Reunião Apimec – SP
25 de novembro de 2011
2
Aviso
Declarações contidas neste comunicado relativas às perspectivas dos negócios, projeções de resultados
operacionais e financeiros e referências ao potencial de crescimento da Companhia constituem meras previsões e
foram baseadas nas expectativas e estimativas da Administração em relação ao desempenho futuro da Direcional.
Embora a Companhia acredite que tais previsões sejam baseadas em suposições razoáveis, ela não assegura que
elas sejam alcançadas. As expectativas e estimativas que baseiam as perspectivas futuras da Companhia
dependem em grande parte do comportamento do mercado, da situação econômica e política do Brasil, do nível de
crédito disponível, de regulamentações governamentais existentes e futuras e do desempenho geral da economia
mundial e, portanto, estão sujeitas a mudanças que fogem ao controle da Companhia e de sua Administração.
3
Agenda
 Eventos de Mercado de Capitais e Estrutura Acionária Atual (RS)
 Fundamentos Favoráveis para o Setor de Baixa Renda (CW)
 Modelo de Negócios da Direcional (RS)
 Destaques Operacionais (CW)
 Destaques Financeiros (CW)
 Plano de Recompra de Ações (CW)
 Análise Dupont do Setor (CW)
4
Linha do Tempo e Estrutura Acionária
1. Holding detida por Ricardo Valadares Gontijo e família
2. Fundo Administrados pala Tarpon Investimentos S.A.
46,8% 15,0%
Filadélphia
Participações S.A. 1 GICTarpon2 Outros
7,2% 24,1%
Ridgecrest, LLC
6,9%
154.904.732 ações ordinárias
 Desenvolvimento de
projetos com foco no
mercado de baixa renda
 Projetos industriais
atuando para terceiros
como construtora
 Início dos
projetos de
grande escala
para o mercado
de baixa renda
 Expansão das
operações
para PA, RO e
ES
IPO
 Crescimento de
32% em
unidades
lançadas, em
relação ao ano
anterior
 Crescimento de
57% nas
vendas
contratadas em
relação ao ano
anterior
 Consolidação
da posição de
liderança em
Manaus e
Brasília
 Constituição de
equipe de
vendas própria
 Importante expansão
geográfica: Brasília, Rio
de Janeiro e Campinas
1981 - 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011
 Excelentes
oportunidades
de mercado
 MCMV II
 Follow-on: R$
228.8 Milhões
para a
companhia
 Aumento da
Liquidez
5
Fundamentos Favoráveis
para o Setor de Baixa Renda
5
Quatro pilares...
6
(1) Fonte: IBGE – Projeção da População Brasileira (revisão 2008), (2) Revista Exame 30/06/2010 - O Brasil na elite mundial
Projeção da pirâmide populacional(1)
Por faixa de idade 2020
0-4
10-14
20-24
30-34
40-44
50-54
60-64
70-74
80+
2010
Idade média (anos) 34,430,8
População (milhões) 207,1193,2
11,7% 15,6%
47,6%
53,6%
40,7% 30,8%
2004 2009
Classes A e B Classe C Classes D e E
Distribuição da População(1)(2)
Por faixa de Renda
Déficit Habitacional em relação ao total de domicílios(1)
MG
RS
SP
SC
PR
GO
DF
BA
ES
RJ
SE
AL
PE
PB
RNCE
PI
MAPA
AM
MT
MS
TOAC
RO
AP
RR
Maior que 20%
Legenda
De 15% a 20%
De 10% a 15%
De 6% a 10%
Evolução na concessão de Crédito Imobiliário(2)
Operações contratadas no ano, em R$ bilhões
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
SBPE
FGTS
SECURITIZAÇÃO
(CRI)
3.711
1.429
673
554
486
Nordeste
Sudeste
Norte
Sul
Centro-Oeste
95,6
87,5
88,6
83,4
89,9
% na faixa
0-3 SMs
5,7
6,1
7,3
11,8
16,7
26,2
45,2
53,9
91,7
44,9
Suporte do Governo para Baixa e Baixíssima Renda
7
400.000
1.200.000400.000
600.000
200.000
200.000
MCMV1 MCMV2
0-3 SMs 4-6 SMs 7-10 SMs
0%
+50%
+200%
Crescimento
Destaques
 Maior Programa Habitacional da História do
Brasil
 Prioridade do Governo Federal
 As unidades destinadas para a Faixa 1 do
MCMV triplicaram na 2a fase do Programa
 Sucesso na Implementação da Fase 1 do
Programa
Programa Minha Casa, Minha Vida
R$ 32 bi
R$ 72 bi
8
Modelo de Negócios
8
Presença geográfica
 Forte presença em mercados com elevado potencial de
crescimento, menor competição e elevadas barreiras de entrada
Baixa competição em
mercados rentáveis
Track record no
mercado de baixa
renda
 Mais de 30 anos de experiência
 Track record sólido em projeto de 0-3 salários mínimos
Baixo comprometimento
de capital, margens
sólidas e ROIC elevado
Foco em projetos de
larga escala
Modelo de negócios
verticalizado
 Expertise em empreendimentos de grande porte
 Mão de obra própria
 Remuneração baseada em performance
 Produção padronizada e industrializada no local
Operação de grande
escala nos segmentos de
baixa renda, com rigoroso
controle de custos e
margens elevadas
9
Modelo de Negócios
O melhor player brasileiro no segmento de baixa renda
A Companhia mais
rentável e eficiente no
setor de baixa renda
„‟‟‟„
 Maior eficiência e rentabilidade no setor
1o ROIC Anualizado¹ entre comparáveis
LTM ROIC : ~23%
1
2
3
4
Fonte: Relatório da Companhia no 4T10
1. ROE Anualizado: Lucro Líquido Anualizado do Trimestre / Patrimônio Líquido Médio do Período
10
Expertise na Baixa Renda
1. Estimativas da companhia – exposição máxima de caixa como % do VGV total
Track record sólido em todos os segmentos de baixa renda
Características
 Incorporação
̶ Companhias desenvolvem
empreendimentos e vendem
unidades aos clientes
 Preço acima de R$170 mil / unid.
 CAIXA não facilita o financiamento
 Incorporação
̶ Companhias desenvolvem
empreendimentos e vendem
unidades aos clientes
 Preço de até R$170 mil / unid.
 CAIXA facilita o financiamento
 Construção
̶ Construtoras apresentam
projetos à Caixa para avaliação e
aprovação
 Normalmente, terrenos e infraestrutura
são fornecidos pelo poder público local
 Preço de até R$51 mil / unid.
Principais
Players
Comprometimento
de caixa1
Unidades lançadas -
2010
~5%~15%~20% ~10%
60% / 7.391 unidades12% / 1.503 unidades 28% / 3.470 unidades
Média-baixa renda Baixa renda (MCMV: 4-10 SM) Baixa renda (MCMV: 0-3 S.M.)+ +
VGV lançado
2010
36% / R$ 380 mm23% / R$ 245 mm 41% / R$ 441 mm
Total dos projetos para baixíssima renda:
 Projetos: 10
 Unidades: 17.717
 VGV: R$ 926,5 MM
Projetos RET 1%:
 Projetos: 5
 Unidades: 2,540
 VGV: R$ 149,2 MM
1ª Fase “MCMV”
11
Consolidação da Direcional como “fábrica de casas” para a
baixa renda
O mais relevante “player” no segmento de baixíssima renda no Brasil
PAR 2ª Fase “MCMV” RET1+ + +
 Projetos: 5
 Unidades: 3.602
 VGV Total: R$ 153,7 MM
 Programa antecessor ao
“MCMV”
 Projetos: 3
 Unidades: 7.391
 VGV Total: R$ 380,3 MM
 Projetos: 2
 Unidades: 6.724
 VGV Total: R$ 392,5 MM
 Projetos: 5
 Unidades: 2.540
 VGV Total: R$ 149,2 MM
 Unidades com valor de vendas
de até R$ 75,0 mil
Projetos de Grande Porte + Processo Construtivo Industrializado
Petrópolis - AM Meu Orgulho 1ª Fase Meu Orgulho 2ª Fase Total Ville Macaé - RJ
Obras Contratadas Incorporação+
12
VÍDEO
Método Construtivo - Direcional.wmv
Margens similares com um maior ROIC
Vantagens
Sem riscos comerciais
Não há despesas comerciais e corretagem
Diminuição no imposto (de 6,7% para 1,0%)
Não há custo de aquisição do terreno
Menor exposição de caixa
Maior ROIC
100% vendido para CEF
Processo Construtivo
Consolidação da Direcional como “fábrica de casas”
para a baixa renda
13
Destaques Operacionais
13
14
Destaques Operacionais
9M11 9M10 D %
VGV Lançado
% Direcional
R$ milhões 1.019 652 56%
Unidades Lançadas Unidades 9.698 7.171 35%
VGV Contratado
% Direcional
R$ milhões 863 631 37%
Unidades Contratadas Unidades 8.518 7.018 21%
VSO (Vendas Sobre Oferta) % VGV 50,4% 53,6% -3,3 p.p.
Banco de Terrenos - VGV Potencial
% Direcional
R$ milhões 6.991 6.224 12%
Banco de Terrenos - Unidades Unidades 67.361 66.167 2%
127
441
661
1.037
774
89
2007 2008 2009 2010 9M11
Incorporação Compra Participação
863
176
710 783
1.067
888
131
2007 2008 2009 2010 9M11
Incorporação Compra Participação
1.019
15
CAGR 07-10: 82%
Evolução VGV Lançado
(R$ milhões)
CAGR 07-10: 101%
Evolução VGV Contratado
(R$ milhões)
Banco de Terrenos (%VGV)
ES
1%
AM
14%
MG
38%
RO
4%
SP
6%
PA
13%
DF
22%
RJ
1%
Popular;
52,4%
Comercial
; 4,8%
Médio;
36,0%
Médio
Alto;6,8%
Destaques Operacionais
Segmentação dos Lançamentos 9M11 (%VGV)
Norte;
67,7%
Centro-
Oeste;
5,6%
Sudeste;
26,7% MCMV
Faixa1;
35,3%
Popular;
22,4%
Médio;
25,4%
Médio-
Alto;5,4%
Comercial;
11,5%
16
Destaques Financeiros
16
17
Destaques Financeiros
1. Desconta os juros de SFH alocados no custo de produção
2. Ajustados por despesas com stock options
3. Lucro Líquido Ajustado Últimos 12 Meses / Patrimônio Líquido Médio Últimos 12 Meses
9M11 9M10 D %
Receita Líquida R$ milhões 776 519 50%
Margem Bruta¹ % 31% 34% -3,3 p.p.
EBITDA² R$ milhões 179 138 30%
Margem EBITDA2 % 23% 27% -3,6 p.p.
Lucro Líquido2 % VGV 151 126 20%
Margem Líquida2 % 19% 24% -4,8 p.p.
ROE LTM³ % 19% 21% -2,1 p.p.
63,4 102,3 263,2 377,6 781,9 776,3
24,0% 21,1%
24,5% 22,5% 22,6%
19,4%
2006 2007 2008 2009 2010 9M11
Margem Liquida Ajustada ¹
18
Resultados Financeiros
1. Ajustado por despesas (não-caixa) com programa de stock-option.
CAGR 06-10: 87,4%
Evolução da Receita Líquida
(R$ milhões)
Evolução da Receita de Serviços
(R$ milhões)
Evolução do Lucro Liquido Ajustado 1
(R$ milhões)
14,9 20,7 33,0 48,2 56,8 57,7 72,4
10,1%
12,2%
15,2%
17,7%
23,8% 23,0% 23,7%
1T10 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11
% Receita Bruta
15,2 21,5 64,4 85,1 176,4 150,7
24,0%
21,1%
24,5%
22,5% 22,6%
19,4%
0, 0%
5, 0%
10, 0%
15, 0%
20, 0%
25, 0%
30, 0%
0, 0
20, 0
40, 0
60, 0
80, 0
100, 0
120, 0
140, 0
160, 0
180, 0
200, 0
2006 2007 2008 2009 2010 9M11
Evolução do Lucro Líquido Ajustado¹
(R$ milhões)
Margem Liquida Ajustada ¹
Incorporação;
76,5%
Taxa de
Administração;
0,7%
Obras por
Empreitada;
22,3%
Corretagem
(Expert); 0,4%
Composição da Receita Bruta 9M11
SFH; 92,6%
FINAME e
Leasing;
2,4%
Capital de
Giro; 5,0%
1. Consumo de Caixa: medido pela variação da dívida líquida, deduzida dos aumentos de capital
* 1T11: Ajuste de R$ 223,8 milhões referentes ao follow-on e R$ 40,3 milhões referentes ao pagamento de dividendos
* 3T11: Ajustado no valor de R$ 15,6 milhões referente ao dispêndio com o plano de recompra de ações
19
Caixa Líquido, Endividamento e Cash Burn
Consumo de Caixa¹ (R$ mil)
Dívida Bruta
(ex- securitização de recebíveis)
14.522
25.312 22.468
32.657
41.236
73.695
86.301
100.873
64.967
33.965
51.609
1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11* 2T11 3T11*
Média Móvel dos Últimos 4 Trimestres
Situação de Liquidez 3T11
(R$ mil) (a)
Empréstimos e Financiamentos 437.708
SFH 372.640
Securitização de Recebíveis 35.273
FINAME e Leasing 9.480
Capital de Giro 20.315
Caixa e Equivalentes 343.618
Dívida Liquida 94.090
Dívida Liquida/ Patrimônio Líquido 7,9%
20
Comparativo com os pares
SETOR; 13,2%
BISA3; 12,2%
CCIM3; -8,9%
CRDE3; 3,9%
CYRE3; 9,0%
19,6%
EVEN3; 16,7%
EZTC3; 23,7%
GFSA3; 5,9%
HBOR3; 26,4%
JHSF3; 29,9%
MRVE3; 22,5%
PDGR3; 14,8%
RDNI3; 9,2%
RSID3; 12,8%
TCSA3; 17,2%
VIVR3; 2,3%
TRIS3; -12,8%
25%
30%
35%
40%
45%
50%
55%
60%
65%
-10% 0% 10% 20% 30% 40%
ReceitaLíquida/Ativo
MargemLíquidaContábil
Giro lento com margem acima da médiaGiro lento com margem abaixo da média
Giro rápido com margem abaixo da média Giro rápido com margem acima da média
Empresa; ROE
Tamano: Alavancagem(Ativo/PL)
Cor: Preço Médio das Unidades Lançadas nos 9M11
BaixaRenda-até R$ 200 mil por unidade
MédiaRenda -entre200 mil e 400mil
AltaRenda -acimade R$ 400mil
Setor
21
Desempenho das Ações
Desde IPO
DIRR3: -3,4%
IBOVESPA: -21,3%
IMOB: -18,8%
0
20
40
60
80
100
120
140
160
-
1.000
2.000
3.000
4.000
5.000
6.000
7.000
8.000
9.000
10.000
19-nov-09
4-dez-09
18-dez-09
7-jan-10
21-jan-10
5-fev-10
23-fev-10
9-mar-10
23-mar-10
7-abr-10
22-abr-10
6-mai-10
20-mai-10
7-jun-10
22-jun-10
6-jul-10
22-jul-10
6-ago-10
24-ago-10
14-set-10
4-out-10
19-out-10
3-nov-10
22-nov-10
6-dez-10
22-dez-10
7-jan-11
21-jan-11
7-fev-11
21-fev-11
9-mar-11
23-mar-11
6-abr-11
20-abr-11
6-mai-11
20-mai-11
3-jun-11
17-jun-11
4-jul-11
18-jul-11
1-ago-11
15-ago-11
29-ago-11
13-set-11
27-set-11
PreçodaAção
Volume(R$mil)
Volume (R$ '000)
0
20
40
60
80
100
120
140
160
-
1.000
2.000
3.000
4.000
5.000
6.000
7.000
8.000
9.000
10.000
18-nov-09
3-dez-09
17-dez-09
6-jan-10
20-jan-10
4-fev-10
22-fev-10
8-mar-10
22-mar-10
6-abr-10
20-abr-10
5-mai-10
19-mai-10
4-jun-10
21-jun-10
5-jul-10
21-jul-10
5-ago-10
23-ago-10
13-set-10
1-out-10
18-out-10
1-nov-10
19-nov-10
3-dez-10
21-dez-10
6-jan-11
20-jan-11
4-fev-11
18-fev-11
4-mar-11
22-mar-11
5-abr-11
19-abr-11
5-mai-11
19-mai-11
2-jun-11
16-jun-11
1-jul-11
15-jul-11
29-jul-11
12-ago-11
26-ago-11
12-set-11
26-set-11
Desempenho
Volume(R$'000)
Volume Médio (21 dias) Direcional Ibovespa IMOB
22
Plano de Recompra de Ações
Duração do Plano 60 dias 180 dias
Data de Início 12/08/2011 24/10/2011
Data de encerramento 11/10/2011 20/04/2012
Status Encerrado Ativo
Quantidade Aprovada em Conselho 4.500.000 4.000.000
Quantidade Executada 1.633.800 -
% Executado 36,3% 0,0%
Limite financeiro (R$ milhões) 35.000,00 30.000,00
Custo Total (R$ milhões) 15.618,90 0,00
% Executado 44,6% 0,0%
Preço Médio de Aquisição (R$) 9,56 0,00
Detalhes dos Planos de Recompra Plano 1 Plano 2
23
Contatos
Carlos Wollenweber
Diretor Financeiro e de RI
Jose Francisco Dutra
Tesouraria | RI
Lucas Bousas
Analista de RI
Paulo Sousa
Analista de RI
www.direcional.com.br
ri@direcional.com.br
(55 31) 3214-6200
(55 31) 3214-6450
DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.

Apresentação APIMEC - SP

  • 1.
    Reunião Apimec –SP 25 de novembro de 2011
  • 2.
    2 Aviso Declarações contidas nestecomunicado relativas às perspectivas dos negócios, projeções de resultados operacionais e financeiros e referências ao potencial de crescimento da Companhia constituem meras previsões e foram baseadas nas expectativas e estimativas da Administração em relação ao desempenho futuro da Direcional. Embora a Companhia acredite que tais previsões sejam baseadas em suposições razoáveis, ela não assegura que elas sejam alcançadas. As expectativas e estimativas que baseiam as perspectivas futuras da Companhia dependem em grande parte do comportamento do mercado, da situação econômica e política do Brasil, do nível de crédito disponível, de regulamentações governamentais existentes e futuras e do desempenho geral da economia mundial e, portanto, estão sujeitas a mudanças que fogem ao controle da Companhia e de sua Administração.
  • 3.
    3 Agenda  Eventos deMercado de Capitais e Estrutura Acionária Atual (RS)  Fundamentos Favoráveis para o Setor de Baixa Renda (CW)  Modelo de Negócios da Direcional (RS)  Destaques Operacionais (CW)  Destaques Financeiros (CW)  Plano de Recompra de Ações (CW)  Análise Dupont do Setor (CW)
  • 4.
    4 Linha do Tempoe Estrutura Acionária 1. Holding detida por Ricardo Valadares Gontijo e família 2. Fundo Administrados pala Tarpon Investimentos S.A. 46,8% 15,0% Filadélphia Participações S.A. 1 GICTarpon2 Outros 7,2% 24,1% Ridgecrest, LLC 6,9% 154.904.732 ações ordinárias  Desenvolvimento de projetos com foco no mercado de baixa renda  Projetos industriais atuando para terceiros como construtora  Início dos projetos de grande escala para o mercado de baixa renda  Expansão das operações para PA, RO e ES IPO  Crescimento de 32% em unidades lançadas, em relação ao ano anterior  Crescimento de 57% nas vendas contratadas em relação ao ano anterior  Consolidação da posição de liderança em Manaus e Brasília  Constituição de equipe de vendas própria  Importante expansão geográfica: Brasília, Rio de Janeiro e Campinas 1981 - 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011  Excelentes oportunidades de mercado  MCMV II  Follow-on: R$ 228.8 Milhões para a companhia  Aumento da Liquidez
  • 5.
    5 Fundamentos Favoráveis para oSetor de Baixa Renda 5
  • 6.
    Quatro pilares... 6 (1) Fonte:IBGE – Projeção da População Brasileira (revisão 2008), (2) Revista Exame 30/06/2010 - O Brasil na elite mundial Projeção da pirâmide populacional(1) Por faixa de idade 2020 0-4 10-14 20-24 30-34 40-44 50-54 60-64 70-74 80+ 2010 Idade média (anos) 34,430,8 População (milhões) 207,1193,2 11,7% 15,6% 47,6% 53,6% 40,7% 30,8% 2004 2009 Classes A e B Classe C Classes D e E Distribuição da População(1)(2) Por faixa de Renda Déficit Habitacional em relação ao total de domicílios(1) MG RS SP SC PR GO DF BA ES RJ SE AL PE PB RNCE PI MAPA AM MT MS TOAC RO AP RR Maior que 20% Legenda De 15% a 20% De 10% a 15% De 6% a 10% Evolução na concessão de Crédito Imobiliário(2) Operações contratadas no ano, em R$ bilhões 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 SBPE FGTS SECURITIZAÇÃO (CRI) 3.711 1.429 673 554 486 Nordeste Sudeste Norte Sul Centro-Oeste 95,6 87,5 88,6 83,4 89,9 % na faixa 0-3 SMs 5,7 6,1 7,3 11,8 16,7 26,2 45,2 53,9 91,7 44,9
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    Suporte do Governopara Baixa e Baixíssima Renda 7 400.000 1.200.000400.000 600.000 200.000 200.000 MCMV1 MCMV2 0-3 SMs 4-6 SMs 7-10 SMs 0% +50% +200% Crescimento Destaques  Maior Programa Habitacional da História do Brasil  Prioridade do Governo Federal  As unidades destinadas para a Faixa 1 do MCMV triplicaram na 2a fase do Programa  Sucesso na Implementação da Fase 1 do Programa Programa Minha Casa, Minha Vida R$ 32 bi R$ 72 bi
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    Presença geográfica  Fortepresença em mercados com elevado potencial de crescimento, menor competição e elevadas barreiras de entrada Baixa competição em mercados rentáveis Track record no mercado de baixa renda  Mais de 30 anos de experiência  Track record sólido em projeto de 0-3 salários mínimos Baixo comprometimento de capital, margens sólidas e ROIC elevado Foco em projetos de larga escala Modelo de negócios verticalizado  Expertise em empreendimentos de grande porte  Mão de obra própria  Remuneração baseada em performance  Produção padronizada e industrializada no local Operação de grande escala nos segmentos de baixa renda, com rigoroso controle de custos e margens elevadas 9 Modelo de Negócios O melhor player brasileiro no segmento de baixa renda A Companhia mais rentável e eficiente no setor de baixa renda „‟‟‟„  Maior eficiência e rentabilidade no setor 1o ROIC Anualizado¹ entre comparáveis LTM ROIC : ~23% 1 2 3 4 Fonte: Relatório da Companhia no 4T10 1. ROE Anualizado: Lucro Líquido Anualizado do Trimestre / Patrimônio Líquido Médio do Período
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    10 Expertise na BaixaRenda 1. Estimativas da companhia – exposição máxima de caixa como % do VGV total Track record sólido em todos os segmentos de baixa renda Características  Incorporação ̶ Companhias desenvolvem empreendimentos e vendem unidades aos clientes  Preço acima de R$170 mil / unid.  CAIXA não facilita o financiamento  Incorporação ̶ Companhias desenvolvem empreendimentos e vendem unidades aos clientes  Preço de até R$170 mil / unid.  CAIXA facilita o financiamento  Construção ̶ Construtoras apresentam projetos à Caixa para avaliação e aprovação  Normalmente, terrenos e infraestrutura são fornecidos pelo poder público local  Preço de até R$51 mil / unid. Principais Players Comprometimento de caixa1 Unidades lançadas - 2010 ~5%~15%~20% ~10% 60% / 7.391 unidades12% / 1.503 unidades 28% / 3.470 unidades Média-baixa renda Baixa renda (MCMV: 4-10 SM) Baixa renda (MCMV: 0-3 S.M.)+ + VGV lançado 2010 36% / R$ 380 mm23% / R$ 245 mm 41% / R$ 441 mm
  • 11.
    Total dos projetospara baixíssima renda:  Projetos: 10  Unidades: 17.717  VGV: R$ 926,5 MM Projetos RET 1%:  Projetos: 5  Unidades: 2,540  VGV: R$ 149,2 MM 1ª Fase “MCMV” 11 Consolidação da Direcional como “fábrica de casas” para a baixa renda O mais relevante “player” no segmento de baixíssima renda no Brasil PAR 2ª Fase “MCMV” RET1+ + +  Projetos: 5  Unidades: 3.602  VGV Total: R$ 153,7 MM  Programa antecessor ao “MCMV”  Projetos: 3  Unidades: 7.391  VGV Total: R$ 380,3 MM  Projetos: 2  Unidades: 6.724  VGV Total: R$ 392,5 MM  Projetos: 5  Unidades: 2.540  VGV Total: R$ 149,2 MM  Unidades com valor de vendas de até R$ 75,0 mil Projetos de Grande Porte + Processo Construtivo Industrializado Petrópolis - AM Meu Orgulho 1ª Fase Meu Orgulho 2ª Fase Total Ville Macaé - RJ Obras Contratadas Incorporação+
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    12 VÍDEO Método Construtivo -Direcional.wmv Margens similares com um maior ROIC Vantagens Sem riscos comerciais Não há despesas comerciais e corretagem Diminuição no imposto (de 6,7% para 1,0%) Não há custo de aquisição do terreno Menor exposição de caixa Maior ROIC 100% vendido para CEF Processo Construtivo Consolidação da Direcional como “fábrica de casas” para a baixa renda
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    14 Destaques Operacionais 9M11 9M10D % VGV Lançado % Direcional R$ milhões 1.019 652 56% Unidades Lançadas Unidades 9.698 7.171 35% VGV Contratado % Direcional R$ milhões 863 631 37% Unidades Contratadas Unidades 8.518 7.018 21% VSO (Vendas Sobre Oferta) % VGV 50,4% 53,6% -3,3 p.p. Banco de Terrenos - VGV Potencial % Direcional R$ milhões 6.991 6.224 12% Banco de Terrenos - Unidades Unidades 67.361 66.167 2%
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    127 441 661 1.037 774 89 2007 2008 20092010 9M11 Incorporação Compra Participação 863 176 710 783 1.067 888 131 2007 2008 2009 2010 9M11 Incorporação Compra Participação 1.019 15 CAGR 07-10: 82% Evolução VGV Lançado (R$ milhões) CAGR 07-10: 101% Evolução VGV Contratado (R$ milhões) Banco de Terrenos (%VGV) ES 1% AM 14% MG 38% RO 4% SP 6% PA 13% DF 22% RJ 1% Popular; 52,4% Comercial ; 4,8% Médio; 36,0% Médio Alto;6,8% Destaques Operacionais Segmentação dos Lançamentos 9M11 (%VGV) Norte; 67,7% Centro- Oeste; 5,6% Sudeste; 26,7% MCMV Faixa1; 35,3% Popular; 22,4% Médio; 25,4% Médio- Alto;5,4% Comercial; 11,5%
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    17 Destaques Financeiros 1. Descontaos juros de SFH alocados no custo de produção 2. Ajustados por despesas com stock options 3. Lucro Líquido Ajustado Últimos 12 Meses / Patrimônio Líquido Médio Últimos 12 Meses 9M11 9M10 D % Receita Líquida R$ milhões 776 519 50% Margem Bruta¹ % 31% 34% -3,3 p.p. EBITDA² R$ milhões 179 138 30% Margem EBITDA2 % 23% 27% -3,6 p.p. Lucro Líquido2 % VGV 151 126 20% Margem Líquida2 % 19% 24% -4,8 p.p. ROE LTM³ % 19% 21% -2,1 p.p.
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    63,4 102,3 263,2377,6 781,9 776,3 24,0% 21,1% 24,5% 22,5% 22,6% 19,4% 2006 2007 2008 2009 2010 9M11 Margem Liquida Ajustada ¹ 18 Resultados Financeiros 1. Ajustado por despesas (não-caixa) com programa de stock-option. CAGR 06-10: 87,4% Evolução da Receita Líquida (R$ milhões) Evolução da Receita de Serviços (R$ milhões) Evolução do Lucro Liquido Ajustado 1 (R$ milhões) 14,9 20,7 33,0 48,2 56,8 57,7 72,4 10,1% 12,2% 15,2% 17,7% 23,8% 23,0% 23,7% 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 % Receita Bruta 15,2 21,5 64,4 85,1 176,4 150,7 24,0% 21,1% 24,5% 22,5% 22,6% 19,4% 0, 0% 5, 0% 10, 0% 15, 0% 20, 0% 25, 0% 30, 0% 0, 0 20, 0 40, 0 60, 0 80, 0 100, 0 120, 0 140, 0 160, 0 180, 0 200, 0 2006 2007 2008 2009 2010 9M11 Evolução do Lucro Líquido Ajustado¹ (R$ milhões) Margem Liquida Ajustada ¹ Incorporação; 76,5% Taxa de Administração; 0,7% Obras por Empreitada; 22,3% Corretagem (Expert); 0,4% Composição da Receita Bruta 9M11
  • 19.
    SFH; 92,6% FINAME e Leasing; 2,4% Capitalde Giro; 5,0% 1. Consumo de Caixa: medido pela variação da dívida líquida, deduzida dos aumentos de capital * 1T11: Ajuste de R$ 223,8 milhões referentes ao follow-on e R$ 40,3 milhões referentes ao pagamento de dividendos * 3T11: Ajustado no valor de R$ 15,6 milhões referente ao dispêndio com o plano de recompra de ações 19 Caixa Líquido, Endividamento e Cash Burn Consumo de Caixa¹ (R$ mil) Dívida Bruta (ex- securitização de recebíveis) 14.522 25.312 22.468 32.657 41.236 73.695 86.301 100.873 64.967 33.965 51.609 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11* 2T11 3T11* Média Móvel dos Últimos 4 Trimestres Situação de Liquidez 3T11 (R$ mil) (a) Empréstimos e Financiamentos 437.708 SFH 372.640 Securitização de Recebíveis 35.273 FINAME e Leasing 9.480 Capital de Giro 20.315 Caixa e Equivalentes 343.618 Dívida Liquida 94.090 Dívida Liquida/ Patrimônio Líquido 7,9%
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    20 Comparativo com ospares SETOR; 13,2% BISA3; 12,2% CCIM3; -8,9% CRDE3; 3,9% CYRE3; 9,0% 19,6% EVEN3; 16,7% EZTC3; 23,7% GFSA3; 5,9% HBOR3; 26,4% JHSF3; 29,9% MRVE3; 22,5% PDGR3; 14,8% RDNI3; 9,2% RSID3; 12,8% TCSA3; 17,2% VIVR3; 2,3% TRIS3; -12,8% 25% 30% 35% 40% 45% 50% 55% 60% 65% -10% 0% 10% 20% 30% 40% ReceitaLíquida/Ativo MargemLíquidaContábil Giro lento com margem acima da médiaGiro lento com margem abaixo da média Giro rápido com margem abaixo da média Giro rápido com margem acima da média Empresa; ROE Tamano: Alavancagem(Ativo/PL) Cor: Preço Médio das Unidades Lançadas nos 9M11 BaixaRenda-até R$ 200 mil por unidade MédiaRenda -entre200 mil e 400mil AltaRenda -acimade R$ 400mil Setor
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    21 Desempenho das Ações DesdeIPO DIRR3: -3,4% IBOVESPA: -21,3% IMOB: -18,8% 0 20 40 60 80 100 120 140 160 - 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000 9.000 10.000 19-nov-09 4-dez-09 18-dez-09 7-jan-10 21-jan-10 5-fev-10 23-fev-10 9-mar-10 23-mar-10 7-abr-10 22-abr-10 6-mai-10 20-mai-10 7-jun-10 22-jun-10 6-jul-10 22-jul-10 6-ago-10 24-ago-10 14-set-10 4-out-10 19-out-10 3-nov-10 22-nov-10 6-dez-10 22-dez-10 7-jan-11 21-jan-11 7-fev-11 21-fev-11 9-mar-11 23-mar-11 6-abr-11 20-abr-11 6-mai-11 20-mai-11 3-jun-11 17-jun-11 4-jul-11 18-jul-11 1-ago-11 15-ago-11 29-ago-11 13-set-11 27-set-11 PreçodaAção Volume(R$mil) Volume (R$ '000) 0 20 40 60 80 100 120 140 160 - 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000 9.000 10.000 18-nov-09 3-dez-09 17-dez-09 6-jan-10 20-jan-10 4-fev-10 22-fev-10 8-mar-10 22-mar-10 6-abr-10 20-abr-10 5-mai-10 19-mai-10 4-jun-10 21-jun-10 5-jul-10 21-jul-10 5-ago-10 23-ago-10 13-set-10 1-out-10 18-out-10 1-nov-10 19-nov-10 3-dez-10 21-dez-10 6-jan-11 20-jan-11 4-fev-11 18-fev-11 4-mar-11 22-mar-11 5-abr-11 19-abr-11 5-mai-11 19-mai-11 2-jun-11 16-jun-11 1-jul-11 15-jul-11 29-jul-11 12-ago-11 26-ago-11 12-set-11 26-set-11 Desempenho Volume(R$'000) Volume Médio (21 dias) Direcional Ibovespa IMOB
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    22 Plano de Recomprade Ações Duração do Plano 60 dias 180 dias Data de Início 12/08/2011 24/10/2011 Data de encerramento 11/10/2011 20/04/2012 Status Encerrado Ativo Quantidade Aprovada em Conselho 4.500.000 4.000.000 Quantidade Executada 1.633.800 - % Executado 36,3% 0,0% Limite financeiro (R$ milhões) 35.000,00 30.000,00 Custo Total (R$ milhões) 15.618,90 0,00 % Executado 44,6% 0,0% Preço Médio de Aquisição (R$) 9,56 0,00 Detalhes dos Planos de Recompra Plano 1 Plano 2
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    23 Contatos Carlos Wollenweber Diretor Financeiroe de RI Jose Francisco Dutra Tesouraria | RI Lucas Bousas Analista de RI Paulo Sousa Analista de RI www.direcional.com.br ri@direcional.com.br (55 31) 3214-6200 (55 31) 3214-6450
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