SlideShare uma empresa Scribd logo
A Arte do Século
       XIX
‫ ﯽ‬Novos estilos ;

‫ ﯽ‬Rupturas na tradição do século XVIII;

‫ ﯽ‬Revolução industrial, económica e
social;

‫ ﯽ‬Essência da arquitectura posta em
causa;
‫ ﯽ‬A evolução depende assim das
tendências manifestadas ao longo
dos tempos, podendo:
  ‫ ﯽ‬Desaparecer ;
 ‫ ﯽ‬Renascer;
 ‫ ﯽ‬Sobrepor-se;
 ‫ ﯽ‬Opor-se;
 ‫ ﯽ‬Completar-se.
Escultur
a Rodin


           Século XIX
            Auguste
              Rodin
‫ ى‬Influências românicas
‫ ى‬Admiração por Miguel
  Ângelo
‫ ى‬Incrível modelagem
‫ى‬Como escultor :
      ‫ى‬Estátuas individuais
      ‫ى‬Grupos escultóricos
      ‫ ى‬Relevos
      ‫ ى‬Fragmentos anatómicos
Estátuas
Individuais




              O filho pródigo –
               Auguste Rodin
                    (1889)
               The California
                Palace of the
O Pensador –
Auguste Rodin
   (1902)
Grupos
Escultóricos




Os burgueses de calais – Auguste
As três sombras –
   Auguste Rodin
       (1904)
 Bronze e mármore
Museu de Rodin, Paris
Relevos




   The gates of the hell – Auguste
Fragmentos
   anatómicos




A mão de Deus – Auguste   A Catedral – Auguste
Rodin (1896)              Rodin (1873)
Mármore. Museu                   Mármore
Características das suas
          obras:
             ‫ ى‬Realismo
            ‫ ى‬Simbolismo
          ‫ ى‬Expressividade
          ‫ ى‬Impressionismo

    ‫ ى‬Materiais: blocos de pedra
rugosos, salientes, de vários tamanhos e
         formas e não polidos.
Escultura, em
  Portugal, nos
finais do século
       XIX
‫ ﯽ‬A 2ª metade do sec. XIX trouxe
  perturbaçoes a Portugal, nomeadamente
  durante a crise económica-financeira:

 -atraso estrutural do país (anivel
 economico, social e cultural);

 -atraso nas novas correntes artísticas (
 realismo , naturalismo, impressionismo).
‫ ﯽ‬O Naturalismo foi a corrente artística com
  maior aceitação em Portugal ;
‫ ﯽ‬Naturalismo sentimental e romântico qe
  prevaleceu nas artes plasticas
  portuguesas até meados do sec. XX;
‫ ﯽ‬Introdutores do Naturalismo: Marques
  Oliveira e Silva Porto, ambos professores
  e impressionistas.
‫ ﯽ‬Destacam-se na continuação da obra
  de Marques Oliveira e Silva Porto :

    -Malhoa:
            pintor de carácter sentimental e
            -
 popular;
         -denota influência de
 Impressionismo.



                        José Malhoa, O Fado, 1910
‫ ﯽ‬Pousão:
 -Naturalista
 -Denota influencia de Impressionismo
 -composição rigorosa




                           Pousão, Cecília, 1
‫ ﯽ‬Columbano:
 -individualista e autoditada;
 -retratista;
 -irónico e anedótico (caricatura);




                        Columbano, Retrato de Antero
                        de Quental, 1889
Escultura
‫ ى‬Na escultura o naturalismo chegou no final do
  século XIX com:


     Soares dos Reis (artista com maior
  destaque):
  -sensibilidade poética + próxima do Romantismo
  que do Naturalismo;
  - fixa no marmore os sentimentos do ser
  humano;
  -influências clássicas;
  -jogos de luz e sombra;
                       Soares dos Reis, O Desterrado
Simões Almeida:

‫“ ى‬mistura” entre Naturalismo, Classicismo e
  Realismo nas suas obras.




     Estátua da caridade (em Pina
     Manique),
     Simões de Almeida, 1877
Teixeira Lopes:

‫ ى‬especialista em obras religiosas;
‫ ى‬retratista
‫ ى‬deixou uma extensa obra qe incentivou a
  produção do séc. XX




       Teixeira Lopes, Caim, 1889
A
Arquitect
 ura do
Arquitectos
‫ ى‬Estética;
‫ ى‬Simbologia (apenas copiavam outros
  estilos);
‫ ى‬Materiais de luxo.
Engenheiros
‫ ى‬Preocupação com a finalidade dos
  edifícios;
‫ ى‬Acompanharam a época (inovando);
‫ ى‬Preocupação com as obras públicas;
‫ ى‬Tentativa de corresponder às
  necessidades da população.
Material Industrial
      ( Ferro / Vidro )
‫ﱮ‬Novas espécies de construção
        - Pontes em ferro
        - Prédios e edifícios altos
        - Armazéns e gares




‫ ﱮ‬Com o fim de a população beneficiar
 dos mesmos
Avanços da
  época
‫ ٲ‬Especialização em ramos como a física
  mecânica, geometria, matemática, entre
  outros;
‫ ٲ‬Novos materiais produzidos
  industrialmente e por isso mais baratos.
  São exemplos o tijolo
  cozido, ferro, vidro, entre outros.
‫ ٲ‬Visão pragmática, racionalista e
  funcionalista;
‫ ٲ‬Novos sistemas construtivos (Maquinaria)
Preferência do ferro
         devido a:
‫ٲ‬   Funcionalidade;
‫ٲ‬   Baixo custo;
‫ٲ‬   Nova estética;
‫ٲ‬   Resistência;
‫ٲ‬   Fácil montagem;
‫ٲ‬   Adaptação a todas as dimensões e
    formas.
Ponte Coalbrookdale
         (1777/1779)




Primeira
ponte
inteiramente
construída
em ferro por
Abraham
‫ ﺂ‬A funcionalidade e a resistência do ferro
 possibilitou aos engenheiros usarem estas
 estruturas para cobrir grandes vãos.




Pormenor da cúpula feita
em vidro do Mercado de       Mercado do Trigo
      Trigo, Paris,
Na segunda metade do século, utilizou-se
para cobrir os pátios internos dos edifícios
estruturas de:

‫ ﺂ‬Ferro
‫ ﺂ‬Vidro




                          Pormenor da
                         Biblioteca Santa
Invenção da “viga-mestra em
ferro” , em 1830, por Polonceau.

‫ ﺂ‬Permitiu que se generalizasse o emprego
de ferro nas construções com o fim de:
   - Aligeirar os suportes (mais finos e mais
   afastados;
   - Reforço de alicerces, vigas e paredes-
   mestras;
   - Utilizado nas construções em altura
Fábrica de linhos de
Shrewbury, Charles Bage
Em muitas situações, as vigas metálicas
ficavam invisíveis atrás de estruturas de
pedra, mármore e tijolo, ou então, eram
também usadas como adornos.
                          Labrouste usou finas
                          colunas de ferro
                          fundido como
                          sustentação, conseg
                          uindo: uniformizar o es
                           - ar e
                           - amplidistribuição da

  Biblioteca Nacional de
  Paris, 1857-67, Henri
         Labrouste
Palácio de Cristal, de
       Joseph Paxton
‫ ﺂ‬Estruturas
  metálicas
  pintadas em azul
  e vermelho;
‫ ﺂ‬Paredes
  formadas por
  amplas e
  continuas
  vidraças
  transparentes;
Na segunda metade do século
    XIX, assistiu-se ao aparecimento
    de novas construções em ferro e
                  vidro.
‫ﺂ‬ Mercados municipais;
‫ﺂ‬ Galerias municipais;
‫ﺂ‬ Fábricas;
‫ﺂ‬ Jardins de inverno (em mansões
  particulares);
‫ ﺂ‬Vilas operárias.
Duas tendências inovadoras
     desta arquitetura:
‫ ﺂ‬Modernização dos sistemas e
  processos construtivos;

‫ ﺂ‬Desenvolvimento
  de novos gostos
  e outros
  conceitos
  estéticos.
Modernização dos sistemas e
    processos construtivos:
‫ ﺂ‬Esqueleto construtivo em ferro, que
  libertou as paredes (fachadas) da sus
  função estrutural;
‫ ﺂ‬Construção modular;
‫ ﺂ‬Elementos (prefabricados e
               Funcionalidade e resistência
  estandardizados).

               Construção em altura;
               Novas tipologias;
               Rapidez das construções.
Desenvolvimento de novos
    gostos e outros conceitos
            estéticos
‫ ﺂ‬Grande linearidade dinâmica e estrutural
  das barras que aliadas ao vidro
  desmaterializam os volumes
  arquitetónicos interpenetrando-os de luz e
  ar.
Artes Aplicadas –
  Movimento Arts and Crafts


‫ ﯽ‬Surge na segunda metade do século XIX
  em Inglaterra;
‫ ﯽ‬Revalorização da arte;
‫ ﯽ‬Separação total entre arte e indústria;
‫ ﯽ‬Originalidade;
‫ ﯽ‬Qualidade estética e rigor na execução
  técnica.
‫ ﯽ‬Mentores e dinamizadores do movimento:
William Morris



‫ ﯽ‬Maior dinamizador das artes aplicadas;
‫ ﯽ‬Adepto do socialismo, atribui à arte uma
  função social importante;
‫ ﯽ‬Participou na fundação do Museu de Artes
  Decorativas de South Kensington;
‫ ﯽ‬Fundou uma firma artesanal e mais tarde
Atelier
‫ ﯽ‬Reuniam artistas plásticos e mestres
  artesãos;
‫ ﯽ‬Produção de obras no campo da:
  –   Arquitectura;
  –   Mobiliário;
  –   Tapeçaria;
  –   Papel de parede (imagem);
  –   Vidros;
  –   Joalharia;
  –   Encadernação e ilustração de livros.
  ‫ ﯽ‬Influenciaram a criação da Arte nova e
Na
Arquitectura
 ‫ ﯽ‬Construção de moradias familiares
   rústicas;
 ‫ ﯽ‬Influências da idade Média;
 ‫ ﯽ‬Utilização de processos construtivos
   tradicionais;
 ‫ ﯽ‬Materiais naturais: tijolo, madeira, pedra;
 ‫ ﯽ‬Exteriores irregulares e telhados de águas
   pronunciadas;
 ‫ ﯽ‬Interiores funcionais;
Red House, Philippe
 Webb (1858-60)
Nas artes
     Aplicadas


‫ ﯽ‬Critérios de simplicidade e
  pureza formais;
‫ ﯽ‬Motivos decorativos
  inspirados nas plantas, nos
  pássaros e noutros animais;
‫ ﯽ‬Densos e complexos padrões    William
  de desenho plano e linear.    Morris, Tapeçaria
Palácio Da
História


‫ ﴅ‬Construído no reinado de D. Manuel I
 (1511), começou por ser um mosteiro
 entregue à Ordem de São Jerónimo;
‫ ﴅ‬Em 1743 é abandonado, seguindo-se
 em 1755 o terramoto que o deixa
 destruído;
‫ ﴅ‬Entre 1833-34 é posto à venda, sendo
D. Fernando II
‫ ﴅ‬Segundo marido de D.
 Maria II;
‫ ﴅ‬Considerado Rei-Artista;
‫ ﴅ‬Recuperou, preservou e
 restaurou muito do
 património artístico nacional;
‫ ﴅ‬Fascínio pela Idade
 Média, pela Arte Gótica e
 pelo Manuelino.
‫ ﴅ‬Projectou o restauro do
Claustro, Capela, sacri
stia e coro mantiveram
                          Planta
características
renascentistas (1528-
32).




Sala Árabe
(exemplar da
Sala
Árabe


‫ ﴅ‬Gosto  pelo fantasioso;
‫ ﴅ‬Propiciador de sonhos;
‫ ﴅ‬Relevos em estuque e pinturas em trompe-l’oeil
da autoria de Paolo Pizzi (1854);
‫ ﴅ‬Motivos arquitectónicos e
Panorâmica de parte do
corpo do Palácio Novo




                      Pórtico Alegórico da
                      criação do mundo
                      encimado por uma
                      concha com um tritão
                      (desenhado por D.
            Contrafortes do túnel de
                      Fernando II).
            acesso inspirados na
Vista geral do
Palácio da Pena

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Romantismo em Portugal
Romantismo em PortugalRomantismo em Portugal
Romantismo em Portugal
Cristina Verbitska
 
Portugal arte em redor de 1900
Portugal   arte em redor de 1900Portugal   arte em redor de 1900
Portugal arte em redor de 1900
Ana Barreiros
 
Baixa Pombalina
Baixa PombalinaBaixa Pombalina
Baixa Pombalina
hcaslides
 
Arte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xixArte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xix
Ana Barreiros
 
Arquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIXArquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIX
Jorge Almeida
 
Palácio de Versalhes
Palácio de VersalhesPalácio de Versalhes
Palácio de Versalhes
hcaslides
 
A Arquitectura do Ferro no século XIX
A Arquitectura do Ferro no século XIXA Arquitectura do Ferro no século XIX
A Arquitectura do Ferro no século XIX
Jorge Almeida
 
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª   a industria na segunda metade do século xixParte 2ª   a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
anabelasilvasobral
 
Estrangeirados
EstrangeiradosEstrangeirados
Estrangeirados
historiasampaio
 
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIXMódulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Carla Freitas
 
Arte Barroca, Luís XIV, Palácio de Versalhes
Arte Barroca, Luís XIV, Palácio de VersalhesArte Barroca, Luís XIV, Palácio de Versalhes
Arte Barroca, Luís XIV, Palácio de Versalhes
Tânia Domingos
 
Palácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso práticoPalácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso prático
Hca Faro
 
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIXPintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Carlos Pinheiro
 
A cultura do século XIX
A cultura do século XIXA cultura do século XIX
A cultura do século XIX
Ângela Almeida
 
Cultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococoCultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococo
Carlos Vieira
 
O romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pinturaO romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pintura
Carlos Pinheiro
 
Sociedade do séc.XIX
Sociedade do séc.XIXSociedade do séc.XIX
Sociedade do séc.XIX
Maria Gomes
 
Fauvismo
FauvismoFauvismo
Fauvismo
Carlos Vieira
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
Ana Barreiros
 
A cultura do cinema
A cultura do cinema   A cultura do cinema
A cultura do cinema
Ana Barreiros
 

Mais procurados (20)

Romantismo em Portugal
Romantismo em PortugalRomantismo em Portugal
Romantismo em Portugal
 
Portugal arte em redor de 1900
Portugal   arte em redor de 1900Portugal   arte em redor de 1900
Portugal arte em redor de 1900
 
Baixa Pombalina
Baixa PombalinaBaixa Pombalina
Baixa Pombalina
 
Arte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xixArte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xix
 
Arquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIXArquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIX
 
Palácio de Versalhes
Palácio de VersalhesPalácio de Versalhes
Palácio de Versalhes
 
A Arquitectura do Ferro no século XIX
A Arquitectura do Ferro no século XIXA Arquitectura do Ferro no século XIX
A Arquitectura do Ferro no século XIX
 
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª   a industria na segunda metade do século xixParte 2ª   a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
 
Estrangeirados
EstrangeiradosEstrangeirados
Estrangeirados
 
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIXMódulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
Módulo 8 - Arte em Portugal nos finais do século XIX
 
Arte Barroca, Luís XIV, Palácio de Versalhes
Arte Barroca, Luís XIV, Palácio de VersalhesArte Barroca, Luís XIV, Palácio de Versalhes
Arte Barroca, Luís XIV, Palácio de Versalhes
 
Palácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso práticoPalácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso prático
 
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIXPintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
Pintura e escultura em Portugal nos finais do século XIX
 
A cultura do século XIX
A cultura do século XIXA cultura do século XIX
A cultura do século XIX
 
Cultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococoCultura do Salão – Escultura do rococo
Cultura do Salão – Escultura do rococo
 
O romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pinturaO romantismo na arquitetura e na pintura
O romantismo na arquitetura e na pintura
 
Sociedade do séc.XIX
Sociedade do séc.XIXSociedade do séc.XIX
Sociedade do séc.XIX
 
Fauvismo
FauvismoFauvismo
Fauvismo
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
 
A cultura do cinema
A cultura do cinema   A cultura do cinema
A cultura do cinema
 

Destaque

A arquetetura do ferro
A arquetetura do ferroA arquetetura do ferro
A arquetetura do ferro
Prof:Carlos Oliveira
 
Arte Nova
Arte NovaArte Nova
Arte Nova
Joaquim Moreira
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
Ana Barreiros
 
3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro
Susana Cardigos
 
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das ArtesA cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
João Couto
 
Arquitectura romantica
Arquitectura romanticaArquitectura romantica
Arquitectura romantica
Andreia Ramos
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ana Barreiros
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
Catarina Barbosa
 
Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900
Ana Barreiros
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ana Barreiros
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
Carla Teixeira
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
Ana Barreiros
 
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
Pelo Siro
 
Jardins do Palácio de Cristal
Jardins do Palácio de Cristal Jardins do Palácio de Cristal
Jardins do Palácio de Cristal
Cantacunda
 
Cultura da Gare
Cultura da Gare Cultura da Gare
Cultura da Gare
Marta Marinho
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Maria Gomes
 
Portugal na segunda metade do século xix
Portugal na segunda metade do século xixPortugal na segunda metade do século xix
Portugal na segunda metade do século xix
Laura Pinheiro
 
Pontes do Porto - História e Engenharia
Pontes do Porto - História e EngenhariaPontes do Porto - História e Engenharia
Pontes do Porto - História e Engenharia
Daniel Campos
 
Pontes do Porto
Pontes do PortoPontes do Porto
Pontes do Porto
Umberto Pacheco
 

Destaque (19)

A arquetetura do ferro
A arquetetura do ferroA arquetetura do ferro
A arquetetura do ferro
 
Arte Nova
Arte NovaArte Nova
Arte Nova
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
 
3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro
 
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das ArtesA cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
 
Arquitectura romantica
Arquitectura romanticaArquitectura romantica
Arquitectura romantica
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
 
Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900Arte ao redor de 1900
Arte ao redor de 1900
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
 
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
 
Jardins do Palácio de Cristal
Jardins do Palácio de Cristal Jardins do Palácio de Cristal
Jardins do Palácio de Cristal
 
Cultura da Gare
Cultura da Gare Cultura da Gare
Cultura da Gare
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Portugal na segunda metade do século xix
Portugal na segunda metade do século xixPortugal na segunda metade do século xix
Portugal na segunda metade do século xix
 
Pontes do Porto - História e Engenharia
Pontes do Porto - História e EngenhariaPontes do Porto - História e Engenharia
Pontes do Porto - História e Engenharia
 
Pontes do Porto
Pontes do PortoPontes do Porto
Pontes do Porto
 

Semelhante a A arquitectura do ferro

Romantismo grupo A
Romantismo grupo ARomantismo grupo A
Romantismo grupo A
becresforte
 
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelotRiqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
Jhoritza
 
Marli
MarliMarli
artenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdf
artenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdfartenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdf
artenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdf
LILIANADESOUZAADRIO
 
ArtNouveau
ArtNouveauArtNouveau
ArtNouveau
turmaweb2010
 
Art Nouveau
Art NouveauArt Nouveau
Art Nouveau
guest89bf27
 
Histarte resumos
Histarte resumosHistarte resumos
Histarte resumos
Fernanda Duarte
 
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e EgitoRoteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
alinewar
 
L'Art Nouveau
L'Art NouveauL'Art Nouveau
L'Art Nouveau
Henry Chinaglia Filho
 
Art nouveau
Art nouveauArt nouveau
Art nouveau
Luiz Carlos Dias
 
L'art nouveau
L'art nouveauL'art nouveau
L'art nouveau
Maria Gomes
 
Arte Em Roma
Arte Em RomaArte Em Roma
Arte Em Roma
Sílvia Mendonça
 
Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019
Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019
Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºBEscola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºB
Priscila Barbosa
 
Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)
Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)
Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)
Rafael Lucas da Silva
 
Neoclassicismo
NeoclassicismoNeoclassicismo
Neoclassicismo
Ana Barreiros
 
arte no século XVIII e XIX
arte no século XVIII e XIXarte no século XVIII e XIX
arte no século XVIII e XIX
Alcir Costa
 
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMOMISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
VIVIAN TROMBINI
 
Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2
Wilson Gonçalves
 
Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2
Wilson Gonçalves
 

Semelhante a A arquitectura do ferro (20)

Romantismo grupo A
Romantismo grupo ARomantismo grupo A
Romantismo grupo A
 
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelotRiqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
 
Marli
MarliMarli
Marli
 
artenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdf
artenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdfartenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdf
artenaidademdia-130526202359-phpapp02.pdf
 
ArtNouveau
ArtNouveauArtNouveau
ArtNouveau
 
Art Nouveau
Art NouveauArt Nouveau
Art Nouveau
 
Histarte resumos
Histarte resumosHistarte resumos
Histarte resumos
 
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e EgitoRoteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
Roteiro de Estudos - Introdução à História da Arte, Pré-História e Egito
 
L'Art Nouveau
L'Art NouveauL'Art Nouveau
L'Art Nouveau
 
Art nouveau
Art nouveauArt nouveau
Art nouveau
 
L'art nouveau
L'art nouveauL'art nouveau
L'art nouveau
 
Arte Em Roma
Arte Em RomaArte Em Roma
Arte Em Roma
 
Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019
Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019
Art Noveau,Simb,Nabis,Fauves 2019
 
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºBEscola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºB
Escola CEJAR - Aquidauana - Apostila 8 A,B e C 1ºB
 
Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)
Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)
Arte moderna (Séc. XIV a XVIII)
 
Neoclassicismo
NeoclassicismoNeoclassicismo
Neoclassicismo
 
arte no século XVIII e XIX
arte no século XVIII e XIXarte no século XVIII e XIX
arte no século XVIII e XIX
 
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMOMISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
 
Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2
 
Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2Arte nova 2_-2
Arte nova 2_-2
 

Mais de becresforte

Aula lit%e dase urin%e1ria
Aula   lit%e dase urin%e1riaAula   lit%e dase urin%e1ria
Aula lit%e dase urin%e1ria
becresforte
 
G proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologia
G proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologiaG proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologia
G proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologia
becresforte
 
Jornal de estudantes
Jornal de estudantesJornal de estudantes
Jornal de estudantes
becresforte
 
Gastronomie île de france
Gastronomie   île de franceGastronomie   île de france
Gastronomie île de francebecresforte
 
Castelos de Portugal
Castelos de PortugalCastelos de Portugal
Castelos de Portugal
becresforte
 
Publicação1 novembro1112
Publicação1 novembro1112Publicação1 novembro1112
Publicação1 novembro1112
becresforte
 
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
Agenda cultu ra al -outubro-  publicaçãoAgenda cultu ra al -outubro-  publicação
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
becresforte
 
Pub b es1213
Pub b es1213Pub b es1213
Pub b es1213
becresforte
 
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
Agenda cultu ra al -outubro-  publicaçãoAgenda cultu ra al -outubro-  publicação
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
becresforte
 
Pierre auguste renoir regina
Pierre auguste renoir   reginaPierre auguste renoir   regina
Pierre auguste renoir reginabecresforte
 
Jeanne d'arc inês freitas
Jeanne d'arc   inês freitasJeanne d'arc   inês freitas
Jeanne d'arc inês freitasbecresforte
 
Les frères lumière
Les frères lumièreLes frères lumière
Les frères lumièrebecresforte
 
Jeanne d'arc inês freitas
Jeanne d'arc   inês freitasJeanne d'arc   inês freitas
Jeanne d'arc inês freitasbecresforte
 
Charles de Gaulle
Charles de Gaulle   Charles de Gaulle
Charles de Gaulle becresforte
 
Alain chabat daniela f.
Alain chabat   daniela f.Alain chabat   daniela f.
Alain chabat daniela f.becresforte
 
Trabalho biologia final2
Trabalho biologia final2Trabalho biologia final2
Trabalho biologia final2
becresforte
 
Biologia trabalho iulian luis
Biologia trabalho iulian luisBiologia trabalho iulian luis
Biologia trabalho iulian luis
becresforte
 
Biologia(apresentação) sara e filipa
Biologia(apresentação) sara e filipaBiologia(apresentação) sara e filipa
Biologia(apresentação) sara e filipa
becresforte
 

Mais de becresforte (20)

Aula lit%e dase urin%e1ria
Aula   lit%e dase urin%e1riaAula   lit%e dase urin%e1ria
Aula lit%e dase urin%e1ria
 
G proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologia
G proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologiaG proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologia
G proteção ambiental e desenvolvimento sustentável-geologia
 
Jornal de estudantes
Jornal de estudantesJornal de estudantes
Jornal de estudantes
 
Gastronomie île de france
Gastronomie   île de franceGastronomie   île de france
Gastronomie île de france
 
Castelos de Portugal
Castelos de PortugalCastelos de Portugal
Castelos de Portugal
 
Publicação1 novembro1112
Publicação1 novembro1112Publicação1 novembro1112
Publicação1 novembro1112
 
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
Agenda cultu ra al -outubro-  publicaçãoAgenda cultu ra al -outubro-  publicação
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
 
Pub b es1213
Pub b es1213Pub b es1213
Pub b es1213
 
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
Agenda cultu ra al -outubro-  publicaçãoAgenda cultu ra al -outubro-  publicação
Agenda cultu ra al -outubro- publicação
 
Pierre auguste renoir regina
Pierre auguste renoir   reginaPierre auguste renoir   regina
Pierre auguste renoir regina
 
Jeanne d'arc inês freitas
Jeanne d'arc   inês freitasJeanne d'arc   inês freitas
Jeanne d'arc inês freitas
 
Les frères lumière
Les frères lumièreLes frères lumière
Les frères lumière
 
Jeanne d'arc inês freitas
Jeanne d'arc   inês freitasJeanne d'arc   inês freitas
Jeanne d'arc inês freitas
 
Coco Chanel
Coco Chanel  Coco Chanel
Coco Chanel
 
Charles de Gaulle
Charles de Gaulle   Charles de Gaulle
Charles de Gaulle
 
Annie Girardot
Annie GirardotAnnie Girardot
Annie Girardot
 
Alain chabat daniela f.
Alain chabat   daniela f.Alain chabat   daniela f.
Alain chabat daniela f.
 
Trabalho biologia final2
Trabalho biologia final2Trabalho biologia final2
Trabalho biologia final2
 
Biologia trabalho iulian luis
Biologia trabalho iulian luisBiologia trabalho iulian luis
Biologia trabalho iulian luis
 
Biologia(apresentação) sara e filipa
Biologia(apresentação) sara e filipaBiologia(apresentação) sara e filipa
Biologia(apresentação) sara e filipa
 

A arquitectura do ferro

  • 1. A Arte do Século XIX
  • 2. ‫ ﯽ‬Novos estilos ; ‫ ﯽ‬Rupturas na tradição do século XVIII; ‫ ﯽ‬Revolução industrial, económica e social; ‫ ﯽ‬Essência da arquitectura posta em causa;
  • 3. ‫ ﯽ‬A evolução depende assim das tendências manifestadas ao longo dos tempos, podendo: ‫ ﯽ‬Desaparecer ; ‫ ﯽ‬Renascer; ‫ ﯽ‬Sobrepor-se; ‫ ﯽ‬Opor-se; ‫ ﯽ‬Completar-se.
  • 4. Escultur a Rodin Século XIX Auguste Rodin
  • 5. ‫ ى‬Influências românicas ‫ ى‬Admiração por Miguel Ângelo ‫ ى‬Incrível modelagem
  • 6. ‫ى‬Como escultor : ‫ى‬Estátuas individuais ‫ى‬Grupos escultóricos ‫ ى‬Relevos ‫ ى‬Fragmentos anatómicos
  • 7. Estátuas Individuais O filho pródigo – Auguste Rodin (1889) The California Palace of the
  • 8. O Pensador – Auguste Rodin (1902)
  • 10. As três sombras – Auguste Rodin (1904) Bronze e mármore Museu de Rodin, Paris
  • 11. Relevos The gates of the hell – Auguste
  • 12. Fragmentos anatómicos A mão de Deus – Auguste A Catedral – Auguste Rodin (1896) Rodin (1873) Mármore. Museu Mármore
  • 13. Características das suas obras: ‫ ى‬Realismo ‫ ى‬Simbolismo ‫ ى‬Expressividade ‫ ى‬Impressionismo ‫ ى‬Materiais: blocos de pedra rugosos, salientes, de vários tamanhos e formas e não polidos.
  • 14. Escultura, em Portugal, nos finais do século XIX
  • 15. ‫ ﯽ‬A 2ª metade do sec. XIX trouxe perturbaçoes a Portugal, nomeadamente durante a crise económica-financeira: -atraso estrutural do país (anivel economico, social e cultural); -atraso nas novas correntes artísticas ( realismo , naturalismo, impressionismo).
  • 16. ‫ ﯽ‬O Naturalismo foi a corrente artística com maior aceitação em Portugal ; ‫ ﯽ‬Naturalismo sentimental e romântico qe prevaleceu nas artes plasticas portuguesas até meados do sec. XX; ‫ ﯽ‬Introdutores do Naturalismo: Marques Oliveira e Silva Porto, ambos professores e impressionistas.
  • 17. ‫ ﯽ‬Destacam-se na continuação da obra de Marques Oliveira e Silva Porto : -Malhoa: pintor de carácter sentimental e - popular; -denota influência de Impressionismo. José Malhoa, O Fado, 1910
  • 18. ‫ ﯽ‬Pousão: -Naturalista -Denota influencia de Impressionismo -composição rigorosa Pousão, Cecília, 1
  • 19. ‫ ﯽ‬Columbano: -individualista e autoditada; -retratista; -irónico e anedótico (caricatura); Columbano, Retrato de Antero de Quental, 1889
  • 20. Escultura ‫ ى‬Na escultura o naturalismo chegou no final do século XIX com: Soares dos Reis (artista com maior destaque): -sensibilidade poética + próxima do Romantismo que do Naturalismo; - fixa no marmore os sentimentos do ser humano; -influências clássicas; -jogos de luz e sombra; Soares dos Reis, O Desterrado
  • 21. Simões Almeida: ‫“ ى‬mistura” entre Naturalismo, Classicismo e Realismo nas suas obras. Estátua da caridade (em Pina Manique), Simões de Almeida, 1877
  • 22. Teixeira Lopes: ‫ ى‬especialista em obras religiosas; ‫ ى‬retratista ‫ ى‬deixou uma extensa obra qe incentivou a produção do séc. XX Teixeira Lopes, Caim, 1889
  • 24. Arquitectos ‫ ى‬Estética; ‫ ى‬Simbologia (apenas copiavam outros estilos); ‫ ى‬Materiais de luxo.
  • 25. Engenheiros ‫ ى‬Preocupação com a finalidade dos edifícios; ‫ ى‬Acompanharam a época (inovando); ‫ ى‬Preocupação com as obras públicas; ‫ ى‬Tentativa de corresponder às necessidades da população.
  • 26. Material Industrial ( Ferro / Vidro )
  • 27. ‫ﱮ‬Novas espécies de construção - Pontes em ferro - Prédios e edifícios altos - Armazéns e gares ‫ ﱮ‬Com o fim de a população beneficiar dos mesmos
  • 28. Avanços da época ‫ ٲ‬Especialização em ramos como a física mecânica, geometria, matemática, entre outros; ‫ ٲ‬Novos materiais produzidos industrialmente e por isso mais baratos. São exemplos o tijolo cozido, ferro, vidro, entre outros. ‫ ٲ‬Visão pragmática, racionalista e funcionalista; ‫ ٲ‬Novos sistemas construtivos (Maquinaria)
  • 29. Preferência do ferro devido a: ‫ٲ‬ Funcionalidade; ‫ٲ‬ Baixo custo; ‫ٲ‬ Nova estética; ‫ٲ‬ Resistência; ‫ٲ‬ Fácil montagem; ‫ٲ‬ Adaptação a todas as dimensões e formas.
  • 30. Ponte Coalbrookdale (1777/1779) Primeira ponte inteiramente construída em ferro por Abraham
  • 31. ‫ ﺂ‬A funcionalidade e a resistência do ferro possibilitou aos engenheiros usarem estas estruturas para cobrir grandes vãos. Pormenor da cúpula feita em vidro do Mercado de Mercado do Trigo Trigo, Paris,
  • 32. Na segunda metade do século, utilizou-se para cobrir os pátios internos dos edifícios estruturas de: ‫ ﺂ‬Ferro ‫ ﺂ‬Vidro Pormenor da Biblioteca Santa
  • 33. Invenção da “viga-mestra em ferro” , em 1830, por Polonceau. ‫ ﺂ‬Permitiu que se generalizasse o emprego de ferro nas construções com o fim de: - Aligeirar os suportes (mais finos e mais afastados; - Reforço de alicerces, vigas e paredes- mestras; - Utilizado nas construções em altura
  • 34. Fábrica de linhos de Shrewbury, Charles Bage
  • 35. Em muitas situações, as vigas metálicas ficavam invisíveis atrás de estruturas de pedra, mármore e tijolo, ou então, eram também usadas como adornos. Labrouste usou finas colunas de ferro fundido como sustentação, conseg uindo: uniformizar o es - ar e - amplidistribuição da Biblioteca Nacional de Paris, 1857-67, Henri Labrouste
  • 36. Palácio de Cristal, de Joseph Paxton ‫ ﺂ‬Estruturas metálicas pintadas em azul e vermelho; ‫ ﺂ‬Paredes formadas por amplas e continuas vidraças transparentes;
  • 37. Na segunda metade do século XIX, assistiu-se ao aparecimento de novas construções em ferro e vidro. ‫ﺂ‬ Mercados municipais; ‫ﺂ‬ Galerias municipais; ‫ﺂ‬ Fábricas; ‫ﺂ‬ Jardins de inverno (em mansões particulares); ‫ ﺂ‬Vilas operárias.
  • 38. Duas tendências inovadoras desta arquitetura: ‫ ﺂ‬Modernização dos sistemas e processos construtivos; ‫ ﺂ‬Desenvolvimento de novos gostos e outros conceitos estéticos.
  • 39. Modernização dos sistemas e processos construtivos: ‫ ﺂ‬Esqueleto construtivo em ferro, que libertou as paredes (fachadas) da sus função estrutural; ‫ ﺂ‬Construção modular; ‫ ﺂ‬Elementos (prefabricados e Funcionalidade e resistência estandardizados). Construção em altura; Novas tipologias; Rapidez das construções.
  • 40. Desenvolvimento de novos gostos e outros conceitos estéticos ‫ ﺂ‬Grande linearidade dinâmica e estrutural das barras que aliadas ao vidro desmaterializam os volumes arquitetónicos interpenetrando-os de luz e ar.
  • 41. Artes Aplicadas – Movimento Arts and Crafts ‫ ﯽ‬Surge na segunda metade do século XIX em Inglaterra; ‫ ﯽ‬Revalorização da arte; ‫ ﯽ‬Separação total entre arte e indústria; ‫ ﯽ‬Originalidade; ‫ ﯽ‬Qualidade estética e rigor na execução técnica. ‫ ﯽ‬Mentores e dinamizadores do movimento:
  • 42. William Morris ‫ ﯽ‬Maior dinamizador das artes aplicadas; ‫ ﯽ‬Adepto do socialismo, atribui à arte uma função social importante; ‫ ﯽ‬Participou na fundação do Museu de Artes Decorativas de South Kensington; ‫ ﯽ‬Fundou uma firma artesanal e mais tarde
  • 43. Atelier ‫ ﯽ‬Reuniam artistas plásticos e mestres artesãos; ‫ ﯽ‬Produção de obras no campo da: – Arquitectura; – Mobiliário; – Tapeçaria; – Papel de parede (imagem); – Vidros; – Joalharia; – Encadernação e ilustração de livros. ‫ ﯽ‬Influenciaram a criação da Arte nova e
  • 44. Na Arquitectura ‫ ﯽ‬Construção de moradias familiares rústicas; ‫ ﯽ‬Influências da idade Média; ‫ ﯽ‬Utilização de processos construtivos tradicionais; ‫ ﯽ‬Materiais naturais: tijolo, madeira, pedra; ‫ ﯽ‬Exteriores irregulares e telhados de águas pronunciadas; ‫ ﯽ‬Interiores funcionais;
  • 45. Red House, Philippe Webb (1858-60)
  • 46. Nas artes Aplicadas ‫ ﯽ‬Critérios de simplicidade e pureza formais; ‫ ﯽ‬Motivos decorativos inspirados nas plantas, nos pássaros e noutros animais; ‫ ﯽ‬Densos e complexos padrões William de desenho plano e linear. Morris, Tapeçaria
  • 48. História ‫ ﴅ‬Construído no reinado de D. Manuel I (1511), começou por ser um mosteiro entregue à Ordem de São Jerónimo; ‫ ﴅ‬Em 1743 é abandonado, seguindo-se em 1755 o terramoto que o deixa destruído; ‫ ﴅ‬Entre 1833-34 é posto à venda, sendo
  • 49. D. Fernando II ‫ ﴅ‬Segundo marido de D. Maria II; ‫ ﴅ‬Considerado Rei-Artista; ‫ ﴅ‬Recuperou, preservou e restaurou muito do património artístico nacional; ‫ ﴅ‬Fascínio pela Idade Média, pela Arte Gótica e pelo Manuelino. ‫ ﴅ‬Projectou o restauro do
  • 50. Claustro, Capela, sacri stia e coro mantiveram Planta características renascentistas (1528- 32). Sala Árabe (exemplar da
  • 51. Sala Árabe ‫ ﴅ‬Gosto pelo fantasioso; ‫ ﴅ‬Propiciador de sonhos; ‫ ﴅ‬Relevos em estuque e pinturas em trompe-l’oeil da autoria de Paolo Pizzi (1854); ‫ ﴅ‬Motivos arquitectónicos e
  • 52. Panorâmica de parte do corpo do Palácio Novo Pórtico Alegórico da criação do mundo encimado por uma concha com um tritão (desenhado por D. Contrafortes do túnel de Fernando II). acesso inspirados na