PROJETO PROFISSIONAL
CONCLUSÃO		

IMPLEMENTAÇÃO	DE	UMA	
ESTRATÉGIA	DE	CRM	
CASO	DE	ESTUDO	CM	SOCIEDADE	DE	
MEDIAÇAO	DE	SEGUROS,	LDA	(AXA	Portugal)

OBJECTIVOS	/	NECESSIDADES		

 Tendo	 como	 perspetiva	 a	 construçã o	 de	 uma	

cultura	 de	 marketing	 relacional,	 seguida	 da	
conceçã o	 de	 estraté gias	 de	 CRM	 e	 suas	
respetivas	 funcionalidades,	 conseguindo	 em	
simultâ neo	 um	 ambiente	 desejado	 para	 a	 sua	
implementaçã o,	 colocamos	 o	 cliente	 no	 centro	

MODELOS	DE	IMPLEMENTAÇÃO	

TRABALHO	DE	CAMPO

 Ganhar	 idelidade	do	cliente;	

 Entrevista	 a	 consultores	 e	 utilizadores	 que	

-	CULTURA:	
					­CONTATOS	PSICOLOGICOS;

		
passaram	pelo	processo	de	implementaçã o.

 Providenciar	um	serviço	personalizado	ao	

							­	SUB­CULTURAS;
							­	FORMAÇAO	E	EDUCAÇAO;	

	
-	PESSOAS:
						­	PROPRIEDADE	DO	UTILIZADOR	FINAL;

cliente;	

-	PLANEAMENTO;
-	PESQUISA;	
-	ANÁLISE	DE	SISTEMAS;
-	PROJETO;
-	CONSTRUÇÃO;
-	IMPLEMETAÇÃO;
-MANUTENÇÃO;
-ADAPTAÇÃO;

						­	TREINO	DO	UTILIZADOR	FINAL;
						­	RECOMPENSA	DO	UTILIZADOR	FINAL;

-	PROCESSOS:

 Melhorar	o	conhecimento	do	cliente;	

				­	PROCESSO	DE	MAPEAMENTO;
				­	PROCESSO	DE	DESIGN;
				­	PROCESSO	DE	IMPLEMENTAÇAO;

 Trabalho	de	campo,	aplicaçã o	prá tica	e	pre­teste	

-	TECNOLOGIA
				­	MAPEAMENTO	DA	TECNOLOGIA;
				­	DESIGN	DA	TECNOLOGIA;
				­	IMPLEMENTAÇAO	DA	TECNOLOGIA;	

de	etapas	do	projecto;

 Diferenciar	da	concorrê ncia;	

(	FINNEGAN&	
CURRIE,2004	)

 Identi icar	os	clientes	mais	lucrativos;	

BOSE,2002

 Contato	e	trabalho	directo	com	fornecedores;

 Incrementar	receitas	por	clientes;	
 Considerar	o	valor	do	cliente;	

da	organizaçã o.	

PEPPERS	&	
ROGER,2004

AUTOR:		Fernando	Miguel	Gonçalves	Leite	
ORIENTADOR:		Professor	Doutor	Filipe	Trigueiros	Rafael	de	Sampaio	Rodrigues	

-	ANÁLISE	CIRCUNDANTE	AO	
NEGÓCIO;

	

- CRIAÇÃO DE VALOR;
- INTREGRAÇAO MULTI-CANAL;
- GESTÃO DA INFORMAÇÃO;

a)	ANÁLISE	INTERNA	E		EXTERNA	DA	ORGANIZAÇÃO;

CONCEITO	DE	MARKETING
RELACIONAL

-	Fidelizando
-	Dialogando

XU	&	
WALTON,2005

Análise da envolvente e planificação

-	Informando

a)	CONCEÇÃO	DE	UMA	ESTRATÉGIA	DE	FOCO	NO	CLIENTE	
(ONE-TO-ONE):	

-	Não	invadindo

1º ETAPA

-	Conhecendo

Reajustamentos da ferramenta, estratégia e objectivos

Desenho da estratégia

	

está 	inserida);

TAPA

TECNOLOGIAS
DE
INFORMAÇÃO

a)	FORMAÇÃO	DA	EQUIPA	DE	TRABALHO	;

Futebol	Praia	Chaves);

E
3º

DEFENIÇÃO DE
CRM

 Interacçã o	 diá ria	 com	 o	 cliente	 por	 parte	 de	 toda	 a	 organizaçã o	 (aplicar	 um	 mé todo	 de	

recompensa);

Implementação e personalização da tecnologia

b)	REENGENHARIA	DOS	PROCESSOS	E	CULTURA	DE	
TRABALHO;

a)	CONSTRUÇÃO	DE	UMA	BASE	DE	DADOS	PRÓPRIA;
b)	IMPLEMENTAÇÃO	DA	TECNOLOGIA;

COMPLEMENTAR		

PERSONALIZAR		

•	A	FIDELIDADE	DO	CLIENTE	:	E	o	resultado	real	de	uma	organizaçã o	que	procura	criar	
benefıcios	para	um	cliente,	para	que	ele	mantenha	ou	aumente	as	suas	compras	junto	da	
́
organizaçã o;
•	O	QUE	CONSEGUIMOS:
 Maximizar	a	probabilidade	do	cliente	voltar	para	futuras	compras;	
 Maximizar	o	volume	de	futuras	compras;	
 Minimizar	a	probabilidade	do	cliente	comprar	a	um	concorrente.
•	COMO	 SE	CONSEGUE	:Bene iciando	o	cliente	de	modo	a	que	o	custo	de	mudança	 nã o	
compense.

incentivados	a	interagir	para	 idelizar	e	aumentar	vendas;

 Automatização	 dos	 sistemas	 de	

marketing;

	Identi icar	
Diferenciar	
	Interagir	
	Personalizar

 Personalizar	os		serviços	e	produtos	para	fazer	com	que	a	

experiência	de	fazer	negócios	com	a	empresa	seja	única;	

DIFERENCIAR		
 Mercado	empresarial/Sector	público		e	consumidor	 inal;
 Necessário	diferenciar	de	acordo	com	as	suas	necessidades;
 Diferenciar	por	valor	-	Maior	Valor	(CMV),	Valor	Vitalı́ c io	(LTV);

 É	essencial	estar	disponível	na	base	de	dados	a	seguinte	

informação:	
 Se	o	cliente	gostaria	de	ser	contactado	e	informado,	bem	como	a	frequê ncia	destes	

contactos	e	horá rios;	

 Maior	Potencial	(CMP) ­		Valor	que	o	cliente	gasta	no	mercado;

ESTRATÉGIAS	A	PLICAR	A	CLIENTES	DIFERENCIADOS	POR	
Clientes

 Se	o	cliente	prefere	ser	contactado	pela	CM	Sociedade	de	Mediaçã o	de	Seguros,	

 	 Automatização	 da	 força	 de	 vendas	

 Criar	um	ciclo	de	personalização	e	retroalimentação	para		

cada	vez	mais		fornecer	o	que	o	cliente	espera	e	na	forma	
esperada;

Identi icaçã o	do	cliente;
Dados	caracterısticos	nas	estatısticas;	
́
́
Informaçõ es	sobre	a	compra	ou	o	consumo	dos	clientes;	
Informaçõ es	sobre	o	custo	dos	clientes;	
Informaçõ es	sobre	o	grau	de	satisfaçã o	dos	clientes.	







INTERAGIR	
 A	Interação	com	os	CMV's	e	os	CMP's	serão	constantemente	

(Mobile	CRM);

•	COMO	O	CRM	PODE	AJUDAR:	

 	Ferramentas	de	data	warehause	e	de	data	mining	:

c)	INTEGRAÇÃO	COM	OS	RESTANTES	SISTEMAS	DE	
INFORMAÇÃO;	

MARKETING
ONE-TO-ONE

FIDELIZAÇÃO	

 	Identi icar	o	maior	nú mero	de	necessidades;	
 Social	CRM;

EVOLUÇÃO	DO	MKT	SEGUNDO	AS	CARCTRÍSTICAS	E	TECNOLOGIA	
MARKETING DE
CLIENTES

IDENTIFICAR

 Necessidade	de	oferecer	algum	tipo	de	benefıcios	facilitadores	na	recolha	de	dados	(Maratona	
́

4º

Formação e acompanhamento

Lda.,	ou	ser	ele	pró prio	a	procurar	a	empresa	quando	necessita;	
 Qual	o	canal	e	forma	de	contacto	preferencial;	
 	O	que	ele	gostaria	que	a	empresa	 izesse	por	ele	para	tornar	a	sua	interaçã o	mais	

fá cil;	
 Saber	 o	 que	 foi	 feito	 de	 errado,	 com	 o	 cliente	 no	 passado	 e	 quais	 as	 medidas	

adotadas	para	a	sua	resoluçã o.	

 Necessidade	de	educar	o	Front	Of ice	e	Back	Of ice;
frnndleite87@gmail.com

 O	social	CRM;

Estratégia

CMVs	(Clientes	
	 de	Maior	Valor)
	

	

	

­	Programas	de	retençã o;
­	Programas	de	reconhecimento	e	de	possibilidade	de	utilizaçã o	de	canais	de	comunicaçã o	exclusivos;	
­	Relaçã o	de	aprendizagem	e	de	personalizaçã o	que	torna	cada	vez	mais	forte	a	relaçã o	com	esses	clientes;

CMPs	(clie 	
ntes	
com	maior	
potencial)

­	Desenvolver	esses	clientes	atravé s	de	incentivos,	como	concessã o	prematura	de	privilé gios,	cross	selling	e	up	selling	;

BZs	(below	
	
),	aqueles	
zeros
que	nos	dã o	
prejuızo
́

­	Nã o	devemos	de	uma	forma	clara	tentar	livra­nos	deles,	porque	estes	apesar	de	estarem	a	dar	prejuızo	podem	ter	um	poder	de	in luê ncia	
́
elevado;
­	Devemos	reduzir	ao	má ximo	os	gastos	com	eles;	

	

 	Call	center	;

-	BASE	TECNOLÓGICA	DO	CRM;

 Identi icar	dados	primários	dos	cliente	(tarefa	facilitada	pelo	sector	de	actividade	onde	a	cm	

PA
TA
E

2º ETAPA

CRM

-	GESTÃO	DO	CONHECIMENTO;

-	IMPLICAÇÕES	FUTURAS	DO	
MODELO;

4º	PERSONALIZAR;	

MODELO PROPOSTO DE

-	ESTRUTURA	DO	CRM;	

-	MONITORIZAÇÃO	E	MODELAÇÃO	
DOS	PADRÕES	DE	
COMPORT
AMENTO	DOS	CLIENTE		;

3º	INTERAGIR;	

5º ETA
PA

-	Criando	expectativas

-	FOCO	NO	CLIENTE	CHAVE;

-	SEGMENT
AR	OS	CLIENTES	PARA	
PERSONALIZAR	SERVIÇOS;	

1º	IDENTIFICAR;	

-	Diferenciando	e	Personalizando	

YIN,2005

-	IDENTIFICAR	ESTRATEGICAMENTE	
OS	CLIENTES	SIGNIFICATIVOS;

2º	DIFERENCIAR;	

AMBIENTE	ENVOLVENTE	A		IMPLEMENTAÇAO	DO	CRM

Fernando	Leite	nº	5369	

-	FORMAÇÃO	E	MUDANÇAS	
ORGANIZACIONAIS;

e)	DEFINIÇÃO	DE	OBJETIVOS	E	DATAS;	

CRM (Customer	Relationship	Management)	






-	SELEÇÃO	E	IMPLEMENT
AÇÃO	DA	
TECNOLOGIA;

d)	ANÁLISE	DE	FERRAMENTAS		E	FORNECEDORES;	

-	COMO	SE	PRATICA	

•	 O	 LONGO	 PRAZO	 –	 para	 criar,	 manter	 e	
desenvolver	as	relaçõ es	é 	inevitá vel	um	longo	
espaço	temporal.	

MARKETING
DIRIGIDO

-	DESENVOLVIMENTO	DO	
PROCESSO;

-	APLICAÇÃO	DE	MEDIDAS	DE	
AVALIAÇÃO	DA	ESTRATÉGIA;

-	Pensamento	a	logo	prazo

MARKETING DE
MASSAS

MODELOS	DE
IMPLEMENTAÇÃO	
ESTUDADOS

PAYNE,2006

c)	ENVOLVIMENTO	E	SELEÇÃO		DA	EQUIPA	DE	TRABALHO;	

	
•	 A	 INTERATIVIDADE	 DAS	 PARTES	 –	 as	
relaçõ es	 entre	 vendedores	 e	 clientes	 para	 a	
criaçã o	e	entrega	mú tua	de	valor	exigem	um	
estreito	 e	 intenso	 processo	 de	 comunicaçã o	
entre	ambos;	

CRM NAS
SEGURADORAS

														­	DIFERENCIAR;
														­	INTERAGIR;
														­	PERSONALIZAR;

- AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
DOS PROCESSOS;

b)	IDENTIFICAÇÃO	DAS	NECESSIDADES;

•	 A	 RELAÇÃO	 –	 o	 marketing	 deve	 estar	
orientado	 para	 a	 criaçã o,	 manutençã o	 e	
desenvolvimento	de	relaçõ es	com	os	clientes;

­	ESTRATÉGIA	DE	CRM:
										­	IDENTIFICAR;

- DESENVOLVIMENTO DA
ESTRATÉGIA;

Migrantes
	

­	Valor	potencial	desconhecido,	devemos	incidir	o	maior	nú mero	de	açõ es	de	identi icaçã o	possıveis	sobre	este	cliente;
́

14­11­2013		|		IPAM	PORTO

Apresentação – modelo de implementação de crm

  • 1.
    PROJETO PROFISSIONAL CONCLUSÃO IMPLEMENTAÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE CRM CASO DE ESTUDO CM SOCIEDADE DE MEDIAÇAO DE SEGUROS, LDA (AXA Portugal) OBJECTIVOS / NECESSIDADES  Tendo como perspetiva a construçã o de uma cultura de marketing relacional, seguida da conceçã o de estraté gias de CRM e suas respetivas funcionalidades, conseguindo em simultâ neo um ambiente desejado para a sua implementaçã o, colocamos o cliente no centro MODELOS DE IMPLEMENTAÇÃO TRABALHO DE CAMPO  Ganhar idelidade do cliente;  Entrevista a consultores e utilizadores que - CULTURA: ­CONTATOS PSICOLOGICOS; passaram pelo processo de implementaçã o.  Providenciar um serviço personalizado ao ­ SUB­CULTURAS; ­ FORMAÇAO E EDUCAÇAO; - PESSOAS: ­ PROPRIEDADE DO UTILIZADOR FINAL; cliente; - PLANEAMENTO; - PESQUISA; - ANÁLISE DE SISTEMAS; - PROJETO; - CONSTRUÇÃO; - IMPLEMETAÇÃO; -MANUTENÇÃO; -ADAPTAÇÃO; ­ TREINO DO UTILIZADOR FINAL; ­ RECOMPENSA DO UTILIZADOR FINAL; - PROCESSOS:  Melhorar o conhecimento do cliente; ­ PROCESSO DE MAPEAMENTO; ­ PROCESSO DE DESIGN; ­ PROCESSO DE IMPLEMENTAÇAO;  Trabalho de campo, aplicaçã o prá tica e pre­teste - TECNOLOGIA ­ MAPEAMENTO DA TECNOLOGIA; ­ DESIGN DA TECNOLOGIA; ­ IMPLEMENTAÇAO DA TECNOLOGIA; de etapas do projecto;  Diferenciar da concorrê ncia; ( FINNEGAN& CURRIE,2004 )  Identi icar os clientes mais lucrativos; BOSE,2002  Contato e trabalho directo com fornecedores;  Incrementar receitas por clientes;  Considerar o valor do cliente; da organizaçã o. PEPPERS & ROGER,2004 AUTOR: Fernando Miguel Gonçalves Leite ORIENTADOR: Professor Doutor Filipe Trigueiros Rafael de Sampaio Rodrigues - ANÁLISE CIRCUNDANTE AO NEGÓCIO; - CRIAÇÃO DE VALOR; - INTREGRAÇAO MULTI-CANAL; - GESTÃO DA INFORMAÇÃO; a) ANÁLISE INTERNA E EXTERNA DA ORGANIZAÇÃO; CONCEITO DE MARKETING RELACIONAL - Fidelizando - Dialogando XU & WALTON,2005 Análise da envolvente e planificação - Informando a) CONCEÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE FOCO NO CLIENTE (ONE-TO-ONE): - Não invadindo 1º ETAPA - Conhecendo Reajustamentos da ferramenta, estratégia e objectivos Desenho da estratégia está inserida); TAPA TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO a) FORMAÇÃO DA EQUIPA DE TRABALHO ; Futebol Praia Chaves); E 3º DEFENIÇÃO DE CRM  Interacçã o diá ria com o cliente por parte de toda a organizaçã o (aplicar um mé todo de recompensa); Implementação e personalização da tecnologia b) REENGENHARIA DOS PROCESSOS E CULTURA DE TRABALHO; a) CONSTRUÇÃO DE UMA BASE DE DADOS PRÓPRIA; b) IMPLEMENTAÇÃO DA TECNOLOGIA; COMPLEMENTAR PERSONALIZAR • A FIDELIDADE DO CLIENTE : E o resultado real de uma organizaçã o que procura criar benefıcios para um cliente, para que ele mantenha ou aumente as suas compras junto da ́ organizaçã o; • O QUE CONSEGUIMOS:  Maximizar a probabilidade do cliente voltar para futuras compras;  Maximizar o volume de futuras compras;  Minimizar a probabilidade do cliente comprar a um concorrente. • COMO SE CONSEGUE :Bene iciando o cliente de modo a que o custo de mudança nã o compense. incentivados a interagir para idelizar e aumentar vendas;  Automatização dos sistemas de marketing; Identi icar Diferenciar Interagir Personalizar  Personalizar os serviços e produtos para fazer com que a experiência de fazer negócios com a empresa seja única; DIFERENCIAR  Mercado empresarial/Sector público e consumidor inal;  Necessário diferenciar de acordo com as suas necessidades;  Diferenciar por valor - Maior Valor (CMV), Valor Vitalı́ c io (LTV);  É essencial estar disponível na base de dados a seguinte informação:  Se o cliente gostaria de ser contactado e informado, bem como a frequê ncia destes contactos e horá rios;  Maior Potencial (CMP) ­ Valor que o cliente gasta no mercado; ESTRATÉGIAS A PLICAR A CLIENTES DIFERENCIADOS POR Clientes  Se o cliente prefere ser contactado pela CM Sociedade de Mediaçã o de Seguros,  Automatização da força de vendas  Criar um ciclo de personalização e retroalimentação para cada vez mais fornecer o que o cliente espera e na forma esperada; Identi icaçã o do cliente; Dados caracterısticos nas estatısticas; ́ ́ Informaçõ es sobre a compra ou o consumo dos clientes; Informaçõ es sobre o custo dos clientes; Informaçõ es sobre o grau de satisfaçã o dos clientes.      INTERAGIR  A Interação com os CMV's e os CMP's serão constantemente (Mobile CRM); • COMO O CRM PODE AJUDAR:  Ferramentas de data warehause e de data mining : c) INTEGRAÇÃO COM OS RESTANTES SISTEMAS DE INFORMAÇÃO; MARKETING ONE-TO-ONE FIDELIZAÇÃO  Identi icar o maior nú mero de necessidades;  Social CRM; EVOLUÇÃO DO MKT SEGUNDO AS CARCTRÍSTICAS E TECNOLOGIA MARKETING DE CLIENTES IDENTIFICAR  Necessidade de oferecer algum tipo de benefıcios facilitadores na recolha de dados (Maratona ́ 4º Formação e acompanhamento Lda., ou ser ele pró prio a procurar a empresa quando necessita;  Qual o canal e forma de contacto preferencial;  O que ele gostaria que a empresa izesse por ele para tornar a sua interaçã o mais fá cil;  Saber o que foi feito de errado, com o cliente no passado e quais as medidas adotadas para a sua resoluçã o.  Necessidade de educar o Front Of ice e Back Of ice; frnndleite87@gmail.com  O social CRM; Estratégia CMVs (Clientes de Maior Valor) ­ Programas de retençã o; ­ Programas de reconhecimento e de possibilidade de utilizaçã o de canais de comunicaçã o exclusivos; ­ Relaçã o de aprendizagem e de personalizaçã o que torna cada vez mais forte a relaçã o com esses clientes; CMPs (clie ntes com maior potencial) ­ Desenvolver esses clientes atravé s de incentivos, como concessã o prematura de privilé gios, cross selling e up selling ; BZs (below ), aqueles zeros que nos dã o prejuızo ́ ­ Nã o devemos de uma forma clara tentar livra­nos deles, porque estes apesar de estarem a dar prejuızo podem ter um poder de in luê ncia ́ elevado; ­ Devemos reduzir ao má ximo os gastos com eles;  Call center ; - BASE TECNOLÓGICA DO CRM;  Identi icar dados primários dos cliente (tarefa facilitada pelo sector de actividade onde a cm PA TA E 2º ETAPA CRM - GESTÃO DO CONHECIMENTO; - IMPLICAÇÕES FUTURAS DO MODELO; 4º PERSONALIZAR; MODELO PROPOSTO DE - ESTRUTURA DO CRM; - MONITORIZAÇÃO E MODELAÇÃO DOS PADRÕES DE COMPORT AMENTO DOS CLIENTE ; 3º INTERAGIR; 5º ETA PA - Criando expectativas - FOCO NO CLIENTE CHAVE; - SEGMENT AR OS CLIENTES PARA PERSONALIZAR SERVIÇOS; 1º IDENTIFICAR; - Diferenciando e Personalizando YIN,2005 - IDENTIFICAR ESTRATEGICAMENTE OS CLIENTES SIGNIFICATIVOS; 2º DIFERENCIAR; AMBIENTE ENVOLVENTE A IMPLEMENTAÇAO DO CRM Fernando Leite nº 5369 - FORMAÇÃO E MUDANÇAS ORGANIZACIONAIS; e) DEFINIÇÃO DE OBJETIVOS E DATAS; CRM (Customer Relationship Management)     - SELEÇÃO E IMPLEMENT AÇÃO DA TECNOLOGIA; d) ANÁLISE DE FERRAMENTAS E FORNECEDORES; - COMO SE PRATICA • O LONGO PRAZO – para criar, manter e desenvolver as relaçõ es é inevitá vel um longo espaço temporal. MARKETING DIRIGIDO - DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO; - APLICAÇÃO DE MEDIDAS DE AVALIAÇÃO DA ESTRATÉGIA; - Pensamento a logo prazo MARKETING DE MASSAS MODELOS DE IMPLEMENTAÇÃO ESTUDADOS PAYNE,2006 c) ENVOLVIMENTO E SELEÇÃO DA EQUIPA DE TRABALHO; • A INTERATIVIDADE DAS PARTES – as relaçõ es entre vendedores e clientes para a criaçã o e entrega mú tua de valor exigem um estreito e intenso processo de comunicaçã o entre ambos; CRM NAS SEGURADORAS ­ DIFERENCIAR; ­ INTERAGIR; ­ PERSONALIZAR; - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROCESSOS; b) IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES; • A RELAÇÃO – o marketing deve estar orientado para a criaçã o, manutençã o e desenvolvimento de relaçõ es com os clientes; ­ ESTRATÉGIA DE CRM: ­ IDENTIFICAR; - DESENVOLVIMENTO DA ESTRATÉGIA; Migrantes ­ Valor potencial desconhecido, devemos incidir o maior nú mero de açõ es de identi icaçã o possıveis sobre este cliente; ́ 14­11­2013 | IPAM PORTO