O documento discute a persistência da violência contra a mulher no Brasil, citando o aumento de 230% em mortes entre 1980-2010. A violência psicológica também é comum, representando 48% dos casos em 2014. A sociedade brasileira continua patriarcal, onde as mulheres são vistas como submissas aos homens. Isso naturaliza a violência e dificulta punições, aumentando a liberdade para cometer atos violentos.