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Urinálise UNIFENAS Profa.Vera Ângelo 2010
Hunayn ibn Ishaq al-'Ibadi  (809?-873) (conhecido como  Joannitius ). Isagoge Johannitii in Tegni Galeni . Oxford, século XIII (DeRicci NLM [78]).
Indicações : Exame de urina rotina -Diagnóstico de doenças do trato urinário (alto ou baixo) ou  sistêmicas. -“Screening” de doenças congênitas, hereditárias ou  assintomáticas -Avaliação da evolução de doenças. -Avaliação da terapêutica (efetividade ou complicações)
 
COLETA Assepsia Adequada  (situações especiais: menstruação) orientar o paciente primeira micção (ou 4h sem urinar) jato médio recipiente adequado e identificado volume  mínimo de 12 ml  sem adição de nenhum conservante a amostra deve ser mantida à temperatura ambiente até  3h. Se necessário deve ser  refrigerada. Não congelar. .
 
Alterações observadas em amostras de urina mantidas a temperatura ambiente pH  aumento  degradação da uréia Células   diminuição   lise Cilindros   desaparecimento  dissolução Glicose  diminuição  degradação Corpos cetônicos  diminuição  evaporação Bilirrubina   diminuição  oxidação para biliverdina Urobilinogênico  diminuição  oxidação para urobilina Refrigeração Bactérias  diminuição  inibe o crescimento Cristais  precipitação
   Exame de urina rotina Protocolo  para realização do exame: Propriedades físicas: aspecto,   cor, odor, densidade 2. Pesquisa de elementos anormais: pH, proteína, hemoglobina, nitrito, leucócito-esterase, glicose, corpos cetônicos, bilirrubina, urobilinogênio 3.   Exame microscópico (sedimentoscopia) hemácias, leucócitos, células epiteliais, cilindros, cristais, microrganismos e outros elementos.
I-   Propriedades físicas: Aspecto: A urina normal possui um aspecto claro, transparente. Turvações podem aparecer quando ocorrerem formações de  uratos amorfos  em urinas ácidas ou  fosfatos amorfos  em urinas alcalinas (temperatura ambiente baixa).
 
I-   Propriedades físicas: Transparência Clara ,  logo após a eliminação da urina Turvação  -  hemácias   leucócitos   cilindros   gordura   células epiteliais   microrganismos precipitação de cristais muco
I-   Propriedades físicas: b) Cor:  alterada por doenças, medicamentos, corantes, alimentos Amarelo claro – urina diluída/volume aumentado, diabetes  mellitus ,  insipidus Amarelo escuro – urina concentrada/volume diminuído, febre, desidratação “ Cor de coca cola” - Marrom escura – presença de bilirrubina, icterícia  (bilirrubina, urobilinogênio)  Rosa/ vermelho – Hemoglobina, mioglobina ou hemácias. Corantes e medicamentos (ex.: metildopa) Preto – presença de melanina Verde ou azul – presença de corantes ou medicamentos
 
I-   Propriedades físicas: c) Densidade-   soluto X solvente Ingestão hídrica X perdas
 
I-   Propriedades físicas: d) Odor: “ sui generis” Característico, devido à presença de ácidos voláteis. Alterado:  Amonical – degradação da uréia (bactérias)   Pútrido – infecção urinária   Adocicado – presença de corpos cetônicos
2. Pesquisa de elementos anormais: (exame químico) pH urinário Princípio – fitas com corantes indicadores de pH pH normalmente é ácido pH alcalino constante – infecção urinária? pH ácido (acidose) – jejum, doenças respiratórias, diabetes pH alcalino (alcalose) – vômitos, hiperventilação
2. Pesquisa de elementos anormais: (exame químico) Proteína Normalmente não é eliminada em quantidades detectáveis. Membrana glomerular permite a passagem de moléculas com PM < 60.000 da Dois mecanismos da proteinúria: - aumento da permeabilidade - diminuição da reabsorção
2. Pesquisa de elementos anormais: Pode ser observada:  glomerulonefrite  aguda e crônica, doença policística renal. Proteinúria-Postural- ocorre apenas quando o indivíduo permanece em posição ereta. A excreção diária pode atingir até 1g.    Proteinúria funcional- Excreção de proteínas associada a  estados febris, exposição ao calor ou ao frio intensos, exercícios físicos intensos.
 
2. Pesquisa de elementos anormais: Hemoglobina Fita reagente detecta hemoglobina e mioglobina. Indica sangramento em qualquer ponto do trato urinário. Mecanismos da hematúria: extra renal: distúrbios da coagulação/uso de anticoagulantes, hemólise intravascular ou rabdomiólise  renal: nefropatias, traumatismos renais, pielonefrites, neo pós-renal: uretrite, cistite, litíase, neoplasia
 
2. Pesquisa de elementos anormais: Bilirrubina Fita reagente detecta produto da degradação do heme. Apenas a forma conjugada é solúvel em água e eliminada pelas vias biliares. Presença na urina: icterícia (hepática ou obstrutiva). Falso positivo: Medicamentos ( Alteração da cor da urina) Falso Negativo: Exposição a luz   Nitrito   Ácido ascórbico
2. Pesquisa de elementos anormais: Glicosúria Presença na urina é anormal: a glicose filtrada é reabsorvida glicemia    180 mg/ dl – excesso não é reabsorvido. Aumento da excreção urinária associado a diabetes, gravidez, hipertireoidismo, climatério etc.. Falso positivo: Agentes oxidantes potentes - cloro Falso Negativo: Inibição da glicose-oxidase (fluoretos)   Ácido ascórbico
 
2. Pesquisa de elementos anormais: Corpos Cetônicos Ácidos aceto-acético,  ß-hidróxido butírico e acetona Produtos do metabolismo lipídico Produção associada com diabetes  mellitus  e desnutrição Outras condições: desidratação, febre, diarréia. Falso positivo:  Levodopa   Acetilcisteína Falso Negativo: conservação inadequada
2. Pesquisa de elementos anormais: Nitrito Princípio – conversão de nitrato a nitrito por bactérias Gram negativas. Condições : Presença de Nitrato (dieta) Permanência da urina na bexiga por aproximadamente 4 h. Falso positivo:  Contamin ção – colheita inadequada  Corantes e fenazopiridina Falso  Negativo: Ácido ascórbico   Degradação de nitrito Infec ç ão Urin á ria
3.   Exame microscópico (sedimentoscopia) Células epiteliais Hemácias Leucócitos Cilindros Cristais Microrganismos Outros elementos.
Sedimentoscopia Para proceder ao estudo do sedimento urinário, centrifugamos 10 ml de urina por 5 minutos a 2.500 rpm.
Após a centrifugação, desprezar 9,5 ml do sobrenadante e, ressuspender o sedimento nos 0,5 ml de urina restante. Com o auxílio de uma pipeta, transferir uma pequena amostra da urina para lamina.
Levar a lâmina para o  microscópio para ser analisado o sedimento urinário.
 
3 - Sedimentoscopia Células epiteliais Epitélio escamoso reveste a uretra e o trígono da bexiga em mulheres, a uretra distal em homens e vagina. Presença de grande número destas células indica contaminação na colheita Epitélio transicional reveste o trato urinário da pelve renal até o trígono da bexiga nas mulheres e até a uretra proximal em homens Presença de número aumentado indica infecção do trato urinário
3- Sedimentoscopia Células epiteliais renais (ou tubulares) revestem o néfron, do túbulo proximal até o coletor Presença de número aumentado indica lesão tubular ou doença renal em atividade. Ex: necrose tubular aguda, infecções viróticas, rejeição de transplante renal. aumento nas infecções, febre, inflamações, neoplasias.
3- Sedimentoscopia Corpos graxos ovalados São células tubulares renais contendo gotículas de gordura. Lipidúria é um importante indicador de disfunção renal grave . Frequentemente observados na síndrome nefrótica presentes no lupus e diabetes  mellitus  avançado, envenenamento por mercúrio.
3- Sedimentoscopia Hemácias Sangramento em qualquer ponto do trato urinário, coagulopatia ou uso de anticoagulantes. Presença de hematúria sem proteinúria ou cilindrúria indica origem no trato urinário. Presença de dismorfismo indica origem renal especialmente se acompanhada de proteinúria e cilindrúria.
 
Morfologia Eritrocitária Isomorfismo  Dismorfismo
Isomorfismo eritrocitário está relacionado com causas Pós-glomerulares de hematúria .
3- Sedimentoscopia Leucócitos Podem penetrar na urina a partir de qualquer ponto do trato urinário ou de secreções do trato genital. Em geral são a neutrófilos. Indicam: inflamação em qualquer ponto do trato  urinário: Infecção = microrganismos + leucócitos Outras doenças renais ou do trato urinário baixo. Presença de grumos indica infecção aguda. Presença de cilindros leucocitários indica pielonefrite.
 
3- Sedimentoscopia Cilindros Formação:  “solidificação” da proteína ( Tamm-Horsfall ) no interior dos túbulos. Pode incluir qualquer material ou estrutura presente no interior do túbulo. Formação facilitada pela presença de proteínas plasmáticas, pH ácido e concentração elevada de solutos.
3- Sedimentoscopia Cilindros Hialino Leucocitário Hemáticos Epitelial Granuloso Céreo Largo
 
 
 
3- Sedimentoscopia Cristais Cristais Normais: ácido úrico fosfato Urato Carbonato Oxalato Biurato Importância Clínica Limitada Cristais Anormais: Metabolismo: Cistina, tirosina, leucina, colesterol, bilirrubina. Iatrogenia:  Sulfonamidas, ampicilina, acyclovir, contraste radiográfico
 
Oxalato de cálcio Ácido úrico Fosfato amorfo
3 - Sedimentoscopia Microorganismos e outros Bactérias. Protoplastos (ação de antimicrobianos). Leveduras. Detritos fecais Fibras Talco
 
 
Exame Microscópico (Sedimentoscopia) Sedimento Normal (citologia ) Hemácias  0 – 2 campo Leucócitos 0 – 5 campo Cilindros hialinos 0 – 2 campo Células epiteliais renais (tubulares) raras Células epiteliais de transição raras Células epiteliais pavimentosas raras
Características gerais: cor: amarela aspecto: límpido depósito: ausente densidade: 1,018  0.003 Reação pH: 6.0  0.5 Exame Químico: proteínas: < 100mg/1 subst. redutoras: ausentes cetonas: ausentes bilirrubinas: ausentes  sangue: ausente urobilinogênio: até 1/20 Sedimento: leucócitos: até 10.000/ml hemácias: até 10.000/ml cel. epiteliais: raras cilindro  ausentes   Exame de Urina
Sinopse diagnóstica esquemática Nefrite aguda: hematúria franca. Cilindros hialinos, granulosos e  hemáticos. Alguns leuucócitos. Células epiteliais renais Síndrome nefrótica: cilindros hialinos, granulosos e epiteliais.  Corpos graxos ovalados Pielite: piúria. Células epiteliais de vias urinárias. Bactérias Pielonefrite: piúria em graus variáveis. Hematúria. Bactérias e cilindros leucocitários. Cistite: leucocitúria e piúria. Células epiteliais de descamação  As vezes hemácias. Bactérias Uretrite: Leucocitúria e piúria. Bactérias.

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Urinalise - 2010

  • 2. Hunayn ibn Ishaq al-'Ibadi (809?-873) (conhecido como Joannitius ). Isagoge Johannitii in Tegni Galeni . Oxford, século XIII (DeRicci NLM [78]).
  • 3. Indicações : Exame de urina rotina -Diagnóstico de doenças do trato urinário (alto ou baixo) ou sistêmicas. -“Screening” de doenças congênitas, hereditárias ou assintomáticas -Avaliação da evolução de doenças. -Avaliação da terapêutica (efetividade ou complicações)
  • 4.  
  • 5. COLETA Assepsia Adequada (situações especiais: menstruação) orientar o paciente primeira micção (ou 4h sem urinar) jato médio recipiente adequado e identificado volume mínimo de 12 ml sem adição de nenhum conservante a amostra deve ser mantida à temperatura ambiente até 3h. Se necessário deve ser refrigerada. Não congelar. .
  • 6.  
  • 7. Alterações observadas em amostras de urina mantidas a temperatura ambiente pH aumento degradação da uréia Células diminuição lise Cilindros desaparecimento dissolução Glicose diminuição degradação Corpos cetônicos diminuição evaporação Bilirrubina diminuição oxidação para biliverdina Urobilinogênico diminuição oxidação para urobilina Refrigeração Bactérias diminuição inibe o crescimento Cristais precipitação
  • 8. Exame de urina rotina Protocolo para realização do exame: Propriedades físicas: aspecto, cor, odor, densidade 2. Pesquisa de elementos anormais: pH, proteína, hemoglobina, nitrito, leucócito-esterase, glicose, corpos cetônicos, bilirrubina, urobilinogênio 3. Exame microscópico (sedimentoscopia) hemácias, leucócitos, células epiteliais, cilindros, cristais, microrganismos e outros elementos.
  • 9. I- Propriedades físicas: Aspecto: A urina normal possui um aspecto claro, transparente. Turvações podem aparecer quando ocorrerem formações de uratos amorfos em urinas ácidas ou fosfatos amorfos em urinas alcalinas (temperatura ambiente baixa).
  • 10.  
  • 11. I- Propriedades físicas: Transparência Clara , logo após a eliminação da urina Turvação - hemácias leucócitos cilindros gordura células epiteliais microrganismos precipitação de cristais muco
  • 12. I- Propriedades físicas: b) Cor: alterada por doenças, medicamentos, corantes, alimentos Amarelo claro – urina diluída/volume aumentado, diabetes mellitus , insipidus Amarelo escuro – urina concentrada/volume diminuído, febre, desidratação “ Cor de coca cola” - Marrom escura – presença de bilirrubina, icterícia (bilirrubina, urobilinogênio) Rosa/ vermelho – Hemoglobina, mioglobina ou hemácias. Corantes e medicamentos (ex.: metildopa) Preto – presença de melanina Verde ou azul – presença de corantes ou medicamentos
  • 13.  
  • 14. I- Propriedades físicas: c) Densidade- soluto X solvente Ingestão hídrica X perdas
  • 15.  
  • 16. I- Propriedades físicas: d) Odor: “ sui generis” Característico, devido à presença de ácidos voláteis. Alterado: Amonical – degradação da uréia (bactérias) Pútrido – infecção urinária Adocicado – presença de corpos cetônicos
  • 17. 2. Pesquisa de elementos anormais: (exame químico) pH urinário Princípio – fitas com corantes indicadores de pH pH normalmente é ácido pH alcalino constante – infecção urinária? pH ácido (acidose) – jejum, doenças respiratórias, diabetes pH alcalino (alcalose) – vômitos, hiperventilação
  • 18. 2. Pesquisa de elementos anormais: (exame químico) Proteína Normalmente não é eliminada em quantidades detectáveis. Membrana glomerular permite a passagem de moléculas com PM < 60.000 da Dois mecanismos da proteinúria: - aumento da permeabilidade - diminuição da reabsorção
  • 19. 2. Pesquisa de elementos anormais: Pode ser observada: glomerulonefrite aguda e crônica, doença policística renal. Proteinúria-Postural- ocorre apenas quando o indivíduo permanece em posição ereta. A excreção diária pode atingir até 1g.  Proteinúria funcional- Excreção de proteínas associada a estados febris, exposição ao calor ou ao frio intensos, exercícios físicos intensos.
  • 20.  
  • 21. 2. Pesquisa de elementos anormais: Hemoglobina Fita reagente detecta hemoglobina e mioglobina. Indica sangramento em qualquer ponto do trato urinário. Mecanismos da hematúria: extra renal: distúrbios da coagulação/uso de anticoagulantes, hemólise intravascular ou rabdomiólise renal: nefropatias, traumatismos renais, pielonefrites, neo pós-renal: uretrite, cistite, litíase, neoplasia
  • 22.  
  • 23. 2. Pesquisa de elementos anormais: Bilirrubina Fita reagente detecta produto da degradação do heme. Apenas a forma conjugada é solúvel em água e eliminada pelas vias biliares. Presença na urina: icterícia (hepática ou obstrutiva). Falso positivo: Medicamentos ( Alteração da cor da urina) Falso Negativo: Exposição a luz Nitrito Ácido ascórbico
  • 24. 2. Pesquisa de elementos anormais: Glicosúria Presença na urina é anormal: a glicose filtrada é reabsorvida glicemia  180 mg/ dl – excesso não é reabsorvido. Aumento da excreção urinária associado a diabetes, gravidez, hipertireoidismo, climatério etc.. Falso positivo: Agentes oxidantes potentes - cloro Falso Negativo: Inibição da glicose-oxidase (fluoretos) Ácido ascórbico
  • 25.  
  • 26. 2. Pesquisa de elementos anormais: Corpos Cetônicos Ácidos aceto-acético, ß-hidróxido butírico e acetona Produtos do metabolismo lipídico Produção associada com diabetes mellitus e desnutrição Outras condições: desidratação, febre, diarréia. Falso positivo: Levodopa Acetilcisteína Falso Negativo: conservação inadequada
  • 27. 2. Pesquisa de elementos anormais: Nitrito Princípio – conversão de nitrato a nitrito por bactérias Gram negativas. Condições : Presença de Nitrato (dieta) Permanência da urina na bexiga por aproximadamente 4 h. Falso positivo: Contamin ção – colheita inadequada Corantes e fenazopiridina Falso Negativo: Ácido ascórbico Degradação de nitrito Infec ç ão Urin á ria
  • 28. 3. Exame microscópico (sedimentoscopia) Células epiteliais Hemácias Leucócitos Cilindros Cristais Microrganismos Outros elementos.
  • 29. Sedimentoscopia Para proceder ao estudo do sedimento urinário, centrifugamos 10 ml de urina por 5 minutos a 2.500 rpm.
  • 30. Após a centrifugação, desprezar 9,5 ml do sobrenadante e, ressuspender o sedimento nos 0,5 ml de urina restante. Com o auxílio de uma pipeta, transferir uma pequena amostra da urina para lamina.
  • 31. Levar a lâmina para o microscópio para ser analisado o sedimento urinário.
  • 32.  
  • 33. 3 - Sedimentoscopia Células epiteliais Epitélio escamoso reveste a uretra e o trígono da bexiga em mulheres, a uretra distal em homens e vagina. Presença de grande número destas células indica contaminação na colheita Epitélio transicional reveste o trato urinário da pelve renal até o trígono da bexiga nas mulheres e até a uretra proximal em homens Presença de número aumentado indica infecção do trato urinário
  • 34. 3- Sedimentoscopia Células epiteliais renais (ou tubulares) revestem o néfron, do túbulo proximal até o coletor Presença de número aumentado indica lesão tubular ou doença renal em atividade. Ex: necrose tubular aguda, infecções viróticas, rejeição de transplante renal. aumento nas infecções, febre, inflamações, neoplasias.
  • 35. 3- Sedimentoscopia Corpos graxos ovalados São células tubulares renais contendo gotículas de gordura. Lipidúria é um importante indicador de disfunção renal grave . Frequentemente observados na síndrome nefrótica presentes no lupus e diabetes mellitus avançado, envenenamento por mercúrio.
  • 36. 3- Sedimentoscopia Hemácias Sangramento em qualquer ponto do trato urinário, coagulopatia ou uso de anticoagulantes. Presença de hematúria sem proteinúria ou cilindrúria indica origem no trato urinário. Presença de dismorfismo indica origem renal especialmente se acompanhada de proteinúria e cilindrúria.
  • 37.  
  • 39. Isomorfismo eritrocitário está relacionado com causas Pós-glomerulares de hematúria .
  • 40. 3- Sedimentoscopia Leucócitos Podem penetrar na urina a partir de qualquer ponto do trato urinário ou de secreções do trato genital. Em geral são a neutrófilos. Indicam: inflamação em qualquer ponto do trato urinário: Infecção = microrganismos + leucócitos Outras doenças renais ou do trato urinário baixo. Presença de grumos indica infecção aguda. Presença de cilindros leucocitários indica pielonefrite.
  • 41.  
  • 42. 3- Sedimentoscopia Cilindros Formação: “solidificação” da proteína ( Tamm-Horsfall ) no interior dos túbulos. Pode incluir qualquer material ou estrutura presente no interior do túbulo. Formação facilitada pela presença de proteínas plasmáticas, pH ácido e concentração elevada de solutos.
  • 43. 3- Sedimentoscopia Cilindros Hialino Leucocitário Hemáticos Epitelial Granuloso Céreo Largo
  • 44.  
  • 45.  
  • 46.  
  • 47. 3- Sedimentoscopia Cristais Cristais Normais: ácido úrico fosfato Urato Carbonato Oxalato Biurato Importância Clínica Limitada Cristais Anormais: Metabolismo: Cistina, tirosina, leucina, colesterol, bilirrubina. Iatrogenia: Sulfonamidas, ampicilina, acyclovir, contraste radiográfico
  • 48.  
  • 49. Oxalato de cálcio Ácido úrico Fosfato amorfo
  • 50. 3 - Sedimentoscopia Microorganismos e outros Bactérias. Protoplastos (ação de antimicrobianos). Leveduras. Detritos fecais Fibras Talco
  • 51.  
  • 52.  
  • 53. Exame Microscópico (Sedimentoscopia) Sedimento Normal (citologia ) Hemácias 0 – 2 campo Leucócitos 0 – 5 campo Cilindros hialinos 0 – 2 campo Células epiteliais renais (tubulares) raras Células epiteliais de transição raras Células epiteliais pavimentosas raras
  • 54. Características gerais: cor: amarela aspecto: límpido depósito: ausente densidade: 1,018 0.003 Reação pH: 6.0 0.5 Exame Químico: proteínas: < 100mg/1 subst. redutoras: ausentes cetonas: ausentes bilirrubinas: ausentes sangue: ausente urobilinogênio: até 1/20 Sedimento: leucócitos: até 10.000/ml hemácias: até 10.000/ml cel. epiteliais: raras cilindro ausentes Exame de Urina
  • 55. Sinopse diagnóstica esquemática Nefrite aguda: hematúria franca. Cilindros hialinos, granulosos e hemáticos. Alguns leuucócitos. Células epiteliais renais Síndrome nefrótica: cilindros hialinos, granulosos e epiteliais. Corpos graxos ovalados Pielite: piúria. Células epiteliais de vias urinárias. Bactérias Pielonefrite: piúria em graus variáveis. Hematúria. Bactérias e cilindros leucocitários. Cistite: leucocitúria e piúria. Células epiteliais de descamação As vezes hemácias. Bactérias Uretrite: Leucocitúria e piúria. Bactérias.