SlideShare uma empresa Scribd logo
ACESSIBILIDADE
em sistemas de informação
centrados no usuário




                  ALAN VASCONCELOS
O QUE O MHTX TEM A VER COM ISSO?
ACESSIBILIDADE

•Definição
•Acessibilidade à informação
•Acessibilidade ou Usabilidade?
•Como promover a acessibilidade
•Estudo de caso;
•Demonstração
DEFINIÇÃO
“Acessibilidade diz respeito à locais, produtos, serviços ou informações efetivamente disponíveis ao
maior número e variedade possível de pessoas independente de suas capacidades físico-motoras e
perceptivas, culturais e sociais. Isto requer a eliminação de barreiras arquitetônicas, a disponibilidade
de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e
apresentação da informação em formatos alternativos.”

                                                                                                    Modelo de Acessibilidade
                (Recomendações de acessibilidade para a construção e adaptação de conteúdos do Governo Brasileiro na Internet)
DEFINIÇÃO
A realidade brasileira

No Brasil, 14,5% da população tem alguma deficiência física, motora, visual ou cognitiva.
Isso equivale à população da Venezuela inteira!
                                                                                   (IBGE, 2000, on-line)
DEFINIÇÃO
A Cartilha SER VOCÊ (19-) apresenta a seguinte definição:

"O que é acessibilidade? É fazer com que todas as pessoas que
tenham acesso a nossos prédios, shoppings, hospitais, escolas,
transportes coletivos, teatros, restaurantes e ruas, garantindo assim
o direito de ir e vir, o conforto e bem-estar.

É garantir direitos iguais a todos, para que cada um, com seu jeito e
característica, possa ter a mesma oportunidade em nossa
sociedade.“
DEFINIÇÃO


            "acessibilidade ou possibilidade de alcance aos
            espaços físicos, à informação, aos instrumentos de
            trabalho e estudo, aos produtos e serviços diz respeito
            à qualidade de vida de todas as pessoas.“


            Pupo, Melo e Pérez Ferrés (2006)
            Livro "Acessibilidade: discurso e prática no cotidiano das escolas"
ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO
ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO
ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO

           Permeia os espaços

      FÍSICO       e     DIGITAL
ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO                                      (ESPAÇO FÍSICO)

Acessibilidade:

Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com
segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e
elementos.
                                                                      Norma NBR9050
ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO                                             (ESPAÇO DIGITAL)

Conforme Faqueti e Ohira3, as bibliotecas são atingidas pelas
modificações tecnológicas de uma forma inquestionável e ratificam a
tese de que o acesso à estante, aos livros em formato material deve
ser substituído pela possibilidade do acesso à informação de qualquer
lugar, ou seja, teremos um acesso a bits (de informação), e não a
átomos ( de materiais ), diferenciação esta bem discutida por
Negroponte 5.

                                                  MAZONI et al, 2001

•TV Digital;
•Multimídia;
•Computador pessoal;
•Web
ACESSIBILIDADE OU
USABILIDADE?
ACESSIBILIDADE OU USABILIDADE?




                  VÍDEO...
ACESSIBILIDADE OU USABILIDADE?

ACESSIBILIDADE:
Refere-se à qualidade do acesso à informação/sistema.


USABILIDADE:
Refere-se à qualidade de uso em um sistema.
ACESSIBILIDADE OU USABILIDADE?
COMO PROMOVER A
ACESSIBILIDADE
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE

DESIGN UNIVERSAL
•Uso eqüitativo. O design é útil e comercializável para pessoas com habilidades diversas.
•Flexibilidade no uso. O design acomoda uma ampla variedade de preferências.
•Simples e intuitivo. O uso do design é fácil de entender.
•Informação perceptível. O design comunica a informação necessária efetivamente ao
usuário.
•Tolerância ao erro. O design minimiza perigos e conseqüências adversas de ações
acidentais ou não intencionais.
•Baixo esforço físico. O design pode ser usado eficientemente e com um
mínimo de fadiga.
•Tamanho e espaço para aproximação e uso. Tamanho apropriado e espaço são
oferecidos para aproximação, alcance, manipulação e uso.
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e
Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com
deficiência e conseqüentemente promover vida independente e inclusão.
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
A tecnologia assistiva compõe-se, basicamente, de recursos e serviços:

Os recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-
medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os
recursos podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado.
      Ex.: Leitores de tela, livros em braille, pisos táteis, elevadores, etc.

Os serviços são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar,
comprar ou usar os recursos acima definidos.

Os serviços de tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas,
como Fisioterapia, Computação, Design, Engenharia etc.
      Ex.: Curso de Libras, biblioteca da FAFICH]
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
LEGISLAÇÃO
Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004

“Regulamenta as Leis n°s 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que
especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade“

Regulamenta os projetos de natureza:

Arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo,
bem como a execução de qualquer tipo de obra, quando tenham
destinação pública ou coletiva;
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
LEGISLAÇÃO - web
No mesmo Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004 consta
em seu artigo 47:

“No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste
Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos
da administração pública na rede mundial de computadores (internet),
para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o
pleno acesso às informações disponíveis.”
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE

 DIRETRIZES - web




 “Sonho para minha invenção, a World Wide Web, um espaço
 de uso comunitário onde compartilha-se informações de
 trabalho, lazer e socialização (The World Wide Web, A very
 short personal history). Como desenvolvedores Web criando
 sites corporativos, sociais e educacionais, nós transformamos
 este sonho em realidade.”

                      Tim Berners-Lee – o criador do conceito de Web
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE

 DIRETRIZES - web




  A WEB É UMA REDE DE PESSOAS
 “Sonho para minha invenção, a World Wide Web, um espaço
 de uso comunitário onde compartilha-se informações de
 trabalho, lazer e socialização (The World Wide Web, A very
 short personal history). Como desenvolvedores Web criando
 sites corporativos, sociais e educacionais, nós transformamos
 este sonho em realidade.”

                      Tim Berners-Lee – o criador do conceito de Web
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES - web
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web


 LIXO DIGITAL
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web      WaSP
 Foi por esse período (1998) que surgiu o WaSP (Web Standards Project), que é um
 movimento para difundir os Web Standards.
      Nesta época de crescimento avassalador, a Web necessita de orientação para desenvolver
      seu pleno potencial.

 Esse grupo teve um papel muito importante na divulgação dos Padrões.
 Hoje, o desenvolvedor tem mais liberdade de desenvolvimento do que a 5 anos atrás.
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web   WaSP

 Construção em camadas

                    Conteúdo




        Design                 Comportamento
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web   WaSP

 Construção em camadas

                    xHTML




                             JavaScript
         CSS
                            PHP, Phyton...
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web

 Quem precisa de acessibilidade?
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web

 Quem precisa de acessibilidade?

 Você consegue ler isto?




 Ridículo até no nome:
 CAPTCHA:
 Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web

 E tem mais...
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web

 Acessibilidade pra quem?
•Pessoas com deficiência visual;
•Pessoas com deficiência motora;
•Pessoas com deficiência de aprendizado;
•Computadores com conexão lenta;
•Dispositivos móveis;
•TV digital;
•Futuras plataformas.
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web

 Acessibilidade pra quem?
•Pessoas com deficiência visual;
•Pessoas com deficiência motora;
•Pessoas com deficiência de aprendizado;
•Computadores com conexão lenta;
•Dispositivos móveis;
•TV digital;
•Futuras plataformas.
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web

 Recomendações

 WCAG 1.0 -      Web Content Accessibility Guidelines
 W3C / WAI (Web Accessibility Initiative)




 e-MAG
 Ministério do Planejamento Departamento de Governo Eletrônico (DGE)
 ww.governoeletronico.gov.br
TÁ MAS...

O QUE O MHTX TEM A VER COM ISSO?
SEMÂNTICA NO HIPERTEXTO

 • hcard - Pessoas e Organizações
 • hCalendar - Calendários e Eventos
 • hReview - Opniões, Ratings e Reviews
 • XFN - Redes Sociais
 • XMDP - XHTML Meta Data Profiles
 • rel-license - Licenças
 • rel-tag - Tags, Keywords, Categorias
 • rel-nofollow - Um hiperlink com esse atributo não deve ser seguido pelos
   robots de busca
 • XOXO - Listas e esboços
 • VoteLinks - Sistemas de Votação
 • E outros ainda em rascunho.

                                                                  Referência:
                                                 http://www.microformats.org/
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE




                VÍDEO...
COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE
 DIRETRIZES – web

 Avaliação automática

    www.dasilva.org.br
ESTUDO DE CASO


Avaliação automática
Protótipo MHTX
ESTUDO DE CASO
 Protótipo MHTX
ESTUDO DE CASO
 Protótipo MHTX
ESTUDO DE CASO
Avaliação empírica

NVDA
HEIN?!?!?

            ?
ACESSE
VALEU!




ALAN VASCONCELOS – www.alanvasconcelos.com
BIBLIOGRAFIA
TORRES, Elisabeth Fátima; MAZZONI, Alberto Angel. Conteúdos digitais multimídia: o foco na usabilidade e acessibilidade. Ciência da
Informação, Brasília-DF, v. 33, n. 2, 2004, p. 152-160. Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/ci/v33n2/a16v33n2.pdf>

SAFFER, Dan. Designing for Interaction: Creating Smart Applications and Clever Devices. New Riders, 2007.

SASSAKI, Romeu. Conceito de Acessibilidade. Disponivel em <http://www.bengalalegal.com/romeusassaki.php>. Acesso em: 20 jun. 2009.

STAIR, Ralph M. (Autor). Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial . 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.

SER você: todo mundo tem direito de ser como é: acessibilidade é preparar o mundo para respeitar as diferenças. [Belo Horionte]: UFMG, [19-
]. 12p. Disponível em <http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_ser_voce.pdf>.

W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Essencial components of web accessibility, Madison, 2007. Disponível em:
<http://www.w3.org/WAI/intro/components.php>. Acesso em: 05 jul. 2006.

W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Introduction to web accessibility, W3C Recommendation, Madison, 2005. Disponível em:
<http://www.w3.org/WAI/intro/accessibility.php>. Acesso em: 5 jul. 2006.

W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. WAI resources on introduction web accessibility, Madison, set. 2005a. Disponível em:
<http://www.w3.org/WAI/gettingstarted/Overview.html>. Acesso em: 05 jul. 2006.

W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Web Content Accessibility Guidelines 2.0. W3C Working Draft, Madison, 27 abr. 2006. Disponível em:
<http://www.w3.org/TR/WCAG20>. Acesso em: 3 maio 2006.

W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Web Content Accessibility Guidelines 1.0. W3C Recommendation, Madison, 5 maio 1999. Disponível
em: <http://www.w3.org/TR/WCAG10>. Acesso em: 1 jul. 2006.
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, Marcus Vinícius Mendonça; SANTOS, Ana Rosa. Padrões espaciais em bibliotecas universitárias no contexto da sociedade do
conhecimento: revendo para adequar: Revisão de literatura. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 2008.
Disponível em <http://www.sbu.unicamp.br/snbu2008/anais/site/pdfs/2887.pdf>. Acesso em: 15 jun. 2009.

ANDRADE, Marcus Vinícius Mendonça; SANTOS, Ana Rosa. Acesso a usuários portadores necessidades especiais em bibliotecas
universitárias: Revisão de literatura. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 2004, Natal, 2004. Disponível em
<http://www.ndc.uff.br/textos/marcos_vinicius_acesso.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2009.

ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR9050. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
urbanos. Rio de Janeiro, 2004. 97 p. Disponível em <http://www.mpdft.gov.br/sicorde/NBR9050-31052004.pdf>. Acesso em: 10 jun.
2009.

BRASIL. Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989. Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre
a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - Corde, institui a tutela jurisdicional de interesses
coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define crimes, e dá outras providências. Brasília, 1989. 6
p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/l7853.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009.

BRASIL. Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Regulamenta a Lei n o 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política
Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências. Brasília,
1999. 19 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3298.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009.

BRASIL. Lei n° 10.048, de 8 de novembro de 2000. Dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e dá outras providências.
Brasília, 2000. 2 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L10048.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009.

BRASIL. Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, 2000. 5 p. Disponível em
<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/LEIS/L10098.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009.
BIBLIOGRAFIA

BRASIL. Departamento de Governo Eletrônico Modelo de Acessibilidade. Construção e Adaptação de Conteúdos do Governo Brasileiro
na Internet. eMAG, Acessibilidade de Governo Eletrônico. Modelo de Acessibilidade. 14 dez. 2005a. Disponível em:
<http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/arquivos/outros/documentos-gerais-referncias/emag-acessibilidade-de-governo-
eletronico-modelo-v20.pdf>. Acesso em: 10 fev. 2009.

COELHO, António. Acessibilidade do Software e dos Conteúdos da Web. Disponível em
<http://natura.di.uminho.pt/join2005/presentations/acessibilidade.pdf>. Acesso em: 5 jun. 2009.

CORRADI, J. A. M; VIDOTTI, S. A. B. G. Elementos de acessibilidade em ambientes informacionais digitais: bibliotecas digitais e inclusão
social. Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?down=23455>.

DIAS, Cláudia. Usabilidade na Web: criando portais mais acessíveis. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007.

DUARTE, Cristiane Rose; COHEN, Regina. Arquitetura, Espaço, Acesso e Afeto. 2005. Disponível em
<http://www.bengalalegal.com/afetoelugar.php>. Acesso em: 23 jun. 2009.

DRUMOND, Karine. Design for humans. Disponível em <http://karinedrumond.wordpress.com/tag/design-centrado-no-usuario/>.
Acesso em: 5 jun. 2009.

GARCIA, Laura Sanchéz. Interação Humano-Computador. UFPR, 2003. Disponível em <http://www.inf.ufpr.br/sunye/ihc/IHCUnid12.rtf>.
Acesso em: 10 jun. 2009.

GOULD, J. D. & LEWIS, C. Designing for Usability: Key Principles and What Designers Think. Communications of the ACM, 2(3), March
1985, p. 300-311. apud RUBIN, Jeffrey. Handbook of usability testing: how to plan, design, and conduct effective tests. New York :
John Wiley & Sons, 1994.
BIBLIOGRAFIA
GUIA de acessibilidade em edificações: fácil aceso para todos : BH mais acessível. Belo Horizonte: [S.n.], 2006a. 98p. Disponível em:
<http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_edificacoes.pdf>. Acesso em 10 jun. 2009.

GUIA de acessibilidade urbana: fácil aceso para todos : BH mais acessível. Belo Horizonte: [S.n.], 2006b. 98p. Disponível em:
<http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_urbana.pdf>. Acesso em 10 jun. 2009.

iDICIONÁRIO AULETE. Disponível em <http://aulete.uol.com.br/site.php?mdl=aulete_digital>. Acesso em: 15 jun. 2009.

LARA, Cristina Saliba; PADUA, Clarindo Isaias Pereira da Silva e; Universidade Federal de Minas Gerais. Acessibilidade. 2003. enc.
Monografia (Especializaçao). Universidade Federal de Minas Gerais. Departamento de Ciencia da Computação. Especialização em
Informática: Enfase Engenharia de Software.

LAUDON, Kenneth C. Sistemas de informação gerenciais: administrando a empresa digital. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, ©2004.
LOUREIRO, Eduardo Loureiro. DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO E AS LIMITAÇÕES DO MERCADO DE PRODUTOS INTERATIVOS: Pesquisa
e análise sobre
indicadores para uma conciliação entre pesquisa e mercado. Disponível em
<http://eduardoloureiro.com/EduardoLoureiro_DesignDeInteracao_2008.pdf>. Acesso em: 19 jun. 2009.

MASSAO, Tanaka Julio. Acessibilidade: Cultura Milenar, Mil Anos à Frente. 2001. Disponível em
<http://www.bengalalegal.com/tanaka.php>. Acesso em: 24 jun. 2009.

MAZZONI, Alberto Angel et al. Aspectos que interferem na construção da acessibilidade em bibliotecas universitárias. Ciência da
Informação, Brasília, v. 30, n. 2, p. 29-34, maio/ago. 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n2/6209.pdf>. Acesso em:
10 jun. 2009.
BIBLIOGRAFIA
MELO, Amanda M. Design inclusivo de sistemas de informação na web. 2007. xxiv, 339 p. Tese (Doutorado em Ciência da Computação)
– Instituto de Computação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2007.

Nicholl, A.R.J. O Ambiente que Promove a Inclusão: Conceitos de Acessibilidade e Usabilidade. Revista Assentamentos Humanos,
Marília, v3, n. 2, p49-60, 2001. Disponível em
<http://www.unimar.br/publicacoes/assentamentos/assent_humano3v2/Antony%20e%20jose.htm>. Acesso em: 24 jun. 2009.

NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa.; FURMANKIEWICZ, Edson. Usabilidade na Web: projetando websites com qualidade. Rio de Janeiro,
RJ: Elsevier, Campus, 2007.

PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.

PUPO, Deise Talarico; MELO, Amanda Meincke; PÉREZ FERRÉS, Sofia. Acessibilidade: discurso e prática no cotidiano das bibliotecas.
Campinas: UNICAMP/Biblioteca Central Cesar Lattes, 2006.

PRATES, Raquel Oliveira. Introdução à Interação Humano- Computador. Qualidade de Interação. 2006. Disponível em
<http://homepages.dcc.ufmg.br/~rprates/ihc/aula3_qualidade_de_uso.pdf>. Acesso em: 20 jun. 2009.

PREECE, Jennifer; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de interação: além da interação homem-computador. Porto Alegre: Bookman,
2005. 548p.

PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
TORRES, Elisabeth Fátima; MAZZONI, Alberto Angel; ALVES, João Bosco da Mota. A acessibilidade à informação no espaço digital.
Ciência da Informação, Brasília , v.31, n.3 , p.83-91, set./dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v31n3/a09v31n3.pdf>.
Acesso em: 10 jun. 2009.
BIBLIOGRAFIA

BRASIL. Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de
atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília,
2004. 19 p. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil/_ato2004-2006/2004/Decreto/D5296.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009.


BRASIL. Decreto no 6.253, de 13 de novembro de 2007. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e
de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, regulamenta a Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007, e dá outras providências.
Brasília, 2008. 7 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6253.htm>. Acesso em: 23
jun. 2009.




BRASIL. Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008. Dispõe sobre o atendimento educacional especializado, regulamenta o
parágrafo único do art. 60 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e acrescenta dispositivo ao Decreto n o 6.253, de 13 de
novembro de 2007. Brasília, 2008. 3 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-
2010/2008/Decreto/D6571.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009.




BRASIL. Departamento de Governo Eletrônico Cartilha Técnica. Governo Brasileiro na Internet. eMAG, Acessibilidade de Governo
Eletrônico. Cartilha Técnica. Documento de Referência. 14 dez. 2005. Disponível em:
<http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/arquivos/outros/documentos-gerais-referncias/emag-acessibilidade-de-governo-
eletronico-cartilha-tecnica-v20.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2009.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)
Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)
Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)Gustavo Fischer
 
Acessibilidade - 2014
Acessibilidade - 2014Acessibilidade - 2014
Acessibilidade - 2014Guida Gava
 
O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...
O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...
O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...Paula Azevedo Macedo
 
Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...
Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...
Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...Gustavo Fischer
 
Transmídia storytelling
Transmídia storytellingTransmídia storytelling
Transmídia storytellingAline Corso
 
Sociedade da Informação Uma quase teologia da revolução
Sociedade da InformaçãoUma quase teologia da revoluçãoSociedade da InformaçãoUma quase teologia da revolução
Sociedade da Informação Uma quase teologia da revoluçãoLuis Borges Gouveia
 
Processos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionais
Processos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionaisProcessos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionais
Processos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionaisdiversita
 
TV News Archive como construto e lugar de memória na web
TV News Archive como construto e lugar de memória na webTV News Archive como construto e lugar de memória na web
TV News Archive como construto e lugar de memória na webGustavo Fischer
 
Módulo 1 cultura digital
Módulo 1   cultura digitalMódulo 1   cultura digital
Módulo 1 cultura digitalThiago Skárnio
 
Aula2 dos novos meios às hipermediações
Aula2 dos novos meios às hipermediaçõesAula2 dos novos meios às hipermediações
Aula2 dos novos meios às hipermediaçõeslilianedb
 
Bibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuroBibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuroFEBAB
 

Mais procurados (15)

Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)
Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)
Audiovisualidades Soterradas: escavando o internet archive (ALCAR 2015)
 
Acessibilidade - 2014
Acessibilidade - 2014Acessibilidade - 2014
Acessibilidade - 2014
 
O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...
O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...
O que é Arquitetura de Informação e UX Design: visão de uma bibliotecária inf...
 
Aula1 2012-1
Aula1   2012-1Aula1   2012-1
Aula1 2012-1
 
Multimídia
MultimídiaMultimídia
Multimídia
 
Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...
Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...
Vida, morte e pós-morte do Geocities: memória em degeneração/regeneração e no...
 
Transmídia storytelling
Transmídia storytellingTransmídia storytelling
Transmídia storytelling
 
Aula1 2012-2
Aula1   2012-2Aula1   2012-2
Aula1 2012-2
 
Sociedade da Informação Uma quase teologia da revolução
Sociedade da InformaçãoUma quase teologia da revoluçãoSociedade da InformaçãoUma quase teologia da revolução
Sociedade da Informação Uma quase teologia da revolução
 
Processos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionais
Processos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionaisProcessos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionais
Processos midiáticos em Lost - Teorias e Modelos comunicacionais
 
TV News Archive como construto e lugar de memória na web
TV News Archive como construto e lugar de memória na webTV News Archive como construto e lugar de memória na web
TV News Archive como construto e lugar de memória na web
 
Aula 01
Aula 01Aula 01
Aula 01
 
Módulo 1 cultura digital
Módulo 1   cultura digitalMódulo 1   cultura digital
Módulo 1 cultura digital
 
Aula2 dos novos meios às hipermediações
Aula2 dos novos meios às hipermediaçõesAula2 dos novos meios às hipermediações
Aula2 dos novos meios às hipermediações
 
Bibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuroBibliotecas de hoje e do futuro
Bibliotecas de hoje e do futuro
 

Destaque (8)

InterAct 2010 - Acessibilidade e Inovação
InterAct 2010 - Acessibilidade e InovaçãoInterAct 2010 - Acessibilidade e Inovação
InterAct 2010 - Acessibilidade e Inovação
 
Mta1 aula-05 Avaliação Heurística
Mta1 aula-05 Avaliação HeurísticaMta1 aula-05 Avaliação Heurística
Mta1 aula-05 Avaliação Heurística
 
Tomada de decisão 1
Tomada de decisão 1Tomada de decisão 1
Tomada de decisão 1
 
Acessibilidade
AcessibilidadeAcessibilidade
Acessibilidade
 
Slides sobre tecnologia assistiva acessibilidade
Slides sobre tecnologia assistiva acessibilidadeSlides sobre tecnologia assistiva acessibilidade
Slides sobre tecnologia assistiva acessibilidade
 
Acessibilidade
AcessibilidadeAcessibilidade
Acessibilidade
 
Mobilidade e Acessibilidade Urbana
Mobilidade e Acessibilidade UrbanaMobilidade e Acessibilidade Urbana
Mobilidade e Acessibilidade Urbana
 
Aula familia (Professora Maria Cecilia)
Aula familia (Professora Maria Cecilia)Aula familia (Professora Maria Cecilia)
Aula familia (Professora Maria Cecilia)
 

Semelhante a Acessibilidade em SRI - Mhtx

Ambientes virtuais e midias de comunicação
Ambientes virtuais e midias de comunicaçãoAmbientes virtuais e midias de comunicação
Ambientes virtuais e midias de comunicaçãoleandro lopes
 
Acessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SP
Acessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SPAcessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SP
Acessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SPLucas J Silva
 
Sobradinho - Daniela Carlotto
Sobradinho - Daniela CarlottoSobradinho - Daniela Carlotto
Sobradinho - Daniela CarlottoCursoTICs
 
AULA ACESSIBILIDADE.pptx
AULA ACESSIBILIDADE.pptxAULA ACESSIBILIDADE.pptx
AULA ACESSIBILIDADE.pptxssuser8e05f21
 
Informática na educação - 3
Informática na educação - 3Informática na educação - 3
Informática na educação - 3rafael_neves
 
I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013
I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013
I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013Hudson Augusto
 
Acessibilidade x usabilidade
Acessibilidade x usabilidadeAcessibilidade x usabilidade
Acessibilidade x usabilidadeDomingos Andrade
 
Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...
Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...
Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...Elton Vergara-Nunes
 
Acessibilidade em Telecentro
Acessibilidade em Telecentro Acessibilidade em Telecentro
Acessibilidade em Telecentro Hudson Augusto
 
APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...
APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...
APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...Claudio Diniz - Designer Gráfico
 
Design Universal
Design UniversalDesign Universal
Design Universalaiadufmg
 
Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...
Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...
Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...Suelybcs .
 
Acessibilidade Digital (19/02/2013)
Acessibilidade Digital (19/02/2013)Acessibilidade Digital (19/02/2013)
Acessibilidade Digital (19/02/2013)Rodrigo Leme
 

Semelhante a Acessibilidade em SRI - Mhtx (20)

Ambientes virtuais e midias de comunicação
Ambientes virtuais e midias de comunicaçãoAmbientes virtuais e midias de comunicação
Ambientes virtuais e midias de comunicação
 
Acessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SP
Acessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SPAcessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SP
Acessibilidade no design e desenvolvimento web - Meetup Front-End SP
 
Sobradinho - Daniela Carlotto
Sobradinho - Daniela CarlottoSobradinho - Daniela Carlotto
Sobradinho - Daniela Carlotto
 
AULA ACESSIBILIDADE.pptx
AULA ACESSIBILIDADE.pptxAULA ACESSIBILIDADE.pptx
AULA ACESSIBILIDADE.pptx
 
Acessibilidade
AcessibilidadeAcessibilidade
Acessibilidade
 
Acessibilidade
AcessibilidadeAcessibilidade
Acessibilidade
 
Informática na educação - 3
Informática na educação - 3Informática na educação - 3
Informática na educação - 3
 
I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013
I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013
I Simpósio Internacional de Estudo sobre Deficiência - 2013
 
Acessibilidade x usabilidade
Acessibilidade x usabilidadeAcessibilidade x usabilidade
Acessibilidade x usabilidade
 
Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...
Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...
Audiodescrição como tecnologia assistiva para o acesso ao conhecimento por pe...
 
Acessibilidade em Telecentro
Acessibilidade em Telecentro Acessibilidade em Telecentro
Acessibilidade em Telecentro
 
Acessibilidade web
Acessibilidade webAcessibilidade web
Acessibilidade web
 
Acessibilidade web 2018
Acessibilidade web 2018Acessibilidade web 2018
Acessibilidade web 2018
 
APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...
APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...
APRESENTAÇÃO: ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE WEB: USABILIDADE COM...
 
Pratica de Pesquisa
Pratica de PesquisaPratica de Pesquisa
Pratica de Pesquisa
 
Design Universal
Design UniversalDesign Universal
Design Universal
 
Design Universal.
Design Universal.Design Universal.
Design Universal.
 
Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...
Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...
Bibliotecas de hoje e do futuro::como entender e vivenciar a atual revolução ...
 
Acessibilidade Digital (19/02/2013)
Acessibilidade Digital (19/02/2013)Acessibilidade Digital (19/02/2013)
Acessibilidade Digital (19/02/2013)
 
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 3 - 1...
 

Mais de Alan Vasconcelos

Design Universal - Os 7 Principios
Design Universal - Os 7 PrincipiosDesign Universal - Os 7 Principios
Design Universal - Os 7 PrincipiosAlan Vasconcelos
 
Design Universal e arquitetura hostil
Design Universal e arquitetura hostilDesign Universal e arquitetura hostil
Design Universal e arquitetura hostilAlan Vasconcelos
 
MPP-III - Aula 08 - Usabilidade
MPP-III - Aula 08 - UsabilidadeMPP-III - Aula 08 - Usabilidade
MPP-III - Aula 08 - UsabilidadeAlan Vasconcelos
 
Ergo2 aula-14 Avaliação Heurística
Ergo2 aula-14 Avaliação HeurísticaErgo2 aula-14 Avaliação Heurística
Ergo2 aula-14 Avaliação HeurísticaAlan Vasconcelos
 
Mta1 aula-06 - Design Universal
Mta1 aula-06 - Design UniversalMta1 aula-06 - Design Universal
Mta1 aula-06 - Design UniversalAlan Vasconcelos
 
Mta1 aula-04 Framework DECIDE
Mta1 aula-04 Framework DECIDEMta1 aula-04 Framework DECIDE
Mta1 aula-04 Framework DECIDEAlan Vasconcelos
 
MTA1 Aula-02. Acessibilidade
MTA1 Aula-02. AcessibilidadeMTA1 Aula-02. Acessibilidade
MTA1 Aula-02. AcessibilidadeAlan Vasconcelos
 
MTA1 Aula-01. Introdução
MTA1 Aula-01. IntroduçãoMTA1 Aula-01. Introdução
MTA1 Aula-01. IntroduçãoAlan Vasconcelos
 
Usabilidade Aula-06. Processos: User Stories
Usabilidade Aula-06. Processos: User StoriesUsabilidade Aula-06. Processos: User Stories
Usabilidade Aula-06. Processos: User StoriesAlan Vasconcelos
 
Usabilidade Aula-05. Processos: heuristicas
Usabilidade Aula-05. Processos: heuristicasUsabilidade Aula-05. Processos: heuristicas
Usabilidade Aula-05. Processos: heuristicasAlan Vasconcelos
 
Usabilidade aula-04. Processos: Personas
Usabilidade aula-04. Processos: PersonasUsabilidade aula-04. Processos: Personas
Usabilidade aula-04. Processos: PersonasAlan Vasconcelos
 
Usabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informação
Usabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informaçãoUsabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informação
Usabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informaçãoAlan Vasconcelos
 
Usabilidade aula-02. Metas e princípios
Usabilidade aula-02. Metas e princípiosUsabilidade aula-02. Metas e princípios
Usabilidade aula-02. Metas e princípiosAlan Vasconcelos
 
Usabilidade aula-01 Introdução
Usabilidade aula-01 IntroduçãoUsabilidade aula-01 Introdução
Usabilidade aula-01 IntroduçãoAlan Vasconcelos
 
Aula 03 - elementos-basicos
Aula 03 - elementos-basicosAula 03 - elementos-basicos
Aula 03 - elementos-basicosAlan Vasconcelos
 

Mais de Alan Vasconcelos (20)

Design Universal - Os 7 Principios
Design Universal - Os 7 PrincipiosDesign Universal - Os 7 Principios
Design Universal - Os 7 Principios
 
Design Universal e arquitetura hostil
Design Universal e arquitetura hostilDesign Universal e arquitetura hostil
Design Universal e arquitetura hostil
 
Cibercultura
CiberculturaCibercultura
Cibercultura
 
MPP-III - Aula 08 - Usabilidade
MPP-III - Aula 08 - UsabilidadeMPP-III - Aula 08 - Usabilidade
MPP-III - Aula 08 - Usabilidade
 
Ergo2 aula-14 Avaliação Heurística
Ergo2 aula-14 Avaliação HeurísticaErgo2 aula-14 Avaliação Heurística
Ergo2 aula-14 Avaliação Heurística
 
Mta1 aula-06 - Design Universal
Mta1 aula-06 - Design UniversalMta1 aula-06 - Design Universal
Mta1 aula-06 - Design Universal
 
Mta1 aula-04 Framework DECIDE
Mta1 aula-04 Framework DECIDEMta1 aula-04 Framework DECIDE
Mta1 aula-04 Framework DECIDE
 
MTA1 Aula-02. Acessibilidade
MTA1 Aula-02. AcessibilidadeMTA1 Aula-02. Acessibilidade
MTA1 Aula-02. Acessibilidade
 
MTA1 Aula-01. Introdução
MTA1 Aula-01. IntroduçãoMTA1 Aula-01. Introdução
MTA1 Aula-01. Introdução
 
Usabilidade Aula-06. Processos: User Stories
Usabilidade Aula-06. Processos: User StoriesUsabilidade Aula-06. Processos: User Stories
Usabilidade Aula-06. Processos: User Stories
 
Usabilidade Aula-05. Processos: heuristicas
Usabilidade Aula-05. Processos: heuristicasUsabilidade Aula-05. Processos: heuristicas
Usabilidade Aula-05. Processos: heuristicas
 
Usabilidade aula-04. Processos: Personas
Usabilidade aula-04. Processos: PersonasUsabilidade aula-04. Processos: Personas
Usabilidade aula-04. Processos: Personas
 
Usabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informação
Usabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informaçãoUsabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informação
Usabilidade aula-03. Processos: Arquitetura de informação
 
Usabilidade aula-02. Metas e princípios
Usabilidade aula-02. Metas e princípiosUsabilidade aula-02. Metas e princípios
Usabilidade aula-02. Metas e princípios
 
Usabilidade aula-01 Introdução
Usabilidade aula-01 IntroduçãoUsabilidade aula-01 Introdução
Usabilidade aula-01 Introdução
 
Aula 10--revisao
Aula 10--revisaoAula 10--revisao
Aula 10--revisao
 
Aula 07 - Web
Aula 07 - WebAula 07 - Web
Aula 07 - Web
 
Aula 04 - Prototipação
Aula 04 - PrototipaçãoAula 04 - Prototipação
Aula 04 - Prototipação
 
Aula 06 - variabilidade
Aula 06 - variabilidadeAula 06 - variabilidade
Aula 06 - variabilidade
 
Aula 03 - elementos-basicos
Aula 03 - elementos-basicosAula 03 - elementos-basicos
Aula 03 - elementos-basicos
 

Acessibilidade em SRI - Mhtx

  • 1. ACESSIBILIDADE em sistemas de informação centrados no usuário ALAN VASCONCELOS
  • 2. O QUE O MHTX TEM A VER COM ISSO?
  • 3.
  • 4. ACESSIBILIDADE •Definição •Acessibilidade à informação •Acessibilidade ou Usabilidade? •Como promover a acessibilidade •Estudo de caso; •Demonstração
  • 5. DEFINIÇÃO “Acessibilidade diz respeito à locais, produtos, serviços ou informações efetivamente disponíveis ao maior número e variedade possível de pessoas independente de suas capacidades físico-motoras e perceptivas, culturais e sociais. Isto requer a eliminação de barreiras arquitetônicas, a disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.” Modelo de Acessibilidade (Recomendações de acessibilidade para a construção e adaptação de conteúdos do Governo Brasileiro na Internet)
  • 6. DEFINIÇÃO A realidade brasileira No Brasil, 14,5% da população tem alguma deficiência física, motora, visual ou cognitiva. Isso equivale à população da Venezuela inteira! (IBGE, 2000, on-line)
  • 7. DEFINIÇÃO A Cartilha SER VOCÊ (19-) apresenta a seguinte definição: "O que é acessibilidade? É fazer com que todas as pessoas que tenham acesso a nossos prédios, shoppings, hospitais, escolas, transportes coletivos, teatros, restaurantes e ruas, garantindo assim o direito de ir e vir, o conforto e bem-estar. É garantir direitos iguais a todos, para que cada um, com seu jeito e característica, possa ter a mesma oportunidade em nossa sociedade.“
  • 8. DEFINIÇÃO "acessibilidade ou possibilidade de alcance aos espaços físicos, à informação, aos instrumentos de trabalho e estudo, aos produtos e serviços diz respeito à qualidade de vida de todas as pessoas.“ Pupo, Melo e Pérez Ferrés (2006) Livro "Acessibilidade: discurso e prática no cotidiano das escolas"
  • 11. ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO Permeia os espaços FÍSICO e DIGITAL
  • 12. ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO (ESPAÇO FÍSICO) Acessibilidade: Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. Norma NBR9050
  • 13. ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO (ESPAÇO DIGITAL) Conforme Faqueti e Ohira3, as bibliotecas são atingidas pelas modificações tecnológicas de uma forma inquestionável e ratificam a tese de que o acesso à estante, aos livros em formato material deve ser substituído pela possibilidade do acesso à informação de qualquer lugar, ou seja, teremos um acesso a bits (de informação), e não a átomos ( de materiais ), diferenciação esta bem discutida por Negroponte 5. MAZONI et al, 2001 •TV Digital; •Multimídia; •Computador pessoal; •Web
  • 16. ACESSIBILIDADE OU USABILIDADE? ACESSIBILIDADE: Refere-se à qualidade do acesso à informação/sistema. USABILIDADE: Refere-se à qualidade de uso em um sistema.
  • 19. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DESIGN UNIVERSAL •Uso eqüitativo. O design é útil e comercializável para pessoas com habilidades diversas. •Flexibilidade no uso. O design acomoda uma ampla variedade de preferências. •Simples e intuitivo. O uso do design é fácil de entender. •Informação perceptível. O design comunica a informação necessária efetivamente ao usuário. •Tolerância ao erro. O design minimiza perigos e conseqüências adversas de ações acidentais ou não intencionais. •Baixo esforço físico. O design pode ser usado eficientemente e com um mínimo de fadiga. •Tamanho e espaço para aproximação e uso. Tamanho apropriado e espaço são oferecidos para aproximação, alcance, manipulação e uso.
  • 20. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE TECNOLOGIAS ASSISTIVAS Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover vida independente e inclusão.
  • 21. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE TECNOLOGIAS ASSISTIVAS A tecnologia assistiva compõe-se, basicamente, de recursos e serviços: Os recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob- medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os recursos podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Ex.: Leitores de tela, livros em braille, pisos táteis, elevadores, etc. Os serviços são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos. Os serviços de tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, como Fisioterapia, Computação, Design, Engenharia etc. Ex.: Curso de Libras, biblioteca da FAFICH]
  • 22. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE LEGISLAÇÃO Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004 “Regulamenta as Leis n°s 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade“ Regulamenta os projetos de natureza: Arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como a execução de qualquer tipo de obra, quando tenham destinação pública ou coletiva;
  • 23. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE LEGISLAÇÃO - web No mesmo Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004 consta em seu artigo 47: “No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis.”
  • 24. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES - web “Sonho para minha invenção, a World Wide Web, um espaço de uso comunitário onde compartilha-se informações de trabalho, lazer e socialização (The World Wide Web, A very short personal history). Como desenvolvedores Web criando sites corporativos, sociais e educacionais, nós transformamos este sonho em realidade.” Tim Berners-Lee – o criador do conceito de Web
  • 25. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES - web A WEB É UMA REDE DE PESSOAS “Sonho para minha invenção, a World Wide Web, um espaço de uso comunitário onde compartilha-se informações de trabalho, lazer e socialização (The World Wide Web, A very short personal history). Como desenvolvedores Web criando sites corporativos, sociais e educacionais, nós transformamos este sonho em realidade.” Tim Berners-Lee – o criador do conceito de Web
  • 26. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES - web
  • 27.
  • 28. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web LIXO DIGITAL
  • 29. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web WaSP Foi por esse período (1998) que surgiu o WaSP (Web Standards Project), que é um movimento para difundir os Web Standards. Nesta época de crescimento avassalador, a Web necessita de orientação para desenvolver seu pleno potencial. Esse grupo teve um papel muito importante na divulgação dos Padrões. Hoje, o desenvolvedor tem mais liberdade de desenvolvimento do que a 5 anos atrás.
  • 30. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web WaSP Construção em camadas Conteúdo Design Comportamento
  • 31. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web WaSP Construção em camadas xHTML JavaScript CSS PHP, Phyton...
  • 32. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web Quem precisa de acessibilidade?
  • 33. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web Quem precisa de acessibilidade? Você consegue ler isto? Ridículo até no nome: CAPTCHA: Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart
  • 34. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web E tem mais...
  • 35. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web Acessibilidade pra quem? •Pessoas com deficiência visual; •Pessoas com deficiência motora; •Pessoas com deficiência de aprendizado; •Computadores com conexão lenta; •Dispositivos móveis; •TV digital; •Futuras plataformas.
  • 36. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web Acessibilidade pra quem? •Pessoas com deficiência visual; •Pessoas com deficiência motora; •Pessoas com deficiência de aprendizado; •Computadores com conexão lenta; •Dispositivos móveis; •TV digital; •Futuras plataformas.
  • 37. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web Recomendações WCAG 1.0 - Web Content Accessibility Guidelines W3C / WAI (Web Accessibility Initiative) e-MAG Ministério do Planejamento Departamento de Governo Eletrônico (DGE) ww.governoeletronico.gov.br
  • 38. TÁ MAS... O QUE O MHTX TEM A VER COM ISSO?
  • 39.
  • 40. SEMÂNTICA NO HIPERTEXTO • hcard - Pessoas e Organizações • hCalendar - Calendários e Eventos • hReview - Opniões, Ratings e Reviews • XFN - Redes Sociais • XMDP - XHTML Meta Data Profiles • rel-license - Licenças • rel-tag - Tags, Keywords, Categorias • rel-nofollow - Um hiperlink com esse atributo não deve ser seguido pelos robots de busca • XOXO - Listas e esboços • VoteLinks - Sistemas de Votação • E outros ainda em rascunho. Referência: http://www.microformats.org/
  • 41. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE VÍDEO...
  • 42. COMO PROMOVER A ACESSIBILIDADE DIRETRIZES – web Avaliação automática www.dasilva.org.br
  • 43. ESTUDO DE CASO Avaliação automática Protótipo MHTX
  • 44. ESTUDO DE CASO Protótipo MHTX
  • 45. ESTUDO DE CASO Protótipo MHTX
  • 46. ESTUDO DE CASO Avaliação empírica NVDA
  • 49. VALEU! ALAN VASCONCELOS – www.alanvasconcelos.com
  • 50. BIBLIOGRAFIA TORRES, Elisabeth Fátima; MAZZONI, Alberto Angel. Conteúdos digitais multimídia: o foco na usabilidade e acessibilidade. Ciência da Informação, Brasília-DF, v. 33, n. 2, 2004, p. 152-160. Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/ci/v33n2/a16v33n2.pdf> SAFFER, Dan. Designing for Interaction: Creating Smart Applications and Clever Devices. New Riders, 2007. SASSAKI, Romeu. Conceito de Acessibilidade. Disponivel em <http://www.bengalalegal.com/romeusassaki.php>. Acesso em: 20 jun. 2009. STAIR, Ralph M. (Autor). Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial . 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. SER você: todo mundo tem direito de ser como é: acessibilidade é preparar o mundo para respeitar as diferenças. [Belo Horionte]: UFMG, [19- ]. 12p. Disponível em <http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_ser_voce.pdf>. W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Essencial components of web accessibility, Madison, 2007. Disponível em: <http://www.w3.org/WAI/intro/components.php>. Acesso em: 05 jul. 2006. W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Introduction to web accessibility, W3C Recommendation, Madison, 2005. Disponível em: <http://www.w3.org/WAI/intro/accessibility.php>. Acesso em: 5 jul. 2006. W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. WAI resources on introduction web accessibility, Madison, set. 2005a. Disponível em: <http://www.w3.org/WAI/gettingstarted/Overview.html>. Acesso em: 05 jul. 2006. W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Web Content Accessibility Guidelines 2.0. W3C Working Draft, Madison, 27 abr. 2006. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/WCAG20>. Acesso em: 3 maio 2006. W3C: WORLD WIDE WEB CONSORTIUM. Web Content Accessibility Guidelines 1.0. W3C Recommendation, Madison, 5 maio 1999. Disponível em: <http://www.w3.org/TR/WCAG10>. Acesso em: 1 jul. 2006.
  • 51. BIBLIOGRAFIA ANDRADE, Marcus Vinícius Mendonça; SANTOS, Ana Rosa. Padrões espaciais em bibliotecas universitárias no contexto da sociedade do conhecimento: revendo para adequar: Revisão de literatura. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 2008. Disponível em <http://www.sbu.unicamp.br/snbu2008/anais/site/pdfs/2887.pdf>. Acesso em: 15 jun. 2009. ANDRADE, Marcus Vinícius Mendonça; SANTOS, Ana Rosa. Acesso a usuários portadores necessidades especiais em bibliotecas universitárias: Revisão de literatura. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 2004, Natal, 2004. Disponível em <http://www.ndc.uff.br/textos/marcos_vinicius_acesso.pdf>. Acesso em: 2 jun. 2009. ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR9050. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, 2004. 97 p. Disponível em <http://www.mpdft.gov.br/sicorde/NBR9050-31052004.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2009. BRASIL. Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989. Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - Corde, institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define crimes, e dá outras providências. Brasília, 1989. 6 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/l7853.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009. BRASIL. Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Regulamenta a Lei n o 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências. Brasília, 1999. 19 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3298.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009. BRASIL. Lei n° 10.048, de 8 de novembro de 2000. Dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e dá outras providências. Brasília, 2000. 2 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L10048.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009. BRASIL. Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, 2000. 5 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/LEIS/L10098.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009.
  • 52. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Departamento de Governo Eletrônico Modelo de Acessibilidade. Construção e Adaptação de Conteúdos do Governo Brasileiro na Internet. eMAG, Acessibilidade de Governo Eletrônico. Modelo de Acessibilidade. 14 dez. 2005a. Disponível em: <http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/arquivos/outros/documentos-gerais-referncias/emag-acessibilidade-de-governo- eletronico-modelo-v20.pdf>. Acesso em: 10 fev. 2009. COELHO, António. Acessibilidade do Software e dos Conteúdos da Web. Disponível em <http://natura.di.uminho.pt/join2005/presentations/acessibilidade.pdf>. Acesso em: 5 jun. 2009. CORRADI, J. A. M; VIDOTTI, S. A. B. G. Elementos de acessibilidade em ambientes informacionais digitais: bibliotecas digitais e inclusão social. Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?down=23455>. DIAS, Cláudia. Usabilidade na Web: criando portais mais acessíveis. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. DUARTE, Cristiane Rose; COHEN, Regina. Arquitetura, Espaço, Acesso e Afeto. 2005. Disponível em <http://www.bengalalegal.com/afetoelugar.php>. Acesso em: 23 jun. 2009. DRUMOND, Karine. Design for humans. Disponível em <http://karinedrumond.wordpress.com/tag/design-centrado-no-usuario/>. Acesso em: 5 jun. 2009. GARCIA, Laura Sanchéz. Interação Humano-Computador. UFPR, 2003. Disponível em <http://www.inf.ufpr.br/sunye/ihc/IHCUnid12.rtf>. Acesso em: 10 jun. 2009. GOULD, J. D. & LEWIS, C. Designing for Usability: Key Principles and What Designers Think. Communications of the ACM, 2(3), March 1985, p. 300-311. apud RUBIN, Jeffrey. Handbook of usability testing: how to plan, design, and conduct effective tests. New York : John Wiley & Sons, 1994.
  • 53. BIBLIOGRAFIA GUIA de acessibilidade em edificações: fácil aceso para todos : BH mais acessível. Belo Horizonte: [S.n.], 2006a. 98p. Disponível em: <http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_edificacoes.pdf>. Acesso em 10 jun. 2009. GUIA de acessibilidade urbana: fácil aceso para todos : BH mais acessível. Belo Horizonte: [S.n.], 2006b. 98p. Disponível em: <http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_urbana.pdf>. Acesso em 10 jun. 2009. iDICIONÁRIO AULETE. Disponível em <http://aulete.uol.com.br/site.php?mdl=aulete_digital>. Acesso em: 15 jun. 2009. LARA, Cristina Saliba; PADUA, Clarindo Isaias Pereira da Silva e; Universidade Federal de Minas Gerais. Acessibilidade. 2003. enc. Monografia (Especializaçao). Universidade Federal de Minas Gerais. Departamento de Ciencia da Computação. Especialização em Informática: Enfase Engenharia de Software. LAUDON, Kenneth C. Sistemas de informação gerenciais: administrando a empresa digital. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, ©2004. LOUREIRO, Eduardo Loureiro. DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO E AS LIMITAÇÕES DO MERCADO DE PRODUTOS INTERATIVOS: Pesquisa e análise sobre indicadores para uma conciliação entre pesquisa e mercado. Disponível em <http://eduardoloureiro.com/EduardoLoureiro_DesignDeInteracao_2008.pdf>. Acesso em: 19 jun. 2009. MASSAO, Tanaka Julio. Acessibilidade: Cultura Milenar, Mil Anos à Frente. 2001. Disponível em <http://www.bengalalegal.com/tanaka.php>. Acesso em: 24 jun. 2009. MAZZONI, Alberto Angel et al. Aspectos que interferem na construção da acessibilidade em bibliotecas universitárias. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 2, p. 29-34, maio/ago. 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n2/6209.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2009.
  • 54. BIBLIOGRAFIA MELO, Amanda M. Design inclusivo de sistemas de informação na web. 2007. xxiv, 339 p. Tese (Doutorado em Ciência da Computação) – Instituto de Computação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2007. Nicholl, A.R.J. O Ambiente que Promove a Inclusão: Conceitos de Acessibilidade e Usabilidade. Revista Assentamentos Humanos, Marília, v3, n. 2, p49-60, 2001. Disponível em <http://www.unimar.br/publicacoes/assentamentos/assent_humano3v2/Antony%20e%20jose.htm>. Acesso em: 24 jun. 2009. NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa.; FURMANKIEWICZ, Edson. Usabilidade na Web: projetando websites com qualidade. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, Campus, 2007. PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. PUPO, Deise Talarico; MELO, Amanda Meincke; PÉREZ FERRÉS, Sofia. Acessibilidade: discurso e prática no cotidiano das bibliotecas. Campinas: UNICAMP/Biblioteca Central Cesar Lattes, 2006. PRATES, Raquel Oliveira. Introdução à Interação Humano- Computador. Qualidade de Interação. 2006. Disponível em <http://homepages.dcc.ufmg.br/~rprates/ihc/aula3_qualidade_de_uso.pdf>. Acesso em: 20 jun. 2009. PREECE, Jennifer; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de interação: além da interação homem-computador. Porto Alegre: Bookman, 2005. 548p. PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. TORRES, Elisabeth Fátima; MAZZONI, Alberto Angel; ALVES, João Bosco da Mota. A acessibilidade à informação no espaço digital. Ciência da Informação, Brasília , v.31, n.3 , p.83-91, set./dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v31n3/a09v31n3.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2009.
  • 55. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, 2004. 19 p. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil/_ato2004-2006/2004/Decreto/D5296.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009. BRASIL. Decreto no 6.253, de 13 de novembro de 2007. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, regulamenta a Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007, e dá outras providências. Brasília, 2008. 7 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6253.htm>. Acesso em: 23 jun. 2009. BRASIL. Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008. Dispõe sobre o atendimento educacional especializado, regulamenta o parágrafo único do art. 60 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e acrescenta dispositivo ao Decreto n o 6.253, de 13 de novembro de 2007. Brasília, 2008. 3 p. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007- 2010/2008/Decreto/D6571.htm>. Acesso em: 4 jun. 2009. BRASIL. Departamento de Governo Eletrônico Cartilha Técnica. Governo Brasileiro na Internet. eMAG, Acessibilidade de Governo Eletrônico. Cartilha Técnica. Documento de Referência. 14 dez. 2005. Disponível em: <http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/arquivos/outros/documentos-gerais-referncias/emag-acessibilidade-de-governo- eletronico-cartilha-tecnica-v20.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2009.