SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 65
ESTRUTURA GEOLÓGICA
Estrutura geológicaEstrutura geológica
Formação da TerraFormação da Terra
Origem Quente
Origem Fria
Idade: 4,5 bilhões de anos
ESCALA GEOLÓGICA DE TEMPO (Conversão para 24 horas)
ERA
INÍCIO
DURAÇÃO (horas)
EM ANOS 24 HORAS
Cenozóica
QuaternáriPERÍODO
o
1.800.000 23h 59min 25s 00h 00min 35s
Terciário 65.000.000 23h 39min 12s 00h 20min 13s
Mesozóica
Cretáceo 146.000.000 23h 13min 17s 00h 25min 55s
Jurássico 208.000.000 22h 53min 26s 00h 19min 50s
Triássico 245.000.000 22h 41min 36s 00h 11min 50s
PALEOZÓICA
Permiano 286.000.000 22h 28min 29s 00h 13min 07s
Carbonífero 360.000.000 22h 04min 48s 00h 23min 41s
Devoniano 410.000.000 21h 48min 48s 00h 16min 00s
Siluriano 440.000.000 21h 39min 12s 00h 09min 36s
Ordoviciano 505.000.000 21h 18min 24s 00h 20min 48s
Cambriano 544.000.000 21h 05min 55s 00h 12min 29s
PROTEROZÓICA 2.500.000.000 10h 40min 00s 10h 25min 55s
ARQUEANA 3.800.000.000 03h 44min 00s 06h 56min 00s
HADEANA 4.500.000.000 00h 00min 00s 03h 44min 00s
Teoria da Deriva Continental
Alfred Wegener (1915)
A figura representa o ajuste, atual, da linha de costa do
continente da América do Sul com o continente de África.
Deriva ContinentalDeriva Continental
Deriva ContinentalDeriva Continental
Movimentos principais
Cisalhamento: placas tectônicas que
se resvalam horizontalmente
causando terremotos.
Astenosfera
Geosfera
situada entre 60-100 a 250-400 km da superfície da
Terra. Faz parte do manto superior, tem características
geológicas plásticas distintas da litosfera acima que é
rígida e rúptil e dela está separada pela zona de baixa
velocidade sísmica onde se verifica um salto no
gradiente térmico (>1.000o
C).
Deve-se à expansão de um fluido por ação do
aumento da temperatura, que faz diminuir a
densidade produzindo um movimento ascendente até
que a temperatura diminua, aumente a densidade e o
fluido volte a descer.
Movimento por convecção
Movimento por convecção
transporte de massa
transporte de massa
Dorsal oceânica
(também chamada
dorsal submarina ou
dorsal meso-
oceânica ou crista
média oceânica) é o
nome dado a grandes
cadeias de montanhas
submersas no
oceano, que se
originam do
afastamento das
placas tectônicas
Dorsal oceânica
TIPOS DE LIMITES
Divergência: Placas que se
afastam uma da outra causando
terremotos e vulcanismo
Movimentos principais
Convergência
Convergência ou subducção: placas que se
encontram, e a menor entra por baixo da
maior, indo em direção ao manto terrestre.
Causa terremotos, vulcanismo e formação dos
Dobramentos Modernos
Oceânico/Continental
Ex.: Placa sul-americana e placa de Nazca
(Cordilheira dos Andes)
Ex.: Placa Indiana e placa Euro-asiática (Cordilheira do
Himalaia e Planalto do Tibet)
Continental/Continental
subducçao
Gênese dos vulcões
Os movimentos e a dinâmica do magma, tal como a
maior parte do interior da terra erupção é precedida de
movimentos de magma do interior da Terra até à
camada externa sólida (crosta terrestre) ocupando uma
câmara magmática debaixo de um vulcão.
Secção transversal através de um estrtovulcão
(escala vertical é exagerada):
1. Câmara magmática
2. Rocha
3. Chaminé
4. Base
5. Depósito de lava
6. Fissura
7. Camadas de cinzas
emitidas pelo vulcão
8. Cone
9. Camadas de lava
emitidas pelo vulcão
10. Garganta
11. Cone parasita
12. Fluxo de lava
13. Ventilação
14. Cratera
15. Nuvem de cinza
Ex.: Japão e Ilhas Aleutas.
Oceânico/Oceânico
Sismos
A conseqüência do choque
entre placas tectônicas são
chamadas Sismos de:
abalos sísmicos ou
terremotos
Ondas Sísmicas
Expulsão de magna,
rocha e gás do interior
da Terra.
VULCANISMO
Estrutura Interna da TerraEstrutura Interna da Terra
Núcleo Interno
Núcleo Externo
Manto
Crosta
Camadas da Terra:Camadas da Terra:
 Crosta – 40 km rochas – (sólida)Crosta – 40 km rochas – (sólida)
 Manto – 3000 km magma (pastosa) - 3000Manto – 3000 km magma (pastosa) - 30000 C0 C
 Núcleo – 3000 km ferro e níquel (sólida) – 6000 CNúcleo – 3000 km ferro e níquel (sólida) – 6000 C
Eras GeológicasEras Geológicas
Eras GeológicasEras Geológicas ArqueozóicaArqueozóica

Formação dos escudos cristalinosFormação dos escudos cristalinos
 ProterozóicaProterozóica

Extrusões de Magma originando grandes depósitos deExtrusões de Magma originando grandes depósitos de
minerais metálicos (Ferro, manganês etc.)minerais metálicos (Ferro, manganês etc.)
 PaleozóicaPaleozóica

Grande atividade transformadora da superfície, com oGrande atividade transformadora da superfície, com o
surgimento dos Alpes Escandinavos, Montes Apalaches etc.surgimento dos Alpes Escandinavos, Montes Apalaches etc.

Soterramento de florestas – originando jazidas de carvãoSoterramento de florestas – originando jazidas de carvão
mineralmineral
 MesozóicaMesozóica

Grandes derramamentos de lavaGrandes derramamentos de lava

Sedimentação dos fundos marinhos – originando grande parteSedimentação dos fundos marinhos – originando grande parte
das jazidas de petróleodas jazidas de petróleo
 CenozóicaCenozóica

Terciário: Formação dos dobramentos modernos: Andes,Terciário: Formação dos dobramentos modernos: Andes,
Alpes, HimalaiaAlpes, Himalaia

Quaternário: Grandes GlaciaçõesQuaternário: Grandes Glaciações
• Contornos dos continentes atuaisContornos dos continentes atuais
Minerais: são substâncias sólidas não
orgânicas, encontradas na crosta
terrestre. Existem mais de 2000 minerais
conhecidos;
Rochas: conjunto de substâncias
minerais, que estão na litosfera;
ROCHASROCHAS
Agregados de minerais
Magmáticas – formadas a partir de magma
Podem ser:
Intrusivas ou plutônicas – formadas dentro da
crosta – Granitos
Extrusivas ou vulcânicas –Extrusivas ou vulcânicas – formadas por magma naformadas por magma na
superfície do planeta - Basaltosuperfície do planeta - Basalto
Metamórficas –Metamórficas – formadas pela transformação deformadas pela transformação de
rochas pré-existentes por altas temperaturas erochas pré-existentes por altas temperaturas e
pressão – corneana mosqueada, gnaissespressão – corneana mosqueada, gnaisses
Rochas Sedimentares –Rochas Sedimentares – formadas a partir doformadas a partir do
desgaste de uma rocha pré-existente – Arenito,desgaste de uma rocha pré-existente – Arenito,
FolhelhoFolhelho
Montanha formada de rocha magmática intrusivaMontanha formada de rocha magmática intrusiva
(raridade)(raridade)
Pico da Agulhas Negras – Rio de Janeiro – Brasil –Pico da Agulhas Negras – Rio de Janeiro – Brasil –
2791 metros2791 metros
Montanha formada a partir de rocha magmáticaMontanha formada a partir de rocha magmática
extrusiva.extrusiva.
Pedra do Baú – Sao Bento do SapucaíPedra do Baú – Sao Bento do Sapucaí
Montanhas Formadas de Rochas SedimentaresMontanhas Formadas de Rochas Sedimentares
Morro do Camelo – Rio Claro – São Paulo - BrasilMorro do Camelo – Rio Claro – São Paulo - Brasil
Formação rochosa mista (Sedimentar e Magmática)Formação rochosa mista (Sedimentar e Magmática)
Cachoeira do Caracol – Canela - RSCachoeira do Caracol – Canela - RS
 Dobramentos antigosDobramentos antigos: Três antigas: Três antigas
cadeias montanhosas, desgastadas porcadeias montanhosas, desgastadas por
erosão (Pré-cambriano 4,5 – 2 bilhõeserosão (Pré-cambriano 4,5 – 2 bilhões
de anos)de anos)
- Cinturão do AtlânticoCinturão do Atlântico
- Cinturão de BrasíliaCinturão de Brasília
- Cinturão do Paraguai-AraguaiaCinturão do Paraguai-Araguaia
Terremotos
Terremoto na Ásia - Dez./2004
Terremoto na Ásia - Dez./2004 – Número de Vítimas
Países onde as
mortes ocorreram
Mortes Feridos Desaparecidos Desabrigados
Confirmado Estimado1
Indonésia 126.915 +126.915 ~100.000 37063 400.000 -
700.000
Sri Lanka 30957 38195 15686 56372 ~573.000
Índia 10749 16413 — 5640 380.000
Tailândia 53953 11000 8457 2932 —
Somália 298 298 — — 5000
Myanmar (Burma) 61 290– 600] 45 200 3200 confirmados
Malásia 68– 74 74 299 — —
Maldivas 82 108 — 26 12000– 22000
Seychelles 1– 3 3 — — —
Tanzânia 10 +10 — — —
Bangladesh 2 2 — — —
África do Sul 24 2 — — —
Quênia 1 2 2 — —
Iêmen 1 1 — — —
Madagascar — — — — +1000
Descrição Magnitude Efeitos Frequência
Micro < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente[1]. ~ 8000 por dia
Muito
pequeno
2,0-2,9 Geralmente não se sente mas é
detectado/registado.
~1000 por dia
Pequeno 3,0-3,9 Frequentemente sentido mas raramente causa
danos.
~49000 por ano
Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objectos no interior de
habitações, ruídos de choque entre objectos.
Danos importantes pouco comuns.
~ 6200 por ano
Moderado 5,0-5,9 Pode causar danos maiores em edifícios mal
concebidos em zonas restritas. Provoca danos
ligeiros nos edifícios bem construídos.
800 por ano
Forte 6,0-6,9 Pode ser destruidor em zonas num raio de até
180 quilómetros em áreas habitadas.
120 por ano
Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas mais
vastas.
18 por ano
Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios em zonas num raio de
centenas de quilómetros.
1 por ano
Excepcional 9,0 < Devasta zonas num raio de milhares de
quilómetros.
1 a cada 20
anos
A Escala Richter – Elaborada em 1935, por Charles Francis
Richter e Beno Gutemberg. Maior registro: 9,5 na escala Richter,
Chile (1960).
AGENTES DO RELEVO
a) Internos ou endógenos – Processos estruturais que atuam do ipedloucura
para o exterior: tectonismo, vulcanismo e abalos
b) Externos ou exógenos – Processos esculturais que atuam externamente,
modificando as paisagens, como o intemperismo, a ação das águas, do vento,
do mar, do gelo e dos seres vivos entre outros.
Os Agentes Modeladores ou Modificadores do Relevo
Intemperismo
processos físicos, químicos e biológicos que atuam
sobre as rochas provocando sua desintegração ou
decomposição.
•Manto de intemperismo = camada superficial da
crosta
Físico= desintegração das rochas
Químico= através da umidade =
Biológico=plantas ,seres vivos
RIOS
As geleiras
enxurrada
É a erosão provocado pelo
mar, devido à ação contínua
das ondas que atacam a base
e os paredões rochosos do
litoral. Esse fenômeno acaba
causando o desmoronamento
de blocos de rochas e o
conseqüente afastamento
desses paredões
Abrasão marinha
Nas regiões montanhosas, as águas de escorrência
convergem, muitas vezes, para depressões mais ou
menos profundas e alongadas, por onde a água se
escoa para os rios ou lagos próximos ou esculpindo
o relevo
fase juvenil, à primeira, àquela que se caracteriza pelo excesso de
energia, que transporta e erode em profundidade, típica das cabeceiras
dos rios. Quando o gradiente for tal, que a energia ,marcado por
quedas de águas e vales profundos
Fases de um Rio
O trabalho de erosão é igual o trabalho de acumulação
As quedas de água são suaves
maturidade
Senil
Apresenta foz tipo delta , curvas sinuosas , o
trabalho de erosão é menor que a acumulação
Rejuvenescimento Surgimento de declividade do perfil
longitudinal por meio de tectonismo,
sismos ou erosão

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1
Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1
Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1joaosantosterrivel
 
Vulcanologia
VulcanologiaVulcanologia
Vulcanologianuno_884
 
Estrutura geologica e relevo do brasil
Estrutura geologica e relevo do brasilEstrutura geologica e relevo do brasil
Estrutura geologica e relevo do brasilAtalibas Aragão
 
Estrutura geológica do brasil
Estrutura geológica do brasilEstrutura geológica do brasil
Estrutura geológica do brasilAlexandre Sampaio
 
Actividade vculcânica 7º ano
Actividade vculcânica 7º anoActividade vculcânica 7º ano
Actividade vculcânica 7º anoSofia Ribeiro
 
Características das erupções vulcânicas
Características das erupções vulcânicasCaracterísticas das erupções vulcânicas
Características das erupções vulcânicasMINEDU
 
Atividade vulcânica
Atividade vulcânicaAtividade vulcânica
Atividade vulcânicaCatir
 
vulcanismo
vulcanismovulcanismo
vulcanismoCristina
 
Vulcanologia
VulcanologiaVulcanologia
VulcanologiaPelo Siro
 

Mais procurados (20)

Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1
Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1
Dinâmica interna da terra, e o vulcanismo 1
 
Atividade vulcânica
Atividade vulcânicaAtividade vulcânica
Atividade vulcânica
 
Vulcanismo e plutonismo
Vulcanismo e plutonismoVulcanismo e plutonismo
Vulcanismo e plutonismo
 
Vulcanologia
VulcanologiaVulcanologia
Vulcanologia
 
10 vulcanologia
10 vulcanologia10 vulcanologia
10 vulcanologia
 
Tipos de erupção1
Tipos de erupção1Tipos de erupção1
Tipos de erupção1
 
Estrutura geologica e relevo do brasil
Estrutura geologica e relevo do brasilEstrutura geologica e relevo do brasil
Estrutura geologica e relevo do brasil
 
7 vulcanologia
7   vulcanologia7   vulcanologia
7 vulcanologia
 
Estrutura geológica do brasil
Estrutura geológica do brasilEstrutura geológica do brasil
Estrutura geológica do brasil
 
Actividade vculcânica 7º ano
Actividade vculcânica 7º anoActividade vculcânica 7º ano
Actividade vculcânica 7º ano
 
9 vulcanologia
9   vulcanologia9   vulcanologia
9 vulcanologia
 
Características das erupções vulcânicas
Características das erupções vulcânicasCaracterísticas das erupções vulcânicas
Características das erupções vulcânicas
 
Atividade vulcânica
Atividade vulcânicaAtividade vulcânica
Atividade vulcânica
 
vulcanismo
vulcanismovulcanismo
vulcanismo
 
Vulcoes(1)
Vulcoes(1)Vulcoes(1)
Vulcoes(1)
 
8 vulcanologia
8   vulcanologia8   vulcanologia
8 vulcanologia
 
Vulcanismo
VulcanismoVulcanismo
Vulcanismo
 
Vulcanologia
VulcanologiaVulcanologia
Vulcanologia
 
Vulcanismo 1
Vulcanismo 1 Vulcanismo 1
Vulcanismo 1
 
Vulcões
VulcõesVulcões
Vulcões
 

Destaque (20)

TERRA - Estrutura Geologica
TERRA - Estrutura GeologicaTERRA - Estrutura Geologica
TERRA - Estrutura Geologica
 
Udii 1 estrut dinam_terra
Udii 1 estrut dinam_terraUdii 1 estrut dinam_terra
Udii 1 estrut dinam_terra
 
Simulado Enem 2009 Tema Cartografia
Simulado Enem 2009 Tema CartografiaSimulado Enem 2009 Tema Cartografia
Simulado Enem 2009 Tema Cartografia
 
Estrutura Geologica
Estrutura GeologicaEstrutura Geologica
Estrutura Geologica
 
Estrutura Geológica
Estrutura GeológicaEstrutura Geológica
Estrutura Geológica
 
Ciências naturais 7 história da terra - o que dizem os fósseis - parte ii
Ciências naturais 7   história da terra - o que dizem os fósseis - parte iiCiências naturais 7   história da terra - o que dizem os fósseis - parte ii
Ciências naturais 7 história da terra - o que dizem os fósseis - parte ii
 
2º ano hoje
2º ano hoje2º ano hoje
2º ano hoje
 
Erro
ErroErro
Erro
 
Anos 50
Anos 50Anos 50
Anos 50
 
Atualidadeuniaoblog 1
Atualidadeuniaoblog 1Atualidadeuniaoblog 1
Atualidadeuniaoblog 1
 
Indústria.
Indústria.Indústria.
Indústria.
 
Trab. geo
Trab. geoTrab. geo
Trab. geo
 
Apresentação13
Apresentação13Apresentação13
Apresentação13
 
Ifes aula 5-formação-geológica_da_terra
Ifes aula 5-formação-geológica_da_terraIfes aula 5-formação-geológica_da_terra
Ifes aula 5-formação-geológica_da_terra
 
CN: Terra Em Transformação - Etapas Historia da Terra
CN: Terra Em Transformação - Etapas Historia da TerraCN: Terra Em Transformação - Etapas Historia da Terra
CN: Terra Em Transformação - Etapas Historia da Terra
 
Udii 1 estrut dinam_terra
Udii 1 estrut dinam_terraUdii 1 estrut dinam_terra
Udii 1 estrut dinam_terra
 
Anos 70 no brasil
Anos 70 no brasilAnos 70 no brasil
Anos 70 no brasil
 
Europa blod 1
Europa blod 1Europa blod 1
Europa blod 1
 
Geografiatalyta
GeografiatalytaGeografiatalyta
Geografiatalyta
 
Brasil nos anos 80f
Brasil nos anos 80fBrasil nos anos 80f
Brasil nos anos 80f
 

Semelhante a Geologia = apf

Relevo brasileiro agentes internos
Relevo brasileiro   agentes internosRelevo brasileiro   agentes internos
Relevo brasileiro agentes internosVirgilio Nt
 
Dinâmicas Internas do Planeta Terra
Dinâmicas Internas do Planeta TerraDinâmicas Internas do Planeta Terra
Dinâmicas Internas do Planeta Terraespacoaberto
 
Estrutura geológica 2010
Estrutura geológica 2010Estrutura geológica 2010
Estrutura geológica 2010landipaula
 
Trabalho Geologia geral [2]
Trabalho Geologia geral [2]Trabalho Geologia geral [2]
Trabalho Geologia geral [2]Marcelo Lois
 
Dinâmica da crosta terrestre
Dinâmica da crosta terrestreDinâmica da crosta terrestre
Dinâmica da crosta terrestrerdbtava
 
AULA 2 - RELEVO DO BRASIL
AULA 2 - RELEVO DO BRASILAULA 2 - RELEVO DO BRASIL
AULA 2 - RELEVO DO BRASILCADUCOCFRENTE2
 
Geologia E Geomorfologia
Geologia E GeomorfologiaGeologia E Geomorfologia
Geologia E Geomorfologiaguestd20fb9
 
AULA 3 - A Terra e suas características.ppt
AULA 3 - A Terra e suas características.pptAULA 3 - A Terra e suas características.ppt
AULA 3 - A Terra e suas características.pptandreiasaraujogr
 
Planeta terra 6º ano 2013
Planeta terra 6º ano 2013Planeta terra 6º ano 2013
Planeta terra 6º ano 2013Simoneprof
 
Litosfera e sua Dinâmicas
Litosfera e sua DinâmicasLitosfera e sua Dinâmicas
Litosfera e sua DinâmicasIsabelegeografia
 

Semelhante a Geologia = apf (20)

Estrutura geológica
Estrutura geológicaEstrutura geológica
Estrutura geológica
 
Estrutura geológica
Estrutura geológicaEstrutura geológica
Estrutura geológica
 
Relevo brasileiro agentes internos
Relevo brasileiro   agentes internosRelevo brasileiro   agentes internos
Relevo brasileiro agentes internos
 
Dinâmicas Internas do Planeta Terra
Dinâmicas Internas do Planeta TerraDinâmicas Internas do Planeta Terra
Dinâmicas Internas do Planeta Terra
 
Litosfera
LitosferaLitosfera
Litosfera
 
Estrutura geológica 2010
Estrutura geológica 2010Estrutura geológica 2010
Estrutura geológica 2010
 
Trabalho Geologia geral [2]
Trabalho Geologia geral [2]Trabalho Geologia geral [2]
Trabalho Geologia geral [2]
 
Dinâmica da crosta terrestre
Dinâmica da crosta terrestreDinâmica da crosta terrestre
Dinâmica da crosta terrestre
 
Dinâmica da crosta terrestre
Dinâmica da crosta terrestreDinâmica da crosta terrestre
Dinâmica da crosta terrestre
 
AULA 2 - RELEVO DO BRASIL
AULA 2 - RELEVO DO BRASILAULA 2 - RELEVO DO BRASIL
AULA 2 - RELEVO DO BRASIL
 
Geologia
GeologiaGeologia
Geologia
 
Litosfera 110419124325-phpapp02
Litosfera 110419124325-phpapp02Litosfera 110419124325-phpapp02
Litosfera 110419124325-phpapp02
 
Geologia E Geomorfologia
Geologia E GeomorfologiaGeologia E Geomorfologia
Geologia E Geomorfologia
 
Estruturas geologicas
Estruturas geologicasEstruturas geologicas
Estruturas geologicas
 
Aula Geografia
Aula Geografia Aula Geografia
Aula Geografia
 
AULA 3 - A Terra e suas características.ppt
AULA 3 - A Terra e suas características.pptAULA 3 - A Terra e suas características.ppt
AULA 3 - A Terra e suas características.ppt
 
Planeta terra 6º ano 2013
Planeta terra 6º ano 2013Planeta terra 6º ano 2013
Planeta terra 6º ano 2013
 
Litosfera e sua Dinâmicas
Litosfera e sua DinâmicasLitosfera e sua Dinâmicas
Litosfera e sua Dinâmicas
 
Geologia2013
Geologia2013Geologia2013
Geologia2013
 
Geologia
GeologiaGeologia
Geologia
 

Mais de Maria Cledionora Tavares Tavares (19)

Cledionora brasil
Cledionora brasilCledionora brasil
Cledionora brasil
 
Esse 2ª ano
Esse 2ª anoEsse 2ª ano
Esse 2ª ano
 
Indústria
IndústriaIndústria
Indústria
 
Anos 60
Anos 60Anos 60
Anos 60
 
Anos 90
Anos 90Anos 90
Anos 90
 
Anos 80
Anos 80Anos 80
Anos 80
 
9º ano
9º ano9º ano
9º ano
 
1ª série e.m benec11
1ª série e.m benec111ª série e.m benec11
1ª série e.m benec11
 
Nive 4 2013
Nive 4 2013Nive 4 2013
Nive 4 2013
 
Nivel 2
Nivel 2Nivel 2
Nivel 2
 
Gabarito prova nivel_2_da_xvi_oba_de_2013
Gabarito prova nivel_2_da_xvi_oba_de_2013Gabarito prova nivel_2_da_xvi_oba_de_2013
Gabarito prova nivel_2_da_xvi_oba_de_2013
 
Gabarito prova nivel_4_da_xvi_oba_de_2013
Gabarito prova nivel_4_da_xvi_oba_de_2013Gabarito prova nivel_4_da_xvi_oba_de_2013
Gabarito prova nivel_4_da_xvi_oba_de_2013
 
Gabarito prova nivel_3_da_xvi_oba _de_2013
Gabarito prova nivel_3_da_xvi_oba _de_2013Gabarito prova nivel_3_da_xvi_oba _de_2013
Gabarito prova nivel_3_da_xvi_oba _de_2013
 
Geografia Brasil relevo vvv
Geografia Brasil relevo vvvGeografia Brasil relevo vvv
Geografia Brasil relevo vvv
 
Aspectos fisicos do brasil
Aspectos fisicos do brasilAspectos fisicos do brasil
Aspectos fisicos do brasil
 
2º ano dominios morfoclimáticos
2º ano dominios morfoclimáticos2º ano dominios morfoclimáticos
2º ano dominios morfoclimáticos
 
A formacao-do-territorio-brasileiro (1)
A formacao-do-territorio-brasileiro (1)A formacao-do-territorio-brasileiro (1)
A formacao-do-territorio-brasileiro (1)
 
Geoem 1º ano
Geoem 1º anoGeoem 1º ano
Geoem 1º ano
 
Coordenadas geo1
Coordenadas geo1Coordenadas geo1
Coordenadas geo1
 

Último

ATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docx2m Assessoria
 
Entrevistas, artigos, livros & citações de Paulo Pagliusi
Entrevistas, artigos, livros & citações de Paulo PagliusiEntrevistas, artigos, livros & citações de Paulo Pagliusi
Entrevistas, artigos, livros & citações de Paulo PagliusiPaulo Pagliusi, PhD, CISM
 
Palestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo Pagliusi
Palestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo PagliusiPalestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo Pagliusi
Palestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo PagliusiPaulo Pagliusi, PhD, CISM
 
ATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docx2m Assessoria
 
COI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINAS
COI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINASCOI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINAS
COI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINASMarcio Venturelli
 
ATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docx2m Assessoria
 
Aula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdf
Aula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdfAula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdf
Aula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdfInocencioHoracio3
 
EAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIA
EAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIAEAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIA
EAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIAMarcio Venturelli
 

Último (8)

ATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 52_2024.docx
 
Entrevistas, artigos, livros & citações de Paulo Pagliusi
Entrevistas, artigos, livros & citações de Paulo PagliusiEntrevistas, artigos, livros & citações de Paulo Pagliusi
Entrevistas, artigos, livros & citações de Paulo Pagliusi
 
Palestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo Pagliusi
Palestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo PagliusiPalestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo Pagliusi
Palestras sobre Cibersegurança em Eventos - Paulo Pagliusi
 
ATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - GESTÃO DE PESSOAS E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES - 52_2024.docx
 
COI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINAS
COI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINASCOI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINAS
COI CENTRO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS NAS USINAS
 
ATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - CUSTOS DE PRODUÇÃO - 52_2024.docx
 
Aula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdf
Aula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdfAula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdf
Aula 01 - Introducao a Processamento de Frutos e Hortalicas.pdf
 
EAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIA
EAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIAEAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIA
EAD Curso - CIÊNCIA DE DADOS NA INDÚSTTRIA
 

Geologia = apf

  • 3.
  • 4. Formação da TerraFormação da Terra Origem Quente Origem Fria Idade: 4,5 bilhões de anos
  • 5.
  • 6. ESCALA GEOLÓGICA DE TEMPO (Conversão para 24 horas) ERA INÍCIO DURAÇÃO (horas) EM ANOS 24 HORAS Cenozóica QuaternáriPERÍODO o 1.800.000 23h 59min 25s 00h 00min 35s Terciário 65.000.000 23h 39min 12s 00h 20min 13s Mesozóica Cretáceo 146.000.000 23h 13min 17s 00h 25min 55s Jurássico 208.000.000 22h 53min 26s 00h 19min 50s Triássico 245.000.000 22h 41min 36s 00h 11min 50s PALEOZÓICA Permiano 286.000.000 22h 28min 29s 00h 13min 07s Carbonífero 360.000.000 22h 04min 48s 00h 23min 41s Devoniano 410.000.000 21h 48min 48s 00h 16min 00s Siluriano 440.000.000 21h 39min 12s 00h 09min 36s Ordoviciano 505.000.000 21h 18min 24s 00h 20min 48s Cambriano 544.000.000 21h 05min 55s 00h 12min 29s PROTEROZÓICA 2.500.000.000 10h 40min 00s 10h 25min 55s ARQUEANA 3.800.000.000 03h 44min 00s 06h 56min 00s HADEANA 4.500.000.000 00h 00min 00s 03h 44min 00s
  • 7.
  • 8. Teoria da Deriva Continental Alfred Wegener (1915)
  • 9. A figura representa o ajuste, atual, da linha de costa do continente da América do Sul com o continente de África.
  • 10.
  • 11.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17. Movimentos principais Cisalhamento: placas tectônicas que se resvalam horizontalmente causando terremotos.
  • 18. Astenosfera Geosfera situada entre 60-100 a 250-400 km da superfície da Terra. Faz parte do manto superior, tem características geológicas plásticas distintas da litosfera acima que é rígida e rúptil e dela está separada pela zona de baixa velocidade sísmica onde se verifica um salto no gradiente térmico (>1.000o C). Deve-se à expansão de um fluido por ação do aumento da temperatura, que faz diminuir a densidade produzindo um movimento ascendente até que a temperatura diminua, aumente a densidade e o fluido volte a descer.
  • 19. Movimento por convecção Movimento por convecção transporte de massa transporte de massa
  • 20. Dorsal oceânica (também chamada dorsal submarina ou dorsal meso- oceânica ou crista média oceânica) é o nome dado a grandes cadeias de montanhas submersas no oceano, que se originam do afastamento das placas tectônicas Dorsal oceânica
  • 22. Divergência: Placas que se afastam uma da outra causando terremotos e vulcanismo Movimentos principais
  • 23. Convergência Convergência ou subducção: placas que se encontram, e a menor entra por baixo da maior, indo em direção ao manto terrestre. Causa terremotos, vulcanismo e formação dos Dobramentos Modernos
  • 24.
  • 25. Oceânico/Continental Ex.: Placa sul-americana e placa de Nazca (Cordilheira dos Andes)
  • 26. Ex.: Placa Indiana e placa Euro-asiática (Cordilheira do Himalaia e Planalto do Tibet) Continental/Continental
  • 28. Gênese dos vulcões Os movimentos e a dinâmica do magma, tal como a maior parte do interior da terra erupção é precedida de movimentos de magma do interior da Terra até à camada externa sólida (crosta terrestre) ocupando uma câmara magmática debaixo de um vulcão. Secção transversal através de um estrtovulcão (escala vertical é exagerada): 1. Câmara magmática 2. Rocha 3. Chaminé 4. Base 5. Depósito de lava 6. Fissura 7. Camadas de cinzas emitidas pelo vulcão 8. Cone 9. Camadas de lava emitidas pelo vulcão 10. Garganta 11. Cone parasita 12. Fluxo de lava 13. Ventilação 14. Cratera 15. Nuvem de cinza
  • 29. Ex.: Japão e Ilhas Aleutas. Oceânico/Oceânico
  • 30. Sismos A conseqüência do choque entre placas tectônicas são chamadas Sismos de: abalos sísmicos ou terremotos
  • 32. Expulsão de magna, rocha e gás do interior da Terra. VULCANISMO
  • 33.
  • 34. Estrutura Interna da TerraEstrutura Interna da Terra Núcleo Interno Núcleo Externo Manto Crosta
  • 35. Camadas da Terra:Camadas da Terra:  Crosta – 40 km rochas – (sólida)Crosta – 40 km rochas – (sólida)  Manto – 3000 km magma (pastosa) - 3000Manto – 3000 km magma (pastosa) - 30000 C0 C  Núcleo – 3000 km ferro e níquel (sólida) – 6000 CNúcleo – 3000 km ferro e níquel (sólida) – 6000 C
  • 37. Eras GeológicasEras Geológicas ArqueozóicaArqueozóica  Formação dos escudos cristalinosFormação dos escudos cristalinos  ProterozóicaProterozóica  Extrusões de Magma originando grandes depósitos deExtrusões de Magma originando grandes depósitos de minerais metálicos (Ferro, manganês etc.)minerais metálicos (Ferro, manganês etc.)  PaleozóicaPaleozóica  Grande atividade transformadora da superfície, com oGrande atividade transformadora da superfície, com o surgimento dos Alpes Escandinavos, Montes Apalaches etc.surgimento dos Alpes Escandinavos, Montes Apalaches etc.  Soterramento de florestas – originando jazidas de carvãoSoterramento de florestas – originando jazidas de carvão mineralmineral  MesozóicaMesozóica  Grandes derramamentos de lavaGrandes derramamentos de lava  Sedimentação dos fundos marinhos – originando grande parteSedimentação dos fundos marinhos – originando grande parte das jazidas de petróleodas jazidas de petróleo  CenozóicaCenozóica  Terciário: Formação dos dobramentos modernos: Andes,Terciário: Formação dos dobramentos modernos: Andes, Alpes, HimalaiaAlpes, Himalaia  Quaternário: Grandes GlaciaçõesQuaternário: Grandes Glaciações • Contornos dos continentes atuaisContornos dos continentes atuais
  • 38. Minerais: são substâncias sólidas não orgânicas, encontradas na crosta terrestre. Existem mais de 2000 minerais conhecidos; Rochas: conjunto de substâncias minerais, que estão na litosfera;
  • 39. ROCHASROCHAS Agregados de minerais Magmáticas – formadas a partir de magma Podem ser: Intrusivas ou plutônicas – formadas dentro da crosta – Granitos
  • 40. Extrusivas ou vulcânicas –Extrusivas ou vulcânicas – formadas por magma naformadas por magma na superfície do planeta - Basaltosuperfície do planeta - Basalto
  • 41. Metamórficas –Metamórficas – formadas pela transformação deformadas pela transformação de rochas pré-existentes por altas temperaturas erochas pré-existentes por altas temperaturas e pressão – corneana mosqueada, gnaissespressão – corneana mosqueada, gnaisses
  • 42. Rochas Sedimentares –Rochas Sedimentares – formadas a partir doformadas a partir do desgaste de uma rocha pré-existente – Arenito,desgaste de uma rocha pré-existente – Arenito, FolhelhoFolhelho
  • 43. Montanha formada de rocha magmática intrusivaMontanha formada de rocha magmática intrusiva (raridade)(raridade) Pico da Agulhas Negras – Rio de Janeiro – Brasil –Pico da Agulhas Negras – Rio de Janeiro – Brasil – 2791 metros2791 metros
  • 44. Montanha formada a partir de rocha magmáticaMontanha formada a partir de rocha magmática extrusiva.extrusiva. Pedra do Baú – Sao Bento do SapucaíPedra do Baú – Sao Bento do Sapucaí
  • 45. Montanhas Formadas de Rochas SedimentaresMontanhas Formadas de Rochas Sedimentares Morro do Camelo – Rio Claro – São Paulo - BrasilMorro do Camelo – Rio Claro – São Paulo - Brasil
  • 46. Formação rochosa mista (Sedimentar e Magmática)Formação rochosa mista (Sedimentar e Magmática) Cachoeira do Caracol – Canela - RSCachoeira do Caracol – Canela - RS
  • 47.
  • 48.  Dobramentos antigosDobramentos antigos: Três antigas: Três antigas cadeias montanhosas, desgastadas porcadeias montanhosas, desgastadas por erosão (Pré-cambriano 4,5 – 2 bilhõeserosão (Pré-cambriano 4,5 – 2 bilhões de anos)de anos) - Cinturão do AtlânticoCinturão do Atlântico - Cinturão de BrasíliaCinturão de Brasília - Cinturão do Paraguai-AraguaiaCinturão do Paraguai-Araguaia
  • 49.
  • 50.
  • 52. Terremoto na Ásia - Dez./2004
  • 53. Terremoto na Ásia - Dez./2004 – Número de Vítimas Países onde as mortes ocorreram Mortes Feridos Desaparecidos Desabrigados Confirmado Estimado1 Indonésia 126.915 +126.915 ~100.000 37063 400.000 - 700.000 Sri Lanka 30957 38195 15686 56372 ~573.000 Índia 10749 16413 — 5640 380.000 Tailândia 53953 11000 8457 2932 — Somália 298 298 — — 5000 Myanmar (Burma) 61 290– 600] 45 200 3200 confirmados Malásia 68– 74 74 299 — — Maldivas 82 108 — 26 12000– 22000 Seychelles 1– 3 3 — — — Tanzânia 10 +10 — — — Bangladesh 2 2 — — — África do Sul 24 2 — — — Quênia 1 2 2 — — Iêmen 1 1 — — — Madagascar — — — — +1000
  • 54.
  • 55.
  • 56. Descrição Magnitude Efeitos Frequência Micro < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente[1]. ~ 8000 por dia Muito pequeno 2,0-2,9 Geralmente não se sente mas é detectado/registado. ~1000 por dia Pequeno 3,0-3,9 Frequentemente sentido mas raramente causa danos. ~49000 por ano Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objectos no interior de habitações, ruídos de choque entre objectos. Danos importantes pouco comuns. ~ 6200 por ano Moderado 5,0-5,9 Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Provoca danos ligeiros nos edifícios bem construídos. 800 por ano Forte 6,0-6,9 Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilómetros em áreas habitadas. 120 por ano Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas mais vastas. 18 por ano Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilómetros. 1 por ano Excepcional 9,0 < Devasta zonas num raio de milhares de quilómetros. 1 a cada 20 anos A Escala Richter – Elaborada em 1935, por Charles Francis Richter e Beno Gutemberg. Maior registro: 9,5 na escala Richter, Chile (1960).
  • 57. AGENTES DO RELEVO a) Internos ou endógenos – Processos estruturais que atuam do ipedloucura para o exterior: tectonismo, vulcanismo e abalos b) Externos ou exógenos – Processos esculturais que atuam externamente, modificando as paisagens, como o intemperismo, a ação das águas, do vento, do mar, do gelo e dos seres vivos entre outros.
  • 58. Os Agentes Modeladores ou Modificadores do Relevo Intemperismo processos físicos, químicos e biológicos que atuam sobre as rochas provocando sua desintegração ou decomposição. •Manto de intemperismo = camada superficial da crosta Físico= desintegração das rochas Químico= através da umidade = Biológico=plantas ,seres vivos
  • 60. É a erosão provocado pelo mar, devido à ação contínua das ondas que atacam a base e os paredões rochosos do litoral. Esse fenômeno acaba causando o desmoronamento de blocos de rochas e o conseqüente afastamento desses paredões Abrasão marinha
  • 61. Nas regiões montanhosas, as águas de escorrência convergem, muitas vezes, para depressões mais ou menos profundas e alongadas, por onde a água se escoa para os rios ou lagos próximos ou esculpindo o relevo
  • 62. fase juvenil, à primeira, àquela que se caracteriza pelo excesso de energia, que transporta e erode em profundidade, típica das cabeceiras dos rios. Quando o gradiente for tal, que a energia ,marcado por quedas de águas e vales profundos Fases de um Rio
  • 63. O trabalho de erosão é igual o trabalho de acumulação As quedas de água são suaves maturidade
  • 64. Senil Apresenta foz tipo delta , curvas sinuosas , o trabalho de erosão é menor que a acumulação
  • 65. Rejuvenescimento Surgimento de declividade do perfil longitudinal por meio de tectonismo, sismos ou erosão