PSICOLOGIA DA COMUNICAÇ ÃO Prof. Dr.  V ítor Rodrigues Jornadas de Cultura Esp írita   Espiritismo: Comunicar  Obidos, 23-24 de Maio 2008
Um modelo da Comunicaç ão significado Relaç ão  semântica compreens ão Habilidade comunicativa Habilidade na Compreens ão conhecimento Relaç ão social conhecimento Descodificaç ão Codificaç ão Objectivo/T ópico   Receptor Comunicador Mensagem
Um aforismo cl ássico: “ Não se pode não comunicar”   Watzlawick, Beavin e Jackson, 1967
...E outro mais moderno “ Toda a comunicaç ão é de natureza dialética”    Fiedler, 2007
Canais de comunicaç ão: Verbal Linguístico Paralinguístico
Canais de comunicaç ão: Não-Verbal Gestual Postural Mímica Proxémica
Quanto  à Consciência: Consciente vs Inconsciente inconsciente inferior superconsciente
Comunicar A N ível superior A nível médio A nível inferior Consigo mesmo Com outro
Dois exemplos de comunicaç ão consigo mesmo: Animismo Vidas passadas
Voltando aos canais... Comunicaç ão “normal”   Comunicaç ão “anómala”
E os conte údos? Linguagem denotativa   Linguagem conotativa Linguagem simb ólica
significado Relaç ão  semântica compreens ão Habilidade comunicativa Habilidade na Compreens ão conhecimento Relaç ão social conhecimento Descodificaç ão Codificaç ão Objectivo/T ópico   Receptor Comunicador Mensagem Retomemos o modelo anterior
Complicando mais Comunicaç ão ao nível pessoal Comunicação ao nível transpessoal
Condiç ões  condicionantes  da comunicação seja no emissor ou no receptor . Estado emocional (desejos, avers ões...) . Estado físico . Estado mental (abertura, cepticismo, julgamento ou neutralidade, conhecimentos...)
Comunicaç ão e manipulação Quando comunicamos, temos um objectivo e queremos obter uma reacç ão no alvo da comunicação
Ferramentas de comunicaç ão escondidas Pressupostos impl ícitos “ Quando o esp írito comunicou, você estava a sentir-se bem ou mal?”
“ A Psicografia facilita ou dificulta a comunicaç ão com espíritos?” “ Quando choveu ontem pelo meio-dia, tu estavas em casa ou fora dela?”
Causalidade impl ícita nos verbos James  Randi  tem avers ão a fantasmas James Randi nega a exist ência de fantasmas
Efeito das alternativas de resposta As pessoas tendem a aceitar os limites propostos quando h á alternativas de resposta Nas sess ões espíritas costumam estar presentes mais ou menos de 10 espíritos?
Efeito de validaç ão pela frequência “ Uma mentira repetida mil vezes passa a ser verdade” -  sobretudo se for repetida em vers ões algo diferentes...
Efeito geracional A informaç ão gerada pelo próprio é melhor retida e torna-se aparentemente mais plausível “ Imagine que voc ê é uma pessoa céptica mas de repente, logo após o falecimento de um amigo, depara com ele no corredor da sua casa...”

A psicologia da comunicação - Prof. Dr. Vítor Rodriques

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    PSICOLOGIA DA COMUNICAÇÃO Prof. Dr. V ítor Rodrigues Jornadas de Cultura Esp írita Espiritismo: Comunicar Obidos, 23-24 de Maio 2008
  • 2.
    Um modelo daComunicaç ão significado Relaç ão semântica compreens ão Habilidade comunicativa Habilidade na Compreens ão conhecimento Relaç ão social conhecimento Descodificaç ão Codificaç ão Objectivo/T ópico Receptor Comunicador Mensagem
  • 3.
    Um aforismo clássico: “ Não se pode não comunicar” Watzlawick, Beavin e Jackson, 1967
  • 4.
    ...E outro maismoderno “ Toda a comunicaç ão é de natureza dialética” Fiedler, 2007
  • 5.
    Canais de comunicação: Verbal Linguístico Paralinguístico
  • 6.
    Canais de comunicação: Não-Verbal Gestual Postural Mímica Proxémica
  • 7.
    Quanto àConsciência: Consciente vs Inconsciente inconsciente inferior superconsciente
  • 8.
    Comunicar A Nível superior A nível médio A nível inferior Consigo mesmo Com outro
  • 9.
    Dois exemplos decomunicaç ão consigo mesmo: Animismo Vidas passadas
  • 10.
    Voltando aos canais...Comunicaç ão “normal” Comunicaç ão “anómala”
  • 11.
    E os conteúdos? Linguagem denotativa Linguagem conotativa Linguagem simb ólica
  • 12.
    significado Relaç ão semântica compreens ão Habilidade comunicativa Habilidade na Compreens ão conhecimento Relaç ão social conhecimento Descodificaç ão Codificaç ão Objectivo/T ópico Receptor Comunicador Mensagem Retomemos o modelo anterior
  • 13.
    Complicando mais Comunicação ao nível pessoal Comunicação ao nível transpessoal
  • 14.
    Condiç ões condicionantes da comunicação seja no emissor ou no receptor . Estado emocional (desejos, avers ões...) . Estado físico . Estado mental (abertura, cepticismo, julgamento ou neutralidade, conhecimentos...)
  • 15.
    Comunicaç ão emanipulação Quando comunicamos, temos um objectivo e queremos obter uma reacç ão no alvo da comunicação
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    Ferramentas de comunicação escondidas Pressupostos impl ícitos “ Quando o esp írito comunicou, você estava a sentir-se bem ou mal?”
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    “ A Psicografiafacilita ou dificulta a comunicaç ão com espíritos?” “ Quando choveu ontem pelo meio-dia, tu estavas em casa ou fora dela?”
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    Causalidade impl ícitanos verbos James Randi tem avers ão a fantasmas James Randi nega a exist ência de fantasmas
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    Efeito das alternativasde resposta As pessoas tendem a aceitar os limites propostos quando h á alternativas de resposta Nas sess ões espíritas costumam estar presentes mais ou menos de 10 espíritos?
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    Efeito de validação pela frequência “ Uma mentira repetida mil vezes passa a ser verdade” - sobretudo se for repetida em vers ões algo diferentes...
  • 21.
    Efeito geracional Ainformaç ão gerada pelo próprio é melhor retida e torna-se aparentemente mais plausível “ Imagine que voc ê é uma pessoa céptica mas de repente, logo após o falecimento de um amigo, depara com ele no corredor da sua casa...”