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Psicologia – Profª/Enfª: Shirley
Turma: 107 manhã - modulo I
São Paulo,Nov/2015
- O ato de tocar é considerado um meio de comunicação não verbal que auxilia
no cuidado de enfermagem. Diante da doença os pacientes se mostram
extremamente fragilizados, tanto física quanto emocionalmente, pois existe uma
exacerbação de suas necessidades, dai a importância do toque na área da
saúde. O toque e a proximidade física são citados como as maneiras mais
importantes de se comunicar com o paciente e de demonstrar afeto,
envolvimento, segurança e sua valorização como ser humano (MONTAGU,
1988). Além disso, o toque é um dos instrumentos primários que os enfermeiros
dispõem para estabelecer um contato direto dentro de um curto período e para
identificar as necessidades dos pacientes. Muitas vezes, palavras são
insuficientes, a atividade mais importante para o enfermeiro é simplesmente estar
junto ou segurar a mão do paciente.
- O ato de tocar têm íntima relação com o exercício profissional da enfermagem,
e nos remete a humanização das práticas técnicas que nos faz profissionais
humanos e não máquinas de realizar procedimentos; o toque nos aproxima do
paciente e dos nossos objetivos enquanto enfermeiros. É possível diferenciar as
várias maneiras de tocar nossos pacientes, como veremos na analise a seguir,
deste trabalho.
- Este trabalho tem como objetivo, analisar, através de pesquisas, a
importância do toque da enfermagem no cuidado ao paciente, e
identificar o seu significado e o momento onde ele é utilizado como
instrumento de cuidado, técnico e afetivo, definindo assim, seus efeitos
positivo e negativos.
Definição de toque :
Ato ou efeito de tocar contato, aperto de mão, forma de exame. (FERREIRA, 2001).
Definição de tocar :
Pôr a mão em, apalpar, atingir, chegar a, estar junto, sensibilizar, impressionar, executar.
(XIMENES, 2001) .
É pela mão e pela pele que o profissional está, permanentemente, em contato com o
paciente prestando cuidado. O tato não deve ser entendido como, apenas, uma habilidade
para desenvolver procedimento. O ato de tocar poderá provocar, nas enfermeiras, prazer e
repulsa, como também no paciente que é tocado, conforme afirmam Figueiredo e Carvalho
( 1999, p.30).
Para Ackermam (1993, p.102), é surpreendente a quantidade de informações que podem
ser transmitidas pelo toque. Os bebês prematuros massageados ganham peso cinquenta
por cento mais rápido do que os não massageados. Com o toque podemos transmitir mais
amor, em cinco segundos, do que através de palavras, em cinco minutos. O contato físico,
fazendo parte do processo do amor, é natural e saudável nos seres humanos. Na verdade,
é necessário a saúde emocional e física. Tocando afetuosamente, não há o que perder, só
a ganhar, conforme afirma Oliveira (2004, p.18).
Quanto aos tipos de toques Pearce (1988) indica as seguintes classificações:
1- Toque instrumental (efetivo)
2- Toque afetivo/expressivo (efetivo) Dell'aqua (1998,p.17), ressalta a necessidade de
trazer o toque expressivo como parte da interação necessária no cuidar, pois o ser
humano, possui aspectos biopsicossocial.
3- Toque terapêutico
Toque afetivo e o toque instrumental:
Enfatiza a dualidade do tocar, demonstrando como o toque pode ser usado tanto, expressivo,
afetivo, no cuidado ao paciente, como pode somente servir, para efetivação de procedimentos
técnicos de enfermagem, através do toque instrumental.
- O toque pode ser caracterizado como, somente instrumental, que é aquele que requer
contato físico deliberado para que se realizem procedimentos técnicos como, por exemplo,
punções venosas, sondagens, curativos, dentre outros; afetivo/expressivo, empregado de uma
forma mais humanizada para oferecer ao paciente uma assistência embasada no objetivo de
encorajá-lo a se comunicar e demonstrar aceitação, apóio, segurança, empatia e proximidade;
expressivo instrumental, quando um procedimento técnico de enfermagem pode ser
acompanhado do toque afetivo. (GODOY, 1998; SILVA; STEFANELLI, 1994; DELL'ACQUA;
ARAÚJO, SILVA, 1998).
Oliveira (2004, p.26), em estudo de interpretações do toque sob a ótica do paciente, identificou
em sua análise, mais dois tipos de toque que se ressalta:
- Que acolhe: aquele que é protetor e solidário, e o
- Que repele: sendo aquele que exclui, ignora e não respeita.
O toque pode ser representado de muitas formas, dependendo dos seguintes fatores:
duração, localização, freqüência, ação, intensidade e sensação.
A linguagem do toque:
A linguagem do toque pode ser analisada segundo os seguintes símbolos: duração,
localização, (áreas mais sensíveis, mais externas e mais próximas do coração), a
velocidade com que um se aproxima do outro, a intensidade ou a pressão exercida no corpo
do outro, frequência, sensação provocada, como ressalta, Weiss (1979).
Henley (1977), demonstrou em seus estudos, que uma pessoa toca a outra em maior
frequência, quando dá uma ordem ou informação. Ao receber informação ou ordem,
as pessoas tendem a não tocar o que indica consentimento.
a) Duração do toque - é o tempo total no qual ocorre o episódio do toque;
b) Localização do toque - refere-se às áreas e partes do corpo tocadas;
c) Frequência do toque - é a quantidade de vezes que se toca;
d) Ação do toque - é a velocidade com que nos aproximamos do outro para tocá-lo;
e) Intensidade do toque - refere-se à pressão usada sobre a superfície do corpo durante
o toque e varia de acordo com a sensibilidade do local;
f) Sensação provocada - é a interpretação do toque pelo corpo como agradável ou não.
Toque terapêutico:
É uma visão moderna da técnica de imposição de mãos ou ainda, cura psíquica, espiritual.
Todos estes, são nomes recebidos ao longo dos séculos e seus registros datam de 1552 A.C
(BROWN, 1997). O toque terapêutico foi introduzido na enfermagem pela Dra. Dolores
Krieger, professora de enfermagem na Universidade de Nova Iorque (GERBER,1997). Dra.
Dolores, em uma de suas pesquisas detectou que os níveis de homoglobina, em pacientes
submetidos ao toque terapêutico, aumentaram significativamente (krieger, 1979).
O que pode fazer o toque terapêutico:
Relaxamento
Redução da dor
Aceleração do processo de cura
Alívio de doenças psicossomáticas.
Em SÁ, 2003, vemos: Tocar em alguém quando temos a intenção de esta pessoa se
sinta melhor por si só já é terapêutico. É intuitivo e multicultural tocar o ombro ou
as mãos de quem esta precisando de ajuda, somente precisamos estar atentos à
não invasão do espaço pessoal de quem vai ser tocado. Há pessoas que
sentem dificuldade em serem tocadas. A dica que nos dão é a expressão
corporal: o afastamento de um segmento ou de todo o corpo da tentativa de
estabelecer um contato físico. Também em SÁ, 2003: De um modo geral,
portanto, o ato de tocar alguém é confortador e faz parte ativa do Cuidado
Emocional. Não tenha medo de tocar, de abraçar, de interagir desde que perceba
o limite do espaço pessoal do paciente.
Toque e sensualidade; Toque e privacidade;
Toque e cultura; Toque e patologias (alterações sensoriais)
Toque e sensualidade:
Para Amora (2001), sensual é aquilo que excita o prazer dos sentidos. como instituição
social, a enfermagem é, segundo Miranda e Sobral (1992), a única profissão que tem
permissão social, para tocar qualquer, parte do corpo do outro. Essa "autorização" social
para manipular o corpo do outro assegura, ao coletivo da enfermagem, um poder
incontestável, embora ainda não completamente percebido, entendido e utilizado como
instrumento terapêutico. Importante avaliar onde, como e quando tocar o paciente. Deve-se
ter em mente as condições afetivas e emocionais da pessoa.
Toque e privacidade:
O capítulo, IV - DOS DEVERES do código de Ética dos profissionais de enfermagem,
diz que o enfermeiro deve:
Art. 27 - Respeitar e conhecer o direito do paciente de decidir sobre sua pessoa,
seu tratamento e seu bem-estar.
Art. 28 Respeitar o natural pudor, privacidade e a intimidade do paciente.
Ao mesmo tempo o enfermeiro tem que reconhecer que o paciente possui:
"O direito a atendimento humano, atencioso e respeitoso, por parte de todos
os profissionais da saúde.
- Em algumas situações, a enfermagem inevitavelmente invadirá a privacidade
e a intimidade dos pacientes:
Cateterismo vesical; Banho no leito; Enemas; Exame físico; Partos.
Toque e cultura:
Cada cultura permite uma forma diferente de contato físico, deve-se ter isso em mente
ao se tocar o corpo do outro. Significado do toque varia de cultura para cultura.
Toque e Patologias:
Algumas patologias influenciam na percepção do tato, consequentemente, no toque.
Nesses casos, deve ser valorizada a expressão corporal ao do paciente, como a expressão
facial e olhar, embora o paciente não deixe de ser tocado.
- O ser humano como sociável, necessita do contato físico, o toque é essencial para
efetivar os atos que geram o cuidado, o toque deve ser realizado com prudência. As
enfermeiras, devem decidir se vão utilizar o toque indiscriminadamente, intuitivamente ou
se vão tomar por base algum conhecimento, ensinamento ou planejamento.
(SILVA; ESTEFANELLI, 2005)
Diante de tudo que pesquisamos e analisamos podemos dizer que:
O enfermeiro por ser o profissional que mais interage com o paciente deve, estabelecer uma forma de
contato, não somente os procedimentos técnicos, mas, buscando estabelecer de forma empática
(sentimento de identificação) a relação enfermeiro/paciente. Isso pode ser sinalizado pelo profissional de
diversas formas, porém é através do toque que se proporciona conforto, calor humano e transmite-se a
mensagem de que o paciente não esta só diante da dor e do sofrimento. A pele é o órgão de transformação
de estímulos físicos em comunicadores químicos e em estados psicológicos. Em qualquer época da vida, um contato
terno e amoroso na pele produz a sensação de apoio, consolo, companhia e presença amiga; um contato rude e
agressivo faz a pessoa sentir-se rejeitada, desprezada, invadida e provoca-lhe reação de defesa ou raiva. O toque
caracteriza-se, portanto, como uma forma de comunicação não verbal entre o paciente e o enfermeiro, onde é
possível estabelecer empatia na relação, dependendo do sentimento exteriorizado nessa atitude, a principal
ferramenta de comunicação entre o enfermeiro e o paciente é a empatia, podendo o profissional alcançá-la
observando as reações que provoca nas outras pessoas e também refletindo sobre suas experiências, sendo essa
relação, enfermeiro/paciente, a própria essência do propósito da enfermagem. Essa interação se refere a qualquer
contato durante o qual dois indivíduos têm influência recíproca se comunicando verbalmente ou não, sendo que a
forma não verbal abrange manifestações tais como a expressão facial, o andar, a postura, o tom de voz, gemidos e
gestos, configurando a comunicação como o processo que pode capacitar o enfermeiro a estabelecer contato, com a
finalidade de ajudar no enfrentamento da doença, do sofrimento e, se necessário, dar assistência para que seja
buscado um significado nessa experiência
- O toque está inserido, portanto, no contexto de manifestações não verbais, que possibilita
a enfermagem demonstrarem tanto sua habilidade técnica, quanto sua capacidade de ser
solidária e compreensiva. - E para finalizar, concluímos que, a conjunção do toque técnico e
afetivo/expressivo, pode e deve ser mais praticado, não só pelos profissionais de
enfermagem, mas também em todas as áreas da saúde, claro que, sempre respeitando, a
lei, a ética, a técnica e o direito do paciente.
Em um estudo realizado em um hospital na região norte do estado do Paraná por acadêmicas
de enfermagem do 4° ano, percebeu-se que 100% dos enfermeiros utilizavam o toque afetivo
e 93% em pacientes que precisam de apoio ou consolo; em relação aos pacientes, 86% vê o
toque como uma experiência positiva quando tem necessidade de apoio, 66% preferem ser
tocados nas mãos e 53% vê o toque como experiência negativa quando é técnico e sem
afetividade.
AMORA, A.S. Minidicionário da língua portuguesa. 12 ed. São Paulo: Saraiva, 2003
ARCKMAN, D. Uma história natural dos sentidos: Rio de Janeiro: Berthand do Brasil, 1992.
BACK, F. H; GRISA, P. A. A Cura Pela Imposição das Mãos. 13.ed. Florianópolis, Edipappi- Lipappi.
2000.
BENNER, P; WRUBEL, J. The primacyof caring: stress and illness.New york, 1989.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (RJ). Código de ética dos profissionais de enfermagem. Rio
de Janeiro (RJ), 1993 CARVALHO, V. Os sentidos. O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado.
Rio de Janeiro:Revinter, 1999. cap.4. p.25-34.
DELL’AQUA, M.Q; ARAUJO, V.A; SILVA, M.J.P. Toque: Qual uso atual pelo Enfermeiro? Revista Latino
Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto. v. 6, n.2, p.17-22, Abril de 1998.
FIGUEIREDO.A.B.H. Miniaurélio séc XXI escolar: o minidicionário da língua portuguesa. 4ed.Rio de
Janeiro: Nova fronteira, 2001.
FIGUEIREDO, N. M. O corpo da Enfermeira: Instrumento do Cuidado de Enfermagem – Um estudo
sobre representações de Enfermeiros.
Rio de Janeiro: EEAN/UFRJ, 1994 (Tese de Doutorado Enfermagem)
. O sentido dos sentidos do corpo da Enfermeira no ato de cuidar: O que é e o que não é subjetivo nesta
ação: Representação de Enfermeiros. Revista de Enfermagem da UERJ, Rio de Janeiro, v.3, n.1, p 3-9,
Maio de 1995.
(GODOY, 1998; SILVA; STEFANELLI, 1994; DELL'ACQUA; ARAÚJO, SILVA, 1998).
HENLEY, N.M. Body politics; power, sex and nonverbal communication. Englewood chiffs: Prentice hall,
1979.
KEATING, K. A terapia do abraço. São Paulo: Pensamento, 1993.
KRIZINOFSKI, M. T. Sexualidade Humana y Practica de la Enfermeria. In: Clinical de Enfermeria de
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Psicologia - A Importância do toque.

  • 1. Psicologia – Profª/Enfª: Shirley Turma: 107 manhã - modulo I São Paulo,Nov/2015
  • 2. - O ato de tocar é considerado um meio de comunicação não verbal que auxilia no cuidado de enfermagem. Diante da doença os pacientes se mostram extremamente fragilizados, tanto física quanto emocionalmente, pois existe uma exacerbação de suas necessidades, dai a importância do toque na área da saúde. O toque e a proximidade física são citados como as maneiras mais importantes de se comunicar com o paciente e de demonstrar afeto, envolvimento, segurança e sua valorização como ser humano (MONTAGU, 1988). Além disso, o toque é um dos instrumentos primários que os enfermeiros dispõem para estabelecer um contato direto dentro de um curto período e para identificar as necessidades dos pacientes. Muitas vezes, palavras são insuficientes, a atividade mais importante para o enfermeiro é simplesmente estar junto ou segurar a mão do paciente. - O ato de tocar têm íntima relação com o exercício profissional da enfermagem, e nos remete a humanização das práticas técnicas que nos faz profissionais humanos e não máquinas de realizar procedimentos; o toque nos aproxima do paciente e dos nossos objetivos enquanto enfermeiros. É possível diferenciar as várias maneiras de tocar nossos pacientes, como veremos na analise a seguir, deste trabalho.
  • 3. - Este trabalho tem como objetivo, analisar, através de pesquisas, a importância do toque da enfermagem no cuidado ao paciente, e identificar o seu significado e o momento onde ele é utilizado como instrumento de cuidado, técnico e afetivo, definindo assim, seus efeitos positivo e negativos.
  • 4. Definição de toque : Ato ou efeito de tocar contato, aperto de mão, forma de exame. (FERREIRA, 2001). Definição de tocar : Pôr a mão em, apalpar, atingir, chegar a, estar junto, sensibilizar, impressionar, executar. (XIMENES, 2001) . É pela mão e pela pele que o profissional está, permanentemente, em contato com o paciente prestando cuidado. O tato não deve ser entendido como, apenas, uma habilidade para desenvolver procedimento. O ato de tocar poderá provocar, nas enfermeiras, prazer e repulsa, como também no paciente que é tocado, conforme afirmam Figueiredo e Carvalho ( 1999, p.30). Para Ackermam (1993, p.102), é surpreendente a quantidade de informações que podem ser transmitidas pelo toque. Os bebês prematuros massageados ganham peso cinquenta por cento mais rápido do que os não massageados. Com o toque podemos transmitir mais amor, em cinco segundos, do que através de palavras, em cinco minutos. O contato físico, fazendo parte do processo do amor, é natural e saudável nos seres humanos. Na verdade, é necessário a saúde emocional e física. Tocando afetuosamente, não há o que perder, só a ganhar, conforme afirma Oliveira (2004, p.18).
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9. Quanto aos tipos de toques Pearce (1988) indica as seguintes classificações: 1- Toque instrumental (efetivo) 2- Toque afetivo/expressivo (efetivo) Dell'aqua (1998,p.17), ressalta a necessidade de trazer o toque expressivo como parte da interação necessária no cuidar, pois o ser humano, possui aspectos biopsicossocial. 3- Toque terapêutico Toque afetivo e o toque instrumental: Enfatiza a dualidade do tocar, demonstrando como o toque pode ser usado tanto, expressivo, afetivo, no cuidado ao paciente, como pode somente servir, para efetivação de procedimentos técnicos de enfermagem, através do toque instrumental. - O toque pode ser caracterizado como, somente instrumental, que é aquele que requer contato físico deliberado para que se realizem procedimentos técnicos como, por exemplo, punções venosas, sondagens, curativos, dentre outros; afetivo/expressivo, empregado de uma forma mais humanizada para oferecer ao paciente uma assistência embasada no objetivo de encorajá-lo a se comunicar e demonstrar aceitação, apóio, segurança, empatia e proximidade; expressivo instrumental, quando um procedimento técnico de enfermagem pode ser acompanhado do toque afetivo. (GODOY, 1998; SILVA; STEFANELLI, 1994; DELL'ACQUA; ARAÚJO, SILVA, 1998).
  • 10. Oliveira (2004, p.26), em estudo de interpretações do toque sob a ótica do paciente, identificou em sua análise, mais dois tipos de toque que se ressalta: - Que acolhe: aquele que é protetor e solidário, e o - Que repele: sendo aquele que exclui, ignora e não respeita. O toque pode ser representado de muitas formas, dependendo dos seguintes fatores: duração, localização, freqüência, ação, intensidade e sensação. A linguagem do toque: A linguagem do toque pode ser analisada segundo os seguintes símbolos: duração, localização, (áreas mais sensíveis, mais externas e mais próximas do coração), a velocidade com que um se aproxima do outro, a intensidade ou a pressão exercida no corpo do outro, frequência, sensação provocada, como ressalta, Weiss (1979). Henley (1977), demonstrou em seus estudos, que uma pessoa toca a outra em maior frequência, quando dá uma ordem ou informação. Ao receber informação ou ordem, as pessoas tendem a não tocar o que indica consentimento.
  • 11. a) Duração do toque - é o tempo total no qual ocorre o episódio do toque; b) Localização do toque - refere-se às áreas e partes do corpo tocadas; c) Frequência do toque - é a quantidade de vezes que se toca; d) Ação do toque - é a velocidade com que nos aproximamos do outro para tocá-lo; e) Intensidade do toque - refere-se à pressão usada sobre a superfície do corpo durante o toque e varia de acordo com a sensibilidade do local; f) Sensação provocada - é a interpretação do toque pelo corpo como agradável ou não.
  • 12. Toque terapêutico: É uma visão moderna da técnica de imposição de mãos ou ainda, cura psíquica, espiritual. Todos estes, são nomes recebidos ao longo dos séculos e seus registros datam de 1552 A.C (BROWN, 1997). O toque terapêutico foi introduzido na enfermagem pela Dra. Dolores Krieger, professora de enfermagem na Universidade de Nova Iorque (GERBER,1997). Dra. Dolores, em uma de suas pesquisas detectou que os níveis de homoglobina, em pacientes submetidos ao toque terapêutico, aumentaram significativamente (krieger, 1979). O que pode fazer o toque terapêutico: Relaxamento Redução da dor Aceleração do processo de cura Alívio de doenças psicossomáticas.
  • 13. Em SÁ, 2003, vemos: Tocar em alguém quando temos a intenção de esta pessoa se sinta melhor por si só já é terapêutico. É intuitivo e multicultural tocar o ombro ou as mãos de quem esta precisando de ajuda, somente precisamos estar atentos à não invasão do espaço pessoal de quem vai ser tocado. Há pessoas que sentem dificuldade em serem tocadas. A dica que nos dão é a expressão corporal: o afastamento de um segmento ou de todo o corpo da tentativa de estabelecer um contato físico. Também em SÁ, 2003: De um modo geral, portanto, o ato de tocar alguém é confortador e faz parte ativa do Cuidado Emocional. Não tenha medo de tocar, de abraçar, de interagir desde que perceba o limite do espaço pessoal do paciente.
  • 14. Toque e sensualidade; Toque e privacidade; Toque e cultura; Toque e patologias (alterações sensoriais) Toque e sensualidade: Para Amora (2001), sensual é aquilo que excita o prazer dos sentidos. como instituição social, a enfermagem é, segundo Miranda e Sobral (1992), a única profissão que tem permissão social, para tocar qualquer, parte do corpo do outro. Essa "autorização" social para manipular o corpo do outro assegura, ao coletivo da enfermagem, um poder incontestável, embora ainda não completamente percebido, entendido e utilizado como instrumento terapêutico. Importante avaliar onde, como e quando tocar o paciente. Deve-se ter em mente as condições afetivas e emocionais da pessoa.
  • 15. Toque e privacidade: O capítulo, IV - DOS DEVERES do código de Ética dos profissionais de enfermagem, diz que o enfermeiro deve: Art. 27 - Respeitar e conhecer o direito do paciente de decidir sobre sua pessoa, seu tratamento e seu bem-estar. Art. 28 Respeitar o natural pudor, privacidade e a intimidade do paciente. Ao mesmo tempo o enfermeiro tem que reconhecer que o paciente possui: "O direito a atendimento humano, atencioso e respeitoso, por parte de todos os profissionais da saúde.
  • 16. - Em algumas situações, a enfermagem inevitavelmente invadirá a privacidade e a intimidade dos pacientes: Cateterismo vesical; Banho no leito; Enemas; Exame físico; Partos. Toque e cultura: Cada cultura permite uma forma diferente de contato físico, deve-se ter isso em mente ao se tocar o corpo do outro. Significado do toque varia de cultura para cultura.
  • 17. Toque e Patologias: Algumas patologias influenciam na percepção do tato, consequentemente, no toque. Nesses casos, deve ser valorizada a expressão corporal ao do paciente, como a expressão facial e olhar, embora o paciente não deixe de ser tocado. - O ser humano como sociável, necessita do contato físico, o toque é essencial para efetivar os atos que geram o cuidado, o toque deve ser realizado com prudência. As enfermeiras, devem decidir se vão utilizar o toque indiscriminadamente, intuitivamente ou se vão tomar por base algum conhecimento, ensinamento ou planejamento. (SILVA; ESTEFANELLI, 2005)
  • 18. Diante de tudo que pesquisamos e analisamos podemos dizer que: O enfermeiro por ser o profissional que mais interage com o paciente deve, estabelecer uma forma de contato, não somente os procedimentos técnicos, mas, buscando estabelecer de forma empática (sentimento de identificação) a relação enfermeiro/paciente. Isso pode ser sinalizado pelo profissional de diversas formas, porém é através do toque que se proporciona conforto, calor humano e transmite-se a mensagem de que o paciente não esta só diante da dor e do sofrimento. A pele é o órgão de transformação de estímulos físicos em comunicadores químicos e em estados psicológicos. Em qualquer época da vida, um contato terno e amoroso na pele produz a sensação de apoio, consolo, companhia e presença amiga; um contato rude e agressivo faz a pessoa sentir-se rejeitada, desprezada, invadida e provoca-lhe reação de defesa ou raiva. O toque caracteriza-se, portanto, como uma forma de comunicação não verbal entre o paciente e o enfermeiro, onde é possível estabelecer empatia na relação, dependendo do sentimento exteriorizado nessa atitude, a principal ferramenta de comunicação entre o enfermeiro e o paciente é a empatia, podendo o profissional alcançá-la observando as reações que provoca nas outras pessoas e também refletindo sobre suas experiências, sendo essa relação, enfermeiro/paciente, a própria essência do propósito da enfermagem. Essa interação se refere a qualquer contato durante o qual dois indivíduos têm influência recíproca se comunicando verbalmente ou não, sendo que a forma não verbal abrange manifestações tais como a expressão facial, o andar, a postura, o tom de voz, gemidos e gestos, configurando a comunicação como o processo que pode capacitar o enfermeiro a estabelecer contato, com a finalidade de ajudar no enfrentamento da doença, do sofrimento e, se necessário, dar assistência para que seja buscado um significado nessa experiência
  • 19. - O toque está inserido, portanto, no contexto de manifestações não verbais, que possibilita a enfermagem demonstrarem tanto sua habilidade técnica, quanto sua capacidade de ser solidária e compreensiva. - E para finalizar, concluímos que, a conjunção do toque técnico e afetivo/expressivo, pode e deve ser mais praticado, não só pelos profissionais de enfermagem, mas também em todas as áreas da saúde, claro que, sempre respeitando, a lei, a ética, a técnica e o direito do paciente. Em um estudo realizado em um hospital na região norte do estado do Paraná por acadêmicas de enfermagem do 4° ano, percebeu-se que 100% dos enfermeiros utilizavam o toque afetivo e 93% em pacientes que precisam de apoio ou consolo; em relação aos pacientes, 86% vê o toque como uma experiência positiva quando tem necessidade de apoio, 66% preferem ser tocados nas mãos e 53% vê o toque como experiência negativa quando é técnico e sem afetividade.
  • 20. AMORA, A.S. Minidicionário da língua portuguesa. 12 ed. São Paulo: Saraiva, 2003 ARCKMAN, D. Uma história natural dos sentidos: Rio de Janeiro: Berthand do Brasil, 1992. BACK, F. H; GRISA, P. A. A Cura Pela Imposição das Mãos. 13.ed. Florianópolis, Edipappi- Lipappi. 2000. BENNER, P; WRUBEL, J. The primacyof caring: stress and illness.New york, 1989. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (RJ). Código de ética dos profissionais de enfermagem. Rio de Janeiro (RJ), 1993 CARVALHO, V. Os sentidos. O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado. Rio de Janeiro:Revinter, 1999. cap.4. p.25-34. DELL’AQUA, M.Q; ARAUJO, V.A; SILVA, M.J.P. Toque: Qual uso atual pelo Enfermeiro? Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto. v. 6, n.2, p.17-22, Abril de 1998. FIGUEIREDO.A.B.H. Miniaurélio séc XXI escolar: o minidicionário da língua portuguesa. 4ed.Rio de Janeiro: Nova fronteira, 2001. FIGUEIREDO, N. M. O corpo da Enfermeira: Instrumento do Cuidado de Enfermagem – Um estudo sobre representações de Enfermeiros. Rio de Janeiro: EEAN/UFRJ, 1994 (Tese de Doutorado Enfermagem) . O sentido dos sentidos do corpo da Enfermeira no ato de cuidar: O que é e o que não é subjetivo nesta ação: Representação de Enfermeiros. Revista de Enfermagem da UERJ, Rio de Janeiro, v.3, n.1, p 3-9, Maio de 1995. (GODOY, 1998; SILVA; STEFANELLI, 1994; DELL'ACQUA; ARAÚJO, SILVA, 1998). HENLEY, N.M. Body politics; power, sex and nonverbal communication. Englewood chiffs: Prentice hall, 1979. KEATING, K. A terapia do abraço. São Paulo: Pensamento, 1993. KRIZINOFSKI, M. T. Sexualidade Humana y Practica de la Enfermeria. In: Clinical de Enfermeria de Norte América: Interamericana, México.