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AUTORIA E COLABORAÇÃO COM O
USO DAS TIC NA ESCOLA RURAL
ALUNA: MARIA MEIRE LUCIO MATOS
PROF.: DR. GILVANDENYS LEITE SALES
MESTRADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE
CIÊNCIAS E MATEMÁTICA - PGECM
AUTORES
SILVANA EMER KERBER
MARIA ROSANGELA BEZ
LILIANA M. PASSERINO
INTRODUÇÃO
 Conforme o desenvolvimento das Tecnologias da
Informática e Comunicação (TIC), a circulação de
informação e a produção do conhecimento a
divulgação foi muito rápida;
 A educação rural sempre esteve subordinada ao
modelo urbano. As escolas do campo ainda
enfrentam muitas dificuldades em sua
infraestrutura. (LEITE, 1999 e CALAZANS, 1993)
 Damasceno e Therrien (2000) e Dayrell ( 2007)
acreditam que os espaços da escola são lugares de
expressão, criação e promoção de eventos
culturais, possibilitando ao jovem do campo
identidades positivas.
 O jovem do campo associado as transformações
sociais na busca de espaço escolar.
Fonte: http://goo.gl/tnNRCs
INTRODUÇÃO
 As novas TIC como ferramentas, produção,
autonomia, autoria e colaboração podem e
devem ser utilizadas na reversão desse sentido
de inferioridade que atinge ao homem do
campo.
 A escolaridade no campo não passa da
educação básica, fazendo com quê os jovens
migrem para as cidades.
 O estudo de caso, passa no povoado Júlio de
Castilho (Taquari/RS) onde existe um laboratório
de informática com internet é usado como fonte
de pesquisa de conteúdos escolares, sem
garantir a essas pessoas o uso de tecnologia
como produção e para aquisição de
conhecimentos necessário à transformação
social.
Fonte: https://goo.gl/hZ0Qqm
Fonte: http://goo.gl/PweYZE
INTRODUÇÃO
 Assim, o interesse em
pesquisar desejos e valores
causas das resistências e
acomodações dos sujeitos
em relação às TIC.
 O estudo visou, a analisar
como promover a autoria e a
colaboração na escola rural
a partir da integração das
TIC com jovens de 6º a 9º
ano.
Fonte: http://goo.gl/PbI1bc
TECNOLOGIA, AUTONOMIA,
COLABORAÇÃO E AUTORIA
 As tecnologias digitais vêm promovendo grandes mudanças na
forma como as pessoas se informam e aprendem, propiciam a
exploração de novas oportunidades de aprendizagem, bem mais
centradas na atividade dos alunos e o desenvolvimento de projetos
colaborativos.
 As TIC podem favorecer modos mais flexíveis de aprendizagem pela
crítica, interpretação e análise de informações promovendo
autonomia e autoria.
 No processo colaborativo, as tecnologias assumem papéis na
comunidade, mediação e motivação dos participantes, contribuindo
nos processos de interação e aprendizagem, não funcionam como
mais um recurso onde ficam embutidas informações de
pensamentos, mediadoras no ambiente de aprendizagem, num
processo interacionista e social. (PASSERINO, 2001)
TECNOLOGIA, AUTONOMIA,
COLABORAÇÃO E AUTORIA
 Na escola rural com essas inovações tecnológicas e
pedagógicas, é necessário partir da realidade local, do cotidiano,
valores, costumes, crenças e saberes que a constituem.
 Abordar o uso das tecnologias sob um olhar de agregação, não
mudando, mas salientando e valorizando o que é peculiar e
singular na vida do campo.
 Levando a compreender melhor a realidade rural.
Fonte: http://goo.gl/ZdSNY0
A ESCOLA RURAL E A EDUCAÇÃO NO
CAMPO
Fonte: http://goo.gl/Qnr101
A ESCOLA RURAL E A EDUCAÇÃO NO
CAMPO
 A educação rural no Brasil, por motivos socioculturais, sempre foi
relegada a planos inferiores, e teve por retaguarda ideológica o
elitismo, acentuado no processo educacional aqui instalado pelos
jesuítas e a interpretação político-ideológica da oligarquia agrária,
conhecida popularmente na expressão: “gente da roça não carece
de estudos”. Isso é coisa de gente da cidade. (LEITE, 1999, p.14)
 A situação da educação do campo é precária porque enfrenta a
ausência de recursos e das condições familiares.
 O propósito é conceber uma educação básica do campo, voltada
aos interesses e ao desenvolvimento sociocultural e econômico dos
povos que habitam e trabalham no campo, atendendo às suas
diferenças históricas e culturais para que viviam com dignidade e
para que, organizados, resistam contra a expulsão e a
expropriação.(KOLLING, 1999, p.29)
A ESCOLA RURAL E A EDUCAÇÃO NO
CAMPO
 Os movimentos sociais buscam a garantia dos direitos, por uma
escola adequada;
 A educação escolar cujo papel da escola em comunidades rurais
vincula questões socioambientais e culturais;
 A identificação e o reconhecimento como instituição local foram
decisões que persistiram para o desenvolvimento rural
sustentável, as quais os jovens frequentam como instância
geradora de autonomia e práticas culturais desenvolvidas na
comunidade e na escola.
JOVENS, CULTURAS, JUVENIS E
TECNOLOGIAS NA ESCOLA RURAL
 A transição juvenil está relacionada a diversos fatores com a
integração social, a valores, à formação de opinião e habilidades
que exige como autonomia, independência, constituição de família
própria e efetivação da inserção profissional;
 O processo socialmente interativo de construção, compreendendo
atividades (práticas culturais) e significados (interpretações)
partilhados.( MORAIS, 2004, p. 10)
 A cultura juvenil contemporânea traz o entendimento do
conhecimento e uma vasta cultura.
 Essa cultura diferencia quando relacionamos as comunidades
urbana e rural, já que á rural possui um dos principais obstáculos
para a inclusão digital no Brasil, a falta de rede.
JOVENS, CULTURAS, JUVENIS E
TECNOLOGIAS NA ESCOLA RURAL
 O acesso aos recursos tecnológicos não são tão restritos quanto
se imagina, pois eles possuem acessibilidades em outras TIC
como celular, TV e rádio. E pouco ao pouco, as mídias vão se
infiltrando no meio rural.
 Então, as novas TIC são como ferramentas de produção,
autonomia, autoria e colaboração que podem e devem ser
reversão do sentido de inferioridade que atinge o homem do
campo.
Fonte: http://goo.gl/vYDBHV
CASO DE ESTUDO: ASPECTOS
METODOLÓGICOS
 A pesquisa, exploratória e descritiva, de abordagem qualitativa e quantitativa
buscava estudar como se daria a inclusão digital na escola do campo EEEF
Júlio de Castilhos localizada no interior do Município de Taquari-RS em que
se utilizou a técnica de observação para aplicação dos projetos inovadores
para a localidade que permitiu que as práticas e a mediação das TIC fossem
analisadas.
 Os alunos da escola do campo participaram do projeto Rádio na escola, com
10 alunos cuja faixa varia entre 12 e 18 anos.
 Nessa pesquisa foi realizada entrevistas com três pais, três professores,
gravadas em vídeo e analisadas posteriormente como fonte de
complementação da pesquisa.
 A observação ocorreu entre agosto e novembro de 2012, como registros
semanais dos momentos de criação e execução, num diário de campo com
registros de estratégias, dificuldades encontradas, rumos traçados e
resultados obtidos, além de relatos sobre o sentimentos e percepções a
partir da realidade vivenciada.
CASO DE ESTUDO: PROCESSO DE
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS
 O contexto econômico local é baseado na monocultura de eucalipto, a
maioria da população trabalha no corte de mato e o povoado enfrenta um
problema que está muito acentuado na comunidade: êxodo rural.
 A escola foi fundada em 1952, possui 56 alunos, uma diretora, três
funcionários e sete professores, a maioria dos professores não residem no
povoado.
 Os alunos participantes da pesquisa apresentam agressividade verbal e
muitas vezes física, resistem em realizar atividades escritas e possuem
dificuldades de atenção, são negativos e preferem atividades braçais.
 Os professores trabalham há mais de uma década conhecem bem a
realidade.
 A escola possui um Telecentro, o único acesso à internet no povoado.
CASO DE ESTUDO: PROCESSO DE
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS
 A análise de dados foi feita através do cruzamento de
informações coletadas nos questionários aplicados , entrevistas
efetuadas e observações, entrelaçados com referencial teórico.
 Percebe-se que os alunos não tem perspectiva futura e a escola
é um dos locais de encontro do povoado.
 Os professores planejam suas aulas utilizando somente leituras e
exercícios dos livros didáticos doados pelo Governo Federal e a
escola não está vinculada aos desafios e às necessidades do
campo deixando a desejar quanto à sua função.
 Com a chegada do Telecentro a escola foi despertado o gosto
pelas tecnologias, a vontade de aprender coisas novas e a
curiosidade.
DISCUSSÕES SOBRE AUTORIA E
COLABORAÇÃO NO PROJETO “RÁDIO
NA ESCOLA”
 O projeto “Rádio na Escola” buscava desenvolver o autoestima dos alunos,
realizado com os alunos das séries finais do ensino fundamental onde foram
observadas mudanças de autoria coletiva utilizando as tecnologias para a
produção de rádio.
 O programa escolhido para editar foi o Audacity, o qual os alunos aprenderam a
lidar com facilidade.
 A turma não desenvolveu a capacidade de auto-organizar, quanto autoria não
houve problemas sempre traziam sugestões, mas quanto execução muitos atritos,
residências e atrasos.
 Cada problema buscou-se alternativas conjuntas para solucionar, motivando e
mediando as situações de conflito.
 A satisfação dos jovens pela participação do projeto foi notória, a autoestima dos
alunos aumentou após os elogios recebidos e manifestam orgulho em participar e
serem autores desse projeto.
 Cabe a escola na sua função propiciar espaços de expressão cultural que
favoreçam a identidade do jovem do campo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
 O percurso teórico e metodológico, as reflexões possibilitaram um novo olhar
acerca da realidade que envolve a escola rural.
 O estudo realizado permitiu compreender que a inclusão digital na educação
é algo bem maior que simplesmente o fato de manusear tecnicamente o
computador.
 Envolve interatividade, autoria coletiva e colaboração, envolve a
possibilidade não só de consumir mas também de produzir conhecimentos.
 Verificou-se que a prática pedagógica utilizando as TIC como produção,
desperta nos alunos e nos professores o prazer de aprender, significando o
processo ensino-aprendizagem.
 Ao desenvolver as práticas de autoria e colaboração a escola passa a
assumir sua função social, ou seja, no processo de identidades e
transformação da realidade local preparando os jovens para a busca coletiva
do desenvolvimento econômico, social e cultural do lugar onde vivem.
REFERÊNCIAS
CALAZANS, Maria Julieta. Para compreender a educação do Estado no meio rural. Parecer CNE/CEB
nº36/2001, aprovado em 4 de dezembro de 2001.
DAYRELL, J. A escola “faz” juventudes? Reflexões em torno da socialização juvenil. Educação &
Sociedade, Campinas, v. 28, n. 100, out. 2007.
KOLLING, Edgar. José. Et. Al. (Orgs.) Por uma dedicação básica do campo. Memória. Brasília:
Educação, UNB, 1999.
LEITE, S. C. Escola rural: urbanização e políticas educacionais. São Paulo: Cortez, 1999.
MORAIS, Maria de Lima Salum. Conflitos e(m) brincadeiras infantis: diferenças culturais e de gênero.
São Paulo: s.n., 2004.
PASSERINO, Liliana M. Informática na educação infantil: perspectivas e possibilidades. In: ROMAN,
Eurilda Dias; STEYER, Vivian Edite. (Org.). A criança de 0 a 6 anos e a educação infantil: um retrato
multifacetado. Canoas, 2001, p. 169-181. Disponível em : http://edu3051.pbmorks.com/f/Infoedu-Infantil-
cap.pdf. Acesso em: nov. 2012l
TAROUCO (et. al). Objetos de Aprendizagem: teoria e prática. Porto Alegre: UFRGS. 2014.p.249-268

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Autoria e colaboração com o uso das tic

  • 1. AUTORIA E COLABORAÇÃO COM O USO DAS TIC NA ESCOLA RURAL ALUNA: MARIA MEIRE LUCIO MATOS PROF.: DR. GILVANDENYS LEITE SALES MESTRADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA - PGECM
  • 2. AUTORES SILVANA EMER KERBER MARIA ROSANGELA BEZ LILIANA M. PASSERINO
  • 3. INTRODUÇÃO  Conforme o desenvolvimento das Tecnologias da Informática e Comunicação (TIC), a circulação de informação e a produção do conhecimento a divulgação foi muito rápida;  A educação rural sempre esteve subordinada ao modelo urbano. As escolas do campo ainda enfrentam muitas dificuldades em sua infraestrutura. (LEITE, 1999 e CALAZANS, 1993)  Damasceno e Therrien (2000) e Dayrell ( 2007) acreditam que os espaços da escola são lugares de expressão, criação e promoção de eventos culturais, possibilitando ao jovem do campo identidades positivas.  O jovem do campo associado as transformações sociais na busca de espaço escolar. Fonte: http://goo.gl/tnNRCs
  • 4. INTRODUÇÃO  As novas TIC como ferramentas, produção, autonomia, autoria e colaboração podem e devem ser utilizadas na reversão desse sentido de inferioridade que atinge ao homem do campo.  A escolaridade no campo não passa da educação básica, fazendo com quê os jovens migrem para as cidades.  O estudo de caso, passa no povoado Júlio de Castilho (Taquari/RS) onde existe um laboratório de informática com internet é usado como fonte de pesquisa de conteúdos escolares, sem garantir a essas pessoas o uso de tecnologia como produção e para aquisição de conhecimentos necessário à transformação social. Fonte: https://goo.gl/hZ0Qqm Fonte: http://goo.gl/PweYZE
  • 5. INTRODUÇÃO  Assim, o interesse em pesquisar desejos e valores causas das resistências e acomodações dos sujeitos em relação às TIC.  O estudo visou, a analisar como promover a autoria e a colaboração na escola rural a partir da integração das TIC com jovens de 6º a 9º ano. Fonte: http://goo.gl/PbI1bc
  • 6. TECNOLOGIA, AUTONOMIA, COLABORAÇÃO E AUTORIA  As tecnologias digitais vêm promovendo grandes mudanças na forma como as pessoas se informam e aprendem, propiciam a exploração de novas oportunidades de aprendizagem, bem mais centradas na atividade dos alunos e o desenvolvimento de projetos colaborativos.  As TIC podem favorecer modos mais flexíveis de aprendizagem pela crítica, interpretação e análise de informações promovendo autonomia e autoria.  No processo colaborativo, as tecnologias assumem papéis na comunidade, mediação e motivação dos participantes, contribuindo nos processos de interação e aprendizagem, não funcionam como mais um recurso onde ficam embutidas informações de pensamentos, mediadoras no ambiente de aprendizagem, num processo interacionista e social. (PASSERINO, 2001)
  • 7. TECNOLOGIA, AUTONOMIA, COLABORAÇÃO E AUTORIA  Na escola rural com essas inovações tecnológicas e pedagógicas, é necessário partir da realidade local, do cotidiano, valores, costumes, crenças e saberes que a constituem.  Abordar o uso das tecnologias sob um olhar de agregação, não mudando, mas salientando e valorizando o que é peculiar e singular na vida do campo.  Levando a compreender melhor a realidade rural. Fonte: http://goo.gl/ZdSNY0
  • 8. A ESCOLA RURAL E A EDUCAÇÃO NO CAMPO Fonte: http://goo.gl/Qnr101
  • 9. A ESCOLA RURAL E A EDUCAÇÃO NO CAMPO  A educação rural no Brasil, por motivos socioculturais, sempre foi relegada a planos inferiores, e teve por retaguarda ideológica o elitismo, acentuado no processo educacional aqui instalado pelos jesuítas e a interpretação político-ideológica da oligarquia agrária, conhecida popularmente na expressão: “gente da roça não carece de estudos”. Isso é coisa de gente da cidade. (LEITE, 1999, p.14)  A situação da educação do campo é precária porque enfrenta a ausência de recursos e das condições familiares.  O propósito é conceber uma educação básica do campo, voltada aos interesses e ao desenvolvimento sociocultural e econômico dos povos que habitam e trabalham no campo, atendendo às suas diferenças históricas e culturais para que viviam com dignidade e para que, organizados, resistam contra a expulsão e a expropriação.(KOLLING, 1999, p.29)
  • 10. A ESCOLA RURAL E A EDUCAÇÃO NO CAMPO  Os movimentos sociais buscam a garantia dos direitos, por uma escola adequada;  A educação escolar cujo papel da escola em comunidades rurais vincula questões socioambientais e culturais;  A identificação e o reconhecimento como instituição local foram decisões que persistiram para o desenvolvimento rural sustentável, as quais os jovens frequentam como instância geradora de autonomia e práticas culturais desenvolvidas na comunidade e na escola.
  • 11. JOVENS, CULTURAS, JUVENIS E TECNOLOGIAS NA ESCOLA RURAL  A transição juvenil está relacionada a diversos fatores com a integração social, a valores, à formação de opinião e habilidades que exige como autonomia, independência, constituição de família própria e efetivação da inserção profissional;  O processo socialmente interativo de construção, compreendendo atividades (práticas culturais) e significados (interpretações) partilhados.( MORAIS, 2004, p. 10)  A cultura juvenil contemporânea traz o entendimento do conhecimento e uma vasta cultura.  Essa cultura diferencia quando relacionamos as comunidades urbana e rural, já que á rural possui um dos principais obstáculos para a inclusão digital no Brasil, a falta de rede.
  • 12. JOVENS, CULTURAS, JUVENIS E TECNOLOGIAS NA ESCOLA RURAL  O acesso aos recursos tecnológicos não são tão restritos quanto se imagina, pois eles possuem acessibilidades em outras TIC como celular, TV e rádio. E pouco ao pouco, as mídias vão se infiltrando no meio rural.  Então, as novas TIC são como ferramentas de produção, autonomia, autoria e colaboração que podem e devem ser reversão do sentido de inferioridade que atinge o homem do campo. Fonte: http://goo.gl/vYDBHV
  • 13. CASO DE ESTUDO: ASPECTOS METODOLÓGICOS  A pesquisa, exploratória e descritiva, de abordagem qualitativa e quantitativa buscava estudar como se daria a inclusão digital na escola do campo EEEF Júlio de Castilhos localizada no interior do Município de Taquari-RS em que se utilizou a técnica de observação para aplicação dos projetos inovadores para a localidade que permitiu que as práticas e a mediação das TIC fossem analisadas.  Os alunos da escola do campo participaram do projeto Rádio na escola, com 10 alunos cuja faixa varia entre 12 e 18 anos.  Nessa pesquisa foi realizada entrevistas com três pais, três professores, gravadas em vídeo e analisadas posteriormente como fonte de complementação da pesquisa.  A observação ocorreu entre agosto e novembro de 2012, como registros semanais dos momentos de criação e execução, num diário de campo com registros de estratégias, dificuldades encontradas, rumos traçados e resultados obtidos, além de relatos sobre o sentimentos e percepções a partir da realidade vivenciada.
  • 14. CASO DE ESTUDO: PROCESSO DE ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS  O contexto econômico local é baseado na monocultura de eucalipto, a maioria da população trabalha no corte de mato e o povoado enfrenta um problema que está muito acentuado na comunidade: êxodo rural.  A escola foi fundada em 1952, possui 56 alunos, uma diretora, três funcionários e sete professores, a maioria dos professores não residem no povoado.  Os alunos participantes da pesquisa apresentam agressividade verbal e muitas vezes física, resistem em realizar atividades escritas e possuem dificuldades de atenção, são negativos e preferem atividades braçais.  Os professores trabalham há mais de uma década conhecem bem a realidade.  A escola possui um Telecentro, o único acesso à internet no povoado.
  • 15. CASO DE ESTUDO: PROCESSO DE ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS  A análise de dados foi feita através do cruzamento de informações coletadas nos questionários aplicados , entrevistas efetuadas e observações, entrelaçados com referencial teórico.  Percebe-se que os alunos não tem perspectiva futura e a escola é um dos locais de encontro do povoado.  Os professores planejam suas aulas utilizando somente leituras e exercícios dos livros didáticos doados pelo Governo Federal e a escola não está vinculada aos desafios e às necessidades do campo deixando a desejar quanto à sua função.  Com a chegada do Telecentro a escola foi despertado o gosto pelas tecnologias, a vontade de aprender coisas novas e a curiosidade.
  • 16. DISCUSSÕES SOBRE AUTORIA E COLABORAÇÃO NO PROJETO “RÁDIO NA ESCOLA”  O projeto “Rádio na Escola” buscava desenvolver o autoestima dos alunos, realizado com os alunos das séries finais do ensino fundamental onde foram observadas mudanças de autoria coletiva utilizando as tecnologias para a produção de rádio.  O programa escolhido para editar foi o Audacity, o qual os alunos aprenderam a lidar com facilidade.  A turma não desenvolveu a capacidade de auto-organizar, quanto autoria não houve problemas sempre traziam sugestões, mas quanto execução muitos atritos, residências e atrasos.  Cada problema buscou-se alternativas conjuntas para solucionar, motivando e mediando as situações de conflito.  A satisfação dos jovens pela participação do projeto foi notória, a autoestima dos alunos aumentou após os elogios recebidos e manifestam orgulho em participar e serem autores desse projeto.  Cabe a escola na sua função propiciar espaços de expressão cultural que favoreçam a identidade do jovem do campo.
  • 17. CONSIDERAÇÕES FINAIS  O percurso teórico e metodológico, as reflexões possibilitaram um novo olhar acerca da realidade que envolve a escola rural.  O estudo realizado permitiu compreender que a inclusão digital na educação é algo bem maior que simplesmente o fato de manusear tecnicamente o computador.  Envolve interatividade, autoria coletiva e colaboração, envolve a possibilidade não só de consumir mas também de produzir conhecimentos.  Verificou-se que a prática pedagógica utilizando as TIC como produção, desperta nos alunos e nos professores o prazer de aprender, significando o processo ensino-aprendizagem.  Ao desenvolver as práticas de autoria e colaboração a escola passa a assumir sua função social, ou seja, no processo de identidades e transformação da realidade local preparando os jovens para a busca coletiva do desenvolvimento econômico, social e cultural do lugar onde vivem.
  • 18. REFERÊNCIAS CALAZANS, Maria Julieta. Para compreender a educação do Estado no meio rural. Parecer CNE/CEB nº36/2001, aprovado em 4 de dezembro de 2001. DAYRELL, J. A escola “faz” juventudes? Reflexões em torno da socialização juvenil. Educação & Sociedade, Campinas, v. 28, n. 100, out. 2007. KOLLING, Edgar. José. Et. Al. (Orgs.) Por uma dedicação básica do campo. Memória. Brasília: Educação, UNB, 1999. LEITE, S. C. Escola rural: urbanização e políticas educacionais. São Paulo: Cortez, 1999. MORAIS, Maria de Lima Salum. Conflitos e(m) brincadeiras infantis: diferenças culturais e de gênero. São Paulo: s.n., 2004. PASSERINO, Liliana M. Informática na educação infantil: perspectivas e possibilidades. In: ROMAN, Eurilda Dias; STEYER, Vivian Edite. (Org.). A criança de 0 a 6 anos e a educação infantil: um retrato multifacetado. Canoas, 2001, p. 169-181. Disponível em : http://edu3051.pbmorks.com/f/Infoedu-Infantil- cap.pdf. Acesso em: nov. 2012l TAROUCO (et. al). Objetos de Aprendizagem: teoria e prática. Porto Alegre: UFRGS. 2014.p.249-268