Este poema descreve as deambulações do sujeito poético por Lisboa ao anoitecer. Ao observar a cidade, ele reflete sobre as condições de vida dos trabalhadores e critica os aspectos da sociedade moderna como o consumismo e a burguesia. A cidade é retratada como um espaço sombrio e impuro iluminado apenas pela luz artificial. À medida que a noite cai, personagens marginais dominam as ruas e o próprio espaço se torna ameaçador para o sujeito poético.