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A Teoria do Big Bang 
• A Teoria do Big Bang (ou “grande 
explosão”) é uma formulação sobre a 
origem do Universo . 
• Pressupõe a ocorrência de uma grande 
explosão há cerca de 14 bilhões de 
anos. 
• A partir da grande explosão ocorre a 
expansão do Universo e o agrupamento 
dos corpos celestes em galáxias. 
O afastamento entre as galáxias é uma 
das principais evidências que ajudam a 
sustentar a teoria do Big Bang. 
Ilustração representando o Big Bang
O Sistema Solar 
SISTEMA SOLAR: composto por oito planetas que orbitam em torno do Sol. A força que 
mantém esse movimento é a atração gravitacional exercida pelo Sol.
Vênus 
(108 200 000 km*) 
Mercúrio 
(57 900 000 km) 
(227 900 000 km) 
cinturão de 
asteroides 
Terra 
Marte 
(149 600 000 km) 
Júpiter 
(778 300 000 km) 
Saturno 
(1 427 000 000 km) 
Urano 
(2 869 600 000 km) 
Netuno 
(4 496 600 000 km) 
Ilustração adaptada de: A TERRA. São Paulo: Ática, 2003. (Série Atlas Visuais) 
LUIS MOURA / ARQUIVO DA EDITORA 
* Distância do planeta em relação ao Sol.
E o que são os astros? 
Estrelas 
são astros luminosos – que 
possuem luz própria 
Planetas 
no seu interior ocorrem 
frequentes explosões que 
liberam calor e energia 
são astros sem luz própria que 
giram (gravitam) ao redor de 
uma estrela 
REISTLIN MAGERE / SHUTTERSTOCK / GLOW IMAGES
Planetoides ou 
asteroides 
minúsculos planetas que giram 
ao redor do Sol 
seriam o resultado da explosão de um 
planeta que existiu entre Marte e Júpiter 
consequência de choques 
entre astros maiores 
“restos” do período de formação 
do Sistema Solar 
Satélites naturais 
astros que giram ao 
redor de planetas 
a Lua é o único satélite 
natural da Terra 
são 
hipóteses 
de origem 
são
Cometas 
astros de pequena dimensão e 
também giram ao redor do Sol 
são 
Cabeleira ou coma: espécie de 
nuvem de gases que envolve o 
núcleo 
NASA / NATIONAL SPACE SCIENCE DATA CENTER 
Cauda: rastro deixado 
pelo cometa 
Núcleo: parte 
central e sólida
Meteoros ou 
meteoroides 
fragmentos sólidos vindo do espaço em direção a algum 
planeta, planetoide ou satélite 
atraídos pela gravidade 
são 
“estrela cadente” 
• Quando entram na atmosfera 
terrestre, sofrem um intenso atrito com 
o ar, gerando calor e luminosidade. 
Com isso se despedaçam e caem 
sobre a superfície terrestre, 
geralmente, com tamanho reduzido. 
quando se encontram na superfície da 
Terra, esses astros recebem o nome 
de meteoritos 
JORGE GUERRERO / AGÊNCIA FRANCE-PRESSE
Universo 
Galáxia 
Sistema 
Solar 
Terra 
Satélites
calor e luz 
fornece energia 
essencial para a 
existência da vida 
astro mais próximo da Terra 
não possui atmosfera (ar) nem 
água na forma líquida 
a luminosidade da Lua é reflexo 
da luz do Sol 
a luz solar refletida pela 
Lua varia de intensidade 
conforme a posição em que ela 
se encontra em relação à Terra e 
ao Sol 
ventos, evaporação das águas, 
variação de temperatura do 
ar, entre outros fenômenos 
que ocorrem na Terra 
por isso 
O Sol e a Lua
Observe o esquema abaixo sobre as fases da Lua: 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
8 
1 
Nova 
Crescente 
Cheia 
Minguante 
Nova 
1 
2 
3 
4 
5 
6 
7 
8 
Raios solares 
A Lua como é vista da Terra em suas fases 
Polo 
sul 
LUIS MOURA / ARQUIVO DA EDITORA
A Idade da Terra 
• A Terra surgiu há cerca de 4,6 
bilhões de anos. 
• A idade da Terra pode ser dividida 
em grandes blocos de tempo 
chamados Eras geológicas. 
• As eras geológicas podem ser 
divididas em: Pré-cambriana, 
Paleozoica, Mesozoica e 
Cenozoica. 
Diagrama ilustrativo da evolução geológica e biológica 
ao longo do tempo.
Eras 
Geológicas
As camadas da Terra 
• A distância entre a crosta terrestre e o núcleo 
interno é de aproximadamente 6 400 quilômetros. 
• A Terra divide-se em três grandes camadas: 
crosta, manto e núcleo. 
Crosta: camada mais externa e menos extensa 
do planeta, aqui é onde vivemos. 
Manto: camada intermediária entre a crosta e o 
núcleo, é dividido em duas partes: inferior e 
superior. É formado principalmente por magma. 
Núcleo: centro da Terra, atinge temperaturas 
muito elevadas, chegando a 5 000 °C. Composto 
principalmente por níquel e ferro, divide-se em 
interno e externo.
Divisão da estrutura da Terra 
Manto 
Manto superior 
Manto inferior 
Crosta terrestre 
Crosta continental 
Crosta oceânica 
Litosfera 
Núcleo externo 
Núcleo interno 
Núcleo 
LUIS MOURA / ARQUIVO DA EDITORA
Influência da Lua na Terra
Os ambientes da Terra 
A superfície da Terra 
é o espaço que ocupamos 
no Universo 
condições adequadas ao 
desenvolvimento da vida 
no planeta 
= 
espaço que a humanidade ocupa e 
modifica continuamente, 
produzindo-o a partir da 
transformação da natureza 
Superfície terrestre 
Espaço geográfico
Ambientes ou sistemas terrestres 
Hidrosfera: ambiente 
aquático, mares, rios, 
lagos e aquíferos. 
Atmosfera: ambiente 
composto pelos gases 
que envolvem o 
planeta. 
Biosfera: conjunto de 
seres vivos, animais e 
vegetais. 
Litosfera: 
ambiente das rochas.
Teoria sobre a formação dos 
continentes 
Transformação da crosta terrestre desde a Pangeia até os dias atuais. 
• A Teoria da Deriva Continental foi desenvolvida por Alfred Wegener no início do 
século XX. 
• Postulava que, há cerca de 300 milhões de anos, os continentes estavam agrupados 
em um supercontinente chamado Pangeia. 
• Inicialmente a Pangeia separou-se em dois continentes: Laurásia e Gondwana. 
• O movimento contínuo levou à atual configuração dos continentes.
EVIDÊNCIAS DA TEORIA DE WEGENER: 
• Encaixe das costas da África e da América do Sul. 
• Fauna e flora da costa oeste da África e leste da América do Sul muito semelhantes.
Placas tectônicas e a constante 
transformação do planeta 
Anos 50: cientistas 
estadunidenses descobriram 
que o fundo dos oceanos 
estava em movimento. 
Anos 60: imagens de satélites 
da NASA comprovaram que os 
continentes estão em 
movimento. 
PLACAS TECTÔNICAS: blocos gigantescos de rochas com muitos quilômetros de altura 
que formam a crosta terrestre e deslizam sobre o magma.
Correntes magmáticas 
Magma 
quente 
sobe 
Magma frio 
desce
Terremoto 
Por que existem tremores na terra e no fundo do mar? 
• A movimentação das placas tectônicas gera abalos sísmicos. 
• As áreas de encontro entre as placas tectônicas estão mais sujeitas a esses 
movimentos. 
• Terremotos causam grandes problemas, especialmente em áreas urbanas, como 
desabamentos, ferimentos e mortes, além de danos sociais e financeiros.
Maremotos 
• Tremores de terra que ocorrem no fundo dos oceanos em função dos movimentos das 
placas tectônicas. 
• Dependendo da intensidade da movimentação, as ondas formadas podem transformar-se 
em tsunamis. 
• Tsunami: onda gigantesca que provoca catástrofes nas cidades da costa litorânea. 
Tsunami atinge área urbana. Onda gigante chegando à cidade.
Exemplo de uma área atingida 
por um tsunami. 
Vista aérea de Banda Aceh, na Indonésia, totalmente destruída pelo tsunami de 2004.
O vulcanismo 
A partir das rachaduras existentes nas placas tectônicas e devido à alta pressão no manto 
terrestre, o magma pode atravessar essas rachaduras e acumular-se na câmara 
magmática, dando origem a um vulcão. 
Vulcão em erupção 
Vulcão Tungurahua no Equador exalando fumaça e gases.
Distribuição geográfica das zonas sísmicas e vulcânicas 
Adaptado de: ATLAS 2000: La France et le monde. Paris: Nathan, 1998.
Distribuição geográfica dos terremotos 
Adaptado de: ATLAS 2000: La France et le monde. Paris: Nathan, 1998.
A formação das montanhas 
• Os dobramentos resultam do choque entre duas placas tectônicas (movimento 
convergente). 
• A ação horizontal do choque provoca a elevação vertical das rochas. 
Cordilheira dos Andes, Chile. Esquema representativo da formação da Cordilheira dos Andes.
• Quando ocorre o afastamento das placas tectônicas (movimento divergente), surgem 
fendas por onde o magma passa em altas temperaturas. 
• O magma resfriado dá origem a novas cadeias montanhosas, chamadas dorsais. 
• Dorsal Mesoatlântica — cadeia montanhosa em processo de formação no interior do 
oceano Atlântico. 
Dorsal Mesoatlântica Esquema que representa a formação da Dorsal Mesoatlântica.
Vento, água e ação humana: agentes 
externos que modelam o relevo 
• O relevo terrestre está em constante processo de formação e transformação. 
• Os agentes formadores estão ligados aos movimentos das placas tectônicas 
(internos). 
• Os agentes modeladores do relevo estão ligados ao vento, à chuva e à ação humana 
(externos). 
Lava quente derretida, magma na superfície 
terrestre. 
Formação rochosa erodida pela ação do vento, 
da chuva e pelas alterações de temperatura.
A ação do vento 
• Agente modelador do relevo, atua mais intensamente em espaços amplos e abertos, 
como desertos e praias. 
• As dunas são formadas a partir da ação do vento, transportando os grãos de areia de 
um local a outro. 
Dunas no Deserto do Saara Vento transportando grãos de areia em duna no Parque 
Nacional Altyn-Emel, Cazaquistão.
• A ação erosiva do vento recebe o nome de ação eólica. 
• O vento pode produzir, transportar e depositar sedimentos (resquícios de rochas ou 
de partículas da decomposição de seres vivos). 
• A ação do vento produz formatos interessantes nas superfícies afetadas. 
Parque Estadual das 
Rochas, Novo México, EUA. 
Parque Nacional dos Arcos, Utah, EUA.
A ação das águas 
A água é outro importante agente de transformação do relevo, provocando diferentes 
formas de erosão: 
Erosão de formação rochosa pela chuva e pelo 
vento em Lalu, Tailândia. 
Vale formado em milhares de anos a partir da 
erosão do Rio dos Peixes, Namíbia. 
Pela chuva (erosão pluvial) – 
ocorre com maior frequência em 
regiões de clima equatorial e 
tropical. 
Pelos rios (erosão fluvial) – 
acontece pela força exercida pela 
água nas margens e leitos dos rios.
Pelo mar (erosão marinha) – acontece 
quando as águas do mar batem nas 
rochas da costa. Ao transportar os 
sedimentos em direção à praia, o mar 
auxilia no processo de construção do 
relevo. 
Pelas geleiras (erosão 
glacial) – ocorre em regiões 
de baixas temperaturas, por 
meio do gelo e degelo. 
Ponte natural esculpida pelo mar. Geleira de Mingyong, China.
A ação dos seres humanos 
• O homem transforma o relevo pela construção de diferentes elementos: pontes, 
prédios, represas e outros. 
• Quando destrói morros, desempenha atividades agropecuárias, extrativistas, 
industriais, entre outras. 
• Geralmente orientadas por motivos econômicos, tais ações provocam sérios impactos 
ambientais, causando danos irreversíveis à natureza. 
Represa Hoover, rio Colorado, EUA. Mineração a céu aberto em Garzweiler, Alemanha.