Amanda Sabino dos Santos 
Pedagogia 
Tecnófilo
O avanço tecnológico é uma 
realidade da qual ninguém mais 
escapa. A vida em sociedade muito 
em breve não será mais possível sem 
que se esteja conectado. Por tanto, 
se hoje pensamos em inclusão digital 
é para que amanhã todos possam 
estar incluídos na nova dinâmica 
social.
A escola tem como função instruir seus 
alunos para o exercício da cidadania, 
formá-los para serem sujeitos da 
prática social. Dessa forma, nas 
palavras de Eduardo Chaves, 
preparar nossos alunos 
adequadamente para viver e atuar 
profissionalmente no século XXI [...] é 
prioritário. Apresentar o computador à 
criança, desmistificá-lo, mostrar à 
criança o seu potencial e as suas 
limitações, ensinar a criança a utilizá-lo 
e a dominá-lo, são funções a que 
nenhuma escola pode-se furtar hoje.
A utilização dos 
computadores no ambiente 
escolar vai além da 
instrução e inclusão digital 
dos alunos. 
Os computadores trazem 
novas perspectivas para o 
ensino e novas 
possibilidades para a 
aprendizagem, forçando a 
necessidade de se repensar 
a prática pedagógica.
Nesse sentido, Valente, 
citado por Sinara 
Rocha, aponta que: 
A verdadeira função do 
aparato educacional 
não deve ser a de 
ensinar, mas sim a de 
criar condições de 
aprendizagem. Isso 
significa que o 
professor precisa deixar 
de ser o repassador de 
conhecimento – o 
computador pode fazer 
isso e o faz tão 
eficiente quanto 
professor – e passar a 
ser o criador de 
ambientes de 
aprendizagem e o 
facilitador do processo 
de desenvolvimento 
intelectual do aluno. 
(VALENTE, 1993: 06).
O ensino vem passando por 
crises as quais o computador 
será responsável por solucionar. 
A escola é desinteressante, sem 
estímulos, monótona e 
desatualizada. Os alunos não 
têm culpa de não se esforçarem 
para aprender os conteúdos, 
pois são todos ministrados de 
forma pouco convidativa para o 
aprendizado. 
Mas o computador ao ser 
implantado no cotidiano escolar 
tornará tudo mais fácil, tudo 
mais lúdico, tudo mais 
convidativo!
Para que seja possível essa nova 
prática pedagógica, não basta 
simplesmente disponibilizar 
computadores na sala de aula. Os 
computadores são a solução do ensino 
mas não são milagrosos!
São necessários professores competentes e 
conhecedores do mundo digital, que possam mediar 
a interação dos alunos com o computador. 
Ou seja, “de que maneira os professores usarão o 
computador [...] dependerá, porém, não só dos 
recursos disponíveis mas, também, de seu 
conhecimento do potencial dos computadores e, algo 
muito importante, de sua filosofia de educação” 
(CHAVES).
Por fim, se quisermos que a educação 
continue a ser parte fundamental da 
estrutura social, devemos reinventar 
suas práticas. Evoluir o ensino é abri-lo 
ao mundo digital, de modo que não 
entreguemos a educação formal à 
obsolescência.

Atividade4amandasabinodossantos.docx

  • 1.
    Amanda Sabino dosSantos Pedagogia Tecnófilo
  • 2.
    O avanço tecnológicoé uma realidade da qual ninguém mais escapa. A vida em sociedade muito em breve não será mais possível sem que se esteja conectado. Por tanto, se hoje pensamos em inclusão digital é para que amanhã todos possam estar incluídos na nova dinâmica social.
  • 3.
    A escola temcomo função instruir seus alunos para o exercício da cidadania, formá-los para serem sujeitos da prática social. Dessa forma, nas palavras de Eduardo Chaves, preparar nossos alunos adequadamente para viver e atuar profissionalmente no século XXI [...] é prioritário. Apresentar o computador à criança, desmistificá-lo, mostrar à criança o seu potencial e as suas limitações, ensinar a criança a utilizá-lo e a dominá-lo, são funções a que nenhuma escola pode-se furtar hoje.
  • 4.
    A utilização dos computadores no ambiente escolar vai além da instrução e inclusão digital dos alunos. Os computadores trazem novas perspectivas para o ensino e novas possibilidades para a aprendizagem, forçando a necessidade de se repensar a prática pedagógica.
  • 5.
    Nesse sentido, Valente, citado por Sinara Rocha, aponta que: A verdadeira função do aparato educacional não deve ser a de ensinar, mas sim a de criar condições de aprendizagem. Isso significa que o professor precisa deixar de ser o repassador de conhecimento – o computador pode fazer isso e o faz tão eficiente quanto professor – e passar a ser o criador de ambientes de aprendizagem e o facilitador do processo de desenvolvimento intelectual do aluno. (VALENTE, 1993: 06).
  • 6.
    O ensino vempassando por crises as quais o computador será responsável por solucionar. A escola é desinteressante, sem estímulos, monótona e desatualizada. Os alunos não têm culpa de não se esforçarem para aprender os conteúdos, pois são todos ministrados de forma pouco convidativa para o aprendizado. Mas o computador ao ser implantado no cotidiano escolar tornará tudo mais fácil, tudo mais lúdico, tudo mais convidativo!
  • 7.
    Para que sejapossível essa nova prática pedagógica, não basta simplesmente disponibilizar computadores na sala de aula. Os computadores são a solução do ensino mas não são milagrosos!
  • 8.
    São necessários professorescompetentes e conhecedores do mundo digital, que possam mediar a interação dos alunos com o computador. Ou seja, “de que maneira os professores usarão o computador [...] dependerá, porém, não só dos recursos disponíveis mas, também, de seu conhecimento do potencial dos computadores e, algo muito importante, de sua filosofia de educação” (CHAVES).
  • 9.
    Por fim, sequisermos que a educação continue a ser parte fundamental da estrutura social, devemos reinventar suas práticas. Evoluir o ensino é abri-lo ao mundo digital, de modo que não entreguemos a educação formal à obsolescência.