Modernidade, globalização 
e individualismo 
Visões de Zygmunt Bauman e Gilles 
Lipovetsky 
Alfredo H. Dutra 
Rachel Oliveira Silva
Zygmunt Bauman explora os temas 
modernidade e globalização e faz uma análise 
de suas consequências . Um dos impactos 
gerados por estes fenômenos na atualidade é o 
processo de individualização da sociedade. 
Zygmunt Bauman, fevereiro de 2005, em Varsóvia..
Modernidade para Bauman 
• Rompimento do controle divino 
• Centralização no homem 
• Ciência, técnica, racionalidade 
• Domínio do mundo através da razão 
• Divisão entre sólida e líquida 
Luís XIV e Colbert em visita à Academia de Ciências de Paris (1671). 
Gravura de Sebastian Le Clerc.
Modernidade Sólida 
• Projeto moderno 
• Forte papel do Estado 
• Controle de instituições políticas e científicas 
• Preocupações com a igualdade e liberdade 
• Indivíduo ambiciona identidade proposta pelo 
Estado 
• Erradicar o que é imprevisível, indeterminado e 
diferente 
Trabalhador americano na década de 1930.
Modernidade Líquida 
• Efêmera, Globalizada e volátil 
• Enfraquecimento do Estado 
• Tecnologias da informação e transportes 
• Alteração na percepção do espaço e tempo 
• Força das grandes corporações e do capital 
• Estado e sociedade reféns das manobras de 
acionistas 
• Medo, exclusão e produção do mal
Modernidade Líquida 
• Alterações profundas nas relações sociais 
• Consumo como fonte de satisfação 
• Identidade única construída através do consumo 
• A mídia cria e alimenta imaginários e desejos de 
consumo 
• A individualidade é acentuada 
• Os indivíduos se tornam frágeis, descartáveis, sem 
essência e produzidos para um propósito definido.
Gilles Lipovetsky analisa como a sociedade 
sofreu profundas transformações na 
hipermodernidade. 
As pessoas se tornam mais individualistas e as 
relações sociais são vazias. A cadeia do 
consumo valoriza a individualidade do ser 
humano que quer ser enxergado como único. 
O filósofo Gilles Lipovetsky
Grafitti do artista Banksy 
Era do vazio 
• Sociedade pós-moderna 
• Personalização da sociedade baseada na 
informação e necessidades. 
• Menos controle e mais flexibilidade das 
relações humanas 
• Espaço público x emoções privadas 
• Forma de organização social guiada pelos 
desejos
Era do vazio 
• Estímulo desenfreado ao “direito de ser ele 
mesmo” em detrimento das relações com o 
outro e com a sociedade. É o chamado 
direito de ser si mesmo 
• Os desejos individuais passam a ser mais 
valorados que os interesses dos grupos
Chris Anderson – The Long Tail 
• Novas tecnologias, hoje, liberaram o 
usuários para descobrir e explorar o seu 
individualismo 
• Democratização das ferramentas de 
produção 
• Democratização da produção 
Chris Anderson
Bibliografia 
ANDERSSON, Chris. The Long Tail: Wliy the Future of Business 
is Seliing Less of More. Nova York: Hyperion, 2006. 
LIPOVETSKY, Gilles, A Era do Vazio. Lisboa: Relógio D’ 
Água, 1989. 
SANTOS, J. DOS. BAUMAN: MODERNIDADE E 
CONSEQUENCIAS DA GLOBALIZAÇÃO. Revista 
Internacional de Direito e Cidadania, p. 155–164, 2011. 
Disponível em: <http://reid.org.br/arquivos/00000286-11- 
jucelia_reid-11.pdf>. Acesso em: 6/9/2014.

Apresentação modernidade, globalização e individualismo final

  • 1.
    Modernidade, globalização eindividualismo Visões de Zygmunt Bauman e Gilles Lipovetsky Alfredo H. Dutra Rachel Oliveira Silva
  • 2.
    Zygmunt Bauman exploraos temas modernidade e globalização e faz uma análise de suas consequências . Um dos impactos gerados por estes fenômenos na atualidade é o processo de individualização da sociedade. Zygmunt Bauman, fevereiro de 2005, em Varsóvia..
  • 3.
    Modernidade para Bauman • Rompimento do controle divino • Centralização no homem • Ciência, técnica, racionalidade • Domínio do mundo através da razão • Divisão entre sólida e líquida Luís XIV e Colbert em visita à Academia de Ciências de Paris (1671). Gravura de Sebastian Le Clerc.
  • 4.
    Modernidade Sólida •Projeto moderno • Forte papel do Estado • Controle de instituições políticas e científicas • Preocupações com a igualdade e liberdade • Indivíduo ambiciona identidade proposta pelo Estado • Erradicar o que é imprevisível, indeterminado e diferente Trabalhador americano na década de 1930.
  • 5.
    Modernidade Líquida •Efêmera, Globalizada e volátil • Enfraquecimento do Estado • Tecnologias da informação e transportes • Alteração na percepção do espaço e tempo • Força das grandes corporações e do capital • Estado e sociedade reféns das manobras de acionistas • Medo, exclusão e produção do mal
  • 6.
    Modernidade Líquida •Alterações profundas nas relações sociais • Consumo como fonte de satisfação • Identidade única construída através do consumo • A mídia cria e alimenta imaginários e desejos de consumo • A individualidade é acentuada • Os indivíduos se tornam frágeis, descartáveis, sem essência e produzidos para um propósito definido.
  • 7.
    Gilles Lipovetsky analisacomo a sociedade sofreu profundas transformações na hipermodernidade. As pessoas se tornam mais individualistas e as relações sociais são vazias. A cadeia do consumo valoriza a individualidade do ser humano que quer ser enxergado como único. O filósofo Gilles Lipovetsky
  • 8.
    Grafitti do artistaBanksy Era do vazio • Sociedade pós-moderna • Personalização da sociedade baseada na informação e necessidades. • Menos controle e mais flexibilidade das relações humanas • Espaço público x emoções privadas • Forma de organização social guiada pelos desejos
  • 9.
    Era do vazio • Estímulo desenfreado ao “direito de ser ele mesmo” em detrimento das relações com o outro e com a sociedade. É o chamado direito de ser si mesmo • Os desejos individuais passam a ser mais valorados que os interesses dos grupos
  • 10.
    Chris Anderson –The Long Tail • Novas tecnologias, hoje, liberaram o usuários para descobrir e explorar o seu individualismo • Democratização das ferramentas de produção • Democratização da produção Chris Anderson
  • 11.
    Bibliografia ANDERSSON, Chris.The Long Tail: Wliy the Future of Business is Seliing Less of More. Nova York: Hyperion, 2006. LIPOVETSKY, Gilles, A Era do Vazio. Lisboa: Relógio D’ Água, 1989. SANTOS, J. DOS. BAUMAN: MODERNIDADE E CONSEQUENCIAS DA GLOBALIZAÇÃO. Revista Internacional de Direito e Cidadania, p. 155–164, 2011. Disponível em: <http://reid.org.br/arquivos/00000286-11- jucelia_reid-11.pdf>. Acesso em: 6/9/2014.