1
REUNIÃO APIMEC - MG
11 de Julho de 2012
2
Agenda
Ricardo Ribeiro Vice Presidente
Carlos Wollenweber CFO e Diretor de RI
Visão Geral do Setor
Histórico e Modelo de Negócios
Foco na Industrialização
Destaques Operacionais
Destaques Financeiros
Visão Geral do Setor
SETOR; 6,2%
BISA3; 0,5%
CCIM3; 4,6%
CYRE3; 10,2%
EVEN3; 13,5%
EZTC3; 21,8%GFSA3; -4,8%
HBOR3; 23,8%
MRVE3; 13,3%
PDGR3; 2,0%
RDNI3; 13,2%
RSID3; 6,3%
TCSA3; -3,0%
VIVR3; -8,8%
TRIS3; 2,6%
20%
25%
30%
35%
40%
45%
50%
55%
60%
-15% -5% 5% 15% 25% 35% 45%
ReceitaLíquida/AtivoTotal
Margem Líquida
Giro lento com margem acima da médiaGiro lento com margem abaixo da média
Giro rápido com margem abaixo da média Giro rápido com margem acima da média
Empresa;ROE Anualizado
Tamanho:Alavancagem (Ativo/PL)
Cor: Preço Médio das Unidades Lançadas nos 9M11
Baixa Renda - até R$ 200 mil por unidade
Média Renda - entre 200 mil e 400 mil por unidade
Alta Renda - acima de R$ 400 mil por unidade
Setor
4
Benchmarking 1T12 – Análise Dupont
1. Margem Líquida DIRR: Ajustado por despesas (não caixa) com o programa de Stock-Options.
18,4%
1
5
Foco no Resultado
Setor 5,8%
16,6%
Setor 6,2%
18,4%
Margem Líquida¹
1T12
ROE Anualizado¹
1T12
Setor 5,3%
2,6%
Despesas Comerciais/Receita Líquida
1T12
Setor 65,7%
14,8%
Divida/Patrimônio Líquido
1T12
Setor 14,0%
9,9%
SG&A/Receita Líquida
1T12
Setor 25,9%
26,8%
Margem Bruta
1T12
1. ROE Anualizado DIRR e Margem Líquida DIRR: Ajustados por despesas (não caixa) com o programa de Stock-Options.
193
203
402
481
608
1.069
1.210
1.289
1.358
1.464
1.498
1.699
3.021
3.536
4.910
5.946
-18%
-18%
-15%
3%
4%
12%
16%
20%
21%
24%
25%
45%
64%
69%
73%
Market Cap (10/Jul/2012 - R$ milhões) CAGR 2007-2011: VGV Lançado
Entre as 8 Maiores do Setor
2,23
2,92
3,61
3,79
4,85
4,90
6,17
7,12
Ranking ITC Maiores do Brasil
(Milhões de m²)
8ª
7ª
2ª
6
Histórico e Modelo de Negócios
8
Linha do Tempo e Estrutura Acionária
2010
46,7% 14,9%
Filadélphia
Participações S.A.1 GICTarpon2 Outros
7,0% 24,5%
Ridgecrest, LLC
6,9%
155,298,749 ações ordinárias
1. Holding detida por Ricardo Valadares Gontijo e familia
2. Fundos administrados pela Tarpon Investimentos S.A.
 Desenvolvimento de
projetos com foco no
mercado de baixa renda
 Projetos industriais
atuando para terceiros
como construtora
 Início dos projetos de
grande escala para o
mercado de baixa renda
 Expansão das operações
para PA, RO e ES
IPO
 Crescimento de
32% em unidades
lançadas, em
relação ao ano
anterior
 Crescimento de
57% nas vendas
contratadas em
relação ao ano
anterior
 Consolidação da
posição de liderança em
Manaus e Brasília
 Constituição de
equipe de
vendas própria
 Importante expansão
geográfica: Brasília, Rio
de Janeiro e Campinas
1981 - 2005 2006-2007 2008 2009 2010 2011
 Receita Líquida
recorde de R$1,1
Bi crescimento
de 37%
 MCMV II
 Follow-on: R$
228.8 millhões
para a companhia
 Aumento da
liquidez das
ações
Próximos
Passos:
 Capturar
importantes
oportunidades no
MCMV Faixa 1
 Crescimento
sustentável no
mercado de
incorporação
2012
Presença geográfica
 Forte presença em mercados com elevado potencial de
crescimento, menor competição e elevadas barreiras de
entrada
Baixa competição em
mercados rentáveis
Histórico consistente
no mercado de baixa
renda
 Mais de 30 anos de experiência
 Track record sólido em projeto de 0-3 salários mínimos
Baixo comprometimento
de capital, margens
sólidas e ROIC elevado
Foco em projetos
de larga escala
Modelo de negócios
verticalizado
 Expertise em empreendimentos de grande porte
 Mão de obra própria
 Remuneração baseada em performance
 Produção padronizada e industrializada no local
Operação de grande
escala nos segmentos de
baixa renda, com
rigoroso controle de
custos e margens
elevadas
9
Direcional: Um Modelo Único de Negócios
O melhor player no segmento de baixa renda no Brasil
A companhia mais
rentável e eficiente
do setor de baixa
renda
„‟‟‟‘
 Grande Eficiência e Rentabilidade
ROE anualizado¹ entre os maiores do setor
1
2
3
4
ROE anualizado¹: 18,4%
1. ROE Anualizado 1T12: Lucro Líquido Ajustado Anualizado do Trimestre / Patrimônio Líquido Médio do Período (excluindo participação de não controladores em SCPs e SPEs)
Foco na Industrialização
1ª Fase “MCMV”
11
Obras da Direcional com Processo de Construção
Industrial
2ª Fase “MCMV” RET 1%
 Projetos: 3
 Unidades: 7.391
 VGV Total: R$ 380,3 MM
 Projetos: 4
 Unidades: 12.872
 VGV Total: R$ 781,5 MM
 Projetos: 9
 Unidades: 3.504
 VGV Total: R$ 223,9 MM
 Unidades abaixo de R$ 85 mil
Projetos RET 1%:
 Projetos: 9
 Unidades: 3.504
 VGV Total: R$ 223,9 MM
Total dos projetos para baixíssima renda:
Projetos: 7
Unidades: 20.263
VGV Total: R$ 1.161,8 MM
Projetos de Grande Porte + Processo Construtivo Industrializado
Meu Orgulho 1st Phase Meu Orgulho 2nd Phase Total Ville Macaé - RJ
Obras Contratadas Incorporação+
+ +
12
71% 67% 55% 51% 49%
3T11
45%
2T11
33%
49%
4T11 1T12
51%
1T11
29%
Construção Industrial¹Construção Tradicional
Unidades em Construção por Método de Construção
(% das unidades)
1. Utilizando o método de formas de alumínio
Escala nos Canteiros de Obra
 Sinergia com cadeia de
fornecedores local
 Maior domínio das
legislações municipais
 Maior assertividade na
aquisição de land bank e
adequação dos produtos
 Redução das despesas de
G&A
10 Cidades
Operação Concentrada
40 Canteiros de Obra
 Economia de escala:
aproximadamente 900
unidades por canteiro de obra
 Industrialização e
verticalização do processo
construtivo
 Maior gestão dos custos de
obra
 Fidelização da mão-de-obra
entre as fazes de um mesmo
empreendimento.
Industrialização do Processo Construtivo
VÍDEO
www.direcional.com.br/ir
Industrialização do Processo Construtivo e Controle
da Obras
A Direcional busca o ganho de escala no canteiro com industrialização e verticalização
Melhores
resultados
Maior
controle dos
projetos
Menores
despesas
tributárias
Melhor
resultado
financeiro
Menores
despesas
SG&A
Custo de obra
abaixo da média
do setor
13
16,72,5
Lucro Líquido¹Minoritários
e Outros²
(0,3)
IR+CSLL
(2,5)
Resultado
Financeiro
SG&A¹
(9,9)
Custo de Obra
(73,2)
Receita Líquida
100,0
5,8
Lucro LíquidoMinoritários
e Outros²
(2,4)
IR+CSLL
(2,7)
Resultado
Financeiro
(1,2)
SG&A
(13,3)
Custo de Obra
(74,6)
Receita Líquida
100,0
Direcional
Empresas
listadas na
BM&F
Bovespa
 Processo
Industrializado
 Mão de Obra
Própria
 Sem despesas
comerciais nos
projetos MCMV
Faixa 1
 Baixa
alavancagem
 SFH compõe
maior parte da
dívida
 Concentração
de projetos
com unidades
até R$ 85 mil,
RET1%
 Atuação como
incorporadora e
construtora
 Uma das melhores
margens do setor
aliada a um maior
giro dos ativos,
garantindo alto
retorno sobre o PL
ROE
18,4%
ROE
6,2%
1. Ajustado por Stock Options; 2. Outras receitas e despesas operacionais
Resultado da Direcional vs Pares
(Base 100 – 1T12)
Resultados Muito Acima da Média do Setor
 Lançamentos
 Vendas
 Banco de Terrenos
 Entregas
 Estoque
Destaques Operacionais (2T12)
15
Destaques Operacionais
Segmentação dos lançamentos 1S12 (%VGV)
Evolução do VGV Lançado
(R$ milhões)
131
131
643
511
2T12
211
259
1T122T11
419
288
613
+20%
470+228%
143
+63%
1S12
354
259
1S11
MCMV Faixa 1
Compra de Participação
Incorporação
VGV Contratado
(R$ milhões)
89
89
579+68%
447+237%
133
+165%
1S12
320
259
1S11
433
344
2T12
188
259
1T122T11
258
169
Incorporação
MCMV Faixa 1
Compra de Participação
MCMV Faixa 1
38%
Popular
17%
Médio
20%
Médio Alto
12%
Comercial
13%
28%
Norte
62%
Sudeste
10%
Centro-Oeste
Banco de Terrenos (% VGV)
Baixa Renda
54%
Médio-Alto
7%
Médio
35%
Comercial
4%
ES
0,4%
AM
13%
MG
39%
RO
5%
SP
6%
PA
13%
DF
20%
RJ
2%
GO
2%
16
Velocidade de Vendas
2T12
36,4%
20,9%
1T12
16,1%
4T11
31,8%
18,5%
3T11
36,7%
16,0%
2T11
18,5%
Com MCMV Faixa 1Sem MCMV Faixa 1
Venda Sobre Oferta (VSO)
(VGV Total - %)
2T11 77%20% 20% 18% 16% 2%
3T11 95%90%
2%
2%
1%
4T11 93%85% 6% 1%
1T12 61%10% 51%
2T12 88%88%
3 Meses 6 Meses 9 Meses 12 Meses 15 Meses
32,4%
1T12
2T12
28,3%
2011
15,8%
20105,7%
Anteriores
17,8%
Vendas por período de lançamento 2T12
(% VGV – Ex MCMV Faixa 1)
Velocidade de vendas
(% Unidades)
 68% das vendas do 2T12 referem-se a vendas de
unidades lançadas em trimestres anteriores;
 24% do VGV vendido refere-se a empreendimentos
lançados antes de 2011.
Total
(R$ mil)
% Direcional
(R$ mil)
1 Total Ville Marabá - 1ª Etapa Abril Marabá - PA 57.140 57.134 524 Popular
2 Garden Club - 2ª Etapa Junho Porto Velho - RO 19.641 15.712 215 Popular
3 Setor Total Ville - 1ª Etapa Junho Santa Maria - DF 39.146 39.142 368 Popular
Total 2T12 115.926 111.989 1.107
1 Weekend Club Ponta Negra Fevereiro Manaus - AM 90.960 72.768 427 Médio
2 Total Ville Manaus - Harmonia Fevereiro Manaus - AM 50.050 50.000 512 Popular
3 Riviera Residencial Clube Fevereiro Porto Velho - RO 31.800 25.440 82 Médio-Alto
4 Total Ville Bella Città - Salinas Março Marituba - PA 61.875 61.869 598 Popular
Total 1T12 234.685 210.077 1.619
Total 1S12 350.612 322.066 2.726
# Unidades SegmentoEmpreendimentos Entregues - 1S12 Mês Entrega Localização
VGV
17
Projetos Concluídos – 1S12
Total % Direcional
Em Construção 742.809 647.327 90,7% 3.109 91,0%
Concluído 79.083 66.753 9,3% 307 9,0%
Total 821.892 714.079 100,0% 3.416 100,0%
Estoque
VGV em Estoque (R$ mil)
% Status
Unidades em
Estoque
% Status
18
Estoque
 9,3 % do VGV em estoque é de empreendimentos concluídos;
 91,2% das unidades em construção já foram comercializadas.
7,0%
9,3%
2T12
18,5%
1T12
2011
36,5%
2010
17,6%
<2010
11,0%
Unidades Concluídas
Centro-Oeste 14%
Sudeste 24%
Norte 62%
Estoque por região
( % VGV)
Estoque por ano de lançamento
(% VGV)
 Desempenho Financeiro
 Posição de Caixa e Dívida
 Cash Burn
 Resultados a Apropriar
 Cálculo do Ativo Líquido - NAV
Destaques Financeiros (1T12)
20
Destaques Financeiros
1. Margem Líquida: Ajustado por despesas (não caixa) com o programa de Stock-Options
Evolução da Receita Líquida
(R$ milhões)
Evolução do Lucro Líquido Ajustado¹
(R$ milhões)
CAGR +80%
1T12
327
2011
1.072
2010
782
2009
378
2008
263
2007
102
22
CAGR +74%
1T12
54
16,6%
2011
199
18,5%
2010
176
22,6%
2009
85
22,5%
2008
64
24,5%
2007
21,1%
Lucro Líquido Ajustado¹
Margem Líquida Ajustada¹
Evolução da Receita com Prestação de Serviços
(R$ milhões)
Abertura da Receita Bruta 1T12
(%)
MCMV Faixa 1
97,2% Corretagem
1,4%
Serviços
1,3%
2115
1T10
10%
2T10
130%
558%
2011
269
25%
2010
48
15%
1T12
98
29%
4T11
82
27%
3T11
72
24%
2T11
58
18%
1T11
57
24%
4T10
117
3T10
33
15%
12%
23%
% de Receita Líquida Receita de Serviços
21
Estrutura de Capital
Dívida Líquida
Ex-SFH
-300
Dívida Líquida
192
Caixa e
Equivalentes
de Caixa
364
Dívida Bruta
557
SFH
493
64
Endividamento
(R$ milhões)
SFH
93,6%
FINAME e outros
2,6%
Capital de Giro
3,8%
Empréstimos e Financiamentos Ex – Securitização
(% Empréstimos e Financiamento)
Caixa e Endividamento 1T12 4T11 1T11 D % D %
(R$ mil) (a) (b) (c) (a/b) (a/c)
Empréstimos e Financiamentos 556.575 473.152 348.307 17,6% 59,8%
SFH 492.754 407.563 282.674 20,9% 74,3%
Securitização de Recebíveis 30.080 31.847 36.429 -5,5% -17,4%
FINAME e Leasing 13.707 13.076 8.611 4,8% 59,2%
Capital de Giro 20.034 20.666 20.593 -3,1% -2,7%
Caixa e Equivalentes 364.088 351.112 355.410 3,7% 2,4%
Dívida Líquida 192.487 122.040 -7.103 57,7% n/a
Dívida Líquida/ Patrimônio Líquido 14,8% 9,9% -0,6%
22
Cash Burn
+12%
1T12
70
4T11
28
3T11
52
2T11
34
1T11
63
4T10
101
3T10
86
2T10
55
1T10
41
4T09
33
3T09
22
2T09
25
1T09
15
Cash Burn¹
(R$ milhões)
D Contas a
Receber
Performado
-6
Cash Burn
176
Cash Burn
Ajustado
-33
D Contas a
Receber
Performado
103
Cash Burn
70
Cash Burn vs D Contas a Receber Performado
(R$ milhões)
2011 1T12
-38%
2011
176
2010
283
1. Cash Burn: medido pela variação da dívida líquida, deduzida dos aumentos de capital, dividendos e recompra de ações
Resultado a Apropriar (R$ mil) 1T12 4T11 1T11 D % D %
(a) (b) (c) (a/b) (a/c)
Resultado a Apropriar Consolidado (1+2) 552.655 560.382 382.339 -1,4% 44,5%
Receitas a incorrer 1.434.378 1.482.460 967.047 -3,2% 48,3%
Margem Resultado de Exercícios Futuros (REF) 38,5% 37,8% 39,5% 0,7 p.p. -1,0 p.p.
Resultado a Apropriar Incorporação (1) 342.617 334.100 325.687 2,5% 5,2%
Receitas a incorrer 815.321 775.531 762.873 5,1% 6,9%
Margem Resultado de Exercícios Futuros (REF) 42,0% 43,1% 42,7% -1,1 p.p. -0,7 p.p.
Resultado a Apropriar Obras de Empreitada (2) 210.038 226.282 56.652 -7,2% 270,8%
Receitas a incorrer 619.058 706.928 204.174 -12,4% 203,2%
Margem Resultado de Exercícios Futuros (REF) 33,9% 32,0% 27,7% 1,9 p.p. 6,2 p.p.
23
Resultado a Apropriar (REF)
Cronograma de Reconhecimento do REF
(%)
1%
34%
65%
201420132012
Resultado a Apropria (REF)
(R$ milhões)
343
210
4T11
560
334
226
1T11
382
326
57
-1%
553
1T12
+45%
Incorporação
Projetos MCMV Faixa 1
24
Cálculo do Ativo Líquido - NAV
336
775
NAV
1.866
Dívida Líquida¹
-234
Terrenos
em Estoque
Obrigações de
Construção
-1.649
Vendas de
Estoque
Contas a
Receber
2.638
Ativo Líquido - NAV
(R$ milhões)
NAV
Total de Ações²
R$ 1.866 milhões
153,7 milhões
Ativo Líquido por Ação R$ 12,14
1. Dívida Líquida calculada após o pagamento de dividendos no valor de R$ 41,6 milhões;
2. Total de ações ex - tesouraria.
25
Desempenho das Ações desde o IPO
Desde o IPO
DIRR3: -5,1%
IBOVESPA: -17,8%
IMOB: -15,2%
26
Aviso
Declarações contidas neste comunicado relativas às perspectivas dos negócios, projeções de resultados
operacionais e financeiros e referências ao potencial de crescimento da Companhia constituem meras
previsões e foram baseadas nas expectativas e estimativas da Administração em relação ao desempenho
futuro da Direcional. Embora a Companhia acredite que tais previsões sejam baseadas em suposições
razoáveis, ela não assegura que elas sejam alcançadas. As expectativas e estimativas que baseiam as
perspectivas futuras da Companhia dependem em grande parte do comportamento do mercado, da
situação econômica e política do Brasil, do nível de crédito disponível, de regulamentações
governamentais existentes e futuras e do desempenho geral da economia mundial e, portanto, estão
sujeitas a mudanças que fogem ao controle da Companhia e de sua Administração.
27
Contatos
Carlos Wollenweber
Diretor Financeiro e de RI
Paulo Sousa
Analista de RI
www.direcional.com.br
ri@direcional.com.br
+55 (31) 3214-6200
+55 (31) 3214-6450

Apresentação APIMEC - MG - 2012

  • 1.
    1 REUNIÃO APIMEC -MG 11 de Julho de 2012
  • 2.
    2 Agenda Ricardo Ribeiro VicePresidente Carlos Wollenweber CFO e Diretor de RI Visão Geral do Setor Histórico e Modelo de Negócios Foco na Industrialização Destaques Operacionais Destaques Financeiros
  • 3.
  • 4.
    SETOR; 6,2% BISA3; 0,5% CCIM3;4,6% CYRE3; 10,2% EVEN3; 13,5% EZTC3; 21,8%GFSA3; -4,8% HBOR3; 23,8% MRVE3; 13,3% PDGR3; 2,0% RDNI3; 13,2% RSID3; 6,3% TCSA3; -3,0% VIVR3; -8,8% TRIS3; 2,6% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% 55% 60% -15% -5% 5% 15% 25% 35% 45% ReceitaLíquida/AtivoTotal Margem Líquida Giro lento com margem acima da médiaGiro lento com margem abaixo da média Giro rápido com margem abaixo da média Giro rápido com margem acima da média Empresa;ROE Anualizado Tamanho:Alavancagem (Ativo/PL) Cor: Preço Médio das Unidades Lançadas nos 9M11 Baixa Renda - até R$ 200 mil por unidade Média Renda - entre 200 mil e 400 mil por unidade Alta Renda - acima de R$ 400 mil por unidade Setor 4 Benchmarking 1T12 – Análise Dupont 1. Margem Líquida DIRR: Ajustado por despesas (não caixa) com o programa de Stock-Options. 18,4% 1
  • 5.
    5 Foco no Resultado Setor5,8% 16,6% Setor 6,2% 18,4% Margem Líquida¹ 1T12 ROE Anualizado¹ 1T12 Setor 5,3% 2,6% Despesas Comerciais/Receita Líquida 1T12 Setor 65,7% 14,8% Divida/Patrimônio Líquido 1T12 Setor 14,0% 9,9% SG&A/Receita Líquida 1T12 Setor 25,9% 26,8% Margem Bruta 1T12 1. ROE Anualizado DIRR e Margem Líquida DIRR: Ajustados por despesas (não caixa) com o programa de Stock-Options.
  • 6.
    193 203 402 481 608 1.069 1.210 1.289 1.358 1.464 1.498 1.699 3.021 3.536 4.910 5.946 -18% -18% -15% 3% 4% 12% 16% 20% 21% 24% 25% 45% 64% 69% 73% Market Cap (10/Jul/2012- R$ milhões) CAGR 2007-2011: VGV Lançado Entre as 8 Maiores do Setor 2,23 2,92 3,61 3,79 4,85 4,90 6,17 7,12 Ranking ITC Maiores do Brasil (Milhões de m²) 8ª 7ª 2ª 6
  • 7.
    Histórico e Modelode Negócios
  • 8.
    8 Linha do Tempoe Estrutura Acionária 2010 46,7% 14,9% Filadélphia Participações S.A.1 GICTarpon2 Outros 7,0% 24,5% Ridgecrest, LLC 6,9% 155,298,749 ações ordinárias 1. Holding detida por Ricardo Valadares Gontijo e familia 2. Fundos administrados pela Tarpon Investimentos S.A.  Desenvolvimento de projetos com foco no mercado de baixa renda  Projetos industriais atuando para terceiros como construtora  Início dos projetos de grande escala para o mercado de baixa renda  Expansão das operações para PA, RO e ES IPO  Crescimento de 32% em unidades lançadas, em relação ao ano anterior  Crescimento de 57% nas vendas contratadas em relação ao ano anterior  Consolidação da posição de liderança em Manaus e Brasília  Constituição de equipe de vendas própria  Importante expansão geográfica: Brasília, Rio de Janeiro e Campinas 1981 - 2005 2006-2007 2008 2009 2010 2011  Receita Líquida recorde de R$1,1 Bi crescimento de 37%  MCMV II  Follow-on: R$ 228.8 millhões para a companhia  Aumento da liquidez das ações Próximos Passos:  Capturar importantes oportunidades no MCMV Faixa 1  Crescimento sustentável no mercado de incorporação 2012
  • 9.
    Presença geográfica  Fortepresença em mercados com elevado potencial de crescimento, menor competição e elevadas barreiras de entrada Baixa competição em mercados rentáveis Histórico consistente no mercado de baixa renda  Mais de 30 anos de experiência  Track record sólido em projeto de 0-3 salários mínimos Baixo comprometimento de capital, margens sólidas e ROIC elevado Foco em projetos de larga escala Modelo de negócios verticalizado  Expertise em empreendimentos de grande porte  Mão de obra própria  Remuneração baseada em performance  Produção padronizada e industrializada no local Operação de grande escala nos segmentos de baixa renda, com rigoroso controle de custos e margens elevadas 9 Direcional: Um Modelo Único de Negócios O melhor player no segmento de baixa renda no Brasil A companhia mais rentável e eficiente do setor de baixa renda „‟‟‟‘  Grande Eficiência e Rentabilidade ROE anualizado¹ entre os maiores do setor 1 2 3 4 ROE anualizado¹: 18,4% 1. ROE Anualizado 1T12: Lucro Líquido Ajustado Anualizado do Trimestre / Patrimônio Líquido Médio do Período (excluindo participação de não controladores em SCPs e SPEs)
  • 10.
  • 11.
    1ª Fase “MCMV” 11 Obrasda Direcional com Processo de Construção Industrial 2ª Fase “MCMV” RET 1%  Projetos: 3  Unidades: 7.391  VGV Total: R$ 380,3 MM  Projetos: 4  Unidades: 12.872  VGV Total: R$ 781,5 MM  Projetos: 9  Unidades: 3.504  VGV Total: R$ 223,9 MM  Unidades abaixo de R$ 85 mil Projetos RET 1%:  Projetos: 9  Unidades: 3.504  VGV Total: R$ 223,9 MM Total dos projetos para baixíssima renda: Projetos: 7 Unidades: 20.263 VGV Total: R$ 1.161,8 MM Projetos de Grande Porte + Processo Construtivo Industrializado Meu Orgulho 1st Phase Meu Orgulho 2nd Phase Total Ville Macaé - RJ Obras Contratadas Incorporação+ + +
  • 12.
    12 71% 67% 55%51% 49% 3T11 45% 2T11 33% 49% 4T11 1T12 51% 1T11 29% Construção Industrial¹Construção Tradicional Unidades em Construção por Método de Construção (% das unidades) 1. Utilizando o método de formas de alumínio Escala nos Canteiros de Obra  Sinergia com cadeia de fornecedores local  Maior domínio das legislações municipais  Maior assertividade na aquisição de land bank e adequação dos produtos  Redução das despesas de G&A 10 Cidades Operação Concentrada 40 Canteiros de Obra  Economia de escala: aproximadamente 900 unidades por canteiro de obra  Industrialização e verticalização do processo construtivo  Maior gestão dos custos de obra  Fidelização da mão-de-obra entre as fazes de um mesmo empreendimento. Industrialização do Processo Construtivo VÍDEO www.direcional.com.br/ir Industrialização do Processo Construtivo e Controle da Obras A Direcional busca o ganho de escala no canteiro com industrialização e verticalização
  • 13.
    Melhores resultados Maior controle dos projetos Menores despesas tributárias Melhor resultado financeiro Menores despesas SG&A Custo deobra abaixo da média do setor 13 16,72,5 Lucro Líquido¹Minoritários e Outros² (0,3) IR+CSLL (2,5) Resultado Financeiro SG&A¹ (9,9) Custo de Obra (73,2) Receita Líquida 100,0 5,8 Lucro LíquidoMinoritários e Outros² (2,4) IR+CSLL (2,7) Resultado Financeiro (1,2) SG&A (13,3) Custo de Obra (74,6) Receita Líquida 100,0 Direcional Empresas listadas na BM&F Bovespa  Processo Industrializado  Mão de Obra Própria  Sem despesas comerciais nos projetos MCMV Faixa 1  Baixa alavancagem  SFH compõe maior parte da dívida  Concentração de projetos com unidades até R$ 85 mil, RET1%  Atuação como incorporadora e construtora  Uma das melhores margens do setor aliada a um maior giro dos ativos, garantindo alto retorno sobre o PL ROE 18,4% ROE 6,2% 1. Ajustado por Stock Options; 2. Outras receitas e despesas operacionais Resultado da Direcional vs Pares (Base 100 – 1T12) Resultados Muito Acima da Média do Setor
  • 14.
     Lançamentos  Vendas Banco de Terrenos  Entregas  Estoque Destaques Operacionais (2T12)
  • 15.
    15 Destaques Operacionais Segmentação doslançamentos 1S12 (%VGV) Evolução do VGV Lançado (R$ milhões) 131 131 643 511 2T12 211 259 1T122T11 419 288 613 +20% 470+228% 143 +63% 1S12 354 259 1S11 MCMV Faixa 1 Compra de Participação Incorporação VGV Contratado (R$ milhões) 89 89 579+68% 447+237% 133 +165% 1S12 320 259 1S11 433 344 2T12 188 259 1T122T11 258 169 Incorporação MCMV Faixa 1 Compra de Participação MCMV Faixa 1 38% Popular 17% Médio 20% Médio Alto 12% Comercial 13% 28% Norte 62% Sudeste 10% Centro-Oeste Banco de Terrenos (% VGV) Baixa Renda 54% Médio-Alto 7% Médio 35% Comercial 4% ES 0,4% AM 13% MG 39% RO 5% SP 6% PA 13% DF 20% RJ 2% GO 2%
  • 16.
    16 Velocidade de Vendas 2T12 36,4% 20,9% 1T12 16,1% 4T11 31,8% 18,5% 3T11 36,7% 16,0% 2T11 18,5% ComMCMV Faixa 1Sem MCMV Faixa 1 Venda Sobre Oferta (VSO) (VGV Total - %) 2T11 77%20% 20% 18% 16% 2% 3T11 95%90% 2% 2% 1% 4T11 93%85% 6% 1% 1T12 61%10% 51% 2T12 88%88% 3 Meses 6 Meses 9 Meses 12 Meses 15 Meses 32,4% 1T12 2T12 28,3% 2011 15,8% 20105,7% Anteriores 17,8% Vendas por período de lançamento 2T12 (% VGV – Ex MCMV Faixa 1) Velocidade de vendas (% Unidades)  68% das vendas do 2T12 referem-se a vendas de unidades lançadas em trimestres anteriores;  24% do VGV vendido refere-se a empreendimentos lançados antes de 2011.
  • 17.
    Total (R$ mil) % Direcional (R$mil) 1 Total Ville Marabá - 1ª Etapa Abril Marabá - PA 57.140 57.134 524 Popular 2 Garden Club - 2ª Etapa Junho Porto Velho - RO 19.641 15.712 215 Popular 3 Setor Total Ville - 1ª Etapa Junho Santa Maria - DF 39.146 39.142 368 Popular Total 2T12 115.926 111.989 1.107 1 Weekend Club Ponta Negra Fevereiro Manaus - AM 90.960 72.768 427 Médio 2 Total Ville Manaus - Harmonia Fevereiro Manaus - AM 50.050 50.000 512 Popular 3 Riviera Residencial Clube Fevereiro Porto Velho - RO 31.800 25.440 82 Médio-Alto 4 Total Ville Bella Città - Salinas Março Marituba - PA 61.875 61.869 598 Popular Total 1T12 234.685 210.077 1.619 Total 1S12 350.612 322.066 2.726 # Unidades SegmentoEmpreendimentos Entregues - 1S12 Mês Entrega Localização VGV 17 Projetos Concluídos – 1S12
  • 18.
    Total % Direcional EmConstrução 742.809 647.327 90,7% 3.109 91,0% Concluído 79.083 66.753 9,3% 307 9,0% Total 821.892 714.079 100,0% 3.416 100,0% Estoque VGV em Estoque (R$ mil) % Status Unidades em Estoque % Status 18 Estoque  9,3 % do VGV em estoque é de empreendimentos concluídos;  91,2% das unidades em construção já foram comercializadas. 7,0% 9,3% 2T12 18,5% 1T12 2011 36,5% 2010 17,6% <2010 11,0% Unidades Concluídas Centro-Oeste 14% Sudeste 24% Norte 62% Estoque por região ( % VGV) Estoque por ano de lançamento (% VGV)
  • 19.
     Desempenho Financeiro Posição de Caixa e Dívida  Cash Burn  Resultados a Apropriar  Cálculo do Ativo Líquido - NAV Destaques Financeiros (1T12)
  • 20.
    20 Destaques Financeiros 1. MargemLíquida: Ajustado por despesas (não caixa) com o programa de Stock-Options Evolução da Receita Líquida (R$ milhões) Evolução do Lucro Líquido Ajustado¹ (R$ milhões) CAGR +80% 1T12 327 2011 1.072 2010 782 2009 378 2008 263 2007 102 22 CAGR +74% 1T12 54 16,6% 2011 199 18,5% 2010 176 22,6% 2009 85 22,5% 2008 64 24,5% 2007 21,1% Lucro Líquido Ajustado¹ Margem Líquida Ajustada¹ Evolução da Receita com Prestação de Serviços (R$ milhões) Abertura da Receita Bruta 1T12 (%) MCMV Faixa 1 97,2% Corretagem 1,4% Serviços 1,3% 2115 1T10 10% 2T10 130% 558% 2011 269 25% 2010 48 15% 1T12 98 29% 4T11 82 27% 3T11 72 24% 2T11 58 18% 1T11 57 24% 4T10 117 3T10 33 15% 12% 23% % de Receita Líquida Receita de Serviços
  • 21.
    21 Estrutura de Capital DívidaLíquida Ex-SFH -300 Dívida Líquida 192 Caixa e Equivalentes de Caixa 364 Dívida Bruta 557 SFH 493 64 Endividamento (R$ milhões) SFH 93,6% FINAME e outros 2,6% Capital de Giro 3,8% Empréstimos e Financiamentos Ex – Securitização (% Empréstimos e Financiamento) Caixa e Endividamento 1T12 4T11 1T11 D % D % (R$ mil) (a) (b) (c) (a/b) (a/c) Empréstimos e Financiamentos 556.575 473.152 348.307 17,6% 59,8% SFH 492.754 407.563 282.674 20,9% 74,3% Securitização de Recebíveis 30.080 31.847 36.429 -5,5% -17,4% FINAME e Leasing 13.707 13.076 8.611 4,8% 59,2% Capital de Giro 20.034 20.666 20.593 -3,1% -2,7% Caixa e Equivalentes 364.088 351.112 355.410 3,7% 2,4% Dívida Líquida 192.487 122.040 -7.103 57,7% n/a Dívida Líquida/ Patrimônio Líquido 14,8% 9,9% -0,6%
  • 22.
    22 Cash Burn +12% 1T12 70 4T11 28 3T11 52 2T11 34 1T11 63 4T10 101 3T10 86 2T10 55 1T10 41 4T09 33 3T09 22 2T09 25 1T09 15 Cash Burn¹ (R$milhões) D Contas a Receber Performado -6 Cash Burn 176 Cash Burn Ajustado -33 D Contas a Receber Performado 103 Cash Burn 70 Cash Burn vs D Contas a Receber Performado (R$ milhões) 2011 1T12 -38% 2011 176 2010 283 1. Cash Burn: medido pela variação da dívida líquida, deduzida dos aumentos de capital, dividendos e recompra de ações
  • 23.
    Resultado a Apropriar(R$ mil) 1T12 4T11 1T11 D % D % (a) (b) (c) (a/b) (a/c) Resultado a Apropriar Consolidado (1+2) 552.655 560.382 382.339 -1,4% 44,5% Receitas a incorrer 1.434.378 1.482.460 967.047 -3,2% 48,3% Margem Resultado de Exercícios Futuros (REF) 38,5% 37,8% 39,5% 0,7 p.p. -1,0 p.p. Resultado a Apropriar Incorporação (1) 342.617 334.100 325.687 2,5% 5,2% Receitas a incorrer 815.321 775.531 762.873 5,1% 6,9% Margem Resultado de Exercícios Futuros (REF) 42,0% 43,1% 42,7% -1,1 p.p. -0,7 p.p. Resultado a Apropriar Obras de Empreitada (2) 210.038 226.282 56.652 -7,2% 270,8% Receitas a incorrer 619.058 706.928 204.174 -12,4% 203,2% Margem Resultado de Exercícios Futuros (REF) 33,9% 32,0% 27,7% 1,9 p.p. 6,2 p.p. 23 Resultado a Apropriar (REF) Cronograma de Reconhecimento do REF (%) 1% 34% 65% 201420132012 Resultado a Apropria (REF) (R$ milhões) 343 210 4T11 560 334 226 1T11 382 326 57 -1% 553 1T12 +45% Incorporação Projetos MCMV Faixa 1
  • 24.
    24 Cálculo do AtivoLíquido - NAV 336 775 NAV 1.866 Dívida Líquida¹ -234 Terrenos em Estoque Obrigações de Construção -1.649 Vendas de Estoque Contas a Receber 2.638 Ativo Líquido - NAV (R$ milhões) NAV Total de Ações² R$ 1.866 milhões 153,7 milhões Ativo Líquido por Ação R$ 12,14 1. Dívida Líquida calculada após o pagamento de dividendos no valor de R$ 41,6 milhões; 2. Total de ações ex - tesouraria.
  • 25.
    25 Desempenho das Açõesdesde o IPO Desde o IPO DIRR3: -5,1% IBOVESPA: -17,8% IMOB: -15,2%
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    26 Aviso Declarações contidas nestecomunicado relativas às perspectivas dos negócios, projeções de resultados operacionais e financeiros e referências ao potencial de crescimento da Companhia constituem meras previsões e foram baseadas nas expectativas e estimativas da Administração em relação ao desempenho futuro da Direcional. Embora a Companhia acredite que tais previsões sejam baseadas em suposições razoáveis, ela não assegura que elas sejam alcançadas. As expectativas e estimativas que baseiam as perspectivas futuras da Companhia dependem em grande parte do comportamento do mercado, da situação econômica e política do Brasil, do nível de crédito disponível, de regulamentações governamentais existentes e futuras e do desempenho geral da economia mundial e, portanto, estão sujeitas a mudanças que fogem ao controle da Companhia e de sua Administração.
  • 27.
    27 Contatos Carlos Wollenweber Diretor Financeiroe de RI Paulo Sousa Analista de RI www.direcional.com.br ri@direcional.com.br +55 (31) 3214-6200 +55 (31) 3214-6450