A peça teatral "Auto da Barca do Inferno" critica o estilo de vida mundano dos membros do clero através da personagem do Frade. O Frade entra em cena dançando e com sua amante Florença, acreditando que seus salmos garantiriam seu lugar no céu. No entanto, ele é condenado ao Inferno por quebrar seus votos de castidade e pobreza ao viver uma vida de prazeres e luxos.