está pronto pra receber os procedimentos de adesão. Ele mostra o condicionamento ácido, esmalte bem acabado e o ângulo cavo superficial nítido e definido. Ele também diz que no livro do Mondelli diz que se faz bizel em face palatina de dentes posteriores, porém, na UEA não se adota esse padrão de bizel, mas somente fazer bizel em vestibular de dentes anteriores (Padrão UEA). Ele diz pra tomar cuidado com o que se pode encontrar nos livros e o que se vai escrever na prova sobre o bizel, o padrão é o preconizado pela UEA (apenas na face vestibular de dentes anteriores) por ser mais conservador. Depois de remover a cárie, faz-se o condicionamento ácido, sendo 30 segundos no esmalte e 15 segundos na dentina, depois lava-se tudo pelo mesmo tempo de condicionamento ácido (30 seg.), no mínimo, depois remove-se o excesso de água, depois aplica o sistema adesivo e joga um leve jato de ar pra evaporar o solvente e fotopolimeriza. A resina enquanto não polimerizada, no seu interior existe unidades de monômeros que, ao ser fotopolimerizado esses monômeros se aproximam formando uma cadeia de polímeros, diminuindo seu volume (contração de polimerização). Por isso é que a deposição de resina na cavidade deve ser pela técnica incremental em virtude da contração de polimerização, para não ficar fendas na interface da restauração. FATOR C
  • 56. É o fator de configuração cavitário. Dependendo do preparo que aparece, esse preparo tem uma configuração cavitária que cresce por número, e pra descobrir esses números de configuração do fator Cavitário tem uma fórmula matemática que dá pra descobrir de qualquer cavidade: divide-se a área aderida (união entre a resina e a cavidade) pela área de resina livre (que não tem nenhum contato com a parede de dente). Exemplo: uma cavidade classe I que tem 5 paredes aderidas por 1 parede livre, logo o fator C é 5 (5:1=5); outro exemplo: cavidade classe 5 (em forma de colher) tem 1 parede ederida e 1 parede livre, logo o fator C é 1 (1:1=1). O fator de configuração cavitário (fatorC) vai de 1 a 5, logo quanto maior for o fator C, maior será o stress de polimerização. Se precisar calcular qualquer preparo cavitário é só usar a fórmula parede aderida dividido por parede livre. Quando se usa a técnica incremental diminui a possibilidade de contração excessiva que formaria as microfendas, além de ter um relaxamento de contração de polimerização equilibrada, ou seja, não vai ter stress. Portanto, a técnica incremental serve tanto para facilitar na escultura deixando muito mais bonito o resultado final de uma restauração. 44:00 até o fim A parede de fundo é a pulpar, e essa diferença, essa inclinação aqui do triângulo que é toda essa parede que vocês estão vendo aqui e essa área é muito maior do que esses dois ângulos do triângulo, esses dois lados do triângulo. Então agente vai ter um relaxamento de contração de polimerização como equilibrada, então agente não vai ter estresse aqui nessa região. Então a técnica de incremental, ela serve tanto para facilitar a anatomia e escultura, fica muito mais bonito o resultado final de uma restauração. Feita com técnica incremental, além de você reduzir uma situação extrema de configuração cavitária numa situação simples, sem o menor problema para a adesão, para o sistema adesivo, e assim por diante, coloca um incremento aqui, outro incremento aqui, e vai colocando até finalizar a restauração, e toda a anatomia e escultura foi dada. (não entendi ao certo) Então você pegou lá um incremento de resina composta, e ó, já colocou embaixo dessa cúspide aqui ó. Vamos pegar outras bolinhas ó , e o que agente vai fazendo? Nós temos a ponta das cúspides, nós temos que imaginar onde passa o sulco principal e esse incremento não pode passar pro lado de lá, né, pra agente obedecer a anatomia e escultura. E ó coloca o incremento da ponta da cúspide até o meio do dente, e assim por diante, sem ultrapassar aquela linha imaginária que vai ser o sulco principal (se não você vai desviar o sulco principal, ou
  • 57. para a vestibular ou para a lingual, aí você vai deixar as cúspides maiores do que elas realmente são). Vocês vão ver resina composta sendo a de pouquinho em pouquinho e a restauração finalizada, e a cada momento que vai colocando, vai polimerizando. “pô professor o, mas demora muito fazer isso” Demora sim, mas se você for esperto você não precisa colocar um incremento de cada vez, você coloca um incremento de um lado e um incremento do outro, aí você polimeriza dois de uma vez. O importante é que esses dois incrementos não estejam unidos no momento da polimerização. Depois que o incremento polimerizou, você pode encostar nele, mas antes de você polimerizar , eles tem que estar separados entre si se quiser polimerizar mais de um incremento de uma vez. Depois que a restauração terminou, óh, o ponto de contato continua no mesmo lugar, podia estar no meio da restauração, não tem problema, só não pode estar na interface que pode quebrar, desgastar ou haver uma recidiva de cárie ou uma falha de adesão a essa região. Sequencia operatória Classe II Próximo a oclusal (não entendi), chegando ao ponto de contato, escolha de cor, profilaxia e já isolado. Gente, vamos falar um pouquinho de slot horizontal e slot vertical. Vamos imaginar que isso aqui está hígido, que agente só tem essa lesão de cárie aqui. Como agente tem esse dente aqui, para eu acessar essa cárie aqui, eu tenho que vir com o slot vertical, vem de cima né, e abro o acesso de esmalte, rompo um pouquinho da crista marginal, limpo a cárie e restauro. Se eu não tivesse esse dente aqui(ao lado), eu podia fazer o slot horizontal, eu vinha com a broca diretinho aqui e nem desgasto isso aqui oh, a crista marginal vai ficar toda integra aqui, aí eu vou ser mais conservadora. Essa situação não, eu tenho a cárie na oclusal e a cárie na proximal, e a espessura aqui é tão fina que ela vai se fraturar então agente vai fazer um preparo clássico disto oclusal. Removendo o tecido cariado com broca multilaminada em baixa rotação esférica. Pra remover cárie gente, colocar uma matriz metálica do lado porque se esbarrar, não desgasta a proximal do dente vizinho. Aqui gente, é uma tentativa de fazer o preparo tipo túnel, que vai com a broca inclinada, limpa lá em baixo e mantém a crista marginal, só que aqui agente vai romper isso e fazer um MOD clássico, a cárie já foi limpa lá atrás e foi ser remanescente de crista marginal. Então, o doutor ta perguntando ali: O esmalte não fica desapoiado? Fica no momento do preparo, mas na hora que você faz a restauração de resina, a resina apoia esse remanescente. Se você imaginar um pedaço de vidro e coloca em cima desse granito e eu faço pressão sobre esse vidro, ele não quebra, porque ele está apioado, mas se eu tiver qualquer imperfeição no granito se eu fizer qualquer forcinha em cima do vidro, ele quebra, porque ele está desapoiado.
  • 58. A mesma coisa do esmalte e a mesma coisa da porcelana, eles são friáveis. Vamos continuar aqui com um preparo clássico, parecido com a do amalgama, MOD, a crista marginal não se manteve. Colocar matriz metálica e cunha. Porque metálica? Porque a matris de poliéster agente usa para dente anterior, porque se agente tenta colocar na proximal de um dente posterior, ela amarrota, daí quando agente for fazer a rezina, a sua proximal vai ficar amarrotada igual a sua matriz de poliéster. Por isso que agente usa a matriz metálica para restauração de dente posterior. Aqui no caso, usa-se a matriz de poliéster para o condicionamento ácido, para proteger o ácido da proximal dos outros dentes para não unir. Aqui ó, mostrando uma brunidura, para agente pré- curvar uma matriz, se você pegar o brinidor 29 e passar no meio da matriz com força, ela fica meio curvada, e aí você consegue adaptá-la melhor para a proximal do seu dente. Essa é a matriz que vocês tem, agente cortou com tesoura e passou o brunidor pra ela ficar curvada. Agente chama essa matriz de sweeney. Existe uma matriz que já é pré-fabricada, que só é adaptar na proximal que você vai trabalhar, não precisa colocar o porta-matriz e não precisa abraçar o dente inteiro. Uma da coisas mais difíceis da resina composta, é o contorno e a realização do ponto de contato, não adianta o ponto de contato ficar frouxo, no amalgama é difícil o ponto de contato ficar frouxo, agora na resina é muito fácil. Como que é a técnica incremental na classe II? Você pode usar dessa forma: Coloca um triangulozinho aqui na proximal (vestibular), aí coloca outro triangulozinho aqui pela lingual, fechei toda a proximal, por último, faz a crista marginal. Você transforma o seu preparo classe 2 em preparo classe 1, e não é muito mais fácil restaurar uma classe 1 do que uma classe 2? Então você começa a sua restauração pela proximal, transforma aquela classe 2 em classe 1 e aí, é muito mais fácil. Vocês estão vendo aqui oh: Colocou um pouquinho de resina aqui(na proximal) e depois polimerizou depois coloca mais um pouquinho e polimeriza e depois engorda (acho que é isso) a crista marginal, fez a distal, a distal ta pronta, daí tira a matriz daqui tira tudo e vou fazer a mesial agora. Coloquei a matriz na mesial, coloquei o incremento aqui, coloquei o outro incremento ali, vou polimerizando, engordou, e a crista marginal já está pronta. Então você tem duas cristas marginais prontas. Olha, metade do dente já está pronta a anatomia já aparece, e aí é muito mais fácil você restaurar a oclusal depois de ter as cristas marginais já realizadas. E aqui a oclusão que vocês já viram no dente anterior, da ponta da cúspide até o centro do tente, sem passar pro outro lado o sulco principal e vai aumentando, incremento por incremento e fechando o dente até chegar no final. As resinas de dente posterior existem resinas para esmalte e resinas para dentina. Depende do fabricante depende de uma série de fatores. Lá na dentística 2, normalmente o que agente faz, agente usa uma cor mais escura para a dentina e uma cor mais clara para o
  • 59. esmalte. E ai vai fotoativando (alguma coisa que não entendi) checando a oclusão depois do final, tira o lençol, tira tudo e a oclusão ó, não pega na crista marginal. Se tiver marcando o carbono na crista marginal, vai ter que ajustar a oclusal, passar uma broquinha ali ó até tirar esse contato pré-maturo, se não pode fraturar essa resina pode quebrar a restauração, pode criar fenda, ou seja, a oclusão tem que sair perfeita para não criar problema maior para a restauração depois. Então gente problemas relacionados a restaurações Todo mundo acha que resina é mil maravilhas, e hoje quase não se usa amalgama e o amalgama caiu, ninguém quer saber mais de amalgama, é lógico que é uma questão de estética e é claro o apelo da resina é muito grande, e o apelo dos fabricantes é muito grande, para vender resina. Mas resina, ela é, no meu ponto de vista, muito mais difícil fazer do que fazer amalgama, é muito mais complicado, você precisa de mais atenção e mais cuidado, a resina é muito mais delicada, se você der bobeira na resina, o prejuízo é muito maior. O amalgama, por mais safado que o amalgama fique aquele amalgama vai durar uns 15 a 20 anos. A resina não, as vezes uma resina bem feita, dura cin... não dura o que um amalgama dura. Então agente precisa saber das coisas ruins da resina compostas. Então a resina ela tem muito contato pré-maturo, no contato pré-maturo ela se desgasta com muita facilidade. OH não tem nada de sulco principal aqui, não tem nada de crista marginal aí, isso aí não é restauração né, tem gente que termina a restauração assim, então você tem que fazer a anatomia e escultura. Mas com o tempo, a resina pode chegar nisso aqui. Obtenção do contato proximal: é difícil você reestabelecer o ponto de contato proximal, é preciso você usar muito a cunha, a cunha tem que empurrar bastante. Professor, quando que eu sei que o paciente está bem cunhado? Quando ele disser “Ai!”, quando incomodou a cunha, é porque você cunhou bem o dente do paciente. Controle da micro infiltração: Se tiver um pobre condicionamento ácido, um sistema adesivo mal aplicado, não adianta você colocar e condensar a resina bem, que vai ter infiltração do mesmo jeito. Então a resina infiltra muito mais do que uma restauração de amalgama ao longo dos anos. A escultura eu também acho mais difícil fazer a escultura na resina composta que na restauração de amalgama e a sensibilidade pós-operatória, muito paciente chega “Oh, eu fiz essa restauração semana passada, mas toda vez que eu mastigo alguma coisa eu sinto uma dorzinha lá no fundo” não é uma dor de dente, mas é uma sensibilidade