O documento discute os desafios da política de segurança pública no Brasil. Ele argumenta que o sistema de segurança pública foi construído sobre uma estrutura social historicamente conivente com a violência privada e desigualdade. Também discute como o período ditatorial reforçou esse legado autoritário e como as mudanças nas agências responsáveis pela segurança têm sido incrementais, apesar das mudanças nas políticas.