Agronegócio
Trabalho por:
Yuri de Souza Costa
Leonardo Martins Teixeira
Daniel Gomes Silva
Turma:
Terceiro ano D
Tópicos abordados
Conceitos O mito do agro
A face “oculta” do
agro
Reforma Agrária
01 02
03 04
Conceitos
01
Por questões de clareza, é
necessário conceituar o significado
dos termos utilizados quando se
fala sobre o agronegócio.
1. Agronegócio, latifúndio/latifundiário, agricultura familiar/pequeno
produtor
2. Grilagem, jagunços
3. Bancada ruralista, reforma agrária
Conceitos
O mito do
agro
02
❝O agro é pop❞
Na versão falsa do agro, porém intensamente divulgada (através de falácias,
propagandas e até mesmo de dados questionáveis), ele se pinta como
moderno e imprescindível para nossa sociedade. Mas será mesmo?
*Relembrando que aqui se refere ao grande produtor,
latifundiário.
Segundo essa versão, o agronegócio é o que “salva” a economia brasileira, que sem ele o país estaria
pior do que está (em alguns casos nega que o Brasil vai mal das pernas). Mas segundo os geógrafos
Mitidiero Junior, que é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e presidente da
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege), e Goldfarb, pesquisadora e
vice-presidente da Abra “O Agro usa diversas estratégias para construir o consenso na sociedade
brasileira de que é o setor mais dinâmico, moderno e importante da economia brasileira. No entanto,
uma análise detalhada dos números do agro revela outra realidade. A de um setor que recebe muito e
contribui pouco com o país” (O agro não é tech, o agro não é pop e muito menos tudo, 2021, P. 1).
A face
“oculta” do
agrobusiness
03
1. Grilagem e agro como gerador de violência no campo
2. A bancada ruralista e o desmonte de órgãos públicos
3. A falsa grande participação no PIB brasileiro
4. Recebe muito, contribui pouco
5. Não gera emprego
1. Grilagem e agro como gerador de violência no campo
Lançada em abril pela Comissão Pastoral da Terra, a publicação "Conflitos no Campo Brasil 2021"
aponta o aumento da violência no campo em 2021 em relação aos anos anteriores. Houve um
aumento de 75% em relação a 2020. Além disso, em 2021 houve um aumento de 1.100% nas mortes
em consequência de conflitos no campo.
“A violência no campo está diretamente ligada à grilagem, ao agronegócio, à mineração, ao
desmatamento ilegal, ao garimpo. Diante disso, as comunidades rurais, assentamentos, aldeias e
quilombos são os que mais têm ficado vulneráveis a atos truculentos e violências de todos os tipos,
com aumento significativo na gestão do atual governo federal, já que este se coloca favorável a
atuação de empresas do agronegócio e da mineração em áreas nas quais não seria permitido”
De acordo com o artigo e os dados apresentados, é possível ver a relação e a influência que o agro
tem na violência que ocorre no campo. Diversos trabalhadores rurais são mortos anualmente em
decorrência de manterem uma postura crítica em relação às medidas que a bancada ruralista, apoiada
pelos grandes latifundiários e o atual presidente, toma.
Mas o que permite que esses casos aumentem? Bom, nos últimos anos o agro vem ganhando
liberdade suficiente para tomar atitudes como essa, além de se sentirem representados pelo atual
governo, que favorece os grandes produtores rurais (que são intimamente ligados a bancada).
2. A bancada ruralista e o desmonte de órgãos públicos
“A bancada ruralista, ou Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), é uma das maiores e mais
atuantes bancadas da Câmara dos Deputados, formada por mais de 200 deputados federais (do total
de 513) de diversos partidos
Eles representam os interesses dos grandes produtores rurais e latifundiários. Costumam articular-se
para pautar assuntos da agenda política a ser discutida na Câmara e votar em peso temas de seu
interesse. É considerada a mais influente nas discussões, articulações e negociações de políticas
públicas no âmbito do Poder Legislativo.”
Bancada ruralista na política:
“Atualmente, temos órgãos ambientais [como o IBAMA e o ICMBio] totalmente desmontados. A
fiscalização ambiental vem sendo ocupada por pessoas sem experiência e sem compromisso”, alertou
Denis Riva, presidente da Associação Nacional dos Servidores Ambientais (ASCEMA), ao Amazônia
Real. [...]
Nada disso é acidental. O desmonte da política ambiental está intimamente associado à destruição do
meio ambiente e aos interesses dos setores políticos e econômicos [como o do agronegócio] que se
beneficiam com isso. Parte dessa turma já está nos gabinetes acarpetados de Brasília, com postos de
destaque dentro do governo federal e do Congresso Nacional. A “boiada” que o ex-ministro [Ricardo
Salles] do meio ambiente sugeriu passar sobre as leis ambientais não veio de um portal
interdimensional, mas sim do projeto político [...].
O que os grandes latifundiários, apoiados pelo atual presidente e representados na bancada
ruralista, ganham com isso?
Em outras palavras, os grandes produtores rurais recebem de volta políticas públicas que perpetuam
a exploração do meio ambiente, não expandem e diminuem/atacam a demarcação de terras indígenas
e etc em prol do lucro. Por exemplo: Através da Bancada Ruralista foi ou está para ser aprovado o
chamado Pacote da Destruição, que inclui os seguintes Projetos de Lei: PL do Veneno, PL da
Grilagem, PL do Licenciamento Ambiental e PL da Mineração em Terras Indígenas.
OUtro caso foi quando jornalistas do portal De Olho nos Ruralistas enviaram um pedido de
informações ao Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para compor o dossiê
sobre financiamento da bancada ruralista, a IPA (cérebro pensante por trás da FPA, vulgo Bancada
Ruralista) informou ao portal ter “ficado sabendo” sobre perguntas exigindo acesso aos dados.
*Através da Lei de Acesso à Informação (LAI) a população pode
recorrer aos dados não divulgados do governo, foi o que os jornalistas
fizeram.
Alguns das informações expostas através do portal De Olho nos Ruralistas:
Durante o governo de Jair Bolsonaro, empresas do
setor se reuniram pelo menos 278 vezes com
membros do alto escalão do Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
SOB BOLSONARO, INSTITUTO PENSAR AGRO
E MINISTÉRIO SE MISTURAM
3. A falsa grande participação para o PIB brasileiro
O [artigo] analisa a participação do agro no Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com a tabela a seguir, a
agropecuária compõe a menor fração do PIB brasileiro. Os dados mostram que, em média, o agro contribuiu
com apenas 5,4% do PIB, enquanto o setor industrial com 25,5% e o setor de serviços 52,4%. Ou seja, o
setor que mais produz mercadorias para exportação é o que menos contribui na composição dos valores do
cálculo geral de produção de riqueza.
Mas e quanto aos números gigantescos que afirmam que o agronegócio é o principal contribuidor
para o PIB brasileiro?
Segundo os geógrafos Marco Antonio e Yamila Goldfarb, o agronegócio começou a calcular o próprio
PIB utilizando metodologias muito específicas e pouco claras.
Para sedimentar a narrativa de que o ‘Agro é tudo’, inventaram o ‘Produto Interno Bruto do Agronegócio’.
De acordo com tal cálculo, o agro seria responsável por mais de um quarto do PIB nacional, sendo que, em
2019, totalizou 20,5% e, em 2020, alcançou 26,6% do PIB. Como é possível saltar de uma participação na
casa dos 5% ao ano para 26%? [...]
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura ‘Luiz de
Queiroz’ (Esalq/USP), é o responsável pelo cálculo do ‘PIB do Agro’.
Em uma operação de multiplicação dos pães e peixes outros setores porteira afora foram aglutinados no
cálculo. Nessa metodologia, calcula-se a soma dos valores da produção agropecuária básica/primária, dos
insumos para atividade, da agroindústria (processamento) e do que eles chamaram de agrosserviços
4. Recebe muito, contribui pouco
O artigo “O agro não é tech, o agro não é pop e muito menos tudo”, citado anteriormente, desmente
a narrativa de que o agro é a maior força econômica do Brasil. E entre diversos aspectos abordados
na pesquisa, os geógrafos fazem o questionamento: Por que o Brasil precisa comprar produtos de
fácil produção nacional?
Os dados de importações de produtos agropecuários mostram outro aspecto das trocas comerciais
brasileiras. Os quatro principais produtos agropecuários que o país comprou, em 2019, foram: trigo (1,4 bi
dólares), peixes (1,1 bi dólares), produtos hortícolas, raízes e tubérculos (1 bi), e papel (850 milhões de
dólares). Para nenhum desses produtos existem grandes limitações para produção nacional. Mesmo com
imenso superávit comercial entre os produtos do agro, por que o Brasil precisa comprar produtos de fácil
produção nacional? [...]. A resposta não é difícil: a falta de uma política agrícola que assegure a soberania
alimentar e demais interesses da economia nacional tem permitido que produtores rurais priorizem o lucro
obtido com exportações, elevando a importação onerosa e descabida para compensar a falta do produto no
mercado interno.
Analisando as exportações de matérias-primas, o Brasil isenta a exportação de matéria-prima bruta
por meio da Lei Kandir. Pagar imposto não é um hábito comum para os ruralistas, observam os
pesquisadores, o que conduz a exportações de mercadorias sem nenhuma industrialização.
No Brasil, o sistema nacional de créditos é a principal política agropecuária e é realizado pelo Plano Safra.
Os créditos são ofertados por instituições públicas e privadas para custeio, investimento, comercialização
e industrialização e são distribuídos segundo categorias:
- O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para os pequenos produtores
familiares.
- Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) para os médios e para as demais
categorias nas quais se encaixam, principalmente, os grandes produtores, o agro.
Os dados da tabela mostram que os “demais”, ou seja, o agronegócio, é quem mais se beneficia. No
Plano Safra 2019/2020, enquanto o Pronaf, que congrega o maior universo de produtores no campo
brasileiro, recebeu 29 bilhões de reais, o Pronamp recebeu 27,9 bilhões e o agro 134,8 bilhões.
A desigualdade na distribuição dos créditos é potencializada ao se olhar para os dados de número de contratos, mostra o
estudo. O Pronaf, que respondeu a 1.416.064 milhão de contratos, ficou somente com 12,8% dos recursos; o Pronamp, com
186.363 mil dos contratos e com 12,4% dos créditos; e os demais, que correspondem a apenas 328.066 mil contratos,
receberam 59,9% da totalidade dos créditos. “Isso resulta em uma imensa concentração de recursos nas mãos de um pequeno
número de produtores rurais, em sua imensa maioria representantes do agro”, avaliam Goldfarb e Mitidiero.
Além de ser profundamente privilegiado na distribuição de recursos públicos, o agronegócio deixa pouco
para o Brasil, ou seja, é um setor pouco tributado.
Como se vê na tabela, em 2014, ano em que mais impostos foram pagos, as Atividades de Agricultura,
Pecuária e Serviços relacionados desembolsaram apenas 85 mil reais com imposto sobre exportações. O
Brasil deixa de arrecadar, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cartografia, R$ 2 bilhões por ano em
impostos na área rural.
5. Não gera emprego
A máxima de que o “Agro é pop” e gera empregos no Brasil também não se sustenta em nenhuma
base de dados. Em 2020, durante a pandemia, o setor agropecuário não parou, com crescimento na
produção alcançando recordes nas colheitas e na exportação de commodities. Contudo, 185.477 mil
trabalhadores perderam seus empregos nessa safra, segundo dados da Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE. Em 2020, quando o país bateu recordes de
produção agrícola e pecuária, os preços dos alimentos também subiram de forma avassaladora e a
fome voltou a ser uma realidade.
Reforma
agrária
04
1. Propaganda negativa
2. MST e reforma agrária popular
1. Propaganda negativa
Não é incomum nos depararmos com afirmações que dizem que as “invasões” (termo propositalmente
pejorativo) do MST são feitas por “vagabundos” e que são truculentas. Através dessas falas se cria
uma imagem negativa sobre o movimento, uma imagem de que é desorganizado, bagunçado e que só
atrapalha trabalhadores comuns, mas essas afirmações são totalmente descabidas e não se sustentam
diante da realidade.
O movimento é composto por trabalhadores comuns. "Nenhuma família vai para uma ocupação, pisar
no barro, viver em um barraco de lona, em todas as condições que existem em uma ocupação, por
escolha, ou porque é "vagabundo", ou porque quer afrontar ou tomar o que é dos outros, nada disso.
Elas vão porque é a realidade com a qual elas se deparam” diz Natália Szermeta, dirigente do
Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, a repórter do Brasil de Fato.
2. MST e Reforma Agrária Popular
O que é o MST?
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) surgiu em 1984 e em mais de 30 anos,
obteve conquistas significativas. Ele é o principal movimento social que propõe Reforma Agrária
Popular. Para além das ações de ocupações de latifúndio, o movimento tem um projeto amplo de
preservação dos recursos naturais, promoção da agroecologia e produção de alimentos saudáveis.
Quais seus objetivos?
O MST também luta pela Reforma Agrária, que não é, como muitos dizem, "tirar” a terra das pessoas
comuns. Os pequenos produtores (seja você, seu vô, seu tio, familiar/conhecido, etc.) não vão perder
suas terras. Quando se fala em distribuição de terras, se fala principalmente dos latifundiários, que
concentram territórios imensos. Para noções de proporção, menos de 1% das propriedades rurais
concentram quase metade de toda a área rural do Brasil, segundo pesquisas da Oxfam.
Ações do MST na pandemia
Durante a pandemia, MST organizou diversas doações para o combate à fome em diversos estados
brasileiros. A seguir algumas das movimentações:
Meado de 2021*
Meados de 2022*
2021* 2020*
Bibliografia:
Artigos base para construção argumentativa:
Agropecuária e Agronegócio: Qual a diferença entre elas? Sygma Sistemas, 2021. Disponível em:
<https://www.sygmasistemas.com.br/agropecuaria-e-agronegocio/>. Acesso em: 10 set, 2022.
O que é o agronegócio:
Quem é o agronegócio:
Terras e desigualdade. Oxfam. Disponível em: <https://www.oxfam.org.br/justica-social-e-economica/terras-e-desigualdade/>. Acesso em: 10
set, 2022.
PONTES, Nádia. Quem produz os alimentos que chegam à mesa do brasileiro? ASBRAER. Disponível em:
<http://www.asbraer.org.br/index.php/rede-de-noticias/item/3510-quem-produz-os-alimentos-que-chegam-a-mesa-do-
brasileiro#:~:text=Quando%20se%20consideram%20alimentos%20consumidos,%2C%20milho%2C%20leite%2C%20batata>. Acesso em: 10
set, 2022.
Desmistificando a falsa propaganda do agro:
MERLINO, Tatiana. Os números mostram: agronegócio recebe muitos recursos e contribui pouco para o país. O joio e o trigo, 2021. Disponível
em: <https://ojoioeotrigo.com.br/2021/10/os-numeros-mostram-agronegocio-recebe-muitos-recursos-e-contribui-pouco-para-o-pais/>.
Acesso em: 10 set, 2022
MOREIRA, Anelize. Agronegócio, ultraprocessados, destruição ambiental e doenças crônicas: qual a relação? Brasil de Fato,2022. Disponível
em: <https://www.brasildefato.com.br/2022/03/23/agronegocio-ultraprocessados-destruicao-ambiental-e-doencas-cronicas-qual-a-relacao>.
Acesso em: 10 set, 2022.
Bancada ruralista tem poderes para derrubar ou manter presidentes. MST, 2017. Disponível em: <https://mst.org.br/2017/09/28/bancada-
ruralista-tem-poderes-para-derrubar-ou-manter-presidentes/>. Acesso em: 10 set, 2022.
De Olho nos Ruralistas lança dossiê sobre financiamento da bancada ruralista. De Olho nos Ruralistas, 2021. Disponível em:
<https://deolhonosruralistas.com.br/2022/07/18/de-olho-nos-ruralistas-lanca-dossie-sobre-financiamento-da-bancada-ruralista/>. Acesso
em: 10 set, 2022.
Bancada Ruralista:
RAMOS, Mariana F. Passando a Boiada: 12 das 45 prioridades do governo no Congresso são no campo. De Olho nos Ruralistas, 2022.
Disponível em: <https://deolhonosruralistas.com.br/2022/02/10/passando-a-boiada-12-das-45-prioridades-do-governo-no-congresso-sao-
no-campo/>. Acesso em: 10 set, 2022
FUHRMANN, Leonardo. Financiadores da bancada ruralista pilotam também campanha pró-agrotóxicos. De Olho nos Ruralistas, 2019.
Disponível em: <https://deolhonosruralistas.com.br/2019/05/21/financiadores-da-bancada-ruralista-pilotam-tambem-campanha-pro-
agrotoxicos/>. Acesso em: 10 set, 2022.
GOULD, Larissa. Ponto a ponto: conheça o plano de Reforma Agrária Popular defendido pelo MST. Brasil de Fato, 2020. Disponível em:
<https://www.brasildefato.com.br/2020/06/15/ponto-a-ponto-conheca-o-plano-de-reforma-agraria-popular-defendido-pelo-mst>. Acesso
em: 10 set, 2022.
Reforma Agrária:
Artigos, notícias e reportagens citadas nos slides (em ordem):
DUARTE, Isadora. Bolsonaro à bancada ruralista: 'Esse governo é de vocês'. Estadão, 2019. Disponível em:
<https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,bolsonaro-a-bancada-ruralista-esse-governo-e-de-voces,70002904662>. Acesso em: 10 set,
2022.
CARVALHO, Elen. "A violência no campo está diretamente ligada à grilagem, ao agronegócio", diz dirigente do MST. Brasil de Fato, 2022.
Disponível em: <https://www.brasildefatoba.com.br/2022/05/23/a-violencia-no-campo-esta-diretamente-ligada-a-grilagem-ao-agronegocio-
diz-dirigente-do-mst>. Acesso em: 10 set, 2022.
SASAKI, Fábio. O poder da bancada ruralista no Congresso. Guia do Estudante, 2017. Disponível em:
<https://guiadoestudante.abril.com.br/coluna/atualidades-vestibular/o-poder-da-bancada-ruralista-no-congresso/>. Acesso em: 10 set,
2022.
Desmonte da fiscalização marca gestão Bolsonaro no meio ambiente. Climainfo, 2022. Disponível em:
<https://climainfo.org.br/2022/09/13/desmonte-da-fiscalizacao-marca-gestao-bolsonaro-no-meio-ambiente/>. Acesso em: 10 set, 2022.
De Olho nos Ruralistas lança dossiê sobre financiamento da bancada ruralista. De Olho nos Ruralistas, 2021. Disponível em:
<https://deolhonosruralistas.com.br/2022/07/18/de-olho-nos-ruralistas-lanca-dossie-sobre-financiamento-da-bancada-ruralista/>. Acesso
em: 10 set, 2022.
MERLINO, Tatiana. Os números mostram: agronegócio recebe muitos recursos e contribui pouco para o país. O joio e o trigo, 2021. Disponível
em: <https://ojoioeotrigo.com.br/2021/10/os-numeros-mostram-agronegocio-recebe-muitos-recursos-e-contribui-pouco-para-o-pais/>.
Acesso em: 10 set, 2022
Doações do MST:
MST prepara doação de mais de 50 toneladas de alimentos nesta sexta (22) no Paraná. Brasil de Fato, 2022. Disponível em:
<https://www.brasildefato.com.br/2022/07/21/mst-prepara-doacao-de-mais-de-50-toneladas-de-alimentos-nesta-sexta-22-no-parana>.
Acesso em: 10 set, 2022.
MST doa 1 milhão de marmitas e 5 mil toneladas de alimentos durante a pandemia. Brasil de Fato, 2021. Disponível em:
<https://www.brasildefato.com.br/2021/07/08/mst-doa-1-milhao-de-marmitas-e-5-mil-toneladas-de-alimentos-durante-a-pandemia>.
Acesso em: 10 set, 2022.
Famílias do MST partilham 30 toneladas de alimentos na região Norte do Paraná. MST, 2021. Disponível em:
<https://mst.org.br/2021/12/23/familias-do-mst-partilham-30-toneladas-de-alimentos-na-regiao-norte-do-parana/>. Acesso em: 10 set,
2022.
MST e MTST: Você realmente conhece esses movimentos? Brasil de Fato, 2018. Disponível em:
<https://www.brasildefato.com.br/2018/10/25/mst-e-mtst-voce-realmente-conhece-essas-organizacoes>. Acesso em: 10 set, 2022.
Com ação em Londrina, MST chega a quase 500 toneladas de alimentos distribuídos no PR. Brasil de Fato, 2020. Disponível em:
<https://www.brasildefato.com.br/2020/12/23/com-acao-em-londrina-mst-chega-a-quase-500-toneladas-de-alimentos-distribuidos-no-pr>.
Acesso em: 10 set, 2022.

Agronegocio.pptx

  • 1.
    Agronegócio Trabalho por: Yuri deSouza Costa Leonardo Martins Teixeira Daniel Gomes Silva Turma: Terceiro ano D
  • 2.
    Tópicos abordados Conceitos Omito do agro A face “oculta” do agro Reforma Agrária 01 02 03 04
  • 3.
  • 4.
    Por questões declareza, é necessário conceituar o significado dos termos utilizados quando se fala sobre o agronegócio.
  • 5.
    1. Agronegócio, latifúndio/latifundiário,agricultura familiar/pequeno produtor 2. Grilagem, jagunços 3. Bancada ruralista, reforma agrária Conceitos
  • 6.
  • 7.
    ❝O agro épop❞ Na versão falsa do agro, porém intensamente divulgada (através de falácias, propagandas e até mesmo de dados questionáveis), ele se pinta como moderno e imprescindível para nossa sociedade. Mas será mesmo? *Relembrando que aqui se refere ao grande produtor, latifundiário.
  • 8.
    Segundo essa versão,o agronegócio é o que “salva” a economia brasileira, que sem ele o país estaria pior do que está (em alguns casos nega que o Brasil vai mal das pernas). Mas segundo os geógrafos Mitidiero Junior, que é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege), e Goldfarb, pesquisadora e vice-presidente da Abra “O Agro usa diversas estratégias para construir o consenso na sociedade brasileira de que é o setor mais dinâmico, moderno e importante da economia brasileira. No entanto, uma análise detalhada dos números do agro revela outra realidade. A de um setor que recebe muito e contribui pouco com o país” (O agro não é tech, o agro não é pop e muito menos tudo, 2021, P. 1).
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    1. Grilagem eagro como gerador de violência no campo 2. A bancada ruralista e o desmonte de órgãos públicos 3. A falsa grande participação no PIB brasileiro 4. Recebe muito, contribui pouco 5. Não gera emprego
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    1. Grilagem eagro como gerador de violência no campo
  • 12.
    Lançada em abrilpela Comissão Pastoral da Terra, a publicação "Conflitos no Campo Brasil 2021" aponta o aumento da violência no campo em 2021 em relação aos anos anteriores. Houve um aumento de 75% em relação a 2020. Além disso, em 2021 houve um aumento de 1.100% nas mortes em consequência de conflitos no campo. “A violência no campo está diretamente ligada à grilagem, ao agronegócio, à mineração, ao desmatamento ilegal, ao garimpo. Diante disso, as comunidades rurais, assentamentos, aldeias e quilombos são os que mais têm ficado vulneráveis a atos truculentos e violências de todos os tipos, com aumento significativo na gestão do atual governo federal, já que este se coloca favorável a atuação de empresas do agronegócio e da mineração em áreas nas quais não seria permitido”
  • 13.
    De acordo como artigo e os dados apresentados, é possível ver a relação e a influência que o agro tem na violência que ocorre no campo. Diversos trabalhadores rurais são mortos anualmente em decorrência de manterem uma postura crítica em relação às medidas que a bancada ruralista, apoiada pelos grandes latifundiários e o atual presidente, toma. Mas o que permite que esses casos aumentem? Bom, nos últimos anos o agro vem ganhando liberdade suficiente para tomar atitudes como essa, além de se sentirem representados pelo atual governo, que favorece os grandes produtores rurais (que são intimamente ligados a bancada).
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    2. A bancadaruralista e o desmonte de órgãos públicos
  • 15.
    “A bancada ruralista,ou Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), é uma das maiores e mais atuantes bancadas da Câmara dos Deputados, formada por mais de 200 deputados federais (do total de 513) de diversos partidos Eles representam os interesses dos grandes produtores rurais e latifundiários. Costumam articular-se para pautar assuntos da agenda política a ser discutida na Câmara e votar em peso temas de seu interesse. É considerada a mais influente nas discussões, articulações e negociações de políticas públicas no âmbito do Poder Legislativo.” Bancada ruralista na política:
  • 16.
    “Atualmente, temos órgãosambientais [como o IBAMA e o ICMBio] totalmente desmontados. A fiscalização ambiental vem sendo ocupada por pessoas sem experiência e sem compromisso”, alertou Denis Riva, presidente da Associação Nacional dos Servidores Ambientais (ASCEMA), ao Amazônia Real. [...] Nada disso é acidental. O desmonte da política ambiental está intimamente associado à destruição do meio ambiente e aos interesses dos setores políticos e econômicos [como o do agronegócio] que se beneficiam com isso. Parte dessa turma já está nos gabinetes acarpetados de Brasília, com postos de destaque dentro do governo federal e do Congresso Nacional. A “boiada” que o ex-ministro [Ricardo Salles] do meio ambiente sugeriu passar sobre as leis ambientais não veio de um portal interdimensional, mas sim do projeto político [...]. O que os grandes latifundiários, apoiados pelo atual presidente e representados na bancada ruralista, ganham com isso?
  • 17.
    Em outras palavras,os grandes produtores rurais recebem de volta políticas públicas que perpetuam a exploração do meio ambiente, não expandem e diminuem/atacam a demarcação de terras indígenas e etc em prol do lucro. Por exemplo: Através da Bancada Ruralista foi ou está para ser aprovado o chamado Pacote da Destruição, que inclui os seguintes Projetos de Lei: PL do Veneno, PL da Grilagem, PL do Licenciamento Ambiental e PL da Mineração em Terras Indígenas. OUtro caso foi quando jornalistas do portal De Olho nos Ruralistas enviaram um pedido de informações ao Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para compor o dossiê sobre financiamento da bancada ruralista, a IPA (cérebro pensante por trás da FPA, vulgo Bancada Ruralista) informou ao portal ter “ficado sabendo” sobre perguntas exigindo acesso aos dados. *Através da Lei de Acesso à Informação (LAI) a população pode recorrer aos dados não divulgados do governo, foi o que os jornalistas fizeram.
  • 18.
    Alguns das informaçõesexpostas através do portal De Olho nos Ruralistas: Durante o governo de Jair Bolsonaro, empresas do setor se reuniram pelo menos 278 vezes com membros do alto escalão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). SOB BOLSONARO, INSTITUTO PENSAR AGRO E MINISTÉRIO SE MISTURAM
  • 19.
    3. A falsagrande participação para o PIB brasileiro
  • 20.
    O [artigo] analisaa participação do agro no Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com a tabela a seguir, a agropecuária compõe a menor fração do PIB brasileiro. Os dados mostram que, em média, o agro contribuiu com apenas 5,4% do PIB, enquanto o setor industrial com 25,5% e o setor de serviços 52,4%. Ou seja, o setor que mais produz mercadorias para exportação é o que menos contribui na composição dos valores do cálculo geral de produção de riqueza.
  • 22.
    Mas e quantoaos números gigantescos que afirmam que o agronegócio é o principal contribuidor para o PIB brasileiro? Segundo os geógrafos Marco Antonio e Yamila Goldfarb, o agronegócio começou a calcular o próprio PIB utilizando metodologias muito específicas e pouco claras. Para sedimentar a narrativa de que o ‘Agro é tudo’, inventaram o ‘Produto Interno Bruto do Agronegócio’. De acordo com tal cálculo, o agro seria responsável por mais de um quarto do PIB nacional, sendo que, em 2019, totalizou 20,5% e, em 2020, alcançou 26,6% do PIB. Como é possível saltar de uma participação na casa dos 5% ao ano para 26%? [...] O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura ‘Luiz de Queiroz’ (Esalq/USP), é o responsável pelo cálculo do ‘PIB do Agro’. Em uma operação de multiplicação dos pães e peixes outros setores porteira afora foram aglutinados no cálculo. Nessa metodologia, calcula-se a soma dos valores da produção agropecuária básica/primária, dos insumos para atividade, da agroindústria (processamento) e do que eles chamaram de agrosserviços
  • 23.
    4. Recebe muito,contribui pouco
  • 24.
    O artigo “Oagro não é tech, o agro não é pop e muito menos tudo”, citado anteriormente, desmente a narrativa de que o agro é a maior força econômica do Brasil. E entre diversos aspectos abordados na pesquisa, os geógrafos fazem o questionamento: Por que o Brasil precisa comprar produtos de fácil produção nacional? Os dados de importações de produtos agropecuários mostram outro aspecto das trocas comerciais brasileiras. Os quatro principais produtos agropecuários que o país comprou, em 2019, foram: trigo (1,4 bi dólares), peixes (1,1 bi dólares), produtos hortícolas, raízes e tubérculos (1 bi), e papel (850 milhões de dólares). Para nenhum desses produtos existem grandes limitações para produção nacional. Mesmo com imenso superávit comercial entre os produtos do agro, por que o Brasil precisa comprar produtos de fácil produção nacional? [...]. A resposta não é difícil: a falta de uma política agrícola que assegure a soberania alimentar e demais interesses da economia nacional tem permitido que produtores rurais priorizem o lucro obtido com exportações, elevando a importação onerosa e descabida para compensar a falta do produto no mercado interno.
  • 25.
    Analisando as exportaçõesde matérias-primas, o Brasil isenta a exportação de matéria-prima bruta por meio da Lei Kandir. Pagar imposto não é um hábito comum para os ruralistas, observam os pesquisadores, o que conduz a exportações de mercadorias sem nenhuma industrialização. No Brasil, o sistema nacional de créditos é a principal política agropecuária e é realizado pelo Plano Safra. Os créditos são ofertados por instituições públicas e privadas para custeio, investimento, comercialização e industrialização e são distribuídos segundo categorias: - O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para os pequenos produtores familiares. - Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) para os médios e para as demais categorias nas quais se encaixam, principalmente, os grandes produtores, o agro.
  • 26.
    Os dados databela mostram que os “demais”, ou seja, o agronegócio, é quem mais se beneficia. No Plano Safra 2019/2020, enquanto o Pronaf, que congrega o maior universo de produtores no campo brasileiro, recebeu 29 bilhões de reais, o Pronamp recebeu 27,9 bilhões e o agro 134,8 bilhões. A desigualdade na distribuição dos créditos é potencializada ao se olhar para os dados de número de contratos, mostra o estudo. O Pronaf, que respondeu a 1.416.064 milhão de contratos, ficou somente com 12,8% dos recursos; o Pronamp, com 186.363 mil dos contratos e com 12,4% dos créditos; e os demais, que correspondem a apenas 328.066 mil contratos, receberam 59,9% da totalidade dos créditos. “Isso resulta em uma imensa concentração de recursos nas mãos de um pequeno número de produtores rurais, em sua imensa maioria representantes do agro”, avaliam Goldfarb e Mitidiero.
  • 27.
    Além de serprofundamente privilegiado na distribuição de recursos públicos, o agronegócio deixa pouco para o Brasil, ou seja, é um setor pouco tributado. Como se vê na tabela, em 2014, ano em que mais impostos foram pagos, as Atividades de Agricultura, Pecuária e Serviços relacionados desembolsaram apenas 85 mil reais com imposto sobre exportações. O Brasil deixa de arrecadar, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cartografia, R$ 2 bilhões por ano em impostos na área rural.
  • 28.
    5. Não geraemprego
  • 29.
    A máxima deque o “Agro é pop” e gera empregos no Brasil também não se sustenta em nenhuma base de dados. Em 2020, durante a pandemia, o setor agropecuário não parou, com crescimento na produção alcançando recordes nas colheitas e na exportação de commodities. Contudo, 185.477 mil trabalhadores perderam seus empregos nessa safra, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE. Em 2020, quando o país bateu recordes de produção agrícola e pecuária, os preços dos alimentos também subiram de forma avassaladora e a fome voltou a ser uma realidade.
  • 30.
  • 31.
    1. Propaganda negativa 2.MST e reforma agrária popular
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  • 33.
    Não é incomumnos depararmos com afirmações que dizem que as “invasões” (termo propositalmente pejorativo) do MST são feitas por “vagabundos” e que são truculentas. Através dessas falas se cria uma imagem negativa sobre o movimento, uma imagem de que é desorganizado, bagunçado e que só atrapalha trabalhadores comuns, mas essas afirmações são totalmente descabidas e não se sustentam diante da realidade. O movimento é composto por trabalhadores comuns. "Nenhuma família vai para uma ocupação, pisar no barro, viver em um barraco de lona, em todas as condições que existem em uma ocupação, por escolha, ou porque é "vagabundo", ou porque quer afrontar ou tomar o que é dos outros, nada disso. Elas vão porque é a realidade com a qual elas se deparam” diz Natália Szermeta, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, a repórter do Brasil de Fato.
  • 34.
    2. MST eReforma Agrária Popular
  • 35.
    O que éo MST? O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) surgiu em 1984 e em mais de 30 anos, obteve conquistas significativas. Ele é o principal movimento social que propõe Reforma Agrária Popular. Para além das ações de ocupações de latifúndio, o movimento tem um projeto amplo de preservação dos recursos naturais, promoção da agroecologia e produção de alimentos saudáveis. Quais seus objetivos? O MST também luta pela Reforma Agrária, que não é, como muitos dizem, "tirar” a terra das pessoas comuns. Os pequenos produtores (seja você, seu vô, seu tio, familiar/conhecido, etc.) não vão perder suas terras. Quando se fala em distribuição de terras, se fala principalmente dos latifundiários, que concentram territórios imensos. Para noções de proporção, menos de 1% das propriedades rurais concentram quase metade de toda a área rural do Brasil, segundo pesquisas da Oxfam.
  • 36.
    Ações do MSTna pandemia Durante a pandemia, MST organizou diversas doações para o combate à fome em diversos estados brasileiros. A seguir algumas das movimentações: Meado de 2021* Meados de 2022*
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  • 38.
    Bibliografia: Artigos base paraconstrução argumentativa: Agropecuária e Agronegócio: Qual a diferença entre elas? Sygma Sistemas, 2021. Disponível em: <https://www.sygmasistemas.com.br/agropecuaria-e-agronegocio/>. Acesso em: 10 set, 2022. O que é o agronegócio: Quem é o agronegócio: Terras e desigualdade. Oxfam. Disponível em: <https://www.oxfam.org.br/justica-social-e-economica/terras-e-desigualdade/>. Acesso em: 10 set, 2022. PONTES, Nádia. Quem produz os alimentos que chegam à mesa do brasileiro? ASBRAER. Disponível em: <http://www.asbraer.org.br/index.php/rede-de-noticias/item/3510-quem-produz-os-alimentos-que-chegam-a-mesa-do- brasileiro#:~:text=Quando%20se%20consideram%20alimentos%20consumidos,%2C%20milho%2C%20leite%2C%20batata>. Acesso em: 10 set, 2022. Desmistificando a falsa propaganda do agro: MERLINO, Tatiana. Os números mostram: agronegócio recebe muitos recursos e contribui pouco para o país. O joio e o trigo, 2021. Disponível em: <https://ojoioeotrigo.com.br/2021/10/os-numeros-mostram-agronegocio-recebe-muitos-recursos-e-contribui-pouco-para-o-pais/>. Acesso em: 10 set, 2022
  • 39.
    MOREIRA, Anelize. Agronegócio,ultraprocessados, destruição ambiental e doenças crônicas: qual a relação? Brasil de Fato,2022. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2022/03/23/agronegocio-ultraprocessados-destruicao-ambiental-e-doencas-cronicas-qual-a-relacao>. Acesso em: 10 set, 2022. Bancada ruralista tem poderes para derrubar ou manter presidentes. MST, 2017. Disponível em: <https://mst.org.br/2017/09/28/bancada- ruralista-tem-poderes-para-derrubar-ou-manter-presidentes/>. Acesso em: 10 set, 2022. De Olho nos Ruralistas lança dossiê sobre financiamento da bancada ruralista. De Olho nos Ruralistas, 2021. Disponível em: <https://deolhonosruralistas.com.br/2022/07/18/de-olho-nos-ruralistas-lanca-dossie-sobre-financiamento-da-bancada-ruralista/>. Acesso em: 10 set, 2022. Bancada Ruralista: RAMOS, Mariana F. Passando a Boiada: 12 das 45 prioridades do governo no Congresso são no campo. De Olho nos Ruralistas, 2022. Disponível em: <https://deolhonosruralistas.com.br/2022/02/10/passando-a-boiada-12-das-45-prioridades-do-governo-no-congresso-sao- no-campo/>. Acesso em: 10 set, 2022 FUHRMANN, Leonardo. Financiadores da bancada ruralista pilotam também campanha pró-agrotóxicos. De Olho nos Ruralistas, 2019. Disponível em: <https://deolhonosruralistas.com.br/2019/05/21/financiadores-da-bancada-ruralista-pilotam-tambem-campanha-pro- agrotoxicos/>. Acesso em: 10 set, 2022.
  • 40.
    GOULD, Larissa. Pontoa ponto: conheça o plano de Reforma Agrária Popular defendido pelo MST. Brasil de Fato, 2020. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2020/06/15/ponto-a-ponto-conheca-o-plano-de-reforma-agraria-popular-defendido-pelo-mst>. Acesso em: 10 set, 2022. Reforma Agrária: Artigos, notícias e reportagens citadas nos slides (em ordem): DUARTE, Isadora. Bolsonaro à bancada ruralista: 'Esse governo é de vocês'. Estadão, 2019. Disponível em: <https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,bolsonaro-a-bancada-ruralista-esse-governo-e-de-voces,70002904662>. Acesso em: 10 set, 2022. CARVALHO, Elen. "A violência no campo está diretamente ligada à grilagem, ao agronegócio", diz dirigente do MST. Brasil de Fato, 2022. Disponível em: <https://www.brasildefatoba.com.br/2022/05/23/a-violencia-no-campo-esta-diretamente-ligada-a-grilagem-ao-agronegocio- diz-dirigente-do-mst>. Acesso em: 10 set, 2022. SASAKI, Fábio. O poder da bancada ruralista no Congresso. Guia do Estudante, 2017. Disponível em: <https://guiadoestudante.abril.com.br/coluna/atualidades-vestibular/o-poder-da-bancada-ruralista-no-congresso/>. Acesso em: 10 set, 2022. Desmonte da fiscalização marca gestão Bolsonaro no meio ambiente. Climainfo, 2022. Disponível em: <https://climainfo.org.br/2022/09/13/desmonte-da-fiscalizacao-marca-gestao-bolsonaro-no-meio-ambiente/>. Acesso em: 10 set, 2022.
  • 41.
    De Olho nosRuralistas lança dossiê sobre financiamento da bancada ruralista. De Olho nos Ruralistas, 2021. Disponível em: <https://deolhonosruralistas.com.br/2022/07/18/de-olho-nos-ruralistas-lanca-dossie-sobre-financiamento-da-bancada-ruralista/>. Acesso em: 10 set, 2022. MERLINO, Tatiana. Os números mostram: agronegócio recebe muitos recursos e contribui pouco para o país. O joio e o trigo, 2021. Disponível em: <https://ojoioeotrigo.com.br/2021/10/os-numeros-mostram-agronegocio-recebe-muitos-recursos-e-contribui-pouco-para-o-pais/>. Acesso em: 10 set, 2022 Doações do MST: MST prepara doação de mais de 50 toneladas de alimentos nesta sexta (22) no Paraná. Brasil de Fato, 2022. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2022/07/21/mst-prepara-doacao-de-mais-de-50-toneladas-de-alimentos-nesta-sexta-22-no-parana>. Acesso em: 10 set, 2022. MST doa 1 milhão de marmitas e 5 mil toneladas de alimentos durante a pandemia. Brasil de Fato, 2021. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2021/07/08/mst-doa-1-milhao-de-marmitas-e-5-mil-toneladas-de-alimentos-durante-a-pandemia>. Acesso em: 10 set, 2022. Famílias do MST partilham 30 toneladas de alimentos na região Norte do Paraná. MST, 2021. Disponível em: <https://mst.org.br/2021/12/23/familias-do-mst-partilham-30-toneladas-de-alimentos-na-regiao-norte-do-parana/>. Acesso em: 10 set, 2022. MST e MTST: Você realmente conhece esses movimentos? Brasil de Fato, 2018. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2018/10/25/mst-e-mtst-voce-realmente-conhece-essas-organizacoes>. Acesso em: 10 set, 2022.
  • 42.
    Com ação emLondrina, MST chega a quase 500 toneladas de alimentos distribuídos no PR. Brasil de Fato, 2020. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2020/12/23/com-acao-em-londrina-mst-chega-a-quase-500-toneladas-de-alimentos-distribuidos-no-pr>. Acesso em: 10 set, 2022.