O artigo analisa a história da educação brasileira, destacando a desigualdade e a mercantilização do ensino superior, e enfatiza a importância da assistência estudantil como intervenção do serviço social para promover uma sociedade mais igualitária. A assistência estudantil, embora não institucionalizada, é vista como essencial para enfrentar as contradições sociais e a exclusão do acesso à educação pelos grupos menos favorecidos. O texto discute as relações históricas entre a educação e as transformações sociais, destacando as responsabilidades do serviço social na promoção do acesso e permanência no ensino superior.