SlideShare uma empresa Scribd logo
Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p.4-8 ISSN:2446-6220
Apresentação
Políticas e gestão da educação: desafios e recorrências
primeiro número do volume 1 da Laplage em Revista, traz à luz alguns desafios que, embora
tenham novos nomes, apresentam antecedentes que nasceram e se desenvolveram a partir
da lógica do capital e que influenciaram as políticas e gestão da educação em todo o mundo.
Em nível de rememoração didática, para apresentar o conjunto de trabalhos que compõem
o presente fascículo, é muito relevante considerarmos uma breve passagem sobre o seu
contexto a partir dos anos de 1980 e 1990 em diante.
Nos anos de 1980 e 1990 grandes discussões surgiram em nível mundial com a finalidade de criar ações
pontuais e “eficazes” a fim de eliminar o problema do analfabetismo, das desigualdades sociais,
destacando-se, dentre essas, o “Projeto Principal de Educação na América Latina e Caribe”. A década de
1980 foi um período marcado por uma queda nos investimentos em educação e ao final dessa década
novamente se ouvia a voz da UNESCO dizendo que 1990 seria o ano da Alfabetização, da aproximação
entre os países, visando atingir avanços significativos na melhoria e qualidade da educação mundial,
inaugurando assim a década da educação.
Nesse mesmo período o Banco Mundial decide investir em diretrizes específicas para a educação básica
de países periféricos e incidir sobre as políticas governamentais, culminando nesse mesmo ano em
Jontiem na Tailândia a elaboração da Declaração Mundial da Educação para todos. Nesse quadro
destacaram-se dois discursos: um “discurso Oficial” e “um discurso de denúncia”, onde o discurso
oficial apontava como índices significativos à quantidade de escolas inauguradas, a quantidade de
crianças matriculadas e a semelhança entre as escolas como fator de se formar uma padrão de escolas
de boa qualidade; enquanto que o discurso da denúncia apresentava a má qualidade das construções
das escolas, a realidade de classes superlotadas, dos períodos intermediários contraproducentes e dos
professores cansados e mal pagos.
E mais medidas abruptas, atinentes a uma cartilha listada por referenciais ditados por instituições além-
fronteiras não podem pretender resolver problemas tão abrangentes de um momento para o outro
como que, por encanto, ou por investimentos em formação ou treinamento de professores, a doação
de livros didáticos, a elaboração dos parâmetros Curriculares, a inserção de recuperação paralela e o
estabelecimento de um modelo (antes seriado) para ciclos ou progressão continuada fossem resolver a
problemática da educação nacional, a despeito de fatores socioeconômicos, que tanto influenciam a
totalidade da realidade brasileira, no caso da educação básica e muito menos induzir medidas de justiça
social, mediante programas de inclusão social, desprezando por conveniência as dimensões de
universalização, democratização e humanização das oportunidades sociais via instituições escolares.
O mesmo se daria com outros eventos internacionais como o Encontro de Nova Delhi (1993) – filosofia
de atenção integral à criança, encampamento da educação como responsabilidade de “todos”, a
Reunião de Kingston como projeto de melhoria da educação mundial. Enfim, tais eventos em maior ou
menor grau, financiados por organismos multilaterais difundiam o mesmo foco: elaboração de políticas
educacionais, focalização assistencialista, erradicação da pobreza, acesso à “universalização” dos
códigos da modernidade (leia-se poder de compra de tecnologias), racionalização dos gastos.
Vê-se que as políticas educacionais, a partir da reforma do Estado, seriam confundidas ou
convenientemente orientadas com políticas sociais, como medidas corretivas para uma problemática
O
.
 5 Apresentação
Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p. 4-8 ISSN: 2446-6220
gestada pelas “circunstâncias”, não identificadas como de responsabilidade do mesmo Estado. A cargo
desta correlação entre investimentos em educação e políticas sociais, organismos multilaterais como o
Banco Mundial, atrelam as correções de dívidas sociais históricas como um novo paradigma que
favorecerá o desaparecimento dos bolsões de pobreza no mundo.
A lógica do novo arranjo do mercado capitalista internacionalizado, explica o porquê de o Banco
Mundial destacar-se, principalmente na década de 1990, como agência promotora de investimentos em
setores sociais, bem como na reorientação de diretrizes educacionais em todos os âmbitos, centradas
no mesmo foco. Tal orientação centra seus esforços na oferta de uma categoria circunstanciada de
“qualidade da educação”, marcada por ações paliativas, mas que apresenta o Estado como agente
promotor de visibilidade do país, coerente com as demandas internacionais.
Enfatiza-se que a reestruturação produtiva orientada pelo novo arranjo da lógica capitalista globalizada
e a reforma do Estado, iniciada na década de 1990 serão os delimitadores das políticas e propostas
educacionais em atendimento aos requisitos da regulação do mercado, consequentemente, para a
formação de uma tipologia de cidadão pertinente aos anseios da sociedade neoliberal. Incluso neste
quadro estariam arranjos paliativos para correção de fluxo à universidade e a defesa da inclusão social
como saída para a resolução de dívidas históricas. No caso brasileiro, esta dimensão solicita a
compreensão da Educação superior no contexto o modo de produção capitalista e seus arranjos
históricos de exclusão que, evidentemente, transitando entre o pré-capitalismo e o capitalismo com
nova roupagem.
Com a assunção do governo do PT, em duas gestões (2003-2010) de Luís Inácio Lula da Silva e
atualmente da Presidenta Dilma Rousseff, atualmente em sua segunda gestão (2011-2014/2015-2018),
algumas políticas foram projetadas para grupos que até então não tinham espaços nas oportunizações
sociais e educacionais, bem como o acesso às condições materiais através de auxílios e bolsas,
entretanto, transitando entre a atenção a algumas demandas sociais e sendo fortemente pressionadas
pelo contexto global, essas gestões podem ser entendidas pelo foco do neodesenvolvimentismo, cujas
políticas continuaram a ter caráter ainda pontuado no atendimento às solicitações dos cidadãos,
particularmente no âmbito educacional, inferindo na permanência das desigualdades sociais de forma
ampla.
Sobre este aspecto a escola tem acompanhado o movimento histórico da reprodução das
desigualdades sociais, e o que é pior, muitas vezes reproduzindo-as em seu próprio seio, por meio de
uma educação formal distanciada da crítica da própria sociedade, da crítica da conscientização da
ideologia em sentido restrito, da crítica da inculcação de determinismos, que embora não naturais e
não legítimos, são assumidos como comuns e convenientes, norteando a vida escolar e controlando o
seu desdobramento.
O controle da escola como aparelho ideológico, assim como o de qualquer outra instituição, centraliza
na fragmentação da organização dos atores sociais a sua grande força, ora ratificando o ideário
hegemônico a ser privilegiado, ora evidenciando a culpabilidade de grupos ou pessoas pelo andamento
das condições desfavoráveis da infraestrutura de um país.
Todas essas constatações se materializam para mais ou para menos no interior da escola e certamente
se caracterizam como objetos de discussão para se buscar caminhos que proporcionem mudanças
substanciais que, certamente não virão sem o despertamento de consciências e pressões de vários
segmentos sociais. O norteamento do presente Dossiê traz algumas dessas discussões como desafios e
recorrências das políticas e gestão da educação e que passamos a explicitar a você, leitor.
O texto de abertura ao Dossiê, de autoria da Professora Isabel Baptista, da Universidade Católica do
Porto, Portugal discute a necessidade de inscrição prioritária da educação no seio das políticas sociais
LIMA, P.G  6
Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p.4-8 ISSN: 2446-6220
de base territorial, tendo como referência empírica o projeto “Porto Solidário”, promovido na cidade do
Porto sob o enquadramento da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica
Portuguesa (FEP/UCP). As categorias de “território” e “comunidade”, são valorizadas em toda a sua
densidade socioantropológica em uma visão pedagógica e prospetiva, sustenta-se assim que o princípio
de cooperação ou princípio de “hospitalidade social” constitui uma virtude intrínseca às práticas
comunitárias, enquanto dinâmicas de participação e de desenvolvimento locais protagonizadas por uma
vasta rede de atores.
“Políticas Públicas de Educação Infantil e o Direito à educação” é o tema seguinte, escrito pelos
professores Adriana Missae Momma-Bardela e Eric Ferdinando Kanai Passone, ambos da Faculdade de
Educação da Universidade Estadual de Campinas. A proposta dos autores é desenvolver uma leitura
crítica sobre o processo histórico da institucionalização das políticas públicas de educação infantil no
Brasil. Afirmam os autores que, nesse longo caminho, a infância foi objeto de controle das ações do
Estado e da sociedade, distante da atual noção de direito e de dever do Estado de assegurar direitos
sociais às nossas crianças. A garantia cidadã do direito à educação infantil, como conquista histórica da
mulher, dos movimentos sociais e da sociedade como um todo, retrata um avanço em termos
institucionais, culturais e sociais. As recentes formulações jurídicas em torno da educação infantil
podem ser compreendidas ora como movimento progressivo ora regressivo no que concerne ao direito
à educação dos mais novos.
Douglas Christian Ferrari de Melo e Rogério Drago da Universidade Federal do Espírito Santo discutem a
gestão democrática do cotidiano escolar a partir de alguns elementos considerados essenciais para o
processo, dentre os quais destacam-se: a participação popular no contexto educacional, a formação de
professores, a eleição direta para diretores escolares, a organização e funcionamento dos conselhos
escolares, dentre outros aspectos que contribuem para a democratização do acesso à educação de
modo equânime.
O quarto artigo de autoria de Silmara Aparecida Lopes e Jane Soares de Almeida, debate o “Estado
brasileiro e políticas públicas voltadas para educação especial e educação inclusiva”. As autoras
organizaram uma breve análise do desenvolvimento das políticas públicas voltadas para a educação
especial e educação inclusiva e do papel do Estado nesse processo, no recorte temporal de 1988 até
2013 em três partes: a concepção de Estado no capitalismo; na segunda o Estado brasileiro a partir da
década de 1990 e na terceira o desenvolvimento da educação especial e inclusiva através da análise de
documentos e legislações. Observam autoras que as contrapartidas solicitadas pelos organismos
multilaterais ao Estado Brasileiro têm sido contempladas quanto à inclusão de alunos com
“necessidades educacionais especiais” nas salas regulares com a consequente relação custo-benefício;
entretanto, é necessária a discussão em aprofundamento sobre a efetiva qualidade e devolutivas que
tais arranjos provocaram.
O quinto artigo do Professor Edson Segamarchi dos Santos tem por objetivo analisar os principais traços
que caracterizam a política de gestão de pessoal docente da Secretaria Estadual de Educação de São
Paulo (SEE/SP), a situação funcional de seus quadros docentes. O texto contempla as características que
definem os princípios que fundamentam a burocracia moderna. A análise dos dados apresentados
indica que a SEE/SP tem desenvolvido o projeto educacional de ensino na escola pública paulista, nas
últimas décadas, sob a responsabilidade majoritária de professores contratados em caráter temporário
de trabalho, considerado aqui como em um dos elementos responsáveis pela baixa qualidade da
educação aferida nas avalições padronizadas.
O sexto artigo é de autoria de Ailton Bueno Scorsoline, o qual traz como temática de discussão o
“Controle da qualidade da educação superior brasileira: modelos em transição”. Para o autor, a partir
.
 7 Apresentação
Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p. 4-8 ISSN: 2446-6220
da década de 1990 a Educação Superior Brasileira vem experimentando uma série de impactos em sua
estrutura, ocasionados por uma proposta de regulação do Estado sob a linha mestra da avaliação, como
instrumento de controle da qualidade. O texto discute as transformações nos processos de regulação
da Educação por parte do Estado Brasileiro desde a última década do século XX e a influência cada vez
mais presente de tendências internacionais com vistas à convergência de critérios e parâmetros que
levem à configuração de um “padrão de qualidade” transnacional: Acreditação da Educação Superior.
Abrindo a seção de Artigos em Demanda Contínua, Bianca Barrochelo Caiuby e Vânia Regina Boschetti
são as autoras do sétimo artigo “Uma escola de tempo integral. O trabalho reflete o sentido da
educação em tempo integral por meio de literatura especializada e da experiência concreta, por meio
de estudo de caso, a partir da realidade de uma escola estadual da cidade de Sorocaba. Oscilando entre
o passado e o presente a fim de costurar a pesquisa, o texto recorre a fundamentações e suas
problematizações sobre a temática e, traz à tona indagações e análises do que houve, o que se tem e o
que se pretende com essa proposta educativa.
O oitavo artigo, de autoria de Telma Elizabete de Moraes e Silvio César Moral Marques, discute “A
escola como espaço da educação para a cidadania: análise da proposta de Norberto Bobbio. Os autores
destacam que Norberto Bobbio vê no estado democrático o único meio capaz de colocar as pessoas em
igualdade de condições e de garantir a existência e continuidade das liberdades fundamentais,
refletindo sobre o contraste que existe entre os ideais democráticos e a “democracia real”. Daí a
necessidade de concentrar a discussão entre o que foi prometido e o efetivamente praticado, ou seja,
tentar um prognóstico sobre as “promessas” não cumpridas. Bobbio destaca que o termo democracia
apresentar-se-ia sob dois aspectos: primeiro como “um conjunto de instituições ou técnicas de
governo”, sendo essas o “sufrágio universal, regime parlamentar, reconhecimento dos direitos civis,
princípios da maioria”; em segundo lugar, como “um certo ideal a ser perseguido”. Assim, a democracia
define-se como técnica de governo e meio empregado para organizar a sociedade e, como ideal,
propõe a busca por um fim desejado, i.e., a igualdade entre os homens, somente alcançada pela
educação.
Finalizando a seção de Demanda Contínua, Paulo Gomes Lima discute a “Política educacional na
perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias contemporâneos. Para o autor, a educação como ato
político somente tem sentido quando ultrapassa a esfera do simples conhecimento da realidade e se
projeto na busca por transformá-la ao mesmo tempo em que transforma os sujeitos e suas visões de
mundo. Em nível de políticas públicas e de vivências nas unidades educacionais, a educação não pode e
nem deve ser trabalhada e vivida por meio de manifestações individualizadas como promotoras do
ideal igualitário e democrático na solidarização do capitalismo, ao contrário, se entendida como
processo que promove a emancipação do sujeito deve ser planejada e desenvolvida num contexto da
consciência coletiva, dos anseios sociais e políticos. O texto apresentado afirma que a política
educacional em Paulo Freire tem um caráter problematizador, político e dialético, visto que propõe o
rompimento da consciência ingênua e o despertamento para a consciência crítica por meio do
chamamento dos atores sociais para elencar e delinear, não somente as necessidades, mas a
possibilidade concreta de universalização da educação como direito de todos em sentido pleno, da
democracia na sociedade como condição para a existência de uma escola democrática e da justiça
social como manifestação efetiva no combate a qualquer tipo de perversidade que desqualifica e
coisifica o homem como objeto manipulável do capital.
LIMA, P.G  8
Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p.4-8 ISSN: 2446-6220
O Volume 1, número 1, inaugura a seção de Entrevistas, que traz a contribuição de Lucas Montenegro,
numa entrevista aos professores Paulo Gomes Lima e Silvio César Moral Marques que, trouxe como
principal foco a obra “Fundamentos da Educação: recortes e discussões volume II. O pensamento
pedagógico historicamente acumulado para Montenegro é tratado de forma didática na obra,
oferecendo aos leitores instrumentos para a compreensão da educação numa linha tempo bem
estruturada. A entrevista provoca e anuncia caminhos para se pensar a educação na
contemporaneidade.
A última seção do número 01 é composta da Resenha escrita por Meira Chaves Pereira, intitulada
“Pontuações sobre política científica & tecnológica no Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso
(1999-2002) ”, a partir de obra lançada pela Editora da UFGD em 2014 de autoria de Paulo Gomes Lima.
A autora da resenha destaca que a obra apresenta dados e contexto das políticas públicas que
envolveram o investimento em ciência, tecnologia e inovação e os condicionantes econômicos, políticos
e sociais no período, o que convida leitores de distintos pontos de vista a conhecerem e
problematizarem a discussão em tela.
A inauguração desse periódico nasce com o desafio de difundir e problematizar pesquisas e reflexões
na área educacional, compromisso esse assinado por toda a equipe que compõe a Comissão, Conselho
Editorial Nacional e Internacional da Laplage em Revista e referendado pela radicalidade, rigorosidade e
visão de conjunto no esforço de contribuir para construção dos saberes e fazeres científicos em
movimento da/na universidade, em diálogo recorrente e solicitações da sociedade: nossa disposição.
Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
Organizador

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...
Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...
Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...
Paulo Lima
 
Dissertação shimamoto - cap i
Dissertação   shimamoto - cap iDissertação   shimamoto - cap i
Dissertação shimamoto - cap i
Mariclei2011
 
Educação brasileira... jovens,..
Educação brasileira... jovens,..Educação brasileira... jovens,..
Educação brasileira... jovens,..
Michel Bubo ROM
 
Groppo e fernandes pro jovem
Groppo e fernandes pro jovemGroppo e fernandes pro jovem
Groppo e fernandes pro jovem
Luís Antonio Groppo
 
Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...
Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...
Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...
Universidad de la Empresa UDE
 
Estados del arte 2
Estados del arte 2Estados del arte 2
Estados del arte 2
Universidad de la Empresa UDE
 
Dualismo perverso - libaneo
Dualismo perverso -  libaneoDualismo perverso -  libaneo
Dualismo perverso - libaneo
Lais Marcelli Maia
 
O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...
O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...
O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...
cefaidreguaianases
 
O dualismo perverso da educação pública - Libaneo
O dualismo perverso da educação pública - LibaneoO dualismo perverso da educação pública - Libaneo
O dualismo perverso da educação pública - Libaneo
cefaidreguaianases
 
Cuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza Norbis
Cuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza NorbisCuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza Norbis
Cuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza Norbis
Universidad de la Empresa UDE
 
Archivo pdf
Archivo pdfArchivo pdf
CONAPE 2018 - trabalhos aprovados
CONAPE 2018 - trabalhos aprovadosCONAPE 2018 - trabalhos aprovados
CONAPE 2018 - trabalhos aprovados
SINTE Regional
 
Ensino superior em tempos de riscos cb martins
Ensino superior em tempos de riscos cb martinsEnsino superior em tempos de riscos cb martins
Ensino superior em tempos de riscos cb martins
Prof.º Carlos Lopes
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Simone
 

Mais procurados (14)

Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...
Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...
Política Educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias co...
 
Dissertação shimamoto - cap i
Dissertação   shimamoto - cap iDissertação   shimamoto - cap i
Dissertação shimamoto - cap i
 
Educação brasileira... jovens,..
Educação brasileira... jovens,..Educação brasileira... jovens,..
Educação brasileira... jovens,..
 
Groppo e fernandes pro jovem
Groppo e fernandes pro jovemGroppo e fernandes pro jovem
Groppo e fernandes pro jovem
 
Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...
Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...
Avances de investigación: Políticas Educativas, Cultura y Tecnologías de la E...
 
Estados del arte 2
Estados del arte 2Estados del arte 2
Estados del arte 2
 
Dualismo perverso - libaneo
Dualismo perverso -  libaneoDualismo perverso -  libaneo
Dualismo perverso - libaneo
 
O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...
O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...
O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para...
 
O dualismo perverso da educação pública - Libaneo
O dualismo perverso da educação pública - LibaneoO dualismo perverso da educação pública - Libaneo
O dualismo perverso da educação pública - Libaneo
 
Cuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza Norbis
Cuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza NorbisCuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza Norbis
Cuaderno de eduación 05 Dra. Lidia Barboza Norbis
 
Archivo pdf
Archivo pdfArchivo pdf
Archivo pdf
 
CONAPE 2018 - trabalhos aprovados
CONAPE 2018 - trabalhos aprovadosCONAPE 2018 - trabalhos aprovados
CONAPE 2018 - trabalhos aprovados
 
Ensino superior em tempos de riscos cb martins
Ensino superior em tempos de riscos cb martinsEnsino superior em tempos de riscos cb martins
Ensino superior em tempos de riscos cb martins
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
 

Destaque

CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:
CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:
CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:
Paulo Lima
 
Politicas de educação superior paulo gomes lima - revista avaliação
Politicas de educação superior   paulo gomes lima - revista avaliaçãoPoliticas de educação superior   paulo gomes lima - revista avaliação
Politicas de educação superior paulo gomes lima - revista avaliação
Paulo Lima
 
Education and social policies – values, concepts and practices
Education and social policies – values, concepts and practicesEducation and social policies – values, concepts and practices
Education and social policies – values, concepts and practices
Paulo Lima
 
Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...
Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...
Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...
Paulo Lima
 
Pesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados ms
Pesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados   msPesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados   ms
Pesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados ms
Paulo Lima
 
Tendencias paradigmaticas na pesquisa educacional prof. dr. paulo gomes lima
Tendencias paradigmaticas na pesquisa educacional   prof. dr. paulo gomes limaTendencias paradigmaticas na pesquisa educacional   prof. dr. paulo gomes lima
Tendencias paradigmaticas na pesquisa educacional prof. dr. paulo gomes lima
Paulo Lima
 
Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional - Revi...
Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional  - Revi...Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional  - Revi...
Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional - Revi...
Paulo Lima
 
Gestão democrática
Gestão democráticaGestão democrática
Gestão democrática
Rafael Oliveira
 
3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...
3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...
3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...
Paulo Lima
 
Gestão escolar
Gestão escolarGestão escolar
Gestao da educação escolar
Gestao da educação escolarGestao da educação escolar
Gestao da educação escolar
eliasdemoch
 
CONCEPÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLAR
CONCEPÇÕES  DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLARCONCEPÇÕES  DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLAR
CONCEPÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLAR
Valéria Barreto
 
Slides Gestão Escolar
Slides Gestão EscolarSlides Gestão Escolar
Slides Gestão Escolar
roxanessavivi
 
Sistema de Organização e Gestão escolar
Sistema de Organização e Gestão escolarSistema de Organização e Gestão escolar
Sistema de Organização e Gestão escolar
Sonia Garrido
 
Gestão Escolar
Gestão EscolarGestão Escolar
Gestão Escolar
UBIRAJARA COUTO LIMA
 
O que é gestão escolar césar tavares
O que é gestão  escolar césar tavaresO que é gestão  escolar césar tavares
O que é gestão escolar césar tavares
CÉSAR TAVARES
 
03 dimensões da gestão escolar
03 dimensões da gestão escolar03 dimensões da gestão escolar
03 dimensões da gestão escolar
Joao Balbi
 
SLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLAR
SLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLARSLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLAR
SLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLAR
ProfRibamar Campos
 

Destaque (18)

CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:
CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:
CITIZENSHIP, EDUCATION AND BRAZILIAN REALITY:
 
Politicas de educação superior paulo gomes lima - revista avaliação
Politicas de educação superior   paulo gomes lima - revista avaliaçãoPoliticas de educação superior   paulo gomes lima - revista avaliação
Politicas de educação superior paulo gomes lima - revista avaliação
 
Education and social policies – values, concepts and practices
Education and social policies – values, concepts and practicesEducation and social policies – values, concepts and practices
Education and social policies – values, concepts and practices
 
Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...
Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...
Ciudadanía, educación y la realidad brasileña: Puntos de debate y encaminamie...
 
Pesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados ms
Pesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados   msPesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados   ms
Pesquisa exploratória das políticas curriculares em dourados ms
 
Tendencias paradigmaticas na pesquisa educacional prof. dr. paulo gomes lima
Tendencias paradigmaticas na pesquisa educacional   prof. dr. paulo gomes limaTendencias paradigmaticas na pesquisa educacional   prof. dr. paulo gomes lima
Tendencias paradigmaticas na pesquisa educacional prof. dr. paulo gomes lima
 
Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional - Revi...
Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional  - Revi...Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional  - Revi...
Ciencia e epistemologia: reflexões necessárias à Pesquisa Educacional - Revi...
 
Gestão democrática
Gestão democráticaGestão democrática
Gestão democrática
 
3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...
3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...
3. Gestão escolar democrática e gestão escolar participativa - Prof. Dr. Paul...
 
Gestão escolar
Gestão escolarGestão escolar
Gestão escolar
 
Gestao da educação escolar
Gestao da educação escolarGestao da educação escolar
Gestao da educação escolar
 
CONCEPÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLAR
CONCEPÇÕES  DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLARCONCEPÇÕES  DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLAR
CONCEPÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E DE GESTÃO ESCOLAR
 
Slides Gestão Escolar
Slides Gestão EscolarSlides Gestão Escolar
Slides Gestão Escolar
 
Sistema de Organização e Gestão escolar
Sistema de Organização e Gestão escolarSistema de Organização e Gestão escolar
Sistema de Organização e Gestão escolar
 
Gestão Escolar
Gestão EscolarGestão Escolar
Gestão Escolar
 
O que é gestão escolar césar tavares
O que é gestão  escolar césar tavaresO que é gestão  escolar césar tavares
O que é gestão escolar césar tavares
 
03 dimensões da gestão escolar
03 dimensões da gestão escolar03 dimensões da gestão escolar
03 dimensões da gestão escolar
 
SLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLAR
SLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLARSLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLAR
SLIDE DE TEORIAS ADMINISTRATIVAS E GESTÃO ESCOLAR
 

Semelhante a Apresentação

Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...
Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...
Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO
 
Em poucas palavras
Em poucas palavrasEm poucas palavras
Em poucas palavras
Socorro Vieira
 
Dualismo perverso - libaneo
Dualismo perverso -  libaneoDualismo perverso -  libaneo
Dualismo perverso - libaneo
Lais Marcelli Maia
 
Desafios a edu sup
Desafios a edu supDesafios a edu sup
Desafios a edu sup
israelfaifa
 
Lima, aranda e lima estado e politicas educacionais
Lima, aranda e lima   estado e politicas educacionaisLima, aranda e lima   estado e politicas educacionais
Lima, aranda e lima estado e politicas educacionais
Mariclei2011
 
APOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.doc
APOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.docAPOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.doc
APOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.doc
DalaPereiradeAlmeida
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Simone
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Simone
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Simone
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Simone
 
Apostila de práticas pedagogicas III
Apostila de práticas pedagogicas IIIApostila de práticas pedagogicas III
Apostila de práticas pedagogicas III
UFMA e UEMA
 
Assistencia estudantil carlos daniel
Assistencia estudantil carlos danielAssistencia estudantil carlos daniel
Assistencia estudantil carlos daniel
Diario de Assistente Social
 
Groppo juventudes universitárias
Groppo juventudes universitáriasGroppo juventudes universitárias
Groppo juventudes universitárias
Luís Antonio Groppo
 
O projecto educativo de escola no contexto da globalização
O projecto educativo de escola no contexto da globalizaçãoO projecto educativo de escola no contexto da globalização
O projecto educativo de escola no contexto da globalização
Bartolomeu Varela
 
Conhecimentos pedagógicos avaliação
Conhecimentos pedagógicos avaliação Conhecimentos pedagógicos avaliação
Conhecimentos pedagógicos avaliação
Pedagoga Claudia Oliveira Andrade
 
Cie cidadania
Cie cidadaniaCie cidadania
Cie cidadania
Melissa0202
 
Disparador comissão educação elaopa 2013
Disparador comissão educação elaopa 2013Disparador comissão educação elaopa 2013
Disparador comissão educação elaopa 2013
Eduarda Bonora Kern
 
Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)
Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)
Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)
Wendel Bike
 
Professora Gilvonete Souza de Oliveira
Professora Gilvonete Souza de OliveiraProfessora Gilvonete Souza de Oliveira
Professora Gilvonete Souza de Oliveira
adelvaniasouza souza
 
A atual politica educacional brasileira
A atual politica educacional brasileiraA atual politica educacional brasileira
A atual politica educacional brasileira
Moacyr Anício
 

Semelhante a Apresentação (20)

Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...
Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...
Politicas publicas para_o_ensino_fundamental_parametros_curriculares_nacionai...
 
Em poucas palavras
Em poucas palavrasEm poucas palavras
Em poucas palavras
 
Dualismo perverso - libaneo
Dualismo perverso -  libaneoDualismo perverso -  libaneo
Dualismo perverso - libaneo
 
Desafios a edu sup
Desafios a edu supDesafios a edu sup
Desafios a edu sup
 
Lima, aranda e lima estado e politicas educacionais
Lima, aranda e lima   estado e politicas educacionaisLima, aranda e lima   estado e politicas educacionais
Lima, aranda e lima estado e politicas educacionais
 
APOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.doc
APOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.docAPOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.doc
APOSTILA DE ESTRUTURA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.doc
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
 
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 DGest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
Gest%C3%A3o Democr%C3%A1tica%5 B1%5 D
 
Apostila de práticas pedagogicas III
Apostila de práticas pedagogicas IIIApostila de práticas pedagogicas III
Apostila de práticas pedagogicas III
 
Assistencia estudantil carlos daniel
Assistencia estudantil carlos danielAssistencia estudantil carlos daniel
Assistencia estudantil carlos daniel
 
Groppo juventudes universitárias
Groppo juventudes universitáriasGroppo juventudes universitárias
Groppo juventudes universitárias
 
O projecto educativo de escola no contexto da globalização
O projecto educativo de escola no contexto da globalizaçãoO projecto educativo de escola no contexto da globalização
O projecto educativo de escola no contexto da globalização
 
Conhecimentos pedagógicos avaliação
Conhecimentos pedagógicos avaliação Conhecimentos pedagógicos avaliação
Conhecimentos pedagógicos avaliação
 
Cie cidadania
Cie cidadaniaCie cidadania
Cie cidadania
 
Disparador comissão educação elaopa 2013
Disparador comissão educação elaopa 2013Disparador comissão educação elaopa 2013
Disparador comissão educação elaopa 2013
 
Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)
Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)
Wendel Umirim-ce (Resenha politicas publicas e educação)
 
Professora Gilvonete Souza de Oliveira
Professora Gilvonete Souza de OliveiraProfessora Gilvonete Souza de Oliveira
Professora Gilvonete Souza de Oliveira
 
A atual politica educacional brasileira
A atual politica educacional brasileiraA atual politica educacional brasileira
A atual politica educacional brasileira
 

Mais de Paulo Lima

Alunos e alunas de eja
Alunos e alunas de ejaAlunos e alunas de eja
Alunos e alunas de eja
Paulo Lima
 
12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...
12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...
12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...
Paulo Lima
 
11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...
11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...
11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...
Paulo Lima
 
10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
Paulo Lima
 
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
Paulo Lima
 
8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...
8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...
8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...
Paulo Lima
 
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
Paulo Lima
 
6. Gestão curricular e coordenação pedagógica
6. Gestão curricular e coordenação pedagógica6. Gestão curricular e coordenação pedagógica
6. Gestão curricular e coordenação pedagógica
Paulo Lima
 
5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
Paulo Lima
 
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
Paulo Lima
 
2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...
2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...
2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...
Paulo Lima
 
1. diferentes concepções de gestão escolar
1. diferentes concepções de gestão escolar1. diferentes concepções de gestão escolar
1. diferentes concepções de gestão escolar
Paulo Lima
 
Slides gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...
Slides   gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...Slides   gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...
Slides gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...
Paulo Lima
 

Mais de Paulo Lima (13)

Alunos e alunas de eja
Alunos e alunas de ejaAlunos e alunas de eja
Alunos e alunas de eja
 
12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...
12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...
12. Pensamento pedagógico e gestão escolar na história da educação = Prof. Dr...
 
11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...
11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...
11.Relações entre o administrativo e o pedagógico na prática do gestor escola...
 
10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
10.Autonomia, ética e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
 
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
9.A construção do projeto político pedagógico da escola como prática de gestã...
 
8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...
8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...
8. Relação entre gestão escolar, movimentos sociais e educação popular - Prof...
 
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
 
6. Gestão curricular e coordenação pedagógica
6. Gestão curricular e coordenação pedagógica6. Gestão curricular e coordenação pedagógica
6. Gestão curricular e coordenação pedagógica
 
5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
5.Gestão escolar e formação de educadores - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
 
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
4. Políticas educacionais e gestão escolar - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
 
2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...
2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...
2. Relações entre atividades meio e atividades-fim na gestão escolar - Prof. ...
 
1. diferentes concepções de gestão escolar
1. diferentes concepções de gestão escolar1. diferentes concepções de gestão escolar
1. diferentes concepções de gestão escolar
 
Slides gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...
Slides   gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...Slides   gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...
Slides gestão escolar um olhar sobre o seu referencial teórico - anped cent...
 

Último

Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Falcão Brasil
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Esquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdf
Esquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdfEsquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdf
Esquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdf
Falcão Brasil
 
ESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS DE ÉPOCA- resumo
ESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS  DE ÉPOCA- resumoESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS  DE ÉPOCA- resumo
ESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS DE ÉPOCA- resumo
SolangeWaltre
 
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LEDPlano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
luggio9854
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Construção Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdf
Construção Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdfConstrução Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdf
Construção Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdf
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 

Último (20)

Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
Esquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdf
Esquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdfEsquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdf
Esquadrilhas de Ligação e Observação (ELO).pdf
 
ESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS DE ÉPOCA- resumo
ESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS  DE ÉPOCA- resumoESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS  DE ÉPOCA- resumo
ESCOLAS LITERÁRIAS OU ESTILOS DE ÉPOCA- resumo
 
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LEDPlano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Construção Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdf
Construção Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdfConstrução Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdf
Construção Aeronáutica no Brasil. Embraer.pdf
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 

Apresentação

  • 1. Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p.4-8 ISSN:2446-6220 Apresentação Políticas e gestão da educação: desafios e recorrências primeiro número do volume 1 da Laplage em Revista, traz à luz alguns desafios que, embora tenham novos nomes, apresentam antecedentes que nasceram e se desenvolveram a partir da lógica do capital e que influenciaram as políticas e gestão da educação em todo o mundo. Em nível de rememoração didática, para apresentar o conjunto de trabalhos que compõem o presente fascículo, é muito relevante considerarmos uma breve passagem sobre o seu contexto a partir dos anos de 1980 e 1990 em diante. Nos anos de 1980 e 1990 grandes discussões surgiram em nível mundial com a finalidade de criar ações pontuais e “eficazes” a fim de eliminar o problema do analfabetismo, das desigualdades sociais, destacando-se, dentre essas, o “Projeto Principal de Educação na América Latina e Caribe”. A década de 1980 foi um período marcado por uma queda nos investimentos em educação e ao final dessa década novamente se ouvia a voz da UNESCO dizendo que 1990 seria o ano da Alfabetização, da aproximação entre os países, visando atingir avanços significativos na melhoria e qualidade da educação mundial, inaugurando assim a década da educação. Nesse mesmo período o Banco Mundial decide investir em diretrizes específicas para a educação básica de países periféricos e incidir sobre as políticas governamentais, culminando nesse mesmo ano em Jontiem na Tailândia a elaboração da Declaração Mundial da Educação para todos. Nesse quadro destacaram-se dois discursos: um “discurso Oficial” e “um discurso de denúncia”, onde o discurso oficial apontava como índices significativos à quantidade de escolas inauguradas, a quantidade de crianças matriculadas e a semelhança entre as escolas como fator de se formar uma padrão de escolas de boa qualidade; enquanto que o discurso da denúncia apresentava a má qualidade das construções das escolas, a realidade de classes superlotadas, dos períodos intermediários contraproducentes e dos professores cansados e mal pagos. E mais medidas abruptas, atinentes a uma cartilha listada por referenciais ditados por instituições além- fronteiras não podem pretender resolver problemas tão abrangentes de um momento para o outro como que, por encanto, ou por investimentos em formação ou treinamento de professores, a doação de livros didáticos, a elaboração dos parâmetros Curriculares, a inserção de recuperação paralela e o estabelecimento de um modelo (antes seriado) para ciclos ou progressão continuada fossem resolver a problemática da educação nacional, a despeito de fatores socioeconômicos, que tanto influenciam a totalidade da realidade brasileira, no caso da educação básica e muito menos induzir medidas de justiça social, mediante programas de inclusão social, desprezando por conveniência as dimensões de universalização, democratização e humanização das oportunidades sociais via instituições escolares. O mesmo se daria com outros eventos internacionais como o Encontro de Nova Delhi (1993) – filosofia de atenção integral à criança, encampamento da educação como responsabilidade de “todos”, a Reunião de Kingston como projeto de melhoria da educação mundial. Enfim, tais eventos em maior ou menor grau, financiados por organismos multilaterais difundiam o mesmo foco: elaboração de políticas educacionais, focalização assistencialista, erradicação da pobreza, acesso à “universalização” dos códigos da modernidade (leia-se poder de compra de tecnologias), racionalização dos gastos. Vê-se que as políticas educacionais, a partir da reforma do Estado, seriam confundidas ou convenientemente orientadas com políticas sociais, como medidas corretivas para uma problemática O
  • 2. .  5 Apresentação Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p. 4-8 ISSN: 2446-6220 gestada pelas “circunstâncias”, não identificadas como de responsabilidade do mesmo Estado. A cargo desta correlação entre investimentos em educação e políticas sociais, organismos multilaterais como o Banco Mundial, atrelam as correções de dívidas sociais históricas como um novo paradigma que favorecerá o desaparecimento dos bolsões de pobreza no mundo. A lógica do novo arranjo do mercado capitalista internacionalizado, explica o porquê de o Banco Mundial destacar-se, principalmente na década de 1990, como agência promotora de investimentos em setores sociais, bem como na reorientação de diretrizes educacionais em todos os âmbitos, centradas no mesmo foco. Tal orientação centra seus esforços na oferta de uma categoria circunstanciada de “qualidade da educação”, marcada por ações paliativas, mas que apresenta o Estado como agente promotor de visibilidade do país, coerente com as demandas internacionais. Enfatiza-se que a reestruturação produtiva orientada pelo novo arranjo da lógica capitalista globalizada e a reforma do Estado, iniciada na década de 1990 serão os delimitadores das políticas e propostas educacionais em atendimento aos requisitos da regulação do mercado, consequentemente, para a formação de uma tipologia de cidadão pertinente aos anseios da sociedade neoliberal. Incluso neste quadro estariam arranjos paliativos para correção de fluxo à universidade e a defesa da inclusão social como saída para a resolução de dívidas históricas. No caso brasileiro, esta dimensão solicita a compreensão da Educação superior no contexto o modo de produção capitalista e seus arranjos históricos de exclusão que, evidentemente, transitando entre o pré-capitalismo e o capitalismo com nova roupagem. Com a assunção do governo do PT, em duas gestões (2003-2010) de Luís Inácio Lula da Silva e atualmente da Presidenta Dilma Rousseff, atualmente em sua segunda gestão (2011-2014/2015-2018), algumas políticas foram projetadas para grupos que até então não tinham espaços nas oportunizações sociais e educacionais, bem como o acesso às condições materiais através de auxílios e bolsas, entretanto, transitando entre a atenção a algumas demandas sociais e sendo fortemente pressionadas pelo contexto global, essas gestões podem ser entendidas pelo foco do neodesenvolvimentismo, cujas políticas continuaram a ter caráter ainda pontuado no atendimento às solicitações dos cidadãos, particularmente no âmbito educacional, inferindo na permanência das desigualdades sociais de forma ampla. Sobre este aspecto a escola tem acompanhado o movimento histórico da reprodução das desigualdades sociais, e o que é pior, muitas vezes reproduzindo-as em seu próprio seio, por meio de uma educação formal distanciada da crítica da própria sociedade, da crítica da conscientização da ideologia em sentido restrito, da crítica da inculcação de determinismos, que embora não naturais e não legítimos, são assumidos como comuns e convenientes, norteando a vida escolar e controlando o seu desdobramento. O controle da escola como aparelho ideológico, assim como o de qualquer outra instituição, centraliza na fragmentação da organização dos atores sociais a sua grande força, ora ratificando o ideário hegemônico a ser privilegiado, ora evidenciando a culpabilidade de grupos ou pessoas pelo andamento das condições desfavoráveis da infraestrutura de um país. Todas essas constatações se materializam para mais ou para menos no interior da escola e certamente se caracterizam como objetos de discussão para se buscar caminhos que proporcionem mudanças substanciais que, certamente não virão sem o despertamento de consciências e pressões de vários segmentos sociais. O norteamento do presente Dossiê traz algumas dessas discussões como desafios e recorrências das políticas e gestão da educação e que passamos a explicitar a você, leitor. O texto de abertura ao Dossiê, de autoria da Professora Isabel Baptista, da Universidade Católica do Porto, Portugal discute a necessidade de inscrição prioritária da educação no seio das políticas sociais
  • 3. LIMA, P.G  6 Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p.4-8 ISSN: 2446-6220 de base territorial, tendo como referência empírica o projeto “Porto Solidário”, promovido na cidade do Porto sob o enquadramento da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP/UCP). As categorias de “território” e “comunidade”, são valorizadas em toda a sua densidade socioantropológica em uma visão pedagógica e prospetiva, sustenta-se assim que o princípio de cooperação ou princípio de “hospitalidade social” constitui uma virtude intrínseca às práticas comunitárias, enquanto dinâmicas de participação e de desenvolvimento locais protagonizadas por uma vasta rede de atores. “Políticas Públicas de Educação Infantil e o Direito à educação” é o tema seguinte, escrito pelos professores Adriana Missae Momma-Bardela e Eric Ferdinando Kanai Passone, ambos da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. A proposta dos autores é desenvolver uma leitura crítica sobre o processo histórico da institucionalização das políticas públicas de educação infantil no Brasil. Afirmam os autores que, nesse longo caminho, a infância foi objeto de controle das ações do Estado e da sociedade, distante da atual noção de direito e de dever do Estado de assegurar direitos sociais às nossas crianças. A garantia cidadã do direito à educação infantil, como conquista histórica da mulher, dos movimentos sociais e da sociedade como um todo, retrata um avanço em termos institucionais, culturais e sociais. As recentes formulações jurídicas em torno da educação infantil podem ser compreendidas ora como movimento progressivo ora regressivo no que concerne ao direito à educação dos mais novos. Douglas Christian Ferrari de Melo e Rogério Drago da Universidade Federal do Espírito Santo discutem a gestão democrática do cotidiano escolar a partir de alguns elementos considerados essenciais para o processo, dentre os quais destacam-se: a participação popular no contexto educacional, a formação de professores, a eleição direta para diretores escolares, a organização e funcionamento dos conselhos escolares, dentre outros aspectos que contribuem para a democratização do acesso à educação de modo equânime. O quarto artigo de autoria de Silmara Aparecida Lopes e Jane Soares de Almeida, debate o “Estado brasileiro e políticas públicas voltadas para educação especial e educação inclusiva”. As autoras organizaram uma breve análise do desenvolvimento das políticas públicas voltadas para a educação especial e educação inclusiva e do papel do Estado nesse processo, no recorte temporal de 1988 até 2013 em três partes: a concepção de Estado no capitalismo; na segunda o Estado brasileiro a partir da década de 1990 e na terceira o desenvolvimento da educação especial e inclusiva através da análise de documentos e legislações. Observam autoras que as contrapartidas solicitadas pelos organismos multilaterais ao Estado Brasileiro têm sido contempladas quanto à inclusão de alunos com “necessidades educacionais especiais” nas salas regulares com a consequente relação custo-benefício; entretanto, é necessária a discussão em aprofundamento sobre a efetiva qualidade e devolutivas que tais arranjos provocaram. O quinto artigo do Professor Edson Segamarchi dos Santos tem por objetivo analisar os principais traços que caracterizam a política de gestão de pessoal docente da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE/SP), a situação funcional de seus quadros docentes. O texto contempla as características que definem os princípios que fundamentam a burocracia moderna. A análise dos dados apresentados indica que a SEE/SP tem desenvolvido o projeto educacional de ensino na escola pública paulista, nas últimas décadas, sob a responsabilidade majoritária de professores contratados em caráter temporário de trabalho, considerado aqui como em um dos elementos responsáveis pela baixa qualidade da educação aferida nas avalições padronizadas. O sexto artigo é de autoria de Ailton Bueno Scorsoline, o qual traz como temática de discussão o “Controle da qualidade da educação superior brasileira: modelos em transição”. Para o autor, a partir
  • 4. .  7 Apresentação Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p. 4-8 ISSN: 2446-6220 da década de 1990 a Educação Superior Brasileira vem experimentando uma série de impactos em sua estrutura, ocasionados por uma proposta de regulação do Estado sob a linha mestra da avaliação, como instrumento de controle da qualidade. O texto discute as transformações nos processos de regulação da Educação por parte do Estado Brasileiro desde a última década do século XX e a influência cada vez mais presente de tendências internacionais com vistas à convergência de critérios e parâmetros que levem à configuração de um “padrão de qualidade” transnacional: Acreditação da Educação Superior. Abrindo a seção de Artigos em Demanda Contínua, Bianca Barrochelo Caiuby e Vânia Regina Boschetti são as autoras do sétimo artigo “Uma escola de tempo integral. O trabalho reflete o sentido da educação em tempo integral por meio de literatura especializada e da experiência concreta, por meio de estudo de caso, a partir da realidade de uma escola estadual da cidade de Sorocaba. Oscilando entre o passado e o presente a fim de costurar a pesquisa, o texto recorre a fundamentações e suas problematizações sobre a temática e, traz à tona indagações e análises do que houve, o que se tem e o que se pretende com essa proposta educativa. O oitavo artigo, de autoria de Telma Elizabete de Moraes e Silvio César Moral Marques, discute “A escola como espaço da educação para a cidadania: análise da proposta de Norberto Bobbio. Os autores destacam que Norberto Bobbio vê no estado democrático o único meio capaz de colocar as pessoas em igualdade de condições e de garantir a existência e continuidade das liberdades fundamentais, refletindo sobre o contraste que existe entre os ideais democráticos e a “democracia real”. Daí a necessidade de concentrar a discussão entre o que foi prometido e o efetivamente praticado, ou seja, tentar um prognóstico sobre as “promessas” não cumpridas. Bobbio destaca que o termo democracia apresentar-se-ia sob dois aspectos: primeiro como “um conjunto de instituições ou técnicas de governo”, sendo essas o “sufrágio universal, regime parlamentar, reconhecimento dos direitos civis, princípios da maioria”; em segundo lugar, como “um certo ideal a ser perseguido”. Assim, a democracia define-se como técnica de governo e meio empregado para organizar a sociedade e, como ideal, propõe a busca por um fim desejado, i.e., a igualdade entre os homens, somente alcançada pela educação. Finalizando a seção de Demanda Contínua, Paulo Gomes Lima discute a “Política educacional na perspectiva de Paulo Freire: desafios para os dias contemporâneos. Para o autor, a educação como ato político somente tem sentido quando ultrapassa a esfera do simples conhecimento da realidade e se projeto na busca por transformá-la ao mesmo tempo em que transforma os sujeitos e suas visões de mundo. Em nível de políticas públicas e de vivências nas unidades educacionais, a educação não pode e nem deve ser trabalhada e vivida por meio de manifestações individualizadas como promotoras do ideal igualitário e democrático na solidarização do capitalismo, ao contrário, se entendida como processo que promove a emancipação do sujeito deve ser planejada e desenvolvida num contexto da consciência coletiva, dos anseios sociais e políticos. O texto apresentado afirma que a política educacional em Paulo Freire tem um caráter problematizador, político e dialético, visto que propõe o rompimento da consciência ingênua e o despertamento para a consciência crítica por meio do chamamento dos atores sociais para elencar e delinear, não somente as necessidades, mas a possibilidade concreta de universalização da educação como direito de todos em sentido pleno, da democracia na sociedade como condição para a existência de uma escola democrática e da justiça social como manifestação efetiva no combate a qualquer tipo de perversidade que desqualifica e coisifica o homem como objeto manipulável do capital.
  • 5. LIMA, P.G  8 Laplage em Revista (Sorocaba), vol. 01, n.01, jan.-abr. 2015, p.4-8 ISSN: 2446-6220 O Volume 1, número 1, inaugura a seção de Entrevistas, que traz a contribuição de Lucas Montenegro, numa entrevista aos professores Paulo Gomes Lima e Silvio César Moral Marques que, trouxe como principal foco a obra “Fundamentos da Educação: recortes e discussões volume II. O pensamento pedagógico historicamente acumulado para Montenegro é tratado de forma didática na obra, oferecendo aos leitores instrumentos para a compreensão da educação numa linha tempo bem estruturada. A entrevista provoca e anuncia caminhos para se pensar a educação na contemporaneidade. A última seção do número 01 é composta da Resenha escrita por Meira Chaves Pereira, intitulada “Pontuações sobre política científica & tecnológica no Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso (1999-2002) ”, a partir de obra lançada pela Editora da UFGD em 2014 de autoria de Paulo Gomes Lima. A autora da resenha destaca que a obra apresenta dados e contexto das políticas públicas que envolveram o investimento em ciência, tecnologia e inovação e os condicionantes econômicos, políticos e sociais no período, o que convida leitores de distintos pontos de vista a conhecerem e problematizarem a discussão em tela. A inauguração desse periódico nasce com o desafio de difundir e problematizar pesquisas e reflexões na área educacional, compromisso esse assinado por toda a equipe que compõe a Comissão, Conselho Editorial Nacional e Internacional da Laplage em Revista e referendado pela radicalidade, rigorosidade e visão de conjunto no esforço de contribuir para construção dos saberes e fazeres científicos em movimento da/na universidade, em diálogo recorrente e solicitações da sociedade: nossa disposição. Prof. Dr. Paulo Gomes Lima Organizador