SlideShare uma empresa Scribd logo
JORGE ARAÚJO / FOLHAPRESS 
• As paisagens acima são iguais ou diferentes? 
• Em ambas as fotos as habitações estão em áreas consideradas de risco. O 
que são áreas de risco? 
NELSON ANTOIN / FOTOARENA / FOLHAPRESS 
Litosfera: o relevo terrestre
As formas do relevo 
É o conjunto das variadas formas da litosfera ou, 
mais especificamente, da superfície terrestre, como 
montanhas (continentais ou submersas no mar), vales, 
planícies e depressões, apresentando áreas mais ou menos 
elevadas, planas ou acidentadas. 
Quatro 
principais 
Montanhas 
Planaltos 
Planícies 
Depressões 
Falésias 
Colinas 
Vales 
Cuestas 
há diversas outras forma 
de relevo, como:
Altitude é uma distância vertical medida entre um ponto e o nível do mar 
As variações do relevo 
são medidas a partir do 
nível do mar. 
mar 
cume 
altitude 
nível médio dos mares 
LUIS MOURA / ARQUIVO DA EDITORA
Montanhas 
• São grandes elevações de terreno que se destacam por apresentar altitudes 
superiores às regiões vizinhas. 
• As mais elevadas resultam de dobramentos, isto é, de forças internas que 
provocam enormes dobras nas rochas, originando elevadas cadeias de 
montanhas. 
• As montanhas mais antigas e menos elevadas também resultaram de dobramentos. 
Contudo, com o tempo, foram sendo desgastadas, provocando seu lento 
rebaixamento. 
• Outro tipo de montanha é aquela resultante da formação de um vulcão, 
denominada montanha vulcânica.
As montanhas mais antigas e menos elevadas também resultaram de dobramentos. 
Contudo, com o tempo, foram sendo desgastadas, provocando seu lento 
rebaixamento. 
Intemperismo 
e erosão 
Erosão 
Erosão Sedimentação
JEREMYRICHARDS / SHUTTERSTOCK.COM 
Aspecto da 
cordilheira no 
Himalaia, 
Nepal, 2010. 
Formada pelo desdobramento de rochas, a cadeia de montanhas do Himalaia 
fica na Ásia, ocupando partes do território da China, Tibete, Nepal, Butão, 
Índia, entre outros. Possui as montanhas mais elevadas da superfície terrestre.
São áreas em geral altas, com topos relativamente planos 
e bordas nítidas, também são chamados de platôs. 
Três 
categorias 
Planaltos 
cristalinos 
Planaltos 
sedimentares 
Planaltos 
basálticos 
formados por rochas cristalinas, isto é, 
ígneas (ou magmáticas) ou metamórficas 
formados em áreas de rochas sedimentares, 
erguidas por movimentos internos da crosta 
formados por rochas vulcânicas, onde no 
passado haviam intensas erupções 
vulcânicas 
Planaltos
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT) apresenta 
uma paisagem típica de planalto. Foto de 2010. 
ARTUR KEUNECKE / PULSAR IMAGENS
São áreas geralmente baixas e planas, onde predomina o acúmulo ou 
deposição de sedimentos. 
Erosão Sedimentação 
Podem ter 
várias origens 
vales fluviais 
sedimentos trazidos 
pelos ventos 
geleiras 
entulhamento de lagos 
Erosão 
Sedimentação 
Planícies
Os campos dos pampas em Bagé (RS) são um exemplo de planície. Foto de 2011. 
ALE RUARO / PULSAR IMAGENS
São áreas que se encontram rebaixadas em relação às áreas vizinhas. 
a depressão 
pode ser 
absoluta 
relativa 
quando a depressão está abaixo do 
nível do mar 
quando a depressão está acima do 
nível do mar, mas abaixo das áreas 
vizinhas 
Depressões
Vista aérea do mar Morto em foto de 2004. 
HANAN ISACHAR / ALAMY / OTHER IMAGES
Adaptado de: ATLANTE Geografico Metodico De Agostini 2006-2007. Novara: Istituto Geografico De Agostini, 2006. 
Planisfério físico
planície 
planalto 
morro ou colina 
depressão 
montanha 
ANDRÉ ROCCA / ARQUIVO DA EDITORA
A dinâmica do relevo 
O relevo não é algo eterno nem estático. Transforma-se com o tempo, 
mesmo sendo um processo que leva milhões de anos. 
Dois tipos de forças modificam o relevo: 
forças internas 
forças externas 
aquelas que se originam no 
interior da litosfera 
(movimento das placas 
tectônicas, por exemplo) 
aquelas que se originam na 
própria superfície terrestre 
(clima, águas e seres vivos, 
por exemplo) 
desnivelam o relevo, 
causando grandes 
modificações, e agem de 
maneira rápida 
diminuem lentamente as 
diferenças entre as 
formas de relevo, 
desgastando as áreas 
elevadas e acumulando 
detritos nas partes baixas
forças internas 
Intemperismo 
é o conjunto de fenômenos que leva à decomposição 
das rochas 
intemperismo 
físico 
intemperismo 
químico 
intemperismo 
biológico 
é provocado principalmente pela 
variação da temperatura 
decomposição da rocha causada principalmente pela 
ação da água ao dissolver os minerais solúveis que a 
compõem 
é a decomposição das rochas 
pelas atividades dos seres vivos
Exemplo de intemperismo físico 
com o tempo 
fraturas e 
fragmentações 
dos minerais 
calor 
frio
forças internas 
Erosão 
é a remoção de materiais de uma área 
para outra área vizinha 
vento, água, 
geleira, etc. 
área onde ocorre a erosão 
geralmente os detritos ou sedimentos são 
transportados por algum agente de erosão 
de uma área mais alta 
para outra área mais baixa 
área onde ocorre a 
sedimentação ou acúmulo dos 
detritos ou sedimentos
1 2 
3 4 
1 A vegetação, sobretudo as formações florestais, protege o solo contra a ação dos ventos e das enxurradas. 
O desmatamento facilita o inicío da erosão: chuvas e ventos carregam a camada superficial do 
solo, empobrecendo-o. 
2 
O solo é atingido pelos raios 3 solares. Os ventos e as chuvas intensificam a erosão. 
4 O solo assemelha-se a um deserto e não oferece condições como área agrícola. 
LUIS MOURA / ARQUIVO DA EDITORA 
Etapas do processo de erosão
Agentes externos que 
modificam o relevo 
Responsáveis pelo 
intemperismo 
erosão 
transporte de detritos 
sedimentação de detritos 
Principais agentes 
água 
geleiras 
ventos 
seres vivos
água 
atua de diversas formas 
precipitações 
rios 
mares 
geleiras 
vento 
é o ar em movimento 
carrega partículas de 
areia e modificam as 
áreas que atingem 
pode formar 
seres vivos 
entre a atuação dos seres 
vivos, podemos dar como 
exemplo a proteção e 
desgaste do relevo e a 
transformação em rochas 
sedimentares 
regs 
dunas 
loesse 
Principais agentes
Teoria sobre a formação dos 
continentes 
Transformação da crosta terrestre desde a Pangeia até os dias atuais. 
• A Teoria da Deriva Continental foi desenvolvida por Alfred Wegener no início do 
século XX. 
• Postulava que, há cerca de 300 milhões de anos, os continentes estavam agrupados 
em um supercontinente chamado Pangeia. 
• Inicialmente a Pangeia separou-se em dois continentes: Laurásia e Gondwana. 
• O movimento contínuo levou à atual configuração dos continentes.
EVIDÊNCIAS DA TEORIA DE WEGENER: 
• Encaixe das costas da África e da América do Sul. 
• Fauna e flora da costa oeste da África e leste da América do Sul muito semelhantes.
Placas tectônicas e a constante 
transformação do planeta 
Anos 50: cientistas 
estadunidenses descobriram 
que o fundo dos oceanos 
estava em movimento. 
Anos 60: imagens de satélites 
da NASA comprovaram que os 
continentes estão em 
movimento. 
PLACAS TECTÔNICAS: blocos gigantescos de rochas com muitos quilômetros de altura 
que formam a crosta terrestre e deslizam sobre o magma.
Correntes magmáticas 
Magma 
quente 
sobe 
Magma frio 
desce
Terremoto 
Por que existem tremores na terra e no fundo do mar? 
• A movimentação das placas tectônicas gera abalos sísmicos. 
• As áreas de encontro entre as placas tectônicas estão mais sujeitas a esses 
movimentos. 
• Terremotos causam grandes problemas, especialmente em áreas urbanas, como 
desabamentos, ferimentos e mortes, além de danos sociais e financeiros.
Maremotos 
• Tremores de terra que ocorrem no fundo dos oceanos em função dos movimentos das 
placas tectônicas. 
• Dependendo da intensidade da movimentação, as ondas formadas podem transformar-se 
em tsunamis. 
• Tsunami: onda gigantesca que provoca catástrofes nas cidades da costa litorânea. 
Tsunami atinge área urbana. Onda gigante chegando à cidade.
Exemplo de uma área atingida 
por um tsunami. 
Vista aérea de Banda Aceh, na Indonésia, totalmente destruída pelo tsunami de 2004.
O vulcanismo 
A partir das rachaduras existentes nas placas tectônicas e devido à alta pressão no manto 
terrestre, o magma pode atravessar essas rachaduras e acumular-se na câmara 
magmática, dando origem a um vulcão. 
Vulcão em erupção 
Vulcão Tungurahua no Equador exalando fumaça e gases.
Distribuição geográfica das zonas sísmicas e vulcânicas 
Adaptado de: ATLAS 2000: La France et le monde. Paris: Nathan, 1998.
Distribuição geográfica dos terremotos 
Adaptado de: ATLAS 2000: La France et le monde. Paris: Nathan, 1998.
A formação das montanhas 
• Os dobramentos resultam do choque entre duas placas tectônicas (movimento 
convergente). 
• A ação horizontal do choque provoca a elevação vertical das rochas. 
Cordilheira dos Andes, Chile. Esquema representativo da formação da Cordilheira dos Andes.
• Quando ocorre o afastamento das placas tectônicas (movimento divergente), surgem 
fendas por onde o magma passa em altas temperaturas. 
• O magma resfriado dá origem a novas cadeias montanhosas, chamadas dorsais. 
• Dorsal Mesoatlântica — cadeia montanhosa em processo de formação no interior do 
oceano Atlântico. 
Dorsal Mesoatlântica Esquema que representa a formação da Dorsal Mesoatlântica.
Vento, água e ação humana: agentes 
externos que modelam o relevo 
• O relevo terrestre está em constante processo de formação e transformação. 
• Os agentes formadores estão ligados aos movimentos das placas tectônicas 
(internos). 
• Os agentes modeladores do relevo estão ligados ao vento, à chuva e à ação humana 
(externos). 
Lava quente derretida, magma na superfície 
terrestre. 
Formação rochosa erodida pela ação do vento, 
da chuva e pelas alterações de temperatura.
A ação do vento 
• Agente modelador do relevo, atua mais intensamente em espaços amplos e abertos, 
como desertos e praias. 
• As dunas são formadas a partir da ação do vento, transportando os grãos de areia de 
um local a outro. 
Dunas no Deserto do Saara Vento transportando grãos de areia em duna no Parque 
Nacional Altyn-Emel, Cazaquistão.
• A ação erosiva do vento recebe o nome de ação eólica. 
• O vento pode produzir, transportar e depositar sedimentos (resquícios de rochas ou 
de partículas da decomposição de seres vivos). 
• A ação do vento produz formatos interessantes nas superfícies afetadas. 
Parque Estadual das 
Rochas, Novo México, EUA. 
Parque Nacional dos Arcos, Utah, EUA.
A ação das águas 
A água é outro importante agente de transformação do relevo, provocando diferentes 
formas de erosão: 
Erosão de formação rochosa pela chuva e pelo 
vento em Lalu, Tailândia. 
Vale formado em milhares de anos a partir da 
erosão do Rio dos Peixes, Namíbia. 
Pela chuva (erosão pluvial) – 
ocorre com maior frequência em 
regiões de clima equatorial e 
tropical. 
Pelos rios (erosão fluvial) – 
acontece pela força exercida pela 
água nas margens e leitos dos rios.
Pelo mar (erosão marinha) – acontece 
quando as águas do mar batem nas 
rochas da costa. Ao transportar os 
sedimentos em direção à praia, o mar 
auxilia no processo de construção do 
relevo. 
Pelas geleiras (erosão 
glacial) – ocorre em regiões 
de baixas temperaturas, por 
meio do gelo e degelo. 
Ponte natural esculpida pelo mar. Geleira de Mingyong, China.
A ação dos seres humanos 
• O homem transforma o relevo pela construção de diferentes elementos: pontes, 
prédios, represas e outros. 
• Quando destrói morros, desempenha atividades agropecuárias, extrativistas, 
industriais, entre outras. 
• Geralmente orientadas por motivos econômicos, tais ações provocam sérios impactos 
ambientais, causando danos irreversíveis à natureza. 
Represa Hoover, rio Colorado, EUA. Mineração a céu aberto em Garzweiler, Alemanha.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Relevo terrestre
Relevo terrestreRelevo terrestre
Relevo terrestre
 
Vegetação Brasileira
Vegetação BrasileiraVegetação Brasileira
Vegetação Brasileira
 
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosAtmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
 
DINÂMICAS DO RELEVO: AGENTES MODELADORES
DINÂMICAS DO RELEVO:  AGENTES MODELADORESDINÂMICAS DO RELEVO:  AGENTES MODELADORES
DINÂMICAS DO RELEVO: AGENTES MODELADORES
 
Ásia
ÁsiaÁsia
Ásia
 
Formas do relevo
Formas do relevoFormas do relevo
Formas do relevo
 
Relevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivosRelevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivos
 
A formação da terra
A formação da terraA formação da terra
A formação da terra
 
Formação e modelagem do relevo
Formação e modelagem do relevoFormação e modelagem do relevo
Formação e modelagem do relevo
 
RELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTALRELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTAL
 
TERRA - Estrutura Geologica
TERRA - Estrutura GeologicaTERRA - Estrutura Geologica
TERRA - Estrutura Geologica
 
áGuas oceânicas
áGuas oceânicasáGuas oceânicas
áGuas oceânicas
 
Oceanos e mares
Oceanos e maresOceanos e mares
Oceanos e mares
 
Brasil – domínios morfoclimáticos
Brasil – domínios morfoclimáticosBrasil – domínios morfoclimáticos
Brasil – domínios morfoclimáticos
 
Os continentes
Os continentesOs continentes
Os continentes
 
Hidrosfera 6º ano
Hidrosfera 6º anoHidrosfera 6º ano
Hidrosfera 6º ano
 
Hidrosfera: as Águas Continentais
Hidrosfera: as Águas ContinentaisHidrosfera: as Águas Continentais
Hidrosfera: as Águas Continentais
 
Clima - Elementos e Fatores Climáticos
Clima - Elementos e Fatores ClimáticosClima - Elementos e Fatores Climáticos
Clima - Elementos e Fatores Climáticos
 
Geografia da América do Sul
Geografia da América do SulGeografia da América do Sul
Geografia da América do Sul
 
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptxESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
 

Destaque

ExercíCios ErosãO
ExercíCios ErosãOExercíCios ErosãO
ExercíCios ErosãObacarin
 
Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor Gisele Da Fonseca
 
O cuidado pelo meio ambiente
O cuidado pelo meio ambienteO cuidado pelo meio ambiente
O cuidado pelo meio ambienteFabiana Nolasko
 
Grupo 5 - Desmatamento causas e consequências
Grupo 5 - Desmatamento causas e consequênciasGrupo 5 - Desmatamento causas e consequências
Grupo 5 - Desmatamento causas e consequênciasnacirbertini
 
Gestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobacias
Gestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobaciasGestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobacias
Gestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobaciasequipeagroplus
 
Formação do relevo, erosão e intemperismo
Formação do relevo, erosão e intemperismoFormação do relevo, erosão e intemperismo
Formação do relevo, erosão e intemperismoIone Rocha
 
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloáguaGestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloáguaequipeagroplus
 
Aplicação Prática do Cadastro Ambiental Rural
Aplicação Prática do Cadastro Ambiental RuralAplicação Prática do Cadastro Ambiental Rural
Aplicação Prática do Cadastro Ambiental RuralAzizGalvao
 
Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12
Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12
Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12Yago Matos
 
Guia Básico do CAR - MDA
Guia Básico do CAR - MDAGuia Básico do CAR - MDA
Guia Básico do CAR - MDAagrogp
 
Geologia
GeologiaGeologia
GeologiaHLM
 
Educação em geografia séries iniciais
Educação em geografia séries iniciaisEducação em geografia séries iniciais
Educação em geografia séries iniciaisNilton Goulart
 
O relevo e erosão (a)
O relevo e erosão (a)O relevo e erosão (a)
O relevo e erosão (a)Pocarolas
 
Atividades ludicas de geografia
Atividades ludicas de geografiaAtividades ludicas de geografia
Atividades ludicas de geografiaRamon Santos
 
O uso dos solos 7 ano
O uso dos solos 7 anoO uso dos solos 7 ano
O uso dos solos 7 anoProfessor
 
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?Fabiola Sampaio
 
Espaço geografico e globalização
Espaço geografico e globalizaçãoEspaço geografico e globalização
Espaço geografico e globalizaçãoJosé Maria Ribeiro
 

Destaque (20)

ExercíCios ErosãO
ExercíCios ErosãOExercíCios ErosãO
ExercíCios ErosãO
 
Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor Clima urbano - Ilhas de Calor
Clima urbano - Ilhas de Calor
 
O cuidado pelo meio ambiente
O cuidado pelo meio ambienteO cuidado pelo meio ambiente
O cuidado pelo meio ambiente
 
9 a aula geo cpvem relevo-2
9 a aula geo cpvem   relevo-29 a aula geo cpvem   relevo-2
9 a aula geo cpvem relevo-2
 
Grupo 5 - Desmatamento causas e consequências
Grupo 5 - Desmatamento causas e consequênciasGrupo 5 - Desmatamento causas e consequências
Grupo 5 - Desmatamento causas e consequências
 
Gestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobacias
Gestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobaciasGestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobacias
Gestão microbacias apresentação_uba_psam_icrobacias
 
Formação do relevo, erosão e intemperismo
Formação do relevo, erosão e intemperismoFormação do relevo, erosão e intemperismo
Formação do relevo, erosão e intemperismo
 
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloáguaGestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
 
Aplicação Prática do Cadastro Ambiental Rural
Aplicação Prática do Cadastro Ambiental RuralAplicação Prática do Cadastro Ambiental Rural
Aplicação Prática do Cadastro Ambiental Rural
 
Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12
Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12
Intemperismo e Erosão e Movimento de Massa - Capítulos 7 e 12
 
Guia Básico do CAR - MDA
Guia Básico do CAR - MDAGuia Básico do CAR - MDA
Guia Básico do CAR - MDA
 
Geologia
GeologiaGeologia
Geologia
 
Educação em geografia séries iniciais
Educação em geografia séries iniciaisEducação em geografia séries iniciais
Educação em geografia séries iniciais
 
Comidas Tipicas
Comidas Tipicas Comidas Tipicas
Comidas Tipicas
 
Manejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do SoloManejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do Solo
 
O relevo e erosão (a)
O relevo e erosão (a)O relevo e erosão (a)
O relevo e erosão (a)
 
Atividades ludicas de geografia
Atividades ludicas de geografiaAtividades ludicas de geografia
Atividades ludicas de geografia
 
O uso dos solos 7 ano
O uso dos solos 7 anoO uso dos solos 7 ano
O uso dos solos 7 ano
 
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
 
Espaço geografico e globalização
Espaço geografico e globalizaçãoEspaço geografico e globalização
Espaço geografico e globalização
 

Semelhante a Formação e modelagem do relevo

modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptxmodeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptxisacsouza12
 
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptxmodeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptxisacsouza12
 
agentes do relevo.pdf
agentes do relevo.pdfagentes do relevo.pdf
agentes do relevo.pdfKleberdias17
 
Relevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivosRelevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivosProfessor
 
Formação e Transformação do Relevo Terrestre
Formação e Transformação do Relevo TerrestreFormação e Transformação do Relevo Terrestre
Formação e Transformação do Relevo TerrestreMauricio Martins
 
LITOSFERA: AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
LITOSFERA:  AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES LITOSFERA:  AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
LITOSFERA: AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES DANUBIA ZANOTELLI
 
Aula tiago marinho deriva continental
Aula tiago marinho deriva continentalAula tiago marinho deriva continental
Aula tiago marinho deriva continentalTiago Marinho
 
Litosfera as formas de relevo e seus agentes transformadores
Litosfera  as formas de relevo e seus agentes transformadoresLitosfera  as formas de relevo e seus agentes transformadores
Litosfera as formas de relevo e seus agentes transformadoresDANUBIA ZANOTELLI
 
Relevo terrestre - Colégio Monteiro Lobato
Relevo terrestre - Colégio Monteiro LobatoRelevo terrestre - Colégio Monteiro Lobato
Relevo terrestre - Colégio Monteiro LobatoIsabel Cabral
 
Estrutura física da terra
Estrutura física da terraEstrutura física da terra
Estrutura física da terrajrcruzoficial
 
Geologia geomorfologia e mineraçao no brasil
Geologia geomorfologia e mineraçao no brasilGeologia geomorfologia e mineraçao no brasil
Geologia geomorfologia e mineraçao no brasilProf.Paulo/geografia
 
formação do relevo terrestre
 formação do relevo terrestre  formação do relevo terrestre
formação do relevo terrestre AnaClaudiaHonorio
 

Semelhante a Formação e modelagem do relevo (20)

modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptxmodeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
 
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptxmodeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
modeladores do relevo 6 ano 27.06.2023.pptx
 
agentes do relevo.pdf
agentes do relevo.pdfagentes do relevo.pdf
agentes do relevo.pdf
 
Relevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivosRelevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivos
 
Os Agentes do Relevo - Geografia
Os Agentes do Relevo - GeografiaOs Agentes do Relevo - Geografia
Os Agentes do Relevo - Geografia
 
Formação e Transformação do Relevo Terrestre
Formação e Transformação do Relevo TerrestreFormação e Transformação do Relevo Terrestre
Formação e Transformação do Relevo Terrestre
 
LITOSFERA: AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
LITOSFERA:  AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES LITOSFERA:  AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
LITOSFERA: AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
 
Aula tiago marinho deriva continental
Aula tiago marinho deriva continentalAula tiago marinho deriva continental
Aula tiago marinho deriva continental
 
Litosfera as formas de relevo e seus agentes transformadores
Litosfera  as formas de relevo e seus agentes transformadoresLitosfera  as formas de relevo e seus agentes transformadores
Litosfera as formas de relevo e seus agentes transformadores
 
6ano unidade5
6ano unidade56ano unidade5
6ano unidade5
 
Relevo terrestre - Colégio Monteiro Lobato
Relevo terrestre - Colégio Monteiro LobatoRelevo terrestre - Colégio Monteiro Lobato
Relevo terrestre - Colégio Monteiro Lobato
 
Estrutura física da terra
Estrutura física da terraEstrutura física da terra
Estrutura física da terra
 
Geologia geomorfologia e mineraçao no brasil
Geologia geomorfologia e mineraçao no brasilGeologia geomorfologia e mineraçao no brasil
Geologia geomorfologia e mineraçao no brasil
 
Aula Geografia
Aula Geografia Aula Geografia
Aula Geografia
 
Geologia2010 11
Geologia2010 11Geologia2010 11
Geologia2010 11
 
Formação da terra
Formação da terraFormação da terra
Formação da terra
 
formação do relevo terrestre
 formação do relevo terrestre  formação do relevo terrestre
formação do relevo terrestre
 
Cap9,10,11
Cap9,10,11Cap9,10,11
Cap9,10,11
 
Geomorfologia
GeomorfologiaGeomorfologia
Geomorfologia
 
Relevos do planeta.pdf
Relevos do planeta.pdfRelevos do planeta.pdf
Relevos do planeta.pdf
 

Mais de Prof. Francesco Torres (20)

População brasileira
População brasileiraPopulação brasileira
População brasileira
 
Formação do Brasil
Formação do BrasilFormação do Brasil
Formação do Brasil
 
Regionalização
RegionalizaçãoRegionalização
Regionalização
 
Região Sudeste
Região SudesteRegião Sudeste
Região Sudeste
 
Regiao Sul
Regiao SulRegiao Sul
Regiao Sul
 
Regiao Centro oeste
Regiao Centro oesteRegiao Centro oeste
Regiao Centro oeste
 
Região Norte
Região NorteRegião Norte
Região Norte
 
Orientação
Orientação Orientação
Orientação
 
Formação terra
Formação terraFormação terra
Formação terra
 
Águas oceânicas e os mares
Águas oceânicas e os maresÁguas oceânicas e os mares
Águas oceânicas e os mares
 
Paisagem
PaisagemPaisagem
Paisagem
 
Escalas e mapas
Escalas e mapasEscalas e mapas
Escalas e mapas
 
Clima e paisagens naturais e atmosfera
Clima e paisagens naturais e atmosferaClima e paisagens naturais e atmosfera
Clima e paisagens naturais e atmosfera
 
Distribuição das águas na paisagem
Distribuição das águas na paisagemDistribuição das águas na paisagem
Distribuição das águas na paisagem
 
Ações humanas e alteracoes ambientais
Ações humanas e alteracoes ambientaisAções humanas e alteracoes ambientais
Ações humanas e alteracoes ambientais
 
A biosfera
A biosferaA biosfera
A biosfera
 
O planeta terra
O planeta terraO planeta terra
O planeta terra
 
Tamanho planetas
Tamanho planetasTamanho planetas
Tamanho planetas
 
Orientacao e localizacao no espaco
Orientacao e localizacao no espacoOrientacao e localizacao no espaco
Orientacao e localizacao no espaco
 
Formacao terra
Formacao terraFormacao terra
Formacao terra
 

Último

clubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importância
clubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importânciaclubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importância
clubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importânciaLuanaAlves940822
 
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimentoApresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimentoPedroFerreira53928
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfmaria794949
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfrarakey779
 
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptxSão Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptxMartin M Flynn
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...LuizHenriquedeAlmeid6
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdfARIANAMENDES11
 
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaIlda Bicacro
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalcarlamgalves5
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Mary Alvarenga
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaCludiaRodrigues693635
 
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco LeiteOs Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leiteprofesfrancleite
 
O carteiro chegou - Janet & Allan Ahlberg
O carteiro chegou - Janet & Allan AhlbergO carteiro chegou - Janet & Allan Ahlberg
O carteiro chegou - Janet & Allan AhlbergBrenda Fritz
 
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaaCarolineFrancielle
 
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptxAULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptxGraycyelleCavalcanti
 
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docx
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docxCONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docx
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docxEduardaMedeiros18
 

Último (20)

clubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importância
clubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importânciaclubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importância
clubinho-bio-2.pdf vacinas saúde importância
 
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimentoApresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptxSão Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco LeiteOs Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
 
O carteiro chegou - Janet & Allan Ahlberg
O carteiro chegou - Janet & Allan AhlbergO carteiro chegou - Janet & Allan Ahlberg
O carteiro chegou - Janet & Allan Ahlberg
 
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
22-modernismo-5-prosa-de-45.pptxrpnsaaaa
 
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptxAULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
 
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docx
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docxCONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docx
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA[1] (1).docx
 

Formação e modelagem do relevo

  • 1.
  • 2. JORGE ARAÚJO / FOLHAPRESS • As paisagens acima são iguais ou diferentes? • Em ambas as fotos as habitações estão em áreas consideradas de risco. O que são áreas de risco? NELSON ANTOIN / FOTOARENA / FOLHAPRESS Litosfera: o relevo terrestre
  • 3. As formas do relevo É o conjunto das variadas formas da litosfera ou, mais especificamente, da superfície terrestre, como montanhas (continentais ou submersas no mar), vales, planícies e depressões, apresentando áreas mais ou menos elevadas, planas ou acidentadas. Quatro principais Montanhas Planaltos Planícies Depressões Falésias Colinas Vales Cuestas há diversas outras forma de relevo, como:
  • 4. Altitude é uma distância vertical medida entre um ponto e o nível do mar As variações do relevo são medidas a partir do nível do mar. mar cume altitude nível médio dos mares LUIS MOURA / ARQUIVO DA EDITORA
  • 5. Montanhas • São grandes elevações de terreno que se destacam por apresentar altitudes superiores às regiões vizinhas. • As mais elevadas resultam de dobramentos, isto é, de forças internas que provocam enormes dobras nas rochas, originando elevadas cadeias de montanhas. • As montanhas mais antigas e menos elevadas também resultaram de dobramentos. Contudo, com o tempo, foram sendo desgastadas, provocando seu lento rebaixamento. • Outro tipo de montanha é aquela resultante da formação de um vulcão, denominada montanha vulcânica.
  • 6. As montanhas mais antigas e menos elevadas também resultaram de dobramentos. Contudo, com o tempo, foram sendo desgastadas, provocando seu lento rebaixamento. Intemperismo e erosão Erosão Erosão Sedimentação
  • 7. JEREMYRICHARDS / SHUTTERSTOCK.COM Aspecto da cordilheira no Himalaia, Nepal, 2010. Formada pelo desdobramento de rochas, a cadeia de montanhas do Himalaia fica na Ásia, ocupando partes do território da China, Tibete, Nepal, Butão, Índia, entre outros. Possui as montanhas mais elevadas da superfície terrestre.
  • 8. São áreas em geral altas, com topos relativamente planos e bordas nítidas, também são chamados de platôs. Três categorias Planaltos cristalinos Planaltos sedimentares Planaltos basálticos formados por rochas cristalinas, isto é, ígneas (ou magmáticas) ou metamórficas formados em áreas de rochas sedimentares, erguidas por movimentos internos da crosta formados por rochas vulcânicas, onde no passado haviam intensas erupções vulcânicas Planaltos
  • 9. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT) apresenta uma paisagem típica de planalto. Foto de 2010. ARTUR KEUNECKE / PULSAR IMAGENS
  • 10. São áreas geralmente baixas e planas, onde predomina o acúmulo ou deposição de sedimentos. Erosão Sedimentação Podem ter várias origens vales fluviais sedimentos trazidos pelos ventos geleiras entulhamento de lagos Erosão Sedimentação Planícies
  • 11. Os campos dos pampas em Bagé (RS) são um exemplo de planície. Foto de 2011. ALE RUARO / PULSAR IMAGENS
  • 12. São áreas que se encontram rebaixadas em relação às áreas vizinhas. a depressão pode ser absoluta relativa quando a depressão está abaixo do nível do mar quando a depressão está acima do nível do mar, mas abaixo das áreas vizinhas Depressões
  • 13. Vista aérea do mar Morto em foto de 2004. HANAN ISACHAR / ALAMY / OTHER IMAGES
  • 14. Adaptado de: ATLANTE Geografico Metodico De Agostini 2006-2007. Novara: Istituto Geografico De Agostini, 2006. Planisfério físico
  • 15. planície planalto morro ou colina depressão montanha ANDRÉ ROCCA / ARQUIVO DA EDITORA
  • 16. A dinâmica do relevo O relevo não é algo eterno nem estático. Transforma-se com o tempo, mesmo sendo um processo que leva milhões de anos. Dois tipos de forças modificam o relevo: forças internas forças externas aquelas que se originam no interior da litosfera (movimento das placas tectônicas, por exemplo) aquelas que se originam na própria superfície terrestre (clima, águas e seres vivos, por exemplo) desnivelam o relevo, causando grandes modificações, e agem de maneira rápida diminuem lentamente as diferenças entre as formas de relevo, desgastando as áreas elevadas e acumulando detritos nas partes baixas
  • 17. forças internas Intemperismo é o conjunto de fenômenos que leva à decomposição das rochas intemperismo físico intemperismo químico intemperismo biológico é provocado principalmente pela variação da temperatura decomposição da rocha causada principalmente pela ação da água ao dissolver os minerais solúveis que a compõem é a decomposição das rochas pelas atividades dos seres vivos
  • 18. Exemplo de intemperismo físico com o tempo fraturas e fragmentações dos minerais calor frio
  • 19. forças internas Erosão é a remoção de materiais de uma área para outra área vizinha vento, água, geleira, etc. área onde ocorre a erosão geralmente os detritos ou sedimentos são transportados por algum agente de erosão de uma área mais alta para outra área mais baixa área onde ocorre a sedimentação ou acúmulo dos detritos ou sedimentos
  • 20. 1 2 3 4 1 A vegetação, sobretudo as formações florestais, protege o solo contra a ação dos ventos e das enxurradas. O desmatamento facilita o inicío da erosão: chuvas e ventos carregam a camada superficial do solo, empobrecendo-o. 2 O solo é atingido pelos raios 3 solares. Os ventos e as chuvas intensificam a erosão. 4 O solo assemelha-se a um deserto e não oferece condições como área agrícola. LUIS MOURA / ARQUIVO DA EDITORA Etapas do processo de erosão
  • 21. Agentes externos que modificam o relevo Responsáveis pelo intemperismo erosão transporte de detritos sedimentação de detritos Principais agentes água geleiras ventos seres vivos
  • 22. água atua de diversas formas precipitações rios mares geleiras vento é o ar em movimento carrega partículas de areia e modificam as áreas que atingem pode formar seres vivos entre a atuação dos seres vivos, podemos dar como exemplo a proteção e desgaste do relevo e a transformação em rochas sedimentares regs dunas loesse Principais agentes
  • 23. Teoria sobre a formação dos continentes Transformação da crosta terrestre desde a Pangeia até os dias atuais. • A Teoria da Deriva Continental foi desenvolvida por Alfred Wegener no início do século XX. • Postulava que, há cerca de 300 milhões de anos, os continentes estavam agrupados em um supercontinente chamado Pangeia. • Inicialmente a Pangeia separou-se em dois continentes: Laurásia e Gondwana. • O movimento contínuo levou à atual configuração dos continentes.
  • 24. EVIDÊNCIAS DA TEORIA DE WEGENER: • Encaixe das costas da África e da América do Sul. • Fauna e flora da costa oeste da África e leste da América do Sul muito semelhantes.
  • 25. Placas tectônicas e a constante transformação do planeta Anos 50: cientistas estadunidenses descobriram que o fundo dos oceanos estava em movimento. Anos 60: imagens de satélites da NASA comprovaram que os continentes estão em movimento. PLACAS TECTÔNICAS: blocos gigantescos de rochas com muitos quilômetros de altura que formam a crosta terrestre e deslizam sobre o magma.
  • 26. Correntes magmáticas Magma quente sobe Magma frio desce
  • 27. Terremoto Por que existem tremores na terra e no fundo do mar? • A movimentação das placas tectônicas gera abalos sísmicos. • As áreas de encontro entre as placas tectônicas estão mais sujeitas a esses movimentos. • Terremotos causam grandes problemas, especialmente em áreas urbanas, como desabamentos, ferimentos e mortes, além de danos sociais e financeiros.
  • 28. Maremotos • Tremores de terra que ocorrem no fundo dos oceanos em função dos movimentos das placas tectônicas. • Dependendo da intensidade da movimentação, as ondas formadas podem transformar-se em tsunamis. • Tsunami: onda gigantesca que provoca catástrofes nas cidades da costa litorânea. Tsunami atinge área urbana. Onda gigante chegando à cidade.
  • 29.
  • 30. Exemplo de uma área atingida por um tsunami. Vista aérea de Banda Aceh, na Indonésia, totalmente destruída pelo tsunami de 2004.
  • 31. O vulcanismo A partir das rachaduras existentes nas placas tectônicas e devido à alta pressão no manto terrestre, o magma pode atravessar essas rachaduras e acumular-se na câmara magmática, dando origem a um vulcão. Vulcão em erupção Vulcão Tungurahua no Equador exalando fumaça e gases.
  • 32. Distribuição geográfica das zonas sísmicas e vulcânicas Adaptado de: ATLAS 2000: La France et le monde. Paris: Nathan, 1998.
  • 33. Distribuição geográfica dos terremotos Adaptado de: ATLAS 2000: La France et le monde. Paris: Nathan, 1998.
  • 34. A formação das montanhas • Os dobramentos resultam do choque entre duas placas tectônicas (movimento convergente). • A ação horizontal do choque provoca a elevação vertical das rochas. Cordilheira dos Andes, Chile. Esquema representativo da formação da Cordilheira dos Andes.
  • 35. • Quando ocorre o afastamento das placas tectônicas (movimento divergente), surgem fendas por onde o magma passa em altas temperaturas. • O magma resfriado dá origem a novas cadeias montanhosas, chamadas dorsais. • Dorsal Mesoatlântica — cadeia montanhosa em processo de formação no interior do oceano Atlântico. Dorsal Mesoatlântica Esquema que representa a formação da Dorsal Mesoatlântica.
  • 36. Vento, água e ação humana: agentes externos que modelam o relevo • O relevo terrestre está em constante processo de formação e transformação. • Os agentes formadores estão ligados aos movimentos das placas tectônicas (internos). • Os agentes modeladores do relevo estão ligados ao vento, à chuva e à ação humana (externos). Lava quente derretida, magma na superfície terrestre. Formação rochosa erodida pela ação do vento, da chuva e pelas alterações de temperatura.
  • 37. A ação do vento • Agente modelador do relevo, atua mais intensamente em espaços amplos e abertos, como desertos e praias. • As dunas são formadas a partir da ação do vento, transportando os grãos de areia de um local a outro. Dunas no Deserto do Saara Vento transportando grãos de areia em duna no Parque Nacional Altyn-Emel, Cazaquistão.
  • 38. • A ação erosiva do vento recebe o nome de ação eólica. • O vento pode produzir, transportar e depositar sedimentos (resquícios de rochas ou de partículas da decomposição de seres vivos). • A ação do vento produz formatos interessantes nas superfícies afetadas. Parque Estadual das Rochas, Novo México, EUA. Parque Nacional dos Arcos, Utah, EUA.
  • 39. A ação das águas A água é outro importante agente de transformação do relevo, provocando diferentes formas de erosão: Erosão de formação rochosa pela chuva e pelo vento em Lalu, Tailândia. Vale formado em milhares de anos a partir da erosão do Rio dos Peixes, Namíbia. Pela chuva (erosão pluvial) – ocorre com maior frequência em regiões de clima equatorial e tropical. Pelos rios (erosão fluvial) – acontece pela força exercida pela água nas margens e leitos dos rios.
  • 40. Pelo mar (erosão marinha) – acontece quando as águas do mar batem nas rochas da costa. Ao transportar os sedimentos em direção à praia, o mar auxilia no processo de construção do relevo. Pelas geleiras (erosão glacial) – ocorre em regiões de baixas temperaturas, por meio do gelo e degelo. Ponte natural esculpida pelo mar. Geleira de Mingyong, China.
  • 41. A ação dos seres humanos • O homem transforma o relevo pela construção de diferentes elementos: pontes, prédios, represas e outros. • Quando destrói morros, desempenha atividades agropecuárias, extrativistas, industriais, entre outras. • Geralmente orientadas por motivos econômicos, tais ações provocam sérios impactos ambientais, causando danos irreversíveis à natureza. Represa Hoover, rio Colorado, EUA. Mineração a céu aberto em Garzweiler, Alemanha.