O documento discute a perda da "aura" nas obras de arte devido à reprodução em massa facilitada pela fotografia, cinema e televisão. A aura refere-se à singularidade e presença única das obras de arte. Sua reprodução em larga escala as torna familiares e banais, desgastando sua autenticidade. Isso também mudou a atitude do público de uma contemplativa para uma mais participativa, influenciada pelos meios audiovisuais.