Redes I - 2.1 - Camada Física e Tecnologias de Transmissão
O documento discute a camada física e as tecnologias de transmissão. Aborda os meios de transmissão, fatores de projeto, sinais analógicos e digitais, e processos de digitalização de sinais como PCM.
Interferência: vários sinaiscompetindo numa mesma faixa de frequências podem se sobrepor distorcendo oe mesmo eliminando o sinal resultante
13.
Número de receptores:cada unidade ligada numa rede insere atenuações e distorções para que possa receber o sinal com a informação, limitando a distância e taxa de dados (bps) possível
Sinais Analógicos eDigitais Sinais analógicos – representado continuamente como função de uma variável independente Sinais periódicos - variam de forma periódica segundo g(t)=g(t+T) Sinais discretos – representados somente em tempos determinados (discretos) Sinais digitais - são sinais discretos no tempo e amplitude
28.
Sinais Analógicos Aintensidade varia sem nenhuma interrupção, não havendo descontinuidade do sinal ao longo do tempo.
Representação de Sinaisna Frequência Chama-se largura de banda de um sinal a faixa de frequências onde o sinal pode ser transmitido sem perda significativa de sua energia
40.
Representação de umSinal Periódico na Freqüência Tela de um osciloscópio mostrando uma onda senoidal
41.
Representação de umSinal Periódico na Freqüência Tela de um osciloscópio mostrando uma onda quadrada e seu correspondente espectro
42.
Largura de BandaLargura do espectro de frequência que podem ser transmitidas num canal de comunicação
43.
Quanto maior alargura de banda – mais bits enviados por segundo (dependendo de outros fatores como a codificação e modulação usadas) e com custos maiores
44.
Largura de bandasmuito limitadas geram distorções e menor taxa de bits
45.
Máxima Taxa deDados de um Canal Canal sem ruído = 2H log 2 V (bits/seg) H = largura de banda (Hz)
46.
V = númerode níveis discretos Canal com ruído = H log 2 (1 + S/N) (bits/seg) S/N – relação sinal ruído (dB)
47.
Largura de BandaÉ a diferença entre a maior freqüência e a menor freqüência de um sinal Pode-se utilizar como critério de determinação da largura de banda a faixa em que a maior parte do sinal está contido (largura de banda efetiva)
48.
Sinal de VozHumana O sinal de voz humana está basicamente limitado entre 300 Hz e 3400 kHz
Por Que EstudarSinais Analógicos e Telecomunicações em Redes de Comunicação de Dados? Muitos dos tipos de informação tem origem em forma analógico por natureza (voz, vídeo, etc)
51.
Deve-se entender bemsinais analógicos e suas características para se poder converter para formato digital
Problemas que podemocorrer com Sinais Atenuação Perda da força do sinal através da distância Distorção Efeitos de atenuação e atraso diferenciados em diferentes faixas de frequências Ruído Distorções diversas causadas por sinais espúrios não usados na transmissão
Alta fidelidade -fácil distinção do sinal na presença de ruído Independência do tempo - a informação digital pode ser transmitida numa temporização diferente da gerada na origem
65.
Independência da fonteda informação - toda a informação digital pode seguir no mesmo canal independente do que represente Vantagens no Uso de Sinais Digitais
66.
O sinal digitalpode facilmente ser regenerado em comutadores intermediários no sistema de transmissão
67.
A informação digitalpode ter vários significados dependendo da codificação em uso para ela (texto, imagens, voz, vídeo, dados, correio, etc)
68.
Facilidade no projetoe criação dos circuitos e processadores usados no processamento digital
69.
Porém exige maiorbanda de transmissão Vantagens no Uso de Sinais Digitais
70.
Erros no SinalDigital – Pode Acontecer! 0 1 0 0 1 0 Sinal Original Atenuação Banda Limitada Ruído Sinal Recebido 0 1 0 1 1 0 Ruído Impulsivo Erro
71.
Os diferentes efeitosdo meio de transmissão podem deformar até o sinal digital original podendo também gerar erros Atenuação e Distorção num Sinal Digital
CODEC – Codificador/ Decodificador Trabalham efetuando a conversão analógica-digital e vice-versa Codificam qualquer tipo de sinal analógico (música, vídeo, etc) gerando seu correspondente em formato digital
74.
O Processo deDigitalização de um Sinal Analógico Amostragem do sinal analógico na frequência de Nyquist (teorema da amostragem)
75.
Quantização das amostras- para cada amostra se “arredonda” seu valor em amplitude para um dos possíveis valores definidos
Codificação PCM -Codificação No exemplo, a amplitude da amostra é codificada em 4 bits
88.
Codificação PCM deVoz Amostras geradas a cada 125 us (ou 8000 vezes por segundo) Cada uma resulta em bits a serem encadeados no fluxo (neste exemplo são usados 8 bits para cada amostra)
89.
Codificação de VozPara Transmissão Digital - PCM A codificação PCM comum gera amostras de 16 bits e é chamada de PCM linear, por que utiliza uma proporcionalidade linear na definição da amplitude das amostras (por exemplo: CDs de música, arquivos .WAV) A norma ITU-T G.711 utiliza compressão logarítmica dando maior precisão nas menores amplitudes (o ouvido humano é mais sensível aos sinais mais baixos)
µ -law - 14 bits para 8 bits - usado nos EUA e Japão
92.
Codificação Digital deSinais de Áudio MPEG – é um padrão ITU-T de compressão de áudio e vídeo
93.
No caso doáudio ele explora propriedades psicoacústicas dos sinais de áudio e a forma como ele é compreendido pela percepção humana
94.
A percepção dosom é função da frequência e força do sinal. Naturalmente mascaramos a percepção de determinadas bandas de frequência presentes no sinal de áudio
95.
Ao suprimir ainformação referente a estas bandas, se reduz a informação necessária para a correta reprodução do som
Cada um commaior qualidade de som e tempo de codificação MP3 = MPEG Layer III
98.
Sinais de VídeoSinais de vídeo naturalmente necessitam de grande largura de banda para sua transmissão
99.
O olho humanopercebe as cores como composições de 3 cores básicas: vermelho (435 nm), verde (546 nm) e azul (700 nm)
100.
Células “cones” sãoespecializadas na percepção de cores (em sinais mais fortes), enquanto que as células “ rods ” são especializadas em mobilidade e tons de cinza (em sinais mais fracos)
Idéias por Trásda Compressão de Sinais de Vídeo Digital A percepção de cores pela visão humana não tem espectro largo (normalmente se usa 8 bits para representá-lo digitalmente)
107.
Assim, precisamos demenos bits para representar um vídeo colorido implicando numa menor taxa de transmissão
108.
Em determinados momentosdo vídeo, existe pouca informação nova a ser apresentada, exigindo menor taxa de quadros a ser enviada
109.
Os níveis dedetalhes da imagem podem ser codificados em separado, sendo que, os níveis mais baixos contém maiores detalhes
110.
Sinais de VídeoAnalógico usado nas Transmissões de TV Existem 3 padrões na transmissão de vídeo para TV: NTSC ( National Television Standards Committee) - possui 524 linhas e sinal composto onde cada quadro é montado por dois campos ( fields ) par e ímpar entrelaçados numa taxa de 59,94 ( 30 + 30). É usado nos EUA e Japão
111.
PAL ( PhaseAlternation by Line ) - possui 625 linhas que formam 50 campos ( fields ) entrelaçados por segundo resultando em 25 quadros ( frames ) por segundo. A variante PAL-M é usado somente no Brasil e é apresentado a 30 quadros por segundo
112.
SECAM (Systeme ElectroniqueCouleur Avec Memoire) - Semelhante ao PAL com 525 linhas e 25 quadros por segundo. Usado na França, Rússia e alguns outros países
113.
Compressão de Sinaisde Vídeo Digital H.261 - (1 a 30) x 64 kbps - usado em Vídeoconferência Formato QCIF - 144x176 pixels - menor taxa de bits
114.
Formato CIF -288x352 pixels - maior taxa de bits H.263 - usado em taxas mais baixas (adequado para tecnologias de redes de acesso mais lentas)
115.
MPEG –compressão de fluxos de áudio e vídeo MPEG I ( SIF-Source Input Format ) – até 1,5 Mbps – Exemplo: VCDs – qualidade NTSC
116.
MPEG II -adequado para transmissão, armazenamento, taxas diferentes que múltiplos de 64 kbps, além de taxas mais altas (4 a 15 Mbps) – (Exemplo: DVD’s)
O código ésubstituído por porções comprimidas dos dados
130.
Dois tipos: Compressão lossless (sem perda): reconstitui os dados exatamente como era o original (.ZIP, .GIF)
131.
Compressão lossy (com perda): reconstitui os dados de forma que fiquem perceptualmente os mesmos (.JPEG, .MPEG)
132.
Meios de TransmissãoO transporte dos sinais que representam os bits da comunicação de dados é feito através de algum tipo de meio físico
133.
Cada meio apresentamcaracterísticas próprias de largura de banda, custo, atraso de transmissão e facilidade de instalação e manutenção Tx Rx Meio de Transmissão
134.
Tipos de Meiosde Transmissão Guiados : necessitam de condutores físicos de um dispositivo para o outro como cabos coaxiais, fibra ótica, etc
135.
Não-guiados : nãonecessitam de condutores físicos exclusivos. São os meios eletromagnéticos como a propagação eletromagnética no ar livre (atmosfera) ou num oceano Cada tipo tem sua aplicação em função das características do sistema, condições geográficas e custos Passagem de cabos por pântanos, florestas
Cabos de ParTrançado É o mais popular, difundido e o mais adotado meio de transmissão utilizado em redes locais de computadores
139.
Os condutores trançadosvisam evitar o efeito de indução do sinal no condutor adjacente ( crosstalk )
140.
Normalmente temos asseguintes variações: UTP ( Unshielded Twisted Pair ) - par trançado não-blindado - o sinal segue com polaridades invertidas em cada cabo do par
141.
STP ( ShieldedTwisted Pair ) - par trançado blindado - utilizado em meios de alta incidência de ruídos eletromagnéticos como fábricas, linhas de montagem, transmissores, etc. Devem ser aterrados em ambos os lados (efeito irradiador da blindagem).
142.
Par Trançado Cabo categoria 3 : 4 pares de fios e cobertura de plástico
143.
Cabo categoria5 : 4 pares de fios mais entrelaçados que o 3 e cobertura de teflon
Par Trançado -Pinagem O sentido do campo eletromagnético depende do sentido da corrente elétrica no condutor, que por sua vez, depende das polaridades (positiva ou negativa) dos sinais No par trançado, as informações trafegam repetidas em dois fios, porém com polaridades invertidas Portanto o campo gerado por um condutor é anulado pelo campo do outro, reduzindo a interferência por crosstalk O efeito é intensificado quando dois fios são enrolados um ao outro (daí o nome par trançado)
Possui uma malhablindada global que confere uma maior imunidade às interferências eletromagnéticas externas e possui uma blindagem interna envolvendo cada par trançado
148.
Desta forma, oSTP é utilizado em meios de alta incidência de ruídos eletromagné-ticos, tais como: fábricas, centrais de comutação, transmissores de alta potência, etc
149.
Conectores e cabosmais caros STP com blindagem individual para cada par Par Trançado STP
150.
Liga equipamentos semelhantes(estações com estações ou dispositivos de rede com outros dispositivos de rede) Cabo Cross
151.
Categorias de Cabosde Par Trançado São categorizados de acordo com a norma EIA/TIA 568
152.
Cabo Coaxial Ocabo coaxial consiste em dois condutores cilíndricos, um interno e outro externo, separados por um material dielétrico (isolante)
153.
O dado étransmitido no condutor mais interno. A proteção de metal protege contra campos eletromagnéticos externos e evita que a radiação da energia eletromagnética do fio interno interfira em outros fios
154.
Com um únicocabo coaxial a transmissão é half-duplex, ou seja, unidirecional para cada período.
A tecnologia dehoje não utiliza plenamente a capacidade das fibras Fibras multimodo (diâmetro 50 e 62,5 um) : vários modos de propagação (vários sinais de luz). Apresenta problema de dispersão modal e alta atenuação (5 dB/km). As do tipo índice gradual apresentam baixa atenuação (3 dB/km) e largura de banda de até 1 GHz
170.
Fibras monomodo (diâmetro5-10 um) : permite um único modo de propagação, atingindo distâncias maiores que as multimodo. Baixas perdas (0,2 dB/km) e largura de banda (>10 GHz)
Cabeamento Estruturado Normasque descrevem a instalação de cabos em edifícios de forma organizada, facilitando a manutenção e alterações na topologia de rede e independente de fabricante
198.
Facilitam a futurasmudanças em equipamentos (maior custo inicial mas evita problemas de cabeamento futuros
Cabeamento Estruturado Épreparado de tal forma que atende ao mais variados lay-outs de instalação, por um longo período de tempo, sem exigir modificações físicas da infra-estrutura.
205.
Um só cabeamentoatende diferentes tipos de redes de sinal em baixa tensão, como por exemplo telefonia, redes locais de computação, sistema de alarme, transmissão de sinal de vídeo, sistemas de inteligência predial, automação predial e industrial.
206.
Elementos de CabeamentoEstruturado Cabeamento horizontal – segue da área de trabalho até o telecommunications closet (normalmente em topologias estrela)
207.
Cabeamento Backbone (vertical) – se compõe da ligação da sala de equipamentos com todos os demais pontos de distribuição de cabeamento
Modulação de sinaisSinais digitais em ondas quadradas possuem muitas componentes em frequência (largura de banda infinita) e sofrem muito na transmissão
Assim, sinais embanda base (digital “puro”) só funcionam em distâncias curtas (LAN´s)
224.
Solução: Uma “portadora”(sinal senoidal) é enviado e suas características alteradas de forma a transmitirem bits
225.
Modulação de sinaisNormalmente se necessita de “carregar” o sinal original em sinais de frequência mais adequada (portadoras - carriers ) para os meios de transmissão sendo usados
226.
A portadora éum sinal senoidal com frequência compatível com o meio de transmissão
227.
Solução: Uma portadoraé enviada e suas características alteradas de forma a transmitirem o sinal original
228.
Modulação éo processo de combinar um sinal de entrada com uma portadora gerando um sinal adequado de transmissão
229.
Portadoras de altafrequência apresentam menor atenuação e distorção , atravessa ndo distâncias mais longas com menos perda
230.
Modulação de SinaisDigitais em Portadoras Analógicas O exemplo mais conhecido é a comunicação de dados através do sistema telefônico (modems)
231.
Neste caso, deve-setransformar a informação digital num sinal que seja adequado para transmissão pelo canal de voz.
232.
Modulação Consiste emtransformar um sinal, através da sua combinação com outro sinal, denominado portadora, de forma a melhor adequar a transmissão do sinal original ao meio de transmissão. A portadora tem suas características (amplitude, freqüência ou fase) modificadas de acordo com o sinal modulante.
233.
A freqüência daportadora geralmente é bem maior que a maior freqûencia do sinal transmitido .
234.
A modulação permitea multiplexação (junção de vários) sinais no domínio da frequência f 0 Bla, bla bla
TDM Cada canal(cor diferente) possui um determinado tempo para mandar seus bits, depois é a vez de outro canal
262.
TDM Não exigeprotocolos de enlace de dados para delimitação de PDU’s (quadros)
263.
A taxa dedados ( data rate ) é fixa, podem ocorrer slots vazios (como nas redes telefônicas)
264.
Multiplexação TDM EstatísticaPacotes de vários fluxos de dados são misturados numa mesma fila e transmitidos sob demanda
265.
Pode manter váriasfilas diferenciadas por serviço onde um esquema de prioridades pode estar em vigor – cada fila é atendida de modo round-robin
266.
Apresenta menor atrasomédio (mas de forma inconstante – alta variância) e aproveita melhor o canal de comunicação – TDM e FDM alocam canais exclusivos que estão em uso mesmo que não haja nada a transmitir !
267.
Deve identificar ainformação sendo enviada (canais) para correta entrega na recepção
Spread Spectrum Cadaestação transmite um sinal que é “espalhado” numa larga faixa de frequências como se fosse um sinal de ruído
270.
A estação receptoraextrai apenas a sua mensagem, permitindo que um conjunto de estações compartilhem o meio
271.
Existem duas alternativaspara SS: Frequency hopping – a frequência de transmissão “salta” (muda) constantemente. O receptor deve estar sincronizado com os “saltos” e pegar sua mensagem
272.
Direct Sequence – cada bit a ser transmitido é “cortado” em vários bits menores usando um padrão definido de bits. Isto tem o efeito de “espalhar” o sinal numa largura de banda muito maior que a original dele. A recepção deve usar o mesmo padrão de bits para recuperar o sinal original
273.
Direct Sequence Éuma tipo de modulação desenvolvido para fins militares
274.
O sinal émodulado com uma sequência binária pseudo aleatória de forma a “alargar” o seu espectro
275.
Este fato dificultao envio de sinais de jamming (sinais para impedir a transmissão)
276.
Somente receptores quetenham a pseudo sequência poderão recuperar o sinal – segurança Frequency hopping Direct sequence
Tecnologias Baseadas emFibra Ótica Usadas largamente em backbones de longo alcance, além de várias tecnologias de redes (Ethernet, Fibre Channel, etc)
279.
Já estão chegandona área metropolitana (MAN's) e nas redes de acesso
280.
Tendência natural aser a única infra-estrutura de transmissão para várias tecnologias de rede (banda larga, pequena e flexível, imune a ruídos)
281.
Hierarquias Digitais TDMde Multiplexação em Sistemas de Transmissão PDH – Plesiochronous Digital Hierarchy (em desuso) SDH – Synchronous Digital Hierarchy
282.
Sistemas PDH Cadafonte é criada numa temporização própria (plesiócrona)
A diferença básicasobre FDM é que o processo de multiplexação é totalmente passivo
310.
DWDM – Dense Wavelenght-Division Multiplexing Em DWDM mais comprimentos de onda são inseridos na fibra para se ter mais vias de dados
311.
DWDM – Dense Wavelenght Division Multiplexing Muitas operadoras estão chegando ao limite de sua infra-estrutura de fibras baseadas em TDM (SDH/SONET), uma tecnologia originalmente desenvolvida para tráfego de voz digital
312.
Uma opção seriase passar mais fibras. Nem sempre é possível por razões de custo (Por exemplo: cabos marítimos)
313.
Partindo da plantaatual de fibras passadas, existem duas alternativas para o crescimento de banda aumentar a atual taxa de dados (bps) TDM usadas nas fibras – alternativa limitada!
314.
aumentar o númerode canais que podem passar por uma única fibra (multiplexação) - DWDM !
315.
DWDM e TDMPode ser feita uma analogia como se a fibra fosse uma avenida de várias faixas, onde TDM somente utiliza uma destas faixas ganhando velocidade aumentando a potência do motor do carro
316.
DWDM por outrolado utiliza várias faixas de forma independente e sem restrições sobre os tipos de veículos que trafegariam nestas faixas. Pode-se cobrar de um cliente somente o comprimento de onda que ele utilizar (uma faixa) e não toda uma fibra (uma avenida)
317.
É essencialmente umatecnologia de meio físico, independente de protocolos e formatos
318.
Comunicação em BandaLarga Sinais em banda larga são os sinais usados para transmissão em longas distâncias e que concentram vários canais de informação
319.
Utilizando técnicas demodulação e multiplexação pode-se compor mais canais num mesmo meio físico aproveitando melhor sua capacidade
320.
Estas técnicas sãoadequados para comunicação sem fio, pois diferentes faixas de rádio podem ser usadas e serem melhor aproveitadas
Notas do Editor
#87 Internetworking and the OSI Model Repeaters work at the physical layer. They simply repeat any signal from one cable plant to the next. Concentrators are repeaters but offer more fault isolation than normal repeaters. Bridges work at the data link layer. Specifically, they forward based on the MAC address of the packet. Routers work at the network layer. They forward based on a network identification inside the packet, not on the MAC address. Gateways operate the the session, presentation and application layer. They provide protocol translation between different communication types.
#89 This device was introduced around 1985 after UTP wire began being used. It is usually called a concentrator although it can be called a hub. It houses repeater modules that slide into the chassis. Concentrators house all repeater types into one unit using repeater modules that are connected together with a common backplane. It allows the concentrator to act as one repeater. It reduces the number of repeaters on a network. Concentrators usually have connections for fiber, 10BASET, 10BASE2 and one connector for 10BASE5 (connection to external cable plant). It added life to the Ethernet standard by providing a physical star topology. The concentrator allows for better network management
#90 This device was introduced around 1985 after UTP wire began being used. It is usually called a concentrator although it can be called a hub. It houses repeater modules that slide into the chassis. Concentrators house all repeater types into one unit using repeater modules that are connected together with a common backplane. It allows the concentrator to act as one repeater. It reduces the number of repeaters on a network. Concentrators usually have connections for fiber, 10BASET, 10BASE2 and one connector for 10BASE5 (connection to external cable plant). It added life to the Ethernet standard by providing a physical star topology. The concentrator allows for better network management