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GRADUAÇÃOEMENFERMAGEM
Prof. Enf. Nathan Pinheiro
Profª EnfªWrsola Silva
INTRODUÇÃOAOS
SINAISVITAIS
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM
 Conhecer os sinais vitais;
 Entender a importância da avaliação dos parâmetros vitais
como marcadores das condições fisiológicas do paciente no
suporte básico de vida;
 Conhecer as técnicas de aferição dos sinais vitais e
identificar os parâmetros de normalidade e anormalidade.
SINAISVITAIS
TEIXEIRA, et al. 2015
São indicadores do estado de
saúde e da garantia das funções
circulatórias, respiratória, neural
e endócrina do corpo.
DADOS
VITAIS...
AVALIAÇÃO INICIAL OU ISOLADO AVALIAÇÃO INTERMITENTE
Admissão em qualquer serviço de saúde Paciente em pós-operatório
Consulta de enfermagem Evolução na enfermagem ou UTI
Visita à Unidade de Saúde Durante anestesia e recuperação
Visita domiciliar Antes de alguns medicamentos
Admissão em serviço específico Durante procedimento de risco
Medida inicial para referência clínica de
base
Durante transporte de instáveis
Piora aguda ou intercorrência Paciente instável, em estado grave ou
piorando
Antes de qualquer procedimento de risco Após alguns medicamentos de risco
BLACKBOOK, 2016
SINAISVITAIS
Temperatura Corporal
Frequência Cardíaca/Pulso
Frequência Respiratória
Dor – DADOVITAL
Pressão Arterial
FC/PULSO
 É o latejar palpável do fluxo sanguíneo causado
pela transmissão da onda de pressão do
ventrículo esquerdo para as artérias periféricas.
 O pulso é verificado onde uma artéria possa ser
comprimida levemente contra um osso, com as
pontas de dois dedos (indicador e médio).
 Serve para avaliar a função cardíaca e perfusão
tecidual (circulação).
Deve-se avaliar:
Frequência: bpm (número de batimentos por minutos);
Ritmo (rítmico ou regular, arrítmico ou irregular);
Amplitude-Volume (cheio ou filiforme)
Conte a frequência por 60 segundos!
FC/PULSO
VALORES DE REFERÊNCIA
FC/PULSO
DIRETRIZESAHA,2020
RITMO EVOLUME
 RITMO → O intervalo entre os batimentos é igual (rítmico),
avaliação de arritmias (arrítmico ou disrítmico o intervalo é
diferente).
 VOLUME ou AMPLITUDE → Intensidade que o sangue bate
nas paredes das artérias.
 Forte e cheio: aumento da força do volume sanguíneo. Fraco
e fino – Filiforme (redução da força do volume sanguíneo).
FC/PULSO
OBSERVAÇÕES:
 Nunca usar o polegar, para evitar de sentir o próprio pulso digital;
 Locais de verificação:
 1. Paciente consciente: artéria radial (punho)
 2. Paciente Inconsciente (crianças acima de 1 ano ou adulto): Pulso
carotídeo
 Palpar a cartilagem
Tireoide e deslizar os dedos
 Lateralmente até sentir o pulso.
3. Paciente Pediátrico consciente - Pulso Braquial.
FC/PULSO
FC/PULSO
LOCAIS DEAFERIÇÃO DO PULSO
FC/PULSO
NOMENCLATURA EACHADOS
• Normocardia: Frequência normal (normocárdico).
• Bradicardia: Frequência abaixo da normalidade
(bradicárdico);
• Taquicardia: Frequência acima da normalidade
(taquicárdico);
• Taquisfigmia: Pulso fino e taquicárdico (taquisfigmo);
• Bradisfigmia: Pulso fino e bradicárdico (bradisfigmo);
(O Hospital, p.31, 2005)
FC/PULSO
FR/RESPIRAÇÃO
- “Respiração é o processo através do qual ocorre troca gasosa
entre o organismo e meio ambiente, com particular importância
na captação de oxigênio e eliminação de gás carbônico.” (O
Hospital, p .32, 2005)
- Esse mecanismo envolve:
 Ventilação - mov. dos gases para dentro e para fora dos pulmões.
 Difusão – o mov. dos gases entre os alvéolos e as hemácias
 Perfusão – a distribuição das hemácias para os capilares sanguíneos
e a partir deles.
- A avaliação da respiração inclui determinar frequência,
profundidade e ritmo e sons respiratórios.
AVALIAÇÃO DA RESPIRAÇÃO
 Frequência (FR) – movimentos respiratórios por minuto. (mrpm -
movimentos respiratórios por minuto, irpm – incursões
respiratórias por minuto);
 Profundidade – superficial ou profundo.
 Ritmo – regular ou irregular.
 Sons / ruídos respiratórios.
FR/RESPIRAÇÃO
TÉCNICA PARAVERIFICAÇÃO
 Movimentação torácica (homens, mulheres e lactentes);
 Contar número de ciclos (mov. inspiratório + mov.
expiratório) em 1 minuto;
 Registro - FR: _____ mrpm ou irpm
NÃO PERMITIR
QUE O PACIENTE
PERCEBAA
CONTAGEM!
FR/RESPIRAÇÃO
DiretrizesAHA, 2020
Fonte: AHA,2020
FR/RESPIRAÇÃO
50 - 60
NOMENCLATURAS EACHADOS
 Eupnéico – movimentos respiratórios dentro dos padrões de
normalidade.
 Apneia – parada respiratória.
 Bradipneia – respiração lenta.
 Taquipneia – respiração rápida.
 Dispneia – respiração difícil, que exige esforço aumentado e uso de
músculos acessórios.
 Hiperpneia – As respirações aumentam de profundidade. Ocorrer
normalmente durante o exercício.
FR/RESPIRAÇÃO
FATORESQUEAFETAMA RESPIRAÇÃO
FR/RESPIRAÇÃO
TEMPERATURA  A temperatura corpórea (T) é a diferença entre a
quantidade de calor produzido por processos do
corpo e a quantidade de calor perdido para o
ambiente externo.
 A temperatura do corpo é realizada com a
finalidade de obter uma temperatura média
representativa central dos tecidos corporais.
 Mantém as funções metabólicas.
 Processos celulares funcionam melhor na
temperatura de 36-38°C, mas os valores de
normalidade dependem do local de verificação.
 Depende da hidratação, atividade física, refeição,
sono e infecção.
 A elevação da temperatura acima dos níveis
normais recebe o nome de hipertermia e abaixo de
hipotermia.
TEMPERATURA
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
 É medida e registrada em graus Celsius (°C);
 Verificar o equilíbrio entre produção e
eliminação de calor;
 Indica a atividade metabólica;
 Auxiliar no diagnóstico e tratamento;
 Acompanhar evolução do paciente.
TEMPERATURA
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
Temperatura Central
• Membrana timpânica
• Esôfago
• Artéria pulmonar
• Artéria temporal
Temperatura Superfícial
 Axilas
 Pele
 Cavidade oral
 Retal
TEMPERATURA
LOCAIS DEVERIFICAÇÃO
Temperatura cutânea
Artéria Temporal
Termômetro clínico Timpânico
Esofágico
TEMPERATURA
TEMPERATURA
INSTRUMENTOS DEVERIFICAÇÃO
 TEMPERATURA AXILAR - Contraindicada nos
casos de queimaduras do tórax, furúnculos
axilares e fraturas do ombro.
TEMPERATURA
LOCAIS DEVERIFICAÇÃO
 TEMPERATURA ORAL
• Colocar abaixo da língua
Evitar:
 - Em pacientes que respirem pela
boca;
 Que tenham tomado bebidas
quente ou fria (15m anteriores);
 Que tenham cirurgias orais ou
deformidades orais;
TEMPERATURA RETAL
 Quando houver necessidade de precisão absoluta;
 Evitar em pacientes com lesões retais, hemorroidas
ou cirurgia recente e doenças cardíacas (estímulo
vagal – vasodilatação e bradicardia)
TEMPERATURA
LOCAIS DEVERIFICAÇÃO
TEMPERATURA CENTRAL
- Os locais mais utilizados para monitorização da
temperatura corporal durante a anestesia são: -
nasofaringe, membrana timpânica, reto e esôfago.
- Outros locais utilizados - bexiga, axila e artéria pulmonar,
esta última quando o paciente apresenta monitorização
hemodinâmica por meio de cateter de Swan Ganz colocado
na artéria pulmonar.
TEMPERATURA
LOCAIS DEVERIFICAÇÃO
TEMPERATURA ORAL - 36,0 a 37,4 0C
TEMPERATURATIMPÂNICA – 35,9 a 37,5 ºC
TEMPERATURA AXILAR: 35,4 a 37,2 0C
TEMPERATURA RETAL: 37 a 38 0C
TEMPERATURATEMPORAL: 36,6 a 37,8 0C
TEMPERATURA
TEMPERATURA MÉDIA NOS LOCAIS
 Hipotermia: temperatura abaixo de 35ºC.
 Afebril*Normotermia: : 35,8ºC a 37ºC
 Febrícula*Estado febril: 37,2ºC e 37,4ºC
 Febre: 37,5ºC a 38,9ºC
 Pirexia: 39ºC a 40ºC
 Hiperpirexia: > 40ºC
 Hipertermia: elevação não patológica da temperatura
(POSSO, 2006)
NOMENCLATURAS EACHADOS
TEMPERATURA
 Atividades físicas;
 Fatores Emocionais;
 Distúrbios da GlândulaTireoide;
 Alimentação;
 Ambiente;
 Vestuário;
 Efeito da ovulação sobre a temperatura;
 Medicamentos;
 Doenças.
FATORESQUEALTERAMATEMPERATURA
TEMPERATURA
 A pressão arterial é a força exercida pelo sangue contra
as paredes arteriais.
Quando o coração se contrai para
bombear o sangue para o resto do
corpo é chamada de PRESSÃO
ARTERIAL SISTÓLICA ou MÁXIMA.
A pressão do sangue nos vasos quando o
coração encontra-se na fase de
relaxamento ou “Período de Repouso” é
chamada PRESSÃO DIASTÓLICA ou
MÍNIMA.
A PressãoArterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg)
PRESSÃO
ARTERIAL
 1. Que a pressão (força) exercida pelo seu coração para
empurrar o sangue pelas artérias é igual a 120 milímetros
de mercúrio (mmHg).
 2. E que a pressão (resistência) que suas artérias estão
oferecendo à passagem do sangue é de 80 mmHg.
• Fatores constitutivos e ambientais interferem na PA.
• Normalmente ela aumenta com a idade.
PRESSÃO
ARTERIAL
UMA PRESSÃO 120x80 mmHgSIGNIFICA...
 A pressão de pulso é a diferença entre a pressão
sistólica e a diastólica
 (Ex.:Para uma pressão arterial de 114X72mmHg a
pressão de pulso é 42) (ou seja, 114 – 72 = 42
mmHg)
 Estudos sugerem que valores da PP superior a
60mmHg, podem indicar mais risco cardiovascular.
PRESSÃO
ARTERIAL
PRESSÃO DE PULSO –COMOCALCULAR
PRESSÃO
ARTERIAL
FATORES FISIOLÓGICOS DEALTERAÇÃO
 A bolsa inflável do manguito deve ter uma largura que
corresponda à 40% da circunferência do braço, sendo
que seu comprimento deve ser de 80%; manguitos
muito curtos ou estreitos podem fornecer leituras
falsamente elevadas.
 O esfigmomanômetro pode ser de coluna de
mercúrio ou digital.
PRESSÃO
ARTERIAL
INSTRUMENTO – ESFIGMOMANÔMETRO
PRESSÃO
ARTERIAL
INSTRUMENTO –
MANGUITO/BRAÇADEIRA
EXTENSÃO DO MANGUITO
PRESSÃO
ARTERIAL
INSTRUMENTOS
PRESSÃO
ARTERIAL
DIMENSÕES DO MANGUITO
OLOLIVAS
PRESSÃO
ARTERIAL
INSTRUMENTO - ESTETOSCÓPIO
Certifique-se de que o paciente NÃO:
Está com a bexiga cheia;
Praticou exercícios físicos há, pelo menos, 60
minutos;
Ingeriu bebidas alcoólicas, café ou alimentos;
Fumou nos 30 minutos anteriores.
PRESSÃO
ARTERIAL
PROCEDIMENTO DEVERIFICAÇÃO
SONS DE KOROTKOFF
PRESSÃO
ARTERIAL
FONTE: Brasil. Ministério da Saúde. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde, 2006. Disponível em>
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_basica15.pdf
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VALORES DE REFERÊNCIA
PRESSÃO
ARTERIAL
Diretrizesdeprevenção,detecção,avaliaçãoegestãodaHAS(AHA2017)
 A medição da PA em crianças é recomendada
em toda avaliação clínica após os três anos de
idade, pelo menos anualmente, como parte do
atendimento pediátrico primário.
A interpretação dos valores de PA obtidos em
crianças e adolescentes deve considerar idade,
sexo e altura.
PA –CRIANÇAS EADOLESCENTES
PRESSÃO
ARTERIAL
 Manguitos mais longos e largos são necessários em
pacientes obesos para não haver superestimação da PA.
 Em braços com circunferência superior a 50 cm, onde não há
manguito disponível, pode-se fazer a medição no antebraço,
devendo o pulso auscultado ser o radial.
PA –OBESOS
PRESSÃO
ARTERIAL
Em membros submetidos a:
• Punção venosa e infusão de líquidos;
• Intervenção cirúrgica (fístula arteriovenosa,
cateterismos, no membro do lado mastectomizado);
• Sensibilizados por patologias (AVC, trombose,
plegia) ;
• Fraturados.
NÃOVERIFICARQUANDO...
PRESSÃO
ARTERIAL
 A necessidade da dor ser reconhecida como 5° sinal vital
foi citada pela primeira vez em 1996 por James
Campbell (Presidente da Sociedade Americana de Dor).
 A Dor é um sintoma que acompanha, de forma
transversal, a generalidade das situações patológicas que
requerem cuidados de saúde. O controle eficaz da dor é
um dever dos profissionais.
 A dor é sempre subjetiva e cada indivíduo aprende a
utilizar este termo por meio de suas experiências
 Portaria nº 19, de 03 de Janeiro de 2002 - Institui no
âmbito do Sistema Único de Saúde, o Programa
Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos.
DOR
 DOR AGUDA: dura por segundos, dias ou
semanas, é considerada como um sinal de
ocorrência de uma infecção, inflamação,
traumatismo, queimadura e cirurgia.
 DOR CRÔNICA: é aquele que persiste por mais
tempo, podendo durar por meses ou anos. Pode
ser resultante, de diferentes tipos de câncer, LER
(lesões por esforços repetitivos), neuropatias,
fibromialgia e dores de coluna.
TIPOS DE DOR
DOR
ESCALA DEAVALIAÇÃO
DOR
OXIMETRIA
DE PULSO
 Oximetria de pulso é a maneira de medir quanto
oxigênio seu sangue está transportando.
 Usando um pequeno dispositivo chamado oxímetro
de pulso, seu nível de oxigênio sanguíneo pode ser
aferido sem a necessidade de puncioná-lo com uma
agulha.
AVALIAÇÃOADICIONAL
OXIMETRIA
DE PULSO
REFERÊNCIAS
TEIXEIRA, et al .VITAL SIGNS MEASUREMENT:AN INDICATOR OF
SAFE CARE DELIVEREDTO ELDERLY PATIENTS.Texto contexto -
enferm., Florianópolis , v. 24, n. 4, p. 1071-1078, Dec. 2015.
Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S01040707201
5000401071&lng=en&nrm=iso.Acesso
em: 05 mar. 2021. http://dx.doi.org/10.1590/0104-
0707201500003970014.

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AULA SINAIS VITAIS PARA ENFERMAGEM - TEORIA E PRÁTICA

  • 1. GRADUAÇÃOEMENFERMAGEM Prof. Enf. Nathan Pinheiro Profª EnfªWrsola Silva INTRODUÇÃOAOS SINAISVITAIS
  • 2. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM  Conhecer os sinais vitais;  Entender a importância da avaliação dos parâmetros vitais como marcadores das condições fisiológicas do paciente no suporte básico de vida;  Conhecer as técnicas de aferição dos sinais vitais e identificar os parâmetros de normalidade e anormalidade.
  • 3. SINAISVITAIS TEIXEIRA, et al. 2015 São indicadores do estado de saúde e da garantia das funções circulatórias, respiratória, neural e endócrina do corpo.
  • 4. DADOS VITAIS... AVALIAÇÃO INICIAL OU ISOLADO AVALIAÇÃO INTERMITENTE Admissão em qualquer serviço de saúde Paciente em pós-operatório Consulta de enfermagem Evolução na enfermagem ou UTI Visita à Unidade de Saúde Durante anestesia e recuperação Visita domiciliar Antes de alguns medicamentos Admissão em serviço específico Durante procedimento de risco Medida inicial para referência clínica de base Durante transporte de instáveis Piora aguda ou intercorrência Paciente instável, em estado grave ou piorando Antes de qualquer procedimento de risco Após alguns medicamentos de risco BLACKBOOK, 2016
  • 5. SINAISVITAIS Temperatura Corporal Frequência Cardíaca/Pulso Frequência Respiratória Dor – DADOVITAL Pressão Arterial
  • 6. FC/PULSO  É o latejar palpável do fluxo sanguíneo causado pela transmissão da onda de pressão do ventrículo esquerdo para as artérias periféricas.  O pulso é verificado onde uma artéria possa ser comprimida levemente contra um osso, com as pontas de dois dedos (indicador e médio).  Serve para avaliar a função cardíaca e perfusão tecidual (circulação).
  • 7. Deve-se avaliar: Frequência: bpm (número de batimentos por minutos); Ritmo (rítmico ou regular, arrítmico ou irregular); Amplitude-Volume (cheio ou filiforme) Conte a frequência por 60 segundos! FC/PULSO
  • 9. RITMO EVOLUME  RITMO → O intervalo entre os batimentos é igual (rítmico), avaliação de arritmias (arrítmico ou disrítmico o intervalo é diferente).  VOLUME ou AMPLITUDE → Intensidade que o sangue bate nas paredes das artérias.  Forte e cheio: aumento da força do volume sanguíneo. Fraco e fino – Filiforme (redução da força do volume sanguíneo). FC/PULSO
  • 10. OBSERVAÇÕES:  Nunca usar o polegar, para evitar de sentir o próprio pulso digital;  Locais de verificação:  1. Paciente consciente: artéria radial (punho)  2. Paciente Inconsciente (crianças acima de 1 ano ou adulto): Pulso carotídeo  Palpar a cartilagem Tireoide e deslizar os dedos  Lateralmente até sentir o pulso. 3. Paciente Pediátrico consciente - Pulso Braquial. FC/PULSO
  • 12. LOCAIS DEAFERIÇÃO DO PULSO FC/PULSO
  • 13. NOMENCLATURA EACHADOS • Normocardia: Frequência normal (normocárdico). • Bradicardia: Frequência abaixo da normalidade (bradicárdico); • Taquicardia: Frequência acima da normalidade (taquicárdico); • Taquisfigmia: Pulso fino e taquicárdico (taquisfigmo); • Bradisfigmia: Pulso fino e bradicárdico (bradisfigmo); (O Hospital, p.31, 2005) FC/PULSO
  • 14. FR/RESPIRAÇÃO - “Respiração é o processo através do qual ocorre troca gasosa entre o organismo e meio ambiente, com particular importância na captação de oxigênio e eliminação de gás carbônico.” (O Hospital, p .32, 2005) - Esse mecanismo envolve:  Ventilação - mov. dos gases para dentro e para fora dos pulmões.  Difusão – o mov. dos gases entre os alvéolos e as hemácias  Perfusão – a distribuição das hemácias para os capilares sanguíneos e a partir deles. - A avaliação da respiração inclui determinar frequência, profundidade e ritmo e sons respiratórios.
  • 15. AVALIAÇÃO DA RESPIRAÇÃO  Frequência (FR) – movimentos respiratórios por minuto. (mrpm - movimentos respiratórios por minuto, irpm – incursões respiratórias por minuto);  Profundidade – superficial ou profundo.  Ritmo – regular ou irregular.  Sons / ruídos respiratórios. FR/RESPIRAÇÃO
  • 16. TÉCNICA PARAVERIFICAÇÃO  Movimentação torácica (homens, mulheres e lactentes);  Contar número de ciclos (mov. inspiratório + mov. expiratório) em 1 minuto;  Registro - FR: _____ mrpm ou irpm NÃO PERMITIR QUE O PACIENTE PERCEBAA CONTAGEM! FR/RESPIRAÇÃO
  • 18. NOMENCLATURAS EACHADOS  Eupnéico – movimentos respiratórios dentro dos padrões de normalidade.  Apneia – parada respiratória.  Bradipneia – respiração lenta.  Taquipneia – respiração rápida.  Dispneia – respiração difícil, que exige esforço aumentado e uso de músculos acessórios.  Hiperpneia – As respirações aumentam de profundidade. Ocorrer normalmente durante o exercício. FR/RESPIRAÇÃO
  • 20. TEMPERATURA  A temperatura corpórea (T) é a diferença entre a quantidade de calor produzido por processos do corpo e a quantidade de calor perdido para o ambiente externo.  A temperatura do corpo é realizada com a finalidade de obter uma temperatura média representativa central dos tecidos corporais.
  • 21.  Mantém as funções metabólicas.  Processos celulares funcionam melhor na temperatura de 36-38°C, mas os valores de normalidade dependem do local de verificação.  Depende da hidratação, atividade física, refeição, sono e infecção.  A elevação da temperatura acima dos níveis normais recebe o nome de hipertermia e abaixo de hipotermia. TEMPERATURA CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
  • 22.  É medida e registrada em graus Celsius (°C);  Verificar o equilíbrio entre produção e eliminação de calor;  Indica a atividade metabólica;  Auxiliar no diagnóstico e tratamento;  Acompanhar evolução do paciente. TEMPERATURA CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
  • 23. Temperatura Central • Membrana timpânica • Esôfago • Artéria pulmonar • Artéria temporal Temperatura Superfícial  Axilas  Pele  Cavidade oral  Retal TEMPERATURA LOCAIS DEVERIFICAÇÃO
  • 24. Temperatura cutânea Artéria Temporal Termômetro clínico Timpânico Esofágico TEMPERATURA TEMPERATURA INSTRUMENTOS DEVERIFICAÇÃO
  • 25.  TEMPERATURA AXILAR - Contraindicada nos casos de queimaduras do tórax, furúnculos axilares e fraturas do ombro. TEMPERATURA LOCAIS DEVERIFICAÇÃO  TEMPERATURA ORAL • Colocar abaixo da língua Evitar:  - Em pacientes que respirem pela boca;  Que tenham tomado bebidas quente ou fria (15m anteriores);  Que tenham cirurgias orais ou deformidades orais;
  • 26. TEMPERATURA RETAL  Quando houver necessidade de precisão absoluta;  Evitar em pacientes com lesões retais, hemorroidas ou cirurgia recente e doenças cardíacas (estímulo vagal – vasodilatação e bradicardia) TEMPERATURA LOCAIS DEVERIFICAÇÃO
  • 27. TEMPERATURA CENTRAL - Os locais mais utilizados para monitorização da temperatura corporal durante a anestesia são: - nasofaringe, membrana timpânica, reto e esôfago. - Outros locais utilizados - bexiga, axila e artéria pulmonar, esta última quando o paciente apresenta monitorização hemodinâmica por meio de cateter de Swan Ganz colocado na artéria pulmonar. TEMPERATURA LOCAIS DEVERIFICAÇÃO
  • 28. TEMPERATURA ORAL - 36,0 a 37,4 0C TEMPERATURATIMPÂNICA – 35,9 a 37,5 ºC TEMPERATURA AXILAR: 35,4 a 37,2 0C TEMPERATURA RETAL: 37 a 38 0C TEMPERATURATEMPORAL: 36,6 a 37,8 0C TEMPERATURA TEMPERATURA MÉDIA NOS LOCAIS
  • 29.  Hipotermia: temperatura abaixo de 35ºC.  Afebril*Normotermia: : 35,8ºC a 37ºC  Febrícula*Estado febril: 37,2ºC e 37,4ºC  Febre: 37,5ºC a 38,9ºC  Pirexia: 39ºC a 40ºC  Hiperpirexia: > 40ºC  Hipertermia: elevação não patológica da temperatura (POSSO, 2006) NOMENCLATURAS EACHADOS TEMPERATURA
  • 30.  Atividades físicas;  Fatores Emocionais;  Distúrbios da GlândulaTireoide;  Alimentação;  Ambiente;  Vestuário;  Efeito da ovulação sobre a temperatura;  Medicamentos;  Doenças. FATORESQUEALTERAMATEMPERATURA TEMPERATURA
  • 31.  A pressão arterial é a força exercida pelo sangue contra as paredes arteriais. Quando o coração se contrai para bombear o sangue para o resto do corpo é chamada de PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA ou MÁXIMA. A pressão do sangue nos vasos quando o coração encontra-se na fase de relaxamento ou “Período de Repouso” é chamada PRESSÃO DIASTÓLICA ou MÍNIMA. A PressãoArterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg) PRESSÃO ARTERIAL
  • 32.  1. Que a pressão (força) exercida pelo seu coração para empurrar o sangue pelas artérias é igual a 120 milímetros de mercúrio (mmHg).  2. E que a pressão (resistência) que suas artérias estão oferecendo à passagem do sangue é de 80 mmHg. • Fatores constitutivos e ambientais interferem na PA. • Normalmente ela aumenta com a idade. PRESSÃO ARTERIAL UMA PRESSÃO 120x80 mmHgSIGNIFICA...
  • 33.  A pressão de pulso é a diferença entre a pressão sistólica e a diastólica  (Ex.:Para uma pressão arterial de 114X72mmHg a pressão de pulso é 42) (ou seja, 114 – 72 = 42 mmHg)  Estudos sugerem que valores da PP superior a 60mmHg, podem indicar mais risco cardiovascular. PRESSÃO ARTERIAL PRESSÃO DE PULSO –COMOCALCULAR
  • 35.  A bolsa inflável do manguito deve ter uma largura que corresponda à 40% da circunferência do braço, sendo que seu comprimento deve ser de 80%; manguitos muito curtos ou estreitos podem fornecer leituras falsamente elevadas.  O esfigmomanômetro pode ser de coluna de mercúrio ou digital. PRESSÃO ARTERIAL INSTRUMENTO – ESFIGMOMANÔMETRO
  • 40. Certifique-se de que o paciente NÃO: Está com a bexiga cheia; Praticou exercícios físicos há, pelo menos, 60 minutos; Ingeriu bebidas alcoólicas, café ou alimentos; Fumou nos 30 minutos anteriores. PRESSÃO ARTERIAL PROCEDIMENTO DEVERIFICAÇÃO
  • 42. FONTE: Brasil. Ministério da Saúde. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde, 2006. Disponível em> http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_basica15.pdf
  • 43. FONTE: Brasil. Ministério da Saúde. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde, 2006. Disponível em> http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_basica15.pdf
  • 45.  A medição da PA em crianças é recomendada em toda avaliação clínica após os três anos de idade, pelo menos anualmente, como parte do atendimento pediátrico primário. A interpretação dos valores de PA obtidos em crianças e adolescentes deve considerar idade, sexo e altura. PA –CRIANÇAS EADOLESCENTES PRESSÃO ARTERIAL
  • 46.
  • 47.  Manguitos mais longos e largos são necessários em pacientes obesos para não haver superestimação da PA.  Em braços com circunferência superior a 50 cm, onde não há manguito disponível, pode-se fazer a medição no antebraço, devendo o pulso auscultado ser o radial. PA –OBESOS PRESSÃO ARTERIAL
  • 48. Em membros submetidos a: • Punção venosa e infusão de líquidos; • Intervenção cirúrgica (fístula arteriovenosa, cateterismos, no membro do lado mastectomizado); • Sensibilizados por patologias (AVC, trombose, plegia) ; • Fraturados. NÃOVERIFICARQUANDO... PRESSÃO ARTERIAL
  • 49.  A necessidade da dor ser reconhecida como 5° sinal vital foi citada pela primeira vez em 1996 por James Campbell (Presidente da Sociedade Americana de Dor).  A Dor é um sintoma que acompanha, de forma transversal, a generalidade das situações patológicas que requerem cuidados de saúde. O controle eficaz da dor é um dever dos profissionais.  A dor é sempre subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências  Portaria nº 19, de 03 de Janeiro de 2002 - Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde, o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos. DOR
  • 50.  DOR AGUDA: dura por segundos, dias ou semanas, é considerada como um sinal de ocorrência de uma infecção, inflamação, traumatismo, queimadura e cirurgia.  DOR CRÔNICA: é aquele que persiste por mais tempo, podendo durar por meses ou anos. Pode ser resultante, de diferentes tipos de câncer, LER (lesões por esforços repetitivos), neuropatias, fibromialgia e dores de coluna. TIPOS DE DOR DOR
  • 52. OXIMETRIA DE PULSO  Oximetria de pulso é a maneira de medir quanto oxigênio seu sangue está transportando.  Usando um pequeno dispositivo chamado oxímetro de pulso, seu nível de oxigênio sanguíneo pode ser aferido sem a necessidade de puncioná-lo com uma agulha. AVALIAÇÃOADICIONAL
  • 54. REFERÊNCIAS TEIXEIRA, et al .VITAL SIGNS MEASUREMENT:AN INDICATOR OF SAFE CARE DELIVEREDTO ELDERLY PATIENTS.Texto contexto - enferm., Florianópolis , v. 24, n. 4, p. 1071-1078, Dec. 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S01040707201 5000401071&lng=en&nrm=iso.Acesso em: 05 mar. 2021. http://dx.doi.org/10.1590/0104- 0707201500003970014.

Notas do Editor

  1. Principais situações onde os dados vitais são avaliados.
  2. Pulso é o batimento de uma artéria sentido acima de uma saliência óssea. Quando o ventrículo esquerdo do coração contrai-se o sangue escoa através das artérias sistêmicas. Essa onde de sangue é sentida como pulso.
  3. Pulso é o batimento de uma artéria sentido acima de uma saliência óssea. Quando o ventrículo esquerdo do coração contrai-se o sangue escoa através das artérias sistêmicas. Essa onde de sangue é sentida como pulso.
  4. Entrada de oxigênio na Inspiração e eliminação de dióxido de carbono pela Expiração. Finalidade: Troca gasosa entre o sangue e o ar dos pulmões
  5. As temperaturas de algumas pessoas são bastante normais a 36,6 ou 37,3°C. Existe uma variação diurna normal de 1 ou 2° na temperatura corporal durante todo o dia; a temperatura comumente é mais baixa pela manhã e aumenta durante o dia até entre 37,3 e 37,5°C, diminuindo então durante a noite.