ATIVIDADES INTEGRADORAS SOCIAIS E
EDUCACIONAIS:UM SONHO PARA O FUTURO
ESCOLA MUNICIPAL PADRE VALENTE SIMIONI
DIRETORA ESCOLAR: Maria Zenir Niehues
SUPERVISORA ESCOLAR: Maria Roseli Ochner Voltolini
ORIENTADORA ESCOLAR: Valdete Maria Stricker
Rua Coronel Camacho, 130 - Iririú– Joinville- SC- Brasil
CUNHA, Silmara S. Autor (a)
Alunos Participantes:
Machado, Estéfani, K. ;Maçaneiro, Thalia C;
Sesering, Júlia K.; Wolf, Daniely S.
Alfabetizar de forma lúdica prazeirosa, e de
forma a usar conhecimentos de português
matemática e informática numa só atividade,
dando maior significação funcional para os
mesmos,com alunos da sala multifuncional, no
contra turno escolar.
RESUMO
A partir desta iniciativa que envolveu alguns
alunos da Sala Multifuncional, foi possivel
construir vários trabalhos manuais e
paralelamente trabalhadas questões de estrutura,
organização, memória, criação e senso crítico
para dar continuidade aos hábitos e atitudes no
cotidiano escolar e se propagando na sociedade.
Dentro deste contexto, a iniciativa de pedir
doações de gráfica e confecção (retalhos de
tecidos e caixinhas de papel),para desenvolver
algumas atividades e reaproveitá-los, também se
fez necessário que seriam as matérias primas
utilizadas. Demos o nome de Um Sonho para o
Futuro à atividade. Com este nome que os Jovens
com alguma deficiência que frequentam o
Atendimento Educacional Especializado da Sala
de Recursos Multifuncionais,realizaram a
confecção mediante a modelagem de roupas de
boneca, em tamanho escala 5/1 real , que se caso
fossem transferidas as medidas para nosso
tamanho real, igualmente sairia a peça em
tamanho real.
A professora teve interesse em desenvolver o
projeto com alunos vinculados a proposta no
atendimento educacional especializado
INTRODUÇÃO
RESULTADOS
MÉTODOS
FIGURAS
Como método utilizamos a entrevista com os
alunos, sobre as atividades que gostariam de
fazer.
.
A atividade realizada pela sala multifuncional
pode se transformar num projeto social, se
aplicado no contra turno escolar, de alunos com
ou sem alguma deficiência, onde poderão se
divertir aprendendo algo que desenvolverá a
criatividade e por assim dizer em muitos casos a
descoberta de uma profissão.
Nesse sentido desenvolveu-se no contra turno
escolar, para promover a independência dos
alunos nos ambientes em que ele convive (casa,
escola, comunidade), melhorando sua qualidade
de vida; habilidades que o preparem para o
exercício de um trabalho através da Criação e
sujeito da transformação social, pensando na
promoção de saúde dos envolvidos.
Envolveu a organização dos dados obtidos e
devidamente digitados, onde organizadamente
foram feitas as fichas técnicas de cada peça,
novos conhecimentos teóricos, de pesquisa de
alfabetização, de função lectoescrita e subsídios
de evolução da autonomia enquanto sujeitos
capazes e transformadores.
DISCUSSÃO
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
Compreender de que maneira a experiência
do fazer pode se tornar uma via de subjetivação
das pessoas envolvidas no projeto, manifestar
socialmente, buscar reconhecimento por algo
construído por pessoas que de alguma forma
precisam ocupar seu tempo e ressignificar a vida,
e a própria deficiência e por vezes doença,
promovendo saúde, através do processo de
criação , e Modelagem de Roupas e Confecção
para bonecas.
OBJETIVOS
A Modelagem e confeção de roupas em
tamanho de escala 5/1, torna-se um trabalho sério
e com critérios técnicos de medida e de escala,
bem como técnicas de sequencias operacionais e
costura como se fossem confeccionadas as
roupas em tamanhos reais.
A medida que esses alunos estivessem
compreendendo a modelagem,o processo, a
sequencia e a capacidade de realização
transfeririam para um tamanho mediante tabela de
medidas de tamanho real.
A idéia é aproveitar esse projeto para
desenvolver num outro momento, e valorizando
as questões sociais e saúde envolvidas nessas
situações.
A lógica é que se com crianças com
dificuldades de aprendizagem e com alguma
deficiência foi possível construir à mão roupas de
bonecas, com qualquer jovem que tivesse
interesse seria perfeitamente possível.
Em cursos técnicos a mesma técnica é
utilizada para os projetos de confecção, em
tamanho escalonado, transferindo ocasionalmente
para tamanho real uma ou outra peça.
Esta experiência sugere uma forma criativa,
dinâmica e divertida de usar as habilidades
matemáticas e de português e informática
aliados, ao resultado criativo.
Esse trabalho desenvolveu nos grupos a auto-
estima , criatividade e socialização dos mesmos.
O interesse dos pais em ver como estava ficando
o trabalho, e como seus filhos estavam se
envolvendo com as propostas do mesmo,
enquanto sala multifuncional. A demonstração
de capricho e de empenho em tentar aperfeiçoar
suas habilidades, motivou as crianças no
desempenho dessas atividades.
Dessa forma, seria igualmente interessante
ensinar adolescentes e pessoas que necessitam
de atenção nas organizações sociais da cidade.
DUK, Cynthia. Educar na Diversidade: material de formação docente. 3. ed.,2 impressão/ edição do material Cyntia Duk. - Brasília: [ MEC, SEESP], 2007.(pag.112).
ESPECIAL, Educação. Na Perspectiva da Educação Inclusiva. Marcos Político-Legais. Brasília: Secretaria de Educação Especial, - 2010.
GLAT, R Uma família presente e participativa: o papel da família no desenvolvimento e inclusão social da pessoa com necessidades especiais. Anais do 9º Congresso Estadual das APAEs de Minas Gerais, 2004. Disponível em: <http://www.eduinclusivapesq-
erj.pro.br//livros_artigos/pdf/família.pdf>,Acesso em : 02 maio 2007.
MOLON, Susana Inês . Subjetivadade, sujeito e atividade criadora: questões para a formação continuada de educadores(as) na abordagem sócio-histórica em Vygotsky. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
RODRIGUES, Augusto. In: ABRAMOVICH, Fanny. Quem educa quem? São Paulo: Summus, 1985.
VYGOTSKY, L. S. A construção do Pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Promover a independência dos alunos nos
ambientes em que ele convive (casa, escola,
comunidade), melhorando sua qualidade de vida;
Desenvolver no aluno habilidades que o
preparem para o exercício de um trabalho através
da Criação;
Contribuir na promoção humana, enquanto
sujeito da transformação social, pensando na
promoção de saúde e educação dos envolvidos.
JUSTIFICATIVA

Atividades Integradoras Sociais e Educativas

  • 1.
    ATIVIDADES INTEGRADORAS SOCIAISE EDUCACIONAIS:UM SONHO PARA O FUTURO ESCOLA MUNICIPAL PADRE VALENTE SIMIONI DIRETORA ESCOLAR: Maria Zenir Niehues SUPERVISORA ESCOLAR: Maria Roseli Ochner Voltolini ORIENTADORA ESCOLAR: Valdete Maria Stricker Rua Coronel Camacho, 130 - Iririú– Joinville- SC- Brasil CUNHA, Silmara S. Autor (a) Alunos Participantes: Machado, Estéfani, K. ;Maçaneiro, Thalia C; Sesering, Júlia K.; Wolf, Daniely S. Alfabetizar de forma lúdica prazeirosa, e de forma a usar conhecimentos de português matemática e informática numa só atividade, dando maior significação funcional para os mesmos,com alunos da sala multifuncional, no contra turno escolar. RESUMO A partir desta iniciativa que envolveu alguns alunos da Sala Multifuncional, foi possivel construir vários trabalhos manuais e paralelamente trabalhadas questões de estrutura, organização, memória, criação e senso crítico para dar continuidade aos hábitos e atitudes no cotidiano escolar e se propagando na sociedade. Dentro deste contexto, a iniciativa de pedir doações de gráfica e confecção (retalhos de tecidos e caixinhas de papel),para desenvolver algumas atividades e reaproveitá-los, também se fez necessário que seriam as matérias primas utilizadas. Demos o nome de Um Sonho para o Futuro à atividade. Com este nome que os Jovens com alguma deficiência que frequentam o Atendimento Educacional Especializado da Sala de Recursos Multifuncionais,realizaram a confecção mediante a modelagem de roupas de boneca, em tamanho escala 5/1 real , que se caso fossem transferidas as medidas para nosso tamanho real, igualmente sairia a peça em tamanho real. A professora teve interesse em desenvolver o projeto com alunos vinculados a proposta no atendimento educacional especializado INTRODUÇÃO RESULTADOS MÉTODOS FIGURAS Como método utilizamos a entrevista com os alunos, sobre as atividades que gostariam de fazer. . A atividade realizada pela sala multifuncional pode se transformar num projeto social, se aplicado no contra turno escolar, de alunos com ou sem alguma deficiência, onde poderão se divertir aprendendo algo que desenvolverá a criatividade e por assim dizer em muitos casos a descoberta de uma profissão. Nesse sentido desenvolveu-se no contra turno escolar, para promover a independência dos alunos nos ambientes em que ele convive (casa, escola, comunidade), melhorando sua qualidade de vida; habilidades que o preparem para o exercício de um trabalho através da Criação e sujeito da transformação social, pensando na promoção de saúde dos envolvidos. Envolveu a organização dos dados obtidos e devidamente digitados, onde organizadamente foram feitas as fichas técnicas de cada peça, novos conhecimentos teóricos, de pesquisa de alfabetização, de função lectoescrita e subsídios de evolução da autonomia enquanto sujeitos capazes e transformadores. DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS Compreender de que maneira a experiência do fazer pode se tornar uma via de subjetivação das pessoas envolvidas no projeto, manifestar socialmente, buscar reconhecimento por algo construído por pessoas que de alguma forma precisam ocupar seu tempo e ressignificar a vida, e a própria deficiência e por vezes doença, promovendo saúde, através do processo de criação , e Modelagem de Roupas e Confecção para bonecas. OBJETIVOS A Modelagem e confeção de roupas em tamanho de escala 5/1, torna-se um trabalho sério e com critérios técnicos de medida e de escala, bem como técnicas de sequencias operacionais e costura como se fossem confeccionadas as roupas em tamanhos reais. A medida que esses alunos estivessem compreendendo a modelagem,o processo, a sequencia e a capacidade de realização transfeririam para um tamanho mediante tabela de medidas de tamanho real. A idéia é aproveitar esse projeto para desenvolver num outro momento, e valorizando as questões sociais e saúde envolvidas nessas situações. A lógica é que se com crianças com dificuldades de aprendizagem e com alguma deficiência foi possível construir à mão roupas de bonecas, com qualquer jovem que tivesse interesse seria perfeitamente possível. Em cursos técnicos a mesma técnica é utilizada para os projetos de confecção, em tamanho escalonado, transferindo ocasionalmente para tamanho real uma ou outra peça. Esta experiência sugere uma forma criativa, dinâmica e divertida de usar as habilidades matemáticas e de português e informática aliados, ao resultado criativo. Esse trabalho desenvolveu nos grupos a auto- estima , criatividade e socialização dos mesmos. O interesse dos pais em ver como estava ficando o trabalho, e como seus filhos estavam se envolvendo com as propostas do mesmo, enquanto sala multifuncional. A demonstração de capricho e de empenho em tentar aperfeiçoar suas habilidades, motivou as crianças no desempenho dessas atividades. Dessa forma, seria igualmente interessante ensinar adolescentes e pessoas que necessitam de atenção nas organizações sociais da cidade. DUK, Cynthia. Educar na Diversidade: material de formação docente. 3. ed.,2 impressão/ edição do material Cyntia Duk. - Brasília: [ MEC, SEESP], 2007.(pag.112). ESPECIAL, Educação. Na Perspectiva da Educação Inclusiva. Marcos Político-Legais. Brasília: Secretaria de Educação Especial, - 2010. GLAT, R Uma família presente e participativa: o papel da família no desenvolvimento e inclusão social da pessoa com necessidades especiais. Anais do 9º Congresso Estadual das APAEs de Minas Gerais, 2004. Disponível em: <http://www.eduinclusivapesq- erj.pro.br//livros_artigos/pdf/família.pdf>,Acesso em : 02 maio 2007. MOLON, Susana Inês . Subjetivadade, sujeito e atividade criadora: questões para a formação continuada de educadores(as) na abordagem sócio-histórica em Vygotsky. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. RODRIGUES, Augusto. In: ABRAMOVICH, Fanny. Quem educa quem? São Paulo: Summus, 1985. VYGOTSKY, L. S. A construção do Pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2000. Promover a independência dos alunos nos ambientes em que ele convive (casa, escola, comunidade), melhorando sua qualidade de vida; Desenvolver no aluno habilidades que o preparem para o exercício de um trabalho através da Criação; Contribuir na promoção humana, enquanto sujeito da transformação social, pensando na promoção de saúde e educação dos envolvidos. JUSTIFICATIVA