Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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A má distribuição de renda provoca a
desigualdade social,
pois esta ocorre devido à
concentração de bens e riquezas
entre um pequeno grupo de
pessoas;
em contrapartida, outras não
possuem sequer as condições
básicas para sobreviver, como
moradia, alimentação, educação e
saúde.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
A década de 1980 ficou conhecida no Brasil como a ‘década perdida’, pois a política
desenvolvimentista das décadas anteriores chegou ao fim e decorrência de crises sucessivas.
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A década de 1980 ficou conhecida no Brasil como a ‘década perdida’, pois a política
desenvolvimentista das décadas anteriores chegou ao fim e decorrência de crises sucessivas.
“Todo dia, o sol da manhã vem e
lhes desafia. Traz do sonho pro
mundo quem já não queria,
palafitas, trapiches, farrapos
filhos da mesma agonia.
E a cidade que tem braços abertos
num cartão postal.
Com os punhos fechados da vida
real, lhes nega oportunidades,
mostra a face dura do mal.
Alagados, Trenchtown, Favela da
Maré, a esperança não vem do
mar, nem das antenas de Tv. A
arte de viver dá fé
Só não se sabe fé em quê”
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Desde o início do processo de formação do Brasil, o crescimento econômico tem gerado
condições extremas de desigualdades espaciais e sociais, que se manifestam entre regiões,
entre estados, entre o meio rural e urbano, entre centro e periferia.
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Uma pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que o principal
empecilho para diminuir a desigualdade social no Brasil é o déficit de investimento em
educação.
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-16%  Capital Físico
-20%  Características Naturais/ambientais
-64%  Investimento Humano
Um estudo realizado pelo Banco Mundial em 1995, em 192 países, demonstrou que apenas uma
pequena parte do crescimento econômico (16%) é resultado do
investimento físico (máquinas, edificações e infraestrutura). Enquanto as condições ambientais
da região (disponibilidade de recursos hídricos, fertilidade dos solos, reservas minerais)
contribuíram com 20%, boa parcela do crescimento (64%) ocorreu em função do investimento
em capital humano e social.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
"O subdesenvolvimento não é, como muitos pensam
equivocadamente, insuficiência ou ausência de desenvolvimento.
O subdesenvolvimento é um produto ou um subproduto do
desenvolvimento, uma derivação inevitável da exploração
econômica colonial ou neocolonial, que continua se exercendo
sobre diversas regiões do planeta".
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JOSUÉ DE CASTRO - 1946
"O subdesenvolvimento não é, como muitos pensam
equivocadamente, insuficiência ou ausência de desenvolvimento.
O subdesenvolvimento é um produto ou um subproduto do
desenvolvimento, uma derivação inevitável da exploração
econômica colonial ou neocolonial, que continua se exercendo
sobre diversas regiões do planeta".
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Ele é autor de frases emblemáticas que serviram para popularizar as injustiças que o fenômeno
trouxe, e ainda traz, a milhões de indivíduos do planeta Terra:
-“Só há um tipo verdadeiro de desenvolvimento: o desenvolvimento do
homem”.
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Ele é autor de frases emblemáticas que serviram para popularizar as injustiças que o fenômeno
trouxe, e ainda traz, a milhões de indivíduos do planeta Terra:
-“Só há um tipo verdadeiro de desenvolvimento: o desenvolvimento do
homem”.
"A humanidade se divide em dois
grupos: o grupo dos que não comem e o
grupo dos que não dormem com receio
da revolta dos que não comem."
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A pobreza no Brasil tem origem em sua história de colonização, voltada para a escravidão da
população nativa e exploração de seus recursos naturais pela metrópole.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
O interesse dos portugueses em extrair as riquezas do território, colocou em segundo plano a
educação e o desenvolvimento de uma sociedade igualitária.
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O interesse dos portugueses em extrair as riquezas do território, colocou em segundo plano a
educação e o desenvolvimento de uma sociedade igualitária.
A Finlândia já foi mais pobre e sem a alta tecnologia que possui hoje.
Mas os finlandeses sempre acreditaram que era
preciso incentivar a educação, ainda mais se tratando de um
país pequeno que hoje conta com 5,4 milhões de habitantes, menos
de 3% da população do Brasil. A profissão de professor é
historicamente respeitada e valorizada.
Em 1921, foi definido que independente da classe social, todos tinham
direito à escola. Há quase quatro décadas foi implementado o estudo
compulsório e desde então é exigido o grau de mestre para
professores.
https://noticias.terra.com.br/educacao/com-98-dos-alunos-na-rede-publica-finlandia-e-referencia-em-educacao
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a Finlândia tem uma das maiores cargas tributárias do
mundo - 25% maior que a brasileira.
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A equidade do sistema se dá em dois níveis. Em um deles, procura-se garantir, através de um repasse de
verbas, a mesma qualidade de ensino na capital Helsinque ou em uma pequena cidade do
interior. Em outro, busca-se a igualdade dentro de sala de aula. Suely Nercessian Corradini, diretora pedagógica do
colégio paulista Vital Brazil, visitou escolas finlandesas para sua tese de doutorado. Ela destaca a importância dada às
aulas de reforço. Grupos de alunos que não conseguem acompanhar as aulas vão sendo
reintegrados às classes com o apoio de um professor treinado especialmente para isso, durante até
dois anos. As dificuldades são identificadas logo no início, mesmo na escola primária, e trabalhadas. O
esforço em incluir esses alunos é fator decisivo na hora do Pisa.
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A equidade do sistema se dá em dois níveis. Em um deles, procura-se garantir, através de um repasse de
verbas, a mesma qualidade de ensino na capital Helsinque ou em uma pequena cidade do
interior. Em outro, busca-se a igualdade dentro de sala de aula. Suely Nercessian Corradini, diretora pedagógica do
colégio paulista Vital Brazil, visitou escolas finlandesas para sua tese de doutorado. Ela destaca a importância dada às
aulas de reforço. Grupos de alunos que não conseguem acompanhar as aulas vão sendo
reintegrados às classes com o apoio de um professor treinado especialmente para isso, durante até
dois anos. As dificuldades são identificadas logo no início, mesmo na escola primária, e trabalhadas. O
esforço em incluir esses alunos é fator decisivo na hora do Pisa.
O governo finlandês ainda fornece refeições e material escolar de graça. “Isso é uma das coisas mais importantes. Faz uma
enorme diferença na aprendizagem ter o almoço grátis”, diz Salo. As instituições de ensino devem ser próximas
das casas das crianças, caso contrário há transporte disponível. O professor destaca também o
bom investimento em saúde, com psicólogos escolares, assistentes sociais e enfermeiros
disponíveis.
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índice comparativo de desempenho educacional feito com dados de 40 países. O ranking, divulgado nesta terça-feira, 27,
pela Pearson Internacional, faz parte do projeto The Learning Curve (Curva do Aprendizado, em inglês), realizado pela
Economist Intelligence Unit (EIU). O estudo mede os resultados de três testes internacionais aplicados a alunos do 5.º e do
9.º ano do ensino fundamental. A Finlândia e a Coreia do Sul foram os países mais bem colocados. O Brasil ficou à frente
apenas da Indonésa, e atrás de países como Bulgária (30º), Romênia (32º) e Colômbia (36º).
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Segundo dados do IBGE (2014), a porcentagem de pessoas vivendo
abaixo da linha de pobreza no Brasil diminuiu substancialmente nos
últimos anos:
-2003 26,2 milhões de pessoas na miséria;
-2013 10,4 milhões de pessoas na miséria;
Pobreza não possuir condições de vida ideais (moradia, saúde, educação)
Miséria estado de penúria onde há risco de vida para as pessoas.
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As atuais políticas econômicas têm demonstrado especial interesse em garantir níveis de
crescimento (econômico) cada vez mais elevados, contudo o desenvolvimento social da
população brasileira permanece em um ritmo menor que o crescimento econômico do Brasil.
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“Crescer economicamente é relativamente fácil.
Difícil é desenvolver um país.
Tanto é que a fome e a miséria persistem no mundo, apesar
de a humanidade ter todos os recursos – tecnológicos,
científicos e financeiros – para exterminá-las”.
Josué de Castro – Geografia da Fome
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País desenvolvido não é aquele que pobre anda de
carro.
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É aquele que rico anda de
transporte público
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O primeiro ministro britânico, David
Cameron, desloca-se de metrô e, neste
dia, não encontrou sequer lugar para
sentar.http://aespeciaria.blogspot.com.br/2013/10/ja-encontraram-algum-ministro-portugues.html
É aquele que rico anda de
transporte público
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Outro aspecto relevante, associado ao passado colonial, é que as desigualdades
econômica e social atingem, de maneira distinta, as diferentes etnias que compõem o
povo brasileiro.
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Outro aspecto relevante, associado ao passado colonial, é que as desigualdades
econômica e social atingem, de maneira distinta, as diferentes etnias que compõem o
povo brasileiro.
Em 2002, foram assassinados 46% mais
negros do que brancos.
Em 2008, a porcentagem atingiu 103%.
Ou, em outras palavras, para cada três
mortos, dois tinham a pele escura. Quem
maneja os dados preliminares de 2009
diz que a situação piorou ainda mais.
(CARTA CAPITAL)
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Outro aspecto relevante, associado ao passado colonial, é que as desigualdades
econômica e social atingem, de maneira distinta, as diferentes etnias que compõem o
povo brasileiro.
Em 2002, foram assassinados 46% mais
negros do que brancos.
Em 2008, a porcentagem atingiu 103%.
Ou, em outras palavras, para cada três
mortos, dois tinham a pele escura. Quem
maneja os dados preliminares de 2009
diz que a situação piorou ainda mais.
(CARTA CAPITAL)
No anúncio de tevê feito para atrair turistas pelo governo da Bahia, o menino dizia que, quando crescesse, queria ser
capoeirista como o pai. Por volta das 10 da noite de 21 de novembro do ano passado(2010), Mestre Ninha, pai de Joel da
Conceição Castro, chamou os filhos para dentro de casa, no instante em que a polícia fazia uma incursão pelo bairro onde
mora a família, Nordeste de Amaralina, um dos mais violentos de Salvador. Segundos depois, o garoto foi atingido por uma
bala perdida e morreu. Tinha 10 anos de idade.
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O Brasil é um dos países com maior carga tributária do mundo, mas não dá o devido retorno à
população.
Pegar dados sobre imposto suécia...e os retornos à população.
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QUEM TEM FOME TEM
PRESSA(BETINHO)
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QUEM TEM FOME TEM
PRESSA(BETINHO)
“A realidade não choca, o que impressiona é haver um massacre e
você não querer saber.”
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QUEM TEM FOME TEM
PRESSA(BETINHO)
“A realidade não choca, o que impressiona é haver um massacre e
você não querer saber.”
“Nos acostumamos a achar natural as desigualdades que existem,
mas isso não é natural”
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Um dos mais tradicionais indicadores de comparação de desempenho da economia nacional é o
PIB – Produto Interno Bruto.
Para calculá-lo, são considerados os bens produzidos dentro das fronteiras nacionais (produtos
agrícolas, minérios, eletrodomésticos, automóveis, etc.) além das atividades comerciais e de
serviços.
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Um dos mais tradicionais indicadores de comparação de desempenho da economia nacional é o
PIB – Produto Interno Bruto.
Para calculá-lo, são considerados os bens produzidos dentro das fronteiras nacionais (produtos
agrícolas, minérios, eletrodomésticos, automóveis, etc.) além das atividades comerciais e de
serviços.
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O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa que engloba três
dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida.
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O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano
total), sendo os países classificados deste modo:
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano
total), sendo os países classificados deste modo:
-Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de
desenvolvimento baixo(subdesenvolvido)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano
total), sendo os países classificados deste modo:
-Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de
desenvolvimento baixo(subdesenvolvido)
-Quando o IDH de um país está entre 0,556 e 0,699, é considerado médio – país
de desenvolvimento médio(em desenvolvimento)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano
total), sendo os países classificados deste modo:
-Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de
desenvolvimento baixo(subdesenvolvido)
-Quando o IDH de um país está entre 0,556 e 0,699, é considerado médio – país
de desenvolvimento médio(em desenvolvimento)
-Quando o IDH de um país está entre 0,700 e 0,799, é considerado elevado – país
de desenvolvimento alto (em desenvolvimento)
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O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano
total), sendo os países classificados deste modo:
-Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de
desenvolvimento baixo(subdesenvolvido)
-Quando o IDH de um país está entre 0,556 e 0,699, é considerado médio – país
de desenvolvimento médio(em desenvolvimento)
-Quando o IDH de um país está entre 0,700 e 0,799, é considerado elevado – país
de desenvolvimento alto (em desenvolvimento)
-Quando o IDH de um país está entre 0,800 e 1, é considerado muito elevado – país
de desenvolvimento muito alto (desenvolvido)
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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
O Coeficiente de Gini é uma medida de
desigualdade desenvolvida pelo
estatístico italiano Corrado Gini
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
Utilizada para calcular a desigualdade de distribuição de renda .
Ele consiste em um número entre 0 e 1, onde 0 corresponde à completa
igualdade de renda (onde todos têm a mesma renda) e 1
corresponde à completa desigualdade(onde uma pessoa tem toda
a renda, e as demais nada têm).
O Coeficiente de Gini é uma medida de
desigualdade desenvolvida pelo
estatístico italiano Corrado Gini
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GLAUCO, na Folha de domingo
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GLAUCO, na Folha de domingo
Nos anos 70, muitos sábios
sustentavam que o Brasil
precisava baixar sua taxa de
fertilidade (5,8) para distribuir
melhor a riqueza.
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GLAUCO, na Folha de domingo
Nos anos 70, muitos sábios
sustentavam que o Brasil
precisava baixar sua taxa de
fertilidade (5,8) para distribuir
melhor a riqueza.
Passou-se uma geração, a
fertilidade caiu a um terço
(1,9) e o índice de Gini, que
mede as desigualdades de
renda, passou de 0,56 para
0,57.
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GLAUCO, na Folha de domingo
Nasceram menos brasileiros, mas não se reduziu o fosso
social.
Nos anos 70, muitos sábios
sustentavam que o Brasil
precisava baixar sua taxa de
fertilidade (5,8) para distribuir
melhor a riqueza.
Passou-se uma geração, a
fertilidade caiu a um terço
(1,9) e o índice de Gini, que
mede as desigualdades de
renda, passou de 0,56 para
0,57.
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Para medir diretamente a incidência de pobreza no interior dos diversos países e regiões do
mundo, o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) utiliza o Índice de
Pobreza Humana (IPH), que revela a parcela de pessoas que sofrem
carências em quatro dimensões básicas:
-Longevidade
-Conhecimento
-Provisão econômica
-Inclusão social
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No caso dos países desenvolvidos, a ONU calcula o chamado IPH-2, considerando pobres as
pessoas que:
-têm expectativa de vida inferior a 60 anos
-os analfabetos funcionais
-os que ganham metade dos rendimentos pessoais médios e os que já estão desempregados há
doze meses.
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2 cap2 aspectos socioeconômicos do brasillll

  • 1.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 2.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A má distribuição de renda provoca a desigualdade social, pois esta ocorre devido à concentração de bens e riquezas entre um pequeno grupo de pessoas; em contrapartida, outras não possuem sequer as condições básicas para sobreviver, como moradia, alimentação, educação e saúde.
  • 3.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A década de 1980 ficou conhecida no Brasil como a ‘década perdida’, pois a política desenvolvimentista das décadas anteriores chegou ao fim e decorrência de crises sucessivas.
  • 4.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A década de 1980 ficou conhecida no Brasil como a ‘década perdida’, pois a política desenvolvimentista das décadas anteriores chegou ao fim e decorrência de crises sucessivas. “Todo dia, o sol da manhã vem e lhes desafia. Traz do sonho pro mundo quem já não queria, palafitas, trapiches, farrapos filhos da mesma agonia. E a cidade que tem braços abertos num cartão postal. Com os punhos fechados da vida real, lhes nega oportunidades, mostra a face dura do mal. Alagados, Trenchtown, Favela da Maré, a esperança não vem do mar, nem das antenas de Tv. A arte de viver dá fé Só não se sabe fé em quê”
  • 5.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Desde o início do processo de formação do Brasil, o crescimento econômico tem gerado condições extremas de desigualdades espaciais e sociais, que se manifestam entre regiões, entre estados, entre o meio rural e urbano, entre centro e periferia.
  • 6.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 7.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Uma pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que o principal empecilho para diminuir a desigualdade social no Brasil é o déficit de investimento em educação.
  • 8.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -16%  Capital Físico -20%  Características Naturais/ambientais -64%  Investimento Humano Um estudo realizado pelo Banco Mundial em 1995, em 192 países, demonstrou que apenas uma pequena parte do crescimento econômico (16%) é resultado do investimento físico (máquinas, edificações e infraestrutura). Enquanto as condições ambientais da região (disponibilidade de recursos hídricos, fertilidade dos solos, reservas minerais) contribuíram com 20%, boa parcela do crescimento (64%) ocorreu em função do investimento em capital humano e social.
  • 9.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia "O subdesenvolvimento não é, como muitos pensam equivocadamente, insuficiência ou ausência de desenvolvimento. O subdesenvolvimento é um produto ou um subproduto do desenvolvimento, uma derivação inevitável da exploração econômica colonial ou neocolonial, que continua se exercendo sobre diversas regiões do planeta".
  • 10.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia JOSUÉ DE CASTRO - 1946 "O subdesenvolvimento não é, como muitos pensam equivocadamente, insuficiência ou ausência de desenvolvimento. O subdesenvolvimento é um produto ou um subproduto do desenvolvimento, uma derivação inevitável da exploração econômica colonial ou neocolonial, que continua se exercendo sobre diversas regiões do planeta".
  • 11.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Ele é autor de frases emblemáticas que serviram para popularizar as injustiças que o fenômeno trouxe, e ainda traz, a milhões de indivíduos do planeta Terra: -“Só há um tipo verdadeiro de desenvolvimento: o desenvolvimento do homem”.
  • 12.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Ele é autor de frases emblemáticas que serviram para popularizar as injustiças que o fenômeno trouxe, e ainda traz, a milhões de indivíduos do planeta Terra: -“Só há um tipo verdadeiro de desenvolvimento: o desenvolvimento do homem”. "A humanidade se divide em dois grupos: o grupo dos que não comem e o grupo dos que não dormem com receio da revolta dos que não comem."
  • 13.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A pobreza no Brasil tem origem em sua história de colonização, voltada para a escravidão da população nativa e exploração de seus recursos naturais pela metrópole.
  • 14.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O interesse dos portugueses em extrair as riquezas do território, colocou em segundo plano a educação e o desenvolvimento de uma sociedade igualitária.
  • 15.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O interesse dos portugueses em extrair as riquezas do território, colocou em segundo plano a educação e o desenvolvimento de uma sociedade igualitária. A Finlândia já foi mais pobre e sem a alta tecnologia que possui hoje. Mas os finlandeses sempre acreditaram que era preciso incentivar a educação, ainda mais se tratando de um país pequeno que hoje conta com 5,4 milhões de habitantes, menos de 3% da população do Brasil. A profissão de professor é historicamente respeitada e valorizada. Em 1921, foi definido que independente da classe social, todos tinham direito à escola. Há quase quatro décadas foi implementado o estudo compulsório e desde então é exigido o grau de mestre para professores. https://noticias.terra.com.br/educacao/com-98-dos-alunos-na-rede-publica-finlandia-e-referencia-em-educacao
  • 16.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia a Finlândia tem uma das maiores cargas tributárias do mundo - 25% maior que a brasileira.
  • 17.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A equidade do sistema se dá em dois níveis. Em um deles, procura-se garantir, através de um repasse de verbas, a mesma qualidade de ensino na capital Helsinque ou em uma pequena cidade do interior. Em outro, busca-se a igualdade dentro de sala de aula. Suely Nercessian Corradini, diretora pedagógica do colégio paulista Vital Brazil, visitou escolas finlandesas para sua tese de doutorado. Ela destaca a importância dada às aulas de reforço. Grupos de alunos que não conseguem acompanhar as aulas vão sendo reintegrados às classes com o apoio de um professor treinado especialmente para isso, durante até dois anos. As dificuldades são identificadas logo no início, mesmo na escola primária, e trabalhadas. O esforço em incluir esses alunos é fator decisivo na hora do Pisa.
  • 18.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A equidade do sistema se dá em dois níveis. Em um deles, procura-se garantir, através de um repasse de verbas, a mesma qualidade de ensino na capital Helsinque ou em uma pequena cidade do interior. Em outro, busca-se a igualdade dentro de sala de aula. Suely Nercessian Corradini, diretora pedagógica do colégio paulista Vital Brazil, visitou escolas finlandesas para sua tese de doutorado. Ela destaca a importância dada às aulas de reforço. Grupos de alunos que não conseguem acompanhar as aulas vão sendo reintegrados às classes com o apoio de um professor treinado especialmente para isso, durante até dois anos. As dificuldades são identificadas logo no início, mesmo na escola primária, e trabalhadas. O esforço em incluir esses alunos é fator decisivo na hora do Pisa. O governo finlandês ainda fornece refeições e material escolar de graça. “Isso é uma das coisas mais importantes. Faz uma enorme diferença na aprendizagem ter o almoço grátis”, diz Salo. As instituições de ensino devem ser próximas das casas das crianças, caso contrário há transporte disponível. O professor destaca também o bom investimento em saúde, com psicólogos escolares, assistentes sociais e enfermeiros disponíveis.
  • 19.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia índice comparativo de desempenho educacional feito com dados de 40 países. O ranking, divulgado nesta terça-feira, 27, pela Pearson Internacional, faz parte do projeto The Learning Curve (Curva do Aprendizado, em inglês), realizado pela Economist Intelligence Unit (EIU). O estudo mede os resultados de três testes internacionais aplicados a alunos do 5.º e do 9.º ano do ensino fundamental. A Finlândia e a Coreia do Sul foram os países mais bem colocados. O Brasil ficou à frente apenas da Indonésa, e atrás de países como Bulgária (30º), Romênia (32º) e Colômbia (36º).
  • 20.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 21.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Segundo dados do IBGE (2014), a porcentagem de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza no Brasil diminuiu substancialmente nos últimos anos: -2003 26,2 milhões de pessoas na miséria; -2013 10,4 milhões de pessoas na miséria; Pobreza não possuir condições de vida ideais (moradia, saúde, educação) Miséria estado de penúria onde há risco de vida para as pessoas.
  • 22.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia As atuais políticas econômicas têm demonstrado especial interesse em garantir níveis de crescimento (econômico) cada vez mais elevados, contudo o desenvolvimento social da população brasileira permanece em um ritmo menor que o crescimento econômico do Brasil.
  • 23.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia “Crescer economicamente é relativamente fácil. Difícil é desenvolver um país. Tanto é que a fome e a miséria persistem no mundo, apesar de a humanidade ter todos os recursos – tecnológicos, científicos e financeiros – para exterminá-las”. Josué de Castro – Geografia da Fome
  • 24.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia País desenvolvido não é aquele que pobre anda de carro.
  • 25.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia É aquele que rico anda de transporte público
  • 26.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O primeiro ministro britânico, David Cameron, desloca-se de metrô e, neste dia, não encontrou sequer lugar para sentar.http://aespeciaria.blogspot.com.br/2013/10/ja-encontraram-algum-ministro-portugues.html É aquele que rico anda de transporte público
  • 27.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 28.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Outro aspecto relevante, associado ao passado colonial, é que as desigualdades econômica e social atingem, de maneira distinta, as diferentes etnias que compõem o povo brasileiro.
  • 29.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Outro aspecto relevante, associado ao passado colonial, é que as desigualdades econômica e social atingem, de maneira distinta, as diferentes etnias que compõem o povo brasileiro. Em 2002, foram assassinados 46% mais negros do que brancos. Em 2008, a porcentagem atingiu 103%. Ou, em outras palavras, para cada três mortos, dois tinham a pele escura. Quem maneja os dados preliminares de 2009 diz que a situação piorou ainda mais. (CARTA CAPITAL)
  • 30.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Outro aspecto relevante, associado ao passado colonial, é que as desigualdades econômica e social atingem, de maneira distinta, as diferentes etnias que compõem o povo brasileiro. Em 2002, foram assassinados 46% mais negros do que brancos. Em 2008, a porcentagem atingiu 103%. Ou, em outras palavras, para cada três mortos, dois tinham a pele escura. Quem maneja os dados preliminares de 2009 diz que a situação piorou ainda mais. (CARTA CAPITAL) No anúncio de tevê feito para atrair turistas pelo governo da Bahia, o menino dizia que, quando crescesse, queria ser capoeirista como o pai. Por volta das 10 da noite de 21 de novembro do ano passado(2010), Mestre Ninha, pai de Joel da Conceição Castro, chamou os filhos para dentro de casa, no instante em que a polícia fazia uma incursão pelo bairro onde mora a família, Nordeste de Amaralina, um dos mais violentos de Salvador. Segundos depois, o garoto foi atingido por uma bala perdida e morreu. Tinha 10 anos de idade.
  • 31.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O Brasil é um dos países com maior carga tributária do mundo, mas não dá o devido retorno à população. Pegar dados sobre imposto suécia...e os retornos à população.
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia QUEM TEM FOME TEM PRESSA(BETINHO)
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia QUEM TEM FOME TEM PRESSA(BETINHO) “A realidade não choca, o que impressiona é haver um massacre e você não querer saber.”
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia QUEM TEM FOME TEM PRESSA(BETINHO) “A realidade não choca, o que impressiona é haver um massacre e você não querer saber.” “Nos acostumamos a achar natural as desigualdades que existem, mas isso não é natural”
  • 35.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Um dos mais tradicionais indicadores de comparação de desempenho da economia nacional é o PIB – Produto Interno Bruto. Para calculá-lo, são considerados os bens produzidos dentro das fronteiras nacionais (produtos agrícolas, minérios, eletrodomésticos, automóveis, etc.) além das atividades comerciais e de serviços.
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Um dos mais tradicionais indicadores de comparação de desempenho da economia nacional é o PIB – Produto Interno Bruto. Para calculá-lo, são considerados os bens produzidos dentro das fronteiras nacionais (produtos agrícolas, minérios, eletrodomésticos, automóveis, etc.) além das atividades comerciais e de serviços.
  • 37.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa que engloba três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida.
  • 38.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo:
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo: -Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de desenvolvimento baixo(subdesenvolvido)
  • 40.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo: -Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de desenvolvimento baixo(subdesenvolvido) -Quando o IDH de um país está entre 0,556 e 0,699, é considerado médio – país de desenvolvimento médio(em desenvolvimento)
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo: -Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de desenvolvimento baixo(subdesenvolvido) -Quando o IDH de um país está entre 0,556 e 0,699, é considerado médio – país de desenvolvimento médio(em desenvolvimento) -Quando o IDH de um país está entre 0,700 e 0,799, é considerado elevado – país de desenvolvimento alto (em desenvolvimento)
  • 42.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total), sendo os países classificados deste modo: -Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,555, é considerado baixo – país de desenvolvimento baixo(subdesenvolvido) -Quando o IDH de um país está entre 0,556 e 0,699, é considerado médio – país de desenvolvimento médio(em desenvolvimento) -Quando o IDH de um país está entre 0,700 e 0,799, é considerado elevado – país de desenvolvimento alto (em desenvolvimento) -Quando o IDH de um país está entre 0,800 e 1, é considerado muito elevado – país de desenvolvimento muito alto (desenvolvido)
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O Coeficiente de Gini é uma medida de desigualdade desenvolvida pelo estatístico italiano Corrado Gini
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Utilizada para calcular a desigualdade de distribuição de renda . Ele consiste em um número entre 0 e 1, onde 0 corresponde à completa igualdade de renda (onde todos têm a mesma renda) e 1 corresponde à completa desigualdade(onde uma pessoa tem toda a renda, e as demais nada têm). O Coeficiente de Gini é uma medida de desigualdade desenvolvida pelo estatístico italiano Corrado Gini
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia GLAUCO, na Folha de domingo
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia GLAUCO, na Folha de domingo Nos anos 70, muitos sábios sustentavam que o Brasil precisava baixar sua taxa de fertilidade (5,8) para distribuir melhor a riqueza.
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia GLAUCO, na Folha de domingo Nos anos 70, muitos sábios sustentavam que o Brasil precisava baixar sua taxa de fertilidade (5,8) para distribuir melhor a riqueza. Passou-se uma geração, a fertilidade caiu a um terço (1,9) e o índice de Gini, que mede as desigualdades de renda, passou de 0,56 para 0,57.
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia GLAUCO, na Folha de domingo Nasceram menos brasileiros, mas não se reduziu o fosso social. Nos anos 70, muitos sábios sustentavam que o Brasil precisava baixar sua taxa de fertilidade (5,8) para distribuir melhor a riqueza. Passou-se uma geração, a fertilidade caiu a um terço (1,9) e o índice de Gini, que mede as desigualdades de renda, passou de 0,56 para 0,57.
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Para medir diretamente a incidência de pobreza no interior dos diversos países e regiões do mundo, o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) utiliza o Índice de Pobreza Humana (IPH), que revela a parcela de pessoas que sofrem carências em quatro dimensões básicas: -Longevidade -Conhecimento -Provisão econômica -Inclusão social
  • 55.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No caso dos países desenvolvidos, a ONU calcula o chamado IPH-2, considerando pobres as pessoas que: -têm expectativa de vida inferior a 60 anos -os analfabetos funcionais -os que ganham metade dos rendimentos pessoais médios e os que já estão desempregados há doze meses.
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia