A História da Smartphones
Como Foi a Evolução Deste Aparelho
O Smartphone virou um aparelho prioritário na vida de muita gente.O seu surgimento foi em 1992,e era
o Simon,da IBM. Seus recursos como PDAe fax, tela sensível ao toque e outras funções avançadas para
a época justificava seu preço de quase 900 dólares.Dezanos depois foi a vez de a empresa Kyocera
lançar o modelo QCP 6035 no mercado brasileiro,o primeiro por aqui a mesclar funções de celular e de
computador.O sistema operacional era o Palm OS, e possuía conexão com a internet. O preço era cerca
de 2900 reais.
Nomes
Outro avanço 2002: a tela colorida e o GSM chegam ao mercado brasileiro com o Communicator 9210,da
Nokia.O preço era salgado:3,5 mil reais.No mesmo ano outra novidade,mas que nunca foi lançado no
Brasil:a empresa Handspring lança o Treo 300,também com Palm OS e teclado QWERTY. O ano de
2005 foi marcado pela chegada do BlackBerry em sistema de comodato.A TIM oferecia o serviço para as
empresas,por 429 reais mensais.A HP também lança seu iPaq Mobile Messenger,com sistema
operacional Windows Mobile.A conectividade é o forte deste aparelho,que combina GSM, GPRS, Wi-Fi,
GPS e EDGE. O Treo 700w é lançada pela Palm,mas agora com o Windows Mobile.
Televisão
O Primeiro iPhone
Chega em 2007 para conquistar o mercado.Steve Jobs fez o anúncio durante a MacWorld, realizada
na cidade de Las Vegas.O ano de 2008 traz o G1 da HTC, que vem com o novíssimo sistema Android.O
aparelho não foi vendido oficialmente no Brasil.No mesmo ano chegou o iPhone 3Gno país,três meses
após o lançamento mundial,com preços que variavam de 900 a até 600 reais.Em 2009,chega a
segunda versão do produto da Apple, o iPhone 3GS, com recursos como gravação de vídeo e mais
rápido.A Samsung foi a primeira a trazer um celular com Android para o Brasil,o Galaxy.
A História da Smartphones
Lançamentos em 2010
O sistema operacional Android é a grande aposta do ano.A Google chegou a colocar sua marca no
celular fabricado pela HTC, o Nexus One. No entanto, o smartphone não vende como o esperado.De
outro lado a Microsoft lança o Windows Phone 7,com recursos como integração à rede Xbox Live e Zune
HD. O lançamento foi anunciado durante o World Mobile Congress.A Apple não fica atrás e anuncia o
seu iPhone4.Steve Jobs faz o anúncio em São Francisco,e alguns episódios envolvendo a marca e o
produto ganham grande destaque na mídia,como o caso do funcionário da Apple que perdeu o produto
em um bar.
http://tecnologia.culturamix.com/eletronicos/a-historia-da-smartphones
Acesso à internet
exclusivamente por
smartphone chega a
31% entre os jovens
brasileiros
Não é mais nenhuma novidade que o smartphone vem se tornando cada vez mais
odispositivo preferido para acesso à internet dos brasileiros, inclusive, fazendo o país
liderar entre os que mais cresceram em compras mobile. E segundo a pesquisa TIC Kids
Online Brasil 2015, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br), na última segunda-feira
(10), apontou mais um dado interessante: cerca de 83% dos jovens com idade entre 9 a 17
anospreferem o celular pra navegar.
Além disso a mesma pesquisa chegou a outros resultados notáveis entre as crianças dessa
faixa etária:
 31% utiliza apenas o smartphone para navegar na internet, número que sobe para 55%
nas classes D e E.
 Computadores em geral perderam popularidade e caíram de 64% na preferência crianças
e adolescentes (contra 81% em 2014).
 71% dos brasileirinhos acessam à internet no smartphone conectadas ao Wi-Fi, enquanto
46% somente pelas redes móveis, proporção que muda para 66% e 50%,
respectivamente, nas classes D e E.
 57% dos meninos usam mais a rede para jogar online, contra 17% das meninas. Em
contrapartida cerca de 84% delas fazem pesquisas escolares na internet, ante 73% dos
meninos.
Com o crescente uso do smartphone, também foi reduzido o percentual de crianças que
acessa a internet pela escola em relação ao ano anterior da pesquisa, caindo de 38% em 2014
para 31% em 2015.
Desconectados
Mesmo com os resultados crescentes, ainda há cerca de 5,9 milhões de meninos e meninas
entre 9 e 17 anos de idade que não acessam à internet. E, acredite, em torno de 3,4 milhões
sequer navegaram uma única vez pelo mais diversos motivos.
http://www.tudocelular.com/android/noticias/n80321/Acesso-a-internet-cresce-entre-jovens-
brasileiros.html
Geração celular
Mal podemos imaginar a vida dos adolescentes sem os telefones móveis: multifuncionais, eles servem como
gravadores de música, central de comunicação, símbolo de status – cientistas estudam a relação dos jovens
com esses aparelhos para compreender o comportamento de grupos e desvendar interesses
Nos dias de hoje, encontrar um adolescente que não tenha um celular
é tão improvável quanto achar um menino de 13 anos que seja fã de
ópera ou uma menina de 15 que não se preocupe com a aparência.
Nenhum grupo incorporou tão rápida e amplamente a tecnologia à
sua rotina quanto os jovens de 12 a 19 anos. No Brasil, em janeiro de
2009, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou
154,6 milhões de assinantes de telefonia móvel e, embora a agência
e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não tenham
informações sobre a faixa etária dos proprietários dos aparelhos, é
possível perceber o interesse dos adolescentes por celulares.
Mas qual o efeito causado pelo uso constante desses aparelhos nos
relacionamentos e no comportamento? Nos últimos anos, cientistas
alemães estudaram essa questão minuciosamente e por meio de
entrevistas com adolescentes e seus pais – observando atitudes dos
estudantes na escola, linguagem e conteúdo de mensagens enviadas
e recebidas – foi possível mapear o “comportamento telefônico” dos
grupos. Os pesquisadores constataram que os celulares mudaram a
vida dos adolescentes sob vários aspectos – muitos deles para
melhor. Um exemplo disso foi na organização do dia. Assim como
para os adultos, o celular ajuda os adolescentes a manter o controle
da sua vida: é possível informar os pais de que estão saindo da aula,
avisar sobre seus planos para a tarde, marcar atividades escolares e
lúdicas – tudo simultaneamente. Hoje, em vez de agendar encontros
com os amigos com antecedência, como se fazia há alguns anos, os
jovens planejam suas atividades quando já estão a caminho delas e
em um curto período de tempo são capazes de preparar uma festa.
Símbolo de status, a escolha do aparelho é vista por esses rapazes e
garotas como expressão da própria personalidade. Modelos, cores e
recursos são tema de conversa e, em alguns meios, podem indicar o
grau de popularidade de seus proprietários. Alguns jovens usam o
celular como uma espécie de “gerenciador de relacionamentos”: ele
serve como centro de controle de uma rede social, principalmente
quando se trata de pessoas da mesma idade. E possuir um aparelho
próprio pode ser um pressuposto básico para fazer parte de um
grupo; quem não é “encontrável” acaba excluído da comunicação de
algumas turmas.
BLUEORANGE
STUDIO/SHUTTERSTOCK
A POSSIBILIDADE DE marcar
encontros a qualquer momento ajuda
Em um estudo feito em 2005,
no Japão, foram entrevistados
aproximadamente 600
estudantes – sendo que apenas metade deles tinha celular. Os
resultados mostraram que proprietários de telefones tendiam a
escolher seus amigos entre os que também possuíam o aparelho.
Eram os mais afeitos a novidades tecnológicas e julgavam ser
importante para a vida profissional e pessoal ser encontrados a
qualquer momento. Apesar de apenas 5% dos entrevistados terem
admitido abertamente que se sentiam socialmente excluídos devido à
falta da tecnologia, quase 70% expressaram o desejo de ter um
aparelho e um em cada três acreditava que não conseguiria ficar sem
celular depois que tivesse o primeiro.
A maioria dos jovens que usam celulares concorda que é importante
seguir algumas regras, que entre pessoas de outras faixas etárias
poderiam ser facilmente contestadas. Por exemplo, julgam grosseiro
não enviar uma resposta rápida para um recado deixado na caixa
postal ou um SMS (short message service, em inglês): um “atraso”
de 20 a 40 minutos ainda é aceitável – mais que isso costuma ser
tomado como falta de educação. Mais: o celular pode (e deve) ser
utilizado a toda hora e em qualquer lugar. Muitas vezes, no caminho
da escola para casa, eles ligam para os amigos com quem acabaram
de passar a manhã. Para muitos adultos é difícil entender esse desejo
excessivo de comunicação. O que pode haver de tão importante para
ser dito com tanta urgência?
A professora de psicologia Nicola Döring, da Universidade Técnica de
Ilmenau, na Alemanha, analisou o conteúdo de mil mensagens
instantâneas. Os resultados mostram que os jovens não usam o
celular apenas para a troca de informações objetivas, mas para
participar da rotina do outro, expressar proximidade, afeto e dar
vazão aos sentimentos. Segundo estudo norueguês de 2005, feito
com aproximadamente 12 mil jovens, com idade entre 13 e 19 anos,
a controlar sentimentos de
insegurança e solidão
a troca de carinhos virtuais é considerada por eles como essencial
para seus relacionamentos e parece funcionar como uma espécie de
“reanimador”: os resultados mostraram que, quanto mais um
adolescente telefonava ou mais mensagens escrevia, menor a
possibilidade de se sentir solitário. Pesquisadores consideram, porém,
a possibilidade de que adolescentes que de antemão já estejam em
um bom estado de ânimo usem mais o celular. Porém, a
argumentação inversa parece, no mínimo, igualmente plausível; a
perspectiva de encontrar os amigos a qualquer momento, em
qualquer lugar, ajuda a controlar a insegurança e a solidão.
(...)
http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/geracao_celular.html

A história da smartphones

  • 1.
    A História daSmartphones Como Foi a Evolução Deste Aparelho O Smartphone virou um aparelho prioritário na vida de muita gente.O seu surgimento foi em 1992,e era o Simon,da IBM. Seus recursos como PDAe fax, tela sensível ao toque e outras funções avançadas para a época justificava seu preço de quase 900 dólares.Dezanos depois foi a vez de a empresa Kyocera lançar o modelo QCP 6035 no mercado brasileiro,o primeiro por aqui a mesclar funções de celular e de computador.O sistema operacional era o Palm OS, e possuía conexão com a internet. O preço era cerca de 2900 reais. Nomes Outro avanço 2002: a tela colorida e o GSM chegam ao mercado brasileiro com o Communicator 9210,da Nokia.O preço era salgado:3,5 mil reais.No mesmo ano outra novidade,mas que nunca foi lançado no Brasil:a empresa Handspring lança o Treo 300,também com Palm OS e teclado QWERTY. O ano de 2005 foi marcado pela chegada do BlackBerry em sistema de comodato.A TIM oferecia o serviço para as empresas,por 429 reais mensais.A HP também lança seu iPaq Mobile Messenger,com sistema operacional Windows Mobile.A conectividade é o forte deste aparelho,que combina GSM, GPRS, Wi-Fi, GPS e EDGE. O Treo 700w é lançada pela Palm,mas agora com o Windows Mobile.
  • 2.
    Televisão O Primeiro iPhone Chegaem 2007 para conquistar o mercado.Steve Jobs fez o anúncio durante a MacWorld, realizada na cidade de Las Vegas.O ano de 2008 traz o G1 da HTC, que vem com o novíssimo sistema Android.O aparelho não foi vendido oficialmente no Brasil.No mesmo ano chegou o iPhone 3Gno país,três meses após o lançamento mundial,com preços que variavam de 900 a até 600 reais.Em 2009,chega a segunda versão do produto da Apple, o iPhone 3GS, com recursos como gravação de vídeo e mais rápido.A Samsung foi a primeira a trazer um celular com Android para o Brasil,o Galaxy. A História da Smartphones Lançamentos em 2010 O sistema operacional Android é a grande aposta do ano.A Google chegou a colocar sua marca no celular fabricado pela HTC, o Nexus One. No entanto, o smartphone não vende como o esperado.De outro lado a Microsoft lança o Windows Phone 7,com recursos como integração à rede Xbox Live e Zune HD. O lançamento foi anunciado durante o World Mobile Congress.A Apple não fica atrás e anuncia o seu iPhone4.Steve Jobs faz o anúncio em São Francisco,e alguns episódios envolvendo a marca e o
  • 3.
    produto ganham grandedestaque na mídia,como o caso do funcionário da Apple que perdeu o produto em um bar. http://tecnologia.culturamix.com/eletronicos/a-historia-da-smartphones Acesso à internet exclusivamente por smartphone chega a 31% entre os jovens brasileiros Não é mais nenhuma novidade que o smartphone vem se tornando cada vez mais odispositivo preferido para acesso à internet dos brasileiros, inclusive, fazendo o país liderar entre os que mais cresceram em compras mobile. E segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2015, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br), na última segunda-feira (10), apontou mais um dado interessante: cerca de 83% dos jovens com idade entre 9 a 17 anospreferem o celular pra navegar. Além disso a mesma pesquisa chegou a outros resultados notáveis entre as crianças dessa faixa etária:  31% utiliza apenas o smartphone para navegar na internet, número que sobe para 55% nas classes D e E.  Computadores em geral perderam popularidade e caíram de 64% na preferência crianças e adolescentes (contra 81% em 2014).  71% dos brasileirinhos acessam à internet no smartphone conectadas ao Wi-Fi, enquanto 46% somente pelas redes móveis, proporção que muda para 66% e 50%, respectivamente, nas classes D e E.  57% dos meninos usam mais a rede para jogar online, contra 17% das meninas. Em contrapartida cerca de 84% delas fazem pesquisas escolares na internet, ante 73% dos meninos. Com o crescente uso do smartphone, também foi reduzido o percentual de crianças que acessa a internet pela escola em relação ao ano anterior da pesquisa, caindo de 38% em 2014 para 31% em 2015.
  • 4.
    Desconectados Mesmo com osresultados crescentes, ainda há cerca de 5,9 milhões de meninos e meninas entre 9 e 17 anos de idade que não acessam à internet. E, acredite, em torno de 3,4 milhões sequer navegaram uma única vez pelo mais diversos motivos. http://www.tudocelular.com/android/noticias/n80321/Acesso-a-internet-cresce-entre-jovens- brasileiros.html Geração celular Mal podemos imaginar a vida dos adolescentes sem os telefones móveis: multifuncionais, eles servem como gravadores de música, central de comunicação, símbolo de status – cientistas estudam a relação dos jovens com esses aparelhos para compreender o comportamento de grupos e desvendar interesses Nos dias de hoje, encontrar um adolescente que não tenha um celular é tão improvável quanto achar um menino de 13 anos que seja fã de ópera ou uma menina de 15 que não se preocupe com a aparência. Nenhum grupo incorporou tão rápida e amplamente a tecnologia à sua rotina quanto os jovens de 12 a 19 anos. No Brasil, em janeiro de 2009, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou 154,6 milhões de assinantes de telefonia móvel e, embora a agência e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não tenham informações sobre a faixa etária dos proprietários dos aparelhos, é possível perceber o interesse dos adolescentes por celulares. Mas qual o efeito causado pelo uso constante desses aparelhos nos relacionamentos e no comportamento? Nos últimos anos, cientistas alemães estudaram essa questão minuciosamente e por meio de entrevistas com adolescentes e seus pais – observando atitudes dos estudantes na escola, linguagem e conteúdo de mensagens enviadas e recebidas – foi possível mapear o “comportamento telefônico” dos grupos. Os pesquisadores constataram que os celulares mudaram a vida dos adolescentes sob vários aspectos – muitos deles para melhor. Um exemplo disso foi na organização do dia. Assim como para os adultos, o celular ajuda os adolescentes a manter o controle da sua vida: é possível informar os pais de que estão saindo da aula, avisar sobre seus planos para a tarde, marcar atividades escolares e
  • 5.
    lúdicas – tudosimultaneamente. Hoje, em vez de agendar encontros com os amigos com antecedência, como se fazia há alguns anos, os jovens planejam suas atividades quando já estão a caminho delas e em um curto período de tempo são capazes de preparar uma festa. Símbolo de status, a escolha do aparelho é vista por esses rapazes e garotas como expressão da própria personalidade. Modelos, cores e recursos são tema de conversa e, em alguns meios, podem indicar o grau de popularidade de seus proprietários. Alguns jovens usam o celular como uma espécie de “gerenciador de relacionamentos”: ele serve como centro de controle de uma rede social, principalmente quando se trata de pessoas da mesma idade. E possuir um aparelho próprio pode ser um pressuposto básico para fazer parte de um grupo; quem não é “encontrável” acaba excluído da comunicação de algumas turmas. BLUEORANGE STUDIO/SHUTTERSTOCK A POSSIBILIDADE DE marcar encontros a qualquer momento ajuda
  • 6.
    Em um estudofeito em 2005, no Japão, foram entrevistados aproximadamente 600 estudantes – sendo que apenas metade deles tinha celular. Os resultados mostraram que proprietários de telefones tendiam a escolher seus amigos entre os que também possuíam o aparelho. Eram os mais afeitos a novidades tecnológicas e julgavam ser importante para a vida profissional e pessoal ser encontrados a qualquer momento. Apesar de apenas 5% dos entrevistados terem admitido abertamente que se sentiam socialmente excluídos devido à falta da tecnologia, quase 70% expressaram o desejo de ter um aparelho e um em cada três acreditava que não conseguiria ficar sem celular depois que tivesse o primeiro. A maioria dos jovens que usam celulares concorda que é importante seguir algumas regras, que entre pessoas de outras faixas etárias poderiam ser facilmente contestadas. Por exemplo, julgam grosseiro não enviar uma resposta rápida para um recado deixado na caixa postal ou um SMS (short message service, em inglês): um “atraso” de 20 a 40 minutos ainda é aceitável – mais que isso costuma ser tomado como falta de educação. Mais: o celular pode (e deve) ser utilizado a toda hora e em qualquer lugar. Muitas vezes, no caminho da escola para casa, eles ligam para os amigos com quem acabaram de passar a manhã. Para muitos adultos é difícil entender esse desejo excessivo de comunicação. O que pode haver de tão importante para ser dito com tanta urgência? A professora de psicologia Nicola Döring, da Universidade Técnica de Ilmenau, na Alemanha, analisou o conteúdo de mil mensagens instantâneas. Os resultados mostram que os jovens não usam o celular apenas para a troca de informações objetivas, mas para participar da rotina do outro, expressar proximidade, afeto e dar vazão aos sentimentos. Segundo estudo norueguês de 2005, feito com aproximadamente 12 mil jovens, com idade entre 13 e 19 anos, a controlar sentimentos de insegurança e solidão
  • 7.
    a troca decarinhos virtuais é considerada por eles como essencial para seus relacionamentos e parece funcionar como uma espécie de “reanimador”: os resultados mostraram que, quanto mais um adolescente telefonava ou mais mensagens escrevia, menor a possibilidade de se sentir solitário. Pesquisadores consideram, porém, a possibilidade de que adolescentes que de antemão já estejam em um bom estado de ânimo usem mais o celular. Porém, a argumentação inversa parece, no mínimo, igualmente plausível; a perspectiva de encontrar os amigos a qualquer momento, em qualquer lugar, ajuda a controlar a insegurança e a solidão. (...) http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/geracao_celular.html