SlideShare uma empresa Scribd logo
Tamara CoutinhoTamara Coutinho
HemáciasHemácias
HemáciasHemácias
A.A. Hemácia anularHemácia anular
B.B. Hemácia polidivercularHemácia polidivercular
C.C. Hemácia espiculadaHemácia espiculada
LeucócitosLeucócitos
Aglomerado de leucócitosAglomerado de leucócitos
Células escamosasCélulas escamosas
Células transicionaisCélulas transicionais
Células tubularesCélulas tubulares
CélulasCélulas
Células neoplásicasCélulas neoplásicas
CilindrosCilindros
 Únicos elementos exclusivamente renaisÚnicos elementos exclusivamente renais
 Formação: interior da luz do túbulo contorcido distal eFormação: interior da luz do túbulo contorcido distal e
ducto coletorducto coletor
 Formas: lados paralelos e extremidades arredondadasFormas: lados paralelos e extremidades arredondadas
 Podem ser enrrugados ou contorcidosPodem ser enrrugados ou contorcidos
 Cilindros largos: distensão tubular/extrema estaseCilindros largos: distensão tubular/extrema estase
 Aparência influenciada por:Aparência influenciada por:
 Materiais presentes no filtradoMateriais presentes no filtrado
 Período de tempo em que permanecem no túbuloPeríodo de tempo em que permanecem no túbulo
 Principal componente: proteína de Tamm-HorsfallPrincipal componente: proteína de Tamm-Horsfall
 Proteção imunológica contra infecçõesProteção imunológica contra infecções
 Contagem:Contagem:
 Contar 10 campos no aumento de 100x, identificando cada cilindroContar 10 campos no aumento de 100x, identificando cada cilindro
no aumento de 400x, e calcular a média por campo, no aumentono aumento de 400x, e calcular a média por campo, no aumento
de 100xde 100x
 Formação dos cilindros:Formação dos cilindros:
 1. agregação da proteína de Tamm-Horsfall, formando fibrilas1. agregação da proteína de Tamm-Horsfall, formando fibrilas
protéicas individuaisprotéicas individuais
 2. ligação das fibrilas à superfície das células do epitélio tubular2. ligação das fibrilas à superfície das células do epitélio tubular
para evitar a sua retirada pelo fluxopara evitar a sua retirada pelo fluxo
 3. entrelaçamento das fibrilas, formando uma rede fibrilar frouxa3. entrelaçamento das fibrilas, formando uma rede fibrilar frouxa
(nesse momento os componentes podem emaranhar)(nesse momento os componentes podem emaranhar)
 4. maior entrelaçamento das fibrilas, formando estrutura sólida4. maior entrelaçamento das fibrilas, formando estrutura sólida
 5. possível ligação dos componentes urinários à matriz sólida5. possível ligação dos componentes urinários à matriz sólida
 6. desligamento das fibrilas das células epiteliais6. desligamento das fibrilas das células epiteliais
 7. excreção do cilindro7. excreção do cilindro
TipoTipo OrigemOrigem Significado clínicoSignificado clínico
HialinoHialino Secreção tubular de proteína de Tamm-Secreção tubular de proteína de Tamm-
Horsfall que se agrega as fibrilasHorsfall que se agrega as fibrilas
GromerulonefriteGromerulonefrite
PielonefritePielonefrite
Doença renal crônicaDoença renal crônica
Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva
Estresse e exercicio físicoEstresse e exercicio físico
Normal 0-2/cpaNormal 0-2/cpa
HemáticoHemático Hemácias emaranhadas ou ligadas àHemácias emaranhadas ou ligadas à
matriz das proteínas de Tamm-Horsfallmatriz das proteínas de Tamm-Horsfall
GlomerulonefriteGlomerulonefrite
Exercício físico intensoExercício físico intenso
LeucocitárioLeucocitário Leucócitos emaranhados ou ligadas àLeucócitos emaranhados ou ligadas à
matriz das proteínas de Tamm-Horsfallmatriz das proteínas de Tamm-Horsfall
PielonefritePielonefrite
Nefrite intersticial agudaNefrite intersticial aguda
BacterianosBacterianos Bactérias presas à matriz da proteína deBactérias presas à matriz da proteína de
Tamm-HorsfallTamm-Horsfall
PielonefritePielonefrite
EpiteliaisEpiteliais Células tubulares que permanecemCélulas tubulares que permanecem
ligadas às fibrilas da proteína de Tamm-ligadas às fibrilas da proteína de Tamm-
HorsfallHorsfall
Lesão de túbulo renalLesão de túbulo renal
GranularGranular Desintegração de cilindros leucocitáriosDesintegração de cilindros leucocitários
Lisossomos das células tubularesLisossomos das células tubulares
Agregados protéicosAgregados protéicos
GlomerulonefriteGlomerulonefrite
PielonefritePielonefrite
Estresse e exercício físicoEstresse e exercício físico
CéreoCéreo Cilindros hialinos e granularesCilindros hialinos e granulares Estase do fluxo urinárioEstase do fluxo urinário
AdiposoAdiposo LipidúriaLipidúria
Corpos adiposos ovaisCorpos adiposos ovais
Síndrome nefróticaSíndrome nefrótica
LargoLargo Formação nos ductos coletores ou emFormação nos ductos coletores ou em
túbulo distais distendidostúbulo distais distendidos
Extrema estase do fluxo urinárioExtrema estase do fluxo urinário
Cilindros HialinosCilindros Hialinos
 São os mais frequentesSão os mais frequentes
 Constituição: quase inteiramente de Tamm-HorsfallConstituição: quase inteiramente de Tamm-Horsfall
 Assumem significado clínico quando o nº é elevadoAssumem significado clínico quando o nº é elevado
 <2 por campo<2 por campo
 São incolores e possuem índice de refringênciaSão incolores e possuem índice de refringência
semelhante ao da urinasemelhante ao da urina
 Examinar com pouca luminosidadeExaminar com pouca luminosidade
 Morfologia variável:Morfologia variável:
 Formas normaisFormas normais
 Enrrugados ou contorcidosEnrrugados ou contorcidos
 Envelhecimento do cilindroEnvelhecimento do cilindro
Cilindro HialinoCilindro Hialino
Cilindros HialinosCilindros Hialinos
Cilindros HemáticosCilindros Hemáticos
 Presença geralmente indica grave doença renalPresença geralmente indica grave doença renal
 Indica sangramento no interior do néfronIndica sangramento no interior do néfron
 São refringentes e possuem cor amarela/marromSão refringentes e possuem cor amarela/marrom
 À medida que envelhece, tem inicio a lise celular e oÀ medida que envelhece, tem inicio a lise celular e o
cilindro torna-se mais homogêneocilindro torna-se mais homogêneo
 A hemoglobina liberada mantem a caracteristica cor marrom-A hemoglobina liberada mantem a caracteristica cor marrom-
amareladaamarelada
Cilindros HemáticosCilindros Hemáticos
Cilindros HemáticosCilindros Hemáticos
Cilindros LeucocitáriosCilindros Leucocitários
 Infecção ou inflamação no interior dos néfronsInfecção ou inflamação no interior dos néfrons
 São refringentes, contem grânulos e podem conterSão refringentes, contem grânulos e podem conter
núcleos multilobuladosnúcleos multilobulados
 Indica a necessidade de realizar culturas microb.Indica a necessidade de realizar culturas microb.
 Diferenciação: cilindros de bactérias (contém bacilosDiferenciação: cilindros de bactérias (contém bacilos
revestidos com anticorpos)revestidos com anticorpos)
 Identificação pela coloração de GramIdentificação pela coloração de Gram
Cilindro leucocitárioCilindro leucocitário
Cilindros EpiteliaisCilindros Epiteliais
 Em presença de lesão tubular, as célsEm presença de lesão tubular, as céls
saem facilmente durante o desligamentosaem facilmente durante o desligamento
do cilindrodo cilindro
 Podem ser distinguidos dos leucocitáriosPodem ser distinguidos dos leucocitários
pela existência de núcleo redondopela existência de núcleo redondo
Cilindros EpiteliaisCilindros Epiteliais
Cilindros GranularesCilindros Granulares
 Origem não-patológica:Origem não-patológica:
 Lisossomos excretados pelas cels. dos túbulosLisossomos excretados pelas cels. dos túbulos
renais durante metabolismo normalrenais durante metabolismo normal
 Origem patológica:Origem patológica:
 Desintegração de cilindros celulares e de cels.Desintegração de cilindros celulares e de cels.
tubularestubulares
 Necessário estase e que os cilindros estejam no túbuloNecessário estase e que os cilindros estejam no túbulo
para que sua desintegração produza grânulospara que sua desintegração produza grânulos
 Agregados protéicos filtrados pelo glomérulosAgregados protéicos filtrados pelo glomérulos
Cilindros GranularesCilindros Granulares
Cilindros GranularesCilindros Granulares
Cilindros CéreosCilindros Céreos
 Cilindros refringentes de textura rígidaCilindros refringentes de textura rígida
 Por isso fragmentam-se ao passar pelosPor isso fragmentam-se ao passar pelos
túbulostúbulos
 Estrutura: placas rompidas de proteínaEstrutura: placas rompidas de proteína
superficialsuperficial
Cilindro CéreoCilindro Céreo
Cilindros AdipososCilindros Adiposos
 Encontrados juntamente com corposEncontrados juntamente com corpos
adiposos ovais em distúrbios queadiposos ovais em distúrbios que
provocam lipidúria (ex. Sínd. Nefrótica)provocam lipidúria (ex. Sínd. Nefrótica)
 Ligeiramente refringentes e contémLigeiramente refringentes e contém
gotículas gordurosas de cor marrom-gotículas gordurosas de cor marrom-
amareladaamarelada
Cilindros AdipososCilindros Adiposos
Diversos cilindrosDiversos cilindros
A. hialino
B. hemático
C. hemático
D. epitelial
E. leucocitário
F. hemático
G. granular
H. granular
I. céreo
CristaisCristais
 Formados pela precipitação dos sais da urinaFormados pela precipitação dos sais da urina
submetidos a alterações de pH, temperatura, ousubmetidos a alterações de pH, temperatura, ou
concentraçãoconcentração → afeta solubilidade→ afeta solubilidade
 Urina normal recém-eliminada: formados no túbulosUrina normal recém-eliminada: formados no túbulos
ou, com menor frequência, na bexigaou, com menor frequência, na bexiga
 A maior parte ocorre em amostras que foram deixadasA maior parte ocorre em amostras que foram deixadas
em temperatura ambiente ou refrigeradasem temperatura ambiente ou refrigeradas
 Alguns dissolvem-se quando a amostra é aquecidaAlguns dissolvem-se quando a amostra é aquecida
 Identificação: detectar a presença de alguns tiposIdentificação: detectar a presença de alguns tipos
anormais que podem representar:anormais que podem representar:
 Doença hepáticaDoença hepática
 Erros inatos do metabolismoErros inatos do metabolismo
 Lesão renal causada pela cristalização dos metabolitos deLesão renal causada pela cristalização dos metabolitos de
drogas nos túbulosdrogas nos túbulos
Principais Características dos Cristais UrináriosPrincipais Características dos Cristais Urinários
NormaisNormais
CristalCristal pHpH CorCor SolubilidadeSolubilidade AparênciaAparência
Ácido úricoÁcido úrico ÁcidoÁcido Marrom-amareladoMarrom-amarelado ÁlcalisÁlcalis
Uratos amorfosUratos amorfos ÁcidoÁcido Cor de tijolo ouCor de tijolo ou
marrom-amareladomarrom-amarelado
Álcalis e calorÁlcalis e calor
Oxalato de cálcioOxalato de cálcio Ácido/neutroÁcido/neutro
(alcalino)(alcalino)
Incolor (envelope)Incolor (envelope) HCL diluídoHCL diluído
Fosfatos amorfosFosfatos amorfos AlcalinoAlcalino
NeutroNeutro
Branco-incolorBranco-incolor Ácido acéticoÁcido acético
diluídodiluído
Fosfato de cálcioFosfato de cálcio AlcalinoAlcalino
NeutroNeutro
IncolorIncolor Ácido acéticoÁcido acético
diluídodiluído
Fosfato tripoFosfato tripo AlcalinoAlcalino Incolor (tampa deIncolor (tampa de
caixão)caixão)
Ácido acéticoÁcido acético
diluídodiluído
Biurato de amônioBiurato de amônio AlcalinoAlcalino Marrom-amareladoMarrom-amarelado
(maçãs espinhosas)(maçãs espinhosas)
Ácido acético comÁcido acético com
calorcalor
Carbonato de cálcioCarbonato de cálcio AlcalinoAlcalino Incolor (halteres)Incolor (halteres) Gás do ácidoGás do ácido
acéticoacético
Principais Características dos Cristais UrináriosPrincipais Características dos Cristais Urinários
NormaisNormais
CristalCristal pHpH CorCor SolubilidadeSolubilidade AparênciaAparência
CistinaCistina ÁcidoÁcido IncolorIncolor Amônia, HCLAmônia, HCL
diluídodiluído
ColesterolColesterol ÁcidoÁcido Incolor (placasIncolor (placas
chanfradas)chanfradas)
ClorofórmioClorofórmio
LeucinaLeucina Ácido/neutroÁcido/neutro AmarelaAmarela Álcali quente ouÁlcali quente ou
álcoolálcool
TirosinaTirosina Ácido/neutroÁcido/neutro Incolor/amarelaIncolor/amarela Álcali ou calorÁlcali ou calor
BilirrubinaBilirrubina ÁcidoÁcido AmarelaAmarela Ácido acético,Ácido acético,
HCL, NaOH, éter,HCL, NaOH, éter,
clorofórmioclorofórmio
SulfonamidasSulfonamidas Ácido/neutroÁcido/neutro VerdeVerde AcetonaAcetona
CoranteCorante
radiográficoradiográfico
ÁcidoÁcido IncolorIncolor 10% de NaOH10% de NaOH
AmpicilinaAmpicilina Ácido/neutroÁcido/neutro IncolorIncolor Em refrigeração,Em refrigeração,
forma feixesforma feixes
Cristal Urato/FosfatoCristal Urato/Fosfato
AmorfoAmorfo
Cristais Biurato deCristais Biurato de
AmônioAmônio
Cristais Ácido ÚricoCristais Ácido Úrico
Cristais de Ácido ÚricoCristais de Ácido Úrico
Cristais de Ácido ÚricoCristais de Ácido Úrico
Oxalato de CálcioOxalato de Cálcio
Oxalato de CálcioOxalato de Cálcio
Cristal de FosfatoCristal de Fosfato
TriploTriplo
Cristais de Fosfato deCristais de Fosfato de
Amônio e MagnésioAmônio e Magnésio
CristalizadoCristalizado
Fosfato de CálcioFosfato de Cálcio
Carbonato de CálcioCarbonato de Cálcio
CistinaCistina
Miscelânea de CristaisMiscelânea de Cristais
CristaisCristais
A represents the residue of normal human urine, as seen
under the microscope. In division B is represented oxalate of
urea. An excess of this element indicates indigestion, and is
also characteristic of a plethoric, or full habit of the body.
Nitrate of urea is represented in division C. A deficiency of
urea in the renal secretion is a certain indication of anæmia.
In Fig. 2 (divisions A and B), highly magnified urinary
deposits, which indicate different degrees of impairment
of the digestive functions are represented. The crystals
seen in division C indicate the same debility
accompanied with derangement of the mental faculties.
Those in divisions D and E indicate still more aggravated
forms of the same disorder.
In division A is represented pus and mucus, the presence of
which indicates suppuration of the kidneys (Bright's disease).
In B pus globules are alone represented. In the division
marked C are shown blood corpuscles as they are arranged in
blood drawn from a vein or artery. D represents the same
separated, as they always are when present in the urine. In E
highly magnified oil globules are represented. If present in the
urine, they indicate disease of the kidneys. In the division
marked F are represented epithelial cells, the presnce of
which in large numbers is indicative of diseaes of the mucous
lining of the urinary organs.
In division A are presented urinary crystals, which indicate
an irritable state of the nervous system. The crystals
shown in division B are of the same character as the
preceding, but bear evidence of greater mental debility. In
division C are represented crystalling deposits indicating
malassimilation of food and a tendency to hypochondria.
Division D contains a representation of the mixed
phosphates. They are indicative of severe diseases
attended with hypochondria and general nervous
prostration.
In division A are represented the mixed urates as they
appear durin idiopathic fevers, as intermittent, remittent, etc.
When appearing as seen in division B, a less violent
affection of the same character is indicated. Division C
represents urate of ammonia, occasionally observed when
there is a tendency towards albuminuria, or dropsy, resulting
from granular degeneration of the kidneys, as in incipient
Bright's disease. In division D is represented urate of soda,
which is present in the urine of persons suffering from gout.
The crystals shown in division E consist of the same salt.
In division A, Fig. 6, is represented purulent matter as it
appears in the urine. The absorption of pus from
abscesses in different parts of the system is frequently
followed by the appearance of pus globules in the urine.
When fat globules, represented in division B, are found
in the urine, they indicate fatty degeneration. In division
C are representations of the cells found in the urine of
persons suffering from consumption or other scrofulous
diseases.
        
                      
                      
                
Fig. 7 represents the different forms of cystine found in theFig. 7 represents the different forms of cystine found in the
urine of scrofulous and consumptive persons. In division Aurine of scrofulous and consumptive persons. In division A
it is represented as seen in an amorphous (non-crystallized)it is represented as seen in an amorphous (non-crystallized)
form, and in B it appears in crystals. In division C is aform, and in B it appears in crystals. In division C is a
representation of the deposits seen in the urine of thoserepresentation of the deposits seen in the urine of those
who are greatly debilitated. In division D are seen epithelialwho are greatly debilitated. In division D are seen epithelial
cells mixed with mucus.cells mixed with mucus.
In division A, Fig. 8, are represented the caudated cells
characteristic of hard cancer. The cells represented in
division B are concentric, and characteristic of the soft
varieties of cancer.
Filamento de MucoFilamento de Muco

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Citologia de líquidos biológicos
Citologia de líquidos biológicosCitologia de líquidos biológicos
Citologia de líquidos biológicos
Universidade de Brasília
 
Atlas da urinálise
Atlas da urináliseAtlas da urinálise
Atlas da urinálise
junoeli
 
Atlas da urina
Atlas da urinaAtlas da urina
Atlas da urina
junoeli
 
Micologia médica
Micologia médica Micologia médica
Micologia médica
João Monteiro
 
Princípios do diagnóstico microbiológico
Princípios do diagnóstico microbiológicoPrincípios do diagnóstico microbiológico
Princípios do diagnóstico microbiológico
Universidade de Brasília
 
Exame quimico da urina
Exame quimico da urinaExame quimico da urina
Exame quimico da urina
Arley Melo
 
Aula urinalise 2015
Aula urinalise 2015Aula urinalise 2015
Aula urinalise 2015
ReginaReiniger
 
Plasmodium e malária
Plasmodium e  malária Plasmodium e  malária
Plasmodium e malária
Viviane Vasconcelos
 
Contagem de reticulócitos
Contagem de reticulócitosContagem de reticulócitos
Contagem de reticulócitos
rasg75
 
Anemia hemolitica
Anemia hemoliticaAnemia hemolitica
Anemia hemolitica
dapab
 
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
João Marcos
 
1ª aula amostras biológicas
1ª aula   amostras biológicas1ª aula   amostras biológicas
1ª aula amostras biológicas
Lilian Keila Alves
 
Alterações eritrocitárias
Alterações eritrocitáriasAlterações eritrocitárias
Alterações eritrocitárias
jorjusp
 
Diagnóstico de Doenças Infecciosas e Parasitárias
Diagnóstico de Doenças Infecciosas e ParasitáriasDiagnóstico de Doenças Infecciosas e Parasitárias
Diagnóstico de Doenças Infecciosas e Parasitárias
Messias Miranda
 
Anemias Hemolíticas Visão Geral
Anemias Hemolíticas Visão GeralAnemias Hemolíticas Visão Geral
Anemias Hemolíticas Visão Geral
Francismar Prestes Leal
 
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Jaqueline Almeida
 
Leucemias
Leucemias Leucemias
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosasImunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
Sandra Lago Moraes
 
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIAMeios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Hemilly Rayanne
 
Análise de Líquidos Corporais
Análise de Líquidos CorporaisAnálise de Líquidos Corporais
Análise de Líquidos Corporais
Fábio Baía
 

Mais procurados (20)

Citologia de líquidos biológicos
Citologia de líquidos biológicosCitologia de líquidos biológicos
Citologia de líquidos biológicos
 
Atlas da urinálise
Atlas da urináliseAtlas da urinálise
Atlas da urinálise
 
Atlas da urina
Atlas da urinaAtlas da urina
Atlas da urina
 
Micologia médica
Micologia médica Micologia médica
Micologia médica
 
Princípios do diagnóstico microbiológico
Princípios do diagnóstico microbiológicoPrincípios do diagnóstico microbiológico
Princípios do diagnóstico microbiológico
 
Exame quimico da urina
Exame quimico da urinaExame quimico da urina
Exame quimico da urina
 
Aula urinalise 2015
Aula urinalise 2015Aula urinalise 2015
Aula urinalise 2015
 
Plasmodium e malária
Plasmodium e  malária Plasmodium e  malária
Plasmodium e malária
 
Contagem de reticulócitos
Contagem de reticulócitosContagem de reticulócitos
Contagem de reticulócitos
 
Anemia hemolitica
Anemia hemoliticaAnemia hemolitica
Anemia hemolitica
 
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
Hemograma em idosos (pacientes geriátricos)
 
1ª aula amostras biológicas
1ª aula   amostras biológicas1ª aula   amostras biológicas
1ª aula amostras biológicas
 
Alterações eritrocitárias
Alterações eritrocitáriasAlterações eritrocitárias
Alterações eritrocitárias
 
Diagnóstico de Doenças Infecciosas e Parasitárias
Diagnóstico de Doenças Infecciosas e ParasitáriasDiagnóstico de Doenças Infecciosas e Parasitárias
Diagnóstico de Doenças Infecciosas e Parasitárias
 
Anemias Hemolíticas Visão Geral
Anemias Hemolíticas Visão GeralAnemias Hemolíticas Visão Geral
Anemias Hemolíticas Visão Geral
 
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
 
Leucemias
Leucemias Leucemias
Leucemias
 
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosasImunodiagnóstico de doenças infecciosas
Imunodiagnóstico de doenças infecciosas
 
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIAMeios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
 
Análise de Líquidos Corporais
Análise de Líquidos CorporaisAnálise de Líquidos Corporais
Análise de Líquidos Corporais
 

Semelhante a Atlas de urinalise

Sedimentoscopia
SedimentoscopiaSedimentoscopia
Sedimentoscopia
Fernanda Assunção
 
Sistema urinário
Sistema urinárioSistema urinário
Sistema urinário
Marcos Anicio
 
Aula1 patologia
Aula1 patologiaAula1 patologia
Aula1 patologia
Tamiris Ferreira
 
Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.
Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.
Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.
NurseCursos
 
CONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docx
CONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docxCONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docx
CONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docx
PatrickVieira30
 
Hemocitopoese
HemocitopoeseHemocitopoese
Hemocitopoese
Marcos Anicio
 
Histo fisiologia ii
Histo fisiologia iiHisto fisiologia ii
Histo fisiologia ii
Maicon Azevedo
 
Baço
BaçoBaço
Sistema reprodutor do macho e femea
Sistema reprodutor do macho e femeaSistema reprodutor do macho e femea
Sistema reprodutor do macho e femea
Marcos Anicio
 
Resumo
ResumoResumo
Glossário termos de patologia geral
Glossário termos de patologia geralGlossário termos de patologia geral
Glossário termos de patologia geral
( UFS ) Universidade Federal de Sergipe
 
Tec Sanguineo
Tec SanguineoTec Sanguineo
Tec Sanguineo
Natalianeto
 
Tec Sanguineo
Tec SanguineoTec Sanguineo
Tec Sanguineo
Natalianeto
 
Nucleo celular e cromossomos
Nucleo celular e cromossomosNucleo celular e cromossomos
Nucleo celular e cromossomos
Andre Luiz Nascimento
 
Histologia animal tecido conjuntivo
Histologia animal   tecido conjuntivoHistologia animal   tecido conjuntivo
Histologia animal tecido conjuntivo
Wilson Her
 
Estrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptx
Estrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptxEstrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptx
Estrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptx
Maria Barbosa
 
Histologia humana
Histologia humanaHistologia humana
Histologia humana
giovannimusetti
 
Aula sobre citologia normal
Aula sobre citologia normalAula sobre citologia normal
Aula sobre citologia normal
Jaqueline Almeida
 
Nefrologia: Anatomia e Fisiologia dos Rins
Nefrologia: Anatomia e Fisiologia dos RinsNefrologia: Anatomia e Fisiologia dos Rins
Nefrologia: Anatomia e Fisiologia dos Rins
Hamilton Nobrega
 
Citologia 03.ppt
Citologia 03.pptCitologia 03.ppt
Citologia 03.ppt
KeilaDantas1
 

Semelhante a Atlas de urinalise (20)

Sedimentoscopia
SedimentoscopiaSedimentoscopia
Sedimentoscopia
 
Sistema urinário
Sistema urinárioSistema urinário
Sistema urinário
 
Aula1 patologia
Aula1 patologiaAula1 patologia
Aula1 patologia
 
Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.
Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.
Aula sistema urinário humano com abordagem da fisiologia.
 
CONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docx
CONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docxCONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docx
CONSTITUINTES DO ESFREGAÇO CERVICAL NORMAL.docx
 
Hemocitopoese
HemocitopoeseHemocitopoese
Hemocitopoese
 
Histo fisiologia ii
Histo fisiologia iiHisto fisiologia ii
Histo fisiologia ii
 
Baço
BaçoBaço
Baço
 
Sistema reprodutor do macho e femea
Sistema reprodutor do macho e femeaSistema reprodutor do macho e femea
Sistema reprodutor do macho e femea
 
Resumo
ResumoResumo
Resumo
 
Glossário termos de patologia geral
Glossário termos de patologia geralGlossário termos de patologia geral
Glossário termos de patologia geral
 
Tec Sanguineo
Tec SanguineoTec Sanguineo
Tec Sanguineo
 
Tec Sanguineo
Tec SanguineoTec Sanguineo
Tec Sanguineo
 
Nucleo celular e cromossomos
Nucleo celular e cromossomosNucleo celular e cromossomos
Nucleo celular e cromossomos
 
Histologia animal tecido conjuntivo
Histologia animal   tecido conjuntivoHistologia animal   tecido conjuntivo
Histologia animal tecido conjuntivo
 
Estrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptx
Estrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptxEstrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptx
Estrutura dos testículos e ovários ao MOC (1).pptx
 
Histologia humana
Histologia humanaHistologia humana
Histologia humana
 
Aula sobre citologia normal
Aula sobre citologia normalAula sobre citologia normal
Aula sobre citologia normal
 
Nefrologia: Anatomia e Fisiologia dos Rins
Nefrologia: Anatomia e Fisiologia dos RinsNefrologia: Anatomia e Fisiologia dos Rins
Nefrologia: Anatomia e Fisiologia dos Rins
 
Citologia 03.ppt
Citologia 03.pptCitologia 03.ppt
Citologia 03.ppt
 

Mais de Euripedes Barbosa

Criptococose e Histoplasmose
Criptococose e Histoplasmose Criptococose e Histoplasmose
Criptococose e Histoplasmose
Euripedes Barbosa
 
Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008
Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008
Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008
Euripedes Barbosa
 
Holanda - Hollande
Holanda - Hollande Holanda - Hollande
Holanda - Hollande
Euripedes Barbosa
 
Biosseguranca 2012
Biosseguranca 2012Biosseguranca 2012
Biosseguranca 2012
Euripedes Barbosa
 
Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)
Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)
Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)
Euripedes Barbosa
 
Hipertensão intracraniana
Hipertensão intracranianaHipertensão intracraniana
Hipertensão intracraniana
Euripedes Barbosa
 
Anemias hereditarias
Anemias hereditariasAnemias hereditarias
Anemias hereditarias
Euripedes Barbosa
 
The Beatles
The BeatlesThe Beatles
The Beatles
Euripedes Barbosa
 
Conceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez QuaresmaConceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Euripedes Barbosa
 
Microbiologia parte1
Microbiologia parte1Microbiologia parte1
Microbiologia parte1
Euripedes Barbosa
 
Calcificacão e pigmentacão patológicas
Calcificacão e pigmentacão patológicasCalcificacão e pigmentacão patológicas
Calcificacão e pigmentacão patológicas
Euripedes Barbosa
 
Abcesso cerebral
Abcesso cerebralAbcesso cerebral
Abcesso cerebral
Euripedes Barbosa
 
Susan Boyle enfrentou o juri
Susan Boyle enfrentou o juriSusan Boyle enfrentou o juri
Susan Boyle enfrentou o juri
Euripedes Barbosa
 
Toquinho
ToquinhoToquinho
O Mundo sem as mulheres
O Mundo sem as mulheresO Mundo sem as mulheres
O Mundo sem as mulheres
Euripedes Barbosa
 
Wonderfull Word - Louis Armnstrong
Wonderfull Word - Louis ArmnstrongWonderfull Word - Louis Armnstrong
Wonderfull Word - Louis Armnstrong
Euripedes Barbosa
 
Onassis
OnassisOnassis
Pedras e Cristais
Pedras e CristaisPedras e Cristais
Pedras e Cristais
Euripedes Barbosa
 
Eu Comigo Aqui E Agora
Eu Comigo Aqui E AgoraEu Comigo Aqui E Agora
Eu Comigo Aqui E Agora
Euripedes Barbosa
 

Mais de Euripedes Barbosa (20)

Criptococose e Histoplasmose
Criptococose e Histoplasmose Criptococose e Histoplasmose
Criptococose e Histoplasmose
 
Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008
Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008
Doença de Kawasaki - Caso Clínico 2008
 
Holanda - Hollande
Holanda - Hollande Holanda - Hollande
Holanda - Hollande
 
Biosseguranca 2012
Biosseguranca 2012Biosseguranca 2012
Biosseguranca 2012
 
Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)
Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)
Capacitacao de Laboratorios - VISA Parana (CQI e CQE)
 
Hipertensão intracraniana
Hipertensão intracranianaHipertensão intracraniana
Hipertensão intracraniana
 
Anemias hereditarias
Anemias hereditariasAnemias hereditarias
Anemias hereditarias
 
The Beatles
The BeatlesThe Beatles
The Beatles
 
Conceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez QuaresmaConceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez Quaresma
 
Microbiologia parte1
Microbiologia parte1Microbiologia parte1
Microbiologia parte1
 
Calcificacão e pigmentacão patológicas
Calcificacão e pigmentacão patológicasCalcificacão e pigmentacão patológicas
Calcificacão e pigmentacão patológicas
 
Abcesso cerebral
Abcesso cerebralAbcesso cerebral
Abcesso cerebral
 
Susan Boyle enfrentou o juri
Susan Boyle enfrentou o juriSusan Boyle enfrentou o juri
Susan Boyle enfrentou o juri
 
Toquinho
ToquinhoToquinho
Toquinho
 
O Mundo sem as mulheres
O Mundo sem as mulheresO Mundo sem as mulheres
O Mundo sem as mulheres
 
Wonderfull Word - Louis Armnstrong
Wonderfull Word - Louis ArmnstrongWonderfull Word - Louis Armnstrong
Wonderfull Word - Louis Armnstrong
 
Onassis
OnassisOnassis
Onassis
 
Pedras e Cristais
Pedras e CristaisPedras e Cristais
Pedras e Cristais
 
Mulheres Encalhadas
Mulheres EncalhadasMulheres Encalhadas
Mulheres Encalhadas
 
Eu Comigo Aqui E Agora
Eu Comigo Aqui E AgoraEu Comigo Aqui E Agora
Eu Comigo Aqui E Agora
 

Atlas de urinalise

  • 2.
  • 4. HemáciasHemácias A.A. Hemácia anularHemácia anular B.B. Hemácia polidivercularHemácia polidivercular C.C. Hemácia espiculadaHemácia espiculada
  • 11. CilindrosCilindros  Únicos elementos exclusivamente renaisÚnicos elementos exclusivamente renais  Formação: interior da luz do túbulo contorcido distal eFormação: interior da luz do túbulo contorcido distal e ducto coletorducto coletor  Formas: lados paralelos e extremidades arredondadasFormas: lados paralelos e extremidades arredondadas  Podem ser enrrugados ou contorcidosPodem ser enrrugados ou contorcidos  Cilindros largos: distensão tubular/extrema estaseCilindros largos: distensão tubular/extrema estase  Aparência influenciada por:Aparência influenciada por:  Materiais presentes no filtradoMateriais presentes no filtrado  Período de tempo em que permanecem no túbuloPeríodo de tempo em que permanecem no túbulo  Principal componente: proteína de Tamm-HorsfallPrincipal componente: proteína de Tamm-Horsfall  Proteção imunológica contra infecçõesProteção imunológica contra infecções
  • 12.  Contagem:Contagem:  Contar 10 campos no aumento de 100x, identificando cada cilindroContar 10 campos no aumento de 100x, identificando cada cilindro no aumento de 400x, e calcular a média por campo, no aumentono aumento de 400x, e calcular a média por campo, no aumento de 100xde 100x  Formação dos cilindros:Formação dos cilindros:  1. agregação da proteína de Tamm-Horsfall, formando fibrilas1. agregação da proteína de Tamm-Horsfall, formando fibrilas protéicas individuaisprotéicas individuais  2. ligação das fibrilas à superfície das células do epitélio tubular2. ligação das fibrilas à superfície das células do epitélio tubular para evitar a sua retirada pelo fluxopara evitar a sua retirada pelo fluxo  3. entrelaçamento das fibrilas, formando uma rede fibrilar frouxa3. entrelaçamento das fibrilas, formando uma rede fibrilar frouxa (nesse momento os componentes podem emaranhar)(nesse momento os componentes podem emaranhar)  4. maior entrelaçamento das fibrilas, formando estrutura sólida4. maior entrelaçamento das fibrilas, formando estrutura sólida  5. possível ligação dos componentes urinários à matriz sólida5. possível ligação dos componentes urinários à matriz sólida  6. desligamento das fibrilas das células epiteliais6. desligamento das fibrilas das células epiteliais  7. excreção do cilindro7. excreção do cilindro
  • 13. TipoTipo OrigemOrigem Significado clínicoSignificado clínico HialinoHialino Secreção tubular de proteína de Tamm-Secreção tubular de proteína de Tamm- Horsfall que se agrega as fibrilasHorsfall que se agrega as fibrilas GromerulonefriteGromerulonefrite PielonefritePielonefrite Doença renal crônicaDoença renal crônica Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva Estresse e exercicio físicoEstresse e exercicio físico Normal 0-2/cpaNormal 0-2/cpa HemáticoHemático Hemácias emaranhadas ou ligadas àHemácias emaranhadas ou ligadas à matriz das proteínas de Tamm-Horsfallmatriz das proteínas de Tamm-Horsfall GlomerulonefriteGlomerulonefrite Exercício físico intensoExercício físico intenso LeucocitárioLeucocitário Leucócitos emaranhados ou ligadas àLeucócitos emaranhados ou ligadas à matriz das proteínas de Tamm-Horsfallmatriz das proteínas de Tamm-Horsfall PielonefritePielonefrite Nefrite intersticial agudaNefrite intersticial aguda BacterianosBacterianos Bactérias presas à matriz da proteína deBactérias presas à matriz da proteína de Tamm-HorsfallTamm-Horsfall PielonefritePielonefrite EpiteliaisEpiteliais Células tubulares que permanecemCélulas tubulares que permanecem ligadas às fibrilas da proteína de Tamm-ligadas às fibrilas da proteína de Tamm- HorsfallHorsfall Lesão de túbulo renalLesão de túbulo renal GranularGranular Desintegração de cilindros leucocitáriosDesintegração de cilindros leucocitários Lisossomos das células tubularesLisossomos das células tubulares Agregados protéicosAgregados protéicos GlomerulonefriteGlomerulonefrite PielonefritePielonefrite Estresse e exercício físicoEstresse e exercício físico CéreoCéreo Cilindros hialinos e granularesCilindros hialinos e granulares Estase do fluxo urinárioEstase do fluxo urinário AdiposoAdiposo LipidúriaLipidúria Corpos adiposos ovaisCorpos adiposos ovais Síndrome nefróticaSíndrome nefrótica LargoLargo Formação nos ductos coletores ou emFormação nos ductos coletores ou em túbulo distais distendidostúbulo distais distendidos Extrema estase do fluxo urinárioExtrema estase do fluxo urinário
  • 14. Cilindros HialinosCilindros Hialinos  São os mais frequentesSão os mais frequentes  Constituição: quase inteiramente de Tamm-HorsfallConstituição: quase inteiramente de Tamm-Horsfall  Assumem significado clínico quando o nº é elevadoAssumem significado clínico quando o nº é elevado  <2 por campo<2 por campo  São incolores e possuem índice de refringênciaSão incolores e possuem índice de refringência semelhante ao da urinasemelhante ao da urina  Examinar com pouca luminosidadeExaminar com pouca luminosidade  Morfologia variável:Morfologia variável:  Formas normaisFormas normais  Enrrugados ou contorcidosEnrrugados ou contorcidos  Envelhecimento do cilindroEnvelhecimento do cilindro
  • 17. Cilindros HemáticosCilindros Hemáticos  Presença geralmente indica grave doença renalPresença geralmente indica grave doença renal  Indica sangramento no interior do néfronIndica sangramento no interior do néfron  São refringentes e possuem cor amarela/marromSão refringentes e possuem cor amarela/marrom  À medida que envelhece, tem inicio a lise celular e oÀ medida que envelhece, tem inicio a lise celular e o cilindro torna-se mais homogêneocilindro torna-se mais homogêneo  A hemoglobina liberada mantem a caracteristica cor marrom-A hemoglobina liberada mantem a caracteristica cor marrom- amareladaamarelada
  • 20. Cilindros LeucocitáriosCilindros Leucocitários  Infecção ou inflamação no interior dos néfronsInfecção ou inflamação no interior dos néfrons  São refringentes, contem grânulos e podem conterSão refringentes, contem grânulos e podem conter núcleos multilobuladosnúcleos multilobulados  Indica a necessidade de realizar culturas microb.Indica a necessidade de realizar culturas microb.  Diferenciação: cilindros de bactérias (contém bacilosDiferenciação: cilindros de bactérias (contém bacilos revestidos com anticorpos)revestidos com anticorpos)  Identificação pela coloração de GramIdentificação pela coloração de Gram
  • 22. Cilindros EpiteliaisCilindros Epiteliais  Em presença de lesão tubular, as célsEm presença de lesão tubular, as céls saem facilmente durante o desligamentosaem facilmente durante o desligamento do cilindrodo cilindro  Podem ser distinguidos dos leucocitáriosPodem ser distinguidos dos leucocitários pela existência de núcleo redondopela existência de núcleo redondo
  • 24. Cilindros GranularesCilindros Granulares  Origem não-patológica:Origem não-patológica:  Lisossomos excretados pelas cels. dos túbulosLisossomos excretados pelas cels. dos túbulos renais durante metabolismo normalrenais durante metabolismo normal  Origem patológica:Origem patológica:  Desintegração de cilindros celulares e de cels.Desintegração de cilindros celulares e de cels. tubularestubulares  Necessário estase e que os cilindros estejam no túbuloNecessário estase e que os cilindros estejam no túbulo para que sua desintegração produza grânulospara que sua desintegração produza grânulos  Agregados protéicos filtrados pelo glomérulosAgregados protéicos filtrados pelo glomérulos
  • 27. Cilindros CéreosCilindros Céreos  Cilindros refringentes de textura rígidaCilindros refringentes de textura rígida  Por isso fragmentam-se ao passar pelosPor isso fragmentam-se ao passar pelos túbulostúbulos  Estrutura: placas rompidas de proteínaEstrutura: placas rompidas de proteína superficialsuperficial
  • 29. Cilindros AdipososCilindros Adiposos  Encontrados juntamente com corposEncontrados juntamente com corpos adiposos ovais em distúrbios queadiposos ovais em distúrbios que provocam lipidúria (ex. Sínd. Nefrótica)provocam lipidúria (ex. Sínd. Nefrótica)  Ligeiramente refringentes e contémLigeiramente refringentes e contém gotículas gordurosas de cor marrom-gotículas gordurosas de cor marrom- amareladaamarelada
  • 31. Diversos cilindrosDiversos cilindros A. hialino B. hemático C. hemático D. epitelial E. leucocitário F. hemático G. granular H. granular I. céreo
  • 32. CristaisCristais  Formados pela precipitação dos sais da urinaFormados pela precipitação dos sais da urina submetidos a alterações de pH, temperatura, ousubmetidos a alterações de pH, temperatura, ou concentraçãoconcentração → afeta solubilidade→ afeta solubilidade  Urina normal recém-eliminada: formados no túbulosUrina normal recém-eliminada: formados no túbulos ou, com menor frequência, na bexigaou, com menor frequência, na bexiga  A maior parte ocorre em amostras que foram deixadasA maior parte ocorre em amostras que foram deixadas em temperatura ambiente ou refrigeradasem temperatura ambiente ou refrigeradas  Alguns dissolvem-se quando a amostra é aquecidaAlguns dissolvem-se quando a amostra é aquecida  Identificação: detectar a presença de alguns tiposIdentificação: detectar a presença de alguns tipos anormais que podem representar:anormais que podem representar:  Doença hepáticaDoença hepática  Erros inatos do metabolismoErros inatos do metabolismo  Lesão renal causada pela cristalização dos metabolitos deLesão renal causada pela cristalização dos metabolitos de drogas nos túbulosdrogas nos túbulos
  • 33. Principais Características dos Cristais UrináriosPrincipais Características dos Cristais Urinários NormaisNormais CristalCristal pHpH CorCor SolubilidadeSolubilidade AparênciaAparência Ácido úricoÁcido úrico ÁcidoÁcido Marrom-amareladoMarrom-amarelado ÁlcalisÁlcalis Uratos amorfosUratos amorfos ÁcidoÁcido Cor de tijolo ouCor de tijolo ou marrom-amareladomarrom-amarelado Álcalis e calorÁlcalis e calor Oxalato de cálcioOxalato de cálcio Ácido/neutroÁcido/neutro (alcalino)(alcalino) Incolor (envelope)Incolor (envelope) HCL diluídoHCL diluído Fosfatos amorfosFosfatos amorfos AlcalinoAlcalino NeutroNeutro Branco-incolorBranco-incolor Ácido acéticoÁcido acético diluídodiluído Fosfato de cálcioFosfato de cálcio AlcalinoAlcalino NeutroNeutro IncolorIncolor Ácido acéticoÁcido acético diluídodiluído Fosfato tripoFosfato tripo AlcalinoAlcalino Incolor (tampa deIncolor (tampa de caixão)caixão) Ácido acéticoÁcido acético diluídodiluído Biurato de amônioBiurato de amônio AlcalinoAlcalino Marrom-amareladoMarrom-amarelado (maçãs espinhosas)(maçãs espinhosas) Ácido acético comÁcido acético com calorcalor Carbonato de cálcioCarbonato de cálcio AlcalinoAlcalino Incolor (halteres)Incolor (halteres) Gás do ácidoGás do ácido acéticoacético
  • 34. Principais Características dos Cristais UrináriosPrincipais Características dos Cristais Urinários NormaisNormais CristalCristal pHpH CorCor SolubilidadeSolubilidade AparênciaAparência CistinaCistina ÁcidoÁcido IncolorIncolor Amônia, HCLAmônia, HCL diluídodiluído ColesterolColesterol ÁcidoÁcido Incolor (placasIncolor (placas chanfradas)chanfradas) ClorofórmioClorofórmio LeucinaLeucina Ácido/neutroÁcido/neutro AmarelaAmarela Álcali quente ouÁlcali quente ou álcoolálcool TirosinaTirosina Ácido/neutroÁcido/neutro Incolor/amarelaIncolor/amarela Álcali ou calorÁlcali ou calor BilirrubinaBilirrubina ÁcidoÁcido AmarelaAmarela Ácido acético,Ácido acético, HCL, NaOH, éter,HCL, NaOH, éter, clorofórmioclorofórmio SulfonamidasSulfonamidas Ácido/neutroÁcido/neutro VerdeVerde AcetonaAcetona CoranteCorante radiográficoradiográfico ÁcidoÁcido IncolorIncolor 10% de NaOH10% de NaOH AmpicilinaAmpicilina Ácido/neutroÁcido/neutro IncolorIncolor Em refrigeração,Em refrigeração, forma feixesforma feixes
  • 36. Cristais Biurato deCristais Biurato de AmônioAmônio
  • 38. Cristais de Ácido ÚricoCristais de Ácido Úrico
  • 39. Cristais de Ácido ÚricoCristais de Ácido Úrico
  • 42. Cristal de FosfatoCristal de Fosfato TriploTriplo
  • 43. Cristais de Fosfato deCristais de Fosfato de Amônio e MagnésioAmônio e Magnésio CristalizadoCristalizado
  • 49.
  • 50.
  • 51. A represents the residue of normal human urine, as seen under the microscope. In division B is represented oxalate of urea. An excess of this element indicates indigestion, and is also characteristic of a plethoric, or full habit of the body. Nitrate of urea is represented in division C. A deficiency of urea in the renal secretion is a certain indication of anæmia. In Fig. 2 (divisions A and B), highly magnified urinary deposits, which indicate different degrees of impairment of the digestive functions are represented. The crystals seen in division C indicate the same debility accompanied with derangement of the mental faculties. Those in divisions D and E indicate still more aggravated forms of the same disorder.
  • 52. In division A is represented pus and mucus, the presence of which indicates suppuration of the kidneys (Bright's disease). In B pus globules are alone represented. In the division marked C are shown blood corpuscles as they are arranged in blood drawn from a vein or artery. D represents the same separated, as they always are when present in the urine. In E highly magnified oil globules are represented. If present in the urine, they indicate disease of the kidneys. In the division marked F are represented epithelial cells, the presnce of which in large numbers is indicative of diseaes of the mucous lining of the urinary organs. In division A are presented urinary crystals, which indicate an irritable state of the nervous system. The crystals shown in division B are of the same character as the preceding, but bear evidence of greater mental debility. In division C are represented crystalling deposits indicating malassimilation of food and a tendency to hypochondria. Division D contains a representation of the mixed phosphates. They are indicative of severe diseases attended with hypochondria and general nervous prostration.
  • 53. In division A are represented the mixed urates as they appear durin idiopathic fevers, as intermittent, remittent, etc. When appearing as seen in division B, a less violent affection of the same character is indicated. Division C represents urate of ammonia, occasionally observed when there is a tendency towards albuminuria, or dropsy, resulting from granular degeneration of the kidneys, as in incipient Bright's disease. In division D is represented urate of soda, which is present in the urine of persons suffering from gout. The crystals shown in division E consist of the same salt. In division A, Fig. 6, is represented purulent matter as it appears in the urine. The absorption of pus from abscesses in different parts of the system is frequently followed by the appearance of pus globules in the urine. When fat globules, represented in division B, are found in the urine, they indicate fatty degeneration. In division C are representations of the cells found in the urine of persons suffering from consumption or other scrofulous diseases.
  • 54.                                                                         Fig. 7 represents the different forms of cystine found in theFig. 7 represents the different forms of cystine found in the urine of scrofulous and consumptive persons. In division Aurine of scrofulous and consumptive persons. In division A it is represented as seen in an amorphous (non-crystallized)it is represented as seen in an amorphous (non-crystallized) form, and in B it appears in crystals. In division C is aform, and in B it appears in crystals. In division C is a representation of the deposits seen in the urine of thoserepresentation of the deposits seen in the urine of those who are greatly debilitated. In division D are seen epithelialwho are greatly debilitated. In division D are seen epithelial cells mixed with mucus.cells mixed with mucus. In division A, Fig. 8, are represented the caudated cells characteristic of hard cancer. The cells represented in division B are concentric, and characteristic of the soft varieties of cancer.