Os embargantes ajuizaram embargos à execução contra a embargada alegando que: (1) os contratos celebrados entre as partes eram interdependentes e a cobrança era ilegal; (2) a devolução da bonificação prevista em contrato era abusiva; e (3) a multa prevista no contrato de bonificação era ilegal. Os embargantes requerem a concessão de efeito suspensivo aos embargos.