INSTRUTOR: 2° SG-EF COSTA
Conceito;
Origem;
Caos;
Reorganização;
Coordenação;
Identificação dos profissionais;
Triagem;
Protocolo “START”; e
Cenário de operações.
E todo acidente em que o número de vítimas excede o
número de socorristas, de tal forma que não permita o
suporte de vida uniforme para todas as vítimas.
Visa salvar o maior número de vidas no menor espaço
 de tempo;

Trabalha com protocolos, em uma seqüência rápida,
 lógica e eficiente; e

Estabelece níveis de coordenação.
Primeiros 20 minutos
• Vítimas de menor gravidade
evacuadas primeiramente;

•Primeiros socorros aleatórios,
sem triagem;

• Ausência de coordenação; e

• Chegada desorganizada de
recursos.
20 a 40 minutos;
• Coordenação de campo
estabelecida;

• Organização da chegada re-
cursos; e

• Organização da cadeia médica
de socorro
•     (“Áreas T”).
40 a 90 minutos
•Coordenação com Centros
de     Operação ;

•Estabelecimento de contato
com HR; e
•
 Evacuação das vítimas de
acordo com gravidade clínica
e condições dos HR.
Colete azul = coordenação
Colete vermelho = médicos
Colete amarelo = tratamento
Colete verde = transporte
Colete laranja = triagem
Classificação de vítimas, estabelecendo prioridades
 para tratamento e evacuação,com a finalidade de salvar
 o maior número possível de baixas.

Usa-se o princípio dos três “T”:

1.T – triagem;
2.T – tratamento; e
3.T - transporte.
R – RESPIRAÇÃO (< / > 30)

P – PERFUSÃO (< / > 2 s)

M - MENTAL (atende ou não a ordens simples)
(Simple Triage and Rapid Treatment = Triagem Simples e Tratamento Rápido)
Nº dIdent

Cartão de   Horário

Triagem      Sexo

             End  Tel

             Localização

             Hosp Ref
ASE (Prefixo)
            HR (Hosp)
            Lesões
Cartão de   Sinais Vitais
Triagem     Targeta de Gravidade
Revista ‘Emergência” – julho/2006 nº 1 – Editora MPF
 Publicaões Ltda; e

Manual de Desastre – GSE –Corpo de bombeiro Militar
 do estado do Rio de Janeiro.
OBRIGADO!

Acidente com múltiplas vítimas

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    E todo acidenteem que o número de vítimas excede o número de socorristas, de tal forma que não permita o suporte de vida uniforme para todas as vítimas.
  • 4.
    Visa salvar omaior número de vidas no menor espaço de tempo; Trabalha com protocolos, em uma seqüência rápida, lógica e eficiente; e Estabelece níveis de coordenação.
  • 5.
    Primeiros 20 minutos •Vítimas de menor gravidade evacuadas primeiramente; •Primeiros socorros aleatórios, sem triagem; • Ausência de coordenação; e • Chegada desorganizada de recursos.
  • 6.
    20 a 40minutos; • Coordenação de campo estabelecida; • Organização da chegada re- cursos; e • Organização da cadeia médica de socorro • (“Áreas T”).
  • 7.
    40 a 90minutos •Coordenação com Centros de Operação ; •Estabelecimento de contato com HR; e • Evacuação das vítimas de acordo com gravidade clínica e condições dos HR.
  • 9.
    Colete azul =coordenação Colete vermelho = médicos Colete amarelo = tratamento Colete verde = transporte Colete laranja = triagem
  • 10.
    Classificação de vítimas,estabelecendo prioridades para tratamento e evacuação,com a finalidade de salvar o maior número possível de baixas. Usa-se o princípio dos três “T”: 1.T – triagem; 2.T – tratamento; e 3.T - transporte.
  • 11.
    R – RESPIRAÇÃO(< / > 30) P – PERFUSÃO (< / > 2 s) M - MENTAL (atende ou não a ordens simples)
  • 12.
    (Simple Triage andRapid Treatment = Triagem Simples e Tratamento Rápido)
  • 13.
    Nº dIdent Cartão de Horário Triagem Sexo End Tel Localização Hosp Ref
  • 14.
    ASE (Prefixo) HR (Hosp) Lesões Cartão de Sinais Vitais Triagem Targeta de Gravidade
  • 18.
    Revista ‘Emergência” –julho/2006 nº 1 – Editora MPF Publicaões Ltda; e Manual de Desastre – GSE –Corpo de bombeiro Militar do estado do Rio de Janeiro.
  • 20.

Notas do Editor