Texto 01
Dentre nove grandes mercados incluídos em uma
pesquisa realizada pelo MEF com 6 mil usuários móveis, o
Brasil é o segundo com maior uso de WhatsApp, atrás
apenas da África do Sul. Segundo relatório divulgado pela
entidade, 76% dos assinantes móveis no Brasil fazem uso
regular do WhatsApp, que é o comunicador instantâneo
mais popular no País.
O Facebook Messenger aparece em segundo lugar,
acessado regularmente por 64% dos brasileiros
entrevistados, seguido pelo serviço de SMS (37%) e pelo
Snapchat (19%). Telegram e WeChat são usados
regularmente por apenas 5% e 3% dos brasileiros com
celulares, respectivamente.
Na África do Sul, o WhatsApp é usado regularmente
por 82% das pessoas com linhas móveis. O comunicador
instantâneo também é bastante popular na Nigéria (73%
acessam regularmente), na Alemanha (72%) e na Índia
(63%). Em todos estes, o WhatsApp é o mais citado como
sendo usado regularmente. O Facebook Messenger, por sua
vez, lidera nos EUA (65%) e no Reino Unido (59%),
enquanto o WeChat é o mais usado com regularidade na
China (79%).
Na média global da pesquisa, o Facebook Messenger é
o mais usado regularmente, citado por 56% dos 6 mil
entrevistados, seguido do WhatsApp (50%), SMS (42%),
Snapchat (14%), WeChat (13%) e Telegram (3%).
Além de perguntar quais serviços e apps de
comunicação instantânea as pessoas usam regularmente, a
pesquisa indagou qual deles é o mais usado pelo
entrevistado. Neste caso, o WhatsApp lidera no mundo: é o
mais utilizado por 37% dos entrevistados. O Facebook
Messenger vem em seguida, com 21% de preferência, e
depois SMS (16%), WeChat (9%), Instagram (4%), BBM
(3%), MMS (2%), Snapchat (2%), Line (1%), Skype (1%),
Viber (1%), Periscope (1%) e Telegram (1%).
SMS
A França foi o único dos nove mercados incluídos na
pesquisa em que o SMS lidera como o meio de troca de
mensagens mais usado regularmente, citado por 70% dos
entrevistados, à frente do Facebook Messenger (67%), do
SnapChat (33%) e do WhatsApp (20%). A França é
também o mercado com maior participação do Snapchat
dentre os nove países da pesquisa.
O mercado com o menor uso de SMS é a China:
apenas 7% dos entrevistados declararam usar SMS
regularmente lá.
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/brasil-e-
um-dos-paises-que-mais-usam-whatsapp-diz-pesquisa
Texto 02
O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp,
assim como as demais redes sociais, agiliza a comunicação
entre as pessoas em qualquer lugar e hora. Mas, quando se
trata do uso do aplicativo no trabalho, é preciso cuidado e
bom senso. A regra vale tanto para o empregado quanto
para o empregador.
Segundo o advogado trabalhista Bruno Gallucci, do escritório
Guimarães & Gallucci, com a popularização do WhatsApp
aumentou o número de ações trabalhistas na Justiça. Isso
principalmente porque é cada vez mais comum que os
profissionais, depois do horário do expediente, continuem
sendo acionados pelo empregador para resolver questões do
trabalho por meio do aplicativo. “As conversas fora do
expediente de trabalho podem servir de prova e,
dependendo do caso, abrem caminho para pedido de horas
extras”, explica.
Gallucci alerta, porém, que todos os casos devem ser
avaliados. “Caso sejam apresentados os prints das conversas,
isso pode servir de prova contra o empregador e resultar em
uma condenação trabalhista em favor do empregado. O mais
indicado é que a empresa evite esse tipo de contato com os
empregados, ainda mais fora do expediente de trabalho”,
recomenda.
Para Daniela Moreira Sampaio Ribeiro, advogada do
escritório Trigueiro Fontes, o empregado deve ter cuidado ao
se dirigir aos colegas ou a um superior hierárquico nas
conversas do aplicativo e também ter moderação na sua
utilização duranteo expediente. “O empregador tem o direito
de exigir do empregado concentração total no seu trabalho,
proibindo ou restringindo a utilização da ferramenta para fins
particulares. Nesse caso, a desatenção do empregado à
orientação pode ter como consequência a aplicação de
penalidades disciplinares”, diz.
A advogada trabalhista Vanessa Cristina Ziggiatti Padula, do
escritório PK Advogados, alerta que se o aplicativo for
utilizado de forma inadequada pelos funcionários eles podem
ser advertidos, suspensos ou até ter o contrato rescindido por
justa causa.
Proibição
Para evitar problemas, a empresa em que Felipe Bossi
trabalha proibiu o uso do WhatsApp. E o supervisor de RH de
26 anos tem a missão de comunicar aos funcionários da
empresa de serviços de limpeza, portarias e construção
sobre a proibição. “A orientação é para evitar o uso. Se a
pessoa utiliza com certeza não é para coisas de trabalho. Já
tive provas de que tira a atenção, o funcionário acaba
fazendo os procedimentos de forma errada”, diz.
Além do WhatsApp, a empresa bloqueou o uso de redes
sociais como Facebook no computador e celular.
Segundo ele, a orientação veio depois que a empresa notou
que o uso do aplicativo estava atrapalhando o desempenho
dos funcionários. “Há cerca de um ano e meio, logo que
notamos que o WhatsApp estava sendo muito usado, já
bloqueamos”, afirma.
Os recém-admitidos são informados da proibição na
integração com a empresa. “Não é muito bem aceito, mas
eles obedecem”, conta. Ninguém foi demitido por descumprir
a regra. “Eles têm bom senso, sabem que atrapalha”, diz
Bossi.
O supervisor de RH diz que se o funcionário precisa acessar
o aplicativo para uma emergência ele tem direito, “aí usa
rapidinho”. “Mas o dia inteiro de bate papo, o celular
apitando, não é aceitável”, explica.
Os funcionários não recebem instruções pelo Whatsapp ou
Facebook, só por email. Se o funcionário é flagrado usando o
aplicativo, ele tem a atenção chamada.
Texto 03
Aplicativo fica fora do ar por 48 horas, até o fim desta
sexta-feira, após ordem da Justiça, causando repercussão
internacional. Presidente do Facebook Mark Zuckerberg diz
que está "chocado" com determinação.
O aplicativo de mensagens WhatsApp está fora do ar
em todo o Brasil até sábado. A 1ª Vara Criminal de São
Bernardo do Campo (SP) determinou às operadoras de
telefonia móvel o bloqueio do aplicativo por 48 horas, o que
passou a valer a partir da zero hora desta quinta-feira
(17/12) e segue, portanto, até o fim da sexta-feira.
Publicidade
O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de
Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) confirmou
que as empresas associadas à entidade receberam a
intimação judicial na tarde de quarta-feira e que vai
cumprir a determinação judicial.
Não se sabe com certeza o motivo do bloqueio, porque
o processo corre em segredo de Justiça. De acordo com
informações do jornal Folha de S. Paulo, a Justiça em São
Bernardo do Campo quer que o WhatsApp fique fora do ar
no país por conta de uma investigação criminal. As
autoridades que investigam o caso teriam obtido uma
autorização judicial para que o WhatsApp quebrasse o sigilo
de dados trocados pelos investigados por meio do
aplicativo, mas a empresa se recusou a liberar as
informações.
O canal de notícias Band News diz que o caso se refere
a um narcotraficante do Primeiro Comando da Capital
(PCC), um dos maiores e mais perigosos grupos criminosos
de São Paulo. O traficante teria supostamente usado o
aplicativo para praticar crimes. A emissora não informou
como conseguiu as informações.
O presidente do WhatsApp, Jan Koum, afirmou em
uma postagem no Facebook estar "decepcionado com a
decisão míope de cortar o acesso ao WhatsApp, uma
ferramenta de comunicação de que tantos brasileiros
passaram a depender, e tristes por ver o Brasil se isolar do
resto do mundo."
Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, empresa
que comprou o WhatsApp no início de 2014, afirmou na
rede social que a companhia está trabalhando para reverter
a situação.
"Este é um dia triste para o país. Até hoje o Brasil tem
sido um importante aliado na criação de uma internet
aberta", afirmou. "Estou chocado que nossos esforços em
proteger os dados pessoais poderiam resultar na punição
de todos os usuários brasileiros do WhatsApp pela decisão
extrema de um único juíz."
Segredo de justiça
A decisão foi proferida em um procedimento criminal
que corre em segredo de justiça. Segundo o Tribunal de
Justiça de São Paulo, o bloqueio foi imposto porque o
WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23
de julho deste ano. No dia 07 de agosto, a empresa foi
novamente notificada e foi fixada multa em caso de não
cumprimento.
Como, ainda assim, a empresa não atendeu à
determinação judicial, o Ministério Público pediu o bloqueio
dos serviços por 48 horas, com base na lei do Marco Civil
da Internet, o que foi deferido pela juíza Sandra Regina
Nostre Marques.
Em fevereiro deste ano, o juiz Luiz Moura, da Central
de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI), determinou a
suspensão do aplicativo em todo o território nacional, mas
a decisão foi revogada por um desembargador do Tribunal
de Justiça do Piauí.
FC/abr/dpa/rtr/ots
https://noticias.terra.com.br/brasil/entenda-a-
polemica-em-torno-do-bloqueio-do-whatsapp-no-
brasil,28705f8d3232af406af356d58932645cdg091s3f.html
Usos do whatsapp
Usos do whatsapp
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Usos do whatsapp

  • 1.
    Texto 01 Dentre novegrandes mercados incluídos em uma pesquisa realizada pelo MEF com 6 mil usuários móveis, o Brasil é o segundo com maior uso de WhatsApp, atrás apenas da África do Sul. Segundo relatório divulgado pela entidade, 76% dos assinantes móveis no Brasil fazem uso regular do WhatsApp, que é o comunicador instantâneo mais popular no País. O Facebook Messenger aparece em segundo lugar, acessado regularmente por 64% dos brasileiros entrevistados, seguido pelo serviço de SMS (37%) e pelo Snapchat (19%). Telegram e WeChat são usados regularmente por apenas 5% e 3% dos brasileiros com celulares, respectivamente. Na África do Sul, o WhatsApp é usado regularmente por 82% das pessoas com linhas móveis. O comunicador instantâneo também é bastante popular na Nigéria (73% acessam regularmente), na Alemanha (72%) e na Índia (63%). Em todos estes, o WhatsApp é o mais citado como sendo usado regularmente. O Facebook Messenger, por sua vez, lidera nos EUA (65%) e no Reino Unido (59%), enquanto o WeChat é o mais usado com regularidade na China (79%). Na média global da pesquisa, o Facebook Messenger é o mais usado regularmente, citado por 56% dos 6 mil
  • 2.
    entrevistados, seguido doWhatsApp (50%), SMS (42%), Snapchat (14%), WeChat (13%) e Telegram (3%). Além de perguntar quais serviços e apps de comunicação instantânea as pessoas usam regularmente, a pesquisa indagou qual deles é o mais usado pelo entrevistado. Neste caso, o WhatsApp lidera no mundo: é o mais utilizado por 37% dos entrevistados. O Facebook Messenger vem em seguida, com 21% de preferência, e depois SMS (16%), WeChat (9%), Instagram (4%), BBM (3%), MMS (2%), Snapchat (2%), Line (1%), Skype (1%), Viber (1%), Periscope (1%) e Telegram (1%). SMS A França foi o único dos nove mercados incluídos na pesquisa em que o SMS lidera como o meio de troca de mensagens mais usado regularmente, citado por 70% dos entrevistados, à frente do Facebook Messenger (67%), do SnapChat (33%) e do WhatsApp (20%). A França é também o mercado com maior participação do Snapchat dentre os nove países da pesquisa. O mercado com o menor uso de SMS é a China: apenas 7% dos entrevistados declararam usar SMS regularmente lá. http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/brasil-e- um-dos-paises-que-mais-usam-whatsapp-diz-pesquisa
  • 3.
    Texto 02 O aplicativode mensagens instantâneas WhatsApp, assim como as demais redes sociais, agiliza a comunicação entre as pessoas em qualquer lugar e hora. Mas, quando se trata do uso do aplicativo no trabalho, é preciso cuidado e bom senso. A regra vale tanto para o empregado quanto para o empregador. Segundo o advogado trabalhista Bruno Gallucci, do escritório Guimarães & Gallucci, com a popularização do WhatsApp aumentou o número de ações trabalhistas na Justiça. Isso principalmente porque é cada vez mais comum que os profissionais, depois do horário do expediente, continuem sendo acionados pelo empregador para resolver questões do trabalho por meio do aplicativo. “As conversas fora do expediente de trabalho podem servir de prova e, dependendo do caso, abrem caminho para pedido de horas extras”, explica. Gallucci alerta, porém, que todos os casos devem ser avaliados. “Caso sejam apresentados os prints das conversas, isso pode servir de prova contra o empregador e resultar em uma condenação trabalhista em favor do empregado. O mais indicado é que a empresa evite esse tipo de contato com os empregados, ainda mais fora do expediente de trabalho”, recomenda. Para Daniela Moreira Sampaio Ribeiro, advogada do escritório Trigueiro Fontes, o empregado deve ter cuidado ao
  • 4.
    se dirigir aoscolegas ou a um superior hierárquico nas conversas do aplicativo e também ter moderação na sua utilização duranteo expediente. “O empregador tem o direito de exigir do empregado concentração total no seu trabalho, proibindo ou restringindo a utilização da ferramenta para fins particulares. Nesse caso, a desatenção do empregado à orientação pode ter como consequência a aplicação de penalidades disciplinares”, diz. A advogada trabalhista Vanessa Cristina Ziggiatti Padula, do escritório PK Advogados, alerta que se o aplicativo for utilizado de forma inadequada pelos funcionários eles podem ser advertidos, suspensos ou até ter o contrato rescindido por justa causa. Proibição Para evitar problemas, a empresa em que Felipe Bossi trabalha proibiu o uso do WhatsApp. E o supervisor de RH de 26 anos tem a missão de comunicar aos funcionários da empresa de serviços de limpeza, portarias e construção sobre a proibição. “A orientação é para evitar o uso. Se a pessoa utiliza com certeza não é para coisas de trabalho. Já tive provas de que tira a atenção, o funcionário acaba fazendo os procedimentos de forma errada”, diz. Além do WhatsApp, a empresa bloqueou o uso de redes sociais como Facebook no computador e celular.
  • 5.
    Segundo ele, aorientação veio depois que a empresa notou que o uso do aplicativo estava atrapalhando o desempenho dos funcionários. “Há cerca de um ano e meio, logo que notamos que o WhatsApp estava sendo muito usado, já bloqueamos”, afirma. Os recém-admitidos são informados da proibição na integração com a empresa. “Não é muito bem aceito, mas eles obedecem”, conta. Ninguém foi demitido por descumprir a regra. “Eles têm bom senso, sabem que atrapalha”, diz Bossi. O supervisor de RH diz que se o funcionário precisa acessar o aplicativo para uma emergência ele tem direito, “aí usa rapidinho”. “Mas o dia inteiro de bate papo, o celular apitando, não é aceitável”, explica. Os funcionários não recebem instruções pelo Whatsapp ou Facebook, só por email. Se o funcionário é flagrado usando o aplicativo, ele tem a atenção chamada. Texto 03 Aplicativo fica fora do ar por 48 horas, até o fim desta sexta-feira, após ordem da Justiça, causando repercussão
  • 6.
    internacional. Presidente doFacebook Mark Zuckerberg diz que está "chocado" com determinação. O aplicativo de mensagens WhatsApp está fora do ar em todo o Brasil até sábado. A 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo (SP) determinou às operadoras de telefonia móvel o bloqueio do aplicativo por 48 horas, o que passou a valer a partir da zero hora desta quinta-feira (17/12) e segue, portanto, até o fim da sexta-feira. Publicidade O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) confirmou que as empresas associadas à entidade receberam a intimação judicial na tarde de quarta-feira e que vai cumprir a determinação judicial. Não se sabe com certeza o motivo do bloqueio, porque o processo corre em segredo de Justiça. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a Justiça em São Bernardo do Campo quer que o WhatsApp fique fora do ar no país por conta de uma investigação criminal. As autoridades que investigam o caso teriam obtido uma autorização judicial para que o WhatsApp quebrasse o sigilo de dados trocados pelos investigados por meio do aplicativo, mas a empresa se recusou a liberar as informações. O canal de notícias Band News diz que o caso se refere a um narcotraficante do Primeiro Comando da Capital (PCC), um dos maiores e mais perigosos grupos criminosos
  • 7.
    de São Paulo.O traficante teria supostamente usado o aplicativo para praticar crimes. A emissora não informou como conseguiu as informações. O presidente do WhatsApp, Jan Koum, afirmou em uma postagem no Facebook estar "decepcionado com a decisão míope de cortar o acesso ao WhatsApp, uma ferramenta de comunicação de que tantos brasileiros passaram a depender, e tristes por ver o Brasil se isolar do resto do mundo." Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, empresa que comprou o WhatsApp no início de 2014, afirmou na rede social que a companhia está trabalhando para reverter a situação. "Este é um dia triste para o país. Até hoje o Brasil tem sido um importante aliado na criação de uma internet aberta", afirmou. "Estou chocado que nossos esforços em proteger os dados pessoais poderiam resultar na punição de todos os usuários brasileiros do WhatsApp pela decisão extrema de um único juíz." Segredo de justiça A decisão foi proferida em um procedimento criminal que corre em segredo de justiça. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o bloqueio foi imposto porque o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho deste ano. No dia 07 de agosto, a empresa foi novamente notificada e foi fixada multa em caso de não cumprimento.
  • 8.
    Como, ainda assim,a empresa não atendeu à determinação judicial, o Ministério Público pediu o bloqueio dos serviços por 48 horas, com base na lei do Marco Civil da Internet, o que foi deferido pela juíza Sandra Regina Nostre Marques. Em fevereiro deste ano, o juiz Luiz Moura, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI), determinou a suspensão do aplicativo em todo o território nacional, mas a decisão foi revogada por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí. FC/abr/dpa/rtr/ots https://noticias.terra.com.br/brasil/entenda-a- polemica-em-torno-do-bloqueio-do-whatsapp-no- brasil,28705f8d3232af406af356d58932645cdg091s3f.html