O Auto da Barca do Inferno retrata a sociedade portuguesa do século XVI através da apresentação de almas de diferentes classes sociais que são julgadas e enviadas ao céu ou inferno. O Diabo e o Anjo conduzem as almas e criticam os vícios humanos representados em cada personagem, como orgulho, avareza e corrupção. A obra utiliza a sátira para criticar problemas sociais da época de forma didática.