“ Construção de Redes Solidária”  Quilombolas do Rio Grande do Sul ETNODESENVOLVIMENTO
A  FACQ  está aperfeiçoando a sua organização e gestão em  REDE , caminhando para cumprir com os seus compromissos sociais; principalmente a responsabilidade de organizar  três mil famílias , mais de  15 mil pessoas  que residem e trabalham em  134 comunidades , distribuídas em  93 municípios,  com problemas de titulação de terras, geração de trabalho e renda, saúde, educação e outros.  Nas ações promovidas pela FACQ em parceria com Governos, entidades de fomentos, e outras que trabalham diretamente com as comunidades, a maior preocupação é garantir às comunidades a gestão e  apropriação do conhecimento desenvolvido.  Federação das Associações das Comunidades Quilombolas
A tradição oral e a distâncias entre as comunidades, distribuídas no Estado do RS, são fatores que levaram a federação propor como estratégia de  construção coletiva a metodologia da pesquisa-ação   associada  à comunicação multimídia na perspectiva de aumentar a  comunicação entre as comunidades, promover a acessibilidade das novas tecnologias com o desenvolvimento de uma linguagem estética própria, garantir o controle dos registros,  mapear as suas potencialidades, criar diretrizes para resolver os problemas coletivos,   lutar pelo controle social e maior integração no planejamento das  trocas, tanto  de mercadorias como de  conhecimento entre a comunidades.   FACQ- RS
Art. 215 e 216  –  reconhecem as áreas ocupadas por comunidades remanescentes de quilombos como parte do patrimônio cultural do País. Art. 68   das DCT –  “Aos remanescentes das comunidades de quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos”. Marco Legal Constituição de 1988   Quilombolas:
  Art. 14  -  “ Dever-se-á reconhecer os povos interessados os direitos de propriedade e de posse sobre as  terras que tradicionalmente ocupam ”   Art. 16  –  “Sempre que for possível, esses povos deverão ter o direito de voltar a suas  terras tradicionais  assim que deixarem de existir as causas que motivaram seu translado e reassentamento”. Marco Histórico  Convenção 169 da OIT de 1989
Definição do Conceito  “ O  etnodesenvolvimento  significa que uma etnia, autóctone, tribal ou outra mantém o controle sobre suas próprias terras,  seus recursos, sua organização social e sua cultura, e é livre para negociar com o Estado o estabelecimento de relações segundo seus interesses e os princípios da Economia Solidárias”. Rodolfo Stavenhagem
Economia Solidária  A   economia Solidária   se constituí como uma proposta de  desenvolvimento integrada  que pode ser entendida como um conjunto de atividades econômicas, que compreende a produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas e realizadas solidariamente por trabalhadores e trabalhadoras sob as formas coletivas, democráticas e auto-gestionárias.  São princípios da Economia Solidária o uso responsável dos recursos naturais, o comércio justo e solidário, a democratização do acesso a tecnologias, decisão coletiva dos recursos econômicos e o combate a toda forma de discriminação e exploração do trabalho.
Território  ...”o território habitado cria novas sinergias e acaba por impor, ao mundo, uma revanche. Seu papel ativo faz-nos pensar no início da História, ainda que nada seja como antes.  Daí essa metáfora do retorno. O território são formas, mas o território usado são objetos e ações, sinônimo de espaço humano, espaço habitado. “ Milton Santos
É o  uso do território, e não o território em si mesmo , que faz dele objeto da  análise social.  Trata-se de uma forma impura, um híbrido, uma noção que, por isso mesmo,  carece de  constante revisão histórica . Seu  entendimento  é, pois, fundamental para afastar o risco de  alienação , o risco da perda do  sentido da existência individual e coletiva ,  o risco de  renúncia ao futuro .  Em uma palavra:  caminhamos , ao longo dos séculos, da  antiga comunhão individual dos lugares com o Universo  à comunhão hoje global : a  interdependência  universal dos lugares é a nova  realidade do território   Milton Santos
OBJETIVOS GERAIS Implementar Rede Solidária Quilombola; Criar oportunidades para que o sujeito reconheça o conhecimento da sua  ancestralidade; Emancipar sócio-cultural-econômica os cidadãos das comunidades quilombolas; Emponderar os cidadãos das comunidades quilombolas; Fomentar o diálogo entre as comunidades;
Ampliar e fortalecer a rede das comunidades quilombolas do RS, articuladas pela FACQ, no intuito de criar estratégias de auto-sustentabilidade baseando-se nos princípios do etnodesenvolvimento e da Economia Solidária. Construir um modelo de organização e troca entre as comunidades quilombolas .
Objetivos Específicos Democratizar a informação e o conhecimento tradicional por meio das novas tecnologias;  Desenvolver um modelo de comunicação que utilize as mídias digitais  e democratize o conhecimento na criação de uma linguagem audiovisual e estética; Viabilizar formas de divulgar as informações necessárias às lideranças e comunidade em geral, no sentido de assegurar o conhecimento de seus direitos, assim como a acessibilidade aos meios para concretizá-los;
Estimular a construção de políticas públicas voltadas para o movimento quilombola; Desenvolver estratégias de formação de  agentes locais de etnodesenvolvimento; Gerar auto-sustentabilidade através da articulação entre saberes tradicionais e técnicos; Propiciar uma política de capacitação e estímulo à participação da juventude quilombola.
Ações Realizar a pesquisa-ação como método; Criar oficinas que possibilitem a capacitação para o processo de titulação; Realizar curso de formação e capacitação para elaboração de projetos visando real acesso aos programas de governo; Realizar cursos de capacitação para geração de renda e estabelecer parcerias com a municipalidade; Desenvolver uma IPTV Quilombola para intensificar a comunicação, o acesso as novas tecnologias e a produção de  conteúdos digitais.
Produtos Digitais Programas de entrevistas, palestras, shows e apresentações; Desenho animado, Vídeos documentários e ficções; Ringtones e wallpapers (Produtos para celular); Musicas digitais; Cursos a distância; Post Cast; Seminários via Web; Vídeo conferência; Blogs, Myspace, site, second life, simulações, galeria de fotos,; Plataforma e ambiente de educação a distância (Fórum, chat, diários, ambientes de criação coletiva, gerenciamento dos alunos, perfil dos alunos, biblioteca (textos, filmes e animações), agenda, enquete etc);
Quem: 3 mil famílias/15 mil pessoas em 93 municípios. Problemática: A tradição oral e as distâncias entre as comunidades; O quê: Construção coletiva - metodologia da  pesquisa-programa-ação   associada  à comunicação multimídia via internet; A pedagogia da alternância
Paulo Freire  - Brasil Referencial bibliográfico P.A.  –  diálogo Educação como prática de liberdade. Autonomia da Pedagogia Dialogicidade – O Eu- o Tu – A alteridade
P.A. – diálogo bibliográfico Antonio Gramsci (1891-1937)   Gramsci, escreveu no início do século 20 na Itália que  todas as pessoas são intelectuais e  filósofas “ Intelectual orgânico”   é como ele nomeou quem usa seus conhecimentos obitido nas experiências da vida e os usa com objetivo de promover mudanças na sociedade
P.A. – diálogo bibliográfico Michel Jean-Marie Thiollent-  Franco – brasileiro (1947 –  completou 60 anos de vida ontem, 06-07-2007 14a.ed.  aumentada  2005 Metodologia de Pesquisa Ação – 14ª edição - ampliada
Dialogo bibliográfico P.A. “ a pesquisa-ação é um tipo de  pesquisa social  com base empírica que é concebida e realizada em  estreita associação com uma ação  ou com a resolução de um problema coletivo e na qual os  pesquisadores e os participantes  representativos da situação ou do problema estão  envolvidos de modo cooperativo ou participativo ”. (Thiollent, 1996)
Parceria com os Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA/ Ministério das Comunicações Inclusão Digital a serviço do desenvolvimento rural sustentável
Inclusão Digital no meio Rural O projeto Territórios Digitais – TDs se orienta com a concepção de que Inclusão Digital vai além do simples acesso a computadores e internet. É o exercício da cidadania na interação das ações com o mundo da informação,  levando em conta a educação e a cultura de  cada comunidade rural .
Territórios Digitais Os Territórios Digitais serão os Territórios da Cidadania contendo espaços públicos e gratuitos com acesso as Tecnologias da Comunicação e Informação.
Objetivos dos T.D. Disponibilizar acesso às tecnologias digitais de informação e comunicação para: aprimoramento dos processos de gestão da produção controle social das políticas públicas acesso à informação formação de rede de troca de experiências
Componentes do Projeto T.D. Inclusão Digital Instalação das Casas Digitais com conexão  nos Territórios da Cidadania Acesso individual a equipamentos de informática (Pronaf – 10) ‏ Ensino a distância
Componentes da Casa Digital Computadores (aproximadamente 10) ‏ Conexão com a internet (Antena Gesac ou outro acesso de banda larga) Impressora Projetor Multimídia Mobiliário Capacitação
Parcerias em curso Ministério da Cultura Casas Digitais/Pontos de Cultura – Onde houver uma Casa Digital, será também um Ponto de Cultura Presidência da República  / Casa Civil / Instituto Nacional de Tecnologia da Informação/ Projeto Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento e Universidade de Brasília Metodologia de Ensino a Distância Ministério das Comunicações / Agência Nacional de Telecomunicações  - Anatel Telefonia Rural em Casas Digitais Ministério das Comunicações Conexão - GESAC Rádios Comunitárias – Dept. de Outorgas e Serviços
Parcerias Constituidas Ministério do Trabalho e Emprego:  SENAES ; Cidade do Conhecimento – USP IVOZ – Instituto Voz – SP  SOLTEC – Núcleo de Soladariedade Técnica / Universidade Federal do Rio de Janeiro;

ApresentaçãO Do Projeto Quilombola

  • 1.
    “ Construção deRedes Solidária” Quilombolas do Rio Grande do Sul ETNODESENVOLVIMENTO
  • 2.
    A FACQ está aperfeiçoando a sua organização e gestão em REDE , caminhando para cumprir com os seus compromissos sociais; principalmente a responsabilidade de organizar três mil famílias , mais de 15 mil pessoas que residem e trabalham em 134 comunidades , distribuídas em 93 municípios, com problemas de titulação de terras, geração de trabalho e renda, saúde, educação e outros. Nas ações promovidas pela FACQ em parceria com Governos, entidades de fomentos, e outras que trabalham diretamente com as comunidades, a maior preocupação é garantir às comunidades a gestão e apropriação do conhecimento desenvolvido. Federação das Associações das Comunidades Quilombolas
  • 3.
    A tradição orale a distâncias entre as comunidades, distribuídas no Estado do RS, são fatores que levaram a federação propor como estratégia de construção coletiva a metodologia da pesquisa-ação associada à comunicação multimídia na perspectiva de aumentar a comunicação entre as comunidades, promover a acessibilidade das novas tecnologias com o desenvolvimento de uma linguagem estética própria, garantir o controle dos registros, mapear as suas potencialidades, criar diretrizes para resolver os problemas coletivos, lutar pelo controle social e maior integração no planejamento das trocas, tanto de mercadorias como de conhecimento entre a comunidades. FACQ- RS
  • 4.
    Art. 215 e216 – reconhecem as áreas ocupadas por comunidades remanescentes de quilombos como parte do patrimônio cultural do País. Art. 68 das DCT – “Aos remanescentes das comunidades de quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos”. Marco Legal Constituição de 1988 Quilombolas:
  • 5.
    Art.14 - “ Dever-se-á reconhecer os povos interessados os direitos de propriedade e de posse sobre as terras que tradicionalmente ocupam ” Art. 16 – “Sempre que for possível, esses povos deverão ter o direito de voltar a suas terras tradicionais assim que deixarem de existir as causas que motivaram seu translado e reassentamento”. Marco Histórico Convenção 169 da OIT de 1989
  • 6.
    Definição do Conceito “ O etnodesenvolvimento significa que uma etnia, autóctone, tribal ou outra mantém o controle sobre suas próprias terras, seus recursos, sua organização social e sua cultura, e é livre para negociar com o Estado o estabelecimento de relações segundo seus interesses e os princípios da Economia Solidárias”. Rodolfo Stavenhagem
  • 7.
    Economia Solidária A economia Solidária se constituí como uma proposta de desenvolvimento integrada que pode ser entendida como um conjunto de atividades econômicas, que compreende a produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas e realizadas solidariamente por trabalhadores e trabalhadoras sob as formas coletivas, democráticas e auto-gestionárias. São princípios da Economia Solidária o uso responsável dos recursos naturais, o comércio justo e solidário, a democratização do acesso a tecnologias, decisão coletiva dos recursos econômicos e o combate a toda forma de discriminação e exploração do trabalho.
  • 8.
    Território ...”oterritório habitado cria novas sinergias e acaba por impor, ao mundo, uma revanche. Seu papel ativo faz-nos pensar no início da História, ainda que nada seja como antes. Daí essa metáfora do retorno. O território são formas, mas o território usado são objetos e ações, sinônimo de espaço humano, espaço habitado. “ Milton Santos
  • 9.
    É o uso do território, e não o território em si mesmo , que faz dele objeto da análise social. Trata-se de uma forma impura, um híbrido, uma noção que, por isso mesmo, carece de constante revisão histórica . Seu entendimento é, pois, fundamental para afastar o risco de alienação , o risco da perda do sentido da existência individual e coletiva , o risco de renúncia ao futuro . Em uma palavra: caminhamos , ao longo dos séculos, da antiga comunhão individual dos lugares com o Universo à comunhão hoje global : a interdependência universal dos lugares é a nova realidade do território Milton Santos
  • 10.
    OBJETIVOS GERAIS ImplementarRede Solidária Quilombola; Criar oportunidades para que o sujeito reconheça o conhecimento da sua ancestralidade; Emancipar sócio-cultural-econômica os cidadãos das comunidades quilombolas; Emponderar os cidadãos das comunidades quilombolas; Fomentar o diálogo entre as comunidades;
  • 11.
    Ampliar e fortalecera rede das comunidades quilombolas do RS, articuladas pela FACQ, no intuito de criar estratégias de auto-sustentabilidade baseando-se nos princípios do etnodesenvolvimento e da Economia Solidária. Construir um modelo de organização e troca entre as comunidades quilombolas .
  • 12.
    Objetivos Específicos Democratizara informação e o conhecimento tradicional por meio das novas tecnologias; Desenvolver um modelo de comunicação que utilize as mídias digitais e democratize o conhecimento na criação de uma linguagem audiovisual e estética; Viabilizar formas de divulgar as informações necessárias às lideranças e comunidade em geral, no sentido de assegurar o conhecimento de seus direitos, assim como a acessibilidade aos meios para concretizá-los;
  • 13.
    Estimular a construçãode políticas públicas voltadas para o movimento quilombola; Desenvolver estratégias de formação de agentes locais de etnodesenvolvimento; Gerar auto-sustentabilidade através da articulação entre saberes tradicionais e técnicos; Propiciar uma política de capacitação e estímulo à participação da juventude quilombola.
  • 14.
    Ações Realizar apesquisa-ação como método; Criar oficinas que possibilitem a capacitação para o processo de titulação; Realizar curso de formação e capacitação para elaboração de projetos visando real acesso aos programas de governo; Realizar cursos de capacitação para geração de renda e estabelecer parcerias com a municipalidade; Desenvolver uma IPTV Quilombola para intensificar a comunicação, o acesso as novas tecnologias e a produção de conteúdos digitais.
  • 15.
    Produtos Digitais Programasde entrevistas, palestras, shows e apresentações; Desenho animado, Vídeos documentários e ficções; Ringtones e wallpapers (Produtos para celular); Musicas digitais; Cursos a distância; Post Cast; Seminários via Web; Vídeo conferência; Blogs, Myspace, site, second life, simulações, galeria de fotos,; Plataforma e ambiente de educação a distância (Fórum, chat, diários, ambientes de criação coletiva, gerenciamento dos alunos, perfil dos alunos, biblioteca (textos, filmes e animações), agenda, enquete etc);
  • 16.
    Quem: 3 milfamílias/15 mil pessoas em 93 municípios. Problemática: A tradição oral e as distâncias entre as comunidades; O quê: Construção coletiva - metodologia da pesquisa-programa-ação associada à comunicação multimídia via internet; A pedagogia da alternância
  • 17.
    Paulo Freire - Brasil Referencial bibliográfico P.A. – diálogo Educação como prática de liberdade. Autonomia da Pedagogia Dialogicidade – O Eu- o Tu – A alteridade
  • 18.
    P.A. – diálogobibliográfico Antonio Gramsci (1891-1937) Gramsci, escreveu no início do século 20 na Itália que todas as pessoas são intelectuais e filósofas “ Intelectual orgânico” é como ele nomeou quem usa seus conhecimentos obitido nas experiências da vida e os usa com objetivo de promover mudanças na sociedade
  • 19.
    P.A. – diálogobibliográfico Michel Jean-Marie Thiollent- Franco – brasileiro (1947 – completou 60 anos de vida ontem, 06-07-2007 14a.ed. aumentada 2005 Metodologia de Pesquisa Ação – 14ª edição - ampliada
  • 20.
    Dialogo bibliográfico P.A.“ a pesquisa-ação é um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo e na qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo ”. (Thiollent, 1996)
  • 21.
    Parceria com osMinistério do Desenvolvimento Agrário – MDA/ Ministério das Comunicações Inclusão Digital a serviço do desenvolvimento rural sustentável
  • 22.
    Inclusão Digital nomeio Rural O projeto Territórios Digitais – TDs se orienta com a concepção de que Inclusão Digital vai além do simples acesso a computadores e internet. É o exercício da cidadania na interação das ações com o mundo da informação, levando em conta a educação e a cultura de cada comunidade rural .
  • 23.
    Territórios Digitais OsTerritórios Digitais serão os Territórios da Cidadania contendo espaços públicos e gratuitos com acesso as Tecnologias da Comunicação e Informação.
  • 24.
    Objetivos dos T.D.Disponibilizar acesso às tecnologias digitais de informação e comunicação para: aprimoramento dos processos de gestão da produção controle social das políticas públicas acesso à informação formação de rede de troca de experiências
  • 25.
    Componentes do ProjetoT.D. Inclusão Digital Instalação das Casas Digitais com conexão nos Territórios da Cidadania Acesso individual a equipamentos de informática (Pronaf – 10) ‏ Ensino a distância
  • 26.
    Componentes da CasaDigital Computadores (aproximadamente 10) ‏ Conexão com a internet (Antena Gesac ou outro acesso de banda larga) Impressora Projetor Multimídia Mobiliário Capacitação
  • 27.
    Parcerias em cursoMinistério da Cultura Casas Digitais/Pontos de Cultura – Onde houver uma Casa Digital, será também um Ponto de Cultura Presidência da República / Casa Civil / Instituto Nacional de Tecnologia da Informação/ Projeto Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento e Universidade de Brasília Metodologia de Ensino a Distância Ministério das Comunicações / Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel Telefonia Rural em Casas Digitais Ministério das Comunicações Conexão - GESAC Rádios Comunitárias – Dept. de Outorgas e Serviços
  • 28.
    Parcerias Constituidas Ministériodo Trabalho e Emprego: SENAES ; Cidade do Conhecimento – USP IVOZ – Instituto Voz – SP SOLTEC – Núcleo de Soladariedade Técnica / Universidade Federal do Rio de Janeiro;