SuporteSuporte
Básico deBásico de
VidaVida
Objetivo
Identificar lesões que, no primeiro momento, não comprometem
a vida do acidentado, mas, se não forem adequadamente
tratadas, poderão comprometê-la nas horas seguintes.
Objetivos específicos:
•Quantificar os sinais vitais enfocando frequência respiratória,
frequência cardíaca e pressão arterial;
•Realizar exame céfalo-caudal, buscando através da inspeção e
palpação por sinais e sintomas indicativos de trauma.
Quantificação dos sinais vitais:
Frequência respiratória
Frequência cardíaca
Pressão arterial
Exame céfalo-caudal
Escala de coma de Glasgow*
Frequência respiratória
Adulto
Criança
Bebê
12 a 20 Inc/min
15 a 30 Inc/min
20 a 50 Inc/min
Frequência cardíaca
Adulto
Criança
Bebê
60 a 100 bpm
75 a 120 bpm
120 a 160 bpm
Alterações na frequência e volume do
pulso representam dados importantes
no atendimento pré-hospitalar.
Pressão arterial
Adulto: 120 X 80 mmHg
Análise: 140 90
+20 40 +10
120 X 80 mmHg
-20 -10
100 70
Objetivo:
Procurar, através da inspeção e palpação,
por sinais e sintomas sugestivos de
traumas, seguindo uma sequência de
prioridades, para adoção de medidas de
correção, estabilização e priorização do
transporte.
1. Cabeça
2. Pescoço
3. Tórax
4. Abdome
5. Pelve
6. Extremidades
Sinais ≠ Sintomas
Elementos da anamnese
Durante o exame céfalo-caudal devemos
obter informações da vítima e/ou
testemunhas, quando pertinentes à
situação .
A –A – Alergias;
M –M – Medicações;
P –P – Patologias prévias;
L –L – Local, eventos associados, mecanismo
do trauma e ambiente do acidente;
A –A – Alimentação, horário da última
refeição.
capacete ósseo que protege encéfaloCrânio:
Sinais e sintomasSinais e sintomas
Ânsia de vômito ou vômito
Tontura ou desmaio
Dor de cabeça intensa e persistente
Lapso de memória
Deformidades cranianas sangrantes
Sangramento pelo nariz com líquor
Sangramento pelo ouvido com líquor
Edema e equimose ao redor dos olhos
(sinal de guaxinim)
Equimose na parte posterior da orelha
(sinal de battle)
Pupilas com tamanhos diferentes
Na avaliação secundária procurar por:Na avaliação secundária procurar por:
PupilasPupilas as pupilas em condições normais são
simétricas e fotorreagentes (reagem com a luz)
Isocóricas = pupilas de mesmo tamanhoIsocóricas = pupilas de mesmo tamanho
Normais:
Pupila contraída:
Pupila dilatada:
Fotorreagentes = reagem com a luz
Ambiente escuro, ausência de
oxigenação cerebral, uso de drogas.
Ambiente iluminado, intoxicação
exógena e uso de drogas.
Anisocóricas = pupilas de tamanho diferenteAnisocóricas = pupilas de tamanho diferente
Acidente Vascular Cerebral, Trauma Crânio Encefálico
Inspecionar e palpar:Inspecionar e palpar:
Fratura de clavícula ou das três
primeiras costelas
Priapismo
Dormência, perda de
sensibilidade e/ou motricidade
Pescoço sem levantar a cabeça
Traquéia
Pulso carotídeo
Suspeitar de lesão cervical:Suspeitar de lesão cervical:
Trauma de crânio
Inspecionar à procura de:Inspecionar à procura de:
Fratura de clavícula ou das três primeiras costelas
Trauma cervical
Risco de tetraplegiaRisco de tetraplegia
Fratura da quarta a décima costela
Lesão pulmonar
Risco de pneumotóraxRisco de pneumotórax
Fratura das costelas flutuantes do hemitórax esquerdo
Lesão de baço
Risco de choque hemorrágicoRisco de choque hemorrágico
Fratura das costelas flutuantes do hemitórax direito
Lesão de fígado
Risco de choque hemorrágicoRisco de choque hemorrágico
Inspecionar à procura de:Inspecionar à procura de:
Fratura de esterno
Lesão no coração
Risco de tamponamento cardíaco (PEGUE-LEVE)Risco de tamponamento cardíaco (PEGUE-LEVE)
Ferida aspirante
Realizar curativo valvulado (curativo de três pontos)
Risco de pneumotórax hipertensivo (PEGUE-LEVE)Risco de pneumotórax hipertensivo (PEGUE-LEVE)
Inspecionar à procura de:Inspecionar à procura de:
Inspecionar a pelve a procura de:Inspecionar a pelve a procura de:
Abdome em tábua
Hemorragia interna
Evisceração
Dor a palpação com ou sem crepitação - fratura
de pelve
Grande perda sanguínea
Perna flexionada resistindo a posição anatômica
Fratura de pelve ou luxação da articulação do fêmur
Inspecionar à procura de:Inspecionar à procura de:
Irrigação sanguínea periférica (≤ 2 seg.)
Deformidade, crepitação, inchaço, dor
Coloração e temperatura entre as peles
Retirar anéis, relógio, pulseiras...
Imobilizar com talas que ultrapassem o tamanho do osso;
Não re-introduzir ossos ante a fratura exposta;
Fratura de femur:Fratura de femur:
Pés de Charles Chaplin
Deformidade na coxa
Diminuição do tamanho do membro fraturado
Imobilizar da axila ao tornozelo, externamente e da virilha
ao tornozelo, internamente.
A perna sã pode ser utilizada como tala.
Não utilizar tração de fêmur:Não utilizar tração de fêmur:
• fratura exposta;
• lesão articular (luxação e entorse);
• múltiplas fraturas.
No dorso procurar por:No dorso procurar por:
Sangramentos
Espículas ou objetos aderidos
Realizar rotação quando for posicionar a
vítima na prancha longa.
Suspeição de fraturas
Indicação de provável trauma
Avaliar quando promover rotação.
Registrar as informaçõesRegistrar as informações
Observar o princípio da hora de ouro
Iniciar transporte com a vítima estabilizada
Assegurar o suporte básico de vida
AtençãoAtenção
Vítima na prancha longa + colar cervical e coxim
Vítima presa com tirantes (excesso fixo)
Monitorar sinais vitais
Objetivo
Controlar hemorragia e prevenir estado de choque;
Conhecer noções básicas da fisiopatologia
Objetivos específicos:
•Conhecer os efeitos fisiopatológicos de uma grande hemorragia;
•Realizar contenção dos sangramentos externos com os curativos
adequados;
•Identificar e prevenir o estado de choque hemorrágico;
•Reconhecer em que circunstâncias o torniquete é indicado.
– Hemorragia é perda sanguínea para o meio extravascular.
Classificação
Conceito
 Hemorragia interna
não há solução na continuidade da pele;
o sangue fica retido em cavidades naturais ou extravasa por orifícios naturais.
 Hemorragia externa
há solução na continuidade da pele.
 Hemorragia arterial
sangue vermelho “vivo”, em forma de jato.
 Hemorragia venosa
sangue escuro, escorre na área lesionada.
Quantos litros de sangue tem um
indivíduo adulto?
E uma criança?
7% do peso “ideal”7% do peso “ideal”
9% do peso “ideal”9% do peso “ideal”
Qual a pressão arterial do adulto?
140 90
+20 40 +10
120 X 80 mmHg
-20 -10
100 70
PP = 120 – 80 = 40 mmHgPP = 120 – 80 = 40 mmHg
Qual a frequência cardíaca?
60 a 100 batimentos/min60 a 100 batimentos/min
Classificação
CLASSE I
Perda de 10% a 15% do volume sangüíneo;
Alterações mínimas na fisiologia.
CLASSE II
Perda de 15% a 30% do volume sangüíneo;
Taquicardia;
PA sistólica normal;
PA diastólica eventualmente elevada por vaso
constrição;
Pressão de pulso diminuída (PA sístole – PA diástole);
Ansiedade e;
Retardo no enchimento capilar.
Sinal precoce do choque
Classificação
CLASSE III
Perda de 30% a 40% do volume sangüíneo;
Freqüência cardíaca acima de 120 bpm;
Freqüência respiratória elevada;
Pulso fino e rápido;
Pressão de pulso diminuída onde muitas vezes não se
consegue diferenciar PA sistólica da PA diastólica;
Hipotensão arterial sistólica;
Confusão mental.
CLASSE IV
Perda acima de 40% do volume sangüíneo;
Pressão arterial praticamente indetectável;
Confusão e coma.
Estado d
Hematos
Hem
Manutenção da oxigenação encefálica
Para que as células continuem recebendo
sangue oxigenado e glicose para sobreviver e
desempenhar suas funções, faz-se necessário:
• Identificar fontes de hemorragias externas;
• Controlar a hemorragia externa;
• Prevenir o estado de choque;
• Sob orientação médica direta – médico noSob orientação médica direta – médico no
local, estabelecer acesso venoso.local, estabelecer acesso venoso.
Controle das hemorragias externas
Curativo compressivo
Torniquete
Curativo oclusivo
Lesões específicas
Princípio de Fick
Débito cardíaco ou Gasto cardíaco é o volume de sangue sendo bombeado
pelo coração em um minuto. É igual à frequência cardíaca multiplicada pelo
volume sistólico.
Portanto, se o coração está batendo 70 vezes por
minuto e a cada batimento 70 mililitros de sangue
são ejetados, o débito cardíaco é de 4900
ml/minuto.
Este valor é típico para um adulto médio em
repouso, embora o débito cardíaco possa atingir 30
litros/minuto durante exercícios extremos.
Frequência cardíaca (adulto saudável)
60 a 180 bpm
Volume sistólico (adulto saudável)
70 a 120 ml
Choque hemorrágico
Colapso do sistema cardiovascular decorrente da perda
aguda de sangue, repercutindo na inadequada perfusão e
oxigenação dos tecidos e que poderá causar à morte.
Sinais e sintomas
Conduta pré-hospitalar
SuporteSuporte
Básico deBásico de
VidaVida

Aph (parte2)

  • 1.
  • 3.
    Objetivo Identificar lesões que,no primeiro momento, não comprometem a vida do acidentado, mas, se não forem adequadamente tratadas, poderão comprometê-la nas horas seguintes. Objetivos específicos: •Quantificar os sinais vitais enfocando frequência respiratória, frequência cardíaca e pressão arterial; •Realizar exame céfalo-caudal, buscando através da inspeção e palpação por sinais e sintomas indicativos de trauma.
  • 4.
    Quantificação dos sinaisvitais: Frequência respiratória Frequência cardíaca Pressão arterial Exame céfalo-caudal Escala de coma de Glasgow*
  • 6.
    Frequência respiratória Adulto Criança Bebê 12 a20 Inc/min 15 a 30 Inc/min 20 a 50 Inc/min
  • 7.
    Frequência cardíaca Adulto Criança Bebê 60 a100 bpm 75 a 120 bpm 120 a 160 bpm Alterações na frequência e volume do pulso representam dados importantes no atendimento pré-hospitalar.
  • 8.
    Pressão arterial Adulto: 120X 80 mmHg Análise: 140 90 +20 40 +10 120 X 80 mmHg -20 -10 100 70
  • 10.
    Objetivo: Procurar, através dainspeção e palpação, por sinais e sintomas sugestivos de traumas, seguindo uma sequência de prioridades, para adoção de medidas de correção, estabilização e priorização do transporte. 1. Cabeça 2. Pescoço 3. Tórax 4. Abdome 5. Pelve 6. Extremidades Sinais ≠ Sintomas
  • 11.
    Elementos da anamnese Duranteo exame céfalo-caudal devemos obter informações da vítima e/ou testemunhas, quando pertinentes à situação . A –A – Alergias; M –M – Medicações; P –P – Patologias prévias; L –L – Local, eventos associados, mecanismo do trauma e ambiente do acidente; A –A – Alimentação, horário da última refeição.
  • 12.
    capacete ósseo queprotege encéfaloCrânio:
  • 13.
    Sinais e sintomasSinaise sintomas Ânsia de vômito ou vômito Tontura ou desmaio Dor de cabeça intensa e persistente Lapso de memória
  • 14.
    Deformidades cranianas sangrantes Sangramentopelo nariz com líquor Sangramento pelo ouvido com líquor Edema e equimose ao redor dos olhos (sinal de guaxinim) Equimose na parte posterior da orelha (sinal de battle) Pupilas com tamanhos diferentes Na avaliação secundária procurar por:Na avaliação secundária procurar por:
  • 15.
    PupilasPupilas as pupilasem condições normais são simétricas e fotorreagentes (reagem com a luz) Isocóricas = pupilas de mesmo tamanhoIsocóricas = pupilas de mesmo tamanho Normais: Pupila contraída: Pupila dilatada: Fotorreagentes = reagem com a luz Ambiente escuro, ausência de oxigenação cerebral, uso de drogas. Ambiente iluminado, intoxicação exógena e uso de drogas. Anisocóricas = pupilas de tamanho diferenteAnisocóricas = pupilas de tamanho diferente Acidente Vascular Cerebral, Trauma Crânio Encefálico
  • 16.
    Inspecionar e palpar:Inspecionare palpar: Fratura de clavícula ou das três primeiras costelas Priapismo Dormência, perda de sensibilidade e/ou motricidade Pescoço sem levantar a cabeça Traquéia Pulso carotídeo Suspeitar de lesão cervical:Suspeitar de lesão cervical: Trauma de crânio
  • 17.
    Inspecionar à procurade:Inspecionar à procura de: Fratura de clavícula ou das três primeiras costelas Trauma cervical Risco de tetraplegiaRisco de tetraplegia Fratura da quarta a décima costela Lesão pulmonar Risco de pneumotóraxRisco de pneumotórax Fratura das costelas flutuantes do hemitórax esquerdo Lesão de baço Risco de choque hemorrágicoRisco de choque hemorrágico Fratura das costelas flutuantes do hemitórax direito Lesão de fígado Risco de choque hemorrágicoRisco de choque hemorrágico
  • 18.
    Inspecionar à procurade:Inspecionar à procura de: Fratura de esterno Lesão no coração Risco de tamponamento cardíaco (PEGUE-LEVE)Risco de tamponamento cardíaco (PEGUE-LEVE) Ferida aspirante Realizar curativo valvulado (curativo de três pontos) Risco de pneumotórax hipertensivo (PEGUE-LEVE)Risco de pneumotórax hipertensivo (PEGUE-LEVE)
  • 19.
    Inspecionar à procurade:Inspecionar à procura de: Inspecionar a pelve a procura de:Inspecionar a pelve a procura de: Abdome em tábua Hemorragia interna Evisceração Dor a palpação com ou sem crepitação - fratura de pelve Grande perda sanguínea Perna flexionada resistindo a posição anatômica Fratura de pelve ou luxação da articulação do fêmur
  • 20.
    Inspecionar à procurade:Inspecionar à procura de: Irrigação sanguínea periférica (≤ 2 seg.) Deformidade, crepitação, inchaço, dor Coloração e temperatura entre as peles Retirar anéis, relógio, pulseiras... Imobilizar com talas que ultrapassem o tamanho do osso; Não re-introduzir ossos ante a fratura exposta;
  • 21.
    Fratura de femur:Fraturade femur: Pés de Charles Chaplin Deformidade na coxa Diminuição do tamanho do membro fraturado Imobilizar da axila ao tornozelo, externamente e da virilha ao tornozelo, internamente. A perna sã pode ser utilizada como tala. Não utilizar tração de fêmur:Não utilizar tração de fêmur: • fratura exposta; • lesão articular (luxação e entorse); • múltiplas fraturas.
  • 22.
    No dorso procurarpor:No dorso procurar por: Sangramentos Espículas ou objetos aderidos Realizar rotação quando for posicionar a vítima na prancha longa. Suspeição de fraturas Indicação de provável trauma Avaliar quando promover rotação.
  • 23.
    Registrar as informaçõesRegistraras informações Observar o princípio da hora de ouro Iniciar transporte com a vítima estabilizada Assegurar o suporte básico de vida AtençãoAtenção Vítima na prancha longa + colar cervical e coxim Vítima presa com tirantes (excesso fixo) Monitorar sinais vitais
  • 25.
    Objetivo Controlar hemorragia eprevenir estado de choque; Conhecer noções básicas da fisiopatologia Objetivos específicos: •Conhecer os efeitos fisiopatológicos de uma grande hemorragia; •Realizar contenção dos sangramentos externos com os curativos adequados; •Identificar e prevenir o estado de choque hemorrágico; •Reconhecer em que circunstâncias o torniquete é indicado.
  • 26.
    – Hemorragia éperda sanguínea para o meio extravascular. Classificação Conceito  Hemorragia interna não há solução na continuidade da pele; o sangue fica retido em cavidades naturais ou extravasa por orifícios naturais.  Hemorragia externa há solução na continuidade da pele.  Hemorragia arterial sangue vermelho “vivo”, em forma de jato.  Hemorragia venosa sangue escuro, escorre na área lesionada.
  • 27.
    Quantos litros desangue tem um indivíduo adulto? E uma criança? 7% do peso “ideal”7% do peso “ideal” 9% do peso “ideal”9% do peso “ideal”
  • 29.
    Qual a pressãoarterial do adulto? 140 90 +20 40 +10 120 X 80 mmHg -20 -10 100 70
  • 30.
    PP = 120– 80 = 40 mmHgPP = 120 – 80 = 40 mmHg
  • 31.
    Qual a frequênciacardíaca? 60 a 100 batimentos/min60 a 100 batimentos/min
  • 32.
    Classificação CLASSE I Perda de10% a 15% do volume sangüíneo; Alterações mínimas na fisiologia. CLASSE II Perda de 15% a 30% do volume sangüíneo; Taquicardia; PA sistólica normal; PA diastólica eventualmente elevada por vaso constrição; Pressão de pulso diminuída (PA sístole – PA diástole); Ansiedade e; Retardo no enchimento capilar. Sinal precoce do choque
  • 33.
    Classificação CLASSE III Perda de30% a 40% do volume sangüíneo; Freqüência cardíaca acima de 120 bpm; Freqüência respiratória elevada; Pulso fino e rápido; Pressão de pulso diminuída onde muitas vezes não se consegue diferenciar PA sistólica da PA diastólica; Hipotensão arterial sistólica; Confusão mental. CLASSE IV Perda acima de 40% do volume sangüíneo; Pressão arterial praticamente indetectável; Confusão e coma. Estado d Hematos Hem
  • 34.
    Manutenção da oxigenaçãoencefálica Para que as células continuem recebendo sangue oxigenado e glicose para sobreviver e desempenhar suas funções, faz-se necessário: • Identificar fontes de hemorragias externas; • Controlar a hemorragia externa; • Prevenir o estado de choque; • Sob orientação médica direta – médico noSob orientação médica direta – médico no local, estabelecer acesso venoso.local, estabelecer acesso venoso.
  • 35.
    Controle das hemorragiasexternas Curativo compressivo Torniquete Curativo oclusivo
  • 36.
  • 37.
    Princípio de Fick Débitocardíaco ou Gasto cardíaco é o volume de sangue sendo bombeado pelo coração em um minuto. É igual à frequência cardíaca multiplicada pelo volume sistólico. Portanto, se o coração está batendo 70 vezes por minuto e a cada batimento 70 mililitros de sangue são ejetados, o débito cardíaco é de 4900 ml/minuto. Este valor é típico para um adulto médio em repouso, embora o débito cardíaco possa atingir 30 litros/minuto durante exercícios extremos. Frequência cardíaca (adulto saudável) 60 a 180 bpm Volume sistólico (adulto saudável) 70 a 120 ml
  • 39.
    Choque hemorrágico Colapso dosistema cardiovascular decorrente da perda aguda de sangue, repercutindo na inadequada perfusão e oxigenação dos tecidos e que poderá causar à morte.
  • 40.
  • 41.
  • 42.