DOENÇAS BACTERIANAS DO SISTEMA DIGESTÓRIO: CÓLERA
Introdução
 Primeira pandemia de cólera aconteceu entre 1817 e
1823.
 Causada pela bactéria Vibrio cholerae.
 Afeta o sistema digestório.
 Água ou alimentos contaminados.
Introdução
 Casos no Brasil,1991, no Amazonas.
 Nordeste mais afetado 155.356 casos e 1.712 óbitos.
Sistema Digestório
 Transforma os alimentos em nutrientes.
 O processo começa na boca.
 Faringe e esôfago.
 Estômago.
 Intestino delgado e Intestino Grosso.
 Reto.
Sistema Digestório
 A bactéria se multiplica no intestino delgado, onde
libera uma toxina que causa diarreia intensa e
desidratação.
Características Biológicas.
 Gram-negativa.
 Aeróbia facultativa.
 Patogena: Cólera.
 Cresce melhor em água salgada ou salmoura.
Características Biológicas.
 Encontrada em fontes de água, como rios, lagos e
estuários.
 Frutos do mar crus ou malcozidos.
 Adapta-se a diferentes ambientes.
Características Físicas.
 Forma de vírgula.
 Possui Flagelo.
 1 a 3 micrômetros comprimento.
 0,5 a 0,8 micrômetros de largura.
Características Físicas.
 Camada peptídoglicana mais fina.
 Parede celular composta por uma camada
lipopoliossacarídica.
 Periplasma.
Características Químicas.
 Capacidade de produzir enzimas.
 Diferentes fatores de virulência.
 Variedade de macromoléculas.
 Alta salinidade e baixo pH.
Características Químicas.
 Produção da toxina O1 e O139.
 Liberadas no intestino delgado.
 Adere às células epiteliais das vilosidades intestinais.
 Produção excessiva de íons de sódio e cloro nas células
epiteliais.
Patogenia
 Como a bactéria causa doença no órgão afetado.
 Exotoxina: toxina colérica.
 Perda de eletrólitos através de vômitos e diarreia.
Sintomas
 Diarreia intensa e aquosa;
 Náusea e vômitos;
 Cólicas abdominais;
 Desidratação.
Diagnóstico.
 Feito com base na combinação de sintomas clínicos.
 Histórico de viagem para áreas endêmicas.
 Contato com pessoas infectadas.
 Exames laboratoriais específicos.
Diagnóstico.
 Através de exame de fezes.
 Busca a presença da bactéria Vibrio cholerae.
 Cultura bacteriana.
 (PCR) para detecção rápida do DNA da bactéria.
 Sorologia busca a presença de anticorpos.
Tratamento
 Reidratação oral ou intravenoso soluções de
reidratação(SRO).
 Soluções de mistura de água, sal e açúcar.
 Antibióticos: tetraciclinas, azitromicina e
ciprofloxacino.
Referências
 Ministério da saúde do Brasil (2017), Guia de Vigilância em Saúde,
Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em:
https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/novembro/08/Vo
lumeunico207pdf. Acesso em: 31 de Março de 2023.
 Oliveira, L. F., Carvalho, F. M., & Fonseca, E. L. (2014) Vibrio cholerae:
um patógeno histórico e seu impacto na saúde pública brasileira.
 Revista PanAmazônica de Saúde, 5(4), 7-14. Ribeiro, L, H, Santos, A. C.,
Araújo, Silva. (2017) Cólera: aspectos clínicos e epidemiológicos em
uma região endêmica no Brasil. Jornal Brasileiro de Patologia e
Medicina Laboratorial, 53 (1), 45-50. Doi: 10,5935/1676-2444,20170008.

Apresentação Cólera..pptx

  • 1.
    DOENÇAS BACTERIANAS DOSISTEMA DIGESTÓRIO: CÓLERA
  • 2.
    Introdução  Primeira pandemiade cólera aconteceu entre 1817 e 1823.  Causada pela bactéria Vibrio cholerae.  Afeta o sistema digestório.  Água ou alimentos contaminados.
  • 3.
    Introdução  Casos noBrasil,1991, no Amazonas.  Nordeste mais afetado 155.356 casos e 1.712 óbitos.
  • 4.
    Sistema Digestório  Transformaos alimentos em nutrientes.  O processo começa na boca.  Faringe e esôfago.  Estômago.  Intestino delgado e Intestino Grosso.  Reto.
  • 5.
    Sistema Digestório  Abactéria se multiplica no intestino delgado, onde libera uma toxina que causa diarreia intensa e desidratação.
  • 6.
    Características Biológicas.  Gram-negativa. Aeróbia facultativa.  Patogena: Cólera.  Cresce melhor em água salgada ou salmoura.
  • 7.
    Características Biológicas.  Encontradaem fontes de água, como rios, lagos e estuários.  Frutos do mar crus ou malcozidos.  Adapta-se a diferentes ambientes.
  • 8.
    Características Físicas.  Formade vírgula.  Possui Flagelo.  1 a 3 micrômetros comprimento.  0,5 a 0,8 micrômetros de largura.
  • 9.
    Características Físicas.  Camadapeptídoglicana mais fina.  Parede celular composta por uma camada lipopoliossacarídica.  Periplasma.
  • 10.
    Características Químicas.  Capacidadede produzir enzimas.  Diferentes fatores de virulência.  Variedade de macromoléculas.  Alta salinidade e baixo pH.
  • 11.
    Características Químicas.  Produçãoda toxina O1 e O139.  Liberadas no intestino delgado.  Adere às células epiteliais das vilosidades intestinais.  Produção excessiva de íons de sódio e cloro nas células epiteliais.
  • 12.
    Patogenia  Como abactéria causa doença no órgão afetado.  Exotoxina: toxina colérica.  Perda de eletrólitos através de vômitos e diarreia.
  • 13.
    Sintomas  Diarreia intensae aquosa;  Náusea e vômitos;  Cólicas abdominais;  Desidratação.
  • 14.
    Diagnóstico.  Feito combase na combinação de sintomas clínicos.  Histórico de viagem para áreas endêmicas.  Contato com pessoas infectadas.  Exames laboratoriais específicos.
  • 15.
    Diagnóstico.  Através deexame de fezes.  Busca a presença da bactéria Vibrio cholerae.  Cultura bacteriana.  (PCR) para detecção rápida do DNA da bactéria.  Sorologia busca a presença de anticorpos.
  • 16.
    Tratamento  Reidratação oralou intravenoso soluções de reidratação(SRO).  Soluções de mistura de água, sal e açúcar.  Antibióticos: tetraciclinas, azitromicina e ciprofloxacino.
  • 17.
    Referências  Ministério dasaúde do Brasil (2017), Guia de Vigilância em Saúde, Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/novembro/08/Vo lumeunico207pdf. Acesso em: 31 de Março de 2023.  Oliveira, L. F., Carvalho, F. M., & Fonseca, E. L. (2014) Vibrio cholerae: um patógeno histórico e seu impacto na saúde pública brasileira.  Revista PanAmazônica de Saúde, 5(4), 7-14. Ribeiro, L, H, Santos, A. C., Araújo, Silva. (2017) Cólera: aspectos clínicos e epidemiológicos em uma região endêmica no Brasil. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, 53 (1), 45-50. Doi: 10,5935/1676-2444,20170008.