O documento descreve a história dos quilombos no Brasil colonial, como comunidades de refúgio para escravos fugidos, e suas características atuais como comunidades quilombolas remanescentes, mantendo tradições culturais e organização social própria. Existem atualmente cerca de 1.500 comunidades quilombolas certificadas no Brasil, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, preservando laços culturais desde a época da escravidão.