Padrões Abertos e Software Livre para o Serviço de Vídeoconferência FISL 7 - 19/04/2006 Prof. Msc Mauro Tapajós
Objetivo Quais são os padrões abertos atuais usados no serviço de vídeoconferência sobre redes de dados e o estado atual de pesquisa nestes padrões? Esta palestra irá apresentar alguns dos SL já existentes para se implementar este tipo de serviço e alguns cenários já possíveis, encontrados na pesquisa na UCB.
Mini-Currículo Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB)
Coordernador Técnico do Projeto CESMIC
Aluno de pós-graduação en "Dirección de Sistemas de Información en Entornos de Software Libre" na Universidad Obierta de Catalunya (Barcelona)
Mestre em Telecomunicações e Redes pela UnB
Engenheiro Eletricista pela UnB
Trabalho com SL dede 1996 (várias empresas)
Serviço de Vídeoconferência Comunicação humana
Sessão de comunicação em tempo real por vídeo e áudio entre dois ou mais pontos
Existem muitas situações onde cabe o serviço:  reuniões, cursos, conferências, telemedicina, educação à distância-debates-palestras, etc
Dispersão geográfica
Necessita certa qualidade do serviço de rede
Objetivos Comuns Ampliar o  alcance  de comunicação entre profissionais
Reduzir o  gasto  utilizados no deslocamento físico
Facilitar  decisões  que dependam de dois ou mais responsáveis
Realizar  treinamento  simultâneo entre grupos que estejam em locais distintos
Origem do Serviço Interesse surge com o nascimento da TV
Primeiras VCFs baseadas na tecnologia de TV – ligação de sistemas de TV com cabos
NASA – links VHF/UHV com astronautas em órbita
Links satelitais – usados pelas emissoras de TV
A tecnologia dos PCs e evolução de CODECs e protocolos viabilizou o uso de VCF pelo público em geral
Histórico 1964 – AT&T apresenta o  Picture Phone  ( Freeze frame  e  Slow motion)
1973 – Pacotes de voz pela ARPANET
1976 – NVP  Network Voice Protocol
1981 – PVP (vídeo sobre pacotes)
1982 – CCITT - CODEC de vídeo H.120 (2 Mbps)
1990 – CCITT - CODEC de vídeo H.261
1990 – CCITT – Padrão H.320 para VCF sobre ISDN
1992 – RTP
1996 – IETF – RTPv2
1996 – ITU-T CODEC H.263 (baixas velocidades)
1996 – H.324 VCF sobre POTS
1996 – H.323 v1 VCF sobre pacotes
1998 – H.323 v2
1999 – H.323 v3
2000 – H.323 v4
2003 - CODEC H.264
Norma H.200 do ITU-T Framework for Recommendations for audiovisual services
Áudio conferência (somente áudio)
Teleseminário (áudio e vídeo unidirecionais de uma origem com retorno em áudio) Conferência Audiográfica (áudio, documentos e imagens)
Conferência Audiodocumentacional (similar à audioconferência com transmissão de texto)
Freeze Frame  Videoconferência (similar á conf. audiográfica com envio de snapshots dos participantes)
Videoconferência (similar à conf. audiográfica com vídeo)
Facilidades do Serviço Quadro Branco
Troca de arquivos/msgs
Câmera secundária
Controle remoto da câmera
Modos multiponto: Tela cheia ( full screen )
Continuos presence  – impacto na banda necessária
Tipos de VCF Quanto à plataforma: Appliance Systems
Baseada em PC ( Desktop ) Quanto ao porte: Sistemas de sala
Set Top
Desktops (CODECs implementados em software)
Salas de Vídeoconferência Dimensionamento
Localização Geográfica
Iluminação
Acústica Decoração
Layout
Mobiliário
Rack/Suporte
Infra-estrutura (cabeamento de rede, aterramento)
Preocupações Não-Técnicas Conjunto de procedimentos necessários para facilitar a realização de reuniões, tais como: Agendamento de conferência
Divulgação dos participantes
Etiqueta
Configuração do sistema para que a sessão possa ser realizada
Permitir, durante o serviço, facilidades para que os participantes possam trocar informações (apresentações, documentos, transferência de arquivos, etc.)

FISL7 - Padrões Abertos e Software Livre para Vídeoconferência